Autor: automoveis

  • BNDES começa a operar o Move Brasil 2, dos veículos pesados

    BNDES começa a operar o Move Brasil 2, dos veículos pesados

    Os interessados em comprar caminhões, ônibus, micro-ônibus e implementos rodoviários pelo programa Move Brasil – Pesados, fase 2, podem procurar instituições financeiras credenciadas ao BNDES, Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, a partir desta sexta-feira, 29.

    O prazo para protocolo das operações no sistema vai até 28 de agosto próximo e a data limite para comunicação da contratação ao BNDES é 28 de setembro.

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    “O programa que visa renovar a frota de pesados no País poderá ser suspenso ou encerrado antes dessas datas em caso de esgotamento da dotação orçamentária disponível, que é de R$ 21,2 bilhões”, informa o MDIC, Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços.

    Como o BNDES não realiza operações diretamente com os clientes finais nessa modalidade, os interessados devem procurar uma instituição financeira credenciada. O Banco Mercedes-Benz, por exemplo, já anunciou participação no programa.

    Caberá ao agente financeiro analisar o crédito, negociar as condições finais da operação e encaminhar o pedido, conforme as regras do programa.

    Do total autorizado, R$ 14,5 bilhões são recursos da União, via Tesouro Nacional, e até R$ 6,7 bilhões correspondem a recursos do BNDES.

    A iniciativa prevê ainda reserva de R$ 2 bilhões para aquisição de ônibus e micro-ônibus, além de R$ 2 bilhões para transportadores autônomos de cargas e pessoas físicas associadas a cooperativas, reforçando o atendimento a transportadores autônomos e ao transporte urbano de passageiros.

    Exigências do programa

    Para veículos novos, o programa exige fabricação nacional, credenciamento no CFI do BNDES e atendimento ao padrão Proconve P-8, conforme os limites de emissão da Resolução Conama nº 490/2018.

    No caso de caminhões e caminhões-tratores seminovos, os veículos devem ter fabricação a partir de 2012, atender à fase P-7 do Proconve e observar critérios de rastreabilidade fiscal.

    As condições de financiamento variam conforme o perfil do beneficiário. Para transportadores autônomos, o prazo chega a 120 meses, com até 12 meses de carência.

    Para empresas do setor de transporte rodoviário ou urbano de cargas, o prazo é de até 60 meses, com 6 meses de carência. Para as do setor de transporte rodoviário ou urbano de passageiros, o prazo atinge até 120 meses, com 6 meses de carência.

    As taxas de juros podem alcançar patamares competitivos em relação às taxas praticadas no mercado, próximas a 13% ao ano. O programa prevê limite de financiamento de até R$ 50 milhões por cliente, sem valor mínimo, admite a utilização de fundos garantidores, conforme disponibilidade, regras específicas de cada fundo e política do agente financeiro.


    Foto: Divulgação/MDIC



    Fonte: Auto Industria

  • BYD confirma sistema God’s Eye de direção inteligente no Brasil em 2027

    BYD confirma sistema God’s Eye de direção inteligente no Brasil em 2027

    A BYD confirma a chegada ao mercado brasileiro, a partir de 2027, do sistema avançado de assistência à condução God’s Eye e do processador automotivo XUANJI A3, primeiro chip de 4 nanômetros desenvolvido na China para direção autônoma. As novidades foram reveladas em evento dedicado à estratégia de inteligência da companhia, realizado na sede em Shenzhen.

    Garantia pioneira cobre danos em condução autônoma

    A montadora chinesa anuncia também uma apólice de cobertura total de danos para a função de navegação autônoma urbana (NOA), válida por um ano. A proteção se aplica a novos compradores e a proprietários que atualizarem para a versão 5.0 do sistema God’s Eye. Quando a responsabilidade legal recai sobre o veículo durante o uso correto da NOA, a BYD assume todas as perdas financeiras.

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    Com a medida, a marca torna-se a primeira montadora global a oferecer cobertura dupla para sistemas avançados de assistência à condução (ADAS), somando a nova apólice à garantia já existente para estacionamento inteligente.

    A segurança para esse compromisso se apoia em três pilares. O primeiro é a escala: a BYD mantém 3,15 milhões de veículos com assistência inteligente nas ruas, a maior frota conectada da China. O segundo, o volume de dados — mais de 200 milhões de quilômetros rodados registrados por dia alimentam os algoritmos. O terceiro, a força de pesquisa e desenvolvimento: dos 122 mil profissionais de P&D da companhia, 5 mil engenheiros dedicam-se exclusivamente à condução inteligente.

    Expansão de sensores e novo processador de 4 nm

    Como parte da estratégia de democratização tecnológica, toda a linha de veículos da marca pode receber, de forma opcional, a versão LiDAR do sistema God’s Eye-B. O conjunto inclui a nova arquitetura XUANJI 2.0, rede de sensores via satélite e um banco de dados com evolução automática baseada em cenários reais de trânsito.

    O XUANJI A3, processador automotivo (SoC) fabricado com litografia de 4 nanômetros, suporta nativamente direção autônoma de níveis L3 e L4. Em configuração com três chips, entrega mais de 2.100 TOPS (trilhões de operações por segundo) com consumo energético 20% menor que componentes equivalentes. Quando opera com algoritmos próprios da BYD, o processador dobra o aproveitamento computacional do veículo.

    Brasil nos planos da estratégia global

    Stella Li, vice-presidente executiva global da BYD e CEO das operações nas Américas e Europa, confirma que o Brasil integra os planos de expansão do sistema God’s Eye. O centro de inovação e P&D no Rio de Janeiro terá papel relevante na introdução dessas soluções no mercado brasileiro a partir do próximo ano.

    A cabine dos novos modelos recebe o painel DiLink AI, com assistente virtual que executa comandos de voz de forma proativa e oferece capacidades complexas de raciocínio.

    O investimento da BYD em pesquisa e desenvolvimento de segurança automotiva alcança 100 bilhões de yuans (cerca de R$ 75 bilhões). A empresa aplica à condução autônoma a mesma lógica que adotou na fase inicial da eletrificação com a bateria Blade: expandir os limites tecnológicos e oferecer coberturas que garantam tranquilidade ao consumidor.


    Foto: Divulgação BYD



    Fonte: Auto Industria

  • Fiat Toro é a primeira picape híbrida leve de produção nacional

    A linha 2027 da picape média Toro está nas concessionárias Fiat. A maior novidade do modelo que completa uma década de mercado sempre na liderança da categoria está sob o capô de duas de suas  seis versões: a motorização híbrida leve MHEV de 48V .

    Pela primeira vez a tecnologia é adotada em produtos da Fiat no mercado brasileiro. Mas já é conhecida dos SUVs Jeep renegade e Commander, irmãos de plataforma também fabricados pela Stellantis em Goiana, PE. De qualquer modo, a Toro entra para o calendário histórico do setor como a primeira picape híbrida-leve produzida no  País.

    Por enquanto, somente nas versões flex Volcano e Ultra. O mais que conhecido motor Turbo 270 agora conta com auxílio de outro elétrico que gera tanto força mecânica para economizar combustível, quanto na regeneração da energia elétrica, funcionando em conjunto com o sistema elétrico tradicional do veículo.

    Segundo a Fiat, o sistema híbrido reduz em até 12% o consumo de combustível e reduz as emissões de CO² em cerca de 11%.

    Até R$ 5 mil mais caras

    Outros atrativos da nova linha são os sistemas de série de assistência ao condutor. Estão presentes em todas as  versões alerta de colisão com frenagem automática, alerta de mudança de faixa e comutador de farol alto automático. Ultra e Ranch têm adicionalmente ainda sensor de ponto cego e alerta de tráfego cruzado, recursos opcionais na Volcano.

    Preços e versões

    Endurance: R$ 167.490,00

    Freedom: R$ 177.490,00

    Volcano MHEV: R$ 197.490,00

    Ultra MHEV: R$ 206.490,00

    Volcano 2.2 Turbodiesel: R$ 220.490,00

    Ranch 2.2 Turbodiesel: R$ 238.490,00

    Esteticamente, a linha 2027 pouco muda após a primeira grande reformulação apresentada no segundo semestre do ano passado. Alteração mais perceptível, mas ainda assim discreta, é a assinatura em DRL, que dispõe agora de seta sequencial.

    Todas as versões contam com painel digital de 7” e multimídia de 10” a partir da Volcano, assim como estacionamento eletrônico.

    Mas o maior número de conteúdos de série e a tecnologia MHEV não saem de graça. Custam de R$ 2 mil a R$ 5 mil a mais com relação à linha 2026 e colocam três versões acima de R$ 200 mil, preços que chamam a atenção pela proximidade e até sobreposição dos valores cobrados por picapes maiores, como a própria Fiat Titano, que tem versões a partir de R$ 238 mil.


    Foto: Divulgação



    Fonte: Auto Industria

  • Nova Ferrari Luce vira alvo de memes e sofre nas redes sociais

    A Ferrari Luce, primeiro veículo 100% elétrico da italiana, mal foi anunciada e já se tornou o centro de uma tempestade de memes na internet. Revelado nesta segunda-feira (25) com preço inicial de € 550.000 (aprox. R$ 3,2 milhões), o modelo de quatro portas e cinco lugares apresentou uma identidade visual um tanto diferente do resto do line-up da marca, muito por ser o primeiro e único elétrico, mas também por ser o primeiro fruto da parceria entre a Ferrari e o estúdio de design Love From, de Jony Ive.

    “Risco de destruir um mito”

    A reação mais contundente veio de Luca Cordero di Montezemolo, presidente da Ferrari entre 1991 e 2014, que não escondeu seu descontentamento ao comentar sobre o lançamento em um evento em Roma.

    “Se dissesse o que penso, prejudicaria a Ferrari. Há o risco de destruir um mito, e lamento profundamente. Espero que pelo menos retirem o ‘Cavallino Rampante’ deste carro […] pelo menos isso os chineses não vão copiar”, disse.

    Memes e a queda na bolsa

    Nas redes sociais, o veredito do público foi impiedoso com o visual da Luce, desenvolvido em colaboração com o LoveFrom, estúdio do ex-chefe de design da Apple, Sir Jony Ive. O sedã foi comparado por internautas bastante criativos a aspirador de pó, vaso sanitário e cortador de grama, com direito até a montagens geradas por inteligência artificial que ilustram o fundador da marca Enzo Ferrari decepcionado com a Luce, assim como a transformação do “cavalo rampante” em um burro. Confira:

     

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    Especialistas explicam que a necessidade de abrigar a bateria sob o assoalho deixou o carro mais alto, comprometendo as linhas dinâmicas e elegantes que definem a história da marca. O impacto do descontentamento refletiu diretamente nas finanças da empresa: as ações da Ferrari desencadearam uma queda de mais de 8% na Bolsa de Milão e mais de 5% em Nova York logo após a revelação.

    O presidente da marca, John Elkann, chegou a apresentar o modelo ao Papa Leão em sua residência de verão, destacando o Luce como o primeiro modelo de cinco lugares da marca. O CEO Benedetto Vigna reiterou que empresas líderes precisam ter a coragem de ousar diante das novas tecnologias.

    Embora o carro tenha recebido elogios pontuais de usuários que o consideraram “revolucionário” e “estiloso para um EV de quatro portas”, o lançamento ocorre em um momento de cautela global. Diante da desaceleração do mercado de eletrificados, a própria Ferrari reduziu recentemente sua meta de portfólio puramente elétrico para 2030, recuando de 40% para 20% da sua linha total.

    O modelo

    A Ferrari Luce, primeiro modelo de 5 lugares e 100% elétrico da marca, entrega 1.050 cv de potência e 990 Nm de torque por meio de quatro motores independentes (um por roda). Esse conjunto leva o sedã de 0 a 100 km/h em 2,5 segundos e alcança 310 km/h de velocidade máxima. O modelo é alimentado por uma bateria estrutural de 122 kWh com autonomia de 530 km (WLTP), capaz de recuperar 70 kWh em apenas 20 minutos, graças à arquitetura de 800 V com suporte a recarga rápida de 350 kW.

    Ferrari Amalfi chega com V8 mais potente para substituir Roma



    Fonte: CNN Brasil Auto

  • Serviço da B3 facilita certificaçao de veículos desmontados

    Serviço da B3 facilita certificaçao de veículos desmontados

    Divisão de negócios da B3 dedicada a dados, análises e inteligência artificial, a Trillia criou plataforma digital para emissão, registro e comercialização de Certificados de Desmontagem Veicular. O serviço simplifica o acesso a benefícios fiscais e a linhas de crédito subsidiada, além de comprovar a retirada de veículos de circulação com destinação correta.

    A plataforma, desenvolvida para atender empresas de todos os portes, estabelece a conexão dos certificados gerados pelos CDVs, Centros de Desmontagem de Veículos, às montadoras, frotistas, instituições financeiras e demais elos da cadeia por meio de um único certificado digital.

    Segundo a Trillia, um documento “confiável, com garantia de unicidade, auditável” que viabiliza os incentivos de programas que buscam a renovação da frota, a exemplo do Renovar Pesados, do governo federal, como redução do IPI, Imposto sobre Produtos Industrializados, e acesso a linhas de crédito subsidiadas pelo BNDES.

    “É um produto que coloca o desmonte de veículos no centro da indústria, pavimentando a obtenção de incentivos fiscais e, futuramente, a compensação de crédito de carbono”, destaca Marcos Vanderlei, Diretor Geral na Trillia e Vice-Presidente na B3.

    “O CDV emite um certificado confiável e único sobre destinação daquele veículo após o desmonte, dando transparência a credores e reguladores sobre o cumprimento de pré-requisitos para obtenção de incentivos, como por exemplo o Programa Mover”, completa Vanderlei.

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    A Lei 14.902 e o Programa Mover criaram, pela primeira vez, incentivos econômicos diretos vinculados à destinação adequada de veículos ao fim da vida útil.

    Ao mesmo tempo, a Medida Provisória nº 1.328/2025 estabeleceu linha de R$ 10 bilhões para veículos pesados, com prazo até junho de 2026, e, no começo de maio, a Resolução CMN n. 5.300 do Banco Central criou segundo financiamento subsidiado de R$ 21 bilhões para a renovação de frotas de veículos pesados, caminhões e ônibus.

    A Trillia também é responsável por operar o SNG, Sistema Nacional de Gravames, que organiza as informações de restrições financeiras sobre veículos concedidos como garantia para crédito, conectando bancos, financeiras, montadoras, concessionárias e órgãos de trânsito.


    Foto: IA



    Fonte: Auto Industria

  • Segunda fábrica da Toyota em Sorocaba será inaugurada em novembro

    Segunda fábrica da Toyota em Sorocaba será inaugurada em novembro

    A Toyota confirmou a data de inauguração de sua segunda fábrica em Sorocaba, SP. A planta, que integra o plano de investimento de R$ 11 bilhões até 2030, inicia oficialmente a produção em novembro próximo.

    “É mais um movimento de longo prazo da Toyota no Brasil, alinhado à nossa estratégia de crescimento sustentável, competitividade e inovação”, afirma Evandro Maggio, presidente da Toyota do Brasil.

    Sorocaba, assim, passa a concentrará as principais operações industriais da Toyota no País. A segunda unidade, erguida ao lado da primeira planta, será responsável pela criação de cerca de 2 mil postos de trabalho até 2030, dos quais quinhentos ainda este ano, e pela adição de 100 mil veículos à capacidade produtiva da montadora no País.

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    A nova fábrica de de 160 mil m² está sendo erguida ao lado da atual e terá processo produtivo completo, incluindo estamparia, funilaria, pintura e montagem.

    Com a expansão do complexo, que abriga ainda a planta de motores em fase de recontrução, após a destruição motivada por temporal em setembro de 2025, a Toyota começa a produzir também o Corolla Sedan.

    Anunciada há dois anos, a transferência da montagem do modelo determina o encerramento da operação em 30 de junho próximo, após 28 anos e mais de 1 milhão de veículos fabricados.


    Foto: Divulgação



    Fonte: Auto Industria

  • Volkswagen Taos assusta com revisões acima de R$ 12 mil em 5 anos

    Volkswagen Taos assusta com revisões acima de R$ 12 mil em 5 anos

    O planejamento financeiro de longo prazo exige atenção redobrada de quem pretende estacionar um utilitário esportivo médio na garagem neste final de maio de 2026.

    A Volkswagen adotou uma postura comercial agressiva ao precificar o Taos Comfortline 2026 a partir de R$ 199.990,00, aplicando uma redução de até R$ 22 mil em relação ao ano anterior.

    Contudo, um levantamento detalhado sobre as despesas de pós-venda acendeu um sinal de alerta entre os consumidores, revelando que o custo de manutenção acumulado do modelo pode pesar consideravelmente no orçamento familiar.

Detalhamento dos custos das revisões periódicas do SUV

Ao somar as cinco primeiras paradas obrigatórias na rede de concessionárias, que cobrem o ciclo de até 50.000 quilômetros rodados, o proprietário do Taos depara-se com um montante total de R$ 12.886,57.

O valor elevado é impulsionado, em grande parte, pela quinta revisão, que sozinha exige o desembolso de R$ 5.668,01 devido à recomendação de fábrica para a substituição do kit de correias dentadas, componente que adiciona R$ 3.907,00 à nota fiscal do serviço.

A planilha oficial de manutenções preventivas obrigatórias apresenta a seguinte estrutura de valores fixos:

Impacto financeiro no pós-venda frente aos principais rivais

A disparidade nos gastos de oficina fica evidente ao projetar as despesas do modelo da marca alemã contra os seus oponentes diretos de segmento.

Para o mesmo período de rodagem, as cinco primeiras revisões do Toyota Corolla Cross somam R$ 4.673,90, enquanto o Jeep Compass exige um investimento total de R$ 5.268,00.

Na ponta do lápis, o Taos custa mais que o dobro para ser mantido na rede autorizada em comparação com os líderes da categoria.

Embora o SUV tente equilibrar a balança oferecendo o eficiente motor 1.4 turbo TSI de 150 cv, uma nova transmissão de oito marchas, excelente porta-malas de 498 litros e central multimídia VW Play de 10,1 polegadas, o alto valor das peças de reposição exige cautela.

 Avaliar detalhadamente a planilha de custos de manutenção antes de assinar o contrato de compra é o segredo mais valioso dos compradores conscientes para realizar um negócio lucrativo e proteger o patrimônio contra surpresas financeiras em 2026.



Fonte: Garagem 360

  • Polo vende 8.321 unidades e segura pressão de HB20, T-Cross e Dolphin Mini em maio

    Polo vende 8.321 unidades e segura pressão de HB20, T-Cross e Dolphin Mini em maio

    O Volkswagen Polo manteve a liderança entre os carros mais vendidos do Brasil em maio, com 8.781 unidades emplacadas até o dia 27, e mostrou fôlego em um mês de forte disputa no topo do ranking.

    Mesmo com crescimento de 16,6% sobre o mês anterior, o hatch da Volkswagen não teve vida tranquila. Logo atrás, o Hyundai HB20 avançou com força, enquanto T-Cross e Dolphin Mini reforçaram a pressão sobre os líderes.

    Polo lidera, mas HB20 cresce mais em maio

    O Polo aparece na primeira posição do ranking mensal, consolidando sua força entre os hatches compactos e mantendo vantagem importante sobre rivais diretos.

    A diferença para o Hyundai HB20, porém, merece atenção. O modelo da marca sul-coreana chegou a 7.411 unidades, com alta de 21,7% no mês, crescimento superior ao registrado pelo próprio Polo.

    Modelo Vendas em maio Variação
    VW Polo 8.781 +16,6%
    Hyundai HB20 7.411 +21,7%
    VW T-Cross 7.409 +5,4%
    Fiat Argo 6.847 -4,8%
    Chevrolet Onix 6.676 -5,5%
    BYD Dolphin Mini 6.543 +5,7%

    A vantagem do Polo para o HB20 ficou em 1.370 unidades, margem relevante, porém menor do que o suficiente para tirar a tensão da briga.

    T-Cross transforma a disputa em briga dentro da própria Volkswagen

    A presença do T-Cross em terceiro lugar deixa o cenário ainda mais interessante. O SUV compacto da Volkswagen somou 7.409 unidades, apenas duas a menos que o HB20.

    Na prática, a marca alemã conseguiu colocar dois modelos no pódio parcial de maio, com propostas bem diferentes:

    Esse desempenho reforça a força da Volkswagen no mercado, mas também mostra que a liderança do Polo acontece em um ranking cada vez mais disputado por SUVs e elétricos.

    Polo Track 1.0 MPI

    Imagem: Divulgação/Volkswagen

    Dolphin Mini acende alerta entre os compactos

    O avanço do BYD Dolphin Mini adiciona outro tipo de pressão. O elétrico da BYD chegou a 6.543 unidades em maio e ficou à frente do Chevrolet Onix, um dos nomes mais tradicionais do país.

    A distância para o Polo ainda existe, mas o volume do Dolphin Mini chama atenção porque mostra uma mudança no comportamento do consumidor. Um elétrico de entrada já aparece no mesmo bloco de disputa de Argo, Onix e HB20.

    Liderança do Polo ganha peso também no acumulado

    No acumulado de 2026, o Polo também sustenta posição forte, com 41.412 unidades vendidas no ano. O resultado coloca o hatch à frente de rivais importantes e ajuda a explicar por que ele segue como uma das principais apostas da Volkswagen no Brasil.

    Ainda assim, maio deixa um recado claro: o Polo lidera, mas não sobra. O HB20 cresce em ritmo acelerado, o T-Cross mantém a Volkswagen forte entre os SUVs. O Dolphin Mini, por sua vez, começa a incomodar modelos tradicionais com uma proposta elétrica e cada vez mais competitiva.



    Fonte: Garagem 360

  • Denza D9: tudo sobre o novo carro de Maíra Cardi e Thiago Nigro

    A influenciadora Maíra Cardi voltou a agitar as redes sociais nesta ao exibir seu mais novo veículo, um presente de seu marido, Thiago Nigro. Trata-se do BYD Denza D9, uma van executiva de altíssimo luxo avaliada em cerca de R$ 800 mil, com apenas uma unidade registrada no Brasil.

    Embora Maíra tenha ironizado sobre o visual do carro, dizendo que, por fora, “parece uma bacia ou uma banheira”, o modelo é a aposta da BYD para o segmento premium e é o gancho encontrado pela chinesa para atender ao fenômeno das minivans de luxo asiáticas que começaram a invadir o mercado global.

    O que é o Denza D9?

    A submarca de luxo da BYD. O D9 é um veículo de sete lugares, distribuídos na configuração 2+2+3, projetado para oferecer o máximo de conforto urbano e rodoviário para pelo menos 3 passageiros.

    Com 5,25 metros de comprimento, 3,11 metros de entre-eixos e 1,92 metro de altura, suas dimensões externas se aproximam de vans comerciais tradicionais, mas o propósito aqui é puramente executivo e familiar de alto padrão. O modelo traz de série assistência de condução de Nível 2 (incluindo piloto automático adaptativo – ACC) e nove airbags.

    O visual: A grade frontal imponente divide opiniões. A BYD utiliza um truque visual para diferenciar as motorizações: as versões híbridas trazem elementos horizontais na dianteira, enquanto as variantes 100% elétricas adotam frisos verticais. Nas configurações topo de linha, os cromados das molduras dão lugar a filetes de LED.

    Cabine “primeira classe”

    Se o exterior causa estranheza a alguns, o interior justifica o preço de quase um milhão de reais. O habitáculo é revestido com madeira e alumínio, trazendo um painel digital de 10,2 polegadas, uma central multimídia de 15,6 polegadas e sistema head-up display.

    O verdadeiro destaque, no entanto, está na segunda fileira de bancos, projetada para emular a primeira classe de um avião comercial:

    • Poltronas centrais: os dois assentos centrais reclinam completamente e contam com funções de massagem, aquecimento e ventilação.
    • Controles: cada passageiro tem acesso a uma tela de 5,5 polegadas integrada ao apoio de braço, semelhante a um smartphone fixo, para gerenciar as funções do banco.
    • Entretenimento: telas adicionais de 12,8 polegadas ficam dispostas à frente dos passageiros e servem para controlar a climatização traseira, o teto solar panorâmico ou até mesmo como espelho. Há também uma tela central no teto, entre os bancos do motorista e passageiro, que propõe uma experiência de entretenimento geral para todos os passageiros.
    • Geladeira inteligente: a van conta com um compartimento térmico capaz de variar de –6 °C a 50 °C, que permanece funcionando por até 12 horas mesmo com o motor do veículo desligado.
    • Modo Dormir: o sistema do carro permite programar um período de descanso, ajustando as luzes personalizadas, o teto estrelado e inclinando os bancos, despertando o passageiro suavemente ao fim do cronograma.

    A terceira fileira acomoda três pessoas sobre trilhos reclináveis e também oferece tomadas e saídas de ar-condicionado individuais.

    Motorização

    O Denza D9 é vendido globalmente em duas frentes mecânicas distintas:

    • Híbrida Plug-in (D9 DM-i): combina um motor 1.5 turbo de 138 cv com um motor elétrico montado no eixo dianteiro, de 231 cv. Juntos, entregam 300 cv e 58,2 kgfm de torque e, graças à bateria de 20,4 kWh, o modelo roda até 103 km de forma puramente elétrica e atinge uma autonomia combinada de 965 km (CLTC).
    • Totalmente Elétrica (D9 EV): utiliza um pacote de baterias de 103 kWh e varia a motorização conforme a tração. Na versão de tração dianteira, o D9 apresenta apenas um motor no eixo dianteiro, que produz 312 cv e autonomia de 620 km. Já na versão com tração integral, são dois motores elétricos (um em cada eixo) que geram 374 cv combinados, rodam 600 km e aceleram de 0 a 100 em 6,9 segundos.

    Preço

    Na China, o Denza D9 varia entre 330 mil yuans (na versão híbrida de entrada) e 460 mil yuans (na elétrica topo de linha), o que equivaleria a uma faixa direta de R$ 247 mil a R$ 345 mil. No entanto, para o mercado brasileiro, o acréscimo de impostos de importação e o posicionamento premium devem fazer o preço final dobrar. A unidade trazida antecipadamente pelo casal custou na faixa dos R$ 800 mil.

    BYD no Brasil: veja os modelos que estão ganhando versão nacional



    Fonte: CNN Brasil Auto

  • Picape de R$ 124.640,00 faz corte agressivo para desacelerar Fiat Toro e Montana

    Picape de R$ 124.640,00 faz corte agressivo para desacelerar Fiat Toro e Montana

    O segmento de picapes intermediárias registra um forte movimento comercial neste fechamento de maio de 2026.

    Focada em ampliar de forma expressiva os seus emplacamentos no país e conter o avanço de rivais consagradas, a Renault ativou uma das campanhas promocionais mais agressivas do ano para a Renault Oroch.

    A fabricante francesa aplicou um corte maciço de exatos R$ 16.150,00 na tabela oficial de sua configuração de topo, reconfigurando o jogo financeiro e injetando forte pressão competitiva sobre a Fiat Toro e a Chevrolet Montana.

    O valor do abatimento especial e as condições da versão Iconic

    A ofensiva promocional reduz drasticamente o investimento necessário para colocar a caminhonete na garagem, transformando-a em uma das opções de faturamento mais lucrativas do varejo atual.

    O preço original sugerido da Renault Oroch Iconic 2025/2026, estipulado em R$ 140.790,00, despencou para o valor promocional de R$ 124.640,00 na modalidade de venda direta praticada pela rede de concessionárias autorizadas.

    O utilitário intermediário nesta configuração de topo vem recheado com um excelente pacote de conforto e conveniência para o cotidiano:

    • Climatização Avançada: Sistema de ar-condicionado automático e digital de alta precisão.

    • Estética Exclusiva: Rodas de liga leve de 16 polegadas com acabamento diamantado biton de desenho esportivo.

    • Praticidade Urbana: Sensores de estacionamento traseiros integrados para facilitar manobras em vagas apertadas.

    • Acabamento Premium: Novo revestimento de alta qualidade para os bancos e volante com revestimento premium de toque macio.

    A disputa de custo por benefício contra as principais rivais

    Ao fixar o novo custo de aquisição em R$ 124.640,00 e injetar o bônus de R$ 16.150,00, a Renault cria um verdadeiro escudo contra as tabelas inflacionadas da concorrência.

    O utilitário destaca-se no mercado pela sua suspensão traseira independente do tipo Multilink, conjunto que entrega uma dirigibilidade dócil de SUV com a robustez e a capacidade de carga necessárias para o trabalho pesado ou lazer.

    Esse reposicionamento afeta diretamente os dois grandes nomes da categoria:

    Aproveitar esse corte agressivo exige rapidez por parte do comprador, já que os lotes com faturamento direto promocional em maio são limitados ao estoque disponível nos pátios das revendas autorizadas.

    É a oportunidade perfeita de trocar de carro garantindo estilo, espaço e proteção para o orçamento da família.



    Fonte: Garagem 360