Autor: automoveis

  • Grandão da BYD chega com 488 cv para desafiar SW4 e expõe diferença de R$ 130 mil contra Tiggo 8

    Grandão da BYD chega com 488 cv para desafiar SW4 e expõe diferença de R$ 130 mil contra Tiggo 8

    BYD Atto 8 chegou ao Brasil para mexer com a faixa mais cara dos SUVs de 7 lugares. Com proposta de luxo, conjunto híbrido plug-in e 488 cv de potência combinada, o modelo entra em um território dominado há anos por nomes tradicionais, especialmente a Toyota SW4.

    O SUV da BYD parte de R$ 399.990 e aposta em um pacote bem diferente do que o consumidor encontra nos utilitários a diesel. Segundo a marca, o Atto 8 usa tecnologia DM-p, tem tração integral AWD e pode alcançar até 900 km de autonomia combinada no ciclo NEDC.

    A comparação também coloca o Caoa Chery Tiggo 8 Pro PHEV no centro da conversa. Afinal, ele também oferece 7 lugares e motorização plug-in, só que aparece no site da marca por R$ 269.990, cerca de R$ 130 mil abaixo do novo BYD.

    Atto 8 mira a Toyota SW4 pelo topo

    A Toyota SW4 segue como uma das referências entre os SUVs grandes no Brasil. O modelo combina 7 lugares, motor turbodiesel, tração 4×4 e uma reputação forte entre famílias que buscam robustez, estrada e revenda.

    Nesse ponto, o Atto 8 chega com outra proposta. Em vez de apostar no diesel, a BYD tenta conquistar o comprador pelo desempenho, silêncio a bordo, tecnologia embarcada e possibilidade de rodar parte do trajeto no modo elétrico.

    Modelo Preço citado Configuração
    BYD Atto 8 R$ 399.990 Híbrido plug-in, 488 cv, AWD, 7 lugares
    Toyota SW4 SRX Platinum 7L R$ 424.590 Diesel, 4×4, 7 lugares
    Toyota SW4 Diamond 7L R$ 475.990 Diesel, 4×4, 7 lugares
    Caoa Chery Tiggo 8 Pro PHEV R$ 269.990 Híbrido plug-in, 7 lugares

    Os preços da SW4 de 7 lugares aparecem na faixa entre R$ 424.590 e R$ 475.990, conforme levantamento recente de mercado.

    Imagem: Divulgação/BYD

    A briga não é só por potência

    A diferença entre Atto 8 e SW4 não se resume aos números de desempenho. A Toyota ainda tem uma vantagem importante: confiança construída ao longo de anos.

    Por outro lado, o BYD tenta virar a mesa com um pacote mais moderno. Para quem olha tecnologia, autonomia combinada e força do conjunto híbrido, o Atto 8 chega com argumentos difíceis de ignorar.

    Tiggo 8 expõe a diferença de preço

    O Tiggo 8 Pro PHEV entra na comparação por outro motivo. Ele não tem o mesmo porte premium do Atto 8, nem tenta ocupar exatamente a mesma faixa da SW4. Ainda assim, oferece 7 lugares, motorização plug-in e preço muito menor.

    Na prática, o consumidor passa a ter três caminhos:

    • Atto 8, para quem quer potência, luxo e tecnologia;
    • SW4, para quem prioriza tradição, diesel e robustez;
    • Tiggo 8 Pro PHEV, para quem busca 7 lugares híbrido com preço mais racional.

    Essa diferença de cerca de R$ 130 mil entre Atto 8 e Tiggo 8 Pro PHEV pode pesar bastante na decisão. O BYD entrega mais status e desempenho, porém o Caoa Chery aparece como uma alternativa bem mais acessível dentro dos SUVs eletrificados de 7 lugares.

BYD entra em uma briga difícil, mas com força

O Atto 8 não chega para ser apenas mais um SUV híbrido. Ele mira compradores que antes olhavam para a SW4 quase sem concorrência direta no topo dos utilitários familiares.

A questão é que o mercado agora ficou mais dividido. A SW4 mantém sua força entre os tradicionais, o Tiggo 8 pressiona pelo preço, e o Atto 8 tenta convencer pelo salto tecnológico. Para quem procura um SUV grande de 7 lugares, a disputa ficou bem mais interessante.



Fonte: Garagem 360

  • Toyota Yaris Cross faz  15,3 km/l  e descanca Fiat Fastback, Yuan Pro e Honda HR-V

    Toyota Yaris Cross faz 15,3 km/l e descanca Fiat Fastback, Yuan Pro e Honda HR-V

    A eficiência energética consolidou-se como o divisor de águas absoluto para os motoristas brasileiros que planejam adquirir um utilitário esportivo zero-quilômetro neste fechamento de maio de 2026.

    Diante das constantes oscilações nos preços dos postos de combustíveis, o lançamento oficial do Toyota Yaris Cross chega ao mercado com credenciais de peso para chacoalhar a concorrência.

    Ao registrar a marca de 15,3 km/l, o novíssimo modelo da fabricante japonesa ataca a planilha de custos de manutenção de rivais, estabelecendo uma barreira econômica difícil de ser superada pelo Fiat Fastback, pelo elétrico BYD Yuan Pro e pelo Honda HR-V.

    Índices de consumo imbatíveis no trânsito e nas rodovias

    O grande argumento de vendas do Yaris Cross apoia-se no seu exemplar rendimento quilométrico sob as severas diretrizes oficiais de testes do selo PBE do Inmetro.

    A engenharia da marca calibrou o trem de força de última geração para extrair o máximo de autonomia por cada gota de combustível.

    O modelo entrega a expressiva marca de 15,3 km/l em trechos rodoviários na sua configuração a combustão, número que salta para excelentes 17,9 km/l no perímetro urbano quando o cliente opta pelo sofisticado conjunto híbrido pleno flex.

    Essa alta eficiência mecânica mexe profundamente com o bolso do consumidor no dia a dia.

    Para as famílias que colocam na ponta do lápis os gastos fixos mensais, contar com um veículo que retarda ao máximo a necessidade de paradas no posto de abastecimento funciona como uma verdadeira blindagem financeira.

    O utilitário prova que é viável conciliar o conforto de um SUV com médias de consumo dignas de modelos subcompactos populares de gerações passadas.

    Desempenho energético superior frente aos adversários diretos

    Ao projetar a planilha de economia do modelo da Toyota contra as principais opções de compra disponíveis nos showrooms das marcas concorrentes, o Yaris Cross assume o papel de referência em racionalidade e inteligência financeira:

    Focar estritamente na planilha de consumo comprova que o Yaris Cross foi desenvolvido sob medida para garantir o menor custo por quilômetro rodado do mercado atual.

    Quem pesquisa os catálogos à procura do melhor custo por benefício encontra nessa alta eficiência energética a chance perfeita de proteger o patrimônio doméstico realizando uma excelente transação comercial.



    Fonte: Garagem 360

  • Hyundai Creta tem queda de R$ 19 mil e aumenta pressão no VW T-Cross, Honda HR-V

    Hyundai Creta tem queda de R$ 19 mil e aumenta pressão no VW T-Cross, Honda HR-V

    O Hyundai Creta voltou a chamar atenção no mercado brasileiro com uma condição agressiva para a versão Comfort 1.0 TGDI automática 2026/2027. O SUV, que tem preço público sugerido de R$ 156.590, aparece em campanha por R$ 129.990 com usado na troca.

    A diferença chega a R$ 26.600 e coloca o Creta em uma faixa mais sensível da disputa entre SUVs compactos. Com isso, o modelo aumenta a pressão sobre rivais como Volkswagen T-Cross e Honda HR-V, que também tentam segurar consumidores em um segmento cada vez mais competitivo.

    Hyundai Creta cai para R$ 129.990 em oferta

    A condição coloca o Creta Comfort em uma posição mais agressiva dentro da linha. A versão tem motor 1.0 TGDI flex, câmbio automático e proposta voltada para quem busca um SUV compacto com pacote equilibrado de equipamentos.

    Na prática, o preço promocional aproxima o Creta de modelos de categorias inferiores e deixa a disputa mais apertada contra rivais diretos.

    Além disso, o valor também ajuda a Hyundai a reforçar presença em um momento no qual consumidores estão mais atentos a descontos, financiamento e bônus de troca.

    Modelo/versão Preço público Preço em oferta Redução
    Hyundai Creta Comfort 1.0 TGDI AT 26/27 R$ 156.590 R$ 129.990 R$ 26.600
    Hyundai Creta Limited R$ 173.390 R$ 149.990 R$ 23.400
    Hyundai Creta Action PcD R$ 105.422,51 Condição PcD

    T-Cross e HR-V sentem pressão no segmento

    O preço de R$ 129.990 cria um novo ponto de comparação para quem pesquisa SUVs compactos. O VW T-Cross, líder frequente entre os SUVs, aposta em boa reputação, pacote tecnológico e ampla rede de concessionárias.

    Já o Honda HR-V mantém força pela imagem de confiabilidade, bom acabamento e conjunto mecânico eficiente. Porém, quando o Creta aparece com corte acima de R$ 26 mil, a diferença de preço passa a pesar mais na decisão do comprador.

    O que o Creta Comfort entrega

    A versão Comfort costuma mirar o consumidor que quer sair das configurações de entrada sem subir demais o orçamento. Entre os itens esperados para a configuração estão:

    • motor 1.0 turbo flex;
    • câmbio automático;
    • seis airbags;
    • central multimídia;
    • câmera de ré;
    • sensor de estacionamento traseiro;
    • piloto automático.

    Você pode ver todos os detalhes clicando no card abaixo:

    Oferta reforça briga por preço em maio

    A movimentação da Hyundai mostra como as marcas estão usando descontos e campanhas com usado na troca para acelerar vendas. O consumidor, por sua vez, ganha mais argumentos para negociar.

    Ainda assim, é importante observar as condições da promoção. O preço de R$ 129.990 depende da campanha vigente, disponibilidade nas concessionárias e regras ligadas ao usado na troca.

    Para quem está comparando Creta, T-Cross e HR-V, a queda no preço do Hyundai muda a conta. O SUV passa a disputar não apenas por marca e equipamentos, mas também por uma diferença financeira capaz de influenciar a compra.



    Fonte: Garagem 360

  • Honda City terá versão esportiva; BYD Dolphin híbrido é revelado

    Honda City terá versão esportiva; BYD Dolphin híbrido é revelado

    O mercado automotivo brasileiro vive um período de intensas transformações neste fechamento de maio de 2026, impulsionado pela busca incessante por eficiência energética e design marcante.

    Duas das fabricantes mais influentes do momento, Honda e BYD, revelaram simultaneamente suas novas armas estratégicas para conquistar diferentes perfis de compradores.

    Enquanto a marca japonesa aposta no carisma de uma inédita configuração esportiva para a linha City, a gigante chinesa expande seu portfólio com o Dolphin híbrido, prometendo sacudir o segmento com uma proposta versátil e competitiva.

    O visual agressivo e a motorização e:HEV do novo Honda City

    A Honda decidiu elevar o nível de sofisticação de sua linha compacta premium ao projetar uma inédita versão de apelo esportivo para o City.

    O modelo herda fortes inspirações estéticas de seu irmão maior, o aclamado Civic, adotando uma grade frontal exclusiva em colmeia, para-choques redesenhados com tomadas de ar mais pronunciadas, rodas de liga leve escurecidas e um discreto aerofólio na tampa traseira.

    O grande trunfo dessa variante esportiva reside na adoção do renomado conjunto mecânico e:HEV da marca.

    O sistema híbrido inteligente utiliza dois motores elétricos trabalhando em sintonia com um propulsor a combustão interna altamente eficiente.

    Essa tecnologia prioriza a tração elétrica na maior parte do tempo no perímetro urbano, entregando respostas imediatas ao acelerador, acelerações vigorosas e médias de consumo de combustível impressionantes, isolando o veículo em um patamar superior de refinamento técnico.

    BYD Dolphin híbrido plug-in traz visual exclusivo e alta autonomia

    Seguindo uma estratégia focada em democratizar a eletrificação e combater de frente os sedãs e SUVs médios tradicionais, a BYD revelou globalmente as linhas oficiais do Dolphin híbrido.

    O modelo diferencia-se do seu irmão puramente elétrico por ostentar uma identidade visual única, incluindo uma seção frontal remodelada com novos arranjos de faróis em LED e para-choques integrados que otimizam o fluxo aerodinâmico.

    Equipado com a consagrada tecnologia híbrida plug-in DM-i da fabricante chinesa, o modelo promete anular em definitivo a ansiedade de autonomia dos motoristas em viagens rodoviárias de longa distância.

    O hatch combina a agilidade do motor elétrico ao suporte de um bloco a combustão interna que atua tanto como gerador de energia quanto na tração direta em altas velocidades.

    As principais características técnicas da nova proposta englobam as seguintes virtudes:

    Com a promessa de estrear nos showrooms com tabelas agressivas para desafiar o Toyota Corolla Hybrid e o GWM Haval H6, as novidades da Honda e da BYD provam que a eficiência de combustível tornou-se o principal argumento de vendas da indústria.

    Para o comprador, essa expansão tecnológica representa o cenário perfeito para trocar de carro garantindo estilo, desempenho e proteção para o orçamento doméstico em 2026.



    Fonte: Garagem 360

  • Fiat libera pagamento com cartão de crédito; Argo oferece R$ 1.929,00 por mês

    Fiat libera pagamento com cartão de crédito; Argo oferece R$ 1.929,00 por mês

    Ter um carro zero-quilômetro na garagem sem precisar arcar com os custos burocráticos de propriedade tornou-se uma realidade altamente vantajosa no mercado automobilístico nacional em maio de 2026.

    A Fiat oficializou uma flexibilização importante em sua plataforma comercial ao consolidar o pagamento de mensalidades recorrentes por meio do cartão de crédito.

    A iniciativa impulsiona o programa Fiat por Assinatura, permitindo que os motoristas desfrutem do Fiat Argo com mensalidades fixas estabelecidas no patamar competitivo de R$ 1.929,00.

    Como funciona o programa de assinatura da Fiat

    O modelo de negócios foca na máxima praticidade para o cliente de perfil racional.

    Por meio do programa de assinatura, o usuário não realiza a compra do veículo, mas sim a locação de longo prazo, recebendo um automóvel novinho direto da fábrica.

    O uso do cartão de crédito opera no sistema de cobrança recorrente, debitando apenas o valor do mês vigente na fatura, o que evita o bloqueio do limite total do cartão para outras compras do dia a dia.

    A planilha de vantagens integradas nesta modalidade engloba os seguintes benefícios:

    Vantagens de escolher o compacto da marca italiana

    O Fiat Argo desponta como o grande protagonista dessa ação comercial por entregar um equilíbrio perfeito entre economia de combustível nas cidades e excelente aproveitamento de espaço interno.

    O modelo vem equipado de série com direção assistida, ar-condicionado e recursos modernos de conectividade, convertendo-se na ferramenta ideal para as jornadas diárias de famílias ou motoristas urbanos.

    Trocar a compra tradicional pela assinatura recorrente em 2026 funciona como uma verdadeira blindagem para as finanças.

    Em vez de imobilizar uma grande quantia de dinheiro em uma entrada ou pagar juros altos de financiamento, o cliente mantém o seu capital investido e rende lucros enquanto roda com um carro moderno e seguro no cotidiano.



    Fonte: Garagem 360

  • Raridade: Kombis “Corujinha” são achadas em meio ao lixo em São Paulo

    Duas Kombis “Corujinhas” foram encontradas em meio ao lixo na cidade de Guarulhos, em São Paulo. As Kombis são do ano 1975 e estavam em uma casa de uma pessoa acumuladora.

    As Kombis foram encontradas em péssimo estado depois de uma denúncia à prefeitura de Guarulhos. Ao chegar lá, descobriram que as raridades estavam cobertas pelo lixo.

    A história foi postada inicialmente pela página do influenciador Guilherme Gomes (especializado em limpar lugares completamente abarrotados de lixo) e da ajrevival (página de carros clássicos e raridades), comandada por Jaime Morais.

    Além das Kombis, também foram encontrados dois fuscas e um Volkswagen Gol. Um dos fuscas, inclusive, era usado como dormitório de Anita, uma senhora de 73 anos que vivia no local, ao lado do filho, que é uma pessoa com deficiência (PcD).

    No local, foram retiradas mais de 50 toneladas de lixo e foram usados 29 caminhões do lixo compactadores. Foram 6 dias de trabalho para remoção do lixo.


    Kombis “Corujinha” são encontras em lixo residencial
    Kombis “Corujinha” são encontras em lixo residencial • Diariasdogui/Instagram/Reprodução

    Ação para reforma

    As Kombis estão sendo avaliadas para entender se é possível restaurá-las Caso seja permitido, elas serão restauradas e leiloadas para ajudar na reforma da casa da senhora. Segundo Jaime Morais, a página está em busca de parceiros para ajudar na reforma das “Corujinhas”.

    Segundo ele, esse tipo de reforma costuma durar dois anos. “A história sensibilizou muita gente e resolvemos nos unir para ajudar. Vamos tentar fazer a reforma em cinco ou seis meses, numa força-tarefa”, disse Morais. O objetivo é conseguir leiloar o quanto antes.


    Kombis “Corujinha” são encontras em lixo residencial
    Kombis “Corujinha” são encontras em lixo residencial • Diariasdogui/Instagram/Reprodução

    Combustível mais barato: 5 apps para economizar na hora de abastecer



    Fonte: CNN Brasil Auto

  • Onix, Creta e Fastback despencam em vendas e assustam mercado em maio

    Onix, Creta e Fastback despencam em vendas e assustam mercado em maio

    As vendas parciais de maio acenderam um alerta para três nomes muito conhecidos do mercado brasileiro. Chevrolet Onix, Hyundai Creta e Fiat Fastback aparecem com quedas relevantes em relação ao mês anterior, em um momento no qual rivais diretos ganharam espaço.

    O levantamento considera os emplacamentos acumulados até o dia 25 de maio. Mesmo com o mês ainda em andamento, os números já mostram uma disputa mais pesada entre hatches, SUVs compactos e modelos eletrificados.

    Onix cai 34% e perde força no top 10

    O Chevrolet Onix registrou 4.143 unidades em maio, volume que representa uma queda de 34% na comparação com abril.

    Ainda assim, o hatch conseguiu permanecer no top 10 geral, ocupando a 10ª posição. A diferença é que rivais como Volkswagen Polo, Hyundai HB20, Fiat Argo e BYD Dolphin Mini apareceram à frente.

    Modelo Vendas em maio Variação mensal
    Chevrolet Onix 4.143 -34,0%
    Hyundai Creta 4.771 -22,0%
    Fiat Fastback 2.932 -14,9%

    A queda chama atenção porque o Onix costuma ser um dos carros mais competitivos do país. Em maio, porém, o modelo perdeu ritmo em uma faixa na qual preço, financiamento e campanhas promocionais estão pesando cada vez mais.

    Creta recua enquanto T-Cross e Tera avançam

    Entre os SUVs, o Hyundai Creta também sentiu a pressão. O modelo somou 4.771 unidades, com retração de 22% sobre abril.

    Com esse resultado, ficou atrás do Volkswagen T-Cross e do novo Volkswagen Tera no ranking da categoria. A situação ganha força porque o Creta segue entre os SUVs mais desejados do Brasil, porém passou a enfrentar uma concorrência mais agressiva.

    Rivais ganharam espaço em maio

    Enquanto os três modelos recuaram, alguns concorrentes registraram avanço no mesmo período.

    Modelo Vendas em maio Variação mensal
    Volkswagen Polo 7.842 +17,2%
    Hyundai HB20 6.550 +21,0%
    BYD Dolphin Mini 5.676 +3,1%
    Volkswagen Tera 5.350 +7,3%
    BYD Dolphin 3.282 +35,8%
    GWM Haval H6 2.838 +32,0%

    Esse contraste ajuda a explicar por que maio ficou mais tenso para marcas tradicionais. A disputa não está apenas entre modelos da mesma carroceria. Hatches, SUVs compactos e elétricos de entrada passaram a disputar o mesmo consumidor.

    Fastback perde ritmo em briga lotada

    O Fiat Fastback teve 2.932 unidades em maio, queda de 14,9%. O SUV cupê ficou atrás de nomes como T-Cross, Tera, Creta, Song, Tracker, Nivus, Compass e Pulse entre os utilitários esportivos.

    A retração mostra como o segmento ficou apertado. Qualquer oscilação abre espaço para rivais com desconto, taxa reduzida ou apelo de novidade.

    Por outro lado, para o consumidor, o cenário pode ser favorável.

     Com concorrentes crescendo e modelos tradicionais perdendo fôlego, maio reforça uma tendência clara: as marcas terão de brigar mais por preço, oferta e percepção de vantagem para manter espaço nas próximas semanas.



    Fonte: Garagem 360

  • Palheta do carro fazendo barulho no frio? Saiba como evitar

    A transição para o outono traz temperaturas baixas e uma redução severa na umidade do ar, e essas mudanças no clima afetam diretamente diversos componentes dos veículos em circulação.

    O sistema de limpeza dos vidros, por exemplo, sofre desgastes acentuados nesta época do ano, exigindo atenção especial por parte dos motoristas, uma vez que a falta de manutenção adequada compromete a visibilidade em dias de chuva ou nevoeiro intenso, aumentando significativamente os riscos de acidentes nas vias.

    Muitos condutores acabam ignorando o estado real da borracha do para-brisas até que ocorra uma falha completa de funcionamento sob chuva forte. Esse descuido faz com que o motorista esqueça que a substituição preventiva das palhetas evita custos muito mais elevados, como o polimento técnico ou a troca de um para-brisa danificado por riscos profundos.

    O impacto do frio na borracha do limpador

    As palhetas do limpador são construídas com uma base de borracha elástica e flexível, um material maleável que se mostra altamente sensível às variações térmicas diárias. Durante o outono, o frio intenso e o ar seco tornam essa borracha rígida e quebradiça em questão de semanas, impedindo que a peça se ajuste perfeitamente à curvatura do vidro frontal.

    Segundo Cláudio Santos, CEO da Blumo Mecânica Automotiva, a rigidez do material causa uma perda imediata de eficiência. “Em tempos mais frios e de baixa umidade do ar, as borrachas das palhetas acabam ficando mais rígidas devido ao seu ressecamento. Isso faz com que ela não se ajuste à curvatura do para-brisa e causa perda de eficiência no seu uso”, explica o especialista.

    Ainda segundo Cláudio, a exposição contínua ao sereno e à poeira urbana acelera esse processo de degradação estrutural. O acúmulo de detritos transforma a superfície da borracha em uma espécie de lixa, enquanto a oscilação constante entre o calor diurno e o frio noturno retira a elasticidade natural da peça.

    Sinais de desgaste e riscos de segurança

    O especialista explica que os motoristas precisam aprender a identificar os indícios de fadiga do material para evitar surpresas desagradáveis no trânsito. “O sinal mais evidente de desgaste é o surgimento de ruídos estridentes ao acionar o limpador, quase sempre acompanhado de uma trepidação constante que indica a deformação grave da estrutura. Esse comportamento mecânico irregular compromete a remoção homogênea da água, deixando o vidro com marcas de escorrimento”, explica.

    Já o aparecimento de riscos ou faixas foscas na superfície do vidro exige a suspensão imediata do uso da palheta. Esses sulcos reduzem drasticamente o campo de visão em viagens noturnas, e encontrar fissuras visíveis na extensão da borracha confirma o fim da vida útil da peça, que perde sua capacidade de selagem hídrica.

    A redução da visibilidade gerada por um para-brisa embaçado provoca cansaço visual acelerado e atrasa os reflexos do condutor. Cláudio, inclusive, alerta para os perigos dessa negligência. “Os principais riscos são a redução de visibilidade e o ofuscamento noturno. Isso gera cansaço visual e pode causar danos irreversíveis ao para-brisa”, adverte.

    Como limpar as palhetas corretamente

    A manutenção regular das palhetas aumenta significativamente a vida útil de todo o sistema elétrico e mecânico. O procedimento exige poucos minutos e utiliza materiais simples. “A limpeza com água, sabão neutro e pano limpo com recorrência semanal é o suficiente para o aumento da vida útil do limpador”, orienta Cláudio.

    Essa higienização regular é fundamental para remover a poeira e a fuligem dos escapamentos. O uso de produtos químicos inadequados, por outro lado, acelera a destruição do componente: “produtos como álcool, por exemplo, são solventes e causam danos e ressecamentos da borracha”.

    Ainda no quesito de produtos proibidos, o especialista faz um alerta sobre adaptações caseiras paliativas. “Detergentes podem conter desengordurantes, que também podem ressecar a borracha. O uso contínuo pode degradar a peça ou deixar o para-brisa engordurado, piorando a visibilidade na chuva”.

    Hábitos nocivos e frequência de substituição

    Muitos motoristas danificam o sistema precocemente por pura falta de informação técnica sobre as boas práticas de conservação. Cláudio Santos destaca os hábitos mais destrutivos na condução diária. “Acionar o limpador com o vidro seco ou usar para remover sujeiras pesadas, como lama e insetos secos, acelera o ressecamento”, afirma.

    “Acionar o dispositivo sem a devida lubrificação líquida destrói o perfil de limpeza do acessório em poucos segundos. Por esse motivo, ative o esguicho de água do reservatório sempre antes de iniciar o movimento das hastes metálicas”.

    Quanto ao momento de substituição, Cláudio explica que o ideal é realizar a troca preventiva periodicamente. Mesmo que a peça apresente um bom aspecto visual, a substituição agendada garante a segurança sob o “tempo ruim”. “O tempo ideal para a troca preventiva vai de seis a doze meses ou quando perceber anormalidade no uso“, recomenda.

    Modelos convencionais x Flat Blades

    A evolução da tecnologia industrial desenvolveu novas opções mecânicas para aprimorar a eficiência do sistema de limpeza dos vidros. “As palhetas convencionais possuem uma armação de metal articulada que pode enferrujar e perder a pressão uniforme com o tempo”, explica.

    Para solucionar esses problemas crônicos, as palhetas modernas do tipo flat blade entregam um desempenho estrutural muito superior. “Elas possuem um design aerodinâmico sem armação metálica aparente. Elas distribuem a pressão de forma mais uniforme por todo o vidro e se adaptam melhor à curvatura”, detalha Cláudio.

    Segundo ele, essa tecnologia proporciona uma adaptação mecânica essencial para os para-brisas dos veículos atuais. “Esses modelos geralmente utilizam compostos de borracha mais avançados, frequentemente com revestimento de teflon ou grafite. Isso resulta em uma limpeza mais eficiente e maior durabilidade”, complementa o CEO.

    Combustível mais barato: 5 apps para economizar na hora de abastecer



    Fonte: CNN Brasil Auto

  • Toyota Corolla e Corolla Cross híbridos tiram a paciência dos clientes; até 90 dias de espera

    Toyota Corolla e Corolla Cross híbridos tiram a paciência dos clientes; até 90 dias de espera

    A altamente desejada linha de veículos eletrificados da Toyota enfrenta um severo gargalo logístico que tem testado os nervos dos consumidores no Brasil.

    Os modelos Corolla e Corolla Cross, referências absolutas em eficiência de combustível e revenda rápida, registram prazos de faturamento estendidos que provocam longas filas de espera nas concessionárias autorizadas.

    Esse cenário decorre diretamente de uma escassez de motores provocada por um forte incidente climático ocorrido na fábrica de Porto Feliz (SP), afetando o fluxo de montagem e limitando a pronta entrega de modelos híbridos.

    Fila de espera e variação de faturamento por cores

    As configurações híbridas plenas (HEV) flex das linhas Corolla, Corolla Cross e do recém-chegado Yaris Cross tornaram-se raras nos estoques das concessionárias.

    Os compradores interessados em fechar negócio precisam lidar com prazos de entrega que flutuam entre 60 e 90 dias.

    A logística de distribuição aponta que a escolha da tonalidade da carroceria exerce um papel decisivo no tempo de aguardo do veículo:

    Atualmente, o Corolla Cross a combustão pura é comercializado em três versões com valores que variam de R$ 192.990,00 a R$ 210.690,00, enquanto a configuração híbrida tradicional está fixada em R$ 222.690,00.

     A variante esportiva GR-Sport a combustão sai por R$ 217.390,00. Já o inédito Yaris Cross híbrido também sofre com enorme procura, jogando as previsões de entrega de novos pedidos para os meses de setembro ou outubro de 2026.

    O SUV compacto opera com preços entre R$ 161.990,00 e R$ 178.990,00 nas versões flex convencionais, e de R$ 172.390,00 a R$ 189.990,00 nas opções híbridas plenas, contando ainda com uma variante de entrada para PcD por R$ 151.990,00.

    No segmento de topo, o premium RAV4 segue sendo oferecido exclusivamente sob encomenda, com as versões S e SX custando R$ 317.190,00 e R$ 349.290,00, respectivamente.

    O impacto climático na produção de Porto Feliz

    A raiz dessa paralisia na linha de montagem remonta a setembro de 2025, quando uma tempestade severa com ventos intensos e chuvas torrenciais atingiu a planta industrial de motores da Toyota em Porto Feliz (SP).

    O desastre natural causou avarias estruturais graves nos telhados e galpões da unidade, além de alagamentos que danificaram maquinários de alta precisão.

    Como a fábrica paulista é o coração produtor de propulsores para os veículos nacionais e para os mercados de exportação, o fluxo de componentes foi interrompido.

    A Toyota tem conseguido retomar as atividades de montagem do Corolla de forma gradual e parcial recorrendo à importação emergencial de peças e motores do exterior.

    De acordo com as projeções industriais mais recentes da marca japonesa, a total reconstrução e o retorno à plena capacidade operacional da fábrica de Porto Feliz deverão ser concluídos de forma definitiva apenas no ano de 2028.

    Para o comprador, o cenário exige planejamento financeiro antecipado para garantir um sistema híbrido consolidado protegendo o capital investido.



    Fonte: Garagem 360

  • Cummins cria treinamento para motores a gás e a biometano

    Cummins cria treinamento para motores a gás e a biometano

    A Cummins Brasil inicia, em sua universidade técnica na unidade de Guarulhos (SP), um programa de treinamento dedicado a motores a gás natural e biometano. A iniciativa capacita a rede de distribuidores, oficinas autorizadas de montadoras (OEMs) e equipes internas da fábrica para atender à expansão dessas tecnologias de baixa emissão no mercado nacional.

    Para viabilizar o projeto, a fabricante estruturou uma área específica em seu centro de treinamento. O espaço conta com cilindros de abastecimento, sensores e detectores de vazamento para garantir a conformidade com as normas de segurança vigentes e permitir simulações reais.

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    A estrutura atende inicialmente motores médios de até 7 litros, como o modelo B6.7N — atualmente em testes de campo no País —, e possui preparação para futuras aplicações de até 15 litros nos segmentos on e off-highway. As atividades práticas abrangem montagem, desmontagem, diagnóstico de falhas, utilização de softwares de leitura e análise de sensores e atuadores.

    Redução de emissões e sustentabilidade

    A tecnologia a gás e biometano alinha-se à estratégia global de descarbonização da Cummins, denominada Destino ao Zero. Em termos de impacto ambiental no ciclo de emissões, o uso de biometano reduz em cerca de 71% a liberação de gases poluentes em comparação ao diesel fóssil, enquanto o gás natural apresenta redução de 40%.

    Investimento em capacitação profissional

    A fabricante projeta uma ampliação gradual do volume de capacitações ao longo de 2026. A previsão aponta para 2.600 horas de treinamento na fábrica e cerca de 2.000 horas destinadas aos distribuidores. O programa teve a liderança do instrutor Rodrigo Barbosa, que realizou qualificação internacional em 2025 para estruturar a oficina e os módulos práticos no Brasil, estabelecendo a base técnica que sustenta a expansão dessas soluções energéticas.


    Foto: Divulgação Cummins



    Fonte: Auto Industria