Autor: automoveis

  • Ferrari aumenta potência do seu lucro, que contradiz sustentabilidade

    Ferrari aumenta potência do seu lucro, que contradiz sustentabilidade

    Todo o discurso sobre adequar a sociedade a princípios civilizatórios de sustentabilidade socioambiental não parece colar no andar mais alto do estrato social. Nestas coberturas, onde se multiplicam piscinas de borda infinita, que abrigam as pessoas mais ricas do planeta, ninguém pergunta ou se importa com quantos gramas de CO2 emite o novo Ferrari 849 Testarossa V8 híbrido plug-in, com seus desnecessários e perdulários 1.050 cavalos, que na Europa custa de € 460 mil a € 650 mil – algo como R$ 2,9 milhões a R$ 4 milhões pelo câmbio atual.

    Poucas pessoas no mundo podem exaltar sua própria riqueza por meio do desperdício de recursos com uma marca icônica de luxo, mas no caso da Ferrari é público mais que suficiente para sustentar o maior lucro do mundo por carro vendido, garantido por quem aceita e até se acotovela para pagar pequenas – pequenas para eles, diga-se – fortunas por um veículo que, a despeito de sua incontestável beleza, esportividade e exclusividade, não serve para muita coisa além ser uma joia automotiva que passará a maior parte do tempo guardada em uma garagem, com esporádicas seções de exibicionismo em vias que não permitem nem um sexto da velocidade máxima disponível.

    Ferrari 849 Testarossa

    Pois são essas poucas pessoas com altos padrões de insustentabilidade socioambiental que, no primeiro semestre deste ano, compraram 7 mil carros da Ferrari, marca que atualmente tem sete modelos em linha – sem contar algumas séries especiais – que na Europa custam de € 230 mil, caso do Roma Spider, aos € 700 mil de um Purosangue V12, de 725 cv, o primeiro Ferrari quatro portas para quatro ocupantes.

    Lucro turbinado

    Os mais recentes resultados financeiros da Ferrari comprovam que, mesmo vivendo sob o maior ciclo de transformação da história rumo à eletrificação, o que dá lucro na indústria automotiva não são ações de sustentabilidade, mas motores a gasolina de tão alta quanto descabida potência, empacotados por belos designs, fino acabamento e – acima de tudo – uma marca icônica capaz de cobrar preços que superam em muito o seu valor material.

    Com um plano iniciado há cerca de dez anos que envolveu a separação acionária do Grupo Fiat – mas permanecendo sob controle da família Agnelli por meio da holding Exor NV, a mesma que também controla a hoje Stellantis – e o lançamento de renovados e novos produtos, a Ferrari praticamente dobrou suas vendas, que saltaram de 7,6 mil unidades em 2015 para 13,7 mil em 2024.

    Com isto faturamento e lucros também se multiplicaram: em dez anos as vendas globais saíram de € 2,8 bilhões para € 6,7 bilhões, um salto de 139%, e o lucro líquido cresceu mais de cinco vezes, de € 290 milhões, em 2015, para € 1,5 bilhão no ano passado.

    Estes resultados fazem da Ferrari a empresa automotiva mais lucrativa do planeta em relação ao volume de carros que vende, com ganhos que continuam a crescer ano a ano. No primeiro semestre de 2025 os 7 mil carros vendidos garantiram faturamento de € 3,6 bilhões, um crescimento de 8,5% em relação ao mesmo período de 2024, enquanto o lucro líquido de € 837 milhões avançou ainda mais, 9,4%, mesmo com número de unidades vendidas sem crescimento, praticamente estável.

    Maior lucro por carro

    Mesmo com os mercados onde atua em retração a Ferrari segue ganhando dinheiro, basicamente porque seus clientes não se incomodam muito com aumento de preços e seguem fazendo filas de espera para receber seu carro com a indefectível marca do cavalino rampante.

    Segundo cálculos do especialista Felipe Muñoz, analista global da Jato Dynamics baseado em Turim, Itália, no primeiro semestre a Ferrari lucrou € 118 mil por carro vendido, quase € 10 mil a mais do que os € 108,7 mil por unidade de um ano atrás, um aumento de 8,7%.

    Analisando os balanços de 34 fabricantes de veículos do mundo, Muñoz chegou à conclusão que a Ferrari não é só a mais lucrativa do mundo como também abriu distância abissal para as demais.

    Segunda no ranking elaborado pelo consultor, a JLR, antiga Jaguar Land Rover, no mesmo semestre precisou vender 23 carros para obter o mesmo lucro de um Ferrari vendido. Este número aumenta para 24 no caso da Porsche – outrora a mais lucrativa do setor –, sobe para 47 da Mercedes-Benz, 58 do Grupo BMW – que também inclui Mini e Rolls-Royce – e 62 da Tesla.

    Esta relação cresce ainda mais dentre os grupos fabricantes de grandes volumes: para atingir o lucro de um Ferrari vendido a GM precisa vender 69 carros de suas marcas, a compatriota Ford precisa de 673, a Toyota de setenta, 116 do Grupo Volkswagen – que inclui marcas de alto valor agregado como Audi e Bentley – e a GWM necessita de 89 – é a chinesa mais bem colocada no ranking.

    Como era de se esperar, pela prática de preços baixos, os fabricantes da China trabalham com margens baixas. A BYD, uma das melhores colocadas, precisa vender 113 veículos de suas quatro marcas para alcançar o lucro de um Ferrari, enquanto a penúltima colocada Geely necessita de 1.225 unidades e a Leapmotors, na última posição, no primeiro semestre vendeu de nada menos que 6.667 carros para lucrar o mesmo que apenas um cavalinho italiano.

    Mas Muñoz observa que, apesar de seguir mostrando lucros crescentes e vistosos, o ritmo de crescimento dos resultados da Ferrari vem caindo nos últimos anos, mesmo após o lançamento do Purosangue, em 2022, o primeiro quatro-portas da marca que poderia ter trazido volumes maiores, por ter inserido a fabricante em segmento no qual ela nunca atuou. Talvez nem precisasse, pois é um público diferente, mais racional e menos apaixonado, do qual costuma ser mais difícil se obter tanto lucro, pois há opções bastante luxuosas e mais baratas.

    Eletrificação

    A Ferrari também faz suas apostas na eletrificação, mas sempre preservando a desnecessária e perdulária alta potência: em 2019 lançou o SF90 Stradale, seu primeiro híbrido plug-in, e em 2021 veio o segundo, o 296 GTB/GTS – o primeiro da marca a economizar cilindros, com motor V6 de 221 cv que com a ajuda dos motores elétricos chega a 830 cv. Este ano, para suceder ao Stradale, foi apresentado o 849 Testarossa com evoluído powertrain híbrido plug-in que combina o V8 a gasolina de 830 cv com três motores elétricos de 220 cv, ultrapassando assim os 1 mil cavalos.

    Agora é esperada a apresentação do primeiro Ferrari 100% elétrico que, apesar da fonte energética considerada mais limpa, deverá ter cavalaria tão perdulária – e por isto inútil – quanto o resto da família. Resta saber se na era da eletrificação a Ferrari continuará ganhando dinheiro ou começará a perder lucros, como vem acontecendo com a maioria dos fabricantes que perdem a essência ao migrar para os elétricos e hoje são comparáveis a marcas chinesas mais baratas.

    O que em nada muda é a essência do andar de cima, ou da maioria dos ricos habitantes dele: seja um carro a combustão ou elétrico, o negócio é gastar dinheiro, recursos e energia como se não houvesse amanhã. É provável que não haja mesmo.


    * Pedro Kutney é jornalista especializado em economia, finanças e indústria automotiva. É autor da coluna Observatório Automotivo, especializada na cobertura do setor automotivo, e editor da revista AutoData. Ao longo de mais de 35 anos de profissão, foi editor do portal Automotive Business, editor da revista Automotive News Brasil e da Agência AutoData. Foi editor assistente de finanças no jornal Valor Econômico, repórter e redator das revistas Automóvel & Requinte, Quatro Rodas e Náutica.


    Foto: Divulgação Ferrari



    Fonte: Auto Industria

  • Nova Ram Dakota tem data para chegar e desafiar Hilux e S10

    Nova Ram Dakota tem data para chegar e desafiar Hilux e S10

    A nova Ram Dakota, uma das picapes mais aguardadas dos últimos tempos, finalmente teve seu lançamento confirmado no Brasil para o Carnaval de 2026. A picape média da Ram promete esquentar a briga contra as líderes do segmento. Vem com o Garagem360 saber todos os detalhes da picape!

    O que já sabemos sobre a nova Ram Dakota?

    A confirmação veio diretamente do vice-presidente da Ram na América do Sul, Juliano Machado, em uma entrevista ao programa CBN Autoesporte.

    Nova Ram Dakota
    Nova Ram Dakota. Foto: Divulgação / Stellantis



    Fonte: Garagem 360

  • Leapmotor C10 chega em novembro em 36 concessionárias

    Leapmotor C10 chega em novembro em 36 concessionárias

    A Leapmotor, sétima marca da Stellantis no Brasil, lançará seu primeiro veículo, o C10, em novembro. O SUV será apresentado oficialmente antes mesmo do Salão do Automóvel, previsto para a última semana do mês e que será palco da primeira grande aparição pública do modelo e da marca chinesa.

    O C10 será oferecido em duas versões: uma totalmente elétrica e outra híbrida, batizada de REEV e que tem o motor combustão apenas para gerar energia para as baterias ou para o motor elétrico que impulsiona o veículo. Na prática, portanto, o motorista estará sempre conduzindo o carro com tração elétrica.

    Um segundo modelo, o B10, também SUV, mas de porte inferior, também será importado da China e apresentado em novembro. Mas chegará ao mercado, inicialmente, apenas na versão movida integralmente a bateria. A importação da REEV, contudo, já está confirmada para os meses seguintes.

    A Leapmotor começará sua operação no País com 36 concessionárias em todos as regiões. Naturalmente, a maioria em cidades responsáveis pela maior parcela de licenciamentos de modelos eletrificados, como as do Sudeste, que representam quase a metade do total no acumulados dos primeiros nove meses de 2025.

    A depender da estratégia comercial da Leapmotor — leia-se preços que serão praticados para a versão única de acabamento que será oferecida —, o C10 pode, sim, gerar dúvidas nos consumidores que hoje optam por, por exemplo, utilitários esportivos das também chinesas BYD e GWM.

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    Mais ainda: despertar a atenção até mesmo dos tradicionais compradores do Commander, da Jeep, marca coirmã da Leapmomor na Stellantis, e outros concorrentes do mesmo porte.

    Ainda que com perfil e aplicação um tanto diferentes. O C10 se aproxima mais de um crossover, um veículo com proposta evidentemente urbana, muito mais do que o Commander, para ficar na comparação em família.

    É notável o excelente espaço interno para todos os cinco ocupantes e o acabamento esmerado em todo o interior. Adota recursos comuns à maioria dos lançamentos do segmento, como amplo quadro de instrumentos digital e enorme multimídia, mas com  painel e acabamentos mais sóbrios, sem rebuscamentos em comandos.


    Foto: AutoIndústria



    Fonte: Auto Industria

  • A marca MG, da chinesa SAIC, terá 24 concessionárias ainda este ano

    A marca MG, da chinesa SAIC, terá 24 concessionárias ainda este ano

    Com lançamento oficial programado para o Salão Internacional do Automóvel, que acontece no Distrito Anhembi em novembro, a marca MG, de origem britânica mas controlada atualmente pela chinesa SAIC, terá 24 concessionárias no Brasil ainda este ano, com meta de chegar a 70 em 2026.

    A informação foi divulgada nesta terça-feira, 7, revelando que o projeto da rede brasileira envolve, na primeira etapa, parceria com 12 grupos locais, com as primeiras lojas estrategicamente localizadas em cidades do Sudeste, Sul e Centro-Oeste do País.

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    “Ter uma rede de lojas em cidades estratégicas é, sem dúvida, um diferencial para o sucesso da relação de longo prazo que estamos começando a construir com o Brasil”, comenta Frederico Geraldino, chefe de Desenvolvimento de Rede da MG Motor no Brasil, destacando que importância do pós-venda para marca.

     

    A SAIC homologou no Inmetro para venda no mercado brasileiro três modelos 100% elétricos: o hatch MG4, o SUV MG S5 e o cupê esportivo conversível MG Cyberster.

    Com mais de um século de tradição, a MG Motor começou como uma divisão de veículos esportivos da marca britânica Morris Cars e até hoje é reconhecida por seu DNA esportivo, característica a ser bastante explorada na divulgação de sua chegada por aqui.


    Fotos: Divulgação



    Fonte: Auto Industria

  • Compra do primeiro carro: o guia para não transformar seu sonho em dívida

    Compra do primeiro carro: o guia para não transformar seu sonho em dívida

    A compra do primeiro carro é um grande sonho para milhões de brasileiros, mas os juros altos podem transformar essa conquista em uma grande dor de cabeça. O segredo para não cair em uma cilada é o planejamento detalhado previamente. Acompanhe o Garagem360 e veja mais detalhes!

    Dicas para a compra do primeiro carro sem estresse

    O desejo de ter um carro na garagem continua forte. Prova disso é que, segundo a Fenabrave, o número de emplacamentos de veículos no Brasil segue em alta.

    Comprar carro
    Foto: Freepik



    Fonte: Garagem 360

  • Novo Renault Boreal chega para incomodar Compass e Corolla Cross

    Novo Renault Boreal chega para incomodar Compass e Corolla Cross

    O novo Renault Boreal está prestes a ser lançado e já causa alvoroço no mercado de SUVs, mirando diretamente nos líderes de venda. O modelo já começou a ser produzido no Brasil e promete ser o carro mais caro da marca por aqui. Acompanhe o Garagem360 e veja mais detalhes!

    O que já sabemos sobre o novo Renault Boreal?

    A Renault está preparando um ataque forte ao segmento de SUVs médios. A princípio, o novo Boreal, produzido na fábrica de São José dos Pinhais (PR), deve chegar às lojas em novembro.

    Novo Renault Boreal
    Foto: Divulgação / Dacia

     



    Fonte: Garagem 360

  • Em constraste com o mercado de 0 km, o de seminovos dispara no ano

    Em constraste com o mercado de 0 km, o de seminovos dispara no ano

    Ao contrário do mercado de 0 km que está aquém do projetado pela Fenabrave e Anfavea, o mercado de carros usados caminha para bater novo recorde no ano. Com alta em todos os segmentos, o destaque é o de seminovos, aqueles com até três anos de usado, que no ano indicam expressiva expansão de 39,8%.

    Com menos dias úteis, setembro  teve queda de 13,2% sobre agosto – com, respectivamente 301.315 e 347.244 seminovos comercializados -, mas houve alta de 52% sobre o mesmo mês de 2024, quando as vendas se limitaram a 198,3 mil unidades.

    As transações com os chamados “usados jovens (4 a 8 anos) tiveram expansão de 9,9%, atingindo 3,23 milhões de unidades no ano, enquanto as relativas aos “usados maduros” (9 a 12 anos) tiveram alta insignificante de 0,1% e as dos “velhinhos” (13 anos e +) aceleraram 20,7% (veja tabela abaixo).

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    Fenabrave revê para baixo projeção da venda de veículos leves

    No acumulado dos nove meses, foram 2,6 milhões de negócios, ante total de 1,88 milhão em idêntico período do ano passado, conforme dados divulgados nesta terça-feira, 7, pela Fenauto, a entidade que representa os revendedores independentes de veículos.

    O mercado de usados como um todo somou 13.478.486 negócios de janeiro a setembro, expansão de 16,4% sobre as 11.582.395 unidades do mesmo período de 2024. Desse total, 73% são automóveis e comerciais leves, 2,4% são veículos pesados e os demais são motocicletas e outros.

    No mês passado foram 1.697.154 transações, com pequeno recuo de 1,3% sobre agosto, que teve um dia útil a mais. A expectativa da Fenauto é que o ritmo de crescimento acelere na reta final do ano.

    “O mercado de seminovos vem apresentando uma performance positiva e consistente neste ano, o que nos leva a prever um novo recorde”, informa Enilson Sales, presidente da entidade, lembrando que os meses de final de ano são historicamente mais intensos em termos de vendas.

    Com pouco menos de 90 dias restantes para o encerramento do ano, a Fenauto projeta que o total de vendas deve ficar entre 16 milhoes e 17 milhões, superando as 15,7 milhões de 2024.

    O cenário leva em contra a ampla variedade de modelos no mercado de usado, com preços mais atrativos em comparação com os veículos 0 km, “permitindo aos consumidores adquirir carros de categorias superiores ou em melhores condições com o mesmo investimento”, explica a entidade.



     

     



    Fonte: Auto Industria

  • Produção de veículos na Argentina segue em alta e se mantém acima do ano passado

    Produção de veículos na Argentina segue em alta e se mantém acima do ano passado

    A indústria argentina de veículos apresentou crescimento no ritmo de produção em setembro ao registrar 47.108 automóveis e comerciais leves montados, alta de 5,8% em relação a agosto (44.545 unidades), mas 5% abaixo do anotado no mesmo mês de 2024 (49.611).

    Com resultado parcial, as fabricantes produziram nos nove primeiros meses do ano 379.243 veículos, volume 4,6% superior na comparação com a produção de um ano atrás (362.433).

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    →Montadoras de caminhões triplicam exportações para a Argentina

    →Pela primeira vez, Brasil importa mais da China do que da Argentina

    Pelos dados consolidados pela Adefa, associação que representa as fabricantes de veículos no país, as exportações que mostram como ponto de atenção.

    Embora as 26.429 unidades embarcadas no mês passado representam alta de 3,6% sobre agosto (25.503), o volume foi 17,2% inferior em relação a setembro de 2024 (31.918). No acumulado, as exportações se mostraram 9,1% menores com 199.811 unidades ante as 219.841 embarcadas um ano antes.

    “As exportações registraram uma melhora mensal, embora o desempenho interanual continue evidenciando as dificuldades de aumento dos volumes exportados e de acesso a novos mercados, o que representa um desafio estratégico para uma indústria com forte perfil exportador”, resumiu em nota Martín Zuppi, presidente da Adefa.

    Por fim, os números evidenciam que foram as vendas às concessionárias a maior força para preservar o ritmo no chão de fábrica. Em setembro, a rede recebeu 54.267 unidades, 4,8% maior em relação a agosto (51.267) e 22% superior na comparação com o mesmo período do ano passado (44.488). No acumulado dos nove meses, foram entregues 455.220 automóveis e comerciais leves, expressiva alta de 63,6%.


    Foto: Divulgação Volkswagen



    Fonte: Auto Industria

  • VW Saveiro fica mais cara e preço já ultrapassa os R$ 130 mil

    VW Saveiro fica mais cara e preço já ultrapassa os R$ 130 mil

    A VW Saveiro mais cara já é uma realidade nas concessionárias da marca neste mês de outubro, com reajustes que podem chegar a R$ 2.000. O aumento atinge todas as versões da picape, uma das favoritas no mercado nacional. Acompanhe o Garagem360 e veja a nova tabela de preços da picape!

    Os novos preços da VW Saveiro mais cara

    Recentemente, a Volkswagen aplicou aumentos de R$ 1.000 a R$ 2.000 em toda a linha da picape. As informações, divulgadas inicialmente pelo portal Mundo do Automóvel para PCD, mostram um novo patamar de preços para o utilitário.

    VW Saveiro mais cara
    Foto: Divulgação / Volkswagen

     



    Fonte: Garagem 360

  • Motos mais vendidas no Brasil têm reviravolta e surpreendem em setembro

    Motos mais vendidas no Brasil têm reviravolta e surpreendem em setembro

    As motos mais vendidas no Brasil mostraram grandes surpresas no ranking de setembro. Modelos que antes eram figurinhas carimbadas no pódio perderam espaço para concorrentes que ganharam fôlego. Acompanhe o Garagem360 e veja quem subiu e quem desceu nas vendas ao longo do último mês!

    Ranking das motos mais vendidas no Brasil

    Atualmente, o mercado de duas rodas é um dos mais aquecidos do país, mas nem sempre segue um roteiro previsível.

    Motos mais vendidas no Brasil
    Foto: Divulgação / Honda



    Fonte: Garagem 360