Autor: automoveis

  • Porsche renova aposta em SUVs com Cayenne elétrico

    Porsche renova aposta em SUVs com Cayenne elétrico

    A Porsche tem se revelado um prodígio nas vendas de esportivos, naturalmente bem caros, no Brasil. Se ampliarmos a análise para as chamadas marcas premium, tem superado até mesmo empresas de portfólio bem mais amplo, como a conterrânea alemã Audi.

    Em 2025, a Porsche alcançou 5,5 mil licenciamentos, número inferior apenas aos alcançados por BMW, Volvo e Mercedes-Benz. O resultado, contudo, ficou aquém também das 6,3 mil unidades entregues em 2024, mas que foi resultado recorde na tajetória da marca no País

    O declínio, portanto, não assusta à cupula diretiva da Porsche Brasil, primeira subsidiária da montadora na América Latina e que completará 11 anos em julho. O desempenho do ano passado está dentro do patamar de 5 mil veículos anuais estabelecido a partir de 2023. Até então, era comum a marca vender bem menos, algo acima de 3 mil unidades.

    No primeiro quadrimestre de 2026 a empresa já esbarrou nos 1,6 licenciamentos, o que novamente sinalizaria mais um ano próximo dos 5 mil veículos.

    Sinalizaria! Porque a partir desta semana a Porsche deflagrou campanha de pré-venda de novidade que pode amealhar mais uma parcela de abastados clientes, especialmente os adeptados e entusiastas da mobilidade elétrica, para superar essa média.

    Porsche Cayenne Electric

    A marca promoveu avant première do novo Cayenne Electric, utilitário-esportivo que estará oficialmente na rede de concessionárias em quinze cidades a partir de setembro. O SUV não é apenas um dos oito modelos Porsche oferecidos aqui, mas o de maior volume de vendas.

    No ano passado, com quase 1,8 mil unidades, respondeu por praticamente um terço do total negociado pela empresa. Foi o veículos da marca mais vendido. Superou inclusive o Macan, SUV de menor porte e valor bem inferior, que se aproximou de 1,7 mil licenciamentos.

    O Cayenne elétrico será importado com carrocerias SUV e Coupé, ambas nas três versões Electric, S Electric e Turbo Electric. A terceira, mais potente, desenvolve impressionantes 1.156 cv de potência e acelera de 0 a 100 km/h em 2,5 segundos. É o “Porsche de produção em série mais potente já criado!”, enaltece a própria fabricante.

    Não de hoje a Porsche acredita no segmento de utilitários esportivos e, como no Brasil, onde responde por 66% dos emplacamentos da marca, se vale deles para alcançar vendas cada vez mais expressivas. Foi aposta elevada que deu certo.

    Preços e versões

    Cayenne Electric – R$ 900.000
    Cayenne S Electric – R$ 1.080.000
    Cayenne Turbo Electric – R$ 1.410.000
    Cayenne Coupé Electric – R$ 950.000
    Cayenne S Coupé Electric – R$ 1.130.000
    Cayenne Turbo Coupé Electric – R$ 1.460.000

    O primeiro Cayenne saiu da linha de montagem já no longíquo 2002, mesmo diante das críticas dos puristas que não gostaram nenhum um pouco de ver um SUV ostentar o logotipo da tradicional fabricante de esportivos puros.

    A investida agora na eletricidade, antecipa a fabricante, não implicará na extinção de outras tecnologias. Um alívio para quem outra parcela conservadora e fiel aos motores a combustão. Pelo menos até 2030, o Cayenne seguirá produzido também como híbrido plug-in e a combustão.

    Porsche Cayenne Electric

    As seis versões oferecidas a partir desta serman ao consumidor brasileiro para encomendas têm tração integral e custarão de R$ 900 mil a R$ 1,46 milhão. O motor mais potente, presente na Turbo Electric e Turbo Coupé Electric, desenvolve, em condução normal, 857 cv de potência, mas chega temporariamente — durante 10 segundos — aos 1.076 cv, quando acionada a função Push-to-Pass.

    Outras duas opções “de entrada” contam com motor de 442 cv, capaz de acelerar o SUV de 0 a 100 km/h em 4,8 segundos e levá-las a 230 km/h. As S Electric se diferenciam pelo propulsor de 666 cv, aceleração de 0 a 100km/h em 3,8 segundos e velocidade máxima de 250 km/h.

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    A arquitetura elétrica de 800V é alimentada por bateria de 113 kWh. Em carregadores DC ultra rápidos, bastam 16 minutos para aumentar a carga de 10% a 80%, ou 10 minutos para obter energia suficiente para rodar 325 km.

    De pouca ou nenhuma utilidade por enquanto no Brasil, o Cayenne Electric tem ainda carregamento por indução. É o primeiro modelo da marca a adotar o sistema opcional que funciona com potência de até 11 kW e exige que o veículo seja estacionado sobre uma base instalada no solo.

    Não deixa de ser apenas mais um atrativo entre as dezenas de recursos de conforto e segurança e do acabamento obviamente esmerado para um produto que quer seguir como referência da marca, seu líder de vendas e também entre os SUVs de alto luxo.


    Foto: Divulgação



    Fonte: Auto Industria

  • Novo BYD Song Pro fica mais barato que Dolphin Mini gastando até 30 km/l

    Novo BYD Song Pro fica mais barato que Dolphin Mini gastando até 30 km/l

    O novo BYD Song Pro voltou aos holofotes após surgir na China com um preço capaz de causar estranhamento no Brasil: na conversão direta, a versão topo sai por cerca de R$ 97 mil, valor abaixo do cobrado pelo Dolphin Mini no mercado brasileiro.

    A comparação chama atenção porque o Song Pro é um SUV híbrido plug-in, maior e mais familiar, enquanto o Dolphin Mini é o elétrico compacto de entrada da marca no país.

    Song Pro chinês aparece abaixo do Dolphin Mini vendido no Brasil

    Na China, o BYD Song Pro DM-i Flying Edition foi apresentado em uma faixa muito agressiva. A versão topo custa 132.900 yuans, algo perto de R$ 97 mil em conversão direta.

    Já o Dolphin Mini aparece no Brasil em faixa superior. Em campanhas recentes, o compacto elétrico foi citado por R$ 118.990 no preço cheio, com condições promocionais que podem baixar o valor dependendo do público atendido.

A diferença fica ainda mais chamativa porque o Song Pro chinês combina motor a combustão, sistema elétrico e bateria maior, entregando proposta de uso mais próxima de um carro familiar para viagens.

Modelo Mercado Preço citado Destaque
BYD Song Pro DM-i Flying Edition China cerca de R$ 97 mil SUV híbrido plug-in
BYD Dolphin Mini Brasil R$ 118.990 elétrico compacto
BYD Song Pro GL Brasil R$ 189.990 SUV híbrido vendido no país

Consumo de até 30 km/l aumenta pressão sobre rivais

O ponto que reforça a força do Song Pro é a eficiência. A versão chinesa pode chegar a cerca de 30 km/l, número que coloca o SUV em uma faixa muito atrativa para quem busca economia no dia a dia.

A versão atualizada também conta com bateria maior, de 34,27 kWh, e pode rodar até 300 km no modo elétrico pelo ciclo chinês CLTC. Isso significa que, em uso urbano, muitos deslocamentos poderiam ser feitos sem acionar o motor a combustão.

No Brasil, a própria BYD destaca o Song Pro DM-i como um híbrido plug-in com autonomia combinada de até 1.100 km e consumo equivalente informado em 38,4 km/l em sua página oficial.

Brasil ainda tem outra realidade para o Song Pro

Apesar do choque no preço convertido, o consumidor brasileiro não deve esperar um Song Pro de R$ 97 mil nas concessionárias. Impostos, logística, câmbio, margem comercial e regras locais mudam completamente a conta.

Por aqui, o Song Pro segue em uma faixa bem mais alta, mirando rivais como Haval H6, Toyota Corolla Cross Hybrid e Caoa Chery Tiggo 7 Sport.

Ainda assim, a versão chinesa mostra até onde a BYD consegue levar sua estratégia de custo, bateria e eficiência. Para o Brasil, a expectativa fica em torno das próximas atualizações da linha, principalmente com a possibilidade de versões mais adaptadas ao mercado local.

O efeito imediato é claro: mesmo sem chegar por esse preço, o novo Song Pro reforça a pressão sobre SUVs híbridos e elétricos compactos vendidos no Brasil.



Fonte: Garagem 360

  • BYD Song Pro GS: valor das revisões assusta proprietários do automóvel

    BYD Song Pro GS: valor das revisões assusta proprietários do automóvel

    O planejamento financeiro para a manutenção de utilitários esportivos eletrificados tornou-se um dos temas mais debatidos nos fóruns automotivos neste mês de maio de 2026.

    Atraídos pela excelente eficiência energética do BYD Song Pro GS, muitos compradores passaram a olhar com lupa os custos associados ao pós-venda da marca chinesa.

    A divulgação do valor total acumulado para o plano de revisões programadas, que pode atingir o patamar de R$ 4.500,00, gerou um impacto inicial de surpresa entre os proprietários.

    No entanto, o detalhamento das planilhas revela dados cruciais sobre a real competitividade do modelo.

    O custo acumulado do plano de manutenção preventiva

    Muitos motoristas demonstraram receio ao se depararem com a cifra de R$ 4.500,00 associada à manutenção do SUV.

    Para evitar confusões e entender o real custo-benefício do automóvel, é fundamental destacar que esse montante não é cobrado em uma única visita à concessionária.

    Ele é diluído ao longo de um pacote completo que cobre as revisões fixas dos primeiros anos de uso ou até os sessenta mil quilômetros rodados.

    Os gastos com as paradas obrigatórias na rede autorizada trazem a seguinte divisão de valores:

    Planejamento financeiro e competitividade frente ao mercado

    A análise profissional dos valores prova que o custo de manutenção de veículos híbridos de marcas chinesas consegue ser altamente competitivo no Brasil.

    Quando os R$ 4.500,00 totais do Song Pro GS são colocados na ponta do lápis contra os planos de manutenção de SUVs médios tradicionais movidos puramente a combustão, o cenário revela uma economia real para o bolso do proprietário, já que os pacotes da concorrência frequentemente ultrapassam a linha dos R$ 5.500,00 no mesmo ciclo de rodagem.

    A transparência dos preços tabelados em maio ajuda o proprietário a programar as despesas sem sofrer com surpresas desagradáveis na oficina.

    Manter o carimbo de revisões em dia é o caminho mais lucrativo para preservar a extensa garantia de fábrica da BYD e assegurar o alto valor de revenda do patrimônio no mercado de seminovos.



    Fonte: Garagem 360

  • Ana Castela exibe nova Ram 3500 modificada e mudanças podem pesar no bolso

    A cantora Ana Castela apareceu com algumas modificações de sua picape e publicou nas redes sociais. A Ram 3500 da cantora é a versão Limited Longhorn. Na época, ela tinha preço de R$ 679.990. 

    Para conduzir a picape no Brasil, é preciso ter habilitação do tipo C. Em agosto de 2025, a linha 3500 passou por uma renovação e ganhou aperfeiçoamentos na área de design, cabine e mecânica. 

    As modificações da picape de Ana Castela contam com vários LEDs pela picape e rodas diferenciadas. 

    A reportagem da CNN Brasil consultou um agente de trânsito para saber se a legislação permite as alterações na picape 3500 da artista. 

    Pela imagem, aparentemente a suspensão está alterada; ela foi elevada. Seria considerada infração de alteração de característica, se não constar a alteração no documento do veículo. Essas luzes de LED nas rodas também são consideradas infração. Neste caso, alteração do sistema de iluminação, uma vez que não conste tal alteração no documento do veículo. Esse LED roxo na grade do veículo também acredito não ser de fábrica, uma vez que até a cor está fora da regulamentação permitida, mas, neste caso, seria a mesma infração de Alteração do Sistema de Iluminação, mas, neste caso como a iluminação da roda é a mesma infração, só se aplica uma.


    Eduardo Alves, instrutor de trânsito do Departamento Estadual de Trânsito de Pernambuco (Detran-PE)

    Ambas as infrações são de natureza grave, em que serão anotados 5 pontos ao prontuário do condutor e multa de R$ 195,23.

    “Pelo visto, a roda também está para o lado de fora da caixa de rodas que também é considerado alteração de característica”, acrescenta o especialista no Código de Trânsito Brasileiro.

    Entenda as infrações

    • Duas infrações graves;
    • 10 pontos no prontuário do proprietário do veículo; 
    • Duas multas de R$ 195,23 = R$ 390,46.

    Ainda de acordo com Alves, caso Ana Castela seja parada em uma Blitz, o agente de trânsito pode fazer a remoção da picape se avaliar necessário. 

    “Como há uma alteração na suspensão do veículo, o agente pode remover o veículo ao depósito por entender que tal alteração pode pôr em risco a segurança do trânsito”, finaliza.

    Capitais passam a aceitar picapes como táxi; veja modelos



    Fonte: CNN Brasil Auto

  • VW Sign&Drive chega para atender o setor corporativo

    VW Sign&Drive chega para atender o setor corporativo

    A Volkswagen Financial Services Brasil lança o VW Sign&Drive Empresas, uma nova solução de mobilidade por assinatura voltada ao público corporativo. O programa, que já atua no varejo físico por meio de 300 concessionárias no País, passa a oferecer planos estruturados para frotas empresariais, com o objetivo de simplificar a gestão de ativos e converter custos de aquisição de veículos em despesas mensais previsíveis.

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    A expansão ocorre em um momento de consolidação do mercado de locação de frotas e assinatura. De acordo com dados da Grand View Research, o setor de assinatura de veículos no Brasil movimentou cerca de US$ 155 milhões em 2024 e projeta faturamento superior a US$ 600 milhões até 2030, o que representa uma taxa de crescimento anual acima de 25%.

    Além disso, o segmento de frotas corporativas movimenta anualmente mais de R$ 100 bilhões e responde por uma frota ativa de 1,3 milhão de veículos, segundo a Associação Brasileira das Locadoras de Automóveis (ABLA). Nesse cenário, a busca por previsibilidade financeira e eficiência operacional impulsiona a terceirização.

    Detalhes do serviço e benefícios operacionais

    O VW Sign&Drive Empresas permite a contratação de até 20 veículos por pedido, com prazo de entrega a partir de 7 dias, conforme a região. O contrato unifica custos operacionais em uma única mensalidade, que cobre despesas com IPVA, licenciamento, manutenção preventiva na rede oficial da marca e proteção contra sinistros.

    O cliente corporativo também dispõe de suporte digital para gestão de multas, assistência 24 horas, veículo reserva e um portal exclusivo para o monitoramento da frota ativa.

    Fortalecimento da rede de concessionárias

    A operação comercial do serviço integra-se diretamente à rede de concessionárias, hoje com 70% de participação no programa. Desde o início das operações do VW Sign&Drive, a companhia repassou mais de R$ 114 milhões em comissões às concessionárias parceiras, o que consolida o modelo de assinatura como um canal relevante de receita para a rede de distribuição.

    A Volkswagen Financial Services Brasil entende que a iniciativa consolida sua posição estratégica na transição do modelo de posse para o de uso no País. Ao integrar o portfólio de mais de 30 modelos à capilaridade de sua rede nacional, a marca amplia sua participação no mercado B2B e estabelece novas bases para o futuro da mobilidade corporativa no mercado brasileiro.


    Foto: Divulgação Volkswagen



    Fonte: Auto Industria

  • Para frear a BYD: Volkswagen mira PJ e lança assinatura de até 20 carros para empresas

    Para frear a BYD: Volkswagen mira PJ e lança assinatura de até 20 carros para empresas

    A Volkswagen Financial Services Brasil ampliou o VW Sign&Drive e agora quer avançar sobre o público PJ com uma versão voltada para empresas. O novo VW Sign&Drive Empresas permite contratar veículos 0 km por assinatura, com serviços incluídos e gestão concentrada em um único contrato.

    A proposta mira negócios que precisam de carro para operação, mas não querem lidar com compra, documentação, manutenção, seguro, multas e controle de frota própria. Na prática, a Volkswagen tenta transformar parte do custo com veículos em uma mensalidade previsível.

    O programa chega integrado à rede da marca e permite contratar até 20 carros por pedido, com entrega a partir de 7 dias, dependendo da região.

    Volkswagen leva assinatura para empresas PJ

    O VW Sign&Drive já está presente em cerca de 300 concessionárias, o equivalente a 70% da rede Volkswagen no país. Com a nova frente corporativa, a VWFS passa a usar essa capilaridade para disputar clientes empresariais que buscam reduzir burocracia.

    O portfólio do programa reúne mais de 30 modelos, com diferentes prazos e configurações de contrato. Para empresas, o pacote inclui veículos 0 km e uma série de despesas já embutidas na mensalidade.

    Item do VW Sign&Drive Empresas Como funciona
    Limite por pedido Até 20 veículos
    Entrega A partir de 7 dias, conforme a região
    Cobertura Todos os estados do Brasil
    Rede participante Cerca de 300 concessionárias
    Modelos disponíveis Mais de 30 opções
    Serviços inclusos IPVA, licenciamento, manutenção e proteção

    Assinatura troca compra direta por mensalidade

    A lógica é simples: em vez de comprar carros, imobilizar capital e administrar toda a rotina da frota, a empresa paga uma assinatura mensal.

    O pacote inclui IPVA, licenciamento, manutenção preventiva na rede Volkswagen e proteção. Também há assistência 24 horas, gestão digital de multas, veículo reserva em caso de sinistro e portal exclusivo para acompanhar contratos e veículos.

    Mercado bilionário ajuda Volkswagen a acelerar

    A aposta acontece em um mercado em expansão. Segundo os dados citados pela companhia, o setor brasileiro de assinatura de veículos movimentou cerca de US$ 155 milhões em 2024 e pode passar de US$ 600 milhões até 2030.

    No campo das frotas corporativas, o volume é ainda maior. A ABLA aponta que o segmento movimenta mais de R$ 100 bilhões por ano e reúne aproximadamente 1,3 milhão de veículos no Brasil.

    PJ entra no radar da Volkswagen

    O avanço para empresas mostra que a Volkswagen não quer limitar a assinatura ao consumidor comum. O objetivo agora é ganhar espaço entre PJs que precisam de previsibilidade, menos burocracia e acesso rápido a veículos novos.

    Para a rede de concessionárias, o modelo também já virou fonte relevante de receita. Desde o lançamento, o VW Sign&Drive pagou mais de R$ 114 milhões em comissões às lojas parceiras.

    Com o novo plano, a Volkswagen coloca a assinatura como alternativa direta à compra tradicional de carros por empresas. Para o PJ, a disputa passa a ser entre manter uma frota própria ou trocar esse peso por um contrato mensal.



    Fonte: Garagem 360

  • Stellantis oferece faturamento direto para motoristas de aplicativo

    Stellantis oferece faturamento direto para motoristas de aplicativo

    Em ação comercial que contempla quatro das suas marcas e 14 modelos, a Stellantis se antecipa ao Move Brasil, e oferece aos motoristas de aplicativos a opção de faturamento direto de fábrica a que os taxistas já têm direito.

    Além disso, também garante outros benefícios, como juros menores e descontos adicionais para todos os motoristas contemplados no chamado Move Brasil – Taxi e Aplicativos anunciado em 19 de maio.

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    Das quatro marcas inseridas na ação especial, a Fiat e a Citroën oferecem cinco modelos cada uma com benefícios extras para esse público.

    Os da marca italiana são Mobi Like, Argo Drive MT, Pulse Drive 1.3 AT, Cronos Drive 1.3 AT e Fastback T200 com Pack Smart e os da francesa, C3 Live Go, C3 Live Plus, C3 You, Basalt Feel AT e Basalt Dark Edition.

    Na lista da Jeep, estão o Renegade Longitude T270 MHEV 4X2 e Compass Sport T270, enquanto a Peugeot disponibiliza os modelos 208 Allure Turbo AT e 2008 Allure Turbo AT.

    “Para ter acesso às condições especiais da Stellantis, taxistas e motoristas de aplicativo devem procurar uma concessionária das marcas participantes em todo o Brasil e apresentar a documentação correspondente à sua categoria para obter os descontos por meio de faturamento direto da fábrica”, informa a empresa.

    A ação é válida até o próximo dia 19 de junho, quando o programa Move Brasil – Táxi e Aplicativos entra oficialmente em vigor. Na venda direta, a margem do concessionário é bem menor do que a aplicada no varejo.

    Descontos em vigor

    Para citar alguns exemplos, o Fiat Cronos Drive 1.3 AT está sendo oferecido com desconto de até R$ 32.741 para táxi com isenção de impostos (IPI e ICMS) e de R$ 16.000 para motorista de aplicativo que não tem esse benefício. No caso do Mobi Like, os descontos são, respectivamente, de R$ 19.000 e quase R$ 11.000.

    A Jeep, por sua vez, garante abatimentos de R$ 38 mil e de R$ 15,6 mil, na mesma ordem, para o Jeep Renegade MHEV.

    Também a Peugeot divulgou os descontos contemplados na ação comercial que antecede ao programa Move Brasil para taxistas e motoristas de aplicativos. Eles são, respectivamente, de R$ 57.368 e de até R$ 35.657 para os modelos 208 Allure T200 AT e 2008 Allure T200 AT.


    Foto: IA



    Fonte: Auto Industria

  • Nissan Kicks despenca R$ 34 mil e pressiona Corolla Cross e Creta

    Nissan Kicks despenca R$ 34 mil e pressiona Corolla Cross e Creta

    O cenário dos utilitários esportivos sofreu um verdadeiro chacoalho comercial neste final de maio de 2026.

    Em uma jogada extremamente agressiva para dominar os emplacamentos e acelerar o giro de estoque das configurações mais sofisticadas da linha, a Nissan liberou um bônus histórico para o Kicks.

    O SUV compacto recebeu um abatimento que chega a R$ 34.100,00, despencando o custo de aquisição e invadindo a faixa de mercado de modelos de categorias diferentes, transformando-se na oportunidade ideal para proteger o orçamento familiar.

    Como funciona o bônus histórico e quem tem direito

    O montante deduzido pela fabricante japonesa quebra a média do varejo nacional, onde os incentivos tradicionais de outras marcas costumam oscilar de forma tímida.

    O desconto máximo de R$ 34.100,00 é direcionado para lotes específicos e modalidades variadas de faturamento direto de fábrica.

    As condições estruturadas para a liberação das vantagens comerciais englobam os seguintes canais:

    • Faturamento Corporativo e Rural: Produtores rurais regulamentados e microempresários com CNPJ ativo têm acesso imediato ao bônus máximo aplicado na nota fiscal direto da linha de montagem.

    • Incentivos para Pessoa Física: Compradores de varejo recebem facilidades por meio de bônus especiais de fábrica focados na valorização do veículo seminovo usado como parte do pagamento da entrada.

    • Limitação de Estoque: A ação promocional foi desenhada para o encerramento do mês de maio de 2026, estando sujeita ao fim dos lotes reservados nos pátios das concessionárias autorizadas.

    A pressão comercial sobre o Hyundai Creta e o Toyota Corolla Cross

    O corte drástico de preço reposiciona o Nissan Kicks com uma das planilhas de custo por benefício mais lucrativas do país.

    O modelo entrega um recheio tecnológico de topo, incluindo o prático sistema de câmeras com visão 360 graus e conjunto de som premium, por valores que frequentemente não cobrem sequer as configurações básicas da concorrência.

    Essa agressividade balança a decisão de compra em dois pilares importantes do mercado nacional:

    Garantir essa vantagem exige agilidade por parte do consumidor. É altamente recomendável visitar uma loja da rede para realizar um teste de rodagem e verificar as versões elegíveis antes que os pátios fiquem vazios.



    Fonte: Garagem 360

  • Funcionários da Tesla alertam sobre carro de direção autônoma: “Não confie”

    Em um escritório em Utah, centenas de funcionários da Tesla examinam vídeos gravados por veículos que utilizam o recurso de direção autônoma completa da montadora. Alguns vídeos mostram os carros atropelando gatos, cachorros ou cervos, além de acidentes mais comuns.

    Às vezes, eles não freiam antes do impacto. Frequentemente, excedem a velocidade permitida. Ocasionalmente, os funcionários veem situações em que crianças brincando na rua quase são atropeladas.

    Conhecidos como “rotuladores de dados”, esses funcionários treinam o software de assistência ao motorista da Tesla, baseado em inteligência artificial. Eles anotam incidentes de direção correta e incorreta e encaminham os problemas aos engenheiros que trabalham para aprimorar o sistema.

    O CEO da Tesla, Elon Musk, afirma que o FSD (Full Self-Driving, ou recurso de direção autônoma completa) em breve tornará todos os Teslas totalmente autônomos. No entanto, entrevistas com nove ex-funcionários da Tesla e um ex-engenheiro de direção autônoma da empresa mostram que a tecnologia continuou apresentando dificuldades nos últimos meses para executar manobras básicas, como evitar veículos de emergência ou parar para ônibus escolares que estão embarcando ou desembarcando alunos.

    Apesar dessas falhas perigosas, Musk e outros executivos têm cada vez mais enfatizado a segurança do FSD, pressionando a Tesla a realizar demonstrações públicas da capacidade totalmente autônoma que o CEO promete aos investidores todos os anos há uma década. As demonstrações incluem um projeto piloto de robotáxi em Austin, Texas – lançado em junho passado com alguns monitores de segurança humanos nos carros e outros trabalhando remotamente.

    Dentro da Tesla, à medida que esses eventos se aproximavam, os funcionários trabalhavam longas horas mapeando rotas e treinando o software para identificar perigos específicos, a fim de fazer com que a tecnologia de direção autônoma da empresa parecesse mais capaz do que realmente era, disseram quatro ex-funcionários da Tesla à Reuters. Os funcionários afirmaram que essas medidas de segurança, que demandam muita mão de obra, são impossíveis de serem implementadas em larga escala.

    Esses esforços, que não haviam sido divulgados anteriormente, minam a afirmação de Musk, feita há tempos, de que a tecnologia de direção autônoma da Tesla em breve funcionará em qualquer lugar do mundo e não exigirá o mesmo mapeamento local trabalhoso de estradas e perigos empregado pelos concorrentes. Musk afirmou que a Tesla adota uma abordagem mais simples, baseada exclusivamente em câmeras e inteligência artificial, o que permitirá expandir seu serviço de robotáxis em uma velocidade “hiperexponencial” e oferecer aos atuais proprietários de Tesla autonomia total por meio de atualizações de software.

    Musk e outros líderes da Tesla reforçaram a impressão de competência robótica citando estatísticas de segurança da empresa que, segundo eles, comprovam que o FSD já é até 10 vezes mais seguro do que motoristas humanos.

    Uma análise da Reuters sobre a metodologia estatística da Tesla e entrevistas com funcionários da empresa mostram que a Tesla ainda está longe de conseguir entregar veículos autônomos em larga escala com segurança – uma promessa central que sustenta o valor de mercado de US$ 1,6 trilhão da montadora.

    A análise incluiu um estudo da Reuters sobre como a Tesla compara seus próprios dados de acidentes com os dados federais de acidentes; uma revisão da metodologia comparativamente rigorosa empregada pela Waymo, concorrente no setor de robotáxis; e entrevistas com 11 pesquisadores de segurança no trânsito que analisaram a metodologia da Tesla para a Reuters.

    A revisão identificou diversas comparações de dados inválidas que fundamentam as estatísticas do relatório de segurança do FSD da Tesla , o que, segundo 10 pesquisadores, configura marketing enganoso em vez de uma investigação séria sobre uma questão crítica de segurança.

    A Tesla, por exemplo, exagera a segurança da tecnologia ao comparar a taxa de acidentes em Teslas com direção autônoma completa (FSD) que acionaram os airbags com a taxa federal de acidentes para todos os veículos, que inclui acidentes muito menos graves. A empresa também compara seus carros com um veículo médio dos EUA – que é muito mais antigo do que um Tesla médio. Isso distorce os resultados porque todas as montadoras lançaram recentemente novos recursos de segurança que reduzem os acidentes, disseram os pesquisadores.

    “Qualquer carro novo é dramaticamente mais seguro do que um carro de 12 anos”, disse Phil Koopman, professor de engenharia da Universidade Carnegie Mellon e especialista em segurança de veículos autônomos. “É como dizer: ‘Meu avião a jato é mais rápido do que seu bombardeiro da Segunda Guerra Mundial’. Pois é, qual é o seu ponto?”

    A Tesla não respondeu às perguntas detalhadas da Reuters para esta reportagem.

    O diretor financeiro da Tesla, Vaibhav Taneja, fez a afirmação de que os veículos eram 10 vezes mais seguros em julho passado, após o lançamento do robotáxi da Tesla em Austin. A presidente do Conselho da Tesla, Robyn Denholm, repetiu a afirmação em uma reunião de novembro, na qual os acionistas aprovaram um pacote de remuneração que concede a Musk até US$ 1 trilhão em ações da Tesla. Na mesma reunião, Musk exibiu um gráfico com a afirmação um pouco mais modesta de “85% menos acidentes”, com base em uma metodologia da Tesla recentemente revisada.

    “Quase nos sentimos confortáveis ​​em permitir que as pessoas enviem mensagens de texto enquanto dirigem, o que é o nosso grande diferencial”, disse Musk aos acionistas. “Nos próximos um ou dois meses – vamos analisar atentamente as estatísticas de segurança – mas, essencialmente, permitiremos que você envie mensagens de texto enquanto dirige.”

    Seis meses depois, a Tesla ainda não aprovou o recurso de mensagens de texto ao volante com o FSD (Full Self-Driving). As letras miúdas em seu site sobre o FSD continuam alertando: “Os recursos atualmente ativados exigem supervisão ativa do motorista e não tornam o veículo autônomo”. A Tesla frequentemente cita essas ressalvas quando processada por acidentes graves.

    A tecnologia FSD (Full Self-Driving) é amplamente considerada capaz de lidar com diversas situações de direção, às vezes por longos períodos. No entanto, a autonomia total tem se mostrado um objetivo difícil de alcançar para a Tesla e outras empresas, pois exige uma execução impecável da tecnologia – inclusive nos cenários de direção mais complexos.

    Sete dos antigos analistas de dados disseram à Reuters que não confiariam no FSD para dirigir seus veículos.

    “Todos nós já vimos o sistema falhar”, disse um deles. Outro afirmou que não andaria em um robotáxi da Tesla “nem que me pagassem”. Um engenheiro veterano de direção autônoma, que analisou dados de acidentes da Tesla por anos, chamou as alegações de segurança de “mentiras”.

    “Com certeza”, disse o engenheiro. “Não confie no Elon nesse assunto”.

    “Equipe de trauma” analisa casos de quase acidentes

    Os responsáveis ​​pela rotulagem de dados da Tesla obtêm uma visão detalhada das capacidades do FSD (Full Self-Driving) ao analisarem imagens de veículos equipados com oito câmeras externas.

    Os ex-funcionários relataram ter visto o FSD falhar regularmente em tarefas básicas, como dar passagem a veículos de emergência e manter distância segura de motociclistas. Às vezes, eles viam veículos com o FSD falhando ao frear em saídas de rodovias, incluindo um caso em que um Tesla bateu em uma parede de concreto. (As imagens, segundo eles, não mostravam se alguém se feriu.) Dois funcionários disseram que vídeos mostravam o FSD falhando ao tentar evitar zonas de construção. Em um desses incidentes, um Tesla entrou na zona, quase atropelando trabalhadores, disse uma das pessoas.

    A Reuters não analisou os vídeos; este relato baseia-se nas descrições das imagens que os ex-funcionários assistiram.

    Dentro da Tesla, os gerentes controlavam cuidadosamente o acesso aos vídeos. Como os funcionários só veem os trechos que lhes são atribuídos, eles podem ou não presenciar as piores falhas do FSD.

    Uma equipe de rotulagem de dados se concentrava em incidentes em que pedestres quase foram atropelados, disseram três funcionários. Conhecida informalmente como a “equipe de trauma”, segundo uma fonte, essa equipe trabalhava em Palo Alto, na Califórnia, com permissões especiais para visualizar as filmagens. Os engenheiros protegiam rigorosamente os vídeos da equipe de trauma, mas algumas filmagens ocasionalmente “vazavam” para outras equipes, disse a pessoa.

    Essa pessoa e outro funcionário disseram ter visto vídeos mostrando motoristas assumindo o controle manualmente no último segundo, quando o FSD (Full Self-Driving) não reconhecia pedestres em faixas de pedestres. Dois outros ex-funcionários se lembraram de ter visto vídeos no ano passado de Teslas com o FSD ativado quase atropelando crianças.

    Há anos, a Tesla enfrenta investigações e processos judiciais federais relacionados a acidentes, incluindo acidentes fatais, em que motoristas ou órgãos reguladores atribuíram a falhas do FSD ou do seu sistema avançado de assistência ao condutor, o Autopilot.

    A Administração Nacional de Segurança Rodoviária dos Estados Unidos (NHTSA) abriu uma investigação sobre o Autopilot em 2021, após uma série de colisões envolvendo Teslas que atingiram veículos de emergência. A investigação levou a um recall em 2023, no qual a Tesla instalou atualizações de software para detectar melhor quando os motoristas deixam de prestar atenção e alertá-los.

    A NHTSA tem quatro investigações em andamento sobre o FSD e o Autopilot, incluindo uma que envolve dezenas de casos em que veículos com FSD não pararam em semáforos vermelhos ou entraram na faixa contrária. Outra investigação apura se as atualizações do Autopilot da Tesla em 2023 foram suficientes para solucionar os problemas de segurança. A agência também está investigando pelo menos nove incidentes envolvendo o FSD, incluindo um acidente fatal, em que o sistema falhou devido à visibilidade reduzida em condições como neblina ou ofuscamento pelo sol.

    No ano passado, a Tesla foi condenada a pagar US$ 243 milhões após um acidente com um veículo em modo Autopilot na Flórida, que resultou na morte de uma jovem de 22 anos e deixou seu namorado gravemente ferido. A Tesla recorreu da decisão. A empresa já fez acordos em diversos casos semelhantes envolvendo acidentes graves, sem divulgar os termos.

    Questionada pela Reuters, a NHTSA não comentou as conclusões desta reportagem sobre a segurança do FSD e a metodologia da Tesla. A agência encaminhou as perguntas sobre as alegações de segurança da Tesla à Comissão Federal de Comércio dos EUA (FTC).

    A FTC se recusou a comentar as estatísticas de segurança da Tesla. Alguns grupos de defesa do consumidor e senadores americanos pediram à FTC que investigue o marketing do Autopilot e do FSD da Tesla.

    A FTC não instaurou nenhum processo administrativo contra a Tesla.

    Estatísticas exageradas sobre a segurança da tecnologia da Tesla

    Enquanto os funcionários da Tesla assistiam a vídeos dos erros do FSD (Full Self-Driving), o conselho e o CEO da empresa intensificaram suas afirmações sobre a segurança da tecnologia e sua prontidão para a autonomia completa. Durante boa parte do ano passado, os líderes da Tesla promoveram a alegação de que o FSD era 10 vezes mais seguro que um carro regular.

    “Um carro com FSD sendo 10 vezes mais seguro” impulsionará as vendas, disse o diretor financeiro da Tesla, Taneja, em uma teleconferência sobre resultados em julho. “Mesmo a US$ 99 por mês, é como ter um motorista particular por quase US$ 3,33 por dia.”

    Um problema crucial na metodologia da Tesla decorre de um erro de comparação que inflou o nível de segurança declarado pela empresa em três vezes. A montadora contabilizou os acidentes envolvendo veículos da Tesla que resultaram no acionamento dos airbags e os comparou com dados federais sobre todos os acidentes em que um guincho precisou remover o veículo – um critério muito menos restritivo. Acidentes que exigem guincho geralmente não são graves o suficiente para acionar os airbags.

    A Tesla adotou essa abordagem de comparar alhos com bugalhos, mesmo tendo alhos disponíveis para comparação: os dados federais utilizados incluíam acidentes com acionamento de airbags. Essa metodologia falha levou à conclusão de que os Teslas com FSD ou Autopilot percorrem distâncias 10 vezes maiores entre acidentes do que um motorista humano médio.

    A comparação mais válida — usando acidentes com airbags acionados para Teslas e todos os outros carros — mostra que os Teslas que utilizam os sistemas de assistência ao condutor percorrem distâncias cerca de três vezes maiores entre acidentes em que os airbags foram acionados, de acordo com uma análise feita para a Reuters por Marco Benedetti, pesquisador assistente do Instituto de Pesquisa de Transportes da Universidade de Michigan e ex-estatístico da NHTSA. Dois outros pesquisadores de segurança no trânsito revisaram os cálculos de Benedetti e concordaram com as conclusões.

    Mas isso não significa que o FSD seja três vezes mais seguro do que o motorista médio, disse Benedetti, devido a várias outras falhas na metodologia da Tesla.

    Em novembro, a Tesla ajustou sua abordagem para incluir apenas dados de veículos com o FSD (Full Self-Driving) e excluir aqueles com o Autopilot. A inclusão do Autopilot havia aumentado a quilometragem declarada pela Tesla entre acidentes, pois trata-se de um sistema menos sofisticado, projetado apenas para rodovias – onde os carros acumulam quilometragem e se envolvem em acidentes com muito menos frequência do que em vias urbanas. A empresa, no entanto, continua a usar a comparação falha entre airbags e acidentes em seu site para afirmar que o FSD é sete vezes mais seguro do que um motorista humano médio, ou cerca de 85% mais seguro em termos percentuais.

    A Reuters descobriu que várias outras medições falhas empregadas pela Tesla levantam dúvidas sobre se o FSD é de fato mais seguro.

    A montadora, por exemplo, não considera a idade do veículo ao comparar a taxa de acidentes de seus carros com a taxa nacional. A Tesla compara seus veículos – que têm apenas 4,1 anos de idade em média, de acordo com dados da S&P Global Mobility – com todos os veículos dos EUA, que têm uma idade média de 12,8 anos. Isso distorce os resultados, disseram 10 pesquisadores de segurança à Reuters, porque quase todas as montadoras começaram recentemente a oferecer recursos de segurança inovadores, incluindo monitoramento de ponto cego e frenagem automática de emergência, em toda a sua linha de veículos.

    A Tesla também reduz seu número de acidentes contabilizando apenas as colisões que ocorrem com o FSD (Full Self-Driving) ativado ou dentro de cinco segundos após o recurso ser desativado. O governo dos EUA, por outro lado, exige que as montadoras relatem acidentes que ocorram dentro de 30 segundos após a desativação de um sistema avançado de assistência ao motorista.

    A Tesla afirma que o FSD (Full Self-Driving) poderia salvar mais de 32.000 vidas e evitar mais de 1,9 milhão de ferimentos anualmente. Alguns pesquisadores de segurança no trânsito consideraram esses números sem sentido, pois se baseiam na premissa irrealista de que todos os veículos nos EUA, incluindo caminhões de carga e motocicletas propensas a acidentes, seriam substituídos por um Tesla com FSD – e que cada Tesla é, na verdade, pelo menos sete vezes mais seguro do que o modelo que substitui.

    Uma abordagem mais rigorosa

    A premissa das estatísticas de segurança da Tesla também é falha porque o FSD não é um sistema verdadeiramente autônomo, afirmaram 10 pesquisadores de segurança no trânsito. A Tesla não está comparando sua tecnologia com motoristas humanos, como dizem seus executivos. Em vez disso, a montadora está comparando o motorista humano médio com outro motorista humano médio – aquele dirigindo um Tesla com o FSD ativado.

    A Tesla também não leva em consideração que esses motoristas podem ativar e desativar o FSD – e pesquisas mostram que os motoristas frequentemente evitam usar sistemas avançados de assistência ao condutor em situações de trânsito complexas, nas quais a tecnologia lhes parece insegura. Os próprios dados da Tesla mostram que o FSD é usado principalmente em rodovias.

    Em contrapartida, a Waymo, da Alphabet, compara seus robotáxis totalmente autônomos, atualmente implantados em 11 áreas metropolitanas dos EUA, a veículos conduzidos por humanos em condições semelhantes.

    A Waymo adota uma abordagem mais rigorosa do que a Tesla, examinando dados de acidentes nos mercados onde opera e ajustando-os aos tipos de estradas e bairros por onde seus robôs-táxis transitam. A Waymo concentra-se em taxas específicas de acidentes – como aqueles com acionamento de airbags ou ferimentos graves – tanto para seus carros quanto para carros dirigidos por humanos nos mesmos mercados.

    “Precisamos ter muito cuidado com a linguagem que usamos”, disse John Scanlon, pesquisador de segurança da Waymo. “É preciso ter perguntas de pesquisa muito específicas e conclusões muito específicas.”

    A Waymo também aponta as deficiências em seus dados e colabora com pesquisadores externos para publicar suas estatísticas de segurança em periódicos revisados ​​por pares. A Tesla, por outro lado, não busca revisão por pares e publica apenas as principais alegações estatísticas de segurança, mantendo em segredo os dados subjacentes de acidentes de seus carros.

    Vídeos mostram Teslas atropelando cães e gatos

    Dentro da Tesla, os responsáveis ​​pela rotulagem de dados têm uma visão crua da segurança do FSD (Full Self-Driving). Três ex-funcionários descreveram vários vídeos mostrando Teslas que não reconhecem animais e os atropelam em alta velocidade – sem frear.

    Cinco ex-funcionários afirmaram que equipes específicas se concentraram nos problemas do FSD (Full Self-Driving) em reconhecer ônibus escolares. Essa é uma preocupação levantada por um grupo de segurança tecnológica chamado Dawn Project, que veiculou anúncios durante o Super Bowl de 2023 e 2024 mostrando vídeos de Teslas com FSD ativado que não paravam para ônibus com placas de pare e luzes piscantes.

    Dois ex-funcionários disseram ter visto vídeos semelhantes dentro da Tesla.

    Cinco ex-funcionários da área de rotulagem de dados descreveram um ambiente de trabalho caótico e desarticulado, com prioridades que mudavam constantemente de acordo com as diretrizes de Musk e dos engenheiros do FSD. A unidade de rotulagem de dados sofria com alta rotatividade de funcionários devido ao trabalho monótono e à remuneração geralmente baixa, afirmaram.

    Quatro ex-funcionários relataram que a alta administração da Tesla frequentemente lançava novos projetos em resposta a notícias ou publicações em redes sociais que mostravam falhas no FSD (Full Self-Driving). Um deles descreveu um esforço para solucionar como a luz solar podia obscurecer as câmeras externas dos carros. Essa iniciativa foi motivada por um vídeo em uma rede social que mostrava como a luz refletida no relógio de um passageiro cegou uma das câmeras, desligando o FSD. Outro projeto relacionado a cruzamentos ferroviários surgiu após notícias sobre Teslas com FSD que não conseguiam parar neles.

    Os vídeos do FSD também mostravam regularmente excesso de velocidade, disseram cinco dos funcionários, o que os engenheiros e outros superiores na hierarquia trataram como um problema de baixa prioridade.

    Um funcionário relatou que os fiscais de trânsito observaram Teslas excedendo regularmente os limites de velocidade em 30 a 50 km/h após a montadora introduzir o modo “Mad Max” do FSD (Full Self-Driving), que permite uma condução mais agressiva. Outro fiscal relatou ter visto um veículo com o FSD acionado a 95 km/h em uma zona de 40 km/h.

    Por trás das cortinas de exibições públicas do robotáxi da Tesla

    Enquanto os funcionários da Tesla se esforçavam para treinar o FSD (Full Self-Driving), Musk destacou as capacidades de direção autônoma da Tesla em outubro de 2024, em uma apresentação chamativa de um robotáxi no estúdio da Warner Bros., perto de Los Angeles. A plateia, composta apenas por convidados, aplaudiu enquanto Musk gesticulava para cerca de 20 protótipos do “Cybercab” de duas portas, que não possui volante nem pedais, circulando pelo estúdio.

    “Os carros estão passando sem ninguém por perto”, disse ele.

    Musk afirmou que o software da Tesla foi projetado para funcionar em qualquer lugar, navegando por paisagens desconhecidas em tempo real. Mas, durante as semanas que antecederam o evento do Cybercab, a equipe testou os protótipos todas as noites, das 18h até o amanhecer, coletando vídeos do trajeto que os carros seguiriam no lançamento, de acordo com dois ex-funcionários da área de rotulagem de dados. Os responsáveis ​​pela rotulagem passaram centenas de horas anotando meio-fios e marcações de pista nos vídeos para evitar incidentes constrangedores, disseram os funcionários.

    A Waymo realiza esse mapeamento em larga escala antes de lançar o serviço em cidades específicas – uma abordagem que Musk repetidamente descartou como sendo muito cara e lenta. Em 2024, Musk ridicularizou as “soluções muito localizadas” da Waymo como “bastante frágeis”.

    Após o evento da Warner Bros., Musk declarou, em uma teleconferência sobre resultados financeiros em janeiro de 2025, que a Tesla lançaria robotáxis em junho de 2025 em Austin. Ele apresentou a tecnologia como uma “solução de IA generalizada” que não exigia “mapas de alta precisão de uma localidade”.

    Durante meses antes do lançamento em Austin, a Tesla filmou extensivamente uma área restrita para robotáxis, mapeando a região e capturando semáforos, placas de sinalização e outros elementos. Segundo dois funcionários com conhecimento direto do assunto, analistas de dados anotaram as imagens para garantir que o software pudesse lidar com cenários complexos, incluindo o embarque de passageiros e o atendimento a veículos de emergência.

    Segundo três funcionários, a equipe de rotulagem de dados de Utah dobrou de tamanho no semestre anterior ao lançamento em Austin, chegando a cerca de 300 trabalhadores. O departamento, disseram eles, trabalhou principalmente em projetos para garantir que o teste cuidadosamente controlado em Austin transcorresse sem problemas.

    Enquanto os responsáveis ​​pela rotulagem de dados da Tesla se preparavam para o lançamento, o software ainda apresentava instabilidades, disseram dois funcionários. A cada atualização do FSD, alguns comportamentos de direção melhoravam. Outros pioravam. No escritório de Utah, duas grandes telas exibiam estatísticas sobre a quilometragem entre intervenções do motorista no FSD – uma métrica fundamental de segurança para a direção autônoma.

    “Oscilava como o mercado de ações”, sem nenhuma melhora consistente, disse um dos ex-funcionários.

    Os veículos começaram a circular com dois grupos de monitores de segurança humanos disponíveis para assumir o controle: um sentado no banco do passageiro da frente e os outros observando remotamente. Em Utah, os responsáveis ​​pela rotulagem podiam ver em vídeos quando os monitores remotos assumiam o controle dos veículos. Um ex-funcionário disse que as rotas de Austin foram planejadas para uma área limitada, para que o software dos carros pudesse ser treinado extensivamente em manobras específicas em determinadas ruas.

    “Foi tipo, ‘OK, treinamos um carro’ para operar em uma zona restrita”, disse a pessoa. “Não dá para ser criativo fora disso.”

    Quatro das fontes disseram que expandir o serviço com segurança poderia levar anos. Em julho, um mês após o lançamento do robotáxi em Austin, Musk previu que o serviço se expandiria para atender metade da população dos EUA até o final de 2025.

    Em janeiro, Musk afirmou falsamente que a Tesla operava 500 “robôs-táxis” em Austin e na região da Baía de São Francisco, acrescentando que esperava que esse número “dobrasse a cada mês” em uma “curva exponencial”. Musk disse que a Tesla opera um “serviço de robo-táxi” na região da Baía, quando na verdade opera apenas um serviço de transporte por aplicativo sob uma licença estadual, normalmente usada por motoristas particulares, que exige um condutor humano.

    Na realidade, quase um ano após o lançamento em Austin, a Tesla ainda opera apenas cerca de 50 robotáxis na cidade, de acordo com uma apresentação recente de slides feita por autoridades municipais. Os veículos percorrem uma zona limitada e cuidadosamente mapeada, disseram três das fontes. Alguns ainda contam com monitores de segurança humanos no banco do passageiro da frente, com base em observações recentes de um repórter da Reuters.

    Em abril, a Tesla anunciou que estava implementando táxis robôs em Dallas e Houston, juntamente com mapas mostrando as áreas atendidas.

    Repórteres da Reuters que testaram recentemente o serviço em ambas as cidades constataram longos tempos de espera e disponibilidade irregular. Em três ocasiões em que um repórter conseguiu uma viagem em Dallas, o robô-táxi não o deixou em seu destino no centro da cidade, dentro da área de cobertura anunciada pela Tesla.

    Em todas as vezes, ele foi deixado a cerca de 15 minutos de caminhada de distância.

    Polestar 2 ganha mais alcance para enfrentar Tesla Model 3 e pode vir ao Brasil



    Fonte: CNN Brasil Auto

  • Jeep libera descontos de até R$ 54,6 mil para Renegade e Compass

    Jeep libera descontos de até R$ 54,6 mil para Renegade e Compass

    Renovar a ferramenta de trabalho ficou muito mais barato para taxistas e motoristas de aplicativos neste final de maio de 2026.

    A Jeep anunciou bônus massivos que alcançam até R$ 54.600,00 no faturamento direto de fábrica.

    A ação comercial antecipa as condições do programa federal Move Brasil, permitindo a compra imediata do Compass Sport e do Novo Renegade Longitude MHEV com excelente custo por benefício.

    Planilha de descontos para motoristas e taxistas

    Para garantir o abatimento, basta apresentar a documentação da categoria em uma concessionária. Os valores promocionais foram divididos conforme o direito à isenção fiscal de IPI e ICMS:

    • Taxistas com isenção: O Compass Sport cai para R$ 120.429,00, gerando a economia teto de R$ 54.600,00. O Renegade Longitude MHEV recua de R$ 158.690,00 para R$ 120.722,00, um bônus de R$ 38.000,00.

    • Motoristas de aplicativo e taxistas sem isenção: O Compass Sport sai por R$ 145.942,00, com desconto de R$ 29.000,00. O Renegade Longitude MHEV fica em R$ 143.138,00, com redução de R$ 15.600,00.

    Atributos técnicos e vantagens dos SUVs no dia a dia

    O Novo Renegade Longitude adota a tecnologia híbrida leve (MHEV) de 48 Volts, garantindo ótima eficiência energética e isenção de rodízio em São Paulo, além de descontos no IPVA.

    A cabine traz central multimídia de 10,1 polegadas, painel digital, console com saída de ar traseira e o pacote ADAS de segurança com frenagem autônoma e assistente de faixa.

    Já o Jeep Compass Sport lidera o segmento de médios trazendo ar-condicionado de duas zonas, faróis Full LED, controle de tração Traction Control+ e o prático sistema Auto Hold para o trânsito pesado.

    Ambos os modelos contam com cinco anos de garantia de fábrica e assistência vinte e quatro horas em todo o país.

    Essa agressiva redução de preços cria a oportunidade perfeita para o trabalhador autônomo proteger o seu lucro mensal.



    Fonte: Garagem 360