Autor: automoveis

  • Crise na Europa: vendas da Tesla caem 40% enquanto BYD dispara 200%

    Crise na Europa: vendas da Tesla caem 40% enquanto BYD dispara 200%

    O mercado de veículos elétricos na Europa está em plena transformação, e os números recentes da Associação Europeia de Fabricantes de Automóveis revelam um cenário preocupante para a Tesla. Enquanto a montadora de Elon Musk enfrenta uma queda de 40% nas vendas, a chinesa BYD experimentou um crescimento impressionante de mais de 200%, consolidando o avanço das marcas chinesas na região.

    Vendas da Tesla caem 40% enquanto BYD dispara 200%

    A queda da Tesla é ainda mais alarmante por ser o sétimo mês consecutivo de declínio na Europa. Em julho deste ano, a empresa registrou apenas 8.837 novos veículos, um número que contrasta com a ascensão geral da eletrificação no continente.

    O próprio CEO da Tesla, Elon Musk, já havia alertado que a empresa “poderia ter alguns trimestres difíceis” pela frente.


    Enquanto a Tesla e outras gigantes como Hyundai e Stellantis registram queda de vendas, a chinesa BYD está em ascensão meteórica. Com 13.503 novos registros em julho, a marca teve um aumento de 225% em relação ao ano anterior. Ao todo, os fabricantes chineses de veículos elétricos já detêm 5,9% do mercado europeu, um novo recorde.

    Vendas da Tesla caem 40% enquanto BYD dispara 200% – Foto: BYD

    Por que a BYD está superando as concorrentes?

    Mas por que as marcas chinesas estão superando as ocidentais? A resposta está em uma combinação de fatores:

    Preços agressivos: enquanto um Tesla Model 3 ou um Ford Mustang Mach-E custam, em média, de US$ 40 mil a US$ 60 mil, a BYD produz modelos como o Seagull por menos de US$ 10 mil.

    Integração tecnológica: segundo o CEO da Ford, Jim Farley, as marcas chinesas oferecem uma tecnologia veicular muito mais avançada.

    “Você entra, não precisa parear o celular. Automaticamente, toda a sua vida digital é espelhada no carro”, afirmou Farley, ressaltando a superioridade da integração com marcas como Huawei e Xiaomi.

    Apoio estatal: o governo chinês oferece incentivos significativos, que ajudam as empresas a produzir em larga escala e com custos mais baixos.

    Farley, que já descreveu a ascensão da China como a “experiência mais gratificante” de sua carreira, resumiu o cenário de forma contundente: “Estamos em uma competição global com a China, e não se trata apenas de veículos elétricos. Se perdermos, não teremos futuro.”


    Você acredita que as montadoras ocidentais conseguirão reverter esse cenário? Deixe sua opinião nos comentários e compartilhe se você compraria um carro elétrico chinês.

    Leia aqui: Deu ruim? Fábrica da BYD mal começou e já parou; entenda a crise das peças na Bahia



    Fonte: Garagem 360

  • Mercedes-Benz pede socorro: Tarifas de Trump custam US$ 420 milhões à montadora

    Mercedes-Benz pede socorro: Tarifas de Trump custam US$ 420 milhões à montadora

    A Mercedes-Benz está em uma encruzilhada financeira e política, e o motivo são as altas tarifas de importação impostas pelo governo de Donald Trump nos Estados Unidos.

    Tarifas de Trump custam US$ 420 milhões à Mercedes-Benz

    A montadora alemã, em meio à desaceleração das vendas globais, pediu uma solução rápida para o impasse comercial entre os EUA e a União Europeia (UE), alertando para o impacto severo que o cenário atual representa para toda a indústria automotiva europeia.

    Em entrevista à Bloomberg, a Mercedes-Benz revelou que as tarifas já custaram US$ 420 milhões em lucros no segundo trimestre de 2025. Essa perda expressiva foi causada pela tarifa de 27,5% sobre veículos importados, que forçou a empresa a aumentar os preços e, ao mesmo tempo, reduzir suas margens de lucro.

    Tarifas de Trump custam US$ 420 milhões à Mercedes-Benz – Foto: Divulgação

     


    A situação se torna ainda mais complexa para a Mercedes, que viu suas vendas globais caírem 9% no segundo trimestre. Nos EUA, que é o seu segundo maior mercado, a queda foi ainda mais acentuada, de 12%.

    Múltiplos desafios

    Markus Schäfer, diretor de Tecnologia do Grupo Mercedes-Benz, destacou que o impasse tarifário, sem uma solução permanente, pode levar a mais aumentos de preços e até mesmo a mudanças na produção, o que afetaria empregos e a indústria europeia como um todo.

    “A situação tem um impacto sério”, disse Schäfer. “Esperamos que ambas as partes encontrem uma solução nas próximas semanas. É extremamente necessário.”

    A montadora também enfrenta outro desafio geopolítico: as restrições de exportação da China sobre materiais de terras raras, minerais essenciais para a fabricação de motores elétricos. Essa pressão dupla, vinda dos EUA e da China, ilustra a complexidade da cadeia de suprimentos global e os riscos que as montadoras de luxo enfrentam.

    O que você pensa sobre a guerra comercial entre EUA e Europa? Deixe sua opinião nos comentários e compartilhe se você acha que as tarifas vão impactar o preço dos carros no Brasil!

    Leia aqui: Mercedes desafia o futuro elétrico e confirma novo e poderoso motor V8 chegando



    Fonte: Garagem 360

  • Além da Renault, Fabrice Cambolive passa a comandar também a Dacia

    Além da Renault, Fabrice Cambolive passa a comandar também a Dacia

    Presidente da Renault do Brasil por dois anos, de 2015 a 2017, Fabrice Cambolive segue em ascensão na estrutura organizacional da montadora francesa. CEO mundial da marca Renault desde 2022, ele acaba de ser nomeado também para CGO, Chief Growth Officer.

    Pela nova atribuição, Cambolive acumulará ainda responsabilidade pela marca Dacia, segunda maior da empresa em vendas, e também pelo desenvolvimento internacional das duas divisões, particularmente em mercados como Índia, América Latina e Coreia do Sul.

    Abaixo de Cambolive, Katrin Adt, que atuou no grupo Daimler e Mercedes-Benz por mais de duas décadas, foi escolhida como CEO da Dacia, em substituição a Denis Le Vot, que decidiu deixar a empresa.

    Além da nova função de Cambolive e da escolha de Katrin Adt, François Provost, CEO do Grupo Renault desde julho, promoveu outras mudanças no corpo diretivo.

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    → Brasil é o sétimo maior mercado mundial do Grupo Renault em 2025

    Philippe Brunet foi nomeado responsável global pela engenharia do grupo e também da Ampere, empresa dedicada a veículos elétricos, e Anthony Plouvier, anteriormente vice-presidente de estratégia de suprimentos e transformação, como responsável por compras, em substituição ao próprio  François Provost.

    Thierry Charvet passa a responder pela cadeia de fornecimento, além da manufatura e qualidade, enquanto Claire Fanget assume pessoal e organização, e Christian Stein segue à frente da comunição e relações institucionais.

    “Para enfrentar os desafios que temos pela frente, precisamos de uma organização que decide mais rápido, age de forma mais inteligente e se mantém mais próxima dos nossos clientes”, declarou nesta Provost, por meio de nota oficial emitida nesta segunda-feira, 1 de setembro.


    Foto: Divulgação

     



    Fonte: Auto Industria

  • A dança no Top 10 dos carros e comerciais leves

    A dança no Top 10 dos carros e comerciais leves

    Dados preliminares divulgados pela consultoria K.Lume mostram uma dança de cadeiras no Top 10 dos modelos mais emplacados no País em agosto.

    O Polo e a Strada se mantêm no topo, com o hatch da Volkswagen superando a picape da Fiat pelo segundo mês consecutivo, com uma diferença de quase 1 mil unidades – 12.908 e 11.833 (veja tabela abaixo).

    No acumulado do ano, as posições são invertidas, com 75,6 mil e 70,2 mil licenciamentos, respectivamente.

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    Essas duas marcas têm três modelos no Top 10 cada uma. A Hyundai tem dois, a Toyota e a GM têm um. No caso do terceiro lugar, o Fiat Argo ocupou a posição em agosto e também nos primeiros oito meses  (10.097 e 54.435 emplacamentos).

    O Toyota Corolla Cross, que no ano é oitavo colocado, ficou em quarto lugar em agosto, com 7.737 unidades comercializadas. O VW T-Cross, que é o quarto no acumulado, ficou na quinta colocação em agosto.

    Um destaque negativo no Top 10 é a queda do Chevrolet Onix. Sexto colocado no período de oito meses, com pouco mais de 42 mil licenciamentos, emplacou apenas 5,8 mil unidades em agosto, caindo para nona posição. 

    No mês passado, ocuparam a sexta, sétima e oitava posições os modelos Hyundai HB20, Fiat Mobi e Hyundai Creta. O Honda HR-V, que no ano é o décimo colocado, perdeu tal posição em agosto para a VW Saveiro.


    Marca/Modelo                                 Volume/Agosto          

    1. VW Polo                                               12.908           
    2. FIAT Strada                                         11.833          
    3. FIAT ARGO                                         10.097
    4. TOYOTA COROLLA CROSS             7.737
    5. VW  T-CROSS                                       7.702
    6. HYUNDAI HB20                                  7.590
    7. FIAT MOBI                                            7.045
    8. HYUNDAI CRETA                                6.649
    9. CHEVROLET ONIX                             5.815
    10.  VW SAVEIRO                                       5.358

    Marca/Modelo                                   Jan/Agosto            Part

    1. FIAT STRADA                                   75.598               5.55%
    2. VW POLO                                           70.157                5.15%
    3. FIAT ARGO                                         54.435               4.00%
    4. VW  T-CROSS                                    53.554                3.93%
    5. HYUNDAI HB20                               42.394               3.11%
    6. CHEVROLET ONIX                          42.083             3.09%
    7. FIAT MOBI                                          41.330             3.03%
    8. HYUNDAI CRETA                             39,038             2.87%
    9. TOYOTA COROLLA   CROSS          36.957              2.71%
    10. HONDA HR-V                                    36.090              2.65%

    Fonte: Consultoria K.Lume


     



    Fonte: Auto Industria

  • Corolla Cross tem recorde histórico de vendas e lidera segmento de SUVs em agosto

    Corolla Cross tem recorde histórico de vendas e lidera segmento de SUVs em agosto

    Foi por muito pouco, mas o Corolla Cross encerrou agosto como o utilitário esportivo mais vendido do Brasil pela primeira vez. Dados preliminares fornecidos pela consultoria especializada K.Lume apontam que o modelo da Toyota teve 7.737 licenciamentos e superou o até então líder Volkwagen T-cross por somente 35 unidades.

    Agosto de 2025 é agora o mês em que o Corolla Cross, lançado em 2021, alcançou seu melhor desempenho de vendas. O recorde anterior foi estabelecido justamente um mês antes. Em julho, a Toyota havia comemorado 6.866 unidades e a quarta posição no ranking de SUVs divulgado pela Fenabrave.

    Com o resultado, o modelo da Toyota encostou de vez no Hyundai Creta na briga pela vice-liderança ao longo de 2025. No acumulado do ano, a vantagem do representante coreano é de somente 1 mil emplcamentos: 45,7 mil contra 44,7 mil do Corolla Cross.

    OS DEZ SUVS MAIS VENDIDOS EM AGOSTO

    Veículos Unidades
    Toyota Corolla Cross 7737
    Volkswagen T-Cross 7702
    Hyundai Creta 6649
    Fiat Fastback 5040
    Chevrolet Tracker 4942
    Nissan Kicks 4740
    Jeep Compass 4717
    Volkswagen Nivus 4557
    Fiat Pulse 4282
    10° Volkswagen Tera 4157

    Fonte: K.Lume

    O T-Cross segue com folga na ponta e, é certo, fechará 2025 como o SUV mais vendido do Brasil pelo terceiro ano consecutivo. São mais de 61,2 mil unidades emplacadas de janeiro a agosto e vantagem de 15,5 mil unidades para o Creta.

    O Honda HR-V, que em oito meses ultrapassou 40,1 mil licenciamentos e vinha desenhando curva ascendente no primeiro semestre, decepcionou no mês passado.

    Com as 4 mil unidades registradas pela K.Lume, foi somente o 11º colocado, imediatamente atrás do Tera, que teve precisos 4.157 emplacamentos e, pela primeira vez, apareceu no ranking dos dez SUVs mais vendidos.

    Há apenas três meses nas revendas, o utilitário esportivo de entrada da Volkswagen foi o quinto modelo da marca mais negociado no mês, atrás somente do hatch Polo, T-Cross, picape Saveiro e do Nivus.


    Foto: Divulgação



    Fonte: Auto Industria

  • Chevrolet Montana 2026 ganha painel de Audi e motor mais forte; veja os preços

    Chevrolet Montana 2026 ganha painel de Audi e motor mais forte; veja os preços

    A Chevrolet Montana 2026 chega ao mercado brasileiro com atualizações importantes. A picape da GM recebeu novidades no motor, no visual e na lista de equipamentos para acirrar a disputa com suas principais concorrentes, como a Fiat Toro.

    As mudanças prometem deixar o modelo ainda mais competitivo e atraente para quem busca um veículo versátil para o dia a dia e para o lazer.

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    O que muda na Chevrolet Montana 2026?

    Visualmente, a picape da Chevrolet aposta em retoques pontuais, mas que fazem a diferença. As versões topo de linha, Premier e RS, agora contam com rodas de liga leve redesenhadas. Além disso, a paleta de cores ganha a nova opção Vermelho Scarlet, trazendo mais personalidade ao modelo.

    Chevrolet Montana 2026

    Foto: Divulgação / Chevrolet

    Por dentro, a grande estrela é o cockpit virtual. Esse conceito, que lembra soluções usadas em carros premium como os da Audi, moderniza completamente a experiência do motorista com um painel de instrumentos 100% digital. Outra novidade é que o utilitário passa a vir de fábrica com engate para reboque, um item muito solicitado pelos consumidores.

    A picape ficou mais equipada?

    Com certeza! A Chevrolet ouviu os pedidos dos clientes e recheou até a versão de entrada. Nesse contexto, o modelo 1.2 turbo com câmbio manual agora sai de fábrica com itens que antes eram opcionais ou exclusivos das versões mais caras. Isso torna o seu custo-benefício ainda mais interessante.

    Chevrolet Montana 2026

    Foto: Divulgação / Chevrolet

    As principais novidades incluem:

    • Retrovisores e maçanetas na cor do carro;
    • Ajuste elétrico dos espelhos externos;
    • Alça de teto para o passageiro da frente;
    • Desembaçador do vidro traseiro;
    • Iluminação dupla na caçamba Multi-Flex.

    Motor mais potente e o consumo de combustível

    O coração da Montana 2026 também recebeu melhorias. O motor 1.2 Turbo Flex, que foi atualizado no início de 2025, agora entrega 141 cv de potência e 22,9 kgfm de torque.

    Esses números são resultado de ajustes na injeção direta e no gerenciamento eletrônico, deixando a picape mais esperta nas acelerações. Com o câmbio automático, ela vai de 0 a 100 km/h em apenas 9,5 segundos.

    Quando o assunto é o bolso, o consumo de combustível continua sendo um ponto forte.

    Consumo de Combustível com Gasolina

    da Chevrolet Montana

    Tipo de Câmbio Cidade (km/l) Estrada (km/l)
    Manual 12,3 13,7
    Automático 11,0 13,5

     

    O que achou das novidades da Montana 2026? Acha que ela vai vender ainda mais? Comente abaixo!

    Leia também: Novo Audi E5 Sportback é o elétrico de luxo com preço de BYD que você não poderá comprar



    Fonte: Garagem 360

  • Câmara dos Deputados debate o fim da autoescola obrigatória para tirar CNH

    Câmara dos Deputados debate o fim da autoescola obrigatória para tirar CNH

    A Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados discte nesta terça-feira (02/9) a proposta que pode revolucionar o processo para tirar a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) no Brasil. O debate, solicitado pelo deputado Leônidas Cristino (PDT-CE), visa acabar com a obrigatoriedade de frequentar aulas teóricas e práticas em autoescolas.

    Câmara dos Deputados debate o fim da autoescola obrigatória para tirar CNH

    A ideia, defendida pelo Ministério dos Transportes, é retirar a exigência de carga horária mínima para as aulas e permitir que os candidatos se preparem por conta própria. A proposta prevê que a parte teórica poderá ser feita por meio de uma plataforma digital do governo, enquanto as aulas práticas ficariam a cargo de instrutores autônomos credenciados.

    Um dos principais argumentos a favor da mudança é a redução drástica dos custos. O Ministério dos Transportes estima que o processo, que hoje custa mais de R$ 3 mil, poderia ter uma redução de até 80% para as categorias A (motos) e B (carros).

    Deputado Leônidas Cristino (PDT-CE) – Foto: Câmara Legislativa

     

    O objetivo é combater a alta informalidade nas estradas. Segundo dados da Senatran, cerca de 20 milhões de brasileiros dirigem sem a devida habilitação, em grande parte devido ao alto custo do processo. A proposta, ao facilitar o acesso, pretende aumentar o número de motoristas legalizados e, consequentemente, elevar a segurança no trânsito.

    O deputado Leônidas Cristino, no entanto, pondera que, embora as aulas não garantam a competência do motorista, a qualidade dos exames é o ponto-chave. A ideia é manter as provas teóricas e práticas como etapas obrigatórias e decisivas para a aprovação.


    Como funcionaria o novo modelo e quais são os desafios?

    Com o fim da obrigatoriedade das autoescolas, o processo se tornaria mais flexível. Os futuros motoristas poderiam se preparar para os exames de diversas maneiras, desde a plataforma digital do governo até aulas com instrutores independentes.

    Proponentes a CNh não vão preciar frequentar os Centros de Formação – Foto: Freepik

    Essa mudança, porém, gera debates. As autoescolas temem um grande impacto em seus negócios e levantam preocupações sobre a qualidade da formação dos motoristas. Especialistas em segurança no trânsito alertam que, sem a supervisão de profissionais qualificados, a falta de treinamento adequado pode levar a um aumento de acidentes.

    O modelo proposto já é aplicado em outros países, como a Alemanha e os Estados Unidos, onde a formação do motorista pode ser mais flexível, mas a prova prática é conhecida por ser extremamente rigorosa. A eficácia da medida no Brasil dependerá da qualidade e do rigor dos exames, que terão o peso final na avaliação dos candidatos.

    Leia aqui: Nova Toyota Hilux 2026 é flagrada na Austrália: será que mudanças vêm para o Brasil?



    Fonte: Garagem 360

  • Toyota estreia no segmento de vans com Hiace Minibus

    Toyota estreia no segmento de vans com Hiace Minibus

    De Campinas, SP

    A Toyota diversifica sua atuação no mercado brasileiro com o lançamento da Hiace Minibus, que chega na rede de 300 concessionárias da marca com preço a partir de R$ 364.990, marcando a estreia da montadora no estratégico segmento de vans.

    Produzido na fábrica de Zárate, Argentina, o modelo tem DNA da picape Hilux e configuração 15+1 lugares. A oferta da configuração minibus é apenas o primeiro passo da Toyota com vistas a ampliar participação entre os comerciais leves vendidos no Brasil, no qual concorria até agora apenas com a picape.

    A empresa já adianta que a partir de novembro chegarão ao mercado brasileiro as opções Furgão, Ambulância e Refrigerada/Isolada.

    A produção total da Hiace no país vizinho é de 3 mil unidades/ano, das quais 2 mil virão para o mercado brasileiro.

    Durante o lançamento da van em Campinas e Itu, no interior paulista, José Ricardo Gomes, diretor de Atendimento ao Cliente e Cadeia de Valor para América Latina e Caribe e diretor Comercial da Toyota do Brasil, falou do potencial do segmento no mercado brasileiro:

    “Em 2016 foram emplacadas apenas 14,5 mil dessas unidades, volume que subiu para 37,5 mil no ano passado e deve atingir 42,5 mil em 2030”, comentou o executivo, lembrando que o modelo traz consigo os programas Toyota 10, até 10 anos de garantia, e Revisão Facilitada, que oferece as três primeiras manutenções gratuitas.

    Com 16 assentos distribuídos estrategicamente para ampliar a área de circulação dos ocupantes, a Hiace Minibus é equipada com bancos reclináveis, saídas de ar-condicionado individuais no teto, alças de apoio e uma última fileira rebatível, pensada para o transporte eventual de cargas e bagagens.

    O modelo tem o mesmo conjunto mecânico da Hilux: motor 2.8 turbodiesel, que entrega 174 cv de potência a 3.400 rpm e torque de 45,8 kgfm já a partir de 1.600 rpm. Suas médias de consumo são de 8,5 km/l na cidade e 9,8 km/l na estrada, segundo dados do Inmetro.

    Com tração traseira, a Hiace tem câmbio automático de seis marchas com opção de trocas manuais e conta com raio de giro compacto, de apenas 6,9 m, “reforçando sua agilidade para manobras e seu apelo para o uso urbano”, conforme Gomes.

    Com relação aos itens de segurança, o executivo destaca os cintos de segurança de três pontos para todos os ocupantes, três airbags (duplos frontais e um de joelho para o motorista) e recursos de segurança ativa, como Assistente de Partida em Rampa (HAC) e Controles de Tração (TRC) e de Estabilidade (VSC). Também vem com câmera de ré e sensores de estacionamento dianteiros e traseiros.

    Ao longo de seis gerações lancadas nos últimos 58 anos, a Hiace já vendeu mais de 6 milhões de unidades em 150 países.

    Venda e pós-venda

    Na área de pós-venda, a Hiace oferece o programa Revisão Facilitada, com as três primeiras revisões gratuitas e valores fixos da 4ª à 6ª manutenção, realizadas a cada 12 meses ou 10 mil km, conforme o padrão Toyota.

    Sobre o lançamento, Gomes informou que os interessados poderão financiar o modelo, por meio do Banco Toyota do Brasil, com entrada a partir de 0%, prazos flexíveis de até 60 meses, parcelas intermediárias opcionais e até 60 dias para começar a pagar.

    “Além disso, fechando um contrato com o Banco Toyota até 31 de outubro, o cliente irá ganhar as revisões 4, 5 e 6 gratuitamente”, garantiu o executivo, informando, por fim, que a locação do Hiace Minibus será de exclusividade da Kinto, empresa especializada em soluções de mobilidade da Toyota.


    Fotos: Divulgação/Toyota



    Fonte: Auto Industria

  • Iveco entrega Daily para Ministério da Saúde

    Iveco entrega Daily para Ministério da Saúde

    De um lote total de 400 veículos, a Iveco iniciou a entrega para o Ministério da Saúde das primeiras Daily adaptadas como Unidades Odontológicas Móveis (UOM).

    A iniciativa faz parte da estratégia nacional de expansão dos serviços de saúde bucal em regiões de difícil acesso por meio das Equipes de Saúde Bucal do Sistema Único de Saúde (SUS).

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    “Estamos orgulhosos em participar de um projeto com tanto impacto social. Essa ação consolida ainda mais a presença da Iveco em grandes projetos públicos da região, fruto do trabalho da nossa equipe e da versatilidade do nosso portfólio”, afirma Márcio Querichelli, presidente da montadora para a América Latina.

    Adaptados para operar como um consultório odontológico completo, os veículos produzidos no complexo industrial da Iveco em Sete Lagoas, MG,  (MG), são equipados com tecnologia moderna que possibilita desde atendimentos básicos até procedimentos mais complexos. 

    George Carloto,chefe de Vendas Diretas da montadora, informa que a distribuição das Unidades Odontológicas Móveis será feita de forma gradativa, contemplando diversos estados brasileiros. 


    Foto: Divulgação/Iveco



    Fonte: Auto Industria

  • Com 21 dias úteis, agosto registrou 214,4 mil veículos leves vendidos

    Com 21 dias úteis, agosto registrou 214,4 mil veículos leves vendidos

    As vendas de veículos leves alcançaram 214,4 mil unidades em agosto, apontam números preliminares fornecidos pela Bright Consulting. A comparação com igual mês do ano passado, quando foram negociados 222,8 mil, indica recuou 3,8%. Frente a julho, a queda chegou a 6,9%.

    A consultoria, entretanto, destaca que o mês passado teve 21 dias úteis, dois a menos que em julho e um a menos do que em agosto de 2024, o que, naturalmente, contibuiu para as quedas apontadas. Prova disso é a média diária, que  ficou em 10.209 em agosto, acima das 10.129 de 2024 e das 10 mil de julho.

    A modalidade de venda direta respondeu por 45,8% dos licenciamentos, 98,3 mil unidades, acima dos 44,8% de julho e próxima dos 46,4% de um ano antes. No acumulado do ano, as vendas diretas representam 45,9% do total, quase três pontos porcentuais a mais do que em 2024.

    Negócios efetuados no varejo resultaram em 116,1 mil licenciamentos, queda de 2,8% na comparação com agosto de 2024. No acumulado deo ito meses, os canais seguem trajetórias opostas: o showroom caiu 2,1%, enquanto a venda direta avançou 9,6%.

    De janeiro a agosto, o mercado interno absorveu 1, 57 milhão de automóveis e comerciais leves, crescimento de 3% frente aos primeiros oito meses do ano passado.

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    No mês passado, a Fiat se manteve à frente, com 21,2% de participação, seguida mais uma vez pela Volkswagen (18,3%). A General Motors ficou na terceira colocação (10,2%), à frente de Hyundai (7,9%) e Toyota (7,3%). A participação somada das marcas chinesas segue em trajetória de alta: chegou a 9,9%.

    A Bright ainda enfatiza o avanço dos veículoseletrificados, que tiveram 25,4 mil unidades emplacadas no mês passado, 11,4% do total, e já somam 160,2 mil ao longo de 2025, 48,5% a mais.

    Os elétricos puros, aqueles movidos exclusivamente a bateria, acumularam 8,4 mil unidades em agosto, ante 6,5 mil dos híbridos plug-in, 4,8 mil dos híbridos leves e igual número de híbridos fechados.


    Foto: Divulgação



    Fonte: Auto Industria