Roberto Cortes, presidente de honra do Anfavea Visions 2026, seminário que acontece em São Paulo e também CEO da Volkswagen Caminhões e Ônibus, falou sobre o futuro da indústria de veículos comerciais no encerramento do primeiro dia do evento, nesta terça-feira, 9.
Antes, em entrevista a um grupo de jornalistas, comentou sobre a invasão chinesa no mercado brasileiro de caminhões, que acontece de forma mais lenta do que no segmento de automóveis, mas mostra sinais claros de se intensificar a partir de agora.
Das 14 marcas confirmadas para a Fenatran em novembro, seis são chinesas, muitas das quais estão chegando ao País com modelos elétricos e projetos de produção local a partir de kits CKD (desmontados).
“Precisamos olhar este movimento com carinho e ver como preservar nossa indústria”, comentou o executivo, destacando que o setor passa por transformações nunca vistas nesta década, envolvendo sustentabilidade, conectividade e questões geopolíticas.
Questionado se alguma chinesa propôs parceria com a VWCO, disse ser esse um assunto estratégico e que não poderia, por isso, falar sobre o assunto. Ou seja, não confirmou, mas também não negou.
De qualquer forma, admitiu que a VWCO é campeã em parcerias: “Um mais um é três quando a parceria dá certo”. Lembrou que a China, quando abriu o país para a chegada de marcas de fora, impôs pré-condições que envolviam troca de tecnologia, por exemplo.
“Não podemos abrir o mercado de forma que mate a indústria local. A gente advoga que haja previsibilidade e isonomia, com as mesmas condições para todos e, principalmente, com conteúdo local”, complementou o executivo.
O novo BYD Great Tang chega para mexer com uma das maiores preocupações de quem ainda olha para os carros elétricos com desconfiança: a autonomia em viagens longas.
O SUV elétrico de grande porte promete rodar até 950 km no ciclo chinês CLTC, número que aproxima o modelo da casa dos 1.000 km e coloca o carro em uma faixa de alcance incomum mesmo entre elétricos mais caros.
Com três fileiras, sete lugares e recarga ultrarrápida, o Great Tang aparece como uma vitrine tecnológica da BYD para mostrar que o futuro dos SUVs elétricos pode ser bem mais prático do que muita gente imagina.
BYD Great Tang mira viagens longas com quase 1.000 km de autonomia
O Great Tang foi desenvolvido como um SUV familiar de porte grande, mas com números que vão além da proposta tradicional de conforto e espaço.
A versão de maior alcance usa bateria de 130,15 kWh e promete até 950 km de autonomia no ciclo CLTC. Esse padrão chinês costuma ser mais otimista do que ciclos como WLTP e EPA, então o desempenho em uso real pode variar conforme velocidade, clima, terreno e estilo de condução.
Mesmo assim, o número chama atenção porque coloca o SUV em um patamar capaz de reduzir a ansiedade de autonomia, especialmente para quem ainda associa carro elétrico a trajetos urbanos curtos.
Recarga de 9 minutos tenta mudar a conversa sobre elétricos
O ponto mais agressivo do novo SUV da BYD está na recarga. Em carregador compatível com a tecnologia ultrarrápida da marca, a bateria pode ir de 10% a 97% em cerca de 9 minutos.
Na prática, isso aproxima a parada para recarga de uma pausa rápida de viagem, embora dependa diretamente da infraestrutura disponível. Ou seja, o carro pode entregar o recurso, mas o carregador precisa acompanhar essa potência.
O Great Tang também faz parte da estratégia da BYD de ampliar o uso de arquitetura de alta tensão e sistemas de carregamento cada vez mais rápidos em modelos de topo.
Números do novo grandão da BYD
Item
BYD Great Tang
Segmento
SUV elétrico grande
Lugares
7
Layout interno
2+2+3
Comprimento
5,263 m
Entre-eixos
3,130 m
Bateria
até 130,15 kWh
Autonomia máxima
até 950 km CLTC
Potência
até 585 kW
0 a 100 km/h
3,9 segundos
Recarga rápida
10% a 97% em cerca de 9 min
Preço na pré-venda chinesa
250 mil a 320 mil yuans
Desempenho também entra no pacote do SUV elétrico
Além da autonomia, o Great Tang aposta em desempenho forte para um carro de sete lugares. A configuração com tração integral chega a 585 kW e acelera de 0 a 100 km/h em 3,9 segundos.
Esse número coloca o SUV em território de esportivos, mas sem abandonar a proposta familiar. O modelo tem entre-eixos de 3,130 m, medida que ajuda a reforçar o espaço interno e a presença de carro grande.
A BYD ainda não confirmou o modelo para o Brasil. Porém, o Great Tang mostra até onde a marca pretende levar sua estratégia global de eletrificação, com SUVs maiores, baterias mais capazes e carregamento cada vez mais rápido.
Se a tecnologia chegar a outros mercados, a discussão sobre carro elétrico pode mudar de foco. O problema deixa de ser apenas quantos quilômetros o veículo roda e passa a ser onde encontrar carregadores capazes de entregar toda essa velocidade.
O sétimo Tá Na Reta da “Casa do Patrão”, foi formado na noite desta terça (9), após a Prova Poder do Voto. Agora estão na berlinda Andressa, Bianca e Mari que devem passar pelo crivo do público para seguir no jogo.
O Patrão Vivão enviou Maripara a berlinda e apontou que a carioca está jogando de “forma confortável”. “Aqui a gente tem que se entregar de corpo e alma, e eu não vejo isso no jogo dela. Acho que é muito estabilizado, até pela presença da Sheyla, que é alguém que ela ou a casa considera forte. (…) Isso faz com que a gente não consiga ver o jogo da Mari, e eu gostaria muito de ver isso”, avaliou o baiano.
Dona do Poder do Voto, Andressa mandou Biancae apontou que o grupo da participante é “muito prepotente”. “Não entendo de onde o outro grupo tira tanta prepotência, tanta soberba. Não em relação ao jogo dela específico, mas não vejo essa personalidade potente dela”, declarou a piauiense, acrescentando que estava mudando a estratégia do grupo para possivelmente enfrentar a modelo.
A casa dividiu os votos entre os grupos, focando em Andressa e votos dispersos em Luiza, Nataly e Sheila. No fim, não teve jeito e a piauiense acabou no Tá Na Reta.
A Casa do Patrão chegou em sua sétima semana e, com isso, mais um Tá Na Reta foi formado. Agora, Andressa, Bianca e Mari disputam a berlinda para continuar na casa.
Depois de, na maioria dos Tá Na Reta, eliminar participantes homens, nesta semana a casa se despedirá de uma de suas jogadoras. A rivalidade entre o grupo formado por Bianca e Mari e os aliados de Andresa ficou ainda mais evidente durante a troca de votos. Além disso, Andresa indicou a modelo diretamente por meio do Poder do Voto, citando que imaginava que poderia ir enfrentá-la na zona de risco.
No jogo, o público vota em quem deseja que fique na disputa, e o menos votado dá adeus à atração.
Veja como foi formado o 7º Tá Na Reta
O Patrão Vivão indicou Mari, anunciando que a carioca não tinha o jogo e estava confortável em seu grupo. Vencedora da Prova Poder do Voto, Andressa puxou Bianca, chamando seus aliados de prepotentes e soberbos. Por fim, na votação aberta da casa, Andressa foi a escolhida para o Tá Na Reta com quatro votos.
Após participar do evento Anfavea Visions 2026 na capital paulista, o presidente da Stellantis América do Sul, Herlander Zola, admitiu que a parceria global da companhia com a chinesa Dongfeng irá contemplar o Brasil.
A engenharia da região, inclusive, já participa do desenvolvimento de produtos globais que têm potencial para venda em mercados da América do Sul.
“Vamos ampliar portfólio no Brasil a partir de parcerias”, informou o executivo, não descartando que acertos com a Dongfeng podem envolver produção em alguma fábrica da Stellantis no Brasil, como já programado com a também chinesa Leapmotor, que terá linha em Goiana, PE.
Sobre a venda de produtos com a marca Dongfeng ou alguma submarca do grupo, Zola assegura que ainda nada está definido. Mas deixou claro que explorar parcerias no atual mundo automotivo é essencial para garantir competitividade, principalmente no Brasil, onde verifica-se uma invasão de carros chineses.
Sobre o plano global anunciado recentemente pela Stellantis, o principal executivo da montadora na região garantiu que os R$ 32 bilhões de investimentos estão preservados, com algumas mudanças de foco justamente em função das aceleradas transformações no setor.
“São três pilares”, comentou. “Vamos investir forte em modelos compactos, principalmente da Fiat, e picapes, segmentos nos quais os chineses ainda não atuam com força no mercado brasileiro. Também vamos fortalecer nossa atuação em SUVs, especialmente com a marca Jeep, e, por fim, explorar mais as parcerias do grupo no âmbito regional.”
Zola também comentou sobre a proposta do governo brasileiro de acabar com a escala semanal 6×1. Ele admitiu que isso pode piorar a produtividade em relação à China, mas disse que a empresa não discute regras do governo. “Vamos nos adapatar, assim como as demais empresas aqui instaladas.”
As Forças Armadas da Jordânia afirmaram nesta quarta-feira (10) que interceptaram e abateram cinco mísseis lançados do Irã em direção à área da base aérea americana em Al-Azraq, na Jordânia.
Os militares acrescentaram que os destroços da operação de interceptação caíram em território jordaniano, mas não causaram feridos nem danos materiais.
Segundo a mídia estatal, os alvos incluíam hangares de caças F-35 e um centro de comando em controle. Teerã teria utilizado mísseis de longo alcance durante a ofensiva.
A IRGC disse estar preparada para uma resposta “esmagadora e decisiva” a qualquer ataque dos EUA.
Não houve relatos de sirenes de alerta aéreo na Jordânia.
Troca de ataques
No início da noite desta terça-feira, o CENTCOM (Comando Central dos EUA) afirmou que suas forças começaram a lançar ataques de “autodefesa” contra o Irã às 18h (horário de Brasília), em resposta à queda de um helicóptero Apache do Exército dos EUA.
A extensão e a intensidade dos ataques dos EUA não ficaram imediatamente claras, embora a publicação do Comando Central os tenha descrito como uma “resposta proporcional à agressão injustificada do Irã”.
Mais cedo, o presidente dos EUA, Donald Trump afirmou que foi informado pelo Exército Americano que o Irã abateu um helicóptero Apache dos EUA que caiu na costa de Omã.
“As forças do CENTCOM atacaram sistemas de defesa aérea iranianos, estações de controle terrestre e radares de vigilância perto do Estreito de Ormuz com munições de precisão disparadas por caças da Força Aérea e da Marinha dos EUA”, disse o CENTCOM em comunicado à imprensa.
A disputa por motoristas profissionais ganhou força em junho com novas condições para carros zero. A Fiat entrou com descontos em modelos de volume, enquanto a Geely colocou o elétrico EX2 em uma faixa agressiva para taxistas.
O movimento acontece dentro do embalo do Move Brasil, programa voltado a taxistas e motoristas de aplicativo. Na prática, as marcas tentam ocupar um público que olha preço, custo de uso e facilidade de financiamento antes de fechar negócio.
Fiat usa Cronos, Argo, Mobi, Pulse e Fastback para ampliar pressão
A Fiat colocou uma campanha temporária para taxistas e motoristas de aplicativo, com descontos em carros que já têm presença forte no uso urbano. A lista inclui Cronos, Argo, Mobi, Pulse e Fastback.
O destaque aparece quando as reduções são somadas em diferentes modelos. Entre condições para motoristas de app e taxistas sem isenção, a marca passa de R$ 41.111 em cortes reunidos na campanha de junho.
Modelo Fiat
Condição citada em junho
Cronos Drive 1.3 AT
mais de R$ 16 mil
Pulse Drive 1.3 AT
queda de R$ 13.919
Fastback T200 Pack Smart
mais de R$ 6 mil
Argo Drive 1.0 MT
R$ 9 mil
Mobi Like
quase R$ 11 mil
A estratégia mira quem precisa trocar de carro sem sair da faixa dos compactos e sedãs mais conhecidos. Por isso, a Fiat não aposta em um único produto, mas espalha o desconto por modelos com perfis diferentes.
Geely entra na briga com elétrico abaixo de R$ 100 mil
A resposta da Geely vem por outro caminho. A marca usa o EX2 como aposta elétrica para chamar atenção de taxistas e motoristas de aplicativo que olham o custo por quilômetro rodado.
Na condição para taxistas, o Geely EX2 Pro aparece por R$ 99.001. Já para motoristas de aplicativo, o preço informado é de R$ 117.610.
Versão do Geely EX2
Taxistas
Motoristas de app
EX2 Pro
R$ 99.001
R$ 117.610
EX2 Max
R$ 109.396
R$ 129.690
O ataque fica ainda mais forte porque o elétrico entra em uma faixa onde muitos consumidores esperariam apenas hatches flex ou sedãs compactos. Para quem roda muito, a promessa de menor gasto no uso diário pode pesar na decisão.
Imagem: Divulgação/Geely
Disputa mistura preço, financiamento e custo de uso
A briga não fica limitada ao valor de entrada. Motoristas profissionais também avaliam manutenção, consumo, autonomia, rede de atendimento e tempo parado.
Nesse ponto, a Fiat joga com modelos conhecidos e ampla presença no mercado brasileiro. A Geely tenta compensar com o apelo do carro elétrico, preço agressivo para taxistas e uma proposta mais nova dentro do programa.
Move Brasil vira vitrine para montadoras em junho
O Move Brasil abriu uma vitrine importante para as marcas em 2026. O programa prevê crédito para compra de carros novos por taxistas e motoristas de aplicativo, desde que os veículos se encaixem nas regras definidas.
A lista de participantes também inclui outras marcas e modelos, o que transforma junho em um mês de disputa direta por quem usa o carro como ferramenta de trabalho.
Para o consumidor, a atenção precisa ir além do desconto anunciado. Antes de fechar negócio, vale conferir prazo da campanha, estoque disponível, regras de isenção, aprovação de crédito e custo total do financiamento.
A Fiat aparece com força pelo volume de ofertas. A Geely, por sua vez, tenta fazer barulho com um elétrico abaixo dos R$ 100 mil para taxistas. Essa combinação deixa a disputa mais apertada e pode acelerar novas campanhas ao longo do mês.
Um boletim do NOAA (Administração Nacional Oceânica e Atmosférica, em tradução livre) projeta o início do fenômeno do El Niño, com uma segunda temporada para o final de 2026.
Cenário reforça preocupação com possibilidades do Aedes aegypti, mosquito que provoca dengue, se proliferar durante temporadas de fortes chuvas.
A preocupação se dá diante do aumento das temperaturas e temporais que contribuem para a proliferação do mosquito, responsável não apenas pela dengue, mas também doenças como zika e chikungunya.
A médica infectologista e Diretora da CCI (Controle de Infecções) do Hospital e Maternidade Santa Joana, de São Paulo, Dra. Rosana Richtmann, aponta que a atenção precisa ser contínua na população.
“Essa mudança nas condições climáticas acelera o ciclo de vida do mosquito, enquanto as mudanças no regime de chuvas favorecem o surgimento de criadouros. Por isso, a prevenção precisa ser constante, especialmente dentro de casa, onde ocorre a maior parte das transmissões”, explica a doutora.
Para proteção contra a dengue e outras doenças causadas pelo mosquito, é necessário o uso de inseticidas, repelentes e outras medidas complementares, como eliminação de água parada, manter caixas d’água fechadas e higienizar recipientes que acumulam água.
A executiva de controle de pragas da empresa SBP, Letícia Pires, reforça que a atenção nos próximos meses, a atenção deve ser redobrada: “A combinação entre conscientização, hábitos preventivos e o uso de soluções efetivas é essencial para reduzir os impactos da dengue no país.”
O que é o El Ninõ?
O fenômeno climático do El Niño está relacionado com o aquecimento irregular das águas superficiais do Pacífico Equatorial.
Esse aquecimento altera a circulação atmosférica tropical e influencia o clima de várias regiões pelo planeta Terra. A climatologia o reconhece há muito tempo, mas ainda existem dificuldades em antecipar a sua intensidade exata em cada uma de suas aparições e seus impactos regionais.
Segundo o boletim, as condições neutras ainda predominam no oceano, mas a transição para o El Niño é considerada provável entre maio e julho, com 61% de chance. Para o fim de 2026, a probabilidade de ocorrência de algum nível do fenômeno ultrapassa 90%.
Epidemia de dengue e vacinação
Em 2024, o Brasil enfrentou a pior epidemia de dengue de sua história e chegou a registrar 4.013.746 casos prováveis de dengue, 3.809 mortes, além de 232 óbitos em investigação.
Como uma das principais medidas adotadas, o Ministério da Saúde (MS) incorporou o teste rápido para o diagnóstico da dengue na tabela de procedimentos custeados pelo SUS.
Suspensão de vacina
O Ministério da Saúde afirmou na última segunda-feira (8) que ainda não há prazo definido para a conclusão da investigação envolvendo a vacina contra a dengue desenvolvida pelo Instituto Butantan, que teve a aplicação suspensa temporariamente pelo governo federal.
Entre os 42 eventos adversos graves, três casos chamaram a atenção das autoridades sanitárias e passaram a ser investigados de forma aprofundada.
O Ministério da Saúde afirma que ainda não é possível concluir que os eventos foram causados pela vacina. Segundo a pasta, a proximidade temporal entre a imunização e o surgimento dos sintomas não comprova uma relação de causa e efeito.
*Sob supervisão de Thiago Félix, com informações de Laura Toyama e Thomaz Coelho
A Fiat fechou maio de 2026 na liderança entre as marcas mais vendidas do Brasil e aumentou a distância para a Volkswagen no acumulado do ano. Entre janeiro e maio, a marca chegou a 221.886 unidades emplacadas, contra 178.963 da VW.
A vantagem, portanto, já passa de 42 mil carros nos cinco primeiros meses de 2026. Só em maio, a Fiat vendeu 49.645 unidades, enquanto a Volkswagen registrou 42.988 emplacamentos.
A disputa mostra uma Fiat ainda muito forte em volume, principalmente com a Strada e o Argo, enquanto a Volkswagen tenta reagir com Polo, T-Cross e Tera entre os modelos mais vendidos.
Fiat lidera maio e abre folga no acumulado de 2026
A liderança da Fiat em maio veio com 18,9% de participação no mercado. A Volkswagen ficou logo atrás, com 16,3%, mantendo a segunda posição entre as marcas.
No acumulado do ano, a distância fica mais evidente. A Fiat tem 20,2% de participação, enquanto a Volkswagen aparece com 16,3%.
Marca
Vendas em maio
Vendas em 2026
Participação no ano
Fiat
49.645
221.886
20,2%
Volkswagen
42.988
178.963
16,3%
Chevrolet
27.767
114.094
10,4%
Hyundai
20.234
80.230
7,3%
BYD
21.704
77.822
7,1%
A diferença entre Fiat e Volkswagen foi de 6.657 carros em maio. Já no acumulado de janeiro a maio, a folga da líder sobe para 42.923 unidades.
Strada e Argo sustentam força da Fiat no ranking
A liderança da Fiat não aparece apenas no ranking por marcas. A montadora também colocou modelos importantes entre os carros mais vendidos do mês.
A Fiat Strada foi o veículo mais vendido do país em maio, com 15.395 unidades. O Fiat Argo também teve papel relevante, com 8.274 emplacamentos.
Modelos ajudam a explicar vantagem
A força da Fiat passa por uma combinação de veículos de alto giro:
Strada, líder geral do mercado;
Argo, entre os hatches mais vendidos;
linha comercial forte;
presença competitiva em diferentes faixas de preço.
Esse conjunto ajuda a marca a manter volume alto mesmo com a pressão de rivais tradicionais e das novas marcas chinesas.
Volkswagen reage com Polo, T-Cross e Tera
A Volkswagen, apesar da distância no acumulado, também mostrou força em maio. O Polo ficou entre os carros mais vendidos do mês, com 10.523 unidades.
O T-Cross também apareceu bem posicionado, com 9.455 emplacamentos, enquanto o Tera registrou 7.574 unidades. A presença dos três modelos mostra que a marca ainda tem fôlego para pressionar a Fiat ao longo do ano.
Modelo
Marca
Vendas em maio
Fiat Strada
Fiat
15.395
VW Polo
Volkswagen
10.523
VW T-Cross
Volkswagen
9.455
Fiat Argo
Fiat
8.274
VW Tera
Volkswagen
7.574
BYD e GWM aumentam pressão sobre marcas tradicionais
A briga entre Fiat e Volkswagen acontece em um mercado que também começa a sentir mais força das chinesas. A BYD terminou maio com 21.704 unidades, ficando à frente da Hyundai no mês.
A GWM também entrou no grupo das dez marcas mais vendidas, com 7.440 emplacamentos. Esse avanço aumenta a pressão sobre fabricantes tradicionais, principalmente em SUVs, híbridos e elétricos.
Ainda assim, o cenário de 2026 segue com a Fiat em posição confortável. A Volkswagen aparece como principal perseguidora, mas a diferença acima de 42 mil carros deixa claro que a líder abriu uma vantagem relevante antes da metade do ano.
A ministra Estela Aranha, do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), pediu vista (mais tempo para análise) e suspendeu o julgamento sobre a liminar do ministro Kassio Nunes Marques que proibiu a divulgação de uma pesquisa eleitoral realizada pelo Instituto Atlas/Intel que apontava redução da vantagem do senador Flávio Bolsonaro (PL) sobre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em um eventual segundo turno da disputa presidencial.