Autor: automoveis

  • Scania investe € 70 milhões para acelerar produção de elétricos

    Scania investe € 70 milhões para acelerar produção de elétricos

    A Scania confirma um investimento de € 70 milhões em sua unidade de produção em Angers, na França. O aporte amplia a capacidade da fabricante para atender a demanda europeia por caminhões elétricos e reforça o compromisso da marca com a transição para um sistema de transporte sustentável.

    O projeto contempla a expansão das instalações existentes e a modernização das linhas de montagem. A iniciativa fortalece a presença industrial da Scania no mercado francês e acelera o desenvolvimento de tecnologias voltadas à descarbonização do setor de transportes.

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    Com mais de três décadas de operação, a fábrica de Angers assume papel estratégico no sistema de produção global da marca. A unidade agora conta com flexibilidade para montar tanto veículos com motor a combustão interna quanto modelos elétricos de forma simultânea.

    Segundo Petrus Sundvall, presidente da Scania Production Angers, essa adaptabilidade permite que a planta responda com agilidade às mudanças de volume e à dinâmica do mercado, o que garante o futuro da unidade a longo prazo.

    Desafios do ecossistema de transporte

    Para Christian Levin, presidente e CEO da Scania, a transição para a eletromobilidade exige mais do que apenas novos veículos. O executivo ressalta que o progresso depende de condições que ofereçam confiança aos transportadores, como o acesso à infraestrutura de recarga robusta e energia de fontes renováveis.

    O investimento em Angers integra uma estratégia ampla da Scania, que abrange desde a tecnologia de baterias até soluções de carregamento. O movimento posiciona a empresa como protagonista no cumprimento das metas climáticas da Europa para o transporte rodoviário de carga.


    Foto: Divulgação Scania



    Fonte: Auto Industria

  • Em maio, VW emplaca quatro modelos no Top 10

    Em maio, VW emplaca quatro modelos no Top 10

    Com a Fiat Strada superando 15 mil emplacamentos e se mantendo firme na liderança, o que chama atenção no Top 10 dos modelos mais vendidos em maio é a Volkswagen, com quatro veículos nessa seleta lista, dos quais dois – Polo e T-Cross – na segunda e terceira colocações.

    Eles venderam, respectivamente, 10,5 mil e 9,4 mil unidades. Também da marca alemã, o Tera aparece em oitavo e o Nivus em décimo lugar, conforme tabela divulgada nesta segunda-feira, 1, pela consultoria K.Lume (veja abaixo).

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    BYD sobe para o 4º lugar e GWM entra no Top 10

    Venda de veículos leves surpreende e cresce em todos os comparativos

    Em quarto lugar está o Hyundai HB-20 (8,3 mil licenciamentos), seguido pelo Fiat Argo (8,2 mil). A GM, com o Onix, aparece só na sexta colocação, com o BYD Dolphin Mini bem próximo em total de emplacamentos.

    Apenas 136 unidades separam o hatch da Chevrolet do subcompacto elétrico da marca chinesa – são, respectivamente, 7.713 e 7.577 unidades. Fecham o Top 10, o Tera, o Hyundai Creta e o Nivus.

    Nesse contexto todo, importante destacar que o mercado automotivo brasileiro segue aquecido, com 263 mil emplacamentos em maio (alta de 11% sobre abril) e participação recorde de 18,1% das marcas chinesas nos emplacamentos de veículos leves no mês.

     

     

     



    Fonte: Auto Industria

  • Chevrolet faz ajustes na correia banhada a óleo do Sonic para evitar desgastes

    Chevrolet faz ajustes na correia banhada a óleo do Sonic para evitar desgastes

    A General Motors iniciou o mês de junho de 2026 celebrando os excelentes resultados comerciais do inédito Chevrolet Sonic.

    Em poucas semanas desde o seu lançamento oficial no mercado brasileiro, o modelo superou a expressiva marca de 14 mil unidades vendidas, gerando um faturamento bruto estimado em R$ 2 bilhões para a fabricante.

    Apesar do estrondoso sucesso inicial no varejo, a chegada do SUV compacto trouxe novamente para o centro dos debates automotivos a polêmica tecnologia da correia dentada banhada a óleo das linhas Onix e Tracker.

    Para blindar o lançamento e proteger o patrimônio dos novos compradores, a engenharia da marca realizou modificações cruciais na estrutura do sistema.

    Modificações químicas e robustez na nova correia do motor

    Para afastar de vez os receios sobre o esfarelamento precoce da borracha e a consequente obstrução das galerias de lubrificação do motor, a Chevrolet promoveu uma reformulação profunda na composição de materiais do componente.

    O motor 1.0 turbo de três cilindros com injeção direta, compartilhado com o Tracker, passa a adotar uma correia dentada atualizada com uma nova formulação química que inclui a adição de Teflon.

    Essa barreira protetora aumenta substancialmente a robustez da peça contra o desgaste e eleva a resistência contra manutenções inadequadas, que historicamente ocorriam pelo uso de lubrificantes fora das especificações de fábrica.

A fabricante reitera que o cumprimento rigoroso do plano de manutenção preventiva permanece indispensável e exige o cumprimento das seguintes diretrizes oficiais:

Estratégia de garantia estendida e o custo por benefício do SUV

Como prova da confiança depositada em suas atualizações de engenharia e com o intuito de reduzir as taxas de depreciação de seus seminovos, a General Motors estendeu a garantia da correia do Sonic para impressionantes 15 anos de cobertura de fábrica.

Adicionalmente, toda a família do novo SUV, assim como as linhas Onix, Onix Plus e Tracker, passam a contar com cinco anos de garantia integral para o veículo, uma jogada comercial agressiva desenvolvida para desbancar a forte concorrência de modelos como o Fiat Pulse, o recém-lançado Volkswagen Tera e o Renault Kardian.

O Chevrolet Sonic chega ao mercado na linha 2027 em duas configurações bem definidas, a Premier por R$ 129.990,00 e a esportiva RS por R$ 135.990,00, ambas entregando 115 cavalos de potência e 18,9 kgfm de torque com transmissão automática de seis marchas.

Com consumo homologado pelo Inmetro na casa dos 12,0 km/l na cidade e 14,8 km/l na estrada com gasolina, o utilitário oferece excelente eficiência energética diária.

A cabine capricha na conectividade ao trazer painel digital de 8 polegadas e central MyLink de 11 polegadas, além de um porta-malas generoso de 392 litros líquidos, consolidando uma transação comercial protegida e altamente lucrativa para quem busca tecnologia de ponta sem abrir mão da tranquilidade no pós-venda.



Fonte: Garagem 360

  • Além do GWM Ora 05: BYD Dolphin disputa mercado com 4 novos rivais; veja quais são

    Além do GWM Ora 05: BYD Dolphin disputa mercado com 4 novos rivais; veja quais são

    O BYD Dolphin consolidou um verdadeiro fenômeno de vendas no Brasil ao democratizar o acesso aos veículos cem por cento elétricos.

    No entanto, o estrondoso sucesso comercial do hatch acabou atraindo os holofotes de grandes conglomerados internacionais, que decidiram iniciar uma ofensiva sem precedentes no país.

    Além do conhecido GWM Ora 05, posicionado estrategicamente para rivalizar com o modelo da BYD e até com SUVs tradicionais, o mercado brasileiro passa a contar neste início de junho de 2026 com quatro novas alternativas de peso.

    Essas novidades chegam com propostas agressivas de preço, espaço interno e autonomia para brigar diretamente por cada vaga na garagem dos consumidores.

    O avanço das marcas tradicionais e novas entrantes chinesas

    A pulverização do mercado de elétricos de entrada reflete o amadurecimento do setor automotivo nacional, beneficiando diretamente o comprador focado em obter a melhor relação entre custo e benefício.

    A chegada de novas montadoras força uma revisão geral nas planilhas de preços das concessionárias, criando condições comerciais cada vez mais vantagens e protegendo o patrimônio financeiro do cliente.

    As duas primeiras novidades que desembarcam para enfrentar o domínio do Dolphin trazem as seguintes credenciais de fábrica:

    • GAC Aion UT: Apontado por especialistas como um dos piores pesadelos para o líder de vendas, o compacto abriu recentemente a sua fase de pré-venda.

    • A estimativa é que o seu custo final fique fixado entre R$ 130.000,00 e R$ 150.000,00, entregando duas opções de baterias (44 kWh e 60 kWh) com uma potência máxima que atinge impressionantes 204 cv.

    • MG4 Urban: A fabricante sino-britânica MG Motor dobra a sua aposta no país ao introduzir uma configuração mais simples e acessível de seu hatch de sucesso.

    • O modelo foca em segurança ativa de alto nível, ostentando a nota máxima de cinco estrelas nos testes de colisão do Euro NCAP e uma autonomia que alcança até 415 quilômetros sob os parâmetros do ciclo de medição chinês.

    Opções com foco em espaço e parcerias globais de peso

    A segunda metade do ano reserva lançamentos focados em atender famílias que necessitam de cabines amplas e bom compartimento de bagagens, quebrando a ideia de que veículos urbanos elétricos precisam ser pequenos ou apertados:

    A análise fria dessa invasão de produtos prova que o comprador interessado em migrar para a mobilidade elétrica tem em mãos o melhor cenário possível para realizar uma transação comercial protegida e lucrativa.

    Avaliar a planilha técnica de autonomia e conferir de perto o espaço interno de cada novidade são os passos fundamentais para garantir um excelente patrimônio sobre rodas livre de dores de cabeça futuras.



    Fonte: Garagem 360

  • SUV da Renault cansa de perder para Creta e T-Cross;  corta mais de R$ 37 mil

    SUV da Renault cansa de perder para Creta e T-Cross; corta mais de R$ 37 mil

    O Renault Duster 2026 entrou em uma fase mais agressiva nas concessionárias. Depois de perder espaço para SUVs mais fortes do mercado, o modelo aparece com descontos acima de R$ 37 mil em algumas ofertas de loja.

    A condição chama atenção porque coloca o SUV da Renault em uma faixa mais competitiva, especialmente para quem procura um carro mais alto, espaçoso e com preço abaixo de rivais consolidados como Hyundai Creta e Volkswagen T-Cross.

    Duster tenta reagir com preço mais baixo

    A ofensiva acontece em um momento em que o Duster precisa voltar ao radar do consumidor.

    Enquanto Creta e T-Cross seguem entre os SUVs mais procurados do país, a Renault aposta em abatimentos maiores para tornar o modelo mais atraente.

    Na campanha oficial da marca, a versão Intense Plus MT 2026/2027 aparece a partir de R$ 109.990 com usado na troca. Já o preço de referência da versão 1.6 manual fica em R$ 131.990.

    Imagem: Reprodução/Renault

    Em ofertas de loja, porém, o abatimento pode ser ainda maior, chegando perto de R$ 40 mil dependendo da concessionária, da versão e da negociação.

    Condição do Renault Duster Valor/abatimento informado
    Duster Intense Plus MT 26/27 com usado na troca a partir de R$ 109.990
    Preço de referência da versão 1.6 manual R$ 131.990
    Desconto visto em lojas acima de R$ 37 mil
    Maior abatimento encontrado quase R$ 40 mil

    Desconto de loja exige atenção antes da compra

    O corte mais pesado não deve ser confundido com uma redução oficial de tabela. A diferença aparece em condições específicas de concessionárias e pode variar conforme estoque, cidade, cor, versão, usado na troca e forma de pagamento.

    Por isso, o consumidor precisa comparar o preço final antes de fechar negócio. Em alguns casos, o valor mais baixo pode depender de financiamento, aprovação de crédito ou unidade disponível em estoque.

    Mesmo assim, o Duster ganha força quando passa a custar menos. O SUV mantém atributos importantes para quem busca espaço interno, porta-malas amplo, altura em relação ao solo e visual mais robusto.

    Equipamentos reforçam o pacote

    Na versão ofertada, o Duster conta com itens que ajudam a sustentar o custo-benefício, como:

    Renault pressiona rivais com desconto pesado

    A estratégia coloca o Duster em uma posição mais interessante para quem considera Creta, T-Cross, Tracker e outros SUVs compactos caros demais.

    O desconto também chega em um momento de transição para a família de SUVs da Renault no Brasil. Enquanto novos produtos avançam no portfólio, o Duster atual tenta se manter relevante com preço mais competitivo.

    Com abatimento acima de R$ 37 mil nas lojas, o SUV francês ganha uma carta importante na disputa. Se não consegue acompanhar os líderes em volume, ao menos passa a incomodar pelo preço.



    Fonte: Garagem 360

  • Rival da Porsche Taycan Turbo GT e do Lamborghini desembarca no Brasi; conheça

    Rival da Porsche Taycan Turbo GT e do Lamborghini desembarca no Brasi; conheça

    O mercado nacional de superesportivos de altíssimo luxo recebe um de seus capítulos mais impactantes neste início de junho de 2026.

    A icônica fabricante britânica Lotus, mundialmente consagrada por ditar inovações tecnológicas e acumular vitórias lendárias nas pistas da Fórmula 1 com nomes como Ayrton Senna e Emerson Fittipaldi, confirmou a sua estreia oficial em território brasileiro.

    A operação será comandada pela LTS, importadora oficial que integra o experiente Grupo Bamaq, empresa tradicional que já gerencia o portfólio de grandes marcas alemãs do segmento premium.

    Sob o controle do conglomerado global Geely, a marca desembarca no país unindo o seu valioso legado a uma gama revolucionária de hipercarros elétricos e a combustão.

    Infraestrutura de atendimento e o mercado de customização premium

    A estreia física da fabricante ocorrerá com a inauguração da primeira concessionária oficial em São Paulo, programada para o mês de julho.

    A estratégia de expansão da LTS contempla uma segunda unidade em Porto Feliz, na Fazenda Boa Vista, planejando alcançar outras capitais estratégicas do país até o encerramento de 2027.

    Diante do alto nível de exigência dos compradores locais, cerca de 70 por cento das vendas serão realizadas estritamente sob encomenda, oferecendo três níveis complexos de personalização que englobam desde tonalidades exclusivas de pintura até materiais sob medida para a cabine.

    Ficha técnica dos hipercarros que desafiam o topo do segmento

    O portfólio inicial estruturado para o Brasil traz quatro máquinas de altíssima performance, sendo três delas movidas puramente por conjuntos elétricos de última geração:

    A chegada da Lotus estabelece um novo patamar de concorrência para marcas consolidadas como a Porsche e a Lamborghini, atraindo investidores focados em máxima exclusividade e desempenho de pista.

    Garantir uma cota desses lotes limitados representa uma decisão de altíssimo nível para proteger e valorizar o capital em patrimônios automotivos únicos no mundo.



    Fonte: Garagem 360

  • Haval H6 HEV One: ficha técnica do SUV híbrido que entrega 243 cv e consumo de 14,4 km/l

    Haval H6 HEV One: ficha técnica do SUV híbrido que entrega 243 cv e consumo de 14,4 km/l

    O Haval H6 HEV One é uma das versões que ajudam a explicar por que o SUV da GWM vem ganhando espaço entre os modelos eletrificados no Brasil.

    Com conjunto híbrido, bom consumo urbano e pacote de tecnologia acima da média, o modelo mira quem quer sair dos SUVs compactos tradicionais sem abrir mão de conforto, desempenho e segurança.

    Haval H6 HEV One tem motor híbrido de 243 cv

    O SUV usa motor 1.5 turbo a gasolina, com injeção direta, combinado a um motor elétrico. Segundo a ficha oficial da GWM, o conjunto entrega 243 cv de potência e 530 Nm de torque, o equivalente a 54 kgfm.

    A bateria tem 1,6 kWh, enquanto a transmissão é de 2 velocidades. A tração é dianteira e a velocidade máxima chega a 175 km/h, limitada eletronicamente.

    Na prática, o H6 HEV One tenta combinar força de sobra para o uso urbano e rodoviário com consumo mais competitivo. Pelo Inmetro, o SUV faz 14,4 km/l na cidade e 11,8 km/l na estrada.

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    Outras fichas da família haval

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    Fonte: Garagem360

    Dimensões deixam o SUV acima dos compactos

    O porte também ajuda a diferenciar o Haval H6 HEV One de SUVs menores. O modelo mede 4.683 mm de comprimento, 1.886 mm de largura e 1.730 mm de altura.

    O porta-malas tem 560 litros, podendo chegar a 1.445 litros com os bancos traseiros rebatidos. Já o tanque de combustível tem 60 litros.

    Item Haval H6 HEV One
    Motor 1.5 turbo híbrido
    Potência 243 cv
    Torque 54 kgfm
    Consumo urbano 14,4 km/l
    Consumo rodoviário 11,8 km/l
    Porta-malas 560 litros
    Tanque 60 litros
    Comprimento 4.683 mm

    Segurança é um dos pontos mais fortes

    A lista de segurança é ampla. O H6 HEV One traz 6 airbags, ISOFIX, controles de tração, assistente de partida em rampa, assistente de descida e câmera 360º com função de “capô invisível”.

    Bancos Haval h6

    Imagem: Divulgação/GWM

    O pacote também inclui 12 sensores de estacionamento, 5 câmeras e 2 radares, responsáveis pelos recursos de condução semiautônoma.

    Tecnologia de assistência chama atenção

    O SUV conta com ACC adaptativo com Stop & Go, frenagem autônoma de emergência, alerta de tráfego cruzado, assistente de manutenção e centralização de faixa, ponto-cego e condução semiautônoma nível 2+.

    Também há Full Parking Assist, Auto Reverse Assistance e sistema E-call, que aciona os bombeiros pelo 193 em caso de emergência.

    Conforto e conectividade completam o pacote

    Por dentro, o Haval H6 HEV One tem bancos em couro ecológico, ajustes elétricos nos bancos dianteiros, ventilação, ar-condicionado dual zone, filtro CN95, purificador de ar ionizado e carregador de celular por indução.

    Na conectividade, aparecem painel digital de 10,25 polegadas, multimídia de 12,3 polegadas, Apple CarPlay e Android Auto sem fio, GPS nativo, Wi-Fi 4G, atualizações OTA e comandos de voz em português do Brasil.

    Assim, o H6 HEV One se posiciona como uma opção híbrida forte para quem busca um SUV espaçoso, tecnológico e mais eficiente que muitos rivais a combustão.



    Fonte: Garagem 360

  • Teste Drive: Chevrolet Sonic surpreende quem acha que é Onix

    A Chevrolet aposta muito no Sonic 2027 como forma de se destacar em vendas no Brasil. O modelo chega ao mercado em um momento de forte disputa entre os utilitários compactos e crossovers derivados de hatches, segmento que reúne nomes como Fiat Pulse, Renault Kardian e Volkswagen Tera. Durante avaliação entre Confins e Inhotim, em Minas Gerais, o novo modelo revelou uma proposta voltada para consumidores que buscam posição de dirigir elevada, visual atualizado e conjunto mecânico já conhecido da linha Chevrolet.

    Embora a marca trate o Sonic como um SUV cupê de perfil esportivo, o modelo se posiciona mais próximo de um crossover compacto. A estrutura deriva diretamente da plataforma do Onix, porém com alterações visuais importantes na dianteira e traseira, além de ajustes estruturais e ampliação do porta-malas.

    Na prática, o Sonic 2027 aproveita boa parte da arquitetura do hatch compacto da GM, incluindo cabine, painel e motorização. O principal diferencial aparece no desenho externo, que incorpora nova assinatura luminosa em LED na traseira e linhas mais elevadas, acompanhando a tendência atual do mercado brasileiro.

    Debaixo do capô, o Chevrolet Sonic utiliza motor 1.0 turbo de três cilindros com injeção direta, capaz de entregar 115 cv de potência. O câmbio é automático de seis marchas. O conjunto é semelhante ao já aplicado em outros modelos compactos da Chevrolet, incluindo o sistema de correia dentada banhada a óleo.


    Chevrolet Sonic RS 2027 na Serra do Rola Moça (MG): B-SUV tem bom acerto de direção
    Chevrolet Sonic RS 2027 no Inhotim (MG): B-SUV tem bom acerto de direção • Thiago Ventura/CNN

    Esse componente, inclusive, segue sendo tema frequente entre consumidores e proprietários. Segundo a GM, o sistema passou por atualizações recentes e agora utiliza uma nova especificação de correia, desenvolvida para aumentar a durabilidade. Outro ponto ressaltado foi a garantia ampliada do componente, que chega a até 15 anos ou 240 mil quilômetros em determinadas condições de manutenção.

    Em nosso teste,  principal destaque ficou para o acerto da suspensão. Em comparação com Onix e Tracker, o Sonic apresentou comportamento mais firme, porém sem comprometer o conforto em pisos irregulares. Em trajetos urbanos e rodoviários, o crossover demonstrou boa estabilidade em curvas e respostas rápidas nas retomadas, especialmente considerando a proposta urbana do veículo.


    Chevrolet Sonic RS 2027 no Inhotim (MG): B-SUV tem bom acerto de direção
    Chevrolet Sonic RS 2027 no Inhotim (MG): B-SUV tem bom acerto de direção • Thiago Ventura/CNN

    O desempenho também se mostrou adequado para a categoria. Mesmo com dois ocupantes e bagagem, o modelo manteve respostas consistentes no uso rodoviário. A direção elétrica leve e o isolamento acústico equilibrado reforçam a proposta de utilização cotidiana. Sai bem animado: esperava um Onix, mas o Sonic tem identidade própria ao volante.

    Na área de segurança, o Sonic 2027 amplia a oferta de assistentes de condução em relação ao Onix. Entre os recursos disponíveis estão alerta de saída de faixa, assistente de permanência em faixa e sistema de frenagem de emergência. O pacote coloca o modelo em posição competitiva dentro do segmento de entrada dos crossovers compactos.

    Ainda assim, alguns equipamentos ficaram de fora. A ausência do controle de cruzeiro adaptativo (ACC) chama atenção, principalmente porque concorrentes diretos já oferecem a tecnologia em versões equivalentes. O modelo também não conta com paddle shifts para trocas manuais no volante, recurso comum em algumas opções da categoria.


    Chevrolet Sonic RS 2027 na Serra do Rola Moça (MG): B-SUV tem bom acerto de direção
    Chevrolet Sonic RS 2027 na Serra do Rola Moça (MG): B-SUV tem bom acerto de direção • Thiago Ventura/CNN

    Visualmente, o Sonic tenta se diferenciar dos demais Chevrolet compactos sem romper totalmente com a identidade da marca. A traseira elevada e o conjunto óptico interligado ajudam a criar aparência mais robusta, enquanto a cabine preserva soluções já conhecidas da família Onix.

    Os preços de pré-venda permanecem em R$ 129.990 na versão Premier e chegam a R$ 135.990 na configuração RS, avaliada durante o teste. Segundo a Chevrolet, o modelo já acumulou cerca de 14 mil pedidos iniciais, indicando boa receptividade do mercado neste primeiro momento.

    O desafio agora será manter o ritmo após o impacto inicial da novidade. Em um segmento cada vez mais disputado, o Sonic aposta em equilíbrio entre design, equipamentos e dirigibilidade para conquistar espaço entre os compactos de perfil aventureiro que dominam as vendas no Brasil. No entanto, a GM precisa tomar atenção: futuros carros chineses como Omoda 4 e o Dolphin Hybrid podem tomar vendas.


    Chevrolet Sonic RS 2027 na Serra do Rola Moça (MG): B-SUV tem bom acerto de direção
    Chevrolet Sonic RS 2027 no Inhotim (MG): B-SUV tem bom acerto de direção • Thiago Ventura/CNN

    Chevrolet vai montar carro elétrico na antiga fábrica da Troller



    Fonte: CNN Brasil Auto

  • Numa ação extremamente limitada, Shell Café e Sony transformam posto em universo de He-Man

    Numa ação extremamente limitada, Shell Café e Sony transformam posto em universo de He-Man

    Arte para promover a parceria da Shell com a Sony para o filme Mestres do Universo, de He-Man
    Shell e Sony promovem Mestres do Universo, filme do He-Man, mas apenas em São Paulo

    Em uma parceria inédita para celebrar o aguardado lançamento do filme do He-Man, “Mestres do Universo” nos cinemas, com estreia marcada para o dia 4 de junho, a Shell Café, em conjunto com a Sony preparou uma ação especial voltada para os fãs do icônico herói. Mas fique ligado, ele é extremamente limitada a pouquíssimas lojas e todas apenas no estado de São Paulo.

    (mais…)

  • Brasileiros reformam Kombis sucata em modelos de mais de R$ 400 mil nos EUA

    Enquanto muita gente pode enxergar uma Kombi velha como sucata, uma dupla de brasileiros enxerga história, memória e oportunidade. Há 12 anos, Jaime Morais e Alexandre Gonçalves juntaram a paixão pelos clássicos em um negócio improvável: restaurar Kombis destruídas no Brasil e levá-las para os Estados Unidos, onde chegam a ser vendidas por mais de R$ 400 mil em leilões.

    A operação começa na busca pela sucata da Kombi; muitas delas eram usadas por feirantes ou estavam cobertas de ferrugem ou praticamente condenadas. Algumas custam entre R$ 5 mil e R$ 10 mil.

    A partir daí, começa um trabalho artesanal que envolve desmontar completamente o veículo, trocar chapas, reconstruir portas, eliminar ferrugens, refazer elétrica, suspensão, mecânica e pintura. O processo pode levar de seis meses a dois anos, dependendo do estado do carro.

    O investimento é alto. Segundo Jaime Morais, um dos sócios da AJ Revival, cada projeto custa entre R$ 150 mil e R$ 180 mil apenas na restauração. Somando transporte, documentação, logística e embarque para os Estados Unidos, o custo total pode chegar a R$ 220 mil por veículo.

    As Kombis saem do Porto de Santos em containers, normalmente com dois carros por envio, rumo ao porto de Houston, no Texas. Depois, seguem para Las Vegas, onde acontecem os leilões mais famosos do mundo para carros clássicos.

    Um detalhe que chama atenção é a ousadia da dupla, que entra nos leilões sem reserva. Ou seja: a venda começa em apenas US$ 1, sem valor mínimo garantido. É o mercado quem define o preço final.


    Kombi já foi arrematada por mais de R$ 400 mil
    Kombi já foi arrematada por mais de R$ 400 mil • Cortesia/AJ Revival

    Espetáculo para venda

    Para chamar a atenção dos compradores, Jaime conta que aposta em apresentações inusitadas. Em uma delas, entrou tocando pandeiro e jogando bola ao lado da Kombi brasileira.

    Entre as versões mais valorizadas está a famosa “Kombi Samba”, uma configuração de 23 janelas criada originalmente para turismo na Europa e nunca vendida oficialmente no Brasil.

    O modelo ficou conhecido pelo teto solar em lona e pelas claraboias no teto, pensadas para que passageiros admirassem paisagens como os Alpes europeus.

    Como no Brasil não existem tantos exemplares, a equipe brasileira produz versões recriadas em tributo ao modelo original — algo que desperta interesse imediato dos colecionadores americanos.


    Kombis são sucesso em leilões nos EUA
    Kombis são sucesso em leilões nos EUA • Cortesia/AJ Revival

    Restauração já passa de uma década

    Ao longo de 12 anos, a dupla Jaime e Alexandre já vendeu 26 Kombis restauradas nos Estados Unidos e virou referência nesse nicho.

    Hoje, a operação funciona quase como uma corrida contra o tempo. Para um carro participar dos grandes leilões, precisa chegar aos EUA meses antes para cumprir toda a documentação e divulgação obrigatória.

    Para Jaime, ele acredita que exporta um pedaço da cultura brasileira. “A Kombi leva o nome do Brasil junto com ela”, resume.


    Kombis são sucesso em leilões nos EUA
    Kombis são sucesso em leilões nos EUA • Cortesia/AJ Revival

    Volkswagen lança modelo elétrico da Kombi nos EUA



    Fonte: CNN Brasil Auto