Autor: automoveis

  • Vai vender só na fé? Polêmica Ferrari Luce é apresentada ao papa

    Seguindo tradição das grandes marcas italianas, a Ferrari foi “pedir bênção” para seu mais recente produto, a Luce. Os executivos da marca apresentaram o modelo 100% elétrico ao papa Leão XIV, em Castel Gandolfo, o que chamou atenção não apenas pelo simbolismo, mas também pelo contexto delicado envolvendo o lançamento.

    A delegação foi liderada pelo presidente John Elkann e pelo CEO Benedetto Vigna, acompanhados de engenheiros e executivos da fabricante italiana. Durante o encontro, Elkann presenteou ao papa o volante da Ferrari Luce como homenagem oficial da empresa. O executivo definiu a reunião como um momento “de grande valor humano e simbólico” para a companhia.

    A visita ocorre logo após a apresentação global da Ferrari Luce, modelo que abriu uma nova fase na estratégia da fabricante ao entrar no segmento de veículos elétricos de alto desempenho. Apesar da importância tecnológica do projeto, a recepção inicial do mercado e de parte dos fãs da marca foi marcada por críticas ao design e ao conceito do carro.

    As ações da Ferrari chegaram a cair mais de 8% na bolsa de Milão após a revelação do modelo. Analistas apontaram preocupação de investidores com a expansão da marca para veículos elétricos e com a possível descaracterização da identidade tradicional da Ferrari, historicamente associada aos motores V8 e V12 aspirados e ao som característico dos propulsores a combustão.

    Nas redes sociais, a Ferrari Luce também virou alvo de comentários negativos. O formato de quatro portas e cinco lugares dividiu opiniões entre entusiastas, especialmente por representar uma proposta distante dos esportivos tradicionais da fabricante italiana. Até figuras políticas italianas comentaram o assunto, questionando se o novo modelo preserva o DNA da marca criada por Enzo Ferrari.


    Ferrari Luce
    Ferrari Luce • Ferrari/Divulgação

    Durante a visita ao Vaticano, integrantes da Ferrari explicaram detalhes do projeto ao papa. Em um dos trechos divulgados do encontro, engenheiros apresentaram o sistema “e-Manettino”, seletor eletrônico inspirado nos comandos utilizados nos carros de Fórmula 1 da equipe italiana. O sistema altera parâmetros de potência, regeneração de energia e eficiência aerodinâmica conforme o modo de condução escolhido.

    A Ferrari Luce utiliza uma plataforma inédita, desenvolvida exclusivamente para veículos elétricos. O modelo conta com quatro motores elétricos independentes — um em cada roda — e potência máxima combinada de 1.050 cv. Segundo os dados divulgados pela fabricante, o carro acelera de 0 a 100 km/h em 2,5 segundos e pode superar os 310 km/h de velocidade máxima.


    Interior da Ferrari Luce
    Interior da Ferrari Luce • Ferrari/Divulgação

    O conjunto mecânico opera com arquitetura elétrica de 800 volts e utiliza bateria de 122 kWh produzida em Maranello. A autonomia estimada supera 530 quilômetros no ciclo WLTP, enquanto o sistema de recarga rápida suporta até 350 kW.

    Além do desempenho, a Ferrari aposta em soluções inéditas para diferenciar a Ferrari Luce de outros elétricos de luxo. O modelo traz suspensão ativa derivada do hipercarro F80, esterçamento traseiro independente e gerenciamento eletrônico individual para cada roda. Segundo a empresa, o objetivo foi preservar características dinâmicas associadas aos esportivos da marca mesmo sem o uso de motores a combustão.

    A cabine também marca uma ruptura com modelos anteriores. O interior utiliza telas OLED desenvolvidas pela Samsung Display, comandos digitais integrados a botões físicos e uma chave com tecnologia “E Ink”, solução inédita no setor automotivo. O projeto de design teve participação do coletivo LoveFrom, liderado por Jony Ive, ex-chefe de design da Apple.

    Ferrari F76 é obra de arte sem motor e que só existe no mundo virtual

     



    Fonte: CNN Brasil Auto

  • Entregas de automóveis na Europa avançam 7% em abril

    Entregas de automóveis na Europa avançam 7% em abril

    Balanço das vendas de automóveis da associação dos fabricantes de veículos na Europa, Acea, registra aumento de 7% em abril sobre o mesmo mês do ano passado, de 1,077 milhão para 1,15 milhão. Os emplacamentos somam os mercados da União Europeia, Reino Unido e bloco de países da associação de livre comércio EFTA.

    Com resultado parcial mensal, o consumidor europeu absorveu de janeiro a abril 4,67 milhões de carros, volume 4,8% superior ao mesmo acumulado do ano anterior, quando totalizava 4,45 milhões de emplacamentos.

    LEIA MAIS

    →Mercado de automóveis na Europa fecha o 1º trimestre em alta de 4%

    O primeiro quadrimestre, conforme observação da Acea, foi beneficiado pela maior demanda por tecnologias eletrificadas, “apoiada por novos benefícios fiscais e programas de incentivos revisados nos principais europeus”, apontou em relatório.

    O estímulo se mostra nos resultados. As vendas de elétricos (BEV) e híbridos (PHEV e HEV) alcançaram participação de 69% no total das entregas de automóveis até abril.

    As vendas dos modelos movidos somente a bateria cresceram no período 29,1% com 978.845 unidades negociadas, o que representou fatia de 20,9% do mercado de carros.

    A preferência segue pelos HEVs, opções que somaram de janeiro a abril 1,77 milhão de licenciamentos, volume em alta de 11,7% além de representar 38% das vendas totais. Os PHEVs, por sua vez, chegam ao fim dos quatro meses com 10,1% dos emplacamentos ao somar 472,503 unidades, aumento de 29,1%.

    Por fim, modelos a gasolina e diesel continuam a percorrer trajetória de queda. As entregas dos primeiros recuaram 16,5% com 1,04 milhão de unidades vendidas no primeiro quadrimestre ainda assim, 22,4% do total emplacado. Já os negócios com automóveis do segundo grupo caíram 16,1% com apenas 311.047 emplacamentos, menos que 7% das vendas totais.


    Foto: Divulgação Acea



    Fonte: Auto Industria

  • CAOA de R$ 65.223 e Renault de  R$ 57.350 tem motor turbo e preço de VW Up!

    CAOA de R$ 65.223 e Renault de R$ 57.350 tem motor turbo e preço de VW Up!

    O mercado de automóveis usados e seminovos apresenta excelentes oportunidades para quem busca um veículo espaçoso e com desempenho de alto nível sem estourar as economias neste mês de maio de 2026.

    Diante do forte encarecimento dos modelos zero-quilômetro tradicionais, duas opções de sedãs equipados com motorização turbo chamam a atenção nas tabelas de cotação oficial.

    Por entregarem muito conforto, segurança e tecnologia cobrando o preço médio de um Volkswagen Up! usado de entrada no país.

    As alternativas atendem perfeitamente aos compradores que valorizam o rendimento eficiente em viagens rodoviárias e trajetos urbanos cotidianos.

Desempenho e tecnologia do CAOA Chery Arrizo 5 RXT

O sedã CAOA Chery Arrizo 5, na sua versão de topo RXT ano de fabricação 2019, está posicionado no mercado por uma média extremamente competitiva de R$ 65.223,00 de acordo com os registros da Tabela Fipe.

O grande trunfo do modelo de origem asiática reside no seu conjunto mecânico moderno, composto por um propulsor 1.5 turbo flex de quatro cilindros, capaz de desenvolver até 150 cavalos de potência máxima e 21,4 kgfm de torque.

Esse motor trabalha associado a uma transmissão automática do tipo CVT que simula nove marchas virtuais, garantindo acelerações lineares e ótimas retomadas de velocidade na cidade ou rodovia.

Além da boa performance nas pistas, a variante RXT entrega uma cabine muito confortável e recheada de itens de conveniência que superam com folga os carros populares atuais. O modelo traz de série os seguintes itens:

A pegada esportiva e o refinamento do Renault Fluence GT

Para os motoristas que priorizam ainda mais espaço no banco traseiro e uma legítima pegada de esportividade clássica, o Renault Fluence Sedan GT Sport, ano de fabricação 2014, surge como um verdadeiro achado no varejo por cerca de R$ 57.350,00.

O modelo médio da marca francesa destaca-se por carregar um motor 2.0 turbo a gasolina com injeção indireta, capaz de despejar impressionantes 180 cavalos de potência e 30,6 kgfm de torque bruto, gerenciado por um câmbio manual de seis marchas totalmente focado no prazer de dirigir.

O habitáculo do Fluence GT Sport esbanja sofisticação com materiais macios ao toque e bancos com desenho esportivo exclusivo.

A lista de mimos originais de fábrica engloba teto solar elétrico, ar-condicionado digital automático de duas zonas de climatização e um painel de instrumentos digital integrado.

A sua ampla versatilidade familiar apoia-se em um entre-eixos generoso e em um porta-malas de 530 litros de capacidade volumétrica líquida.

Apostar nesses três volumes turbinados representa uma escolha inteligente para proteger o patrimônio financeiro e fugir do aperto dos modelos básicos do varejo atual.



Fonte: Garagem 360

  • Hyundai de R$ 38.996 tem 7 lugares e transmissão automática

    Hyundai de R$ 38.996 tem 7 lugares e transmissão automática

    O mercado de automóveis seminovos e usados tem se consolidado como o refúgio ideal para motoristas que necessitam de amplo espaço familiar sem comprometer o orçamento doméstico neste mês de maio de 2026.

    Com os preços dos modelos zero-quilômetro atingindo patamares proibitivos, um utilitário esportivo de grande porte da marca sul-coreana passou a centralizar as buscas no varejo por entregar o máximo de conforto por uma fração do preço.

    O consagrado Hyundai Santa Fé GLS pode ser adquirido no mercado de usados pelo valor altamente atrativo de R$ 38.996,00.

    Espaço de sobra para sete ocupantes a preço de hatch básico

    O grande segredo que posiciona o Hyundai Santa Fé como uma compra racional e extremamente lucrativa para o consumidor reside na entrega de atributos que sumiram da categoria de entrada do mercado atual.

    Ao fixar a sua cotação na casa dos R$ 39 mil, o modelo de porte médio grande oferece uma cabine modular espaçosa com capacidade homologada para transportar até sete passageiros com total comodidade.

    Essa versatilidade de assentos adicionais rebatíveis torna o veículo uma alternativa perfeita para famílias numerosas que antes viam-se limitadas ao aperto de hatches ou sedãs compactos.

    Além da ampla capacidade de ocupantes, o habitáculo do SUV premium esbanja sofisticação e uma lista generosa de mimos originais de fábrica:

    • Conforto de Categorias Superiores: Acabamento interno com materiais suaves ao toque, ar-condicionado com saídas independentes para as fileiras traseiras e amplo isolamento acústico.

    • Praticidade Urbana: Câmbio automático de funcionamento suave que elimina o cansaço do motorista nos congestionamentos urbanos diários.

    • Segurança Robusta: Presença de múltiplos airbags, freios com sistema ABS e controles eletrônicos de estabilidade ativa.

    Desempenho do motor V6 e cuidados necessários antes da compra

    Sob o capô, a versão GLS do Santa Fé apoia-se na força do motor 2.7 litros V6 a gasolina de quatro válvulas por cilindro.

    Esse propulsor desenvolve excelentes 200 cavalos de potência linear e um torque robusto capaz de garantir viagens rodoviárias tranquilas, retomadas de velocidade e total agilidade mesmo com a capacidade máxima de carga.

    O casamento com a transmissão automática garante um rodar silencioso e confortável nas estradas.

    Apesar das vantagens indiscutíveis de conforto e porte, o comprador interessado deve adotar uma postura profissional e cautelosa antes de assinar o contrato final de aquisição.

    Por se tratar de um utilitário esportivo importado de luxo em uma faixa de preço acessível, a realização de uma vistoria cautelar minuciosa e a checagem detalhada do histórico de manutenção preventiva são passos indispensáveis.

    Focar na saúde do sistema de arrefecimento, no estado dos componentes da suspensão e na integridade do fluido da transmissão automática garante que a economia de R$ 38.996,00 na compra não se transforme em dores de cabeça futuras, consolidando a escolha como um excelente investimento para o bem-estar da família.



    Fonte: Garagem 360

  • GAC Aion UT chega entra em pré-venda e mira EX2 e Dolphin

    A GAC abriu a pré-venda do Aion UT para o mercado brasileiro. O modelo 100% elétrico será lançado no início de junho e não é preciso nenhum valor para reservar o carro. 

    O GAC Aion UT chega em duas versões: Premium e Elite. A potência chega a 204 cv e tem autonomia para 310 km com uma carga, conforme o ciclo Inmetro. 

    Entre equipamentos, ambas as versões possuem câmera 360º com sensores de estacionamento dianteiros e traseiros, rodas de liga leve 17″ e estepe. 

    A versão Elite inclui, ainda, como diferencial, teto solar panorâmico com cortina elétrica, pacote ADAS nível 2 completo, além de tampa do porta-malas com abertura e fechamento elétricos, entre outros itens.


    Interior do GAC Aion UT
    Interior do GAC Aion UT • GAC/Divulgação

    O GAC Aion UT vai competir no mercado brasileiro com modelos como Geely EX2 e BYD Dolphin. 

    Apesar de não haver nenhuma confirmação por parte da montadora, a expectativa é que o modelo elétrico fique em uma faixa de preço próximo aos R$ 150 mil. 

    Mais detalhes sobre o carro serão fornecidos durante o lançamento, que acontece no próximo dia 2 de junho. As entregas estão programadas para acontecerem logo após o evento de lançamento do modelo.


    GAC Aion UT
    GAC Aion UT • GAC/Divulgação

     



    Fonte: CNN Brasil Auto

  • Testamos o Chevrolet Captiva EV: conheça os pontos fortes e fracos do SUV

    Concorrer com os modelos elétricos chineses não é uma tarefa fácil. As marcas tradicionais estão no embate direto para conseguir uma fatia desse mercado dos eletrificados, que é dominado pelas montadoras chinesas. Se não dá para competir, é preciso uma parceria.

    Assim fez a Chevrolet, que trouxe para o Brasil o Captiva EV. O SUV 100% elétrico, contudo, nada mais é do que um Wuling Starlight S.

    O modelo é um vendido na China pela joint venture entre a GM (General Motors) e a empresa local Saic, por meio da marca Wuling. A estratégia da marca foi trazer o carro com o emblema da gravata estampado na carroceria para atrair mais atenção.

    Com preço de R$ 199.990, o Chevrolet Captiva EV atua numa faixa de preço com diversos concorrentes. A reportagem da CNN Brasil passou cerca de 10 dias com o SUV elétrico para entender os seus pontos fortes e fracos.

    No dia a dia, o Captiva EV fornece uma boa dirigibilidade. A direção tem uma calibração bem leve (como em outros modelos elétricos), o que torna a condução prazerosa. Ainda é possível ajustar os modos de condução, direção e freios.


    Traseira do Chevrolet Captiva EV
    Traseira do Chevrolet Captiva EV • Rodrigo Barros/CNN Brasil

    A suspensão do Captiva EV é típica de um carro chinês, com uma característica mais molenga. Apesar disso, em nenhum momento sentimos falta de estabilidade ou insegurança.

    Na autonomia, o SUV médio 100% elétrico da Chevrolet promete 304 km de alcance. Entretanto, superamos bastante essa expectativa.

    Ao sair da concessionária, ele marcava 3.719 km no hodômetro (98% de bateria e 297 km de autonomia). No momento de carregar o carro, o hodômetro marcava 4.038 km (20% de bateria e 60 km de autonomia).

    Na prática, conseguimos percorrer 319 km, e ainda restavam mais 60 quilômetros de alcance (379 km), chegando próximo aos 400 km.

    Confira abaixo todos os pontos negativos e positivos do Chevrolet Captiva EV:

    Pontos negativos

    Sem carregador por indução

    Apesar de ter espaço no console central para dois aparelhos, o Captiva EV não conta com carregador por indução.

    Multimídia só pega com cabo

    Com preço de R$ 200 mil, o Captiva EV deixa a desejar na conexão sem fio para pareamento do smartphone. É preciso deixar um cabo USB no carro para fazer a transmissão de dados.

    Sem retrovisor eletrocrômico

    A tecnologia não está presente no carro. Esse tipo de retrovisor escurece automaticamente para evitar ofuscamento dos carros que estão na traseira.

    Sem sensor estacionamento dianteiro

    Por ser um SUV médio, o Captiva elétrico merecia sensores de estacionamento dianteiros para ajudar nas manobras. Tem a câmera, mas falta o sensor.

    Banco elétrico

    O passageiro não conta com ajustes elétricos para o banco. Tudo é feito de forma manual.

    Pontos positivos

    Tem estepe

    Muitos carros estão vindo sem estepe, mas o Captiva EV tem no porta-malas a quinta roda, que pode ajudar em momentos de sufoco.

    Chave presencial

    Basta estar com a chave no bolso para destrancar e fechar o carro. É algo simples, mas também uma baita tecnologia que fornece comodidade no dia a dia.

    Autonomia acima do divulgado

    Como falamos no texto, o Captiva faz mais do que promete. Com autonomia de 304 km, superamos essa marca.

    Bancos confortáveis

    Os bancos do Captiva EV são confortáveis em todos os locais. Tanto para quem vai de motorista, passageiro, mas também para os ocupantes da segunda fileira.

    Pacote de segurança

    O modelo 100% elétrico da Chevrolet vem com um pacote amplo de segurança, com controle de cruzeiro adaptativo, frenagem autônoma de emergência, faróis adaptativos inteligentes, assistente de permanência em faixa e mais.


    Modelo conta com interior moderno e tecnológico
    Modelo conta com interior moderno e tecnológico • Divulgação

    Quais carros elétricos estão se tornando mais acessíveis em 2025



    Fonte: CNN Brasil Auto

  • GWM Haval H9 2027: SUV é atualizado e tem Toyota SW4 na mira

    Apesar de o ano ainda não ter chegado à metade, a GWM se antecipou e já anunciou a chegada do Haval H9 2027. O SUV de sete lugares vem disputando mercado com o Toyota SW4 e chegou, inclusive, a superá-lo no mês de março.  

    Enquanto que na China ele ganhou uma versão mais escurecida, para o Brasil, as mudanças também passam pela questão visual. 

     

     

    O Haval H9 ganhou uma grade frontal com acabamento em preto fosco. A atualização tem como intuito aumentar a competitividade do SUV frente aos concorrentes, principalmente contra o SW4. 

    Na mecânica, ainda não houve atualização e o motor segue com o turbodiesel 2.4L de 184 cv e 48,9 kgfm de torque. A transmissão é automática de nove marchas. 

    O H9 tem tração integral com caixa de redução. Ela garante capacidade de adaptação a diferentes níveis de aderência, com controle e eficiência em variados tipos de terreno. 


    GWM Haval H9 2027
    GWM Haval H9 2027 • GWM/Divulgação

    Por dentro, o Haval H9 tem painel digital de 10,25” e a central multimídia de 14,6” Full HD garantem alta conectividade, com integração sem fio para Apple CarPlay e Android Auto, além de comandos de voz em português desenvolvidos no Brasil. 

    Há também um carregador sem fio de 50W e entradas USB-C e USB-A. Já o sistema de som premium tem 10 alto-falantes que geram 640 W RMS de potência.

    O pacote de segurança reúne tecnologias avançadas de assistência à condução:

    • Controle de cruzeiro adaptativo;
    • Assistente de permanência em faixa;
    • Frenagem autônoma de emergência;
    • Câmera 540°.

    Linha 2027

    O GWM Haval H9 2027 já está disponível em todas as concessionárias Brasil, com preço único de R$ 335.000; R$ 6 mil de acréscimo na comparação com a linha anterior.

    Entenda diferenças entre veículos SUV, D-SUV, C-SUV, B-SUV



    Fonte: CNN Brasil Auto

  • Com caminho desenhado para o Brasil, Dolphin híbrido tem autonomia de 1.000 km

    Com caminho desenhado para o Brasil, Dolphin híbrido tem autonomia de 1.000 km

    T odos os detalhes técnicos, inclusive motorização — que deve mesclar um motor 1.5 aspirado a gasolina com outro elétrico —, serão revelados somente no mês que vem, quando o modelo será lançado, de fato.

    Mas o Dolphin G DM-i, híbrido plug-in, revelado nesta terça-feira, 26, tem alguns atributos conhecidos que podem sustentar o hatch na ponta das vendas da BYD em diversos países. A começar pela autonomia declarada de 1.000 km.

    O Dolphin G, afirma a montadora chinesa, foi projetado para o mercado europeu. Claro que apenas em princípio. Pelo porte e pela tecnologica híbrida, é opção também para mercados de menor poder de compra, grandes extensões e de infraestrutura de carregamento deficitária — leia-se América do Sul, Brasil em particular.

    A fábrica da BYD em Camaçari, BA, é, portanto, potencial base produtiva do novo modelo para a região a partir do ano que vem.

    Em tese, o híbrido entraria na linha oferecida aqui imediatamente abaixo do Dolphin elétrico e acima do Doplhin Mini, que seguiria como o carro mais barato da marca no País.

    LEIA MAIS

    → BYD negocia produção em fábricas da Stellantis na Europa

    → Das 10 marcas mais vendidas, só BYD e VW crescem bem acima da média

    O Dolphin G tem carroceria de 4.160 mm de comprimento e 1.825 mm de largura, 130 mm mais curta e 55 mm mais larga do que o Dolphin totalmente elétrico já vendido na Europa, região que receberá as primeiras unidades para vendas efetivas somente em meados do próximo semestre.

    BYD Dolphin G

    O desenho, verdade, guarda muito mais traços de produtos europeus do que os revolucionários e às vezes duvidosos de boa parte dos carros chineses. Não se trata de um rompimento total com o Dolphin atual, mas muito mais próximo de veículos ocidentais.

    Um estilo um pouco mais esportivo, evidenciado pelos faróis finos, grandes entradas de ar no para-choque dianteiro e, na versão apresentada, rodas pretas assim como a coluna traseira.

    Dentre os itens de auxílio à condução, a BYD antecipou apenas o básico para um modelo da marca: sistema de câmeras com visão 360° e sensores de estacionamento dianteiros e traseiros.


    Foto: Divulgação



    Fonte: Auto Industria

  • SUV da Renault de R$ 104 mi mexe com o mercado após forte desvalorização

    SUV da Renault de R$ 104 mi mexe com o mercado após forte desvalorização

    O mercado de automóveis seminovos registra uma excelente oportunidade para quem busca o máximo de espaço e robustez no orçamento em maio de 2026.

    Um dos modelos mais completos da fabricante francesa passou por um forte ajuste de revenda, transformando-se em uma das alternativas mais inteligentes frente aos carros compactos de entrada zero-quilômetro.

    Renault Duster Iconic Plus 1.3 TCe, ano de fabricação 2024, registrou uma queda acentuada em sua cotação oficial, passando a figurar em anúncios e avaliações pelo patamar atrativo de R$ 104.526,00.

    Queda expressiva de preço ultrapassa a barreira dos R$ 53 mil na Tabela Fipe

    O grande atrativo para os compradores de perfil racional que monitoram o varejo automotivo reside no montante bruto evaporado desde o seu faturamento original de fábrica.

    Quando foi lançado nas concessionárias autorizadas, o utilitário esportivo topo de linha exibia o preço de tabela de R$ 157.990,00.

    Ao atingir a cotação atual de R$ 104.526,00, o modelo acumulou uma desvalorização brutal de R$ 53.464,00, permitindo ao novo proprietário colocar na garagem um utilitário completo com motorização turbo moderna absorvendo todo o impacto da depreciação inicial.

    Essa folga financeira atrai frotistas e famílias que buscam um veículo durável sem precisar arcar com o preço cheio de uma unidade nova.

    O custo por benefício do modelo seminovo ganha destaque por entregar o porte ideal para os trajetos urbanos cotidianos e viagens longas pelas rodovias do país, oferecendo 4,37 metros de comprimento total e um dos maiores porta-malas da categoria, dotado de generosos 475 litros de capacidade volumétrica líquida para bagagens.

    Atributos técnicos e recheio tecnológico da versão Iconic Plus

    O desempenho mecânico constitui outro forte argumento de venda para o SUV da Renault, superando com facilidade as opções aspiradas comuns da concorrência.

    O utilitário vem equipado com o moderno motor 1.3 turbo TCe, propulsor desenvolvido globalmente em parceria com a engenharia da Mercedes-Benz, capaz de despedejar até 163 cavalos de potência linear trabalhando associado a uma transmissão automática do tipo CVT.

    Essa sinergia garante ótimas retomadas de velocidade e excelente estabilidade em trechos rodoviários, mantendo médias eficientes de consumo de combustível.

    A cabine da variante topo de linha Iconic Plus assegura conforto e ampla proteção ativa para os ocupantes através de um pacote recheado de itens de série:

    Com mais de R$ 53 mil de desvalorização acumulada, o Duster de alta cilindrada representa a melhor chance de fuga da inflação dos carros novos, sendo aconselhável realizar uma vistoria cautelar detalhada e conferir o plano de revisões periódicas obrigatórias antes de assinar o contrato final de compra.



    Fonte: Garagem 360

  • Scania testa caminhão elétrico que devolve energia para a rede

    Scania testa caminhão elétrico que devolve energia para a rede

    A Scania realizou com sucesso uma das primeiras demonstrações mundiais da tecnologia V2G (Vehicle-to-Grid) em caminhão pesado. O teste utilizou o novo sistema de recarga rápida Megawatt Charging System (MCS), um marco que aponta para a integração definitiva do transporte rodoviário elétrico de carga com a rede de energia elétrica.

    Com a recarga bidirecional, os caminhões elétricos a bateria exercem uma função que vai além do transporte de mercadorias. Quando estacionados nos pátios ou depósitos das transportadoras, os veículos funcionam como grandes baterias móveis capazes de fornecer eletricidade de volta para a rede. Essa dinâmica ajuda no equilíbrio do sistema elétrico nos horários de pico de consumo e reduz a necessidade de investimentos pesados em infraestrutura local.

    Integração inteligente com o sistema elétrico

    A demonstração prática da fabricante sueca alcançou parâmetros técnicos de até 1.000 A e 750 kW. O grande diferencial do projeto está na combinação do fluxo bidirecional de energia com uma comunicação segura e em tempo real entre o caminhão, o carregador e os sistemas de gestão energética.

    Essa troca de dados em segundo plano permite o controle dinâmico da carga e descarga da bateria conforme a demanda da frota e as condições de estabilidade da própria rede elétrica local.

    Redução de custos operacionais para frotas

    A tecnologia V2G cria novas oportunidades financeiras para os operadores de transporte. Ao devolver eletricidade nos momentos em que a tarifa está mais alta ou ao armazenar energia solar gerada no próprio depósito, as empresas conseguem reduzir os custos operacionais e otimizar o uso de fontes renováveis locais.

    Essa mudança de paradigma transforma o papel do frotista, que deixa de ser apenas um consumidor de energia para atuar como um provedor de energia para o mercado.

    Futuro do transporte elétrico de longa distância

    A viabilidade do transporte elétrico de longa distância depende de tecnologias de recarga ultrarrápida como o MCS. Ao agregar a funcionalidade V2G a essa infraestrutura, a Scania e o grupo Traton aceleram a transição energética global. A expectativa é que a tecnologia ganhe força inicialmente em depósitos fechados, onde os caminhões permanecem estacionados por períodos previsíveis e mais longos.


    Foto: Divulgação Scania



    Fonte: Auto Industria