A Geely vem conseguindo bons números de vendas no mercado brasileiro, impulsionados principalmente pelo EX2. Na China, o hatch elétrico recebeu uma atualização e ganhou uma bateria maior.
Agora, o Geely EX2 tem uma bateria LFP que chega a 47 kWh e pode atingir 460 km de autonomia pelo ciclo chinês. Hoje, no Brasil, o EX2 tem uma bateria para rodar 289 km pelo ciclo brasileiro.
No Brasil, o EX2 já vendeu pouco mais de 6 mil unidades entre janeiro e abril deste ano.
Com o aumento de bateria que deve chegar para o Brasil, o modelo aumenta sua competitividade frente aos principais concorrentes, como Dolphin e principalmente o Dolphin Mini (mesma faixa de preço).
Na parte mecânica, o Geely EX2 lançado na China, onde é conhecido localmente como Xingyuan, permanece com o mesmo conjunto. São 116 cv de potência e 15,2 kgfm de torque entregue de forma imediata.
Também não há mudanças no tempo de recarga, que segue de 21 minutos para ir de 30-80%.
Novo Geely EX2 Pro • Divulgação
O EX2 mede 4.135 mm de altura, 1.805 mm de largura, 1.570 de altura e tem uma distância entre eixos de 2.650 mm.Em termos de suspensão, ele conta com McPherson na frente e uma suspensão traseira independente do tipo multi-link.
A Jeep oficializou uma das maiores ofensivas comerciais do ano voltada exclusivamente para o mercado de transporte individual de passageiros neste final de maio de 2026.
Antecipando as vantagens e linhas de financiamento do programa federal Move Brasil, a montadora liberou lotes especiais de faturamento direto com reduções que podem chegar à impressionante marca de R$ 54.600,00 de desconto.
A ação promocional foca em fornecer ferramentas de trabalho robustas para taxistas e motoristas de aplicativos, permitindo que os utilitários esportivos mais desejados do país sejam adquiridos a partir do patamar de R$ 120 mil.
Campanhas promocionais e a tabela de preços especiais
A estrutura de descontos foi dividida de maneira clara de acordo com a elegibilidade de cada comprador e a aplicação ou não de isenções fiscais de fábrica.
O maior abatimento da campanha concentra-se no modelo médio da marca, gerando uma oportunidade muito lucrativa para quem trabalha diariamente nas ruas.
Os valores detalhados e as condições de compra para cada categoria englobam as seguintes tabelas:
Jeep Compass Sport: O modelo médio tem preço público sugerido original de R$ 174.990,00.
Na modalidade destinada a taxistas com direito à isenção integral de IPI e ICMS, o custo final despenca para R$ 120.439,00.
Para os motoristas de aplicativos e Uber que compram sem as isenções de impostos, a montadora concede um bônus que fixa o valor em R$ 145.942,00.
Jeep Renegade Longitude MHEV: A versão compacta tem preço de tabela fixado em R$ 158.690,00.
Para a categoria de taxistas com o benefício das isenções tributárias, o valor recua para R$ 120.722,00.
Já os profissionais de aplicativos sem isenção garantem o modelo pelo preço promocional de R$ 143.138,00.
Motorização turboflex e os atributos tecnológicos de série
Ambos os utilitários esportivos compartilham o elogiado motor 1.3 T270 turboflex, bloco que desenvolve até 176 cavalos de potência máxima e 27,5 kgfm de torque imediato, garantindo excelente agilidade no trânsito urbano e total segurança em trajetos rodoviários.
O grande diferencial do Renegade Longitude apoia-se na sua nova arquitetura híbrida leve de 48 Volts, tecnologia projetada para auxiliar o motor térmico a combustão, reduzir os gastos com combustível nos postos e garantir a isenção do rodízio municipal em grandes metrópoles.
A lista de equipamentos originais de fábrica entrega um excelente pacote de valor para quem passa horas ao volante:
Jeep Compass Sport: Equipado com ar-condicionado digital de duas zonas, faróis e lanternas totalmente em LED, rodas de liga leve de 18 polegadas, central multimídia de 8,4 polegadas e sensores crepuscular e de chuva.
Jeep Renegade Longitude MHEV: Traz uma central multimídia ampla de 10,1 polegadas com conexão sem fio para smartphones, painel de instrumentos digital de 7 polegadas, carregador por indução para celulares, seis airbags e recursos avançados de assistência à condução do pacote ADAS.
Aproveitar essa ofensiva antes do encerramento dos lotes promocionais representa uma decisão altamente estratégica para os motoristas profissionais protegerem o seu patrimônio financeiro e elevarem o nível de conforto dos passageiros.
A briga entre os compactos da Fiat esquenta em 2026 com Mobi e Argo disputando a atenção do consumidor. A diferença de preço entre eles chega a R$ 12,5 mil.
O subcompacto Like custa R$ 83.490 e o hatch maior parte de exatamente R$ 95.990 nas concessionárias da marca, levantando a questão: realmente vale a pena investir mais no Argo ou o Mobi é a escolha inteligente para o bolso?
Fiat Mobi: o campeão do preço baixo
O Fiat Mobi se destaca por ser um dos carros 0km mais acessíveis do mercado.
Ideal para quem busca um veículo urbano, econômico e com ótimo custo-benefício, o Mobi se consolidou como a porta de entrada para muitos brasileiros no mundo dos carros novos.
Com apenas 3,59 metros de comprimento e espaço de 200 litros no bagageiro, o modelo é perfeito para estacionar facilmente em grandes cidades, mantendo uma proposta totalmente focada na agilidade.
As versões de entrada do Mobi oferecem o essencial para o dia a dia, com foco na praticidade e baixo consumo de combustível. É a escolha perfeita para quem prioriza economia sem abrir mão de um carro 0km.
Fiat Argo: mais espaço e tecnologia
Por outro lado, o Fiat Argo oferece um pacote mais completo, com mais espaço interno, acabamento superior e um leque maior de tecnologias.
Ele se posiciona como um hatch compacto premium, competindo diretamente com modelos como o Hyundai HB20 e o Chevrolet Onix.
A diferença de R$ 12,5 mil se reflete em itens como um porta-malas maior, mais recursos de conectividade e segurança, e um motor geralmente mais potente nas versões comparáveis.
O Argo é a opção para quem pode investir um pouco mais em conforto e sofisticação.
Quem leva a melhor em 2026?
A escolha entre o Fiat Mobi e o Fiat Argo em 2026 dependerá diretamente do seu orçamento e das suas necessidades. Se o foco é economizar ao máximo e ter um carro para o uso estritamente urbano, o Mobi é imbatível.
No entanto, se você busca um carro mais versátil, com melhor desempenho, mais espaço para a família e um acabamento mais refinado, o Argo justifica o investimento adicional.
Avalie suas prioridades e compare as versões disponíveis para fazer a melhor escolha.
Antes de fechar negócio, confira os preços atualizados e as promoções de cada modelo nas concessionárias Fiat. Uma pesquisa detalhada pode garantir ainda mais economia.
A VW acabou de lançar uma ofensiva agressiva no mercado nacional que promete abalar as estruturas das principais concorrentes.
Ao contrário de Fiat e Chevrolet, que aplicam apenas reduções tradicionais de preço para frotistas, o novo bônus da Volkswagen para Uber traz um sistema inédito de cashback atrelado à produtividade.
A novidade joga o preço dos carros 0 km lá para baixo e transforma a disputa pelo topo dos aplicativos de transporte.
Como funciona o bônus da Volkswagen para Uber?
A parceria firmada entre a Volkswagen Financial Services e a Uber introduz uma dinâmica bem diferente dos descontos comuns de mercado. Para garantir o abatimento direto nas parcelas do financiamento operado pela LM Mobilidade, o trabalhador precisa rodar bastante.
A exigência principal estipula que o condutor realize pelo menos 280 viagens ao mês no aplicativo. Além disso, a montadora exige que no mínimo 80% dessas corridas sejam feitas a bordo do veículo adquirido na promoção.
Qual o preço dos carros da VW para Uber?
Quem decidir renovar a ferramenta de trabalho vai encontrar reduções de preço muito superiores aos pacotes básicos oferecidos por rivais como Chevrolet Onix ou Fiat Cronos. O maior desconto da campanha foca no Volkswagen T-Cross 200 TSI, que despenca quase R$ 20 mil em relação ao preço de varejo.
Foto: Divulgação (Volkswagen)
Para os profissionais que buscam um modelo de entrada ou mais espaço no porta-malas para as bagagens dos passageiros, os valores atualizados na tabela impressionam.
Confira o embate de preços das opções 0 km:
Modelo e versão
Preço de varejo
Preço com desconto Uber
Desconto
Polo Track 2027
R$ 96.690,00
R$ 87.987,90
9%
Tera MPI (SUV)
R$ 107.190,00
R$ 101.830,50
5%
Virtus 170 TSI AT
R$ 134.390,00
R$ 119.607,10
11%
Vale a pena comprar um seminovo nesta campanha?
Os motoristas que preferem fugir do custo de um zero-quilômetro também foram incluídos na estratégia da fabricante alemã.
A princípio, as unidades usadas oferecidas nas concessionárias participantes dão direito a um bônus fixo de R$ 2 mil, que é dividido e pago em três parcelas trimestrais na forma de dinheiro de volta.
Para garantir esse depósito, a regra exige manter as contas em dia com a financeira e comprovar um acumulado de 840 viagens a cada três meses.
Por fim, o regulamento completo da modalidade e os critérios de elegibilidade podem ser consultados diretamente nos canais de comunicação da Uber Brasil ou nas plataformas oficiais de crédito automotivo.
O cenário comercial de picapes médias registra uma movimentação sem precedentes neste fechamento de maio de 2026.
Em uma estratégia agressiva para balançar o mercado dominado por marcas tradicionais, a Fiat acionou um bônus especial que concede um abatimento histórico no valor de aquisição da Fiat Titano.
As planilhas oficiais de vendas de fábrica revelam uma redução expressiva que supera a impressionante marca de R$ 57.777,77.
Esse movimento bota fogo na disputa e joga uma pressão de mercado gigantesca sobre as tabelas da Toyota Hilux e da Ford Ranger.
Estratégia de descontos e as regras da campanha de fábrica
Para compreender o real alcance dessa oportunidade e evitar qualquer confusão de dados, é fundamental destacar que a queda de R$ 57.777,77 não reflete uma desvalorização ou perda de valor de mercado do utilitário, mas sim um desconto promocional agressivo oferecido pela montadora.
Como detalhado com precisão nas notas legais e regras de faturamento contidas ao final da página oficial de ofertas da marca.
Esse incentivo massivo é direcionado para a modalidade de venda direta, beneficiando de forma estratégica os clientes que possuem inscrição de Produtor Rural ou faturamento por meio de CNPJ.
Essa reconfiguração temporária de valores garante uma excelente folga financeira para o comprador:
Preço Altamente Competitivo: O abatimento joga o custo de nota fiscal da Titano para um patamar consideravelmente menor do que as versões de entrada das rivais diretas.
Incentivo ao Setor Produtivo: O bônus atua como um forte aliado de microempresários e trabalhadores do agronegócio para renovar a frota protegendo o fluxo de caixa.
Faturamento sem Intermediários: A negociação ocorre diretamente com a matriz da fabricante, garantindo a entrega do lote com total previsibilidade fiscal.
Vantagens competitivas frente às líderes do segmento médio
A Titano consolida o melhor custo por benefício da categoria ao associar esse desconto avassalador a um conjunto mecânico extremamente robusto.
O utilitário médio vem equipado com motor turbodiesel de grande força, tração 4×4 com reduzida, bloqueio do diferencial traseiro e uma das caçambas mais generosas do mercado nacional, projetada para suportar o trabalho pesado e longas jornadas de transporte de cargas.
Ao fixar uma vantagem que ultrapassa os R$ 57 mil frente aos preços tradicionais das concessionárias, a Fiat consegue capturar os compradores que desejam o status e a força de uma caminhonete a diesel, mas recusam os juros de financiamentos longos.
Antes de fechar o contrato com a Hilux ou a Ranger em maio de 2026, realizar uma simulação direta no canal corporativo da Fiat representa uma decisão de consumo altamente lucrativa para blindar o patrimônio familiar.
A BYD está mexendo com o mercado automotivo brasileiro e promete abalar as estruturas no segundo semestre.
O novo Dolphin G DM-i, um hatch híbrido que já está gerando burburinho, chega com a missão de competir de igual para igual com modelos consagrados como o Volkswagen Polo, o Hyundai HB20 e o Chevrolet Onix.
Com tecnologia de ponta e um consumo que impressiona, o modelo chinês quer conquistar o consumidor que busca economia e desempenho no segmento de compactos.
BYD Dolphin G DM-i: o que o torna tão especial?
O grande trunfo do BYD Dolphin G DM-i está em seu sistema híbrido plug-in DM-i (Dual Mode – intelligent).
Ele combina um motor a combustão eficiente com a propulsão elétrica, onde o motor elétrico opera na maior parte do tempo e o motor a gasolina auxilia na recarga ou na tração.
Isso se traduz em uma autonomia combinada surpreendente, que pode passar de 1.000 km, garantindo menos idas ao posto e mais economia no bolso.
Concorrência de peso: um comparativo veloz
Enquanto Polo, HB20 e Onix dominam o mercado de hatches com motores turbinados tradicionais, o Dolphin G aposta em um pacote tecnológico eletrificado muito mais avançado e em um consumo que pode chegar a marcas impressionantes no modo elétrico.
A BYD tem apostado forte na expansão de sua rede de concessionárias para dar suporte a essa nova ofensiva de híbridos.
A expectativa, segundo fontes de mercado, é que o BYD Dolphin G DM-i seja lançado oficialmente no Brasil em agosto, inicialmente importado a gasolina (com planos futuros para se tornar flex).
Os preços ainda não foram divulgados, mas prometem ser extremamente competitivos para incomodar os líderes do segmento.
Tecnologia e conforto: um pacote completo
Visualmente, o Dolphin G se distancia do hatch elétrico tradicional da marca, trazendo proporções compactas (cerca de 4,16 metros) e uma dianteira redesenhada.
Por dentro, o modelo deve seguir a linha tecnológica da BYD, com sistemas modernos de conectividade e multimídia. Além disso, o modelo promete entregar uma potência combinada na casa dos 210 cv, oferecendo uma performance muito superior à dos rivais 1.0 turbo nacionais.
A BYD tem demonstrado um compromisso sério com o mercado brasileiro, e o lançamento do Dolphin G DM-i é mais uma prova disso.
Fique atento às novidades, pois este híbrido pode ser a grande surpresa do ano e mudar a sua percepção sobre carros compactos no país.
O Fiat Argo recebeu uma atualização discreta na linha 2026 para tentar manter o fôlego no mercado enquanto o seu sucessor europeu não desembarca nas lojas brasileiras.
Embora essa mudança estratégica tente proteger o bolso de quem busca um dos automáticos mais baratos do país, o espaço interno do Fiat Argo e a sua ergonomia atual acendem um sinal de alerta na garagem do comprador em comparação com os principais rivais.
Por que a ergonomia do Argo pode cansar o motorista?
Encontrar a posição ideal atrás do volante do compacto italiano virou um verdadeiro teste de paciência para quem passa muitas horas no trânsito.
Embora conte com regulagem de altura no banco do motorista desde a versão de entrada, o modelo falha severamente em um item essencial para o conforto do condutor.
A marca pecou ao não incluir o ajuste de profundidade na coluna de direção, oferecendo apenas a regulagem de altura do volante.
Para complicar a situação de quem é mais alto, a parte do assento que acomoda as costas e a região lombar é excessivamente estreita, dificultando uma viagem confortável.
Qual o espaço interno do Fiat Argo?
Quando o assunto é levar a família com conforto na segunda fileira de bancos, o modelo da marca italiana também começa a mostrar os sinais da idade.
No papel e no asfalto, o veículo fica para trás na comparação direta com os líderes de vendas do mercado nacional.
Foto: Divulgação (Fiat)
O hatch até tenta compensar o aperto dos passageiros com um porta-malas de 300 litros, que fica rigorosamente na média da categoria.
Porém, a distância entre-eixos de 2,52 m é menor do que a entregue pelos concorrentes diretos da Volkswagen e da Chevrolet, reduzindo o vão livre para as pernas de quem viaja atrás.
Abaixo, você confere como os principais hatches do país se enfrentam nos quesitos de tamanho e preço das versões automáticas:
Modelo de hatch compacto
Distância entre-eixos
Preço da versão automática
Volkswagen Polo
2,57 m
Consultar concessionária
Chevrolet Onix
2,55 m
Consultar concessionária
Fiat Argo Drive 1.3 CVT
2,52 m
R$ 107.790
Fiat Argo S-Design
2,52 m
R$ 111.880
Quais são as outras desvantagens que merecem atenção antes da compra?
Mesmo sendo um sucesso de vendas histórico, emplacando impressionantes 102.639 unidades em 2025 (ficando atrás apenas da Fiat Strada e do Volkswagen Polo), o modelo carrega alguns pontos negativos crônicos.
O acabamento interno abusa de plásticos simples e o isolamento acústico deixa o barulho do motor invadir a cabine.
Muitos proprietários também apontam ruídos na coluna de direção e uma lista enxuta de itens de segurança de série.
Para checar as avaliações de segurança viária de veículos vendidos no país, o site da Senatran oferece dados importantes. Você também pode conferir o catálogo de peças no site oficial da Fiat Brasil.
Antes de fechar o negócio motivado apenas pelo valor competitivo das versões Drive 1.3 CVT ou S-Design, faça um test-drive longo em uma concessionária.
Passe alguns minutos extras ajustando o banco e o volante para garantir que a falta de regulagem de profundidade e o banco estreito não vão se transformar em dores nas costas após a primeira semana de uso.
O Porsche 911 GT3 R Rennsport desembarcou oficialmente em solo nacional. Projetado estritamente para as pistas e totalmente livre das amarras e regulamentos da FIA, o modelo tem produção global limitada a apenas 77 unidades.
A Stuttgart Porsche adquiriu para o seu acervo o carro “65/77”, que representa a única unidade destinada a todo o mercado latino-americano. O exemplar ficará em exposição pública no Porsche Center São Paulo até o dia 6 de junho (com cronograma estendido até 13 de junho).
Livre do regulamento
O modelo toma como base o 911 GT3 R de competição (992), que disputa torneios globais de longa duração como o Mundial de Endurance (FIA WEC) e o IMSA, além de ter sido campeão do Endurance Brasil em 2025.
A grande diferença da versão Rennsport é a total ausência do BoP (Balance of Performance), o dispositivo que limita a potência dos carros nas corridas para igualar o grid. Sem restrições, o modelo consegue extrair o máximo que o motor consegue entregar.
E, por falar nele, trata-se de um Flat 6 (ou Boxer 6) de 4,2 L aspirado, ou seja, sem nenhuma carga assistida. Combinada com um câmbio sequencial de 6 velocidades, manuseado por meio das borboletas atrás do volante, a unidade gira a 9.400 rpm, gerando um pico de 620 cv. Nada mal para um carro que pesa apenas 1.240 quilos, gerando uma relação de 2 kg/cv.
Tudo está nos detalhes
Do carro de corrida original, os engenheiros mantiveram apenas o capô e o teto; todos os demais painéis da carroceria foram alterados e otimizados. Os espelhos retrovisores físicos foram completamente eliminados em prol da aerodinâmica, substituídos por um sistema digital de três câmeras externas que projetam as imagens em telas integradas no cockpit.
Inspiração Histórica: O imponente aerofólio traseiro é, sem dúvida, o elemento visual dominante do projeto por alguns motivos. Além do tamanho da mesa superior, suas linhas remetem diretamente ao lendário Brumos Porsche 935/77, vencedor das 24 Horas de Daytona em 1978. Já os suportes verticais de sustentação foram inspirados no icônico protótipo Porsche 962 de Le Mans.
Na parte inferior traseira, o para-choque dispensa grelhas e acabamentos para reduzir o peso, deixando o escapamento e os componentes mecânicos expostos. O conjunto é completado por rodas BBS de competição de 18 polegadas com cubo rápido (travamento central).
O cockpit
Quanto ao interior do 911 GT3 R Rennsport, o desenho ultra rígido da gaiola de proteção interna ocupa tanto espaço no habitáculo que inviabiliza a presença de um carona. Portanto, o carro possui apenas o banco do piloto.
A unidade em questão chegou com o visual de carbono exposto, material amplamente utilizado em sua construção, sem pintura ou adesivos decorativos. De fábrica, a matriz oferece sete opções de cores de pintura e três layouts históricos em homenagem às divisões de corrida da marca.
O VW Tera ganhou força entre os SUVs mais vendidos do Brasil, mas a vantagem sobre o Hyundai Creta ficou apertada em maio.
Com 6.622 unidades emplacadas, o SUV da Volkswagen aparece na vice-liderança do segmento, enquanto o Creta surge logo atrás, com 6.017 unidades.
Creta encosta no Tera em disputa apertada entre SUVs
A diferença entre Tera e Creta ficou em apenas 605 unidades, o que coloca pressão direta sobre a Volkswagen na reta final do mês.
Mesmo com queda de 17,2%, o Creta manteve volume suficiente para seguir como uma das maiores ameaças ao novo SUV da VW.
SUV
Posição em maio
Unidades vendidas
Variação
VW Tera
2º
6.622
+11,9%
Hyundai Creta
3º
6.017
-17,2%
O Tera, por outro lado, aparece em movimento oposto. O modelo cresceu 11,9% sobre abril e tenta transformar o bom momento em consolidação no ranking.
VW reage com condição especial para o Tera
Para sustentar o avanço, a Volkswagen colocou o Tera em destaque no Volks Festival 2026, em São Paulo, com condição especial anunciada a partir de R$ 103.990.
A oferta mira justamente um ponto sensível do mercado: preço de entrada competitivo em uma categoria dominada por SUVs compactos de grande volume.
Na prática, a estratégia ajuda o Tera a disputar atenção contra rivais que já têm forte presença nas ruas, como Creta, Tracker, HR-V e Pulse.
Condição vale como oferta específica
O valor de R$ 103.990 aparece ligado à ação comercial do evento, com condições especiais, taxa promocional, bônus no usado e test-drives.
Por isso, o preço deve ser tratado como uma oferta pontual, sujeita a disponibilidade, versão, estoque e regras da concessionária participante.
Ainda assim, o número chama atenção porque coloca o Tera em uma faixa agressiva para quem busca SUV zero-quilômetro.
Tera tenta segurar vice-liderança antes da virada do mês
A disputa ganha força porque o Tera não está apenas brigando por volume. O modelo tenta se firmar como uma nova peça importante da Volkswagen entre os SUVs.
O Creta, mesmo em baixa no mês, segue perto o bastante para ameaçar a posição. Isso mantém a rivalidade aberta e aumenta o peso das ações comerciais.
Para o consumidor, a briga pode abrir espaço para condições mais atrativas, especialmente em períodos de campanha e eventos promocionais.
Para a Volkswagen, a missão é clara: manter o Tera à frente do Creta e provar que o crescimento de maio não foi apenas um pico momentâneo.
A Fiat decidiu reforçar sua principal arma no segmento de picapes intermediárias justamente quando novas concorrentes começam a surgir no mercado brasileiro.
Com a chegada da Toro híbrida, a marca aposta em menor consumo de combustível para enfrentar duas futuras rivais que prometem movimentar a categoria: a Volkswagen Tukan e a BYD Mako.
Embora os novos modelos ainda estejam cercados de mistério, a Fiat já colocou sua estratégia em prática com a introdução do sistema híbrido leve de 48 volts na Toro.
O resultado aparece principalmente nos trajetos urbanos, onde a picape conseguiu reduzir significativamente o consumo.
Fiat Toro aposta em eficiência para manter liderança
A principal novidade da linha Toro está no conjunto híbrido leve (MHEV) de 48 volts.
Diferentemente de híbridos convencionais, o sistema não utiliza o motor elétrico para movimentar as rodas sozinho.
Sua função é auxiliar o motor a combustão em determinadas situações, reduzindo o consumo e aumentando a eficiência energética.
Segundo os dados divulgados pelo Inmetro, a melhoria chega a 11,7% no ciclo urbano quando comparada às versões tradicionais equipadas com o motor 1.3 turbo flex.
Esse ganho se torna um dos principais argumentos da Fiat diante da chegada de novas concorrentes.
Quanto consome a Fiat Toro híbrida?
Com gasolina, a Toro equipada com sistema híbrido leve registra médias de:
10,5 km/l na cidade
10,7 km/l na estrada
Nas versões convencionais com motor 1.3 turbo flex, os números ficam em:
9,4 km/l na cidade
10,8 km/l na estrada
Com etanol, os resultados também apresentam evolução.
A Toro MHEV faz:
7,3 km/l na cidade
7,6 km/l na estrada
Já as versões sem eletrificação registram:
6,8 km/l na cidade
7,9 km/l na estrada
O ganho aparece principalmente no uso urbano, cenário onde o sistema híbrido leve consegue atuar com maior frequência.
Volkswagen Tukan chega para disputar espaço
Entre as futuras rivais da Toro está a nova Volkswagen Tukan.
A picape foi apresentada recentemente de forma camuflada e ocupará um segmento acima da Saveiro.
A Volkswagen já confirmou que o modelo também contará com opção híbrida.
Segundo as informações divulgadas até agora, a tecnologia deverá seguir conceito semelhante ao utilizado pela Toro, com sistema híbrido leve de 48 volts.
Apesar disso, a fabricante ainda não revelou detalhes completos da motorização nem confirmou a data oficial de lançamento.
Foto: Divulgação / VW
BYD Mako também mira a Toro
Outra concorrente observada de perto pela Fiat é a futura BYD Mako.
A marca chinesa promete lançar a novidade ainda este ano, embora poucas informações técnicas tenham sido divulgadas até o momento.
A única exibição pública ocorreu em Ribeirão Preto, interior de São Paulo.
Segundo representantes da BYD, o visual apresentado ainda pode sofrer alterações antes da estreia oficial.
A fabricante já confirmou apenas que o preço ficará abaixo dos R$ 344.990 cobrados atualmente pela BYD Shark.
Como é a Fiat Toro 2027?
Além da tecnologia híbrida, a Toro mantém as mudanças visuais introduzidas recentemente.
Entre os destaques estão:
Faróis Full LED divididos
DRL com assinatura pixelada
Setas sequenciais
Grade dianteira com sete elementos em relevo
Rodas de 17 ou 18 polegadas
Freios a disco nas quatro rodas
A adoção dos freios traseiros a disco encerrou uma antiga crítica ao projeto da picape, que até então utilizava tambores na traseira.
Com a chegada de novas rivais e a crescente disputa entre montadoras, a Fiat aposta na eficiência do sistema híbrido leve para manter a Toro competitiva em um dos segmentos mais importantes do mercado brasileiro.