A China está tomando medidas rigorosas para aumentar a segurança nos veículos conectados. O Ministério da Indústria e Tecnologia da Informação (MIIT) abriu uma consulta pública para um novo padrão nacional que tornará obrigatórios os requisitos de segurança para os sistemas de assistência à direção de nível 2 (L2).
A medida visa combater o uso indevido e a publicidade enganosa, que têm contribuído para acidentes fatais no país.
{“@context”:”https://schema.org”,”@type”:”VideoObject”,”name”:”Carregar CARRO ELÉTRICO EM CASA vale a pena? Veja o custo real e o consumo dos modelos BYD”,”description”:”Você sabia que o custo de carregar um carro elétrico na tomada de casa pode variar de R$ 25,00 a R$ 50,00 por carga? Neste vídeo, vamos explorar os preços de recarga de dois dos carros elétricos mais populares no Brasil: o BYD Dolphin e o BYD Dolphin Mini. Descubra o impacto da tarifa de eletricidade, como a autonomia de carros elétricos e a eficiência das baterias influenciam o custo da recarga e como isso se compara ao custo de abastecer um carro a combustão. Também vamos ver uma comparação entre carros elétricos e combustão, com exemplos práticos do custo de operação de veículos elétricos em cidades como São Paulo e Brasília.→ Leia a matéria completa no site do Garagem 360: https://garagem360.com.br/quanto-custa-carregar-um-carro-eletrico-na-tomada-de-casa-modelos-fazem-de-r-2500-a-r-50-por-carga/RESUMO DO VÍDEO:00:00 → Carro elétrico: Como funciona o carregamento?00:21 → Vale a pena carregar um BYD Dolphin em casa?01:07 → Comparação: BYD Dolphin em São Paulo e Brasília01:20 → Custo para carregar um Dolphin em São Paulo 01:56 → Autonomia do Dolphin: 291 km segundo o Inmetro02:04 → Especificações do motor do BYD Dolphin02:12 → Custo para carregar o BYD Dolphin Mini em Brasília03:10 → Comparando custos: Carro elétrico vs. carro a combustão03:25 → Análise de custo: Carro elétrico vs. a combustão03:49 → Custo para percorrer 290 km com carro a combustão04:13 → Vantagens econômicas do carro elétrico a longo prazoEdição: Douglas Costa#CarroElétrico #CustoDeRecarga #BYDDolphin”,”thumbnailUrl”:”https://s2.dmcdn.net/v/Xmidu1eRT2XMz8PEp/x120″,”uploadDate”:”2025-01-29T18:00:41-03:00″,”duration”:”PT371S”,”embedUrl”:”https://geo.dailymotion.com/player.html?video=x9d87p4″}
China endurece regras para sistemas de assistência ao motorista de nível 2
A rápida adoção de sistemas de assistência à direção L2 na China, que já equipa mais de 62% dos carros de passeio vendidos, trouxe consigo sérios desafios.
Segundo o MIIT, algumas montadoras usam termos como “direção autônoma avançada” ou “tomada de controle zero”, confundindo os consumidores e minimizando as limitações do sistema. Esse marketing irresponsável leva motoristas a se tornarem “complacentes”, adotando comportamentos perigosos como dirigir sem as mãos no volante ou com a atenção dispersa.
Um trágico acidente no final de março, que resultou na morte de três estudantes universitários em um Xiaomi SU7, supostamente em modo de direção autônoma, intensificou o debate público e a necessidade de uma regulamentação mais rígida.
Uma nova estrutura de segurança em três níveis
A nova norma chinesa estabelece uma estrutura de “garantia tripla de segurança” para os sistemas L2, focada em três pilares principais:
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Desempenho Funcional: A norma define rigorosamente as condições sob as quais os sistemas podem ser ativados e estabelece requisitos técnicos para as funções de assistência, abrangendo interação homem-máquina, segurança e registro de dados.
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Gestão do Processo: Os protocolos de segurança agora cobrem todo o ciclo de vida do produto, desde o desenvolvimento até a operação. As empresas deverão monitorar proativamente os riscos e garantir a rastreabilidade da produção.
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Diretrizes de Uso: Os sistemas serão obrigados a incluir recursos de monitoramento das mãos e do olhar do motorista. Se o condutor não responder aos alertas, o sistema será desativado. Além disso, haverá bloqueios temporários para motoristas que repetidamente demonstrarem desatenção.
A China classifica a automação da direção em seis níveis (de L0 a L5). A nova regulamentação foca no nível L2, que exige que o motorista esteja sempre vigilante e pronto para assumir o controle do veículo. O objetivo é garantir que a tecnologia seja usada como uma “assistência” e não como uma solução de “direção autônoma” completa, o que tem sido um ponto crítico de acidentes e reclamações.
Você concorda com a abordagem da China para regulamentar os sistemas de assistência à direção? O que deveria ser feito para evitar que acidentes como o do Xiaomi SU7 se repitam? Compartilhe sua opinião nos comentários!
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Fonte: Garagem 360









