Autor: automoveis

  • Ram Dakota Warlock começa a ser produzida na Argentina e chega ao Brasil no início de 2026

    Ram Dakota Warlock começa a ser produzida na Argentina e chega ao Brasil no início de 2026

    Foto da picape Ram Dakota fabricada na Argentina
    Celebração com aa 1ª Ram Dakota Warlock argentina! Faltou o meu amigo Sebá na foto!

    Depois de mostrar um teaser, finalmente a novíssima Ram Dakota Warlock começou a ser oficialmente fabricada no Polo Industrial de Córdoba, na Argentina. A produção irá abastecer o mercado hermano e seu lançamento no Brasil está previsto para início de 2026.

    (mais…)

  • Como a volta do horário de verão pode impactar rotina dos motoristas de aplicativo

    Como a volta do horário de verão pode impactar rotina dos motoristas de aplicativo

    A possível volta do Horário de Verão no Brasil – uma medida ainda em avaliação pelo Governo, mas que periodicamente ressurge no debate – representa uma mudança no cotidiano que vai além da economia de energia. Para a crescente categoria de motoristas de aplicativos, que hoje contam com milhões de profissionais, essa alteração no relógio pode trazer impactos diretos na renda, na jornada e, principalmente, na segurança.

    {“@context”:”https://schema.org”,”@type”:”VideoObject”,”name”:”UBER TORNA AR-CONDICIONADO OBRIGATÓRIO? Veja o COMUNICADO e o que MUDA para os motoristas em 2025!”,”description”:”A Uber anunciou que o ar-condicionado é um requisito obrigatório para o cadastro de motoristas na plataforma. No entanto, seu uso durante as viagens não é obrigatório, mas pode impactar a avaliação dos motoristas e até restringir o acesso a categorias como Uber Comfort, Uber Black e VIP.Com o aumento das temperaturas, a polêmica se intensifica: motoristas devem ligar o ar-condicionado para evitar cancelamentos e manter boas avaliações? Neste vídeo, explicamos as novas regras do ar-condicionado da Uber, como isso pode afetar motoristas e passageiros, e o que esperar para 2025. Assista até o final para entender tudo!Leia a matéria completa no site do Garagem 360: https://garagem360.com.br/uber-emite-comunicado-sobre-ar-condicionado-para-todos-os-motoristas-e-obrigatorio-em-2025/RESUMO DO VÍDEO:00:00 O uso do ar-condicionado é obrigatório?00:42 Ar-condicionado é requisito para cadastro na UBER 202501:18 O uso do ar-condicionado é opcional na UBER 202502:35 Avaliação ruim pelo não uso do ar-condicionado03:33 Estorno do valor da corrida na UBER 2025Edição e Capa: Douglas Costa#Uber2025 #ArCondicionadoUber #motoristasuber”,”thumbnailUrl”:”https://s1.dmcdn.net/v/XpquG1eBKNgo0nReR/x120″,”uploadDate”:”2025-02-07T17:48:12-03:00″,”duration”:”PT415S”,”embedUrl”:”https://geo.dailymotion.com/player.html?video=x9dpsls”}

    A dinâmica do trabalho por aplicativo é intrinsecamente ligada aos hábitos dos passageiros. Mudar a percepção de dia e noite em uma hora redistribui a demanda e impõe novos desafios logísticos aos condutores. Veja os principais pontos:

    1. Renda e Demanda: O Deslocamento do “Pico”

    O principal impacto do Horário de Verão é econômico, e se manifesta de duas formas:

    Aumento da Demanda Noturna de Lazer

    Com o relógio adiantado em uma hora, a noite de verão começa mais tarde. O final de tarde estendido com luz natural costuma incentivar atividades de lazer após o trabalho. Pessoas tendem a ficar mais tempo em parques, bares e restaurantes, atrasando o retorno para casa.

    • Impacto Positivo: Isso pode levar a um aumento de corridas no período entre 19h e 23h, estendendo a faixa de “horário de pico” tradicional (fim do dia). Mais corridas nesse período, muitas vezes com tarifa dinâmica, podem significar um aumento no faturamento para o motorista.

    Como a volta do horário de verão pode impactar rotina dos motoristas de aplicativo – foto: Freepik

    Mudança no Horário de Ponta

    Historicamente, o Horário de Verão foi criado para economizar energia, aproveitando a luz do sol para deslocar o pico de consumo para mais tarde. Embora a efetividade da medida para a rede elétrica tenha diminuído (o pico de demanda hoje é mais influenciado pelo uso de ar-condicionado à tarde), o comportamento de consumo de viagens muda:

    • Impacto Neutro/Negativo: O pico da manhã (viagens para o trabalho), que já é lucrativo, se mantém. No entanto, o motorista precisa se reajustar para capturar o pico da noite, trabalhando em um horário que, na prática, é uma hora mais tarde em seu relógio biológico.

    2. Segurança: Mais Horas de Luz, Menos Risco

    Para uma categoria que lida com a insegurança urbana diariamente, o fator luz solar é um ponto crucial de atenção.

    Maior Exposição à Luz Natural

    O principal benefício para os motoristas é que a alteração faz com que o período de maior demanda da noite ocorra sob a luz do sol por mais tempo.

    • Viagens de Retorno: Muitas corridas de retorno para casa, que antes seriam feitas já no escuro (entre 18h e 19h), passam a ser realizadas com visibilidade.

    • Melhora na Percepção de Risco: A luz natural é um fator inibidor de crimes, tornando embarques e desembarques mais seguros e reduzindo a sensação de vulnerabilidade para o motorista. Muitos profissionais buscam evitar rotas e áreas de risco em horários de pouca iluminação. O Horário de Verão expande a janela de trabalho percebida como “segura”.

    Foto: Freepik

    Jornada e Fadiga

    Estudos sobre a plataformização do trabalho (como os do Ipea) mostram que motoristas e entregadores já enfrentam jornadas longas e extenuantes em busca de maior renda. A mudança de horário, mesmo que de apenas uma hora, pode afetar o ciclo de sono e a produtividade nos primeiros dias.

    • Adaptação: O motorista precisa de um período de adaptação, o que pode aumentar temporariamente a fadiga no trânsito, elevando o risco de acidentes, principalmente no final de longas jornadas.

    3. Logística e Adaptação

    O motorista de aplicativo opera em um mercado com excesso de mão de obra, o que já pressiona as tarifas e a renda. A adaptação à mudança de horário exige uma estratégia de trabalho.

    • Estratégia de Rota: Os motoristas precisam ajustar suas rotinas para priorizar as áreas de lazer e entretenimento que terão movimento estendido. O foco se desloca dos centros comerciais para bairros de bares e restaurantes, que se tornam o novo ponto focal do surge noturno.

    • Comunicação com o Cliente: Embora o fuso horário seja ajustado automaticamente pelos aplicativos e pelo celular, o motorista pode se beneficiar de uma boa comunicação com os passageiros, especialmente aqueles que precisam de conexões de transporte (como rodoviárias e aeroportos) em áreas de fuso ou que não adotam o Horário de Verão.

    A potencial volta do Horário de Verão no Brasil apresenta-se como uma “faca de dois gumes” para os motoristas de aplicativos. Por um lado, ela oferece o potencial de maior faturamento ao estender o período de alta demanda noturna e, crucialmente, proporciona uma camada extra de segurança ao adiar o anoitecer.

    Por outro lado, a mudança exige um reajuste na rotina, que pode causar fadiga e exigir uma adaptação logística rápida para que o profissional possa se beneficiar das novas janelas de oportunidade.

    Você é motorista de aplicativo? Conte-nos: o Horário de Verão já afetou sua rotina e seus ganhos antes? Compartilhe sua experiência nos comentários!



    Fonte: Garagem 360

  • Nissan faz o dever de casa e manter o novo Kicks não pesa tanto no bolso

    Nissan faz o dever de casa e manter o novo Kicks não pesa tanto no bolso

    Foto da família do novo Kicks 2026 reunida
    Família do novo Kicks 2026 reunida

    Como já antecipei por aqui, a Nissan fez o dever de casa e o novo Kicks não pesa tanto no bolso do proprietário durante sua vida. O custo de propriedade do modelo fabricado no Complexo Industrial de Resende (RJ), que inclui itens como as revisões periódicas e o seguro, está entre os melhores na comparação com os concorrentes.

    (mais…)

  • Nova lei ameaça a economia de quem tem carro elétrico e placa solar

    Nova lei ameaça a economia de quem tem carro elétrico e placa solar

    Medida Provisória (MP) nº 1.300/2025, proposta para reformular o setor elétrico brasileiro, gerou uma onda de otimismo por buscar modernizar a área e ampliar a Tarifa Social. Contudo, para quem investiu em energia solar fotovoltaica ou possui carro elétrico, a medida introduz um elemento de grande preocupação: o potencial encarecimento da energia gerada em casa.

    {“@context”:”https://schema.org”,”@type”:”VideoObject”,”name”:”Carregar CARRO ELÉTRICO EM CASA vale a pena? Veja o custo real e o consumo dos modelos BYD”,”description”:”Você sabia que o custo de carregar um carro elétrico na tomada de casa pode variar de R$ 25,00 a R$ 50,00 por carga? Neste vídeo, vamos explorar os preços de recarga de dois dos carros elétricos mais populares no Brasil: o BYD Dolphin e o BYD Dolphin Mini. Descubra o impacto da tarifa de eletricidade, como a autonomia de carros elétricos e a eficiência das baterias influenciam o custo da recarga e como isso se compara ao custo de abastecer um carro a combustão. Também vamos ver uma comparação entre carros elétricos e combustão, com exemplos práticos do custo de operação de veículos elétricos em cidades como São Paulo e Brasília.→ Leia a matéria completa no site do Garagem 360: https://garagem360.com.br/quanto-custa-carregar-um-carro-eletrico-na-tomada-de-casa-modelos-fazem-de-r-2500-a-r-50-por-carga/RESUMO DO VÍDEO:00:00 → Carro elétrico: Como funciona o carregamento?00:21 → Vale a pena carregar um BYD Dolphin em casa?01:07 → Comparação: BYD Dolphin em São Paulo e Brasília01:20 → Custo para carregar um Dolphin em São Paulo 01:56 → Autonomia do Dolphin: 291 km segundo o Inmetro02:04 → Especificações do motor do BYD Dolphin02:12 → Custo para carregar o BYD Dolphin Mini em Brasília03:10 → Comparando custos: Carro elétrico vs. carro a combustão03:25 → Análise de custo: Carro elétrico vs. a combustão03:49 → Custo para percorrer 290 km com carro a combustão04:13 → Vantagens econômicas do carro elétrico a longo prazoEdição: Douglas Costa#CarroElétrico #CustoDeRecarga #BYDDolphin”,”thumbnailUrl”:”https://s2.dmcdn.net/v/Xmidu1eRT2XMz8PEp/x120″,”uploadDate”:”2025-01-29T18:00:41-03:00″,”duration”:”PT371S”,”embedUrl”:”https://geo.dailymotion.com/player.html?video=x9d87p4″}

    “Taxação do Sol” e Tarifa Fixa: MP 1.300/2025 Ameaça a Economia de Quem Tem Carro Elétrico e Placa Solar

    O foco da tensão reside nos dispositivos que buscam redefinir a cobrança e o controle da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) sobre as tarifas, ameaçando o principal benefício da geração distribuída.

     

    A MP 1.300/2025, ao alterar o Marco Legal da Geração Distribuída (Lei nº 14.300/2022), inicialmente tentou incluir novos encargos para os consumidores que geram sua própria energia.

    Embora pontos mais duros, como a cobrança adicional de Encargos da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE) e a totalidade da Tarifa de Uso do Sistema de Distribuição (TUSD), tenham sido contestados e parcialmente retirados do texto final aprovado no Congresso, o debate deixou uma grande brecha de insegurança.

    Nova lei ameaça a economia de quem tem carro elétrico e placa solar – Foto: Freepik

    O principal risco levantado pela Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar) é o poder concedido à Aneel para estabelecer tarifas obrigatórias, incluindo encargos fixos, limitando a liberdade de escolha do consumidor.

    • Economia em Risco: Estudos de entidades do setor apontam que, se as regras iniciais de cobrança fossem mantidas, a economia na conta de luz dos consumidores de energia solar poderia cair drasticamente, em até 70%. Isso estenderia o prazo de retorno do investimento (o chamado payback) das placas solares, desestimulando novos projetos.

    • A “Taxação do Sol”: A legislação atual já prevê um escalonamento gradual da cobrança sobre os créditos de energia solar injetados na rede (a “Taxação do Sol”), que deve chegar a 100% em 2029 para sistemas instalados a partir de 2023. A preocupação da MP era criar custos adicionais e imprevisíveis sobre esta estrutura já em transição.

    O Fim da “Recarga Gratuita” para Carros Elétricos

    A principal vantagem de ter um carro elétrico e placas solares é a possibilidade de carregar o veículo com um custo próximo de zero, uma vez que a eletricidade gasta é compensada pelos créditos solares.

    Um carro elétrico popular consome, em média, de 200 a 450 kWh por mês para rodar (dependendo do uso). Sem energia solar, esse consumo pode adicionar R$ 170 a R$ 360 à conta de luz, considerando a tarifa média de energia de R$ 0,80 a R$ 0,90 por kWh no país.

    Imagem gerada por I.A

    Para o proprietário que gera sua própria energia:

    1. A Carga Efetiva: O carregamento do veículo se torna “gratuito” porque a energia consumida é compensada pelos créditos de energia solar (a eletricidade gerada e injetada na rede durante o dia).

    2. O Prejuízo com a MP: Caso a MP ou as regulamentações futuras da Aneel estabeleçam a cobrança integral de encargos como a TUSD (Tarifa de Uso do Sistema de Distribuição) e a CDE sobre essa energia consumida, o proprietário do carro elétrico seria duplamente penalizado: ele pagaria pelo uso da rede para carregar o carro, mesmo tendo gerado a energia equivalente.

    3. Impacto em Condomínios: A questão é ainda mais crítica em condomínios. Muitos edifícios estão investindo em projetos de geração solar compartilhada para cobrir os custos das áreas comuns e, em alguns casos, de eletropostos para veículos elétricos. Se a tarifa de compensação for alterada ou a Aneel impor taxas fixas obrigatórias, o custo do carregamento nos condomínios pode aumentar significativamente, minando o apelo da mobilidade elétrica.

    Leia aqui: Adeus, gasolina? Toyota revela o visual do revolucionário novo Toyota Corolla elétrico

    Atualmente, o custo da energia para carregar um carro elétrico em casa com energia solar pode ser zero além da taxa mínima de disponibilidade da rede e impostos municipais fixos. Se houver a “taxação” total dos créditos ou a imposição de tarifas obrigatórias pela Aneel, o custo da eletricidade para carregar o veículo aumentará, corroendo a principal economia do veículo elétrico.

    Você tem carro elétrico ou energia solar? Como as mudanças nas tarifas de energia elétrica podem afetar seu orçamento? Compartilhe sua experiência e comente abaixo!



    Fonte: Garagem 360

  • De Kwid a Polo: Os 5 carros a combustão mais econômicos do Brasil em 2025

    De Kwid a Polo: Os 5 carros a combustão mais econômicos do Brasil em 2025

    Com o aumento constante dos preços dos combustíveis e a crescente preocupação com a eficiência energética, o critério de consumo tornou-se um dos mais importantes para o consumidor brasileiro em 2025.

    O ranking dos carros a combustão mais econômicos do país, baseado no índice de eficiência energética (MJ/km), demonstra a supremacia dos modelos compactos e com motores aspirados ou turbo de baixa cilindrada.

    {“@context”:”https://schema.org”,”@type”:”VideoObject”,”name”:”GASOLINA ADITIVADA É MELHOR QUE A COMUM_ VEJA COMO USAR OS ADITIVOS E NÃO CAIR EM GOLPES”,”description”:”➜ Gasolina aditivada ou comum, qual rende mais?https://garagem360.com.br/gasolina-aditivada-ou-comum-qual-rende-mais/Gasolina aditivada ou comum, qual rende mais? Essa é uma dúvida entre os motoristas. Afinal, qual a diferença entre abastecer um carro com a gasolina comum e com a gasolina com aditivos? Comprar aditivos separados é a melhor opção? Veja as respostas para essas perguntas no vídeo!🤙🏼 CURTIU? DEIXE SEU LIKE PARA SABERMOS.🔴 INSCREVA-SE AGORA MESMO NO CANAL, PARA MAIS INFORMAÇÕES.00:00 Gasolina aditivada é melhor?00:15 Diferença entre gasolina comum e aditivada00:35 O que o aditivo faz no carro?02:30 Aditivos na gasolina do posto04:00 Como colocar aditivos na gasolina#gasolina #aditivopararadiador #gasolinaaditivada”,”thumbnailUrl”:”https://s1.dmcdn.net/v/YH_ry1e2YtR8VvreE/x120″,”uploadDate”:”2025-04-24T07:20:44-03:00″,”duration”:”PT332S”,”embedUrl”:”https://geo.dailymotion.com/player.html?video=x9ifbek”}

    Os Reis da Economia: Top 5 de 2025

    Posição Modelo Eficiência Energética (MJ/km) Motorização Principal Preço (a partir de)
    Renault Kwid 1,40 MJ/km 1.0 SCe Flex (Aspirado) R$ 77.240
    Chevrolet Onix 1,41 MJ/km 1.0 Flex (Aspirado) R$ 93.770
    Chevrolet Onix Plus 1,43 MJ/km 1.0 Flex (Aspirado) R$ 105.490
    Volkswagen Polo TSI 1,43 MJ/km 1.0 Turboflex TSI R$ 111.490
    Fiat Cronos 1,46 MJ/km 1.0 Firefly Flex (Aspirado) R$ 100.990

    1º Lugar: Renault Kwid – 1,40 MJ/km

    O subcompacto da Renault se consolida novamente como o carro mais econômico do Brasil. Com um índice de 1,40 MJ/km, o Kwid demonstra que o baixo peso e a motorização simples são a receita ideal para economizar.

    • Motorização: 1.0 SCe flex de três cilindros (70 cv).

    • Consumo (Gasolina): 14,6 km/l na cidade e 15,5 km/l na estrada.

    • Preço: A partir de R$ 77.240 (versão Zen).

    Renault Kwid – Foto: Divulgação

    2º Lugar: Chevrolet Onix – 1,41 MJ/km

    O hatch da Chevrolet se mantém no pódio dos econômicos, oferecendo uma das melhores relações entre consumo e pacote tecnológico. As atualizações mecânicas em 2025 o ajudaram a cravar 1,41 MJ/km.

    • Motorização: 1.0 flex aspirado de três cilindros (82 cv).

    • Consumo (Gasolina): 13,8 km/l na cidade e 16,7 km/l na estrada.

    • Preço: A partir de R$ 93.770 (versão LT).

    Foto: Divulgação

    3º Lugar: Chevrolet Onix Plus – 1,43 MJ/km

    A versão sedã do Onix prova que é possível ter espaço e economia. O Onix Plus (1,43 MJ/km) oferece conforto com um consumo rodoviário notável, atingindo a marca de 17,4 km/l com gasolina na estrada.

    • Motorização: 1.0 flex aspirado de três cilindros (82 cv).

    • Consumo (Gasolina): 13,5 km/l na cidade e 17,4 km/l na estrada.

    • Preço: A partir de R$ 105.490 (versão 1.0 LT).

    4º Lugar: Volkswagen Polo TSI – 1,43 MJ/km

    Empatado tecnicamente com o Onix Plus em 1,43 MJ/km, o Polo TSI se destaca por ser o único modelo turbo do Top 5, provando que a injeção direta e o downsizing podem ser aliados da economia. A vantagem é ter a melhor performance (116 cv) combinada com baixo consumo.

    • Motorização: 1.0 turboflex TSI (116 cv).

    • Consumo (Gasolina): 13,9 km/l na cidade e 16,3 km/l na estrada.

    • Preço: A partir de R$ 111.490 (versão TSI manual).

    Foto: Divulgação

    5º Lugar: Fiat Cronos – 1,46 MJ/km

    O sedan da Fiat completa a lista, confirmando a eficiência de seu motor Firefly. Com 1,46 MJ/km, o Argo é uma opção de entrada sólida para quem busca um carro econômico dentro da linha da marca.

    • Motorização: 1.0 Firefly flex de três cilindros (75 cv).

    • Consumo (Gasolina): 13,4 km/l na cidade e 15,9 km/l na estrada.

    • Preço: A partir de R$ 100.990.

    Foto: Divulgação

    Entenda o MJ/km:

    A eficiência energética, medida em Megajoules por quilômetro (MJ/km), é o padrão utilizado pelo Inmetro para classificar o consumo dos veículos. Quanto menor o valor em MJ/km, mais eficiente é o carro, pois ele precisa de menos energia para rodar 1 km, independentemente do combustível utilizado. Esse índice é crucial para a etiqueta de classificação do PBE (Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular).

    Qual é a sua prioridade na hora de trocar de carro? Economia extrema (Kwid) ou um equilíbrio entre performance turbo e consumo (Polo TSI)? Deixe seu comentário!

    Leia aqui: Carros no Brasil nunca mais serão baratos graças a tributos de 37%; entenda



    Fonte: Garagem 360

  • Kicks Play ainda lidera vendas em comparação com nova geração do SUV

    A Nissan já colocou no showroom das concessionárias a nova geração do Kicks. O modelo ganhou um visual completamente distinto e mais equipamentos. 

    Enquanto a geração antiga parte dos R$ 118 mil, a novo Kicks tem o preço um pouco mais “salgado”. A configuração Sense é a mais em conta, por R$ R$ 166.990. 

    Apesar dos incrementos em tecnologia e visual, parece que isso não tem sido suficiente para converter em vendas. Segundo números divulgados pela consultoria K.Lume, o Kicks Play ainda domina nos emplacamentos. 

    Entre maio a setembro deste ano, período com vendas paralelas, a nova geração do Kicks vendeu menos que o Kicks Play, mesmo com uma versão a mais. 

    Total de vendas de maio a setembro de 2025: 

    • Kicks Play Active Plus – 5.957;
    • Kicks Play Sense – 5.229;
    • Kicks Play Advance – 6.229;
    • Kicks Sense – 1.148 (nova geração);
    • Kicks Advance AT – 2.508 (nova geração);
    • Kicks Exclusive AT – 1.443 (nova geração);
    • Kicks Platinum AT – 1.760 (nova geração).

    Neste período, a configuração de maior sucesso é a Play Advance (intermediária). O mesmo acontece com a nova geração, onde a versão intermediária Advance é a mais vendida. 

    O Kicks é um dos SUVs mais vendidos do Brasil. De forma geral, ele é o oitavo mais vendido do ano, com cerca de 40 mil emplacamentos. 

    Entenda diferenças entre veículos SUV, D-SUV, C-SUV, B-SUV



    Fonte: CNN Brasil Auto

  • Hyundai participa de feira no Sul em busca de fornecedores

    Hyundai participa de feira no Sul em busca de fornecedores

    Com o objetivo de ampliar o número de fornecedores no País, a Hyundai participa pela primeira vez da Mercopar, que acontece de 14 a 17 de outubro no Centro de Feiras e Eventos Festa da Uva, em Caxias do Sul, RS.

    Durante o evento, a montadora irá participar do Painel de Oportunidades da Cadeia Automotiva para divulgar seus procedimentos de compras, requisitos e exigências para os interessados em uma parceria comercial.

    LEIA MAIS

    Hyundai Motor revela plano de crescimento global

    No varejo, VW encosta na Fiat e Toyota na GM

    Para o público, estará em exposição o SUV Hyundai Creta Ultimate, líder de vendas no varejo entre todos os automóveis comercializados 2023 e 2024, com expectativa de repetir esse feito pela terceira vez consecutiva agora em 2025.

    A Hyundai vai aproveitar a exposição organizada pelo Sebrae-RS, com apoio da Fiergs, Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul, para buscar parceiros nas áreas de peças e componentes automotivos, matérias-primas e serviços especializados.

    A Mercopar representa uma oportunidade estratégica para estreitarmos o relacionamento com fornecedores de todo o Brasil, especialmente da região Sul. Queremos mostrar, de forma clara e acessível, como funciona o processo de integração à nossa cadeia de suprimentos”, explicou Ivan Carvalho, diretor de Compras da Hyundai Motor Brasil.


    Foto: Divulgação/Hyundai



    Fonte: Auto Industria

  • No Brasil, o maior crescimento da Volvo Car no mundo

    No Brasil, o maior crescimento da Volvo Car no mundo

    AVolvo Car Brasil comemora este ano o maior crescimento em vendas entre as operações da marca no mundo, incluindo a matriz sueca e países como Alemanha, Canadá, Estados Unidos, Irlanda e Chile.

    Suas vendas cresceram 11,8%, de 6.335 carros nos primeiros nove meses de 2024 para 7.080 no mesmo período deste ano. Em setembro, a Volvo Car bateu recorde de vendas no Brasil, com 1.007 emplacamentos.

    LEIA MAIS

    Zeekr já vende mais elétricos do que Audi e Mercedes-Benz juntas

    A marca conta com 52 concessionárias espalhadas em 21 estados brasileiros, com a rede em expansão agora em 2025.

    Os dois países que vêm na sequência do ranking dos que mais cresceram foram Suécia e Irlanda, que fecharam as três primeiras posições com altas de 11,3% e 10,7%, respectivamente.

    Marcelo Godoy, presidente da Volvo Car Brasil, comemora o resultado, destacando a competência da equipe que, apesar de enxuta, vem trabalhando de forma unificada em prol do fortalecimento local da marca.

    Godoy lembra que a operação brasileira foi uma das primeiras da Volvo no mundo a apostar em uma frota totalmente eletrificada. “Até este mom.ento, 54,2% dos 7.080 carros que vendemos aqui no Brasil, em 2025, são 100% elétricos”, concluiu o executivo.


    Foto: Divulgação/Volvo Car



    Fonte: Auto Industria

  • Leonardo Tosello passa a diretor de Vendas da Volkswagen

    Leonardo Tosello passa a diretor de Vendas da Volkswagen

    A Volkswagen anunciou nesta segunda-feira, 13, Leonardo Tosello como novo diretor de Vendas no Brasil. Até o fim do mês passado, o cargo era ocupado por Fernando Silva, que a partir de outubro passou a vice-presidente de Vendas & Marketing. Na nova posição, Tosello se reportará exatamente a Silva.

    Com formação em administração e especializações em Negócios e Gestão, Tosello  tem acumulados 25 anos no setor automotivo e longa  trajetória em Vendas e Marketing e os últimos 12 anos dedicados exclusivamente à área comercial. Atuou, por exemplo,  como gerente regional no Centro-Oeste e Norte, gerente nacional de Vendas Varejo e, mais recentemente, como gerente executivo de Vendas Corporativas.


     



    Fonte: Auto Industria

  • Stellantis já produz a RAM Dakota na Argentina

    Stellantis já produz a RAM Dakota na Argentina

    A previsão oficial, pelo menos por enquanto, é de que ela esteja nas concessionárias brasileiras somente no começo do ano que vem. Mas a RAM Dakota acaba ter sua produção iniciada no complexo industrial da Stellantis em Córdoba, Argentina, e as primeiras unidades, por certo, abastecerão o mercado local.

    A montadora, porém, não esconde que a produção de uma picape grande no país vizinho visa sobretudo as exportações, em especial para o maior mercado da região, o Brasil.

    LEIA MAIS

    → RAM Dakota promete brigar pelo topo das picapes médias

    → Ram revela primeiras imagens da Dakota de produção

    Aqui a RAM já vendeu 20,5 mil picapes nos primeiros nove meses de 2025, a grande maioria, 17,6 mil, da Rampage, único modelo da marca fabricado na América do Sul.

    A Rampage sai da linha de montagem de Goiana, PE, onde também é fabricada a Fiat Toro, que só não compartilha com a Rampage alguns poucos equipamentos e acabamentos internos e, claro, o desenho dianteiro e traseiro da carroceria.

    A Stellantis está seguindo rigorosomente a mesma fórmula no caso da Dakota. No primeiro semestre deste ano, Córdoba passou a produzir a Titano, picape Fiat que igualmente é vendida aqui e que compartilha quase tudo com o novo modelo da RAM — da planta argentina também sai o sedã Fiat Cronos.

    Segundo a montadora, a produção da Dakota na Argentina “consolida o Polo de Córdoba como um hub estratégico na produção de picapes para a região”.

    RAM Dakota

    Para isso, desde o ano passado a unidade tem sido destino de ciclo de investimento de US$ 385 milhões em atualização tecnológica e desenvolvimento de novos produtos.

    Até mesmo o novo motor que equipa da Dakota: o Multijet turbodiesel 2.2 litros de 200 cv, não por coincidência utilizado na própria Titano e em outros veículos comerciais das marcas da Stellantis vendidos na região, e que será fabricado localmente a partir dce 2027.

    “O lançamento da Ram Dakota é um exemplo de como a integração local impulsiona a competitividade regional”, destaca Herlander Zola, Presidente da Stellantis para a América do Sul.

    A RAM já apresentou na Argentina a versão Warlock, 4×4, opção com maior vocação para o off-road, afirma a marca. A versão  exibe farois  e lanternas em LED, faróis de neblina, rodas de liga-leve de 17 polegadas negras, pneus de uso misto, estribos laterais e santântonio na caçamba que comporta 1.200 litros de carga.

    Internamente, bancos dianteiros elétricos, quadro de instrumentos digital e central multimídia de 12,3” com Android Auto e Apple CarPlay sem fio, console central elevado, com carregador por indução para celular. A Dakota terá seis airbags e , segundo a RAM, “ampla oferta de equipamentos para condução semiautônoma”.


     

    Foto: Divulgação



    Fonte: Auto Industria