Autor: automoveis

  • A cor do seu carro pode piorar o calor da cidade; estudo aponta a vilã

    A cor do seu carro pode piorar o calor da cidade; estudo aponta a vilã

    A escolha da cor do carro geralmente é uma questão de gosto pessoal, certo? Mas um novo estudo científico mostra que essa decisão pode ter um impacto direto na temperatura da sua cidade, principalmente nos dias mais quentes.

    A pesquisa aponta que os veículos estacionados funcionam como pequenas fontes de calor, piorando o efeito das chamadas “ilhas de calor”. O mais curioso é que isso não tem a ver com o motor ou a poluição, mas sim com a pintura do veículo.

    Acompanhe o Garagem360 e entenda como seu carro pode estar contribuindo para o problema!

    Qual cor do carro é a pior para o calor?

    A resposta é direta: a pior cor é a preta, e por extensão, todas as cores escuras. Para chegar a essa conclusão, pesquisadores publicaram um estudo na revista City and Environment Interactions que analisou o comportamento de dois carros, um preto e um branco, parados sob o sol.

    Cor do carro

    Foto: Freepik

    O resultado foi impressionante. Em um dia com temperatura de 36°C, o carro preto chegou a elevar a temperatura do ar ao seu redor em até 3,8°C.

    Enquanto isso, o carro branco teve um impacto mínimo no ambiente. Isso acontece porque tintas escuras absorvem a maior parte da radiação solar (entre 90% e 95%), enquanto as claras refletem a luz e o calor.

    Mas como os carros parados esquentam uma cidade inteira?

    Pode parecer um efeito pequeno, mas ele é amplificado pela escala. A princípio, a carroceria dos carros, feita de metais finos como aço e alumínio, esquenta muito mais rápido que o asfalto e irradia esse calor de forma intensa para o ambiente.

    Agora, imagine isso em uma grande cidade, onde os veículos estacionados podem ocupar até 10% de todo o espaço viário. Milhares de “mini-aquecedores” metálicos sob o sol contribuem significativamente para aumentar a temperatura local, piorando a sensação térmica para todos.

    O que pode ser feito para diminuir o problema?

    O estudo sugere que o planejamento urbano do futuro precisa considerar o impacto dos carros estacionados. Algumas soluções propostas pelos cientistas poderiam ajudar a aliviar o problema.

    • Priorizar e incentivar o uso de veículos com cores claras, que refletem mais a luz solar;
    • Criar mais áreas de sombra em estacionamentos públicos e privados, como o plantio de árvores;
    • Restringir a presença de carros em áreas que já são pontos críticos de calor na cidade;
    • Incentivar a adoção de veículos elétricos, que emitem menos calor que os modelos a combustão.

    Essa lógica de usar cores claras para combater o calor já é aplicada em telhados e calçadas de algumas cidades ao redor do mundo, mostrando que pequenas mudanças podem fazer uma grande diferença.

    E você, já tinha parado para pensar nisso? A cor do seu carro é clara ou escura? Conte para a gente nos comentários!

    Leia: Reviravolta no mercado: Chevrolet some do top 10 dos carros mais vendidos em agosto



    Fonte: Garagem 360

  • O que há de mais moderno na indústria automotiva brasileira hoje

    O que há de mais moderno na indústria automotiva brasileira hoje

    A indústria automotiva brasileira está passando por uma verdadeira revolução. Impulsionada por tecnologias de ponta e um foco crescente em sustentabilidade e segurança, a modernização dos carros vendidos no Brasil é evidente. Os veículos atuais , principalmente os mais caros, oferecem um mix de inovação que coloca o mercado nacional em sintonia com as tendências globais.

    O que há de mais moderno na indústria automotiva brasileira hoje

    Eletrificação e Hibridização

    A principal tendência no Brasil é a popularização de veículos híbridos e elétricos. No entanto, o mercado local tem uma peculiaridade: o desenvolvimento de carros híbridos flex. Modelos como o Toyota Corolla Cross Hybrid e o BYD Song Plus DM-i mostram que a união de um motor elétrico com um motor a combustão que aceita etanol é uma solução inteligente e sustentável para o país.

    Além disso, a chegada de montadoras chinesas como BYD e GWM acelerou a oferta de carros puramente elétricos, como o BYD Dolphin e o GWM Ora 03. Esses modelos estão popularizando a tecnologia com preços mais acessíveis e um alto nível de equipamentos, forçando as montadoras tradicionais a se adaptarem.

    BYD Song Plus – Foto; Nicole Santana/ Garagem360

    Conectividade e Inteligência a Bordo

    Os carros brasileiros deixaram de ser apenas meios de transporte e se tornaram verdadeiros centros de tecnologia. A conectividade é um ponto-chave, com sistemas de infotenimento de última geração que oferecem telas sensíveis ao toque grandes, compatibilidade com Android Auto e Apple CarPlay sem fio, e até mesmo aplicativos nativos.

    Outra novidade é a presença de assistentes virtuais por comando de voz e a possibilidade de controlar funções do carro remotamente pelo celular.

    Foto: Reprodução

    Segurança e Assistência ao Motorista (ADAS)

    A segurança também recebeu um upgrade significativo. O que antes era exclusividade de carros de luxo agora está presente em modelos populares. Os pacotes de ADAS (Advanced Driver-Assistance Systems) são cada vez mais comuns e incluem:

    • Frenagem autônoma de emergência (AEB): Sistema que detecta a iminência de uma colisão e freia o veículo automaticamente para evitar ou mitigar o impacto.

    • Controle de cruzeiro adaptativo (ACC): Mantém uma distância segura do veículo à frente, ajustando a velocidade automaticamente.

    • Alerta de ponto cego (BSW): Avisa o motorista sobre veículos fora de seu campo de visão.

    • Assistente de permanência em faixa (LKA): Ajuda a manter o carro centralizado na faixa de rodagem, corrigindo a direção quando necessário.

    Essas tecnologias, combinadas com estruturas de carroceria mais resistentes e maior número de airbags, estão elevando o padrão de segurança nas ruas brasileiras.

    Motores Turbo e Eficiência

    Para alcançar melhor desempenho com menor consumo, a tendência é o uso de motores turbo de três cilindros. Compactos e potentes, esses motores, como o 1.0 turbo T200 da Fiat e o 1.0 turbo TSI da Volkswagen, entregam mais torque em rotações baixas e são mais eficientes do que os antigos motores aspirados de maior cilindrada.

    A modernização da indústria automotiva brasileira está redefinindo o conceito de carro no país. A mistura de eletrificação, conectividade, segurança e eficiência mostra que os consumidores brasileiros podem esperar veículos cada vez mais avançados.

    Qual dessas tecnologias você considera mais importante em um carro novo? 

    Leia aqui: Entenda os benefícios das velas especiais para carros com motor turbo



    Fonte: Garagem 360

  • BYD King agora tem um super desconto para PCD e fica R$ 13 mil mais barato

    BYD King agora tem um super desconto para PCD e fica R$ 13 mil mais barato

    O BYD King, grande rival híbrido do Toyota Corolla, ficou mais seguro na linha 2026 e agora tem um atrativo extra: um excelente desconto para PCD.

    A montadora chinesa liberou a venda do sedã para o público PCD com um bônus de fábrica que pode ultrapassar os R$ 13 mil, tornando o modelo uma das opções mais interessantes da categoria.

    Acompanhe o Garagem360 e veja mais detalhes!

    Qual o valor do BYD King com o novo desconto para PCD?

    Atualmente, a BYD adota uma política diferente da maioria das montadoras. Em vez de focar apenas nas isenções de impostos, a marca oferece um bônus direto de fábrica para o comprador.

    BYD King

    Foto: Divulgação / BYD

    No caso do BYD King, a versão de entrada GL recebe o maior abatimento, de 8%. Já a topo de linha GS tem um bônus de 5%. Confira os valores:

    • King GL: de R$ 169.990 por R$ 156.390,80 (bônus de R$ 13.599)
    • King GS: de R$ 175.990 por R$ 167.190,50 (bônus de R$ 8.799)

    O que mudou no King 2026 para ficar mais seguro?

    A principal novidade da linha 2026 está na versão topo de linha GS. Atendendo aos pedidos dos clientes, a BYD finalmente equipou o sedã com um pacote completo de assistência ao motorista (ADAS).

    Agora, o modelo conta com piloto automático adaptativo, frenagem automática de emergência e assistente de permanência em faixa.

    Esses itens são especialmente úteis para condutores PCD, aumentando o conforto e a segurança na condução diária. A versão GS também ganhou novas rodas de 17 polegadas, dando um toque a mais de sofisticação ao visual.

    E o motor, continua o mesmo?

    Para atender às novas regras de emissões do Proconve L8, o motor 1.5 a gasolina do BYD King foi recalibrado, passando de 110 cv para 98 cv. No entanto, a força do conjunto híbrido plug-in (que pode ser carregado na tomada) continua impressionante, já que o motor elétrico manteve seu desempenho.

    A potência combinada chega a 209 cv na versão GL e a poderosos 235 cv na versão GS, garantindo ultrapassagens seguras e um ótimo desempenho. Com as novidades em segurança e o novo desconto para PCD, o King se fortalece como uma excelente alternativa no mercado de sedãs.

    Queremos saber: o que achou dos novos preços e equipamentos do BYD King? Acha que ele vai incomodar ainda mais o Corolla?

    Veja também: BYD faz oferta relâmpago de carregador rápido com quase 35% de desconto



    Fonte: Garagem 360

  • Elétrico Não! Ford reforça compromisso do Mustang a gasolina

    Elétrico Não! Ford reforça compromisso do Mustang a gasolina

    A Ford reafirmou sua promessa de manter o Mustang, seu icônico carro esportivo, fiel às suas raízes a gasolina por pelo menos mais cinco anos. Em uma declaração que ecoou a visão do CEO Jim Farley, a montadora norte-americana deixou claro que não há planos para uma versão elétrica do cupê, separando-o definitivamente do seu “parente” crossover, o Mustang Mach-E.

    A contradição do Mustang Elétrico: Mach-E excluído da conversa

    Apesar da declaração, a Ford já possui um veículo elétrico com o nome “Mustang“: o Mach-E. Essa aparente contradição levanta a questão de como a marca define a linha. Ao que tudo indica, a promessa de Farley se aplica estritamente ao Mustang cupê de duas portas, o carro que construiu a lenda.

    A decisão de manter o modelo a combustão por mais tempo reflete uma leitura de mercado: os entusiastas de carros esportivos ainda preferem a experiência visceral e o som de um motor a gasolina.

    A Ford não está sozinha nessa percepção. A Dodge viu uma resposta mais entusiasmada ao seu novo Charger com motor de seis cilindros do que à sua versão elétrica. Da mesma forma, a Hyundai teve um sucesso de vendas recorde com o Elantra N, um carro a combustão, superando a versão elétrica do Ioniq 6.

    Ford reforça compromisso do Mustang a gasolina – Foto: Divulgação

     

    Esses exemplos mostram que, para os puristas, o ronco do motor, a sensação da troca de marchas e o preço acessível são fatores decisivos, algo que os carros elétricos ainda lutam para replicar de forma convincente. O preço de entrada do Mustang, que gira em torno de US$ 32.000, o mantém competitivo e acessível para o público que busca um carro esportivo autêntico.

    O Futuro do V8 em um Cenário Regulatório Incerto

    A maior incógnita para o futuro do Mustang não é a eletrificação, mas sim a sobrevivência de seu lendário motor V8. Jim Farley já expressou o desejo de manter o V8 “enquanto Deus e os políticos nos deixarem”, uma frase que ressalta a pressão de um ambiente regulatório cada vez mais rigoroso em relação às emissões. 

    A Ford sabe que o V8 é o coração do Mustang e, para muitos, a razão de sua existência. No entanto, o futuro de longo prazo do motor mais emblemático da marca dependerá das leis e políticas ambientais que moldarão o setor automotivo nos próximos anos.


    Para você, o Mustang deveria ser movido a gasolina ou a Ford deveria investir em uma versão totalmente elétrica? Comente e compartilhe sua opinião!

    Leia aqui: Novo Mustang Dark Horse chega ao Brasil com 507 cv e preço de R$ 649 mil

     



    Fonte: Garagem 360

  • Novo Land Rover Discovery vira flex no Brasil em versão única de R$ 485 mil

    Novo Land Rover Discovery vira flex no Brasil em versão única de R$ 485 mil

    O Land Rover Discovery Sport está de cara nova no Brasil e, mais importante, agora “fala a nossa língua” com um coração flex.

    A marca britânica lançou a série especial Landmark Edition, que passa a ser a única versão do SUV de 7 lugares vendida por aqui. Produzida em Itatiaia (RJ), ela chega recheada de tecnologia e com detalhes que homenageiam os mais de 35 anos de história da linha.

    Acompanhe o Garagem360 e veja mais detalhes!

    Novo Land Rover Discovery Sport Landmark

    Essa nova versão celebra o legado do primeiro Land Rover Discovery, lançado em 1989. Para isso, ela traz detalhes exclusivos, como o emblema de montanhas nas soleiras de alumínio das portas. À noite, esse mesmo logotipo é projetado no chão pelos retrovisores, um toque de sofisticação.

    Com a chegada da Landmark Edition, a Land Rover simplifica sua linha no país. As outras configurações, incluindo a diesel, deixam de ser oferecidas.

    Land Rover Discovery

    Foto: Divulgação / Jaguar Land Rover

    O SUV agora aposta todas as suas fichas em um pacote único e muito completo, com preço sugerido de R$ 484.995, valor que o coloca na briga direta com modelos como Toyota SW4 e Mitsubishi Pajero Sport.

    Quais são os destaques de tecnologia e conforto do SUV?

    A lista de equipamentos de série é um dos pontos mais fortes do modelo. O Discovery Sport Landmark Edition vem de fábrica com um pacote tecnológico e de conforto que impressiona e justifica sua posição no mercado de luxo. Bora dar uma olhada?

    • Teto solar panorâmico e capacidade para 7 passageiros;
    • Retrovisor interno digital (ClearSight) e sistema de câmeras 360º;
    • Sistema de som premium da Meridian com 400 Watts de potência;
    • Piloto automático adaptativo (ACC) com assistente de permanência em faixa;
    • Central multimídia Pivi Pro com tela curva de 11,4″ e espelhamento sem fio.

    O coração flex do SUV de luxo

    No entanto, o grande diferencial do Discovery edição especial é seu motor 2.0 Ingenium turboflex. Ele é um dos poucos SUVs premium do mercado a oferecer a versatilidade de rodar com etanol ou gasolina. O motor gera 249 cv de potência e 37,2 kgfm de torque, força de sobra para o dia a dia e viagens.

    Land Rover Discovery

    Foto: Divulgação / Jaguar Land Rover

    O câmbio é automático de 9 marchas e a tração é integral. Segundo dados da Land Rover, o SUV acelera de 0 a 100 km/h em 8,1 segundos. O consumo, segundo o Inmetro, é de 7,2 km/l na cidade e 9,6 km/l na estrada com gasolina.

    Leia também: Novo Peugeot e-308 2026 elétrico roda 450 km, vira ‘tomada’ e tem visual renovado

    Com essa combinação, o Land Rover Discovery Sport se firma como uma opção única para quem busca luxo, tecnologia e a praticidade do motor flex.

    E você, o que achou da nova versão única do Discovery Sport? Será que o motor flex é um bom atrativo? Conte para gente!



    Fonte: Garagem 360

  • McLaren não descarta produzir carros fora do Reino Unido

    McLaren não descarta produzir carros fora do Reino Unido

    Em um cenário de incertezas econômicas e mudanças regulatórias, a McLaren surpreendeu o mercado com uma declaração de seu novo CEO, Nick Collins, sugerindo que a lendária fabricante de supercarros não descarta a produção de veículos fora de sua sede histórica em Woking, no Reino Unido.

    A revelação vem em um momento de grandes transformações para a empresa, que busca estabilizar o negócio e expandir sua presença global.

    McLaren não descarta produzir carros fora do Reino Unido

    A nomeação de Nick Collins, que assumiu o comando após a fusão da McLaren com a startup de veículos elétricos Forseven, marca uma nova era para a empresa. Collins foi direto ao abordar os desafios recentes, como o excesso de estoque global, que levou a uma dolorosa, mas necessária, redução no volume de produção.

    Em suas palavras, a decisão foi para “realinhar nossa oferta à nossa demanda subjacente e reduzir nossos níveis de estoque em nossas concessionárias a um nível idealizado até o final do ano”. O objetivo? “Sustentar os valores residuais do carro, fazer com que nossos clientes se sentissem melhor, pois seus carros valeriam mais quando o devolvessem. Estabilizar o negócio.”

    Apesar das turbulências no mercado de vendas, a marca nunca esteve tão forte no cenário de corridas, com planos para entrar na categoria mais alta de corridas de endurance e um possível título de campeã de Fórmula 1.

    McLaren não descarta produzir carros fora do Reino Unido – Foto: Divulgação

     

    O Coração em Woking, a Lógica em Outros Lugares

    Collins deixou claro que a alma da McLaren continuará em Woking, nos seus Centros de Tecnologia e Produção. “Aqui permaneceremos por um período muito, muito longo”, afirmou. No entanto, o CEO admitiu que “algumas coisas podem fazer sentido construir em outros locais”, dependendo do que for ideal para a capacidade de Woking.

    “O que eu gostaria de obter em Woking é um nível operacional que funcione sem problemas, mas que atinja o máximo de sua capacidade em um nível razoável,” disse Collins. “Não vou dar um número de volume para isso, porque precisa ser uma capacidade que impulsione níveis de qualidade de classe mundial.”

    A busca incessante por qualidade é a prioridade da marca. “Temos apenas um objetivo: ser os melhores do mundo em qualidade. Portanto, não quero levar esse sistema de produção a um nível em que comecemos a comprometer isso.”

    A questão que fica no ar é quais modelos seriam produzidos fora do Reino Unido. As especulações apontam para o aguardado SUV da McLaren, que está no radar da indústria há anos, e para os futuros carros totalmente elétricos que a empresa pode desenvolver em parceria com a Forseven.

    A decisão de Collins sugere que a McLaren está disposta a adaptar sua estratégia para garantir a qualidade e a sustentabilidade de sua produção no futuro.


    Você acha que a McLaren deveria manter sua produção exclusivamente no Reino Unido, ou a expansão para outros países é uma decisão estratégica inteligente? Compartilhe sua opinião nos comentários!

    Leia aqui: Potência extrema, luxo surreal: por que o novo McLaren está desafiando tudo o que sabemos sobre esportivos

     



    Fonte: Garagem 360

  • Carros Elétricos: Estudo da Universidade de Michigan confirma que são a opção mais limpa

    Carros Elétricos: Estudo da Universidade de Michigan confirma que são a opção mais limpa

    Um novo e abrangente estudo da Universidade de Michigan traz uma conclusão que reforça o debate sobre a eletrificação da frota global: veículos elétricos (VEs) são, sem exceção, mais limpos do que carros a gasolina em qualquer lugar dos Estados Unidos.

    Estudo da Universidade de Michigan confirma que carros elétricos são a opção mais limpa

    A pesquisa, que considerou todo o ciclo de vida dos veículos, desde a produção até o descarte, fornece evidências robustas de que os EVs são uma ferramenta fundamental para combater as emissões de gases de efeito estufa.

    Diferente de estudos anteriores, a equipe liderada pelo professor Greg Keoleian da Escola de Meio Ambiente e Sustentabilidade (SEAS) avaliou o impacto ambiental de cada tipo de veículo ao longo de sua vida útil completa. Fatores como a classe do veículo, o comportamento do motorista e, crucialmente, a localização geográfica foram levados em conta.

    A análise incluiu veículos com motores de combustão interna, híbridos, híbridos plug-in e totalmente elétricos. Para os híbridos plug-in, os pesquisadores até mesmo consideraram a frequência com que os motoristas usam a bateria ou a gasolina.

    A conclusão é inegável: VEs emitem menos gases de efeito estufa “ao longo de sua vida útil do que qualquer outro tipo de veículo em todos os condados dos EUA contíguos.”

    Carros Elétricos: Estudo da Universidade de Michigan confirma que são a opção mais limpa – Foto: Divulgação

    O Peso da Eletrificação

    O estudo destaca o impacto significativo da eletrificação, especialmente em segmentos que historicamente são os maiores poluidores.

    As picapes a gasolina, por exemplo, geram uma quantidade alarmante de emissões. O estudo mostra que uma picape elétrica pode transportar 1.133 kg de carga e ainda assim emitir 30% menos do que uma picape a combustão sem carga.

    Por outro lado, os sedãs elétricos pequenos e compactos são os mais limpos de todos, graças às suas baterias menores e à alta eficiência por quilômetro.

    Segundo Greg Keoleian, “A eletrificação de veículos é uma estratégia fundamental para a ação climática. O transporte é responsável por 28% das emissões de gases de efeito estufa e precisamos reduzi-las para limitar impactos climáticos futuros, como inundações, incêndios florestais e secas, que estão aumentando em intensidade e frequência”.

    A Universidade de Michigan disponibilizou uma calculadora online que permite aos motoristas estimar suas próprias emissões, levando em conta o tipo de veículo, hábitos de direção e localização. O estudo não apenas valida a tecnologia elétrica, mas também fornece uma ferramenta transparente para que as pessoas compreendam o seu próprio impacto ambiental.


    Com base nos resultados deste estudo, você se sente mais confiante em considerar um veículo elétrico para sua próxima compra? Compartilhe sua opinião nos comentários.

    Leia aqui: Revolução: Nissan dá passo gigante para criar o carro elétrico mais barato e eficiente; veja



    Fonte: Garagem 360

  • Por que o maior recall da história ainda assombra a indústria automotiva?

    Por que o maior recall da história ainda assombra a indústria automotiva?

    Os airbags são um dos sistemas de segurança mais importantes de um veículo, projetados para salvar vidas em caso de colisão. No entanto, um defeito de fabricação em milhões de airbags da Takata, uma antiga fornecedora japonesa, transformou esse dispositivo de segurança em uma ameaça mortal.

    O que são os airbags Takata e por que eles falham?

    O problema levou ao maior recall da história da indústria automotiva, afetando mais de 100 milhões de veículos no mundo e causando dezenas de mortes e centenas de feridos.

     

    O perigo dos airbags da Takata reside em seu inflador, uma pequena cápsula de metal que contém um propelente químico à base de nitrato de amônio. Em uma colisão, esse propelente é acionado para criar uma pequena explosão que infla o airbag rapidamente.

    O problema é que o nitrato de amônio, quando exposto a condições de alta temperatura e umidade, pode se deteriorar e queimar de forma instável. Em vez de uma explosão controlada, a substância pode explodir com força excessiva, rompendo a carcaça de metal do inflador. Quando isso acontece, fragmentos de metal afiados são projetados como estilhaços em direção aos ocupantes do veículo, podendo causar ferimentos graves ou fatais.

    Leia aqui: Defeito no Airbag Takata pode ter feito nova vítima no RJ

    Representação de acidente com airbag Takata – Imagem gerada por I.A

    O risco é maior em regiões com climas quentes e úmidos, como o Brasil. Nesses locais, a exposição prolongada à umidade e ao calor acelera a degradação do nitrato de amônio, aumentando a chance de uma explosão perigosa.


    O que a Takata fez para tentar resolver o problema?

    O problema veio à tona em 2013 e, nos anos seguintes, a Takata declarou falência. O escândalo desencadeou um esforço global para substituir os infladores defeituosos, com montadoras de todo o mundo realizando recalls massivos. No Brasil, o recall abrangeu milhões de veículos de diversas marcas, incluindo Honda, Toyota, Volkswagen, Ford, Chevrolet, Fiat, Audi, BMW, Mercedes-Benz, e muitas outras.

    Mesmo com a enorme campanha de recall, muitos veículos com os airbags perigosos ainda circulam nas ruas. As razões para isso são variadas, indo desde a dificuldade de contatar os proprietários até a falta de interesse de muitos motoristas em levar seus veículos para o conserto.

    A Takata e as montadoras têm apelado aos proprietários para que verifiquem se seus carros estão na lista de recall e agendem a substituição o mais rápido possível.


    Seu carro pode ser um dos milhões afetados. Verifique agora mesmo se o seu veículo está na lista de recall da Takata.

    Leia aqui: Se você tem um desses carros da Citroën com airbags busque ajuda



    Fonte: Garagem 360

  • Velas e Cabos de Ignição: Saiba a hora certa de trocar para manter o motor do seu carro saudável

    Velas e Cabos de Ignição: Saiba a hora certa de trocar para manter o motor do seu carro saudável

    Muitos motoristas se preocupam com a troca de óleo e pneus, mas esquecem de dois componentes essenciais para o bom funcionamento do motor: as velas e os cabos de ignição. Ignorar a manutenção preventiva desses itens pode levar a problemas sérios, perda de desempenho e aumento no consumo de combustível.

    Por que velas e cabos são tão importantes?

    As velas de ignição são responsáveis por gerar a faísca que inflama a mistura de ar e combustível dentro da câmara de combustão.

    Os cabos de ignição, por sua vez, conduzem a energia da bobina até as velas. Um sistema de ignição eficiente garante a explosão perfeita em cada cilindro, resultando em mais potência, menos emissões poluentes e melhor eficiência de combustível.

    Com o tempo, as velas e os cabos se desgastam devido ao calor e à alta tensão, comprometendo o desempenho do motor.

    Por que velas e cabos são tão importantes? Imagem gerada por I.A

    Sinais claros de que é hora de trocar:

    Fique atento aos seguintes sinais. Eles podem indicar que as velas e cabos do seu carro precisam ser substituídos:

    • Dificuldade para ligar o carro: Um sistema de ignição desgastado pode ter dificuldade em gerar a faísca necessária para dar a partida, especialmente em dias frios ou úmidos.

    • Perda de potência: Se você notar que o carro está perdendo força, principalmente em subidas ou durante acelerações, isso pode ser um sinal de falha na ignição.

    • Aumento no consumo de combustível: Velas e cabos ruins não geram uma queima completa da mistura. O resultado é um desperdício de combustível e a necessidade de mais gasolina para percorrer a mesma distância.

    • Luz da injeção no painel: A luz de advertência da injeção pode acender, indicando problemas de combustão.

    • Marcha lenta irregular e falhas: O carro pode engasgar, tremer ou apresentar um funcionamento irregular quando está parado ou em baixa velocidade.

    • Cheiro de combustível: Um cheiro forte de gasolina pode ser um sinal de que a queima não está completa, permitindo que o combustível não queimado seja liberado pelo escapamento.

    Quando trocar?

    A frequência da troca varia de acordo com o modelo do carro e o tipo de vela utilizado. Em geral, a recomendação dos fabricantes é a seguinte:

    • Velas de ignição: A maioria dos carros com velas de níquel deve ter o componente substituído a cada 40.000 a 60.000 km. Carros mais modernos, que usam velas de irídio ou platina, podem ter um intervalo de troca maior, que pode chegar a 100.000 km. Sempre verifique o manual do proprietário do seu veículo para a recomendação exata.

    • Cabos de ignição: Os cabos de ignição geralmente têm uma durabilidade maior. A recomendação padrão é inspecioná-los em cada revisão e substituí-los a cada 60.000 a 80.000 km, ou sempre que apresentarem sinais de ressecamento, rachaduras ou mau contato.

    A substituição preventiva é sempre a melhor escolha. A economia obtida ao prolongar a vida útil das velas e cabos não compensa os riscos de danos ao motor.

    Leia aqui: Entenda os benefícios das velas especiais para carros com motor turbo



    Fonte: Garagem 360

  • Financiamento de motos dispara no Brasil e salva a venda de veículos em 2025

    Financiamento de motos dispara no Brasil e salva a venda de veículos em 2025

    O financiamento de motos no Brasil está mais aquecido do que nunca e se tornou o principal motor para a venda de veículos no país.

    Enquanto carros e caminhões enfrentam dificuldades, os modelos de duas rodas mostram uma força incrível. Os números de julho de 2025 comprovam essa tendência e revelam um novo comportamento do consumidor brasileiro.

    Acompanhe o Garagem360 e veja mais detalhes!

    O boom no financiamento de motos e o cenário geral

    A princípio, o mercado de veículos financiados no Brasil registrou um total de 639 mil unidades em julho de 2025, entre novos e usados. Esse volume representa um crescimento de 2,1% em comparação com o mesmo mês de 2024.

    O grande destaque, no entanto, foi o segmento de motos, que sozinho viu o financiamento crescer impressionantes 17,9% nesse mesmo período.

    Financiamento de motos

    Foto: Freepik

    Essa alta expressiva das motocicletas foi fundamental para que o resultado geral do setor fosse positivo. O dado, divulgado pela B3, mostra que a busca por alternativas de transporte mais econômicas e ágeis continua em alta, impulsionando todo o mercado.

    Por que a venda de motos financiadas cresce tanto?

    A resposta está na combinação de economia e praticidade. Com o preço dos carros ainda elevado e os custos de combustível pesando no bolso, muitos brasileiros veem na motocicleta a solução ideal. Ou seja, serve tanto para o deslocamento diário quanto como uma ferramenta de trabalho, especialmente com o crescimento dos serviços de entrega.

    Além disso, a maior disponibilidade de crédito por parte das instituições financeiras para esse segmento tem facilitado o acesso à compra. Com parcelas que cabem no orçamento, o sonho de ter uma moto zero-quilômetro ou seminova se torna uma realidade para muito mais gente.

    Como ficou o financiamento de outros veículos?

    Enquanto as motos comemoram, os outros segmentos não tiveram o mesmo desempenho. Atualmente, os números mostram que carros e caminhões ainda enfrentam um cenário de retração na comparação anual, reforçando a importância dos veículos de duas rodas para o mercado.

    • Motos: crescimento de 17,9% em relação a julho de 2024.
    • Veículos leves (carros): queda de 1,9% no mesmo período.
    • Veículos pesados (caminhões): retração de 3,6%.

    Leia também: Nova Honda CB 300F Twister 2026 chega com visual renovado para dominar as ruas

    Segundo Thiago Gaspar, superintendente na B3, em entrevista citada pelo portal AutoPapo, “o mercado apresentou um desempenho positivo em relação ao mesmo período do ano anterior, especialmente considerando a elevada base de comparação“. Isso mostra que, mesmo com a queda em alguns setores, o resultado geral de julho foi forte.

    E você, acredita que o financiamento de motos vai continuar crescendo? Deixe sua opinião nos comentários!



    Fonte: Garagem 360