Autor: automoveis

  • Conheça o sistema híbrido que vai equipar Fiat Toro e Jeep Compass

    Conheça o sistema híbrido que vai equipar Fiat Toro e Jeep Compass

    Stellantis está pronta para iniciar sua jornada de eletrificação no Brasil com o lançamento do sistema híbrido leve (mild-hybrid) Bio-Hybrid 48V. Essa tecnologia de ponta, desenvolvida para o mercado nacional, fará sua estreia em dois dos modelos mais populares do grupo no país: a picape Fiat Toro e o SUV Jeep Compass.

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    Conheça o sistema híbrido que vai equipar Fiat Toro e Jeep Compass

    Com produção em Goiana, Pernambuco, a partir de 2026, o sistema promete otimizar o consumo de combustível e melhorar a experiência de condução.

    O sistema Bio-Hybrid utiliza uma arquitetura de 48 volts, o que o diferencia de um híbrido completo. Ele não tem como objetivo mover o veículo por longas distâncias apenas com energia elétrica, mas sim dar suporte ao motor a combustão, tornando-o mais eficiente e dinâmico.

    Conheça o sistema híbrido que vai equipar Fiat Toro e Jeep Compass – Foto: Divulgação

    Seus principais componentes são:

    • Motor-Gerador (BSG): Este componente, acoplado ao virabrequim do motor a combustão, substitui o tradicional motor de arranque e o alternador. Ele é o cérebro do sistema, recuperando energia durante as desacelerações e frenagens para carregar a bateria, e entregando essa energia para auxiliar na aceleração e na partida.

    • Bateria de 48 Volts: Uma pequena bateria de íon-lítio com cerca de 1 kWh de capacidade, responsável por armazenar a energia regenerada pelo BSG. Ela alimenta o sistema elétrico e fornece o torque extra quando necessário.

    • Gestão Eletrônica: Um sistema de controle avançado otimiza a operação entre o motor a combustão e o motor elétrico, garantindo que o carro esteja sempre no modo mais eficiente.

    O sistema Bio-Hybrid oferece funções como partida suave, que torna o motor a combustão praticamente imperceptível ao ligar, e a capacidade de desligar o motor em breves momentos de condução, como em descidas ou ao se aproximar de um semáforo, otimizando o consumo. Espera-se que essa tecnologia seja acoplada ao já conhecido motor 1.3 Turbo Flex da Stellantis, proporcionando uma combinação de desempenho robusto e maior economia de combustível.


    Jeep Compass 2026 também deve chegar em 2026 – Foto: Divulgação

    Estratégia e concorrência no mercado brasileiro

    A escolha de Fiat Toro e Jeep Compass como os primeiros modelos a receberem a tecnologia Bio-Hybrid não é por acaso. Ambos são líderes de vendas em seus respectivos segmentos e a adição do sistema híbrido os tornará ainda mais competitivos.

    A Stellantis entra em um mercado que já tem modelos híbridos leves de montadoras como a Hyundai (Creta) e a Caoa Chery (Tiggo 5x), mas com um sistema desenvolvido e produzido localmente.

    Essa é uma das grandes vantagens do Bio-Hybrid, que foi concebido para o mercado brasileiro, levando em conta o uso do etanol e a infraestrutura local. A expectativa é que a tecnologia contribua para que a Stellantis atinja suas metas de redução de emissões e se prepare para um futuro de eletrificação mais completo no país.


    O que você acha do novo sistema híbrido leve da Stellantis? Acredita que essa tecnologia fará o Jeep Compass e a Fiat Toro ainda mais atraentes? Deixe seu comentário e participe da conversa!

    Leia aqui: Fiat anuncia 5 novos carros para o Brasil até 2030, com promessa de serem acessíveis



    Fonte: Garagem 360

  • Crise no mercado de carros novos impulsiona a demanda por usados nos EUA

    Crise no mercado de carros novos impulsiona a demanda por usados nos EUA

    O mercado automotivo dos Estados Unidos está passando por uma turbulência significativa, com a imposição de novas tarifas sobre veículos e autopeças importadas, que já atingem 25% na maioria dos modelos. A medida, que visa proteger a indústria doméstica, está gerando um efeito colateral inesperado: uma crescente demanda por carros usados, que, por sua vez, eleva os preços e reduz o estoque disponível.

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    Crise no mercado de carros novos impulsiona a demanda por usados nos EUA

    As tarifas estão encarecendo os veículos novos em milhares de dólares. Estima-se que o preço médio de um carro novo possa subir entre US$ 4.000 e US$ 12.000, tornando a compra de um modelo recém-saído da fábrica uma opção inviável para muitos americanos.

    Esse cenário de preços inflacionados e a escassez de veículos novos nas concessionárias levam os consumidores a uma alternativa mais acessível: o mercado de seminovos.

    A procura por carros usados já se reflete nas vendas. Concessionárias menores, como a Platinum Auto Sales na Virgínia, registram vendas recordes. O aumento da demanda, no entanto, não é acompanhado pelo crescimento da oferta, já que os americanos estão optando por manter seus veículos por mais tempo.

    Crise no mercado de carros novos impulsiona a demanda por usados nos EUA – Foto: Freepik

    Carros usados mais caros

    Esse ciclo vicioso de alta procura e baixa oferta é o principal motor da valorização dos carros usados. O Índice de Valor de Veículos Usados Manheim, que monitora os preços no atacado, já registrou um aumento anual de 6,3% em junho de 2025, o maior aumento anual desde 2022.

    Especialistas alertam que o aumento de preços no mercado de carros usados é uma consequência direta das tarifas sobre veículos novos e autopeças.

    O setor de carros usados é um reflexo do mercado de novos, e com a interrupção da cadeia de suprimentos e o aumento dos custos de produção, a volatilidade se espalha para o mercado de seminovos, que movimenta cerca de US$ 191 bilhões anualmente e tem previsão de crescimento de 7,25% até 2032.


    Com a alta nos preços, a compra de carros usados se torna um desafio. O que você acha que as montadoras e o governo americano deveriam fazer para equilibrar o mercado? Deixe sua opinião nos comentários.

    Leia aqui: Procura por financiamento de carros na internet dispara 50% em um ano, aponta pesquisa



    Fonte: Garagem 360

  • Salão de Munique marca a volta de híbridos e motores a combustão

    Salão de Munique marca a volta de híbridos e motores a combustão

    Quem imaginava o declínio avassalador dos salões de automóveis se deparou com um fenômeno interessante no Salão de Munique, encerrado no domingo passado. Claro que não se compara aos tempos de opulência do Salão de Frankfurt, de longe o maior do mundo em número de expositores e que rivalizava com o de Paris em termo de visitantes.

    Munique demonstrou que fabricantes europeus voltaram com força e passaram a desafiar marcas chinesas que aproveitaram a “onda elétrica” para atrair os visitantes.

    Carros elétricos sempre chamam atenção pela novidade e em Munique não foi diferente. Os alemães destacaram-se com o BMW iX3, Mercedes-Benz GLC EQ, VW ID.Cross e Audi Concept C (estes dois últimos ainda em nível conceitual, mas com linhas quase definitivas).

    Hyundai Ioniq 3 também sobressaiu, porém os chineses não ficaram atrás com o Xpeng P7 e o Xiaomi YU7. Para o Brasil, destacou a Autoesporte em entrevista com Thomas Schäfer, CEO global da Volkswagen, as próximas gerações do T-Cross e Nivus terão versões híbridas básica e plena e projetadas como derivações do T-Roc europeu.

    iX3 Neue Klasse

    Motores a combustão em versões híbridas também se destacaram no salão: novo Clio, Kia K4, Porsche 911 Turbo S T-Hybrid (711 cv e 81,6 kgf·m, valores recordes de potência e torque) e até a primeira station híbrida plugável da BYD, Seal 6 DM-i Touring.

    Na véspera da abertura do Salão de Munique, em entrevista ao site americano Politico, o presidente da BMW, Oliver Zipse, voltou a classificar como enorme erro da União Europeia (UE) proibir a venda de motores a combustão em 2035.

    Esta não é posição isolada do grupo alemão. Em algum momento a UE, tudo indica, irá recuar em favor dos três níveis de híbridos. Estes têm o papel de transição inteligente até os elétricos superarem obstáculos de preço, tempo de recarga e rede de eletropostos, entre outros.

    México impõe tarifas elevadas para carros chineses

    Ao contrário do Brasil, que demorou a perceber a “invasão” de carros chineses, o México acaba de elevar de 20% para 50% a alíquota do imposto importação para qualquer tipo de veículo chinês em motorização (combustão, híbrido ou elétrico).

    O governo afirma que os preços baixos desequilibram a concorrência e afetam os empregos de sua indústria automobilística. A China protestou e até fez ameaças ao México para pensar duas vezes antes de tomar esta decisão. De nada adiantou, pelo menos por agora.

    A alíquota para importação de carros no Brasil é de 35%, todavia carros elétricos e híbridos foram até isentos entre 2015 e 2023. Contudo, a BYD importou e estocou no ano passado um volume estimado de mais de 70.000 carros em poucos meses. Observei naquele momento que nenhum outro importador iniciou um movimento para importações em massa, pois implicaria uma despesa financeira enorme e descabida. Nem mesmo outras marcas chinesas se movimentaram nesta direção.

    O Governo Federal não deu atenção a esta distorção de mercado até julho último, quando resolveu antecipar de forma bem camarada (suaves aumentos semestrais) a volta aos 35%. Esta alíquota do imposto de importação existe no Brasil desde 1995 e nunca houve exceção.

    Note-se também que a União Europeia, ainda no ano passado, também impôs alíquotas de até 45% sobre elétricos chineses importados. Logo marcas da China anunciaram a intenção de erguer fábricas em países da UE para escapar da taxação. A BYD constrói uma unidade fabril na Hungria e promete outra na Turquia.

    É difícil saber de que forma o governo chinês atua internamente, mas notícias recentes dão conta de produção de veículos em excesso e isso já traz problemas.

    Tera, em duas versões, vai bem no dia a dia

    O primeiro SUV compacto da VW pode até lembrar um pouco um hatch de teto alto, mas isso não impediu que o Tera escalasse relativamente rápido em vendas no segmento mais importante do mercado. Na primeira quinzena deste mês, por exemplo, aparece como nono automóvel mais vendido (2.797 unidades, apenas 71 à frente do Tracker), segundo dados da Bright Consulting. Até o fechamento do mês costuma haver alterações na classificação, contudo é para se observar.

    Avaliei a versão mais em conta (motor de aspiração natural e câmbio manual) e a mais cara (turbo com câmbio automático). Cada uma atende a um público, apesar do câmbio manual estar em franco declínio de vendas no Brasil e até mais na Europa.

    Tera de entrada, único com motor de aspiração natural e câmbio manual de cinco marchas, ao preço de R$ 105.890.

    Motor flex de 1 litro entrega 84 cv/10, kgf·m (E) ou 77 cv/10,3 kgf·m (G). Câmbio manual de cinco marchas com a tradicional precisão de engate. Conjunto mostra desempenho razoável; sua massa em ordem de marcha de 1.078 kg permite acelerar de 0 a 100 km/h em 13,8 s (com etanol).

    SUV mais barato da VW destaca-se por ser o primeiro com frenagem autônoma de emergência de série com este conjunto motriz. No trânsito urbano ressente-se de acelerações mais convincentes, mas desde que se use o câmbio manual de cinco marchas de forma correta, fica longe de decepcionar.

    Comportamento em estradas, principalmente em ultrapassagens, merece mais atenção pela relação massa-potência limitada. A tela multimídia de 10,1 pol. está entre as melhores por seu brilho e nitidez.

    Na versão mais cara (High 1.0 TSI), o preço salta para R$ 141.890 com motor turbo de 116 cv (E)/109 cv (G) e 16,8 kgf·m (E) ou (G) e câmbio automático de seis marchas. A massa é maior, 1.169 kg, contudo acelera em 11,7 s de 0 a 100 km/h com etanol.

    Destaques: freios a disco nas quatro rodas, bom acabamento, espaço traseiro adequado para pessoas de até 1,70 m de altura e apoio regulável para o braço direito do motorista. Carregador de celular por indução inclui refrigeração com fluxo regulável. Comportamento seguro em curvas e destaque para a estabilidade direcional.

    Haval H9 alia robustez e pacote de tecnologia

    SUV de sete lugares da GWM combina desempenho fora de estrada, espaço interno e garantia de fábrica abrangente de 10 anos. A marca chinesa importou uma só versão: a topo de linha Exclusive TD480. Dimensões (mm): comprimento, 4.950; entre-eixos, 2.850; largura, 1.976; altura, 1.930; ângulo de entrada, 31°; ângulo de saída, 25°; capacidade de imersão, 800 mm; porta-malas, 88 a 791 L (até o teto, fora do padrão VDA); tanque: 78 L.

    Trem de força é o mesmo da picape Poer: 2,4 L, turbodiesel, 184 cv, 48,9 kgf·m, consumo (Inmetro) 9,1 km/l, urbano e 10,4 km/l, estrada. Câmbio automático de nove marchas, tração configurável em 4×2, 4×4 High e 4×4 Low com sete modos de condução.

    Soma-se aos bloqueios de diferenciais uma função que reduz o raio de giro em até 1,5 m. Suspensão dianteira independente e traseira com eixo rígido, cinco braços. Molas são helicoidais. Mantém a robusta construção de carroceria sobre chassi, porém com massa em ordem de marcha de elevados 2.525 kg. Isso limita aceleração de 0 a 100 km/h a 13 s.

    No interior, aos ajustes elétricos dos bancos dianteiros somam-se massagem, ventilação e aquecimento. A segunda fileira conta com saída de ar-condicionado (também na terceira fileira) e regulagem longitudinal. Traz teto solar panorâmico, vidros duplos para melhor isolamento acústico, central multimídia de 14,6 pol. com Android Auto e Apple CarPlay sem fio e freio de estacionamento eletromecânico. Há ainda frenagem integrada IBC, mais rápida e precisa que o tradicional.

    Primeiro contato foi em São Francisco de Paula (RS), sob chuva constante e o mesmo terreno encharcado que a picape Poer também enfrentou. Apesar do porte avantajado, o Haval H9 mostrou-se ágil no fora de estrada. A suspensão filtrou bem os impactos no percurso de 50 km, porém sua massa elevada prejudica as retomadas.

    Preço: R$ 319.000.


     



    Fonte: Auto Industria

  • ZF nacionaliza ECU de freios para veículos comerciais

    ZF nacionaliza ECU de freios para veículos comerciais

    A ZF anunciou nesta quarta-feira, 17, a nacionalização da Unidade de Controle Eletrônico (ECU) do sistema de freios para veículos comerciais, ação pioneira na indústria brasileira.

    Essa oferta já existia para os automóveis, fruto da experiência de mais de 12 anos na produção de componentes eletrônicos no Brasil, mais especificamente em sua fábrica de Limeira, SP.

    “A produção da ECU voltada a veículos comerciais resultou na ampliação e na modernização da operação existente no interior paulista. Foram incorporados novos equipamentos totalmente automatizados, além de testadores de performance com controle completo de rastreabilidade, padrão já aplicado aos módulos para carros de passeio”, revela Plínio Casante, chefe da Divisão de Eletrônicos da ZF América do Sul.

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    ZF localiza produção da unidade de controle eletrônico do ESC

    A empresa informa que graças à sua modularidade e flexibilidade, a fábrica de Limeira tem potencial para produzir tecnologias ainda não disponiveis no País para atender futuras demandas de seus clientes. Desde 2013, já produziu mais de 8 milhões de unidades eletrônicas para sistemas de freio, direção e airbags.

    Segurança e conforto

    A ECU para sistemas de freio permite a aplicação de diversas funções de segurança e conforto em veículos, como o controle de estabilidade (ESC), assistente de partida em rampa (HSA), controle de tração (ATC) e o sistema de antitravamento das rodas (ABS), componentes importantes no semento de pesados.

    “Pesquisa de 2024 da Confederação Nacional do Transporte lista motivos de capotamento ou tombamento, além da saída de pista, dentre os principais tipos de acidentes no Brasil. Caminhões e ônibus também entram nas estatísticas e tecnologias como o ESC ajudam a reduzir esses números”, comenta Caio Fattori, gerente de Gestão de Produto da ZF América do Sul.

    No caso dos veículos comerciais, incluindo implementos, o ESC passou a ser obrigatório no Brasil a partir de janeiro de 2025. Um ano antes entrou em vigência norma similar para os leves.

    Com a produção local do ECU, a ZF contribui para que as montadoras aumentem seus conteúdos locais e tenham maior previsibilidade para novos projetos e demandas logísticas e de suporte.

    “Nesta nacionalização a ZF trouxe para o Brasil um projeto já consolidado na Europa, utilizando a mesma arquitetura de hardware e software, o que permite eliminar a necessidade de longos processos de homologação junto a clientes que já possuem a tecnologia de forma importada”, informa nota da empresa.


    Foto: Divulgação/ZF



    Fonte: Auto Industria

  • O Toyota Corolla 2026 ganha o “rosto do Prius” na China: o novo visual chega ao Brasil?

    O Toyota Corolla 2026 ganha o “rosto do Prius” na China: o novo visual chega ao Brasil?

    A Toyota revelou na China a reestilização do seu sedã mais icônico, o Corolla 2026. O modelo, que é um sucesso de vendas no Brasil e no mundo, adota a nova identidade visual da marca, popularizada pelo Prius, com faróis afilados em formato de “C” e uma frente mais limpa e moderna.

    A novidade levanta a questão: será que essa atualização de design, por enquanto restrita ao mercado chinês, virá para o Brasil?

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    O Toyota Corolla 2026 ganha o “rosto do Prius” na China: o novo visual chega ao Brasil?

    As primeiras imagens do novo visual do Corolla 2026 surgiram de documentos do Ministério da Indústria e Tecnologia da Informação da China. O modelo de quatro portas, que se difere da versão hatch vendida na Europa e em outros mercados, exibe uma dianteira completamente renovada, seguindo a linguagem de design do Prius.

    A mudança é notável e marca a primeira alteração significativa no estilo do sedã desde o lançamento da atual geração (E210) em 2019.

    Embora o documento não traga novidades sobre o sistema híbrido, que no Brasil utiliza motores 1.8 e 2.0, a transformação visual é um forte indício de que a Toyota busca manter a competitividade do Corolla frente a rivais cada vez mais modernos.


    Toyota Corolla chinês – Foto: MIIT

     

    O cenário brasileiro: produção local e tecnologia híbrida-flex

     No Brasil, o Corolla e o Corolla Cross são produzidos localmente na fábrica de Indaiatuba, em São Paulo. O grande diferencial dos modelos brasileiros é a tecnologia híbrida-flex, que permite o uso de etanol e gasolina, algo exclusivo da Toyota e considerado um dos pilares da estratégia de eletrificação da empresa no país.

    Atualmente, o Corolla brasileiro utiliza o motor 2.0 Dynamic Force e o sistema híbrido com motor 1.8. Com a produção em solo nacional, a Toyota tem maior autonomia sobre os ciclos de atualização e os custos de produção, o que pode influenciar a chegada de grandes mudanças estéticas.

    Em geral, as montadoras costumam aplicar “facelifts” de forma diferenciada em cada mercado, adaptando-se às preferências dos consumidores e aos cronogramas de produção locais.

    Dada a estabilidade nas vendas e o sucesso da tecnologia híbrida-flex, é possível que a Toyota brasileira espere um ciclo completo de renovação para trazer uma mudança de design tão drástica. Lançamentos pontuais e atualizações de equipamentos são mais comuns do que a adoção imediata de um novo visual que, por enquanto, parece ser exclusivo da China.


    Você gostaria de ver o Corolla brasileiro com o novo visual do Prius? Acha que a Toyota deveria adotar essa atualização de design ou prefere o estilo atual? Deixe seu comentário!

    Leia aqui: Corolla elétrico? Conheça o GAC Toyota BZ7, sedan elétrico com tecnologia Xioami e Huawei



    Fonte: Garagem 360

  • Nissan fecha centro de design no Brasil em estratégia de “realinhamento”

    Nissan fecha centro de design no Brasil em estratégia de “realinhamento”

    A Nissan anunciou o encerramento gradual de seu centro de design no Brasil, uma decisão que faz parte de uma grande estratégia global de “realinhamento” das operações da empresa. A medida, que deve ser concluída até o fim do ano, também afeta outras unidades, como o centro de design nos Estados Unidos (NDA), e reduz o ritmo das operações em Londres e no Japão.

    A montadora japonesa busca centralizar e digitalizar o processo de criação, tornando-o mais rápido e eficiente.

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    Nissan fecha centro de design no Brasil em estratégia global de “realinhamento”

    O objetivo da Nissan com essa reestruturação é “alinhar melhor os recursos” e colocar a tecnologia no centro do processo de design. Isso sugere uma transição para ferramentas digitais avançadas, como a realidade virtual e plataformas de colaboração online, que permitem que designers de diferentes partes do mundo trabalhem juntos em tempo real.

    Essa abordagem visa eliminar as barreiras geográficas, otimizar custos e acelerar o desenvolvimento de novos modelos em resposta às rápidas mudanças do mercado.

    O movimento da Nissan reflete uma tendência na indústria automotiva de consolidar operações de design e engenharia para maximizar a eficiência e garantir que todos os produtos globais compartilhem uma linguagem comum e um processo de desenvolvimento unificado.

    Nissan fecha centro de design no Brasil em estratégia de “realinhamento” – Foto: Divulgação

    O legado do Kicks no Brasil

    Apesar do encerramento do centro de design, a Nissan ressalta sua presença contínua no mercado brasileiro. A montadora destaca o sucesso do Nissan Kicks, um utilitário compacto que foi totalmente desenvolvido no Brasil e lançado em 2016. O modelo se tornou um dos pilares da marca no país e, quase uma década depois, se mantém relevante.

    Como prova do compromisso da Nissan com a região, a nova geração do Kicks será produzida na fábrica de Resende, no Rio de Janeiro. Baseado na plataforma modular CMF-B, o novo SUV chega com um visual renovado, dimensões maiores e um novo motor, consolidando a importância do modelo para a estratégia de vendas da marca no Brasil.

    A decisão, portanto, não sinaliza uma saída da Nissan do país, mas sim uma mudança de abordagem na forma como a marca projeta seus veículos em uma escala global.


    O que você acha da decisão da Nissan de fechar seu centro de design no Brasil? Você acredita que a digitalização do design automotivo é o caminho para o futuro? Comente e deixe sua opinião!

     



    Fonte: Garagem 360

  • Petronas lança websérie com histórias de oficinas

    Petronas lança websérie com histórias de oficinas

    A Petronas Lubrificantes Brasil lançou nesta semana a websérie “Histórias de Oficina”, dedicada a contar histórias de mecânicos que atuam nos bastidores dos setores de veículos leves, pesados e motos.

    O objetivo da empresa com a iniciativa foi o de dar voz aos profissionais que desempenham papel essencial para a mobilidade e a segurança de milhões de brasileiros.

    O projeto terá quatro episódios, exibidos entre setembro e dezembro, com lançamentos mensais no canal da marca no Youtube.

    A websérie está diretamente ligada ao AutoExpert, programa da empresa que conta com uma rede de mais de 300 lojas credenciadas em todo o Brasil. Voltado para oferecer serviços especializados e soluções completas em manutenção de veículos, o projeto aproxima ainda mais a marca de quem faz a diferença no dia a dia das oficinas.


    Foto: Divulgação/Petronas



    Fonte: Auto Industria

  • Fábrica da BYD em Camaçari certificada por energia renovável

    Fábrica da BYD em Camaçari certificada por energia renovável

    Afábrica da BYD em Camaçari, na Bahia,  ainda não começou a produzir veículos em ritmo comercial. Ainda assim, a montadora já tem o que comemorar.

    O complexo industrial baiano obteve a certificação internacional I-REC, International REC Standard, que atesta que toda a energia elétrica que consome é proveniente de fonte eólica, portanto de origem limpa e renovável.

    A I-REC rastreia a origem da energia, assegurando que a sua fonte é renovável. No Brasil, o órgão emissor acreditado para conceder a certificação, criada e sediada nos Países Baixos, é o Instituto Totum, de São Paulo.

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    Segundo a BYD, a adoção de energia proveniente de fonte limpa já evitou a emissão de aproximadamente 470 toneladas de CO₂ de outubro do ano passado a agosto deste ano, o equivalente ao plantio de 3,3 mil árvores.

    “Temos um compromisso firme com a sustentabilidade que vai muito além das palavras e alcança todo o nosso processo produtivo”, afirma Tyler Li, presidente da BYD Auto do Brasil, que vê também a certificação como diferencial competitivo.


    Foto: Divulgação



    Fonte: Auto Industria

  • Fiat anuncia 5 novos carros para o Brasil até 2030, com promessa de serem acessíveis

    Fiat anuncia 5 novos carros para o Brasil até 2030, com promessa de serem acessíveis

    A Fiat se prepara para uma onda de lançamentos no Brasil. A montadora anunciou que, até 2030, lançará um carro inédito por ano, totalizando cinco novos modelos. As novidades fazem parte do plano de investimento de mais de R$ 30 bilhões do grupo Stellantis na América Latina.

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    Fiat anuncia 5 novos carros para o Brasil até 2030, com foco em acessibilidade

    O foco principal, segundo a marca, será a acessibilidade, com carros modernos, tecnológicos e seguros, mas que caibam no bolso do consumidor.

    Embora o vice-presidente da Fiat e Abarth no Brasil, Frederico Battaglia, não tenha dado detalhes sobre os modelos, a indústria já especula sobre a chegada de uma nova família de carros compactos. O primeiro a estrear será um hatch inspirado no novo Grande Panda europeu, que chegará para substituir os atuais Mobi e Argo.

    A nova família usará a plataforma Smart Car, a mesma do Citroën C3. O visual do futuro “Panda brasileiro” terá linhas retas, com uma aparência de SUV e luzes em blocos, seguindo a tendência de design da marca.

    A fábrica da Fiat em Betim (MG) está passando por adaptações para receber a produção, o que aumenta as chances de o novo compacto ser o primeiro carro elétrico da Stellantis fabricado no Brasil.

    Fiat anuncia 5 novos carros para o Brasil até 2030, com promessa de serem acessíveis – Foto: Divulgação

     

    Acessibilidade como prioridade

    A declaração de Frederico Battaglia reforça o posicionamento da Fiat em um mercado que busca alternativas de crédito e preços mais acessíveis. “Não adianta nada fazer um carro que tem quatro jatos, voa, faz capuccino, massagem e, depois, custa US$ 1 bilhão e ninguém pode comprar”, disse Battaglia, enfatizando a importância de equilibrar tecnologia e custo.

    Os cinco novos modelos, somados às reestilizações e novas gerações, completam a promessa de 40 lançamentos do grupo Stellantis na América Latina. Essa ofensiva de produtos visa fortalecer a presença da Fiat no Brasil e oferecer opções que atendam às necessidades de um consumidor que valoriza inovação e tecnologia, mas sem abrir mão de um preço justo.


    Qual modelo você acha que seria o ideal para a nova família de compactos da Fiat no Brasil? Deixe sua opinião sobre as promessas da montadora nos comentários!

    Leia aqui: Picape Fiat Strada atinge marca histórica de 2,5 milhões de unidades produzidas



    Fonte: Garagem 360

  • Toyota anuncia recall no Brasil para RAV4 PHEV e GR Corolla; entenda

    Toyota anuncia recall no Brasil para RAV4 PHEV e GR Corolla; entenda

    A Toyota anunciou um recall global envolvendo mais de 590 mil veículos das marcas Toyota e Lexus em diferentes mercados. O problema está no painel de instrumentos digital de 12,3 polegadas, que pode apagar ao dar a partida ou durante a condução, comprometendo a visualização de informações essenciais de funcionamento do carro.

    O defeito também afeta proprietários brasileiros, mas felizmente numa escala bem reduzida. No mercado brasileiro, o recall inclui:

    • 194 unidades do Toyota GR Corolla

    • 327 unidades do Toyota RAV4 PHEV

    No caso do equipamento apagar como o carro em movimento, há risco de acidentes e consequentes danos físicos. Nos Estados Unidos, o recall abrange 10 modelos da Toyota e três da Lexus, somando 590 mil unidades.

    Entre os veículos listados estão Toyota Crown, Camry, 4Runner, Highlander, Tacoma, Grand Highlander, Venza, Crown Signia, RAV4 e GR Corolla, além dos Lexus LS, RX e TX.


    Toyota RAV4 PHEV é SUV híbrido visto na cor azul no lançamento no Brasil
    Toyota RAV4 Plug-in Hybrid desembarca no Brasil por R$ 399.990 (versão XSE), nas cores azul topázio e vermelho Emoção, além de branco, prata e cinza, sempre com teto preto • Divulgação/Toyota

    No Brasil, o atendimento para clientes de RAV4 PHEV já começou. Para corrigir o problema, a Toyota determinou reprogramação do software ou substituição do painel de instrumentos no caso do RAV4 PHEV. Já para o GR Corolla, a solução é apenas a atualização do sistema, disponível nas concessionárias a partir de 1º de outubro. Todo o reparo é gratuito.

    O Toyota GR Corolla é um hatch médio esportivo com preços entre R$ 416.990 e R$ 461.990. O modelo tem motor 1.6 turbo com 306 cavalos e câmbio manual de seis marchas.

    Já o RAV4 é disponível no Brasil em duas configurações e preços a partir de R$ 349.290. O RAV4 SX mais barato não foi afetado pelo recall. Modelos da Lexus, marca premium do grupo, também não fazem parte do chamamento no mercado brasileiro.

    BYD supera Toyota e vira 4ª marca mais vendida no varejo do Brasil

     



    Fonte: CNN Brasil Auto