Autor: automoveis

  • Haval H6 tem queda de  R$ 32 mil; SUV fica mais barato que Tracker

    Haval H6 tem queda de R$ 32 mil; SUV fica mais barato que Tracker

    O Haval H6 entrou em uma disputa inesperada com o Chevrolet Tracker em maio. A GWM colocou o SUV híbrido em oferta para PcD, com redução de quase R$ 32 mil sobre a versão HEV2.

    Com a condição especial, o modelo que parte de cerca de R$ 199 mil aparece por R$ 167.991,80. O valor chama atenção porque deixa o Haval H6 abaixo do Tracker Premier 1.2 Turbo 2027, cotado a R$ 177.990.

    A comparação mexe com o segmento porque coloca um SUV médio híbrido, maior e mais potente, na faixa de preço de versões superiores de um SUV compacto.

    Haval H6 cai para menos de R$ 168 mil

    A oferta do Haval H6 HEV2 combina isenção de IPI com bônus de fábrica. Por isso, o preço promocional vale para o público PcD e não se aplica automaticamente a todos os compradores.

Ainda assim, o corte deixa a GWM em uma posição agressiva no mercado. O Haval H6 passa a brigar não apenas com SUVs médios, mas também com versões caras de compactos já consolidados no Brasil.

Na prática, o motorista elegível à condição especial encontra um SUV híbrido com preço menor que o Tracker Premier e pouco acima do Tracker LTZ.

Modelo Preço citado
Haval H6 HEV2 PcD R$ 167.991,80
Chevrolet Tracker LTZ 2027 R$ 160.790
Chevrolet Tracker Premier 2027 R$ 177.990
Chevrolet Tracker RS 2027 R$ 178.990

SUV híbrido pressiona Tracker com mais potência

O Haval H6 HEV2 usa conjunto híbrido com motor 1.5 turbo a gasolina e propulsor elétrico. A potência combinada chega a 243 cv, com torque de 55 kgfm.

Essa configuração coloca o modelo em outro patamar de desempenho frente ao Tracker, que aposta em motores turbo flex e segue como uma das principais referências entre os SUVs compactos.

A lista de equipamentos também ajuda a explicar a pressão sobre rivais. O H6 pode trazer itens como:

Condição especial aumenta briga entre SUVs

A oferta não muda o preço de tabela geral do Haval H6, mas cria uma vitrine forte para a GWM. Ao colocar o SUV híbrido abaixo de um Tracker Premier, a marca chinesa reforça uma estratégia que vem incomodando montadoras tradicionais.

Para o consumidor, o ponto central está na elegibilidade. Quem se encaixa nas regras PcD pode encontrar uma diferença relevante entre porte, tecnologia e preço.

para Chevrolet, Hyundai, Volkswagen e outras marcas do segmento, a promoção reforça uma pressão que vem crescendo: os SUVs híbridos chineses estão chegando cada vez mais perto dos compactos em preço, especialmente quando entram bônus, isenções e campanhas de varejo.



Fonte: Garagem 360

  • BYD Song Plus reduz parcelas para R$ 2.939,00 e aumenta disputa do mercado

    BYD Song Plus reduz parcelas para R$ 2.939,00 e aumenta disputa do mercado

    Financiar um SUV esportivo médio de última geração ficou muito mais viável para quem planeja trocar de veículo neste fechamento de maio de 2026.

    A BYD alterou o planejamento de sua diretoria comercial e anunciou condições diferenciadas de parcelamento para o Song Plus DM-i, trazendo mensalidades fixas na casa dos R$ 2.900,00.

    A iniciativa quebra o padrão de juros elevados praticados no mercado tradicional e joga o SUV híbrido plug-in em confronto direto com o tradicional Toyota Corolla Cross e o rival GWM Haval H6, forçando uma reconfiguração agressiva nas tabelas do varejo nacional.

    Regras e planilha detalhada das novas mensalidades

    A estratégia foca em diluir o custo mensal de aquisição para o proprietário, removendo a barreira do valor bruto à vista.

    O grande diferencial da campanha permite levar o BYD Song Plus para casa com prestações fixadas no valor exato de R$ 2.939,00.

    Essa facilidade de crédito está atrelada a uma engenharia financeira estruturada pelo banco da montadora.

    Os detalhes da simulação de crédito englobam os seguintes critérios de faturamento:

    Eficiência energética mexe com rivais de peso

    O reposicionamento financeiro do Song Plus DM-i atrai diretamente o público das classes C, D e E que busca máxima entrega por cada real investido.

    O modelo destaca-se por oferecer uma mecânica híbrida plug-in altamente eficiente, que combina um propulsor a combustão interna a um motor elétrico de tração.

    Essa sinergia garante médias de consumo excelentes e permite realizar trajetos urbanos cotidianos de forma 100% elétrica, sem queimar uma única gota de combustível.

    Essa redução agressiva no custo de rodagem e nas parcelas eleva o nível de pressão sobre o Toyota Corolla Cross híbrido, que não possui recarga externa, e sobre o GWM Haval H6.

    Ao provar que é possível usufruir de tecnologia avançada, central multimídia giratória moderna, amplo espaço familiar e sistemas de segurança ativa pagando mensalidades previsíveis, a BYD transforma a facilidade de crédito em sua maior arma de vendas.



    Fonte: Garagem 360

  • Geely EX2 enfrenta 1ª crise: clientes esperam por até 90 dias pelo rival da BYD

    Geely EX2 enfrenta 1ª crise: clientes esperam por até 90 dias pelo rival da BYD

    O Geely EX2 chegou ao Brasil com força suficiente para incomodar o BYD Dolphin Mini, mas o bom início também trouxe o primeiro problema para a marca: a falta de unidades em algumas concessionárias.

    O hatch elétrico voltou a registrar fila de espera, com prazo que pode chegar a 90 dias, dependendo da versão e da cidade.

    A situação aparece em um momento importante, já que o modelo disputa espaço entre consumidores que buscam um elétrico compacto, urbano e mais acessível.

    A maior pressão recai sobre a versão Max, que aparece com prazos mais longos em diferentes praças. Já a configuração Pro ainda tem disponibilidade pontual em algumas lojas, embora também registre espera em determinadas regiões.

    Geely EX2 tem fila de espera em várias cidades

    O prazo informado por concessionárias varia conforme estoque, versão e previsão de chegada de novos lotes. Em Salvador e Alphaville, por exemplo, a espera pode chegar a 90 dias em algumas configurações.

    No Rio de Janeiro, o prazo fica entre 30 e 60 dias, dependendo da versão. Em Brasília, a entrega da configuração Max pode ficar para agosto.

    Cidade/região Versão citada Prazo informado
    Salvador (BA) Pro e Max até 90 dias
    Alphaville (SP) Max até 90 dias
    Alphaville (SP) Pro 30 a 40 dias
    Rio de Janeiro (RJ) Pro pelo menos 30 dias
    Rio de Janeiro (RJ) Max até 60 dias
    Brasília (DF) Max entrega até agosto
    São Paulo (Zona Sul) Max 45 a 60 dias

    A fila mostra que o EX2 despertou interesse rápido, mas também abre espaço para uma dor comum em lançamentos importados: o cliente pode gostar do carro, entrar na loja e não encontrar pronta entrega.

    Preços e versões do Geely EX2

    O EX2 é vendido no Brasil em duas versões principais. A Pro tem preço de referência de R$ 123.800, enquanto a Max aparece por R$ 136.800.

    Versão Preço de referência
    Geely EX2 Pro R$ 123.800
    Geely EX2 Max R$ 136.800

    O modelo tem motor elétrico de 116 cv, bateria de 39,4 kWh e autonomia de 289 km pelo Inmetro. A recarga rápida de 30% a 80% pode ser feita em cerca de 21 minutos, segundo dados da marca.

    Imposto maior aumenta pressão sobre a Geely

    A fila também surge antes de uma mudança importante para os elétricos importados. Em julho, o imposto de importação para esse tipo de veículo deve subir de 25% para 35%.

    Isso coloca a Geely em uma corrida para equilibrar estoque, preço e margem no Brasil. Caso a marca não consiga normalizar a chegada de unidades, o EX2 pode perder parte do impulso inicial justamente quando começou a ganhar força contra a BYD.

    A saída de médio prazo está na nacionalização. A Geely planeja produzir o EX2 em São José dos Pinhais (PR), em estrutura ligada à Renault, com vendas do modelo nacional previstas para o último trimestre de 2026.

    Até lá, o desafio será transformar a alta procura em entregas rápidas. Afinal, o EX2 já mostrou que tem público, mas agora precisa provar que consegue atender esse interesse sem deixar o comprador esperando demais.



    Fonte: Garagem 360

  • Hyundai corta R$ 50 mil do Creta e pressiona T-Cross e Kicks

    Hyundai corta R$ 50 mil do Creta e pressiona T-Cross e Kicks

    A Hyundai entrou mais forte na briga dos SUVs compactos com uma campanha que coloca o Creta em condição especial por tempo limitado.

    A ação soma R$ 50 mil em descontos entre duas versões do modelo e muda a comparação com rivais como Volkswagen T-Cross e Nissan Kicks, especialmente para quem procura um SUV 0 km abaixo da faixa dos R$ 150 mil.

    Hyundai Creta tem corte forte em duas versões

    A oferta envolve o Creta Comfort e o Creta Limited, duas configurações importantes dentro da linha do SUV.

    O Creta Comfort aparece por R$ 129.990, enquanto o Creta Limited sai de R$ 173.390 para R$ 149.990 na campanha. As condições são válidas até 3 de junho de 2026, conforme a página de ofertas da Hyundai CAOA.

    Na prática, a soma dos abatimentos chega a R$ 50 mil, considerando os descontos aplicados às duas versões destacadas na campanha.

    Versão do Hyundai Creta Preço de referência Preço em oferta Desconto
    Creta Comfort R$ 156.590 R$ 129.990 R$ 26.600
    Creta Limited R$ 173.390 R$ 149.990 R$ 23.400
    Total somado     R$ 50.000

    Creta fica em faixa perigosa para T-Cross e Kicks

    O ponto que mais chama atenção é o posicionamento do Creta Comfort. Por R$ 129.990, o SUV da Hyundai passa a disputar consumidores que poderiam olhar para versões de entrada ou intermediárias de outros compactos.

    Já o Creta Limited por R$ 149.990 cria uma pressão diferente. Ele entra em uma faixa em que muitos compradores esperam encontrar um pacote mais completo, sem necessariamente avançar para versões mais caras de rivais diretos.

    Essa condição pesa porque o segmento de SUVs compactos é um dos mais disputados do país. Nele, preço, equipamentos e financiamento podem mudar rapidamente a decisão de compra.

    Por que a oferta mexe com o mercado?

    A Hyundai tenta usar o preço como argumento para recolocar o Creta no radar de quem compara modelos antes de fechar negócio.

    De todo modo, apesar do corte agressivo, o consumidor precisa conferir os detalhes diretamente na concessionária.

    Afinal, valores podem variar conforme versão, estoque, região, modalidade de compra e aprovação de crédito. Em ofertas desse tipo, também é comum haver regras específicas para faturamento, bônus ou condições de financiamento.

    Hyundai tenta ganhar espaço com preço mais agressivo

    Com o Creta em oferta, a Hyundai cria uma situação incômoda para T-Cross e Kicks.

    O SUV passa a disputar não apenas por reputação ou pacote de equipamentos, mas também por uma diferença de preço que pode pesar bastante na negociação.

    Para quem acompanha o mercado, a campanha mostra que a briga dos SUVs compactos entrou em uma fase mais agressiva. Para o consumidor, o recado é direto: antes de fechar negócio, comparar versões e condições pode fazer uma diferença de milhares de reais.



    Fonte: Garagem 360

  • Lat.Bus 2026 já tem 130 expositores confirmados

    Lat.Bus 2026 já tem 130 expositores confirmados

    Com a participação das principais encarroçadoras de ônibus do País, a Lat.Bus 2026 já tem 130 expositores confirmados, número que pode crescer pois ainda há espaços sendo comercializados no São Paulo Expo, na capital paulista, de 11 a 13 de agosto.

    Entre outras empresas, estarão presentes a Busscar, Caio, Comil, Irizar, Marcopolo (Volare e Neobus) e Mascarello.

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    Move Brasil anima segmento de ônibus

    Para o presidente da Fabus, Associação Nacional dos Fabricantes de Ônibus, Ruben Bisi, a edição deste ano deve se consolidar como um dos  mais importantes pontos de encontro entre executivos da indústria nacional e seus parceiros em diferentes áreas.

    “A Lat.Bus mostra para a América Latina e para o mundo o que existe de mais moderno na indústria nacional em termos de chassi, carrocerias, peças e tecnologia”, comenta Bisi, lembrando que o Brasil é um grande exportador do setor, atendendo a mais de 140 países com produtos dos segmentos rodoviário, urbano, fretamento e micro-ônibus.

    A feira, segundo o executivo, também será um espaço político para os associados discutirem diretrizes que protejam o mercado interno da invasão dos produtos importados.

    “O objetivo da indústria brasileira não é o protecionismo cego, mas sim a isonomia tributária e regulatória em relação às empresas estrangeiras que desejam trazer seus ônibus para o País”, pontua o dirigente da Fabus.

    Ele comenta, ainda, que o Brasil tem muito a mostrar ao mundo em termos de decarbonização, por não depender de uma única solução sustentável. A feira, assim, será palco para apresentar uma matriz energética eclética, que inclui os modelos elétricos e híbridos, biocombustíveis, biogás e biometano.

    Em 2024, sua última edição, a Lat.Bus recebeu visitantes de 30 países e movimentou R$ 5 bilhões em negócios nos três dias, com 4.500 ônibus vendidos (entre chassis e carrocerias).


    Foto: Divulgação



    Fonte: Auto Industria

  • Voge investe R$ 10 milhões e quer vender 12 mil motos em 3 anos

    Voge investe R$ 10 milhões e quer vender 12 mil motos em 3 anos

    Após mais de 3 anos de pesquisas sobre o mercado brasileiro, a chinesa Voge iniciou operações no Polo Industrial de Manaus, AM, agora em maio e promoveu nesta quarta-feira, 27, o lançamento oficial da marca no País.

    Com vasta experiência no setor de duas rodas, Rodrigo Moutinho, gerente-geral da Voge Brasil falou sobre o histórico da chegada da empresa por aqui e também dos ambiciosos planos até o final desta década.

    Confirmou investimento inicial de R$ 10 milhões na produção em Manaus em parceria com a Dafra e também no lançamento de quatro modelos no mercado brasileiro, cujas vendas serão iniciadas entre o final de junho e início de julho.

    Todos premium e com garantia de 5 anos, os modelos são as motos DS900X e VOGE SR4 MAX e os scooteres SR 3 e SR4. A empresa apenas revelou a faixa de preço de cada um deles, promotendo para daqui a 15 dias os valores exatos.

    A DS900X, a mais cara, de 895 cc, custará entrR$ 75 mil e R$ 79 mil. A Scooter mais barata, de 244,3 cc, a SR3, terá preço entre R$ 35 mil e 39 mi.

    Rede e produção

    Inicialmente operando com três concessionárias — nas capitais paulista, paranaense e do Rio de Janeiro —, o projeto é abrir mais três ainda este ano — Belo Horizonte, Brasília e em Campinas, SP — e ter 32 casas até 2030.

    Para o biênio 2027/2028, a marca ganha aceleração e deve expandir ainda mais no Sul e Sudeste e para os estados do Norte e Nordeste do Brasil.

    Em Manaus, a empresa já conta com alguns parceiros fornecedores, dentre os quais Pirelli, Moura e Motul.

    “Pretendemos vender 1,2 mil unidades de julho a dezembro, todas montadas aqui a partir de unidades CKD vindas da China, com alguns componentes locais”, informou Moutinho, revelando que a meta é atingir 12 mil motos e scooteres vendidos no Brasil em 3 anos.

    Realizado no Clube Hípico de Santo Amaro, em São Paulo, o evento do lançamento oficial da marca pertencente ao grupo chinês Locin tem parceria no Brasil, para a distribuição de produtos, com o grupo argentino Vacas & Caruso.


    Fotos: Divulgação/Voge



    Fonte: Auto Industria

  • Fiat Toro encara ano de desafios à liderança

    Fiat Toro encara ano de desafios à liderança

    Depois do segmento de SUVs, cada vez mais predominante nos licenciamentos do mercado interno e, por conta disso, alvo da maioria das novidades neste e nos últimos anos, a categoria de picapes médias deve ser a segunda que mais terá novidades genuínas nos próximos meses.

    Já estão confirmados os lançamentos de ao menos três produtos inéditos em todo o mundo. Neste ano ainda, da a Renault Niagara e BYD Mako, e a Volkswagen Tukan em 2027. As duas últimas produzidas no Brasil, enquanto a Niagara será fabricada na Argentina.

    O portfólio à disposição dos consumidores brasileiros chegará a seis veículos até meados do ano vem. Hoje são quatro opções: Fiat Toro, RAM Rampage, Chevrolet Montana e a Renault Oroch, que será substituída pela Niagara.

    Será um novo desafio e realidade para a Toro, modelo que está à frente do segmento desde 2016, quando foi lançado, poucos meses depois da apresentação da Oroch, e que alcançou 650 mil produzidas desde então na fábrica da Stellantis de Goiana, PE.

    Com 17,3 mil licenciamentos, a Toro respondeu por praticamente 50% das vendas do segmento no primeiro quadrimestre, que somou 34,4 mil unidades negociadas, patamar semelhante ao que deteve ao longo de todo o ano passado, quando suas 52,1 mil unidades representaram quase 48% do total.

    Picapes

    Mesmo após uma década, a picape Fiat mostra fôlego comercial acima das concorrentes. Enquanto as vendas do segmento alcançaram 34,4 mil unidades de janeiro a abril, 5% a mais do que em igual período do ano passado, as da Toro evoluíram 13%.

    A  Rampage, também produzida pela Stellantis em Goiana, acumulou 8,2 mil licenciamentos, os mesmos 13% de evolução e que a assegura como a segunda picape média mais vendida. Montana (5,2 mil) e Oroch (3,8 mil), por outro lado, tiveram recuo dos licenciamentos de 20% e 4,5%, respectivamente.

    “A Toro é um sucesso desde o seu lançamento porque consegue entregar performance e robustez sem deixar de lado o conforto e sofisticação”, afirma Frederico Battaglia, diretor das marcas Fiat e Abarth para a América do Sul.

    Vendida em seis versões, a picape é a única do segmento com motores flex e diesel, além de tração 4×4. Passou no começo do ano por atualização estética mais representativa e em breve estará na loja a motorização híbrida leve flex com sistema de 48 V.

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    Um nova geração da Toro está acertada para ser lançada em mais dois ou três anos. Em recente apresentação do plano estratégico mundial FaSTLane para os proximos cinco anos, realizada nos Estados Unidos, Herlander Zola, presidente da operação América do Sul, destacou a continuidade do que chama de “ofensiva de picapes” na região.

    O executivo exibiu imagem na qual se destacam a renovação da Rampage, da Fiat Strada e da própria Toro. Sinalizou que a Stellantis não abrirá mão de seu flagrante domínio em comerciais leves, picapes especialmente, que superou 50% no mercado brasileiro, mais de 45% só da marca Fiat


    Foto: Divulgação



    Fonte: Auto Industria

  • Stellantis investirá US$ 70 bilhões até 2030 com expansão de parcerias

    Stellantis investirá US$ 70 bilhões até 2030 com expansão de parcerias

    Primeiro plano quinquenal apresentado pelo CEO Antonio Filosa, que comandou a empresa no Brasil entre 2021 e 2025, prevê mudanças profundas em relação ao antecessor Carlos Tavares. Agora a empresa vai acelerar os cronogramas de lançamentos de 60 novos modelos até 2030 com motores a combustão, híbridos e elétricos, além de resolver o problema de excesso de capacidade industrial que afeta quase todas as indústrias de veículos ao redor do mundo.

    Antonio Filosa Stellantis

    A estratégia é cortar desperdícios pela simplificação de plataformas e ampliar as parcerias de produção compartilhada com as chinesas Leapmotor e Dongfeng, a indiana Tata Motors e a inglesa Jaguar Land Rover. Somente na Europa, o grupo franco-ítalo-germano-americano registra capacidade ociosa de 800.000 unidades anuais e algumas unidades fabris poderão ser fechadas. Nos EUA também há planos de diminuir ociosidade das fábricas.

    Filosa frisou que as parcerias vão otimizar o uso de capacidades produtivas já existentes, melhorar a competividade em compras de autopeças e componentes eletrônicos, compartilhar investimentos em pesquisa e desenvolvimento, além de acessar mercados em que a participação do conglomerado de marcas ainda pode crescer.

    Na América do Sul, a empresa dirigida pelo brasileiro Herlander Zola tem posições de liderança no Brasil e na Argentina, mas pretende aumentar as vendas em 10% até 2030. Além do novo compacto Argo, serão renovadas as picapes Strada, Toro e Rampage e lançamento do SUV compacto Avenger.

    GM vai lançar Onix Eco com motor a etanol

    A volta do combustível vegetal foi antecipada pelo site Webmotors com base em informações de concessionárias. Silêncio da GM indica que o lançamento acontecerá mesmo nas próximas semanas e incluirá também o sedã Onix Plus Eco. Desde 2006 não saíram mais das linhas de montagem motores projetados para consumir apenas etanol. Isso ocorreu porque os motores flex surgiram em 2003 e se expandiram rapidamente em razão da escolha do motorista pelo menor custo/km que, entretanto, varia em função dos ciclos agrícolas de produção de cana. Etanol hidratado é competitivo quando custa 23% menos que a gasolina comum atual com 30% de etanol anidro.

    A marca americana percebeu logo que o Governo Federal havia concedido um estímulo fiscal para motores exclusivamente a etanol por meio do programa Mover e aproveitou o fato de que seus motores de versões de entrada utilizam injeção indireta de combustível e, portanto, menor custo de produção. Isso permitiu alcançar preços bastante competitivos de R$ 103.990 para o hatch e de R$ 106.990 para o sedã. Ambos incluem câmbio automático de seis marchas e se tornam especialmente atraentes para automóveis usados por taxistas e motoristas de aplicativos como Uber e 99. Estes não precisam de SUVs que estão na moda, contudo mais caros.

    Resta saber se outros fabricantes também aproveitarão a oportunidade ou se, por razões de custos de produção e pelo fato de que o preço do etanol não ser tão competitivo fora dos Estados produtores do combustível vegetal ao longo do ano todo, deixarão os dois modelos da GM sem concorrentes.

     

    Impressões: 911 Turbo S é modelo avassalador

    Sempre houve expectativa sobre como a Porsche iria abordar a era da hibridização. A resposta veio com o 992.2 Turbo S T-Hybrid. Não se trata de um híbrido convencional e a fabricante alemã tem suas razões. Para começar, a cilindrada diminuiu de 3,8 L (992.1) para 3,6 L e a potência subiu para nada menos que 711 cv (o mais potente até hoje). Torque passou a impressionantes 81,6 kgf·m. Agora são dois turbos elétricos (antes só um) compactos e leves. Existe também um terceiro motor elétrico de 82 cv e 19,2 kgf·m entre o motor e a caixa de câmbio automática de duas embreagens (PDK). Acrescentada ainda uma pequena bateria arrefecida a água, na parte dianteira, de 1,9 kW⋅h.

    Uma mudança foi a redução inédita da velocidade máxima de 330 km/h para 320 km/h, pois obrigaria a aumentar a pressão dos pneus e diminuir conforto de marcha. O novo Turbo S renovou o recorde de volta em Nürburgring (circuito norte de 20,8 km) por 14 s menos mesmo com 85 kg extras. Sistema elétrico de 400 V não chega a poupar combustível e sim aumenta o controle dinâmico de chassi. Coeficiente aerodinâmico foi reduzido em 10%.

    Primeiro contato ao volante, no Autódromo Velocitta (Mogi Guaçu – SP), superou expectativas. Uma pista com retas curtas, bastante exigente para os freios e curvas desafiadoras. Para começar, a aceleração impressiona: 0 a 100 km/h em 2,5 s e, acredite, um décimo de segundo mais rápido que um F-1. Capacidade de frenagem supera, praticamente, todos os outros carros esporte: de 100 km/h a zero entre 29 m e 31 m, na média das revistas especializadas. Comportamento neutro nas curvas é outra característica que salta aos olhos, além da sonoridade ímpar do escapamento.

    Ferry Porsche costuma dizer que “o melhor Porsche é sempre o próximo”. Não há por que duvidar.

     

    Teste: Volvo EX30 Ultra Twin acelera para valer

    O modelo elétrico da Volvo destaca-se, logo de início, pela exuberância do desempenho. Era de se esperar, pois os dois motores somam 428 cv, além do torque combinado chegar a 55 kgf·m. Apesar de ser um SUV, sua altura não está muito distante de um hatch, mas o estilo é uma das suas qualidades tanto visto de frente, quanto de trás e de perfil.

    Dimensões (mm): comprimento, 4.310; entre-eixos, 2.620; largura, 1.770; altura, 1.655. Volumes (L): porta-malas, 391 (dianteiro, 7); Massa: 1.850 kg. Bateria (kW⋅h): 69. Motores elétricos: potência, 272 cv (traseiro) e 156 (dianteiro); torque, 35 kgf·m (traseiro) e 20 kgf·m (dianteiro). Alcance (Inmetro km, cidade/estrada): 403/371. Tração 4×4 sob demanda. Aceleração 0 a 100 km/h (s): 3,6.

    A chave tipo cartão não é tão prática para carregar (fácil de perder) e abrir as portas. Ainda precisa ser colocada sobre o carregador por indução para energizar os motores. Sem quadro de instrumentos, fica tudo concentrado na tela multimídia vertical de 12,3 pol. Para ler a velocidade tem que desviar o olhar. Regulagem dos espelhos laterais e abrir a tampa do porta-luvas, tudo pela tela (“invenção” da Tesla). Espaço para pernas e cabeças no banco traseiro não é tão bom, inclusive pelo assoalho alto em razão da bateria.

    Pelo desempenho oferecido as suspensões poderiam ser um pouco mais firmes, embora sem comprometer. Em rodovias, principalmente, o sol incomoda porque o teto transparente não possui cortina. Está presente todo o pacote de sistemas avançados de assistência ao motorista de segurança (Adas, na sigla em inglês), tradição da marca sueca, controlada pela chinesa Geely desde 2010. Sistema de manutenção na faixa de rodagem funciona de forma discreta.

    Preço: R$ 309.950.

     

    Feira de personalização de carros em São Paulo

    Com o nome sugestivo de Detail Land, a feira realizada no último fim de semana mostrou que há um mercado crescente desta atividade. O evento foi inteiramente dedicado às novidades e tecnologias de estética para veículos. A ideia surgiu em Jundiaí, a 55 km da capital paulista, por iniciativa do empresário Cláudio Rossoni. Depois de quatro edições anuais, migrou para São Paulo e em dois dias atraiu cerca de 22.000 pessoas.

    No total, contou com 53 expositores e 65 marcas dedicadas à personalização, envelopamento de carrocerias, cuidados com pintura e acessórios específicos fora do convencional. Ou seja, concentração nos detalhes que atraem cada vez mais interessados, a exemplo do que ocorre no exterior. Na próxima edição, em maio de 2027, a área de exposição vai dobrar de 6.000 para 12.000 m2.


    Fotos: Divulgação



    Fonte: Auto Industria

  • Último adeus: hatch da Renault é vendido na faixa de preço do Fiat Mobi

    Último adeus: hatch da Renault é vendido na faixa de preço do Fiat Mobi

    O segmento de automóveis elétricos no Brasil registra uma oportunidade inédita para quem deseja ingressar na mobilidade zero emissões sem gastar uma fortuna neste mês de maio.

    Diante da consolidação de concorrentes de peso como o BYD Dolphin, a Renault encerrou oficialmente a comercialização do Kwid E-Tech zero-quilômetro no país.

    No entanto, o fim da linha do modelo nas concessionárias gerou um efeito colateral extremamente benéfico para o mercado de seminovos.

    As unidades usadas do compacto movido a bateria podem registrar preços equivalentes aos de hatches populares de entrada a combustão, a exemplo do Fiat Mobi e do próprio Kwid tradicional.

    Desvalorização de até 54 por cento derruba preços do compacto elétrico

    Lançado originalmente por valores que orbitavam a casa dos R$ 142.990,00, o Renault Kwid E-Tech, ano e modelo 2023, sofreu uma depreciação acentuada nas tabelas de cotação oficial.

    De acordo com os dados consolidados da Tabela Fipe de maio de 2026, o hatch elétrico pode ser encontrado atualmente por valores na faixa de R$ 65.520,00, registrando uma queda histórica de até 54% em relação ao seu valor inicial.

    Esse patamar financeiro agressivo joga o elétrico usado na mesma prateleira de valores de hatches populares seminovos, posicionando-se inclusive abaixo do preço público sugerido de um Fiat Mobi zero-quilômetro nas redes autorizadas.

    Essa drástica correção de mercado permite ao novo comprador absorver todo o impacto da desvalorização inicial, colocando na garagem um veículo moderno focado em máxima eficiência tarifária.

    Atributos urbanos e a economia imbatível do modelo da Renault

    Mesmo fora do catálogo de novos da marca francesa, o Kwid E-Tech seminovo desponta como uma escolha altamente inteligente para motoristas urbanos, profissionais autônomos e frotistas.

    O modelo preserva as vantagens estruturais que o consagraram na época de seu lançamento, como a facilidade de estacionamento devido ao porte compacto e o baixíssimo custo de manutenção preventiva por quilômetro rodado.

    As principais características técnicas do hatch englobam os seguintes dados:

    Apostar no Kwid E-Tech no mercado de usados representa uma decisão de consumo assertiva para quem deseja experimentar as vantagens da eletrificação sem pagar o preço cheio de uma unidade nova.

    Recomenda-se apenas realizar uma vistoria cautelar detalhada e checar a saúde das células de energia na concessionária antes de assinar o contrato final de compra.



    Fonte: Garagem 360

  • Ferrari Luce tem repercussão negativa e design ousado causa polêmica

    A Ferrari Luce foi lançada e causou um rebuliço nas redes sociais. O primeiro carro elétrico da fabricante italiana foi alvo de muitas críticas a respeito do visual um tanto quanto ousado. 

    No Instagram, um usuário da rede social mostrou decepção ao ver as imagens do carro: “Primeiro dos carros da Ferrari que não”. 

    Já um outro comentário compara o design da Ferrari com o de marcas chinesas: “Se tirar o emblema da Ferrari, iam dizer que é um carro conceito de alguma marca chinesa”, afirmou o internauta. 

    Em meio às críticas, as ações da Ferrari despencaram mais de 8% nesta terça-feira (26). Investidores e críticos reagiram ao novo carro elétrico Luce e o questionamento era se ele se mantinha fiel à identidade da marca.

    Confira abaixo a transcrição exata de alguns comentários a respeito da Ferrari Luce:

    • “Nessa aí pode mudar a logo da maca pra uma bateria, pq o simbolismo do cavalo já era”;
    • “Carro muito estranho”;
    • “Para uma Ferrari ficou devendo e mto, os carros chineses dão um baile em design neste fácil”.

    Apesar das críticas, também encontramos alguns comentários positivos como: “Só eu que gostei?”, perguntava um internauta no Instagram.

    Em resposta, uma outra pessoa respondeu que adora a mistura de retro com contemporâneo.


    Ferrari Luce
    Ferrari Luce • Ferrari/Divulgação

    Como é a Ferrari Luce?

    Com quatro motores elétricos, a Ferrari Luce chega a 1.050 cv de potência entregues de uma maneira jamais vista na marca — agora com torque imediato. 

    Além disso, promete ir de 0 a 100 km/h em apenas 2,5 segundose chega aos 200 km/h em 6,8 segundos.

    A aceleração só para ao atingir os 310 km/h de velocidade máxima — um número superlativo considerando os 2.260 kg de peso. 

    Outro destaque está na aerodinâmica. O modelo possui soluções ativas para melhorar o fluxo de ar e reduzir o consumo de energia, além de suspensão adaptativa e sistema de carregamento rápido de até 350 kW. 

    Com bateria de 122 kWh, a Ferrari Luceconsegue rodar mais de 530 km com uma única carga, pelo ciclo WLTP.


    Interior da Ferrari Luce
    Interior da Ferrari Luce • Ferrari/Divulgação

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    Fonte: CNN Brasil Auto