Autor: automoveis

  • SUV da Renault de R$ 113.690,00 passa vergonha e vende menos de 1.000 unidades

    SUV da Renault de R$ 113.690,00 passa vergonha e vende menos de 1.000 unidades

    Renault Kardian apareceu em uma posição incômoda no ranking parcial de SUVs mais vendidos de maio. Mesmo com preço de entrada na casa dos R$ 113.690, o modelo ficou abaixo de 1.000 unidades no recorte mais recente do mercado.

    Até 27 de maio de 2026, o SUV da Renault somava apenas 868 unidades emplacadas, ocupando a 34ª posição entre os SUVs mais vendidos do mês. O número chama atenção porque deixa o Kardian atrás de modelos maiores, mais caros ou de proposta menos popular.

    Renault Kardian fica longe da briga principal dos SUVs

    O desempenho do Kardian contrasta com o ritmo dos rivais mais fortes do segmento. Enquanto modelos como Volkswagen T-Cross, Hyundai Creta, Chevrolet Tracker, VW Nivus, Fiat Pulse e Fiat Fastback aparecem com milhares de unidades em maio, o SUV da Renault não conseguiu chegar a quatro dígitos.

    Na prática, o Kardian ficou em uma zona perigosa do ranking. Ele não aparece perto dos líderes tradicionais e também não conseguiu acompanhar o avanço de modelos chineses e eletrificados, que vêm ganhando espaço com força no mercado brasileiro.

    Veja a distância no ranking parcial:

    Modelo Vendas até 27/05
    VW T-Cross 6.824
    Hyundai Creta 5.131
    Chevrolet Tracker 4.014
    VW Nivus 3.919
    Fiat Pulse 3.249
    Fiat Fastback 3.207
    Honda HR-V 3.052
    Nissan Kicks 1.948
    Renault Kardian 868

    SUV de R$ 113.690 não acompanha o ritmo dos rivais

    O preço de R$ 113.690 torna o resultado ainda mais sensível. O Kardian Evolution 1.0 TCe MT aparece como versão de entrada da linha 2026, com motor 1.0 turbo, câmbio manual de seis marchas, 125 cv com etanol e 120 cv com gasolina.

O problema está na comparação direta

A proposta do Kardian mira justamente uma faixa muito disputada. O SUV tenta ocupar espaço entre modelos compactos, onde preço, oferta, câmbio automático, pacote de equipamentos e força da marca pesam muito na decisão.

Só que o ranking mostra outra realidade. O Kardian ficou atrás até de modelos como Toyota SW4, GWM Haval H9, GM Spark e Dacia Duster no recorte de maio. Isso reforça a sensação de que o SUV da Renault perdeu tração em um momento em que a categoria segue aquecida.

Renault acende alerta em um segmento cada vez mais agressivo

O Kardian chegou ao mercado com a missão de recolocar a Renault em uma briga mais forte entre SUVs compactos. Porém, o desempenho parcial de maio mostra que essa disputa ficou mais dura do que parecia.

Com os líderes vendendo várias vezes mais e os chineses pressionando com tecnologia, descontos e apelo de novidade, o modelo da Renault aparece espremido.

Para o consumidor, o dado ajuda a entender como o mercado está se movimentando. Para a Renault, o número abaixo de 1.000 unidades liga um alerta: o Kardian precisa ganhar mais força para não virar apenas coadjuvante em uma das categorias mais importantes do Brasil.



Fonte: Garagem 360

  • Mahle América do Sul expande competência global em P&D

    Mahle América do Sul expande competência global em P&D

    A Mahle acaba de inaugurar um centro de competências de compressores mecânicos para ar-condicionado em seu Centro de Tecnologia em Jundiaí, SP, um marco importante na expansão da América do Sul no contexto global de P&D da empresa.

    Os laboratórios contam com bancadas de testes dedicadas à validação de novas aplicações de compressores para veículos leves e comerciais, “incluindo testes de durabilidade e desempenho para garantir a confiabilidade e a eficiência do produto”, conforme comunicado divulgado pela Mahle nesta quinta-feira, 28.

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    Mais de 20 profissionais foram contratados e treinados para o novo espaço de testes e desenvolvimento, que complementa as capacidades existentes no centro e impulsiona a inovação na América do Sul.

    O compressor, como destaca a empresa em seu comunicado, é o coração do sistema de ar-condicionado, tendo por principal função comprimir o gás refrigerante — elevando sua pressão e temperatura — para que ele possa circular pelo sistema e, consequentemente, resfriar a cabine do veículo.

    O objetivo com o novo centro é desenvolver novos conceitos e materiais.

    “A transformação do nosso Centro de Tecnologia da Mahle na América do Sul nos últimos cinco anos tem sido notável, expandindo as capacidades, fortalecendo a infraestrutura e preparando as equipes para impulsionar o desenvolvimento global de produtos”, disse Everton Lopes, Head do Centro de Tecnologia da MAHLE na América do Sul.

    Segundo o executivo, desde que foi fundado, em 2008, o Centro de Tecnologia de Jundiaí tornou-se uma referência em inovação regional, desenvolvendo soluções para desafios técnicos complexos e colaborando estreitamente com os clientes.

    Emprega cerca de 220 profissionais, reunindo uma combinação única de engenheiros especializados em diversas disciplinas, como design, materiais, análise de fadiga, termodinâmica e química.


    Foto: Divulgação/Mahle



    Fonte: Auto Industria

  • Cummins valida tecnologia Meritor CalibrAR em operação florestal

    Cummins valida tecnologia Meritor CalibrAR em operação florestal

    A Cummins Brasil conclui a primeira validação do Meritor CalibrAR no País após oito meses de testes em aplicação severa. A tecnologia de controle automático de pressão de pneus — conhecida globalmente como MTIS (Meritor Tire Inflation System) e desenvolvida para carretas — está em operação na frota da Bracell, uma das maiores empresas de celulose do Brasil, marcando um novo estágio de consolidação da solução no mercado brasileiro.

    O ciclo de validação utilizou um veículo com composição de três carretas que operou em rotas combinadas — trechos rodoviários e off-road em áreas rurais, típicas da atividade florestal. O projeto foi conduzido em parceria com a distribuidora M Marra, de Ribeirão Preto (SP), responsável pela interface com o cliente, junto à unidade de Aftermarket da Divisão de Eixos da Cummins Brasil. Atualmente, a tecnologia equipa três veículos, totalizando nove implementos com o sistema Meritor.

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    Lançado no Brasil em 2025 após processo de tropicalização, o Meritor CalibrAR utiliza o ar do conjunto de freios e suspensão do veículo. Uma central de controle com filtro secador remove a umidade e distribui o ar pelos eixos até os pneus, repondo a pressão automaticamente sempre que necessário. A arquitetura é totalmente interna, o que protege os componentes contra impactos e danos em aplicações severas. O sistema conta ainda com proteção térmica na ponta do eixo: em caso de superaquecimento, um alerta sonoro é emitido, permitindo ação rápida da equipe de operação.

    Resultados em campo

    Os testes demonstram ganhos expressivos em eficiência operacional. O Meritor CalibrAR reduz intervenções relacionadas a pneus, otimiza o consumo de combustível e aumenta a disponibilidade dos veículos. A tecnologia tem potencial de proporcionar até 1,5% de economia de combustível e até 10% de aumento na vida útil dos pneus, além de diminuir paradas não planejadas — fator crítico em operações de alta severidade como o transporte de madeira.

    Leandro Carvalho, diretor de Aftermarket da Divisão de Eixos da Cummins Brasil para a América Latina, afirma que a validação em aplicação severa “reforça o compromisso da companhia em levar ao mercado soluções que aumentam a disponibilidade dos veículos e contribuem para a redução do custo total de operação”. Segundo o executivo, a tecnologia atua diretamente em pontos críticos como gestão de pneus e eficiência energética, com impacto real no desempenho da frota.

    Redução de falhas e mais disponibilidade

    Pelo lado da Bracell, Victor Wildemberg Fiedler, gerente de Desenvolvimento Operacional, destaca que a manutenção automática da pressão reduz a incidência de falhas e a dependência de calibragem manual. “A iniciativa está alinhada à nossa estratégia de aumentar a disponibilidade da frota e reduzir a variabilidade operacional, com ganhos diretos em eficiência e segurança.”

    Com a entrada em operação na Bracell, a Cummins acredita que o Meritor CalibrAR consolida sua presença no segmento florestal brasileiro e abre caminho para adoção em outras aplicações severas, como mineração e construção, setores onde a gestão de pneus é igualmente estratégica para o custo operacional.


    Foto: Divulgação Cummins



    Fonte: Auto Industria

  • SUVs chinesês aumentam pressão na Fiat; Fastback e Pulse perdem ligam alerta máximo

    SUVs chinesês aumentam pressão na Fiat; Fastback e Pulse perdem ligam alerta máximo

    O avanço dos SUVs chineses deixou a Fiat em situação mais apertada no ranking parcial de maio. Até o dia 27, o Pulse aparecia em 9º lugar, com 3.249 unidades, enquanto o Fastback vinha logo atrás, em 10º, com 3.207 emplacamentos.

    A diferença é que os rivais chineses chegaram colados. O GWM Haval H6 ficou em 11º, com 3.172 unidades, apenas 35 carros atrás do Fastback e 77 atrás do Pulse. Na sequência, o Geely EX2 apareceu em 12º, com 3.056 unidades, reforçando a pressão sobre os SUVs da marca italiana.

    Fastback e Pulse ainda estão no top 10, mas perderam folga

    A Fiat ainda mantém dois representantes entre os dez SUVs mais vendidos do mês, porém o cenário ficou menos confortável. O Fastback, que costuma ser um dos principais nomes da marca no segmento, vê o Haval H6 praticamente no retrovisor.

    O Pulse também sente a aproximação. Embora esteja à frente do irmão cupê e dos chineses mais próximos, a margem de segurança ficou pequena demais para ignorar. Veja a distância direta no ranking parcial:

    Modelo Posição Vendas até 27/05
    Fiat Pulse 3.249
    Fiat Fastback 10º 3.207
    GWM Haval H6 11º 3.172
    Geely EX2 12º 3.056

    Haval H6 e Geely EX2 viram pedra no sapato da Fiat

    O Haval H6 virou uma ameaça real porque já encostou nos dois SUVs da Fiat. A diferença para o Fastback é mínima e pode mudar rapidamente até o fechamento do mês.

    O Geely EX2 também chama atenção. Mesmo sendo um nome mais novo no mercado brasileiro, já aparece acima de modelos tradicionais como Honda HR-V, Corolla Cross e Yaris Cross no recorte parcial de maio.

    Na prática, a disputa deixou de ser apenas contra T-Cross, Creta, Tracker e Nivus. Agora, a Fiat precisa olhar também para marcas chinesas que vêm crescendo com força, pacote tecnológico mais agressivo e apelo híbrido ou elétrico.

    Tiggos também aumentam a pressão

    A Caoa Chery aparece com três SUVs entre os 40 mais vendidos:

    Modelo Posição Vendas até 27/05
    Tiggo 7 18º 2.254
    Tiggo 5X 20º 1.983
    Tiggo 8 27º 1.022

    Somados, Tiggo 7, Tiggo 5X e Tiggo 8 chegam a 5.259 unidades. O volume supera individualmente Pulse e Fastback e mostra como a ofensiva chinesa ganhou corpo em diferentes faixas do mercado.

    BYD Song mostra o tamanho do alerta para a Fiat

    A pressão fica ainda mais evidente com o desempenho do BYD Song, que aparece em 4º lugar, com 5.006 unidades. O SUV híbrido já superou nomes fortes como Chevrolet Tracker, Volkswagen Nivus, Jeep Compass, Jeep Renegade, Pulse e Fastback.

    Para a Fiat, o recado é claro: Pulse e Fastback continuam relevantes, mas já não correm apenas contra os rivais tradicionais. Os chineses entraram de vez na briga e passaram a disputar espaço com força justamente no segmento mais competitivo do Brasil.



    Fonte: Garagem 360

  • Fiat Titano derruba mais de R$ 68 mil; Cronos tem corte de R$ 14 mil

    Fiat Titano derruba mais de R$ 68 mil; Cronos tem corte de R$ 14 mil

    A Fiat voltou a mexer no tabuleiro de preços no Brasil com uma ofensiva que atinge dois segmentos bem diferentes. De um lado, a Titano Ranch Turbodiesel aparece com bônus superior a R$ 68 mil. Do outro, o Cronos Drive 1.3 surge com corte de até R$ 14 mil na troca do usado.

    A estratégia chama atenção porque coloca a picape média em uma faixa mais agressiva contra rivais tradicionais, enquanto tenta manter o sedã compacto competitivo em um mercado dominado por SUVs, hatches e seminovos.

    Segundo a página oficial de ofertas da Fiat, o Cronos Drive 1.3 MT 2026 aparece com bônus de até R$ 14 mil com usado na troca, enquanto a Titano Ranch Turbodiesel AT traz bônus de mais de R$ 68 mil.

    Fiat Titano cai mais de R$ 68 mil e mira rivais maiores

    A condição mais agressiva envolve a Fiat Titano Ranch Turbodiesel, versão topo da picape média. O modelo saiu de R$ 285.990 para R$ 217.179, com bônus de mais de R$ 68 mil na troca do seminovo, conforme divulgado pela Stellantis.

    Imagem: Divulgação/Fiat

    Na prática, o desconto exato chega a R$ 68.811, número que muda completamente a posição da Titano na briga contra picapes médias como Toyota Hilux, Ford Ranger, Chevrolet S10, Mitsubishi L200 e Volkswagen Amarok.

    Modelo Valor de tabela Valor com oferta Redução
    Fiat Titano Ranch Turbodiesel AT R$ 285.990 R$ 217.179 R$ 68.811
    Fiat Cronos Drive 1.3 MT 2026 Valor depende da negociação Bônus de até R$ 14.000 Até R$ 14.000

    O ponto mais chamativo é que a Titano Ranch passa a encostar em uma faixa de preço normalmente associada a versões superiores de picapes menores ou intermediárias. A comparação também pesa dentro da própria Fiat, já que o valor promocional deixa a picape média próxima da Toro em versões mais caras.

    Cronos recebe bônus para segurar sedãs e hatches

    No caso do Fiat Cronos Drive 1.3 MT 2026, a marca usa outra arma: a valorização do usado na troca. A oferta oficial informa bônus de até R$ 14 mil, condição que depende da negociação com a concessionária.

    Imagem: Divulgação/Fiat

    Esse movimento tem peso porque o Cronos disputa espaço com hatches compactos, sedãs de entrada e até SUVs usados. Mesmo sem o mesmo apelo visual dos utilitários, o sedã ainda tenta se vender pelo porta-malas, custo de manutenção e proposta familiar.

    A campanha também ajuda a Fiat a proteger uma faixa importante do mercado. Com SUVs chineses, elétricos mais baratos e ofertas de financiamento ganhando espaço, o preço virou um dos principais argumentos para manter modelos tradicionais no radar do consumidor.

    Condições exigem atenção antes da compra

    Apesar dos cortes chamarem atenção, as ofertas não funcionam como uma simples redução automática para qualquer comprador.

    No caso da Titano, a condição está ligada à troca do seminovo e pode envolver público específico, como microempresários e produtores rurais, conforme divulgação da Stellantis.

    Já no Cronos, o bônus de até R$ 14 mil também depende da avaliação do usado e das regras aplicadas pela concessionária.

    Por isso, o valor final pode variar conforme região, estoque, versão disponível, avaliação do veículo usado e modalidade de compra. Ainda assim, a ofensiva deixa claro que a Fiat decidiu usar preço e bônus como armas para manter Titano e Cronos vivos em duas brigas bem diferentes do mercado brasileiro.



    Fonte: Garagem 360

  • Randoncorp e Frasle batem metas públicas da agenda ESG

    Randoncorp e Frasle batem metas públicas da agenda ESG

    A Randoncorp e sua subsidiária Frasle Mobility atingem integralmente três compromissos públicos da Ambição ESG estabelecidos para 2025: zerar a disposição de resíduos em aterro industrial, reutilizar 100% do efluente tratado das operações fabris e duplicar o número de mulheres em cargos de liderança — de 11% para 22%. Os dados completos foram divulgados na quinta-feira, 28 de maio, por meio dos Relatórios de Sustentabilidade das companhias.

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    Os compromissos foram assumidos em 2021 com ano-base 2020, e, desde então, as empresas integram aspectos ambientais, sociais e de governança à condução dos negócios. “Nossa trajetória de amadurecimento na agenda ESG é consistente, marcada por projetos relevantes. O que permite essa evolução constante é a conexão com a estratégia dos negócios e a estrutura de governança sobre o tema”, conta em nota Marcos Baptistucci, CPCO da Randoncorp e coordenador do Comitê ESG.

    Investimentos ambientais somam R$ 38,6 milhões

    No pilar ambiental, os aportes de R$ 38,6 milhões em 2025 concentraram-se na modernização de Estações de Tratamento de Efluentes (ETEs) em complexos fabris de Caxias do Sul (RS), Joinville (SC) e Sorocaba (SP). A Fremax, unidade da Frasle Mobility em Joinville, inaugurou uma nova subestação de energia que elimina o uso de geradores e deixa de emitir 2,4 mil toneladas de gás carbônico por ano.

    Iniciativas de economia circular também evoluíram, como a Ecoareia nas unidades de fundição da Castertech — tecnologia desenvolvida de forma pioneira em Caxias do Sul e replicada nas novas operações de Mogi Guaçu (SP) e Schroeder (SC). A redução de emissões de gases de efeito estufa segue como prioridade, com destaque para a implantação da Caldeira Verde na maior planta de produtos de fricção da Frasle Mobility, em Caxias do Sul.

    Programas de aceleração impulsionam equidade de gênero

    Na gestão de pessoas, a companhia lançou dois programas de aceleração para lideranças — Potencialize-se e Leading the Future — e avançou em equidade de gênero com o programa Jornada Delas, que reúne mentorias e treinamentos voltados ao protagonismo feminino. A meta de duplicar a participação de mulheres na liderança considera as operações localizadas no Brasil.

    Para os próximos anos, a Randoncorp projeta a repactuação da Ambição ESG. Duas metas já firmadas — zerar acidentes graves e ampliar a receita líquida gerada por novos produtos — permanecem como prioridades. A meta climática de redução de emissões segue vigente até 2030.

    A inovação complementa a estratégia de sustentabilidade com mais de R$ 200 milhões investidos em Pesquisa e Desenvolvimento. O Programa Brain lidera a adoção de inteligência artificial nas operações, com foco em eficiência, produtividade e segurança digital.


    Foto: Alex Battistel/divulgação Randoncorp



    Fonte: Auto Industria

  • Picape de R$ 99.207 aposta em motor 1.3 turbo e tem bancos de couro de causar inveja

    Picape de R$ 99.207 aposta em motor 1.3 turbo e tem bancos de couro de causar inveja

    Garantir uma caminhonete forte, moderna e com excelente desempenho sem precisar encarar as tabelas abusivas dos modelos zero-quilômetro tornou-se a meta principal de quem pratica a inteligência financeira neste final de maio de 2026.

    Diante do forte encarecimento do setor automobilístico, o mercado de usados passou a concentrar as melhores oportunidades de compra racional.

    O grande destaque do varejo de seminovos fica para a Renault Oroch Outsider 2023, um modelo que combina a agilidade da motorização turbinada ao requinte de uma cabine muito bem equipada, disponível na faixa de R$ 99.207,00.

    Desempenho eficiente do motor turbo no mercado de usados

    O grande segredo que transforma a Renault Oroch Outsider 2023 em um verdadeiro achado de mercado apoia-se no seu conjunto mecânico moderno.

    Equipado com o motor 1.3 turbo flex de quatro cilindros, o veículo entrega uma das conduções mais espertas e elogiadas da categoria, desenvolvendo até 170 cavalos de potência máxima e ótimos 27,5 kgfm de torque imediato.

    Essa calibração garante arrancadas vigorosas no ‘trânsito das cidades e total segurança para realizar ultrapassagens rodoviárias com o veículo carregado.

    Trabalhando em sintonia com uma transmissão automática que simula marchas virtuais de forma suave, o utilitário assegura os seguintes benefícios operacionais:

    Acabamento sofisticado com bancos de couro e competitividade

    O habitáculo desse modelo usado recebeu uma atenção meticulosa para entregar uma legítima experiência de nível superior ao motorista.

    O grande diferencial interno fica por conta dos bancos revestidos em couro legítimo com costuras exclusivas, detalhe que eleva o requinte visual e oferece excelente suporte ergonômico para o corpo em viagens longas.

    Esse tipo de material agrega alta durabilidade e extrema facilidade de limpeza na rotina diária, um fator crucial para quem utiliza a caçamba para o trabalho.

    Ao fixar o seu custo de aquisição em R$ 99.207,00 no segmento de usados, o modelo passa a exercer uma enorme pressão comercial sobre concorrentes como a Fiat Toro e a Chevrolet Montana.

    Enquanto os rivais zero-quilômetro equivalentes exigem investimentos que superam facilmente a barreira dos R$ 150 mil, o comprador dessa opção seminovada leva para a garagem uma central multimídia moderna.

    Controles de estabilidade ativos e o status de um carro premium protegendo uma quantia expressiva de capital na conta bancária.



    Fonte: Garagem 360

  • Com MG4 Urban, MG acirra disputa no mercado de elétricos compactos

    Com MG4 Urban, MG acirra disputa no mercado de elétricos compactos

    Com a chegada de 11 marcas chinesas ao País este ano, o segmento de compactos e subcompactos 100% elétricos aparece como a bola da vez no mercado automotivo brasileiro.

    Para concorrer com BYD e GWM, que foram pioneiras no segmento, lançamentos de peso estão confirmados para os próximos meses. São modelos com apelo urbano que custam entre R$ 120 mil, no caso dos subcompactos, e R$ 150 mil.

    A GAC apresenta o Aion UT no próximo dia 2 de junho e a MG iniciou hoje o pré-lançamento do MG4 Urban ao divulgar uma página exclusiva para o modelo https://mgmotoroficial.com.br/model/mg4urban/, por meio da qual o consumidor terá acesso a informações do hatch que chega ao mercado nos próximos meses.

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    Marca de origem britânica pertencente ao grupo chinês SAIC, a MG ainda não revelou a data exata de lançamento do seu compacto elétrico, mas adianta que o modelo chegará ao Brasil com duas opções de bateria e capacidade de realizar o carregamento ultrarrápido de 10% a 80% em menos de 30 minutos.

    “O início do plano de comunicação do MG4 Urban, com um link exclusivo para o modelo, marca o começo de uma etapa fundamental de aquecimento da estratégia de marketing e produto no Brasil. Nosso objetivo é construir familiaridade, percepção de valor e entendimento sobre os diferenciais do modelo, destacando sua inovação, tecnologia e os benefícios que entrega ao cliente”, destaca Thiago Marques, head de Marketing e Produto da MG Motor Brasil.

    Atualmente com 20 concessionárias no Brasil, a empresa pretende chegar a 70 até o final deste ano. Expansão da rede também está nos planos da GAC, que conta com 60 pontos e quer ter 100 até dezembro.

    O hoje concorrido segmento de compactos e subcompactos elétricos surgiu em meados de 2023, com o lançamento do BYD Dolphin. Logo na sequência, chegou o GWM Ora 03 e, em fevereiro de 2024, a BYD iniciou a venda por aqui do Dolphin Mini, um subcompacto elétrico.

    No final do ano passado, a também chinesa Geely lançou o EX2, um subcompacto elétrico que concorre diretamente com o Dolphin Mini, ambos com preços na faixa de R$ 120 mil.

    Enfim, são quatro modelos que têm demanda crescente no mercado brasileiro — o Dolphin Mini foi líder em vendas no varejo em abril —, que já têm concorrentes confirmados ainda para este ano.

    Sem contar outros que se especula que virão, caso do B05, da Leapmotor, marca chinesa do grupo Stellantis que, assim como a GAC e a Geely, já anunciou produção no Brasil.


    Foto: Digulgação



    Fonte: Auto Industria

  • Luce prova que nem mesmo a Ferrari está imune ao mercado

    Luce prova que nem mesmo a Ferrari está imune ao mercado

    O Luce, primeiro carro elétrico da lendária Ferrari, marca que ocupa um dos lugares mais altos no panteão mundial das lendas sobre rodas — para não assegurar o primeiro — causou tantas reações como sempre causaram todos os lançamentos de “qualquer Ferrari”. Desta feita, porém, quase a totalidade contrárias ao projeto.

    Menos do que o fato de ter sob a carroceria quatro silenciosos motores elétricos em vez dos admirados e barulhentos, ou afinados, propulsores a combustão, o que caiu como uma amarga bomba para os admiradores foi o desenho do novo esportivo, concebido sob a batuta de Jony Ive, ex-chefe de design da Apple.

    Como gosto não se discute, é bom que os executivos da pequena cidade de Maranello, Norte da Itália, tenham em conta, além das infinitas condenações das redes sociais, a opinião do chamado mercado, que derrubou o valor das ações da montadora em 8,5% no mesmo dia que o Luce veio à luz, em 25 de maio.

    É um retumbante episódio que entrará para a história de quase 100 anos da montadora, a despeito do que o futuro reservar para o Luce no que se refere às vendas.

    Ferrari Luce

    No plano imediato, seria ao menos intrigante ouvir a opinião de especialistas de estúdios como Pininfarina, que tanto esteve associado à Ferrari, ou da Italdesign, de Giorgetto Giugiaro. Mas que, acertadamente, não devem fazer qualquer declaração a respeito.

    Nessa impossibilidade, ficam também para a posteridade as frases do abalizado Luca di Montezemolo, que comandou a marca italiana por mais de uma década até 2014, após a morte do fundador Enzo Ferrari.

    A indignação do executivo pode começar a ser medida pela próprio ato de se manifestar publicamente com relação a um novo produto de sua ex-empresa, algo no mínimo raro no universo automotivo.

    “Se dissesse o que penso, prejudicaria a Ferrari”, disse Montezemolo à imprensa ao adentrar em um evento em Roma. “Há risco de destruírem um mito. Espero que pelo menos retirem o Cavallino Rampante [símbolo da marca] deste carro. Me desculpe.”

    Não foi só. A “cereja no bolo” se deu quando, na sequência, Montezemolo foi indagado sobre o que então a Ferrari deveria fazer com relação ao mercado chinês. Foi duro e irônico: “Este ao menos é um carro que, com certeza, os chineses não copiarão!”

    Ferrari Luce

    Mas a Ferrari depende do maior mercado individual mundial, onde os elétricos são opção clara de um plano de governo e suas políticas públicas? Pelo volume reduzido de produção e pela grife, naturalmente que não.

    De qualquer modo, no universo automotivo, não é só a Ferrari que vive de consumidores que ocupam o topo da pirâmide econômica de qualquer parte do mundo.  E as concorrentes também têm cedido cada vez mais às ditas oportunidades de mercado, talvez com mais acuidade na hora de bater o martelo sobre um novo projeto que contemple demanda e tradição.

    Mesmo com quatro portas e cinco lugares, o Luce não nega a esportividade Ferrari com seus 1.000 cv de potência máxima e velocidade acima dos 310 km/h, números pelos quais a marca cobrará a partir de € 550 mil.

    Os primeiros compradores — chineses ou não — receberão o carro somente no último trimestre deste ano.

    E os investidores da Ferrari esperam que sejam muitos, assim como torcem para que o controverso desenho do Luce entre para a história apenas como uma “saída de frente”  do ponto de vista do estilo, sem consequência econômicas maiores.

    Aposta em novos consumidores

    É a história do vão-se os aneis e ficam os dedos. Afinal, mesmo a Ferrari é um negócio, ainda que a paixão de muitos. Como tal, estará sempre sujeita a riscos maiores do que numa pista de corrida e à vontade do mercado, caso queira estar no mínimo em pé de igualdade com os concorrentes, que já estão sem aneis há um bom tempo.

    Enrico Galliera, diretor de marketing da Ferrari, afirmou no lançamento que o Luce tem como público-alvo  especialmente os consumidores que já possuem carros elétricos e que somente 10% da produção do modelo serão destinados às revendas da China.

    A declaração evidencia, portanto, que até mesmo os tradicionais compradores ocidentais dos superesportivos da marca, historicamente prioritários e que consumiram mais de 80% das 13,6 mil unidades vendidas em todo o mundo em 2025, agora estão em uma segunda prateleira.


    Foto: Divulgação



    Fonte: Auto Industria

  • Com 21.218 emplacamentos em maio, Honda bate Fiat Strada, Polo e T-Cross

    Com 21.218 emplacamentos em maio, Honda bate Fiat Strada, Polo e T-Cross

    Honda Biz 2027 chegou ao mercado brasileiro com preço inicial de R$ 13.505 e uma novidade importante na versão de entrada. A motoneta passa a ter rodas de liga leve e pneus sem câmara na configuração ES, antes mais simples.

    Só que a força da Biz vai além da atualização visual ou mecânica. Em maio de 2026, a motoneta apareceu com 21.218 emplacamentos no ranking da Fenabrave, acima de carros que dominam as manchetes do mercado, como Fiat Strada, Volkswagen Polo e Volkswagen T-Cross.

    Honda Biz 2027 chega mais completa na versão barata

    A principal mudança da linha 2027 está na Biz 125 ES, que passa a contar com rodas de liga leve e pneus sem câmara. Na prática, a Honda levou para a versão mais acessível um item que aumenta a praticidade no uso diário.

    A versão EX segue como a mais completa da família, com preço sugerido de R$ 16.849. Já a ES, vendida por R$ 13.505, vira a opção mais importante para quem busca economia, facilidade de uso e baixo custo de manutenção.

    Versão Preço sugerido Principal ponto
    Honda Biz 125 ES 2027 R$ 13.505 Rodas de liga leve e pneus sem câmara
    Honda Biz 125 EX 2027 R$ 16.849 Versão mais equipada da linha

    Os preços são públicos sugeridos, com base em São Paulo, sem frete e seguro.

    Motoneta da Honda passa por cima da Strada em maio

    O desempenho comercial chama atenção porque coloca uma moto popular acima de modelos que costumam liderar entre os carros.

    Segundo a Fenabrave, a Biz emplacou 21.218 unidades em maio de 2026. No mesmo ranking geral, a Fiat Strada apareceu com 13.340 unidades, enquanto o Volkswagen Polo teve 8.781 e o T-Cross, 7.409.

    Modelo Emplacamentos em maio/2026
    Honda Biz 21.218
    Fiat Strada 13.340
    Volkswagen Polo 8.781
    Volkswagen T-Cross 7.409
    Volkswagen Tera 6.097

    Moto reforça peso do preço baixo contra carros populares

    A comparação é forte porque a Biz custa uma fração do valor de carros compactos e picapes pequenas. Mesmo assim, aparece acima de nomes que movimentam o mercado de automóveis todos os meses.

    Imagem: Divulgação/Honda

    A Strada segue como referência entre os carros e comerciais leves, enquanto Polo e T-Cross sustentam boa parte da força da Volkswagen no Brasil. Ainda assim, quando motos e carros entram na mesma lista, a Biz mostra outra dimensão de volume.

    Biz 2027 aumenta pressão sobre carros de entrada

    A chegada da Honda Biz 2027 reforça como as motos seguem ocupando espaço em um mercado pressionado por preços altos nos carros zero.

    Por R$ 13,5 mil, a motoneta entrega uma solução simples, econômica e agora mais equipada na versão ES. Ao mesmo tempo, seus números de maio mostram que ela já deixou para trás Fiat Strada, Polo e T-Cross em volume mensal.

    Para quem acompanha apenas o ranking de carros, a liderança da Strada segue enorme. Quando o mercado completo entra na disputa, a Biz mostra que a briga pela mobilidade popular tem uma protagonista bem mais barata.



    Fonte: Garagem 360