Autor: automoveis

  • BYD Dolphin Mini derruba Creta, supera Fiat Strada e é o novo líder do Brasil

    BYD Dolphin Mini derruba Creta, supera Fiat Strada e é o novo líder do Brasil

    BYD Dolphin Mini assumiu uma posição histórica no mercado brasileiro em maio. Segundo levantamento publicado pela Webmotors/WM1, o hatch elétrico foi o carro mais vendido do país no varejo até o dia 28, com 5.892 unidades emplacadas.

    O resultado coloca o modelo à frente de nomes muito fortes entre consumidores brasileiros, como Hyundai Creta, Fiat Strada, BYD Dolphin e Geely EX2.

    O recorte considera as vendas feitas diretamente ao consumidor final, sem somar negociações para frotistas, locadoras, empresas e outros canais de venda direta.

    BYD Dolphin Mini deixa Creta e Strada para trás no varejo

    O desempenho do Dolphin Mini chama atenção porque mostra uma mudança clara no comportamento do consumidor. O carro elétrico compacto da BYD não apenas liderou o varejo, como abriu vantagem sobre modelos já consolidados.

    Veja o ranking divulgado pela Webmotors/WM1:

    Posição Modelo Emplacamentos no varejo
    BYD Dolphin Mini 5.892
    Hyundai Creta 4.460
    BYD Dolphin 3.742
    Geely EX2 3.635
    Fiat Strada 3.224

    A diferença para o Creta passou de 1,4 mil unidades. Já contra a Fiat Strada, o Dolphin Mini abriu mais de 2,6 mil unidades no recorte de varejo.

    Elétricos chineses ganham força entre consumidores

    O ranking mostra outro ponto relevante: três dos cinco carros mais vendidos no varejo eram elétricos chineses. Além do Dolphin Mini, aparecem o BYD Dolphin e o Geely EX2.

    Essa presença reforça que os elétricos deixaram de ser uma escolha de nicho em parte do mercado. No uso urbano, modelos compactos, econômicos e com proposta mais simples de recarga começam a disputar diretamente com SUVs, hatches e picapes tradicionais.

    Montagem do Geely Ex2

    Imagem: Divulgação/Geely – Edição/G360

    Varejo não é o mesmo que ranking geral

    Apesar da liderança do Dolphin Mini no varejo, a Fiat Strada ainda mantém força no mercado geral. Isso acontece porque o ranking total soma também vendas diretas, muito fortes entre empresas, produtores rurais, frotistas e locadoras.

    Por isso, o feito do BYD deve ser lido com precisão: ele foi o líder entre os carros vendidos ao consumidor final, no recorte divulgado até 28 de maio.

    Dolphin Mini vira símbolo de uma nova fase

    O avanço do Dolphin Mini também pressiona rivais de combustão. O Hyundai Creta continua forte entre os SUVs, enquanto a Fiat Strada segue como fenômeno nacional, principalmente no ranking geral.

    Ainda assim, o resultado de maio mostra que o consumidor brasileiro já considera o carro elétrico como alternativa real para o dia a dia.

    Com preço competitivo, proposta urbana e forte presença da BYD no país, o Dolphin Mini se tornou um dos nomes mais importantes da nova fase do mercado automotivo brasileiro.



    Fonte: Garagem 360

  • Ruy Meirelles é o novo presidente da Volvo Financial Services na América Latina

    Ruy Meirelles é o novo presidente da Volvo Financial Services na América Latina

    A Volvo Financial Services (VFS) anuncia Ruy Meirelles como novo presidente da operação na América Latina e presidente do Banco Volvo no Brasil. O executivo passa a liderar os negócios do braço financeiro do Grupo Volvo na região, com responsabilidade pelas operações no Brasil, Chile, Peru e México.

    Meirelles acumula sólida experiência internacional e mais de duas décadas de atuação no setor financeiro. É graduado em Economia pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), possui MBA em Finanças pela FGV EAESP e MBA Internacional pela FIA Business School.

    Na VFS há mais de 17 anos, o executivo ocupou posições estratégicas no Brasil e na Europa. Antes da nova nomeação, era vice-presidente de Finanças para a Europa, com base em Gotemburgo, na Suécia.

    Ao longo de sua trajetória também foi vice-presidente de Finanças, Crédito e Risco para a região Norte e Central da Europa, vice-presidente de Finanças para a EMEA, presidente da Volvo Financial Services Brasil e CFO da América Latina.

    Meirelles também acumulou experiências em posições de liderança na área financeira em outros mercados internacionais, incluindo México e Estados Unidos.

    O executivo sucede a Silvia Gerber, que assumirá a posição de presidente do Grupo Volvo América Latina no dia 1º de agosto. A nomeação de Ruy Meirelles como presidente do Banco Volvo no Brasil está sujeita à aprovação do Banco Central do Brasil.


    Foto: Divulgação Grupo Volvo



    Fonte: Auto Industria

  • Toyota Corolla de R$ 85.000 e Nissan Versa de R$ 69.900 desafiam o novo Volkswagen Polo

    Toyota Corolla de R$ 85.000 e Nissan Versa de R$ 69.900 desafiam o novo Volkswagen Polo

    Comprar um carro 0 km ficou mais difícil para quem tenta equilibrar preço, espaço e pacote de equipamentos. Nesse cenário, o Volkswagen Polo novo vira referência direta, já que sua versão de entrada passa perto dos R$ 100 mil.

    Enquanto isso, o mercado de usados mostra opções que entregam porte maior por menos dinheiro. Dois exemplos chamam atenção: o Nissan Versa Sense 2022, encontrado por cerca de R$ 69.900, e o Toyota Corolla XEi 2017, anunciado por aproximadamente R$ 85.000.

    A comparação não elimina as vantagens do Polo novo, como garantia de fábrica e menor risco de histórico ruim. Porém, ela coloca uma dúvida real na mesa: vale pagar mais por um hatch 0 km ou buscar um usado mais completo?

    Corolla e Versa entram no radar de quem olha o Polo novo

    O Polo Track aparece como porta de entrada da linha, com preço na casa de R$ 96.690. Por esse valor, o consumidor leva um hatch compacto novo, com motor 1.0 e proposta mais urbana.

    Só que o Versa Sense 2022 custa bem menos e oferece uma carroceria sedã, porta-malas maior e motor 1.6. O modelo pode ser uma alternativa para famílias pequenas ou motoristas que querem mais espaço sem subir tanto o orçamento.

    Já o Corolla XEi 2017 joga em outra categoria. Mesmo mais antigo, o sedã médio tem motor 2.0, câmbio CVT, bom espaço interno e pacote mais refinado.

Quanto custam os usados que desafiam o Polo

A lista de usados abaixo do preço do Polo novo mostra que a disputa não fica restrita a Corolla e Versa. Há também opções com perfil familiar, SUV e até minivan.

Modelo usado Ano/versão Preço aproximado
Peugeot 308 Griffe/Allure THP 2017 R$ 59.900
Nissan Versa Sense 2022 R$ 69.900
Chevrolet Spin Premier 2022 R$ 80.900
Jeep Compass Longitude 2017 R$ 82.000
Toyota Corolla XEi 2017 R$ 85.000

A diferença é relevante. O Versa pode sair quase R$ 27 mil abaixo do Polo Track, enquanto o Corolla fica cerca de R$ 11,6 mil mais barato.

Usado exige mais cuidado antes da compra

A vantagem de preço não deve ser analisada sozinha. Antes de escolher um usado, o motorista precisa verificar histórico de manutenção, quilometragem, documentação, estado dos pneus e possíveis reparos estruturais.

Também vale fazer laudo cautelar e avaliar o custo das revisões. Um Corolla pode entregar mais carro que um Polo, mas também pode ter manutenção mais cara dependendo do estado da unidade.

O Polo novo segue forte para quem valoriza garantia, previsibilidade e compra sem histórico anterior. Já Corolla, Versa, Spin, Compass e 308 mostram que, no mesmo orçamento, o consumidor pode encontrar carros maiores, mais potentes ou mais completos.

A decisão final depende menos do preço isolado e mais do perfil de uso: segurança do 0 km ou mais carro pelo mesmo dinheiro.



Fonte: Garagem 360

  • Pedidos de novas Mercedes GLE e GLS são liberados na Europa

    A Mercedes-Benz oficializou a abertura das encomendas para as novas linhas dos SUVs GLE, GLE Coupé e GLS no mercado europeu, na última quinta-feira (28). Após a apresentação global realizada em Tuscaloosa, no Alabama, os utilitários esportivos de grande porte desembarcam com uma ampla reformulação mecânica, tecnológica e de design.

    Na Alemanha, os preços partem de 77.365 euros (cerca de R$ 453 mil) para a versão de entrada GLE 350 d 4MATIC, trazendo como grande destaque a introdução de novos motores seis cilindros eletrificados e o novo sistema operacional da marca com capacidade de atualização remota permanente.

    A renovação celebra os 140 anos de inovação da Mercedes-Benz, consolidando a família GLE como um dos maiores sucessos globais na história recente da fabricante. Enquanto a variante tradicional do GLE foca na versatilidade e no conforto familiar, o GLE Coupé reforça sua proposta esportiva com traços de design mais expressivos e dinâmica de condução afiada.

    No topo da pirâmide, o luxuoso GLS reafirma seu posicionamento como o ápice entre os utilitários, trazendo refinamentos de ponta como o controle de amortecimento baseado na nuvem para os sistemas de suspensão pneumática Airmatic e E-Active Body Control, uma tecnologia que antecipa irregularidades e lombadas na pista para suavizar o rodar, beneficiando especialmente os passageiros que viajam nas fileiras traseiras.

    Mecânica

    Sob o capô, toda a gama de motores a gasolina e diesel foi atualizada com o seis cilindros 3.0L, todos equipados com um gerador de partida integrado de 48 volts. Esse sistema híbrido leve (MHEV) fornece o suporte elétrico inteligente em baixas rotações e trabalha em conjunto com a pressão do turbo para otimizar a entrega de torque e potência, além de permitir funções de economia de combustível como o modo de condução por inércia e a recuperação de energia em frenagens.

    O novo bloco entrega performances variadas, dependendo da configuração. As potências variam de 286 cavalos, na motorização diesel 350 D, até 381 cavalos na configuração a gasolina 450, permitindo acelerações de 0 a 100 km/h na casa de 6,2 a 5,3 segundos, dependendo do modelo escolhido.

    Tecnologia é a protagonista

    A revolução digital na cabine é capitaneada pela estreia do MBUX Superscreen como item de série. O dispositivo une três telas de 12,3 polegadas sob uma única e contínua superfície de vidro que se estende por todo o painel, incluindo uma tela dedicada para o passageiro dianteiro. O sistema roda a interface MBUX Zero Layer, que posiciona as informações e recomendações mais importantes em uma barra configurável para evitar distrações.

    O ecossistema digital disponibiliza mais de 40 aplicativos nativos de streaming, jogos e produtividade, além de contar com um assistente virtual aprimorado que utiliza inteligência artificial conectada à internet para manter diálogos complexos. Todo o ecossistema é gerenciado pelo novo sistema operacional proprietário da marca, o MBOS, que atua como um supercomputador interligado à nuvem inteligente da Mercedes-Benz, permitindo atualizações completas de software sem fio e a compra de recursos adicionais sob demanda mesmo após a aquisição do veículo.

    Rodagem e segurança

    A segurança ativa também foi reestruturada por meio de um novo processador refrigerado a água com alta capacidade de processamento para funções automatizadas. O monitoramento do tráfego ao redor do veículo é feito por um robusto arranjo de sensores que engloba dez câmeras externas, cinco radares e 12 sensores ultrassônicos.

    Processados por inteligência artificial, esses dados alimentam o pacote de assistência ao motorista MB Drive, que engloba controle de cruzeiro adaptativo e o novo assistente de estacionamento autônomo. O sistema de manobra automática agora consegue identificar vagas mesmo sem marcações de linhas brancas no chão, além de realizar o estacionamento completo em velocidades de até 5 km/h, cerca de 60% mais rápida do que a tecnologia de geração anterior.

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    Fonte: CNN Brasil Auto

  • SUV faz 12,9 km/l na estrada e derruba R$ 112 mil para atrair novos compradores

    SUV faz 12,9 km/l na estrada e derruba R$ 112 mil para atrair novos compradores

    O mercado de utilitários esportivos seminovos e usados registra uma oportunidade altamente atrativa para as famílias brasileiras neste início de junho de 2026.

    Com a elevação dos custos das concessionárias de modelos zero-quilômetro, os compradores de perfil puramente racional estão concentrando as suas buscas no varejo de usados para garantir veículos sofisticados protegendo o capital.

    Nesse cenário de inteligência financeira, o Jeep Commander Overland 2022 desponta como o grande protagonista do momento, registrando uma depreciação acumulada massiva que expande o seu custo por benefício e viabiliza uma transação comercial extremamente vantajosa.

    O impacto financeiro e a expressiva redução na Tabela Fipe

    Jeep Commander Overland (imagem: Divulgação)

    A forte retração nos preços de revenda transformou o SUV topo de linha da Jeep em uma excelente barganha patrimonial.

    Lançado originalmente pelo preço sugerido de R$ 279.990,00, o modelo de sete lugares sofreu um recuo de exatos R$ 111.545,00 em um intervalo de quatro anos.

    Conforme os dados consolidados pela Tabela Fipe de maio de 2026, o veículo passou a ser avaliado no patamar médio de R$ 168.445,00, abrindo uma excelente janela de compra para quem exige luxo sem estourar o orçamento familiar.

    Essa grande redução de preço atua como um verdadeiro escudo financeiro para o novo comprador:

    • Preço de Oportunidade: O investimento atual situa-se abaixo do valor cobrado por SUVs compactos novos muito menos equipados.

    • Depreciação Estabilizada: Por já ter enfrentado o maior ciclo de desvalorização natural desde a saída da fábrica, o automóvel tende a preservar melhor o capital investido a partir de agora.

    Eficiência energética do motor turbodiesel e os atributos da cabine

    O grande argumento prático para colocar essa máquina na garagem apoia-se em sua excelente eficiência mecânica de longo curso.

    O Commander Overland vem equipado com o motor 2.0 turbodiesel de 170 cavalos de potência e robustos 38,7 kgfm de torque instantâneo, trabalhando associado a uma transmissão automática de nove marchas e tração integral 4×4 com seletores de terreno.

    De acordo com as medições oficiais do Inmetro, o utilitário registra ótimas médias de 10,3 km/l no perímetro urbano e impressionantes 12,9 km/l em trechos rodoviários, garantindo uma autonomia superior a 800 quilômetros por tanque de 61 litros.

    O habitáculo preserva o máximo requinte construtivo e oferece as seguintes comodidades de série:

    Optar pelo Commander Overland diesel usado em 2026 consolida uma escolha muito inteligente e lucrativa.

    O comprador adquire um patrimônio robusto, seguro e dotado de mecânica altamente econômica por uma fração do preço original, garantindo o conforto das viagens em família com total previsibilidade de custos.



    Fonte: Garagem 360

  • Venda de veículos leves surpreende e cresce em todos os comparativos

    Venda de veículos leves surpreende e cresce em todos os comparativos

    O mercado de veículos leves segue surpreendendo com desempenho acima do esperado por Anfavea e Fenabrave no início do ano. Foram 263 mil emplacamentos em maio, crescimento de 11,2% sobre abril e de 22,7% em relação ao mesmo mês de 2025.

    Conforme dados da Consultoria K.Lume, a alta no acumulado do ano é de 17,8%, com quase 1,1 milhão de unidades licenciadas em cinco meses. As entidades do setor devem rever na virada do ano as projeções iniciais que indicavam evolução de apenas 3%.

    Os veículos de passeio lideram o crescimento no ano, com 21,4%, enquanto os comerciais leves tiveram evolução menor, de 5,7%.

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    Também em maio, o destaque ficou por conta dos carros, cujas vendas totalizaram 214.358 unidades, expansão de 11,2% em relação a abril. No caso dos comerciais leves, com 48.780 licenciamentos, verificou-se leve queda de 1,2%.

    “Em relação a maio de 2025, os automóveis tiveram um aumento de 27,9% e os comerciais leves, de 4,1%, gerando, no combinado, o citado aumento foi de 22,7%”, informa a K.Lume.

    Segundo a consultoria, a segunda quinzena de maio apresentou desempenho surpreendente, concentrando 58,8% das vendas do mês.

    Com 20 dias úteis, a média diária foi de 13.157 unidades entre carros e comerciais leves, desempenho próximo ao de novembro de 2024, recorde nos últimos 5 anos.

    As vendas diretas fecharam em 52,1%, refletindo movimento tradicional de maior demanda nesse segmento a partir do quinto mês do ano. Quanto ao mercado de pesados, a consultoria informa que “os números ainda não estão bons”.

    Houve queda de 3,7% em relação a abril e de 0,1% em relação a maio de 2025. No acumulado, a situação também não é positiva, verificando-se recuo de  7,5%.

    Diante dos números acumulados até agora, a K.Lume já adianta que vai rever suas projeções para 2026. O total de vendas deverá ficar em 100 mil unidades além do projetado,  com cerca de 2,5 e 2,55 milhões de emplacamentos.

    Com a divulgação em maio do Move Brasil – Taxi e Apps, o mercado tende a se manter aquecido, garantindo volumes acima dos esperados inicialmente, admite a consultoria.


    Foto: Divulgação/BMW



    Fonte: Auto Industria

  • GWM já aceita reserva para o elétrico Ora 5

    GWM já aceita reserva para o elétrico Ora 5

    A data de lançamento sequer foi confirmada e informações técnicas detalhadas do produto não estão nem mesmo disponíveis, mas ainda assim a GWM começou a aceitar nesta segunda-feira, 1, reservas para o Ora 5, seu primeiro utilitário esportivo totalmente elétrico no Brasil.

    A GWM não antecipa nem mesmo se haverá alguma vantagem para os clientes que se dispuserem, para ter direito a uma das primeiras unidades, a pagar antecipadamente R$ 9 mil por meio do site da marca, concessionárias autorizadas e também pelo Mercado Livre.

    O preço sugerido? Só mesmo em 29 de junho será revelado, quase simultaneamente com a esperada chegada do modelo à rede de concessionárias da marca.

    De qualquer forma, com 4,47 metros de comprimento e 2,72 metros de entre-eixos, o Ora 5 é ligeiramente maior do que, por exemplo, o Jeep Compass, que mede 4,4 metros e, o que fará diferença significativa na acomodação dos passageiros de trás, 2,6 metros de entre-eixos.

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    Do pouco que a GWM adianta, estão confirmados itens como teto solar panorâmico, bancos elétricos dianteiros, aplicativo para controle remoto de climatização, abertura e travamento das portas, localização do veículo, monitoramento do status da bateria, alertas de segurança e notificações em tempo real.

    No interior ainda, central multimídia de 14,6 polegadas, cluster digital de 10,25 polegadas, comando de voz com inteligência artificial, conexão de internet e pacote ADAS 2+ de assistência, além da tecnologia V2L (Vehicle-to-Load), que permite utilizar a bateria para alimentar equipamentos externos. Bateria, aliás, pelo menos oficialmente, que segue em segredo, assim como potência do motor elétrico e autonomia.

    importado da China, O Ora 5 é potencial candidato a ser produzido aqui. Seja pelo perfil ou pelos planos da marca de deter portfólio mais amplo, inclusive de tecnologias, inclusive híbrida flex, caso, de fato, for nacionalizado, seja na fábrica de Iracemápolis, SP, ou, mais provável, na futura planta de Aracruz, no Espírito Santo.


    Foto: Divulgação



    Fonte: Auto Industria

  • Artura 1000GP: McLaren lança nova versão especial ligada à Fórmula 1

    A McLaren Automotive revelou o Artura 1000GP by MSO, uma edição especial do modelo de entrada da marca que comemora a milésima largada da equipe na Fórmula 1, marco que será atingido no Grande Prêmio de Mônaco, dia 7 de Junho.

    O modelo, limitado a apenas 10 unidades, foi customizado pela divisão de operações especiais da marca MSO (McLaren Special Operations) e traz uma pintura inspirada no MCL40, carro pilotado por Lando Norris e Oscar Piastri.

    O exterior do veículo é dominado pelos gráficos “1000GP”, distribuídos sobre o capô, capas dos retrovisores e laterais da carroceria. Para reforçar o visual clássico de corrida, foram adicionadas listras contrastantes no splitter dianteiro e no difusor traseiro, uma alusão às combinações de cores que marcaram as décadas de história da equipe.

    No habitáculo, o acabamento foca na linguagem tradicional e objetiva da marca, destacado por uma placa comemorativa anodizada na cor Laranja Papaya Metálico, o tom oficial e histórico da McLaren Racing.

    Os números do “baby McLaren”

    O modelo de entrada da britânica apresenta um powertrain híbrido que conta com um motor de 3.0L V6 Biturbo. O sistema gera 700 cv e 720 Nm de torque, combinados a um DCT (câmbio de dupla embreagem) com 8 velocidades. Mesmo com a tração apenas no eixo traseiro, o Artura acelera de 0 a 100 km/h em 2,6 segundos e atinge a velocidade máxima de 330 km/h. Nada mal para um “baby McLaren”.

    Na pista

    Ao alinhar no grid de Mônaco para a sua milésima corrida, a McLaren se consolidará como a segunda equipe na história da Fórmula 1 a atingir essa marca, ficando atrás apenas da Scuderia Ferrari. A fundação da equipe remonta a 1963, quando o piloto e engenheiro Bruce McLaren reuniu um grupo de operários para competir com as grandes equipes.

    Desde a sua estreia na categoria máxima do automobilismo, a McLaren Racing acumulou um dos currículos mais vitoriosos da categoria, com direito a 10 títulos de Campeã Mundial de Construtores; 13 títulos de Campeã Mundial de Pilotos e 203 vitórias em Grandes Prêmios oficiais.

    “Os carros de corrida e de rua sempre foram moldados pela mesma mentalidade na McLaren, e o McLaren Artura 1000GP by MSO celebra essa base compartilhada. […] Esta edição especial oferece aos nossos clientes uma conexão significativa com o MCL40 em um momento histórico”, diz Nick Collins, CEO da McLaren Group Holdings,

    Por se tratar de uma série global limitada a apenas 10 exemplares, a distribuição das unidades será altamente restrita. No Brasil, o processo de importação será centralizado pela UK Motors, representante exclusiva da McLaren no país.

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    Fonte: CNN Brasil Auto

  • Tiggo 7 e 8 híbridos têm agora 1.200 km de autonomia

    Tiggo 7 e 8 híbridos têm agora 1.200 km de autonomia

    Empresa que largou na dianteira da nacionalização de veículos chineses, a Caoa Montadora vinha se deparando com o aumento da concorrência para seus SUVs da marca Chery.

    Especialmente de dois anos para cá, quando outras marcas, particulamente das conterrâneas chinesas, abarrotaram o consumidor brasileiro de opções nos mesmos segmentos, algumas já nacionalizadas também.

    Mesmo com crescimento do licenciamentos de 35% no primeiro quadrimestre, pouco acima dos 28% da média no segmento de utilitários esportivos, estava na hora de reagir.

    Esse movimento começou com a renovação do Tiggo 5X Hybrid, em fevereiro, e agora ganha mais velocidade com a chegada dos Tiggo 7 Pro PHEV e Tiggo 8 Pro PHEV.

    Segundo e terceiro modelos mais vendidos da marca, depois do próprio 5X, os SUVs médio e grande começam a ser vendidos em versões únicas por, respectivamente, R$ 189.990,00 e R$ 229.990,00, com mudanças estéticas e na lista de conteúdos de série.

    A maior novidade, contudo, está sob os capôs de ambos e identificada pela sigla CCSH, de CAOA Chery Super Hybrid.

    A tecnologia da Chery, presentes em outras marcas do grupo conhecidas aqui, como Omoda & Jaecoo ou Jetour, permitirá aos dois veículos fazerem frente aos modelos eletrificados de maior demanda atualmente, particularmente da GWM e BYD.

    Os dois Tiggo plug-in dispõem de novo motor 1.5 TGDI, a gasolina, de 135 cv de potência máxima, e dois outros elétricos. Esse trio entrega 279 cv. A depender da condução e demanda, os SUVs atuam em modo integralmente elétrico, híbrido em série ou híbrido paralelo. A bateria é de 18,4 kWh nos dois produtos.

    Segundo a Caoa Chery, o Tiggo 7 Pro PHEV faz 38,6 km/l, enquanto o Tiggo 8 Pro PHEV chega a 36,1 km/l. A autonomia elétrica é até 70 km. Os dois SUVs, em tese, podem superar os 1.200 km percorridos, distância que os coloca entre os líderes em autonomia combinada.

    Outras boas notícias são o sistema V2L (Vehicle-to-Load), que faz dos veículos fontes de energia para fonrnecimento a outros equipamentos, e o carregamento DC de até 50 kW, o que permite aumentar a carga de 30% para 80% em cerca de 20 minutos.

    São sete air bags no Tiggo 7 e 9 no Tigo 8 – incluindo de joelho para o ocndutor e laterias para a segunda fileira de bancos. Os pacotes de sistemas de auxílio à condução e têm mitigação de colisão secundária, frenagem em tráfego cruzado traseiro e suxílio de permanência e mudança de faixa, entre outros.

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    A dupla passou por mudanças estéticas na dianteira e traseira e receberam sistemas de iluminação redesenhados  em LED. No interior da cabine, destaque para os ganhos no Tiggo 7, como novo painel integrado de 24,6 polegadas, head-up display, câmera 540 graus,  bancos dianteiros com aquecimento e ventilação e memória de ajustes.

    SUV de 7 lugares, mais familiar, o Tiggo 8 tem, entre as maiores novidades, novo multimídia de 15,6 polegadas, head-up display ampliado, bancos dianteiros com massageadoresm e apoios para pernas.


    Foto: Divulgação



    Fonte: Auto Industria

  • BYD sobe para o 4º lugar e GWM entra no Top 10

    BYD sobe para o 4º lugar e GWM entra no Top 10

    Balanço das vendas de maio divulgado pela Bright Consulting mostra duas marcas chinesas entre as 10 mais emplacadas no mercado brasileiro.

    Fiat, Volkswagen e General Motors se mantiveram, pela ordem, nas três primeiras posições, mas coube a BYD a ascensão ao quarto lugar, com a Hyundai aparecendo na quinta colocação.

    Na sequência, Toyota, Renault, Jeep e Honda, com a também chinesa GWM ocupando a 10ª posição na seleta lista das marcas automotivas de veículos leves mais vendidos no Brasil.

    Segundo a Bright Consulting, as marcas chinesas responderam por 18,1% do mercado de leves em maio, ante os 17% em abril, batendo, com isso, novo recorde de participação.

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    O mercado de carros e comerciais leves somou 263 mil emplacamentos em maio, com altas de 11% sobre abril e de 22,5% frente ao mesmo mês do ano passado.

    A líder Fiat vendeu 49,6 mil unidades, com participação de 18,9% em maio, perda de 0,4 ponto porcentual sobre abril (veja gráfico).

    Volkswagen e GM também reduziram levemente suas fatias de mercado (menos 0,1 pp menos 0,2 pp, respectivamente), enquanto a BYD ganhou 0,5 pp. A marca chinesa emplacou 21,7 mil veículos, volume levemente superior ao da Hyundai, que foi de 20.239.


     

    Foto: Divulgação/BYD



    Fonte: Auto Industria