Autor: automoveis

  • Hatch de R$ 123.800,00 mal chegou e vira dor de cabeça para Yaris Cross, Honda HR-V e BYD Dolphin

    Hatch de R$ 123.800,00 mal chegou e vira dor de cabeça para Yaris Cross, Honda HR-V e BYD Dolphin

    O Geely EX2 chegou ao Brasil com preço de R$ 123.800,00 na versão Pro e já começa a mexer com uma disputa que parecia concentrada entre SUVs compactos e elétricos mais conhecidos.

    Mesmo sendo um hatch elétrico, o modelo entra em uma faixa de preço que encosta em carros desejados por quem procura um veículo urbano, econômico e com boa proposta de tecnologia.

    A comparação com Toyota Yaris Cross e Honda HR-V não acontece pelo mesmo segmento. A pressão aparece porque o consumidor pode olhar para o EX2 como uma alternativa mais barata, elétrica e bem equipada.

    Geely EX2 chega por R$ 123.800 e mira quem quer fugir da gasolina

    Na condição comercial da marca, o Geely EX2 Pro aparece por R$ 123.800,00 à vista para pessoa física. Há também opção de financiamento com entrada de R$ 79.728,00 e saldo em 60 parcelas de R$ 990,00.

    Já o EX2 Max sobe para R$ 136.800,00, com pacote mais completo e proposta mais tecnológica.

    O modelo usa motor elétrico de 116 cv, bateria de 39,4 kWh e autonomia de 289 km pelo Inmetro. Para o uso urbano, esse conjunto coloca o hatch em uma posição competitiva, principalmente para quem roda bastante na cidade.

Por que o EX2 incomoda Yaris Cross e Honda HR-V?

O Yaris Cross e o HR-V continuam sendo SUVs compactos mais tradicionais, com carroceria elevada e forte apelo familiar.

Ainda assim, o EX2 entra em uma conversa perigosa para eles por causa do preço e do custo de uso. Quem não faz questão de um SUV pode encontrar no hatch elétrico uma alternativa mais racional para o dia a dia.

Modelo Ponto que pesa na disputa
Geely EX2 Pro Preço de R$ 123.800 e motor 100% elétrico
Toyota Yaris Cross SUV compacto recém-chegado e com forte expectativa
Honda HR-V Nome consolidado entre SUVs urbanos
BYD Dolphin Rival elétrico direto e mais conhecido no Brasil

BYD Dolphin ganha um rival direto

Contra o BYD Dolphin, a briga é mais clara. Os dois falam com o consumidor que já considera comprar um elétrico compacto, com foco em economia, tecnologia e uso urbano.

O Dolphin ainda tem mais presença de marca no país, especialmente pela força recente da BYD. Só que o EX2 chega com preço agressivo e já aparece entre os elétricos mais vendidos do Brasil.

O que o Geely EX2 oferece

O hatch também tenta compensar o tamanho menor com soluções práticas. O porta-malas pode chegar a 1.320 litros com os bancos rebatidos, enquanto o compartimento dianteiro adiciona mais 70 litros.

Outro ponto importante é a recarga rápida. Em carregadores compatíveis, a bateria pode ir de 30% a 80% em cerca de 21 minutos.

Disputa fica mais apertada entre elétricos e SUVs compactos

O Geely EX2 não precisa vender mais que Yaris Cross, HR-V ou Dolphin para virar problema. Basta roubar parte dos consumidores que estão pesquisando carros na faixa de R$ 120 mil a R$ 140 mil.

Com preço agressivo, bom pacote urbano e crescimento entre os elétricos, o hatch mostra que a disputa não está mais limitada aos SUVs compactos tradicionais.



Fonte: Garagem 360

  • Além do Toyota Yaris Cross: 5 rivais que não podem ser ignorados na hora da compra

    Além do Toyota Yaris Cross: 5 rivais que não podem ser ignorados na hora da compra

    O segmento de utilitários esportivos compactos passa por uma das transformações mais profundas de sua história no mercado automobilístico nacional em maio de 2026.

    A chegada do Toyota Yaris Cross estabeleceu um novo padrão de interesse voltado para a eficiência energética, atraindo consumidores que priorizam o baixo consumo de combustível na cidade.

    No entanto, o pioneirismo da fabricante japonesa encontra forte resistência em uma série de concorrentes que se prepararam com conjuntos motrizes eletrificados altamente competitivos, balançando a decisão de compra de quem busca o melhor custo por benefício.

    O panorama competitivo dos SUVs eletrificados de entrada

    A escolha do veículo ideal exige colocar na ponta do lápis os custos de aquisição e o nível de equipamentos entregues pelas marcas.

    Atualmente, dentro do segmento de SUVs compactos equipados com motor a combustão e elétrico, o Yaris Cross tem como rivais o Omoda 5, Fiat Pulse, Fiat Fastback e Jeep Renegade Longitude e Sahara. Compare os preços:

    Modelo e Configuração Proposta de Eletrificação Preço de Tabela
    Fiat Pulse Audace MHEV Híbrido Leve Flex R$ 136.990,00
    Fiat Pulse Impetus MHEV Híbrido Leve Flex R$ 151.490,00
    Jeep Renegade Longitude MHEV Híbrido Leve Flex R$ 158.690,00
    Omoda 5 Luxury SHS-H Híbrido Leve Gasolina R$ 164.990,00
    Fiat Fastback Audace MHEV Híbrido Leve Flex R$ 167.490,00
    Toyota Yaris Cross XRE HEV Híbrido Pleno Flex R$ 172.390,00
    Jeep Renegade Sahara MHEV Híbrido Leve Flex R$ 175.690,00
    Omoda 5 Prestige SHS-H Híbrido Leve Gasolina R$ 184.990,00
    Toyota Yaris Cross XRX HEV Híbrido Pleno Flex R$ 189.990,00

    Atributos estratégicos que mexem com a escolha do comprador

    A análise das opções revela que a Stellantis e os novos players chineses adotaram uma postura extremamente agressiva para cercar o modelo da Toyota.

    Enquanto o Yaris Cross defende a bandeira do sistema híbrido pleno (HEV), capaz de tracionar o veículo usando puramente eletricidade em manobras e baixas velocidades, os seus adversários diretos apostam na democratização financeira por meio dos sistemas híbridos leves (MHEV) de 12 e 48 Volts.

    Os diferenciais de cada oponente podem ser resumidos nos seguintes tópicos:

    Pesquisar as facilidades de financiamento, as taxas de juros oferecidas pelos bancos de fábrica e os bônus de supervalorização do seminovo na troca continua sendo o caminho ideal para garantir o melhor negócio.

    Com tantas alternativas qualificadas no mercado em 2026, fechar contrato sem avaliar a concorrência significa perder a chance de economizar uma quantia considerável.



    Fonte: Garagem 360

  • Stellantis segue liderando ranking de patentes no Brasil

    Stellantis segue liderando ranking de patentes no Brasil

    Em levantamento do INPI, Instituto Nacional da Propriedade Industrial, referente a empresas públicas e privadas, a Stellantis registrou em 2025 o maior número de depósitos de patentes de invenção no Brasil.

    Foram 225 registros, o que garantiu à gigante automotiva a liderança desse ranking pelo segundo ano consecutivo. Em relação a 2024, a empresa avançou 21,6% em número de depósitos.

    LEIA MAIS

    Stellantis lançará 60 novos modelos em todo o mundo até 2030

    “As patentes representam a força da Stellantis em transformar engenharia e pesquisa em soluções concretas para o mercado”, afirma Marcio Tonani, vice-presidente sênior dos Centros Técnicos de Engenharia para a América do Sul.

    O desempenho dos últimos dois anos, segundo o executivo, demonstra a relevância do trabalho desenvolvido no Brasil e reforça o papel estratégico da companhia no mercado sul-americano

    “Também evidencia a força da engenharia nacional na criação de soluções inovadoras alinhadas às necessidades dos consumidores da região, ampliando a geração de empregos qualificados e consolidando o Brasil como um polo estratégico de inovação na companhia”, complementa Tonani.

    O gerente de Engenharia Avançada da Stellantis, Toshizaemom Noce, destaca, nesse contexto, a importância da competitividade da indústria brasileira em um cenário de transformação da mobilidade.

    “Nosso trabalho é sustentado por uma estrutura robusta, que reúne milhares de engenheiros, dezenas de laboratórios e centros avançados de engenharia, além de parcerias com universidades e instituições de pesquisa”, conclui Noce.


    Foto: Pixabay



    Fonte: Auto Industria

  • Nova picape de R$ 299.990 é mais barata que Hilux e Ranger

    Nova picape de R$ 299.990 é mais barata que Hilux e Ranger

    O mercado brasileiro de picapes médias registrou um movimento estratégico de grande impacto neste mês de maio de 2026.

    A Ram oficializou o início das vendas da inédita Ram Dakota, modelo que chega para acender o sinal de alerta nos líderes históricos do segmento.

    Rompendo com a lógica de preços inflacionados da categoria, a marca do carneiro posicionou a versão de entrada Warlock 2.2 Diesel pelo valor altamente competitivo de R$ 299.990,00.

    Essa agressiva estratégia de faturamento desafia diretamente o domínio da Toyota Hilux e da Ford Ranger, estabelecendo uma nova referência de acessibilidade para caminhonetes equipadas com tração integral e motorização turbodiesel.

    Estratégia de precificação foca nas versões automáticas intermediárias

    O grande diferencial que torna a Ram Dakota mais barata que suas principais rivais baseia-se no posicionamento de sua lista de equipamentos de série desde a opção básica.

    Enquanto a Toyota Hilux e a Ford Ranger só oferecem valores abaixo dos R$ 300 mil em configurações de trabalho muito simples (frequentemente dotadas de câmbio manual e acabamento despojado voltado para frotistas), a Ram optou por iniciar a sua gama já com uma transmissão automática moderna e visual esportivo sofisticado.

    Ao fixar a versão Dakota Warlock em R$ 299.990,00, a Stellantis consegue atacar diretamente as variantes intermediárias e topo de linha das concorrentes, que costumam ultrapassar com facilidade a barreira dos R$ 330.000,00 ou R$ 340.000,00 nas lojas.

    Comparativo de mercado e conjunto mecânico da Dakota Warlock

    O confronto direto de valores evidencia a enorme vantagem financeira oferecida pelo novo lançamento da Ram para o bolso do comprador:

    Mecanicamente, a Ram Dakota não abre mão da robustez para cobrar menos.

    O utilitário vem equipado com um moderno motor 2.2 litros turbodiesel de quatro cilindros, capaz de despejar 200 cavalos de potência linear e excelentes 45,9 kgfm (450 Nm) de torque desde as baixas rotações.

    O conjunto é gerenciado por uma transmissão automática de oito marchas e sistema de tração 4×4 com reduzida eletrônica e bloqueio do diferencial traseiro, conjunto capaz de carregar mais de 1.020 quilos na caçamba e rebocar até 3,5 toneladas.

    A cabine entrega refinamento superior com um ecossistema digital composto por mais de 19 polegadas de telas (central multimídia de 12,3 polegadas e painel de instrumentos de 7 polegadas), além de seis airbags e tecnologias de segurança ativa (ADAS).

    Unindo força diesel e conforto premium por um valor inferior ao das rivais, a Dakota consolida-se em 2026 como a opção mais inteligente e lucrativa do mercado de picapes médias.



    Fonte: Garagem 360

  • Seu carro sabe mais sobre você do que seu celular?

    O avanço tecnológico transformou os automóveis modernos em verdadeiros smartphones sobre rodas. Equipados com GPS, câmeras internas e externas, comandos de voz e sistemas de telemetria em tempo real, os veículos inteligentes coletam um volume massivo de dados pessoais diariamente. No entanto, grande parte dos motoristas brasileiros ainda não se deu conta de que sua rotina está sendo monitorada a cada quilômetro rodado.

    O tema acende um alerta vermelho sobre privacidade e segurança digital. Para entender os limites legais dessa coleta e o impacto da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) no setor automotivo, conversamos com o advogado criminalista e digital, Lourival Tenório de Albuquerque.

     

    A ilusão do consentimento no painel

    Ao ligar um carro conectado pela primeira vez ou emparelhar sistemas como Android Auto e Apple CarPlay, o usuário é bombardeado com termos de privacidade complexos. Na prática, contudo, a liberdade de escolha do consumidor é quase nula.

    “O que se vê na prática é uma sequência de telas com textos longos, em fonte reduzida, escritos em linguagem técnico-jurídica, que o motorista precisa aceitar para ter acesso às funcionalidades básicas do veículo. Não há opção real de recusa sem perda significativa de funções. Existe um clique de aceite, mas materialmente não há consentimento livre nem específico. A lei brasileira considera nulo o consentimento obtido mediante formulários genéricos”, explica Albuquerque.

    Monetização invisível e o risco do perfilamento comercial

    Diferente do mercado norte-americano, em que montadoras foram flagradas vendendo dados de condução para inflar apólices de seguros às escondidas, o risco no Brasil desenha-se de forma mais sutil, por meio de programas de seguro por telemetria aceitos voluntariamente (como o Toyota Conecta) ou pelo compartilhamento opaco entre empresas do mesmo grupo econômico da montadora.

    O grande problema jurídico surge quando o veículo utiliza esses dados para fins publicitários sem autorização expressa, configurando um claro desvio de finalidade.

    De acordo com o especialista, o uso do GPS ou do assistente de voz para sugerir anúncios de parceiros comerciais no painel viola o artigo 6º da LGPD.

    Além disso, o monitoramento contínuo expõe hábitos extremamente sensíveis do motorista. “A geolocalização contínua revela padrões de vida: onde a pessoa dorme, onde trabalha, onde seus filhos estudam, se frequenta igrejas ou clínicas médicas específicas. Esses dados cruzados podem revelar indiretamente informações de saúde ou religião”, pontua o advogado.

    A monetização indevida dessas informações pode render processos baseados no Código de Defesa do Consumidor (CDC) e multas da ANPD que chegam a R$ 50 milhões por infração.

    De quem é a culpa em caso de ataque hacker?

    Com veículos cada vez mais integrados à nuvem, muitas vezes com servidores localizados fora do país, na China, EUA ou Europa, a vulnerabilidade cibernética se torna uma preocupação frequente aos consumidores. Caso o sistema de uma montadora seja invadido e o histórico de rotas dos clientes venha a público, a legislação brasileira prevê um mecanismo de proteção ao consumidor.

    Albuquerque esclarece que a LGPD adota a responsabilidade solidária (artigo 42) entre a montadora e as desenvolvedoras do software embarcado, como Google ou Apple.

    “Para o motorista prejudicado, a estratégia mais eficaz seria acionar solidariamente a montadora e a empresa de tecnologia. A montadora dificilmente conseguirá se eximir, pois é quem escolheu o parceiro tecnológico e quem é responsável pela segurança do sistema como um todo”, afirma. A concessionária que vendeu o produto físico, via de regra, fica fora dessa cadeia de responsabilidade digital.

    A venda do veículo seminovo

    Um dos maiores gargalos de segurança do mercado atual ocorre no momento da revenda do veículo usado. Se o antigo proprietário não revogar formalmente os acessos digitais e desvincular sua conta do chassi, ele mantém o acesso virtual aos dados do novo comprador.

    Em modelos específicos, como os ecossistemas da Tesla, o aplicativo de celular permite:

    • Rastrear a localização exata do carro em tempo real;

    • Travar e destravar as portas remotamente;

    • Visualizar o histórico completo de viagens;

    • Acessar o feed de câmeras internas e ouvir o áudio da cabine à distância.

    O especialista alerta que a não desconexão pode configurar crimes graves. “Isso configura acesso não autorizado a dados pessoais, monitoramento não consentido (podendo ser enquadrado como stalking digital pelo Código Penal) e acesso indevido a sistema informático.”

    O “limbo” dos canais de exclusão de dados

    Embora o artigo 18 da LGPD assegure ao cidadão o direito de exigir a eliminação definitiva de seus dados, biometria facial e histórico de voz das bases de dados corporativas em até 15 dias, o mercado automotivo brasileiro ainda patina na execução prática desse direito.

    A maioria das marcas operando no país não possui canais dedicados para essa finalidade. O consumidor frequentemente é empurrado para SACs genéricos ou orientado a ir presencialmente a uma concessionária, cujos funcionários não têm qualquer acesso ou gerência sobre os servidores centrais da montadora.

    A ausência de um canal claro e acessível com o Encarregado de Dados (DPO) permanece como o principal desafio para o consumidor que deseja reaver o controle de sua privacidade sobre quatro rodas.

    Carros com piloto automático: o que é a tecnologia e como usar?



    Fonte: CNN Brasil Auto

  • Novo SUV de R$ 129.990 mal chegou e já ameaça Tiggo 5X e Nissan Kait

    Novo SUV de R$ 129.990 mal chegou e já ameaça Tiggo 5X e Nissan Kait

    O Chevrolet Sonic 2027 ainda está em fase de chegada ao mercado brasileiro, porém já entrou em uma briga que costuma ser dominada por nomes mais conhecidos entre os SUVs.

    Com preço inicial de R$ 129.990, o novo SUV cupê da Chevrolet apareceu entre os 50 carros de passeio mais vendidos de maio, segundo dados parciais da Fenabrave até o dia 24.

    A estreia chama atenção porque o Sonic já encostou no Caoa Chery Tiggo 5X, ficou à frente do Nissan Kicks e começou a pressionar o Nissan Kait, modelo que também tenta ganhar espaço em uma das faixas mais disputadas do mercado.

    Chevrolet Sonic chega por R$ 129.990 e entra direto na briga dos SUVs

    De acordo com a Chevrolet, o Sonic 2027 parte de R$ 129.990 na versão Premier. A configuração RS aparece por R$ 135.990.

    O modelo é tratado pela marca como um SUV cupê, estratégia que mira consumidores interessados em visual mais esportivo, pacote tecnológico e posição de dirigir elevada.

    Entre os itens destacados pela Chevrolet estão:

    • faróis full-LED;
    • rodas de 17 polegadas;
    • frenagem autônoma de emergência;
    • alerta de ponto cego;
    • OnStar;
    • Wi-Fi nativo.

    Essa combinação coloca o Sonic em uma faixa sensível, porque ele não chega como o SUV mais barato da categoria, porém aparece com preço competitivo diante de rivais já estabelecidos.

    Estreia já encosta no Tiggo 5X e supera o Kicks

    Nos dados parciais de maio, o Chevrolet Sonic aparece com 1.688 unidades emplacadas. O número deixou o modelo na 31ª posição geral entre os carros de passeio.

    A diferença para o Tiggo 5X foi pequena. O SUV da Caoa Chery registrou 1.733 unidades, apenas 45 carros acima do lançamento da Chevrolet.

    Modelo Emplacamentos em maio* Posição
    Nissan Kait 2.065 26º
    Caoa Chery Tiggo 5X 1.733 30º
    Chevrolet Sonic 1.688 31º
    Nissan Kicks 1.618 33º

    *Dados parciais até 24 de maio.

    O recorte também mostra o Sonic à frente do Nissan Kicks, que somou 1.618 unidades no mesmo período.

    Nissan Kait ainda lidera, mas diferença acende alerta

    O Nissan Kait segue em vantagem, com 2.065 unidades emplacadas. Ainda assim, a distância de 377 carros para o Sonic mostra que a disputa pode ficar mais apertada nos próximos levantamentos.

    A leitura mais importante não é dizer que o Chevrolet já dominou o segmento, e sim que ele chegou com força suficiente para incomodar rivais que estavam mais consolidados.

    Para a Chevrolet, o Sonic amplia a presença da marca em uma faixa intermediária dos SUVs. Para Tiggo 5X, Kicks e Kait, a chegada do novo concorrente cria mais pressão justamente em um momento de mercado aquecido.

    Com preço de R$ 129.990, visual de SUV cupê e pacote tecnológico forte, o Sonic mal estreou e já virou um nome difícil de ignorar.



    Fonte: Garagem 360

  • BMW M4 Competition tem 510 cv, vai a quase 300 km/h e passa de R$ 1 milhão

    A BMW confirmou a chegada do novo M4 Competition para o mercado brasileiro em duas versões: Competition e Competition Track. Com foco na experiência ao volante, o cupê de duas portas traz um visual marcante e elementos exclusivos da divisão BMW M. 

    Embaixo do capô, o M4 carrega um biturbo de seis cilindros em linha com 510 cv de potência enviados para o eixo traseiro. São 510 cv de potência e 66,2 kgfm de torque. 

    Com 0-100 km/h em 3,9 segundos, o BMW M4 Competition só vai parar aos 290 km/h, quando o modelo limita a velocidade eletronicamente. Por fora, o esportivo tem rodas de 19 polegadas no eixo dianteiro e 20 polegadas na traseira. 

    Para conseguir dar conta de parar os mais de 500 cv de potência, o M4 conta com sistema de discos duplos ventilados e perfurados de 380 mm x 36 mm no eixo dianteiro e 370 mm x 24 mm na traseira.


    BMW M4 Competition
    BMW M4 Competition • BMW/Divulgação

    Já a configuração Track adiciona alguns elementos que aumentam a esportividade e também a condução. 

    • Freios M de carbono-cerâmica;
    • Bancos concha com estrutura de fibra de carbono;
    • Capas dos retrovisores externos em fibra de carbono;
    • Aerofólio em fibra de carbono;
    • Apliques nos para-choques em fibra de carbono;
    • Rodas na cor preta e pneus semi-slick.

    Cabine 

    No cockpit do M4, a BMW mescla a esportividade com a tecnologia. O cupê conta com sistemas interativos como Driving Assistant Professional, Parking Assistant Plus, assistente de farol alto, faróis BMW Full LED Adaptativos, M Head-Up Display e mais. 

    Entre os itens de conforto, tem carregamento wireless para celulares, ar-condicionado automático de duas zonas, central multimídia de 14,9 polegadas e painel de instrumentos com 12,3”. 


    Interior do BMW M4 Competition
    Interior do BMW M4 Competition • BMW/Divulgação

    Modo Drift 

    O BMW M4 também vem equipado com um sistema chamado de M Drift Analyzer. Ele é capaz de registrar duração, distância percorrida, linha e ângulo de drift com classificação exibida no display. 

    Já em pré-venda, o M4 Competition tem duas versões e nove opções de cores para a carroceria. Branco Alpino, Preto Safira, Azul Portimão, Vermelho Aventurine, Vermelho Toronto, Cinza Skyscraper, Cinza Brooklyn, Amarelo São Paulo e Verde Ilha de Man.

    • BMW M4 Competition – R$ 908.950;
    • BMW M4 Competition Track – R$ 1.015.950.

    BMW i4 recebe atualizações visuais na linha 2025; conheça



    Fonte: CNN Brasil Auto

  • BYD derruba R$ 25 mil no King; Virtus cai para R$ 96.875,00 e esquenta disputa

    BYD derruba R$ 25 mil no King; Virtus cai para R$ 96.875,00 e esquenta disputa

    O mercado de sedãs ganhou uma nova disputa de preço em maio. A BYD reduziu em R$ 25 mil o valor do King GL, enquanto a Volkswagen colocou o Virtus TSI Automático em uma condição agressiva de venda direta.

    Com a campanha, o BYD King GL passou de R$ 172.990 para R$ 147.990. Já o Volkswagen Virtus TSI AT 2026 aparece por R$ 96.875,00, valor válido para taxistas.

    A diferença entre os dois modelos chega a R$ 51.115, mas a comparação exige atenção. O preço do Virtus faz parte de uma condição específica para venda direta, não para o varejo comum.

    BYD King cai R$ 25 mil e entra na briga dos sedãs

    O desconto do King GL coloca o sedã híbrido plug-in da BYD em uma faixa mais competitiva. A redução de R$ 25 mil vale até o fim de maio e reposiciona o modelo diante de rivais tradicionais.

    BYD King na estrada

    Imagem: Divulgação/BYD

    O apelo do King está no conjunto mecânico híbrido, que combina motor 1.5 a combustão com propulsor elétrico. A potência combinada chega a 209 cv, com aceleração de 0 a 100 km/h em 7,9 segundos.

    Na lista de equipamentos, o sedã traz central multimídia giratória de 12,8 polegadas, painel digital, câmera 360°, banco do motorista com ajuste elétrico, chave presencial e carregador por indução.

    Preços deixam a disputa mais apertada

    Modelo Condição Preço
    BYD King GL Oferta com R$ 25 mil de desconto R$ 147.990
    VW Virtus TSI AT 2026 Venda direta para taxistas R$ 96.875
    Diferença Virtus abaixo do King nessa condição R$ 51.115

    Virtus de R$ 96.875 mira taxistas com condição especial

    A resposta da Volkswagen vem pelo Virtus TSI Automático 2026, oferecido por R$ 96.875,00 para venda direta a taxistas.

    A oferta é válida até 31/05/2026 nas concessionárias autorizadas Volkswagen. Para acessar a condição, é necessário apresentar documentos que comprovem a atividade de taxista e estejam devidamente regularizados.

    A Volkswagen também informa opção de financiamento pelo Banco Volkswagen, com entrada de R$ 48.437,50, equivalente a 50% do valor do carro. As condições incluem:

    Item Condição
    Entrada R$ 48.437,50
    Parcelas 24x de R$ 3.171,19
    Juros 0,99% ao mês
    Total da operação R$ 105.518,94
    CET 20,74%

    O IOF e a tarifa de cadastro já estão incluídos no cálculo das parcelas e no CET. Já os custos de registro de contrato podem variar conforme o Detran de cada estado.

    Disputa mostra caminhos diferentes no mercado

    A briga entre King e Virtus revela estratégias bem distintas. A BYD tenta tornar o sedã híbrido plug-in mais atraente para o consumidor que busca tecnologia, desempenho e pacote mais completo.

    A Volkswagen, por sua vez, aposta em uma condição muito agressiva para um público profissional.

    O Virtus não entra nessa faixa para qualquer comprador, mas vira uma alternativa forte para taxistas que buscam sedã automático com preço abaixo de R$ 100 mil.

    Com isso, a disputa esquenta por dois motivos: o King pressiona rivais no varejo com um corte pesado, enquanto o Virtus aparece como resposta competitiva em venda direta.



    Fonte: Garagem 360

  • Stellantis ameaça futuro de Citroën e Peugeot no Brasil, apontam rumores

    Stellantis ameaça futuro de Citroën e Peugeot no Brasil, apontam rumores

    A Stellantis colocou Citroën e Peugeot no centro de uma nova rodada de dúvidas no Brasil. O motivo é o plano global FaSTLAne 2030, que reorganiza investimentos, produtos e o papel de cada marca dentro do grupo.

    Oficialmente, não há anúncio de saída, encerramento de operação ou fim das marcas francesas no país.

    Ainda assim, a leitura de bastidor ganhou força porque a empresa deixou claro onde pretende concentrar dinheiro até o fim da década.

    Plano global muda o peso das marcas

    O plano prevê investimento de € 60 bilhões em cinco anos, com mais de 60 novos veículos e 50 atualizações até 2030.

    O ponto mais sensível está na distribuição dos recursos. A Stellantis informou que 70% dos investimentos em marca e produto serão direcionados para Jeep, Ram, Peugeot, Fiat e Pro One, a divisão de veículos comerciais.

    Essa escolha reforça o peso de Fiat e Jeep na América Latina, enquanto coloca a Peugeot em um grupo global relevante. A Citroën, por outro lado, aparece em outro patamar dentro da estratégia.

    Citroën vira regional e acende alerta

    A Citroën foi classificada entre as marcas regionais da Stellantis, ao lado de Chrysler, Dodge, Opel e Alfa Romeo. Isso não significa fim da operação, porém muda a percepção sobre o espaço que a marca pode ter nos próximos anos.

    No Brasil, essa mudança afeta diretamente modelos como C3, Aircross e Basalt, criados para disputar faixas mais acessíveis do mercado.

    Marca Papel no plano Leitura para o Brasil
    Fiat Prioritária Força em volume
    Jeep Prioritária Peso em SUVs
    Peugeot Prioritária global Precisa crescer no país
    Citroën Regional Operação mais tática
    Ram/Pro One Prioritárias Foco em rentabilidade

    Peugeot tem respaldo, mas ainda patina

    A Peugeot vive uma situação diferente. A marca aparece entre as prioridades globais da Stellantis, o que afasta o olhar de uma espécie de abandono.

    Mesmo assim, o Brasil segue como desafio. A marca ainda não transformou sua presença global em protagonismo local, especialmente diante da força de Fiat e Jeep dentro do próprio grupo.

    Peugeot 208

    Imagem: Reprodução/Peugeot

    Baixo volume aumenta pressão

    É nesse ponto que os rumores ganham força. Quando uma marca tem baixa participação, poucos lançamentos de impacto e depende de uma reorganização global, qualquer mudança de prioridade vira sinal de alerta.

    O novo plano não confirma cortes para Citroën e Peugeot no Brasil. Porém, mostra uma Stellantis mais seletiva, com foco em rentabilidade, escala e marcas capazes de entregar resultado mais rápido.

    Futuro pode passar por reposicionamento

    O cenário mais provável, por enquanto, não é uma saída imediata. A leitura mais segura é de reposicionamento.

    A Citroën pode ficar mais concentrada em modelos regionais, com proposta de custo-benefício. Já a Peugeot tem mais respaldo global, mas precisa justificar espaço com produtos competitivos e maior volume.

    A ameaça, portanto, não está em um comunicado oficial de encerramento. Está na pressão por resultado dentro de um grupo que decidiu deixar mais claro onde pretende colocar dinheiro, produto e energia nos próximos anos.



    Fonte: Garagem 360

  • Fiat Toro atinge marca de 650 mil unidades produzidas no Brasil

    A Fiat atingiu o marco de 650 mil unidades produzidas da picape Toro no mercado brasileiro. Lançado em 2016, o modelo é fabricado no Polo Automotivo Stellantis em Goiana (PE) e mantém a liderança de vendas em sua categoria desde que chegou às concessionárias.

    De acordo com os dados de emplacamentos divulgados pela montadora, o veículo registrou mais de 50 mil unidades comercializadas ao longo do ano de 2025. No acumulado dos primeiros meses de 2026, o modelo já soma cerca de 20 mil licenciamentos no país.

    Recentemente atualizada para a linha 2026, a picape recebeu alterações estéticas concentradas no desenho dos faróis DRL (Day Running Lights), grade dianteira e lanternas traseiras em LED. Na parte interna, as novidades incluem a adoção de freio de estacionamento eletrônico com função auto hold e novas entradas USB para os passageiros do banco traseiro.

    Atualmente, a cartela da Toro é composta por seis versões. A motorização se divide entre o motor Turbo 270 Flex, que entrega 176 cv de potência, e o novo motor MultiJet 2.2 Turbodiesel de 200 cv, que substituiu o propulsor a diesel anterior.

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    Fonte: CNN Brasil Auto