Autor: automoveis

  • Terceira geração do Q5 chegará às revendas Audi ainda este ano

    Terceira geração do Q5 chegará às revendas Audi ainda este ano

    A Audi está acelerando forte o processo de atualização de seu portfólio de veículos oferecido no mercado brasileiro e que já resultou em nove novidades desde janeiro.

    Dias depois de confirmar que produzirá a nova geração do Q3 no Paraná a partir de 2026, a marca alemã informou nesta terça-feira, 3, que venderá os novos Q5 e Q5 Sportback no último trimestre deste ano.

    A terceira geração do SUV médio, revelada na Europa aindo no segundo semestre do ano passado, é o primeiro SUV fabricado sobre a plataforma PPC, Plataforma Premium a Combustão, e adota a nova linguagem visual mundial da marca na carroceria.

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    A Audi não antecipa versões, conteúdos ou preços das duas configurações que serão vendidas em rede de quatro dezenas de concessionárias.

    É sabido apenas que no pacote para o Brasil o SUV fabricado em San José Chiapa, México, contará com a nova geração do motor evo5. Com 2 litros e turbo, tem 272 cavalos de potência máxima e 400 Nm de torque, acoplado à tração quattro ultra.

    Audi Q5 2026


     



    Fonte: Auto Industria

  • Salão do Automóvel: 10 mil ingressos vendidos em 60 minutos.

    Salão do Automóvel: 10 mil ingressos vendidos em 60 minutos.

    ARX informou nesta terça-feira, 2, que a venda de ingressos para o 31º Salão Internacional do Automóvel de São Paulo começou na véspera com recorde 10 mil entradas vendidas na primeira hora.

    Após sete anos da última edição, realizada no São Paulo Expo em 2018, antes portanto da pandemia da Covid-19, o evento retorna ao Distrito Anhembi, também na capital paulista, de 22 a 30 de novembro.

    Os organizadores esperam público superior a 700 mil visitantes ao longo de nove dias de programação. Dentre as mudanças já definidas para a edição deste ano, o visitante tem de escolher, no momento da compra do ingresso, o dia em que deseja visitar o salão. 

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    Confira os preços dos ingressos para o Salão do Automóvel

    “Esse novo formato de comercialização marca uma nova fase do Salão do Automóvel”, explica Amanda Franza, gerente de marketing do evento. “Pelo desempenho das primeiras horas de venda, acreditamos que o primeiro lote com preços promocionais deve se esgotar nos próximos dias”.

    Apoiadora do salão, a Anfavea diz que a edição de 2025 promete ser a mais interativa de sua história, com mais de 300 modelos em exposição, test drives e diversas experiências distribuídas pelos cinco pavilhões.

    Já estão confirmadas as marcas BYD, Caoa, Caoa Chery, Citroën, Denza, Fiat, GAC, Geely, GWM, Honda, Hyundai, Jeep, Kia, Leapmotor, Lecar, Lexus, MG Motors, Mitsubishi, Omoda & Jaecoo, Peugeot, RAM, Renault, Suzuki Motos, Toyota e Vespa.

    No estande das supermáquinas, estarão em exposição ícones como o Corvette Z06, Ford GT Carbon Series, Ford Mustang GT, McLaren Senna, Porsche 992.2 GT3 PTS e Ultima GTR, além de modelos das italianas Ferrari e Lamborghini.

    O primeiro lote de ingressos segue disponível para venda exclusivamente no site www.salaodoautomovel.com.br por R$ 116 (inteira para dias de semana), R$ 145 (inteira para finais de semana) e valores respectivos da meia entrada por R$ 58 e R$ 72,50,

    Já o ingresso VIP, que garante acesso ao Dream Lounge, um ambiente premium realizado em parceria com a Motorgrid Brasil, sai por R$ 440 para os dias de semana e R$ 530 para os finais de semana.


    Foto: Divulgação



    Fonte: Auto Industria

  • Há 68 anos, Kombi entrava em linha na VW Anchieta

    Há 68 anos, Kombi entrava em linha na VW Anchieta

    Ícone global da marca, a Kombi foi o primeiro modelo produzido pela Volkswagen na histórica fábrica Anchieta de São Bernardo do Campo, no ABC paulista.

    Com 50% de índice de nacionalização, a primeira unidade saiu da linha de produção há 68 anos, exatamente em 2 de setembro de 1957, antes mesmo da inauguração oficial do complexo industrial de 1959. A data foi consagrada como Dia Nacional da Kombi.

    Em apenas quatro anos, a montagem passou a receber 95% dos componentes nacionais. Ao longo da sua trajetória, foram diversas versões especiais, a transição dos motores refrigerados a ar para os motores 1.4 à água, até o fim da produção com a Kombi Last Edition, lançada em 2013 e limitada a 1.200 unidades.

    O utilitário, que foi o responsável pela construção da primeira fábrica da Volkswagen fora da Alemanha, teve seu maior tempo em linha de montagem justamente no Brasil. Exatos 56 anos de produção ininterrupta.

    Na Alemanha, onde foi produzida de 1950 até 1979, completou 29 anos. No México, o penúltimo país a manter a fabricação do modelo, seguiu até 1995.

    As três unidades que marcam o fim da fabricação por aqui estão na Garagem VW: Kombi Last Edition número 0056 de 1200, com meros 67 km no odômetro, e as últimas Kombi Standard e Furgão produzidas no mundo, ambas na cor branca e com apenas 55 e 43 km rodados, respectivamente. 

    Em linha, atualmente, a ID. Buzz, a Kombi Elétrica que pode ser encontrada no Brasil apenas para locação.


    Fotos: Divulgação/VW



    Fonte: Auto Industria

  • GM promove test frive do Spark em 138 concessionárias

    GM promove test frive do Spark em 138 concessionárias

    Com lançamento programado para a próxima semana, o elétrico Chevrolet Spark estará disponível para test drive em 138 concessionárias da marca no próximo sábado, 6.

    “Será um momento histórico para a nossa marca e para o mercado automotivo no Brasil”, comenta Rodrigo Perencin, gerente de Marketing de Varejo da GM América do Sul. “Queremos que os clientes vivenciem o que significa conduzir um veículo elétrico e inteligente da Chevrolet”.

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    A dança no Top 10 dos carros e comerciais leves

    Durante o chamado Spark Drive, os clientes poderão testar o SUV em percursos urbanos próximos às concessionárias, participar de apresentações exclusivas e visitar o showroom especialmente preparado para o evento, informa a montadora.

    Entre as marcas líderes do mercado brasileiro, a GM é a que mais tem perdido participação este ano. A marca ainda ocupa a terceira colocação no ranking nacional, mas registrou market share no mês passado de apenas 10,2%, 2 pontos porcentuais a menos do que há um ano.

    A empresa tem expectativa de reverter essa queda a partir da recente chegada da nova geração do Onix, carro-chefe da marca que já foi líder no Brasil, mas que em agosto ficou em 9º lugar no rankigng dos modelos leves mais emplacados no País.

    Autonomia

    Equipado com motor elétrico e bateria com autonomia de 258 km, de acordo com o ciclo do Inmetro, o compacto elétrico da General Motors tem recarga rápida que recupera até 80% da bateria em 35 minutos.

    “Outro destaque é o Chevrolet Intelligent Driving, pacote de tecnologias de assistência ao motorista que amplia a segurança e o conforto”, informa comunicado da montadora divulgado nesta terça-feira, 2.

    Na área de elétricos, a empresa já oferece no Brasil os modelos premium Blazer EV e Equinox EV.


    Foto: Divulgação/GM



    Fonte: Auto Industria

  • Quem realmente dirige pior: homens ou mulheres? Dados globais revelam a resposta

    Quem realmente dirige pior: homens ou mulheres? Dados globais revelam a resposta

    O clichê da “mulher no volante” é um dos mais persistentes e injustos estereótipos do dia a dia. Usado para criticar motoristas do sexo feminino, a piada popular ignora um fato crucial: quando se trata de segurança nas estradas, dados globais recentes de 2024 e 2025 mostram que os homens são os responsáveis pela esmagadora maioria dos acidentes fatais.

    Longe de ser uma questão de opinião, a verdade sobre o volante é revelada por números consistentes em diferentes países e continentes.


    Quem realmente dirige pior: homens ou mulheres?

    Relatórios recentes do Departamento de Transportes do Reino Unido revelam que 76% das mortes em estradas em 2024 foram do sexo masculino. O padrão se repete em toda a Europa, onde a Comissão Europeia relata que os homens representam cerca de três quartos das mortes nas estradas.

    Na Austrália e na Irlanda, a tendência é a mesma, com os homens superando as mulheres nas estatísticas de fatalidades em uma proporção de três para um.

    Nos Estados Unidos, os dados de 2023 são ainda mais gritantes: 72,5% das mortes em acidentes com veículos motorizados foram de homens — um total de 29.584 homens contra 11.229 mulheres. Esses números deixam claro que a suposta falta de habilidade feminina ao volante é um mito sem base na realidade.


    Quem realmente dirige pior: homens ou mulheres? – Foto: Freepik

    A diferença não está na habilidade, mas no comportamento

    O que explica essa disparidade tão grande? A resposta não está na “habilidade” de dirigir, mas no comportamento de risco. Os dados mostram que os homens são muito mais propensos a cometer as infrações que mais contribuem para acidentes fatais.

    Nos EUA, por exemplo, o excesso de velocidade contribuiu para 29% das mortes, e a direção sob efeito de álcool foi um fator em 30% dos casos. Em ambos os grupos, os homens estão massivamente representados. O padrão se repete em diversas jurisdições ao redor do mundo, onde o excesso de velocidade e o comprometimento por substâncias são indicadores comuns de colisões fatais.

    Outro fator importante é o uso do cinto de segurança. Embora não seja o único, o uso negligente do acessório de segurança também contribui para o aumento do risco de fatalidade.

    Por que a pesquisa importa

    A persistência do mito de que as mulheres dirigem pior prejudica a discussão sobre a verdadeira causa dos acidentes: o comportamento de risco.

    Além disso, há outra descoberta importante dos pesquisadores. Quando se comparam acidentes de mesmo tipo e em veículos semelhantes, as mulheres têm uma desvantagem modesta em relação a lesões. A causa, no entanto, não é a habilidade ao dirigir, mas a biomecânica.

    Historicamente, os cintos de segurança e os bonecos de teste de colisão foram baseados no corpo masculino, não capturando totalmente a anatomia feminina.

    À medida que os veículos e seus sistemas de segurança evoluem, o objetivo é diminuir essa diferença, garantindo que a segurança seja universal. A conscientização sobre os dados reais é o primeiro passo para que as conversas sobre segurança no trânsito sejam baseadas em fatos, e não em clichês.

     



    Fonte: Garagem 360

  • Carro Sustentável tem preços e alcance insustentáveis

    Carro Sustentável tem preços e alcance insustentáveis

    Passada a euforia inicial com o Programa Carro Sustentável, lançado em meados de julho com a eliminação do IPI sobre os modelos 1.0 mais baratos do mercado, a realidade mostra que os preços e os juros dos financiamentos continuam insustentáveis para sustentar crescimento maior das vendas.

    O vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Geraldo Alckmin, um dos patrocinadores do programa no governo, por três fins de semana seguidos visitou pessoalmente concessionárias de diversas marcas para comprovar o esperado sucesso do Carro Sustentável, com descontos concedidos pelos fabricantes que superavam bastante a redução do imposto.

    Nas lojas visitadas as notícias ouvidas por Alckmin eram de que havia dobrado a demanda pelos seis modelos incluídos no programa, enquanto números da Anfavea apontavam para alta de 16,7% nas vendas de varejo em julho, na comparação com o mesmo mês de 2024, e a Fenabrave apurou, nos onze primeiros dias úteis de agosto contra idêntico intervalo do ano passado, crescimento de 14% nos emplacamentos dos carros isentos do IPI. Foram avanços significativos em contraposição ao desempenho retraído do mercado de veículos leves.

    Fechado o mês de agosto, no entanto, o desempenho do Carro Popular perdeu força. Os seis hatches mais vendidos do programa –Volkswagen Polo, Fiat Argo e Mobi, Chevrolet Onix, Hyundai HB20 e Renault Kwid – somaram 48,3 mil emplacamentos, em alta de apenas 1,6% sobre agosto de 2024, mas ainda assim um índice positivo diante da queda de 6,8% das vendas gerais de veículos leves na mesma base comparativa, segundo levantamento da consultoria K.Lume.

    Retirada de descontos

    O desempenho variou bastante de modelo para modelo. Sempre comparando agosto deste ano com o de 2024, o carro mais vendido do País e do programa registrou queda de 9,6% nos emplacamentos, provavelmente porque a Volkswagen reduziu o desconto concedido para o Polo Track de 12%, anunciado logo no início do programa, para apenas 3,2% no valor cobrado antes da isenção do IPI, fazendo o preço subir de R$ 84,4 mil para R$ 92,6 mil em setembro, conforme consta no site da fabricante.

    Os dois Fiat no programa, Argo e Mobi, registraram crescimento expressivo da vendas de, respectivamente, 30% e 47,7%, na comparação com agosto do ano passado.

    No mês passado o Argo foi vendido com bom desconto de R$ 10 mil, mas no início de setembro o valor da versão Drive 1.0, vendida por R$ 92 mil, voltou a ser quase igual ao praticado antes do Carro Sustentável, apenas 1% mais baixo.

    O Mobi teve pequena alteração de apenas 2,5% no preço, acomodando praticamente só o desconto equivalente à isenção do IPI, e ficou com valores inalterados desde então, com a versão mais barata, a Like, anunciada no site da Fiat por R$ 79 mil, ou R$ 2 mil a menos do que era cobrado antes do programa.

    O mesmo ocorreu com o carro mais barato do mercado, o Renault Kwid, que teve aumento de 5,3% nas vendas de agosto em comparação com o mesmo mês do ano passado. Na segunda quinzena de julho o valor da versão Zen baixou apenas 2,4%, ou R$ 2 mil, e se manteve em R$ 78,7 mil no início de setembro.

    Ou seja: o efeito do Programa Carro Popular no aumento das vendas dos dois carros mais baratos do mercado brasileiro foi muito mais psicológico, pois os descontos foram – e são – mínimos.

    O Chevrolet Onix foi renovado recentemente e seus valores são os mais altos dentre todos os hatches habilitados no Carro Sustentável. Em 1º de setembro a versão mais barata 1.0 do modelo estava anunciada no site da fabricante, na concessionária Carrera da Lapa, em São Paulo, por R$ 101,7 mil, com desconto promocional informado de R$ 3 mil. Com preço tão elevado para um veículo desta categoria, não por acaso, os emplacamentos do Onix caíram 35,5% em agosto sobre o mesmo mês de 2024.

    O Hyundai HB20 1.0 aspirado, que após o início do programa ganhou desconto de 10%, custando em torno de R$ 10 mil a menos, manteve os preços até o início de setembro, de R$ 85 mil para a versão Comfort e de R$ 89 mil para a Limited, e assim sustentou alta de 6,9% nas vendas de agosto.

    Alcance limitado

    Ainda que o Carro Sustentável tenha ajudado a impedir queda maior do mercado, o desempenho até aqui mostra que zerar o IPI de meia dúzia de modelos – que já pagavam a menor alíquota do imposto – tem alcance limitado.

    Os descontos concedidos pelos fabricantes – muitos deles já reduzidos ou retirados – fez muito mais efeito do que a pequena redução da carga tributária, o que só comprova que os preços de veículos zero-quilômetro continuam inalcançáveis para a renda média nacional, e muito mais distantes da realidade do potencial comprador dos carros mais baratos do mercado, ainda caros para a maioria da população.

    A combinação de preços altos com crédito caro é ainda mais nefasta. Com a Selic parada nas alturas de 15% ao ano, os juros para pessoas físicas nos financiamentos de carros atingiram a média 27,6% ao ano, segundo dados mais recentes do Banco Central.

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    Nos últimos doze meses terminados em julho este custo aumentou 2 pontos porcentuais e as novas concessões de financiamentos cresceram apenas 1,2% nos sete primeiros meses deste ano, apontando para estagnação agora e futura queda na abertura de crédito para compra de veículos. Acompanha o cenário restritivo a inadimplência que avançou 1,1 ponto este ano, para 5,3%.

    Neste cenário de preços e juros nas alturas aqueles que ainda têm renda para comprar um automóvel zero-quilômetro provavelmente podem adquirir algo melhor dos que os seis hatches incluídos no Programa Carro Sustentável.

    Com isto fica prejudicado o avanço do tripé social, econômico e ambiental proposto pelo Carro Sustentável, pois com volumes baixos o programa pouco contribui para ampliar o acesso ao carro novo, aumentar a produção das fábricas ou reduzir emissões.

    O programa poderá evitar tombo maior do mercado este ano mas será preciso fazer bem mais para o mercado voltar a crescer como deveria para ocupar a ociosidade das fábricas.


     



    Fonte: Auto Industria

  • Nova geração do Audi Q5 chega ainda 2025 com mais tecnologia

    Nova geração do Audi Q5 chega ainda 2025 com mais tecnologia

    A Audi anunciou nesta terça-feira (2) o lançamento da nova geração do Q5 no Brasil para o último trimestre de 2025. O SUV médio premium chega ao país em sua terceira geração com mudanças estruturais, design atualizado novas motorizações e tecnologias de bordo que reforçam a estratégia da fabricante em manter competitividade no segmento.

    O Q5 2025 é o segundo modelo da marca a utilizar a Plataforma Premium a Combustão (PPC), a mesma que serve de base para o novo A5, esse já disponível no Brasil. Mais rígida e flexível, a arquitetura foi projetada, segundo a Audi, para oferecer melhor desempenho dinâmico, segurança e eficiência.

    Para o mercado brasileiro, a Audi confirmou o motor 2.0 TFSI EA888 evo5, com 272 cv e 400 Nm de torque, acoplado ao sistema de tração integral quattro ultra. O conjunto é o mesmo utilizado no Audi A5. A marca optou por não oferecer o sistema híbrido leve MHEV plus, que adiciona um gerador de transmissão para reduzir consumo e permitir pequenos trechos de condução elétrica. Nesse segmento, a concorrência tem apostado em sistemas HEV e PHEV.

    Design e aerodinâmica

    No exterior, o Audi Q5 adota proporções mais esportivas, com grade Singleframe posicionada em nível mais alto e faróis esculpidos com desenho afilado. O modelo será oferecido em três variações visuais — básica, advanced e S line — além da versão esportiva SQ5. A carroceria ganhou soluções aerodinâmicas como defletores de ar, painéis sob o assoalho e spoiler traseiro mais longo, resultando em menor turbulência e maior eficiência. Para o Brasil, deverá ser escolhida a versão S-Line, mesma opção do elétrico Audi A6.

    A gama de rodas vai de 17 a 21 polegadas, dependendo da versão, com opções de design aerodinâmico. O portfólio europeu já apresenta 11 opções de cores, incluindo tonalidades exclusivas como Tambora Gray e Sakhir Gold, que também devem chegar ao Brasil.


    Audi Q5: nova geração do SUV médio chega ao Brasil ainda em 2025
    Audi Q5: nova geração do SUV médio chega ao Brasil ainda em 2025 • Audi/Divulgação

    Interior digital e prático

    A cabine segue a filosofia “human-centric” da Audi, com foco na ergonomia e na digitalização. O painel horizontal integra o MMI panorâmico curvo, que combina o Audi virtual cockpit de 11,9 polegadas e a central multimídia de 14,5 polegadas. Para o passageiro dianteiro, há a opção de uma tela adicional de 10,9 polegadas, equipada com tecnologia de privacidade ativa.

    A funcionalidade também é destaque: o banco traseiro pode ser ajustado em profundidade e inclinação, ampliando o espaço para passageiros ou o volume do porta-malas, que pode chegar a 1.473 litros com os assentos rebatidos. O compartimento ganhou ainda um espaço para guardar a cobertura do bagageiro.

    Outros itens de conveniência incluem carregador de celular por indução refrigerado, portas USB-C de até 100 W e múltiplos porta-objetos.


    Audi Q5: nova geração do SUV médio chega ao Brasil ainda em 2025
    Audi Q5: nova geração do SUV médio chega ao Brasil ainda em 2025 • Audi/Divulgação

    Conforto e tecnologia embarcada

    Nesta nova geração, o carro pode vir equipado com  suspensão a ar com controle adaptativo permite ajustes de até 45 mm na altura, oferecendo equilíbrio entre esportividade, conforto urbano e capacidade fora de estrada. O sistema Audi drive select possibilita selecionar diferentes modos de condução.

    O SUV também deverá estreiar no Brasil o assistente digital com inteligência artificial, representado por um avatar na central multimídia e no head-up display. O recurso pode controlar funções do veículo e fornecer informações de rota e interesse.

    O Q5 2025 adota a segunda geração das lanternas digitais OLED, com 266 segmentos capazes de formar diferentes assinaturas luminosas e até se comunicar com o ambiente externo, exibindo sinais de alerta em situações de risco. Os faróis Matrix LED oferecem personalização de até oito assinaturas diurnas e funções de segurança ampliadas.

    O novo Q5 é produzido em San José Chiapa, no México, de onde já saem os modelos destinados ao mercado brasileiro. O SUV faz parte de um plano de 13 lançamentos no Brasil em 2025.

    Q6 e-tron: SUV elétrico marca nova fase da Audi



    Fonte: CNN Brasil Auto

  • Tesla na mira do governo dos EUA: O que relatórios atrasados de acidentes significam

    Tesla na mira do governo dos EUA: O que relatórios atrasados de acidentes significam

    A Tesla está novamente no centro das atenções do principal órgão regulador de segurança automotiva dos EUA, a NHTSA (National Highway Traffic Safety Administration). A agência abriu uma auditoria rigorosa após descobrir que a montadora enviou com meses de atraso relatórios de acidentes envolvendo o uso de seus sistemas de assistência ao motorista, como o Piloto Automático e a Direção Autônoma Completa (FSD).

    Tesla na mira do governo dos EUA: O que relatórios atrasados de acidentes significam

    As regras federais são claras e exigem que as empresas reportem acidentes qualificados dentro de um prazo de um a cinco dias após o conhecimento do incidente.

    A Tesla justificou os atrasos alegando uma falha em sua coleta de dados, afirmando que o problema já foi corrigido. No entanto, a NHTSA agora quer uma resposta para questões mais profundas: por que a falha aconteceu, se há relatórios faltando e se os dados enviados estão completos.

    Tesla na mira do governo dos EUA: O que relatórios atrasados de acidentes significam

    Para a segurança pública, os relatórios de acidentes funcionam como um sistema de alerta precoce. Eles permitem que investigadores identifiquem padrões de risco rapidamente, como problemas em faixas de rodagem ou falhas em condições de baixa visibilidade.

    É por isso que a NHTSA estabeleceu penalidades civis para quem não cumpre os prazos. A falta de disciplina nos relatórios da Tesla não é apenas uma questão de papelada, mas uma falha que impede que a agência reaja rapidamente a possíveis perigos.

    A auditoria atual não acontece isoladamente. A NHTSA já realiza outras investigações sobre a empresa, incluindo uma avaliação sobre a eficácia de um recall anterior do Piloto Automático e uma revisão separada sobre o desempenho do sistema FSD em condições de baixa visibilidade.

    A nova auditoria reforça a percepção de que a cultura de conformidade da Tesla está sob um escrutínio cada vez maior.

    Foto: Divulgação

    O impacto para os donos de Tesla

    A curto prazo, esta auditoria não vai desativar o Piloto Automático do seu carro ou bloquear o seu uso. No entanto, as ramificações podem afetar os proprietários de maneiras bastante práticas e financeiras:

    • Atualizações de software: Espere que a Tesla adicione mais “guardas” e restrições por meio de atualizações de software remotas. Isso pode significar verificações mais rigorosas no volante, instruções mais claras para o motorista ou um comportamento mais conservador do carro em condições climáticas adversas. O objetivo é garantir que as correções de recall sejam eficazes.

    • Lançamentos de recursos: Grandes promessas, como a expansão da disponibilidade do FSD ou demonstrações de robotáxis, podem ser atrasadas. Cidades e estados monitoram de perto as investigações federais ao decidir quem pode operar serviços de veículos autônomos em suas ruas.

    • Seguro e revenda: Manchetes sobre auditorias e problemas de segurança raramente ajudam a reduzir os prêmios de seguro ou a manter o valor de revenda de um veículo. Uma governança transparente e relatórios pontuais tendem a valorizar um produto; a desorganização faz o oposto. As seguradoras leem os mesmos relatórios que o público.

    O que você acha dessa auditoria? Acredita que ela impacta a sua confiança na Tesla e em seus sistemas de direção autônoma?

    Leia aqui: Se depender de Trump, carros vão continuar poluindo livremente



    Fonte: Garagem 360

  • Discos e Pastilhas de Freio: A dupla vital para sua segurança

    Discos e Pastilhas de Freio: A dupla vital para sua segurança

    Quando você pisa no pedal do freio, uma complexa reação em cadeia acontece para desacelerar seu carro, e os protagonistas dessa ação são os discos e as pastilhas de freio. Essa dupla é a responsável direta por transformar a energia do movimento em calor, permitindo que você pare o veículo com segurança. Negligenciar a saúde desses componentes é um risco que nenhum motorista pode se dar ao luxo de correr.

    O que são e como funcionam?

    As pastilhas de freio são peças de material de atrito (geralmente uma mistura de fibras e resinas) montadas em uma base de metal. Os discos de freio são superfícies circulares de metal, que giram junto com as rodas.

    Quando o freio é acionado, a pressão hidráulica faz com que as pastilhas se movam e pressionem o disco. A fricção gerada entre as pastilhas e o disco causa o atrito necessário para reduzir a velocidade do carro. Esse processo gera muito calor, e por isso tanto os discos quanto as pastilhas são projetados para suportar altas temperaturas.


    Disco de freio com sinais de desgaste – Foto: Reprodução

    Sinais clássicos de desgaste

    Fique atento a estes sinais claros de que seus discos e pastilhas precisam de atenção:

    • Ruído ao Frear: Um barulho agudo, semelhante a um metal raspando, é o sinal mais comum de que as pastilhas estão gastas. Muitas pastilhas vêm com um indicador sonoro que, ao entrar em contato com o disco, emite esse som para avisar que a troca é necessária.

    • Vibração no Pedal ou Volante: Se você sente uma vibração no pedal do freio ou no volante ao frear, isso pode indicar que os discos estão empenados ou muito desgastados.

    • Pedal “Mole”: Se você precisa pisar mais fundo no pedal do freio para obter uma resposta, pode ser um sinal de que as pastilhas estão muito finas e a eficiência da frenagem está comprometida.

    • Luz do Painel Acesa: Alguns carros mais modernos têm um sensor que acende uma luz de aviso no painel quando as pastilhas de freio estão no fim da vida útil.

    Pastilhas de freio – Foto: Freepik

    As consequências de negligenciar a manutenção

    Ignorar os sinais de desgaste dos freios é extremamente perigoso. Se as pastilhas estiverem totalmente gastas, o atrito de metal contra metal (pastilha contra disco) irá danificar permanentemente os discos, que são bem mais caros de substituir.

    O pior cenário, no entanto, é o risco de acidente. A eficiência da frenagem diminui drasticamente, aumentando a distância necessária para parar o carro, o que pode ser fatal em situações de emergência.

     

    A manutenção preventiva de discos e pastilhas é um dos cuidados mais importantes com o seu carro, garantindo que o sistema de freios esteja sempre pronto para agir no momento em que você mais precisar.

    Seu carro já apresentou algum desses sinais de problema nos freios? Compartilhe sua experiência e ajude a alertar outros motoristas sobre a importância da manutenção.

    Leia também: Hábitos comuns que você pode estar cometendo que prejudicam a vida útil das pastilhas de freio do seu carro



    Fonte: Garagem 360

  • Bosch abre 80 vagas para cursos de capacitação de jovens

    Bosch abre 80 vagas para cursos de capacitação de jovens

    Até 21 de setembro, jovens de 16 a 19 anos da região metropolitana de Campinas, SP, poderão se inscrever para cursos técnicos em Soluções Digitais, Administração, Mecatrônica e Manufatura Digital da Bosch Brasil. A empresa sistemista tem 80 vagas disponíveis.

    Os cursos terão início em janeiro de 2026 e representam oportunidade também de contratação por parte da empresa. Segundo Henrique Doná, gerente de treinamento técnico da Bosch, a taxa de retenção dos alunos é de cerca de 80% a 90%. “Eles têm a oportunidade de permanecer por aqui e serem efetivados ao término do curso”, afirma o executivo.

    O processo produtivo envolve três etapas. Na primeira, será realizada prova de conhecimentos gerais, abordando temas como matemática, raciocínio lógico, informática básica e interpretação de texto. Na segunda, os candidatos participam de dinâmica de grupo, onde serão avaliados  habilidades e competências, e por último serão entrevistados individualmente pelos instrutores do programa.

    O programa de formação ainda inclui intercâmbio para os jovens atuarem na Alemanha por um mês. O domínio do idioma inglês não é obrigatório nem eliminatório. As inscrições poderão ser feitas por meio dos seguintes links: Aprendiz industrial – Técnico MecatrônicaAprendiz industrial – Manufatura DigitalAprendiz técnico em AdministraçãoAprendiz Técnico em Soluções Digitais


    Foto: Divulgação



    Fonte: Auto Industria