O Haval H6 voltou a incomodar rivais tradicionais no mercado brasileiro de SUVs. Em maio, o modelo da GWM chegou a 3.802 unidades vendidas e cresceu 48,9% em relação ao mês anterior.
O avanço colocou o SUV chinês à frente de nomes importantes, como Fiat Pulse e Honda HR-V. A diferença ainda é apertada, mas mostra que o H6 ganhou força em uma faixa disputada do ranking.
Agora, a GWM prepara uma mudança que pode ajudar o modelo a ganhar ainda mais espaço: a chegada de versões híbridas flex para a linha Haval H6.
Haval H6 passa HR-V e Pulse por margem pequena, mas simbólica
O Haval H6 aparece em maio com 3.802 emplacamentos, número suficiente para superar o Fiat Pulse, que soma 3.798 unidades, e o Honda HR-V, com 3.766 unidades.
A vantagem sobre o Pulse é de apenas quatro carros. Já contra o HR-V, a diferença passa de 30 unidades.
SUV
Vendas em maio
Haval H6
3.802
Fiat Pulse
3.798
Honda HR-V
3.766
A briga fica ainda mais interessante porque o H6 também encostou no Jeep Renegade, que aparece logo acima, com 3.807 unidades. Ou seja, apenas cinco carros separam o modelo da GWM de mais uma posição no ranking.
Crescimento de 48,9% coloca GWM em alerta positivo
O salto de 48,9% em relação a abril chama atenção porque o Haval H6 não disputa apenas com modelos eletrificados. Na prática, ele está brigando diretamente com SUVs compactos e médios já consolidados entre os brasileiros.
Imagem: Divulgação/GWM
Esse crescimento reforça a pressão sobre marcas tradicionais, especialmente em uma faixa onde preço, tecnologia e consumo pesam bastante na decisão de compra.
O Haval H6 se apoia em uma combinação que costuma chamar atenção:
motorização híbrida;
pacote tecnológico competitivo;
bom nível de equipamentos;
desempenho acima de rivais convencionais;
força crescente da GWM no Brasil.
Mudança híbrida flex pode ajudar Haval H6 a subir mais
A próxima etapa da GWM deve ser a chegada do sistema híbrido flex ao Haval H6, inicialmente nas versões HEV One e HEV2.
Essa mudança é importante porque aproxima o SUV de uma preferência bem brasileira: a possibilidade de abastecer também com etanol. Hoje, essa característica já é usada como argumento forte por modelos híbridos flex vendidos no país.
No caso do Haval H6 HEV, o conjunto combina motor 1.5 turbo a gasolina com motor elétrico. A configuração entrega 243 cv de potência combinada e torque elevado, mantendo a proposta de SUV híbrido com foco em desempenho e eficiência.
Rivalidade com HR-V, Pulse e Renegade deve esquentar
Se a versão flex ganhar força nas lojas, o Haval H6 pode ter mais um argumento para subir no ranking. O modelo já mostrou que consegue passar rivais conhecidos mesmo antes dessa atualização se consolidar.
Para a GWM, o momento é favorável. O SUV cresceu, ultrapassou HR-V e Pulse, colou no Renegade e ainda pode receber uma mudança com apelo direto para o consumidor brasileiro.
A disputa, agora, deixa de ser apenas por volume de vendas. O Haval H6 começa a se posicionar como uma ameaça real para marcas que dominaram por anos a lista dos SUVs mais vendidos.
Proteger o patrimônio no momento de adquirir um utilitário esportivo compacto tornou-se o principal critério de escolha para os consumidores brasileiros neste final de maio de 2026.
Em um cenário automotivo onde a perda de valor de mercado pode consumir uma parcela expressiva do investimento inicial, o Hyundai Creta destaca-se de forma avassaladora.
O modelo sul-coreano venceu a batalha financeira contra os seus concorrentes mais vendidos, superando os índices de desvalorização acumulada e estabelecendo-se como uma das opções mais seguras do país para a preservação de capital.
Desempenho financeiro e retenção de valor no mercado
O grande trunfo comercial do Creta no varejo de seminovos apoia-se em sua impressionante capacidade de manter o preço estável.
Enquanto a maior parte dos veículos zero-quilômetro sofre uma depreciação imediata ao deixar os pátios das concessionárias, o modelo da Hyundai trilha o caminho inverso e apresenta índices altamente lucrativos para o bolso do proprietário.
Os dados comerciais consolidados sobre a saúde financeira do SUV englobam os seguintes fatores:
Valorização Nominal: O modelo registrou uma valorização real de 0,8% no período acumulado de doze meses, mantendo a sua cotação protegida contra perdas.
Solidez de Pós-Venda: A renomada garantia de fábrica de cinco anos oferecida pela montadora atua como um pilar de sustentação para os preços, atraindo compradores dispostos a pagar mais por um usado protegido.
Liquidez Elevada: A forte reputação construída no mercado de usados assegura uma revenda rápida pelo preço máximo de tabela, evitando a necessidade de barganhas ou concessões de descontos agressivos.
Comparativo patrimonial contra os principais rivais
A liderança do Creta no quesito proteção do dinheiro fica nítida ao projetar o seu comportamento de mercado contra os três principais pilares de vendas do segmento de SUVs compactos:
Modelo do Veículo
Desempenho Comercial em Um Ano
Impacto Financeiro no Patrimônio
Hyundai Creta
+0,8% (Valorização)
Retenção total do investimento e ganho real
Volkswagen T-Cross
Índice negativo (Desvalorização)
Perda do capital investido na compra original
Chevrolet Tracker
Índice negativo (Desvalorização)
Depreciação natural do bem perante a tabela
Jeep Renegade
Índice negativo (Desvalorização)
Queda nas cotações tradicionais de revenda
Ao colocar na ponta do lápis o custo de propriedade, o modelo da Hyundai isola-se como a compra mais inteligente e segura para o consumidor de perfil puramente racional.
Optar por esse SUV em maio de 2026 significa blindar o orçamento contra a depreciação severa que corrói o patrimônio dos donos de T-Cross, Tracker e Renegade, garantindo o retorno máximo do dinheiro no momento da troca.
As vendas de carros elétricos (EVs) continuam acelerando no mundo. Prova disto é que o novo relatório Global EV Outlook, da Agência Internacional de Energia (IEA), aponta para 23 milhões de carros elétricos vendidos até o fim de 2026, o equivalente a quase 30% de todos os automóveis comercializados no planeta.
Em termos de produção, no ano passado, as montadoras chinesas forneciam 60% dos carros elétricos vendidos em todo o mundo, enquanto as montadoras europeias e norte-americanas eram responsáveis por cerca de 15% das vendas globais.
A pesquisa ainda ressalta que os EVs são cada vez mais competitivos em termos de custos nos principais mercados, o que pode reforçar a demanda.
No primeiro trimestre de 2026, as vendas globais caíram 8%, mas diversas regiões mantiveram forte crescimento. Por outro lado, a América Latina registrou crescimento de 75%.
Até 2035, mesmo sem novos anúncios de políticas, a frota global de EVs (excluindo veículos de duas e três rodas) deve subir para 510 milhões, acima de quase 80 milhões hoje.
Hyundai Kona Eletric •
E como fica o Brasil?
Para o sócio da K.Lume Consultoria, Milad Kalume Neto, o Brasil ainda está momento de descoberta, lançamentos e euforia. “Entendo que a euforia irá passar, pois um veículo eletrificado será algo comum. O que irá alterar é a opção do brasileiro em relação a uma marca que atenda e respeite o brasileiro. Que tenha capilaridade, que tenha peça de reposição, que tenha serviço de qualidade, e por aí vai”, destaca o especialista.
Entre os carros eletrificados (soma dos híbridos e elétricos) houve um aumento de 26,2% na passagem de 2024 para 2025. Já o primeiro quadrimestre de 2026 cresceu praticamente 124% sobre o mesmo período de 2025, mostrando um forte avanço para este ano.
Ainda na visão de Kalume Neto, haverá um aumento até 23 ou 25% mas depois uma queda ano a ano, pois o padrão do Brasil ainda será o de veículo híbrido.
Jipão pode rodar mais de 100 km no modo elétrico • Rodrigo Barros/CNN
O Hyundai HB20 voltou a mostrar força em maio e entrou de vez na briga pela liderança entre os carros mais vendidos do Brasil.
Com 7.411 unidades emplacadas e crescimento de 21,7% no mês, o hatch da Hyundai ficou na vice-liderança e reduziu a distância para o Volkswagen Polo.
HB20 cresce mais que o Polo e aperta briga no topo
O Volkswagen Polo ainda aparece na liderança, com 8.781 unidades vendidas e avanço de 16,6% em maio.
A diferença, porém, ficou menor quando comparada ao ritmo de crescimento do HB20. O modelo da Hyundai avançou mais no período e terminou a parcial com 1.370 unidades a menos que o rival da Volkswagen.
Na prática, o resultado coloca o HB20 em posição de ameaça direta ao Polo, especialmente em um mês marcado por queda de modelos tradicionais, como Fiat Argo e Chevrolet Onix.
Ranking mostra disputa apertada entre hatches e SUVs
A briga também chama atenção porque o HB20 ficou praticamente empatado com o Volkswagen T-Cross, um dos SUVs mais vendidos do país.
A diferença entre os dois foi de apenas duas unidades. Enquanto o HB20 registrou 7.411 emplacamentos, o T-Cross apareceu logo atrás, com 7.409 unidades.
Modelo
Vendas em maio
Variação
Volkswagen Polo
8.781
+16,6%
Hyundai HB20
7.411
+21,7%
Volkswagen T-Cross
7.409
+5,4%
Fiat Argo
6.847
-4,8%
Chevroleyunt Onix
6.676
-5,5%
Hyundai deixa Argo e Onix para trás
O avanço do HB20 ganha ainda mais peso quando comparado ao desempenho dos rivais diretos.
O Fiat Argo fechou a parcial com 6.847 unidades e queda de 4,8%. Já o Chevrolet Onix somou 6.676 unidades, com recuo de 5,5%.
Com isso, o hatch da Hyundai abriu vantagem sobre dois nomes históricos do segmento e se consolidou como o principal perseguidor do Polo no mês.
Distância para o líder ainda existe
Mesmo com o bom desempenho, o HB20 ainda precisa tirar uma diferença relevante para assumir a ponta.
O Polo segue com folga acima de 8,7 mil unidades e mantém o primeiro lugar entre os automóveis. Ainda assim, o crescimento maior do Hyundai mostra que a disputa pode ficar mais apertada nas próximas parciais.
Para a Hyundai, o resultado reforça a força do HB20 em um mercado cada vez mais pressionado por SUVs compactos, eletrificados de entrada e ofertas agressivas de rivais diretos.
Para a Volkswagen, o sinal de alerta não está apenas na liderança mantida, mas no ritmo de aproximação do concorrente.
O planejamento dos custos de pós-venda consolidou-se como o fator decisivo para quem busca uma compra inteligente no segmento de utilitários esportivos em maio de 2026.
Diante das oscilações econômicas, calcular as despesas obrigatórias de oficina antes de fechar o negócio é o segredo para proteger o patrimônio familiar.
Nesse cenário, o Fiat Fastback destaca-se de forma avassaladora perante os seus concorrentes diretos, apresentando uma planilha de manutenção periódica extremamente barata que desbanca o Volkswagen Nivus e o Jeep Renegade na ponta do lápis.
Transparência nos valores das cinco primeiras revisões
O grande argumento racional do SUV cupê da Fiat apoia-se na previsibilidade e no baixo custo de suas paradas obrigatórias na rede autorizada.
O plano de manutenção estruturado pela fabricante para os cinco primeiros serviços programados totaliza o valor altamente competitivo de R$ 4.023,00, permitindo que o proprietário mantenha a garantia de fábrica em dia sem comprometer o orçamento mensal.
A vantagem financeira do modelo da marca italiana fica nítida ao projetar esses gastos contra a tabela dos principais oponentes da categoria:
Fiat Fastback: Exige um investimento de apenas R$ 4.023,00 para cobrir o pacote das cinco primeiras vistorias programadas.
Volkswagen Nivus: Cobra a expressiva quantia de R$ 10.242,00 para os mesmos serviços obrigatórios, exigindo um desembolso mais do que duas vezes superior.
Jeep Renegade: Também apresenta um custo acumulado de peças e mão de obra elevado em suas vistorias de rotina, ficando atrás da eficiência financeira do rival da Fiat.
Garantir uma folha de serviços barata e tabelada funciona como um forte chamariz no mercado nacional, blindando o veículo contra a desvalorização acentuada e assegurando uma excelente liquidez no momento da revenda.
Priorizar o Fastback em maio de 2026 representa a escolha mais lucrativa para o motorista que exige um automóvel moderno, mantendo os custos de rodagem sob total controle.
O Fiat Argo segue entre os carros mais vendidos do Brasil em maio, mas a distância para o BYD Dolphin Mini ficou menor do que muita gente poderia imaginar.
Enquanto o hatch da Fiat registrou queda de 4,8% no mês, o elétrico da BYD avançou 5,7% e encostou no ranking nacional, com preço de R$ 119.990.
A diferença entre os dois modelos ficou em apenas 304 unidades, um sinal claro de que o Dolphin Mini deixou de ser apenas uma aposta de nicho entre elétricos.
Fiat Argo perde ritmo e vê rival elétrico crescer
Até o dia 27 de maio, o Fiat Argo somava 6.847 unidades emplacadas, resultado suficiente para manter o hatch na 4ª posição entre os automóveis mais vendidos.
O problema para a Fiat é que o desempenho veio acompanhado de retração. Na comparação com abril, o Argo caiu 4,8%, abrindo espaço para rivais que cresceram no mesmo período.
O BYD Dolphin Mini, por sua vez, apareceu em 6º lugar, com 6.543 unidades vendidas. O compacto elétrico teve alta de 5,7% e ficou colado no para-choque do Argo.
Na prática, o cenário coloca um hatch elétrico chinês disputando espaço com um dos modelos mais tradicionais da Fiat no Brasil.
Dolphin Mini de R$ 119.990 vira ameaça real
O preço de R$ 119.990 ajuda a explicar por que o Dolphin Mini começa a incomodar modelos a combustão.
Embora ainda seja mais caro que versões de entrada de hatches tradicionais, o elétrico da BYD aposta em custo de uso menor, pacote tecnológico e apelo urbano para atrair consumidores.
Modelo
Posição em maio
Vendas até 27/05
Variação mensal
Fiat Argo
4º
6.847
-4,8%
BYD Dolphin Mini
6º
6.543
+5,7%
A diferença de apenas 304 carros mostra que o Dolphin Mini já não pode ser visto como um concorrente distante.
Fiat ainda lidera, mas pressão aumentou
O Argo continua à frente e mantém força importante no mercado brasileiro, especialmente pelo peso da rede Fiat, variedade de versões e reconhecimento entre consumidores.
Mesmo assim, o avanço da BYD muda o tom da disputa. O Dolphin Mini está entrando em uma briga antes dominada por hatches flex, como Argo, Polo, HB20 e Onix.
Imagem: Divulgação/BYD
A pressão também cresce porque o modelo chinês não depende apenas de preço. Ele vende a ideia de economia diária, tecnologia embarcada e mobilidade elétrica em um pacote compacto.
Ranking mostra nova disputa entre hatches
A aproximação entre Argo e Dolphin Mini reforça uma mudança importante no mercado nacional.
O consumidor brasileiro ainda compra muitos carros a combustão, mas os elétricos começam a aparecer em posições cada vez mais altas do ranking.
Para a Fiat, o alerta não significa perda imediata de domínio. Ainda assim, o avanço do Dolphin Mini mostra que a distância entre os hatches tradicionais e os elétricos compactos ficou menor em maio.
A corrida pela eletrificação no mercado automotivo nacional ganhou um competidor de alto fôlego neste final de maio de 2026.
Lançado oficialmente pelo preço de R$ 182.990,00, o BYD Yuan Pro chegou aos showrooms com a missão de atrair os motoristas que buscam o silêncio e a economia de um motor elétrico sem abrir mão de uma condução esportiva.
Embora o modelo tenha cedido o posto de elétrico mais acessível do país para o Chevrolet Spark EUV, ele compensa o investimento ao se isolar como o segundo utilitário compacto mais potente do território brasileiro, ficando atrás apenas da divisão Abarth da Fiat.
Desempenho esportivo e destaques da cabine premium
O grande cartão de visitas do utilitário chinês apoia-se em seu conjunto mecânico de alta resposta.
Equipado com um motor elétrico montado no eixo dianteiro, o veículo despeja 177 cavalos de potência máxima e ótimos 29,5 kgfm de torque instantâneo nas rodas.
Essa calibração permite cumprir a aceleração de zero a 100 km/h em rápidos 7,9 segundos.
Além do fôlego dinâmico na pista, o modelo reúne as seguintes qualidades funcionais:
Acabamento Superior: O habitáculo mescla tons harmoniosos e supera os rivais tradicionais a combustão ao mitigar plásticos rígidos com generosas áreas de toque macio no painel e bancos revestidos em material sintético premium.
Espaço e Conforto: A plataforma com 2,62 metros de entre-eixos e assoalho totalmente plano acomoda três adultos com excelente vão para as pernas na segunda fileira de assentos.
Ajuste de Suspensão: O conjunto com arquitetura McPherson na frente e eixo de torção atrás foi refinado para o solo brasileiro, filtrando as imperfeições e contendo os balanços da carroceria.
Tecnologia Embarcada: Traz uma tela multimídia rotativa de 12,6 polegadas, painel digital de 8,8 polegadas, carregador por indução, banco elétrico e câmera com visão periférica de 360 graus.
Capacidade de autonomia e pontos de atenção para o cliente
Apesar do forte apelo em performance, o comprador focado no planejamento de uso rodoviário deve avaliar algumas limitações físicas do projeto antes de fechar o negócio.
A bateria de 45,1 kWh entrega uma autonomia homologada de 250 quilômetros sob as medições do Inmetro, índice que fica abaixo de modelos de entrada como o Dolphin Mini e exige maior planejamento em trajetos intermunicipais.
Outras características importantes demandam a atenção do consumidor:
Compartimento de Bagagens: O porta-malas de 265 litros figura como um dos menores da categoria de compactos, limitando o transporte de malas grandes de uma família.
Assistência ADAS Restrita: O pacote de segurança peca pela ausência de recursos semiautônos avançados, como a frenagem autônoma de emergência ou o piloto automático adaptativo.
Climatização e Conectividade: A cabine carece de difusores de ar-condicionado traseiros e o sistema operacional pode apresentar lentidão ou travamentos pontuais no espelhamento de mapas via celulares.
Compreender essas características é o segredo para realizar uma transação comercial protegida e lucrativa em 2026.
Para quem prioriza o tráfego urbano ágil e o acabamento premium, o Yuan Pro representa uma escolha muito inteligente, enquanto os motoristas focados em viagens longas podem aguardar a inédita versão híbrida plug-in do modelo, já confirmada pela marca para estrear no segundo semestre deste ano.
O Chevrolet Onix perdeu espaço na disputa entre os carros mais vendidos do Brasil em maio e viu rivais diretos abrirem vantagem na parcial atualizada até o dia 27. O hatch da General Motors aparece com 6.676 unidades, abaixo de nomes como Volkswagen Polo, Hyundai HB20 e Fiat Argo.
A situação chama atenção porque o Onix segue entre os modelos de maior volume do país, porém já não aparece na linha de frente do ranking. Enquanto isso, o BYD Dolphin Mini encostou de vez e ficou a apenas 133 unidades do hatch, reforçando a pressão dos elétricos sobre os compactos tradicionais.
Onix fica atrás de Polo, HB20 e Argo em maio
Na parcial de maio, o Volkswagen Polo lidera entre os automóveis, com 8.781 unidades vendidas. O Hyundai HB20 aparece logo depois, com 7.411 unidades, seguido pelo Volkswagen T-Cross, com 7.409 unidades.
O Fiat Argo também ficou à frente do Onix, com 6.847 unidades. Já o hatch da Chevrolet aparece na quinta posição entre os automóveis, com 6.676 unidades e queda de 5,5% na comparação com abril.
Modelo
Vendas em maio
Variação
Volkswagen Polo
8.781
+16,6%
Hyundai HB20
7.411
+21,7%
Volkswagen T-Cross
7.409
+5,4%
Fiat Argo
6.847
-4,8%
Chevrolet Onix
6.676
-5,5%
BYD Dolphin Mini
6.543
+5,7%
Dolphin Mini encosta e aumenta pressão
O ponto que mais pesa para o Onix é a aproximação do BYD Dolphin Mini. O elétrico da marca chinesa chegou a 6.543 unidades e ficou muito perto de ultrapassar o hatch da Chevrolet na reta final do mês.
A diferença entre os dois foi pequena:
Onix: 6.676 unidades
Dolphin Mini: 6.543 unidades
Diferença: 133 unidades
Esse avanço reforça uma mudança importante no mercado. O Dolphin Mini já não aparece apenas como alternativa de nicho, mas como um carro capaz de disputar espaço com modelos muito consolidados no Brasil.
Polo e HB20 abrem vantagem no topo
Enquanto o Onix tenta se manter no grupo de maior volume, Polo e HB20 conseguiram uma distância mais confortável. O modelo da Volkswagen passou de 8,7 mil unidades, enquanto o hatch da Hyundai superou a marca de 7,4 mil unidades.
O Argo também aproveitou o momento e ficou à frente do Onix, mesmo com retração no mês. Para a Chevrolet, isso acende um alerta porque o modelo perdeu posição justamente em uma faixa onde preço, frota, varejo e reputação costumam pesar muito na decisão de compra.
Chevrolet ainda reage, mas briga ficou mais apertada
Apesar da queda, o Onix não saiu do jogo. O hatch ainda tem volume forte e permanece no top 5 entre os automóveis mais vendidos da parcial. A diferença é que, agora, a pressão vem de todos os lados.
De um lado, Polo, HB20 e Argo ocupam posições superiores. Do outro, o Dolphin Mini cresce no retrovisor e mostra que os elétricos chineses já conseguem incomodar carros tradicionais em volume de emplacamentos.
Para maio, o recado é claro: o Onix continua relevante, porém já não tem a folga de outros momentos. A disputa entre hatches compactos, SUVs de entrada e elétricos baratos ficou mais apertada, e qualquer oscilação pode mudar o ranking nos próximos dias.
O Honda HR-V consolida-se como um dos utilitários esportivos compactos mais procurados pelos motoristas brasileiros neste fechamento de maio de 2026.
No entanto, o expressivo sucesso comercial convive com uma queixa recorrente por parte de proprietários e especialistas do setor automotivo.
A configuração estrutural do veículo impõe uma desvantagem prática no tráfego diário das cidades devido à sua menor altura em relação ao solo.
Quesito no qual o modelo japonês acaba perdendo pontos cruciais de robustez para os seus principais adversários da categoria, o Volkswagen T-Cross e o Hyundai Creta.
A limitação do vão livre e o incômodo nas ruas
O principal ponto de atenção que gera duras críticas ao Honda HR-V é o seu vão livre de apenas 18,5 centímetros de altura mínima em relação ao solo.
Essa característica técnica faz com que o para-choque dianteiro e os protetores inferiores do assoalho raspem com indesejada frequência ao transpor valetas pronunciadas, lombadas e rampas íngremes de saídas de garagens.
Os concorrentes diretos superam essa especificação e entregam maior versatilidade diária:
Volkswagen T-Cross: Ostenta uma altura livre de 19 centímetros em relação ao solo, apresentando melhores ângulos de ataque e saída.
Hyundai Creta: Também adota o patamar de 19 centímetros de vão livre, o que protege com maior eficiência a estrutura mecânica contra os impactos no asfalto.
O impacto na dirigibilidade e a escolha no showroom
A menor distância do chão reduz os ângulos de entrada do HR-V, exigindo que o condutor adote cautela extra em manobras comuns nas metrópoles.
Embora o SUV compense essa restrição física ao oferecer o refinado pacote de segurança ativa Honda Sensing, excelente consumo de combustível com média urbana de 12,5 km/l e a versatilidade do sistema de bancos Magic Seat, a menor aptidão para superar obstáculos em terrenos irregulares pesa na decisão do consumidor.
Para quem prioriza uma condução livre de preocupações com atritos na lataria e busca uma real experiência de utilitário, a maior altura do T-Cross e do Creta funciona como uma blindagem patrimonial.
Avaliar o vão livre do solo de acordo com as vias da sua rotina é um passo fundamental para realizar uma transação comercial lucrativa e protegida contra prejuízos em 2026.
A Marcopolo avaliou o desempenho do ônibus 100% elétrico Attivi Integral no transporte urbano de Macaé (RJ) ao longo de cinco meses. O veículo rodou mais de 3,2 mil quilômetros em linhas operadas pela SIT Macaé, do Grupo JCA, com média diária de 120 km. O consumo foi de 1,39 kWh/km, totalizando 5.591 kWh no período, resultado que a fabricante compara favoravelmente aos modelos a diesel.
O sistema de regeneração de energia respondeu por mais de 20% do total consumido, recuperando acima de 1,2 mil kWh. Com capacidade para 81 passageiros (41 sentados e 40 em pé), o Attivi Integral oferece autonomia de até 280 km e tempo de recarga de até quatro horas. O modelo tem motor elétrico WEG de 385 kW de potência e 2.800 Nm de torque, baterias CATL de 350 kWh e priorizou a nacionalização de componentes, incluindo sistemas eletroeletrônicos. O chassi é do tipo Low Entry, com suspensão a ar e eixos ZF.
A Marcopolo observa que a demonstração em Macaé reforça sua estratégia multitecnologias para acelerar a descarbonização do transporte coletivo. A fabricante já contabiliza cerca de 1.000 ônibus elétricos, híbridos e movidos a biometano/GNV em operação no Brasil e em mercados como Colômbia, Chile, México e Austrália.