Autor: automoveis

  • Ford Mustang e Chevrolet Corvette: entenda a origem da rivalidade

    Ford Mustang e Chevrolet Corvette: entenda a origem da rivalidade

    Quando se fala em carros esportivos, dois nomes imediatamente vêm à mente: Ford Mustang e Chevrolet Corvette. Símbolos de liberdade, juventude e potência, os dois modelos marcaram gerações e ajudaram a construir a identidade automotiva dos Estados Unidos. Mas afinal, como começou essa rivalidade?

    Para entender o fenômeno, é preciso voltar às décadas de 1950 e 1960, quando o mercado americano ainda buscava um carro esportivo que pudesse rivalizar com os europeus. O historiador e colecionador de automóveis clássicos, Mauricio Marx, explica como essa rivalidade começou.

    O início da rivalidade entre Ford Mustang e Chevrolet Corvette

    A rivalidade entre o Ford Mustang e o Chevrolet Corvette não nasceu apenas das pistas e do desejo das montadoras superarem uma à outra. Ela é decorrente de um contexto histórico em que os Estados Unidos buscavam consolidar sua própria identidade no mercado de carros esportivos.

    De acordo com o historiador Mauricio Marx, a rivalidade começou, de fato, com a necessidade da Ford de ter um carro esportivo para competir no mercado com a Chevrolet.

    “O primeiro Corvette chegou ao mercado em 1953, enquanto o Mustang só seria lançado em meados de 1964. Antes disso, em 1955, a Ford apresentou seu primeiro esportivo, o Thunderbird, um conversível de dois lugares equipado com motor V8. Apesar da proposta esportiva, o modelo era mais pesado que o Corvette, que levava vantagem com sua carroceria em fibra de vidro. Alguns Thunderbirds até chegaram a disputar corridas, mas o excesso de peso comprometeu o desempenho”, lembra o historiador.

    Diante disso, com o fim da produção do Thunderbird em 1957, o Corvette permaneceu sozinho nas competições de carros esportivos até 1964. O historiador afirma que, além da necessidade da Ford de voltar a ter um esportivo em seu portfólio, os confrontos entre Thunderbird e Corvette nas pistas ajudaram a acentuar os primeiros sinais da rivalidade que, mais tarde, se consolidaria entre Corvette e Mustang.

    A invasão do Ford Mustang

    Foi a partir desse cenário que o Mustang surgiu, em 1964, como um dos lançamentos mais impactantes da história da indústria automobilística, pelo que afirma Marx. De acordo com o especialista, os americanos estavam “sedentos pela esportividade na época”.

    Nesse sentido, a invasão do Mustang no espaço foi grande. “A Ford protagonizou uma das maiores campanhas de marketing da história. O lançamento do Mustang foi acompanhado por mais de 15 milhões de pessoas e, simultaneamente, exibido em comerciais transmitidos por todas as emissoras de TV americanas”, destaca o historiador.

    “O impacto foi imediato: no primeiro dia, mais de 22 mil unidades foram vendidas, número equivalente à produção anual completa do Corvette naquele mesmo ano. Para coroar o feito, o Mustang ainda alcançou outro recorde em 1964, com cerca de 418 mil carros produzidos, tornando-se um fenômeno de vendas sem precedentes”, conta Marx.

    O historiador ainda relembra que, além das vendas, o Mustang ganhou muita força ao aparecer em filmes de grande bilheteria. O carro rapidamente se tornou o “queridinho dos americanos”, consolidando a rivalidade.

    Simbologia do Ford Mustang e Chevrolet Corvette

    O historiador afirma que, embora disputassem o mesmo espaço simbólico, Mustang e Corvette representavam ideias diferentes para os consumidores.

    • Corvette: era associado ao sonho de ter um esportivo conversível de dois lugares. Representava status, exclusividade e esportividade pura;
    • Mustang: foi desenhado para ser acessível e versátil, podendo ser comprado em versões básicas com motor 6 cilindros ou em versões V8 luxuosas e cheias de opcionais. Isso consolidou o conceito dos pony cars, tornando-se um carro “para todos”.

    Rivalidade também no Brasil

    Embora nascido nos Estados Unidos, o embate Mustang x Corvette também ecoou no Brasil, especialmente nas pistas. Entre os anos 1930 e 1960, pilotos que não podiam comprar novos carros europeus adaptavam motores Corvette e Thunderbird em Ferraris, Maseratis e Alfa Romeos antigas, criando os famosos carros artesanais conhecidos como “carreteras”.

    “No Brasil, a rivalidade também se dava pelos motores. Era comum vermos nomes como ‘Ferrari-Corvette’ ou ‘Maserati-Thunderbird’, resultado da adaptação feita pelos pilotos. Além disso, Ford e Chevrolet já brigavam entre si no automobilismo brasileiro”, conta o historiador.

    Mesmo com propostas diferentes, os dois modelos marcaram época e seguem no imaginário coletivo como ícones que ajudaram a definir o automobilismo e a cultura popular.

    Conheça a versão mais potente da história do Mustang



    Fonte: CNN Brasil Auto

  • BRA49CC: a placa de moto ‘fantasma’ que engana radares e já foi flagrada 10 mil vezes

    BRA49CC: a placa de moto ‘fantasma’ que engana radares e já foi flagrada 10 mil vezes

    Uma única placa de moto falsa está causando uma enorme dor de cabeça para a fiscalização em São Paulo. Com a sequência “BRA49CC“, essa placa fantasma, que não existe em nenhum registro oficial, já foi flagrada mais de 10 mil vezes circulando pela cidade em apenas dois meses.

    O caso revela uma fraude em massa que se espalha rapidamente. Acompanhe o Garagem360 e veja mais detalhes!

    O que é essa misteriosa placa de moto “BRA49CC”?

    Trata-se de uma combinação alfanumérica que virou padrão para milhares de motociclistas que rodam de forma irregular. Entre junho e julho de 2025, as câmeras inteligentes da Prefeitura de São Paulo registraram 10.901 ocorrências de placas adulteradas. Desse total, impressionantes 84% eram da “BRA49CC”.

    Placa de moto falsa

    Foto: Reprodução / Internet

    Contudo, o mais grave é que essa placa de moto não pertence a nenhum veículo legalizado no Brasil. Mesmo assim, ela foi vista não apenas na capital, mas também em cidades vizinhas como Santo André e Mauá. A repetição é tão grande que os sistemas de monitoramento já tratam a placa como um alerta de alta prioridade.

    Como os criminosos conseguem essa placa falsa?

    A resposta é alarmante: com extrema facilidade e por um preço muito baixo. As investigações da Polícia Civil mostram que essas placas são vendidas livremente em sites na internet, com valores que variam de R$ 17 a R$ 30. Muitos vendedores usam a desculpa de que a placa serviria para ciclomotores de 49 cm³, as famosas “cinquentinhas”.

    No entanto, essa justificativa é falsa. Desde que a Lei nº 13.154 foi sancionada em 2015, todos os ciclomotores, sem exceção, precisam ser registrados e emplacados. O problema é que a placa falsa imita perfeitamente o padrão Mercosul, dificultando a identificação e facilitando seu uso em motos roubadas ou com documentação irregular.

    A fiscalização está conseguindo combater a fraude?

    Apesar do volume gigantesco de registros, a efetividade das apreensões ainda é muito baixa. Os números mostram um cenário preocupante e um longo caminho a ser percorrido para coibir a prática.

    • Ocorrências da placa falsa (Jun-Jul 2025): +10.000
    • Motos apreendidas no período: apenas 15
    • Taxa de apreensão: cerca de 0,14%

    Veja também: Nova moto BMW R 1300 RT chega ao Brasil com 1.300 cc e alta tecnologia neste semestre

    A Polícia Civil admite que os dados podem ser ainda maiores, já que muitos municípios da Grande São Paulo não possuem sistemas de leitura automática de placas. Isso cria uma “zona cega” que permite que a fraude se espalhe ainda mais, representando um grande risco para a segurança pública.

    E você, já viu uma placa de moto como essa por aí? O que acha que deveria ser feito para combater essa fraude? Deixe sua opinião nos comentários!



    Fonte: Garagem 360

  • Fiat Cronos ataca rivais com o retorno do câmbio manual na versão 1.3

    Fiat Cronos ataca rivais com o retorno do câmbio manual na versão 1.3

    O Fiat Cronos reforça sua artilharia na acirrada briga dos sedãs com uma novidade muito pedida pelo público. A marca italiana ouviu os clientes e trouxe de volta a versão Drive 1.3 equipada com o câmbio manual de cinco marchas, que havia saído de linha em janeiro.

    A estratégia busca ampliar ainda mais o sucesso do modelo, que já é um dos carros mais vendidos do Brasil. Acompanhe o Garagem360 e veja mais detalhes!

    Como fica a linha do Fiat Cronos com a novidade?

    Com este relançamento, o portfólio do Fiat Cronos volta a ser um dos mais completos do segmento. A versão Drive 1.3 manual chega com preço sugerido de R$ 112.490, posicionando-se como uma opção intermediária muito interessante.

    Fiat Cronos

    Foto: Divulgação / Fiat

    A princípio, ela fica entre a versão de entrada Drive 1.0 (R$ 106.990) e a primeira automática, a Drive 1.3 AT (R$ 116.490). A topo de linha segue sendo a Precision 1.3 AT, por R$ 119 mil.

    Essa nova configuração chega em um ótimo momento para o sedã, que no início do mês comemorou a marca de 250 mil unidades vendidas no país. A volta do câmbio manual atende a uma parcela de consumidores que não abre mão de uma condução mais conectada com o carro.

    O que o Cronos 1.3 manual traz de equipamentos?

    Um dos grandes trunfos do Cronos é a sua lista de equipamentos, mesmo nas versões mais em conta. O modelo Drive 1.3 manual já sai de fábrica bem completo, oferecendo itens que muitas vezes são opcionais nos concorrentes.

    • Faróis com iluminação Full LEDs e assinatura em LED
    • Central multimídia de 7 polegadas com espelhamento sem fio
    • Sensor de estacionamento traseiro
    • Hill Holder (assistente de partida em rampa)
    • Volante com ajuste de altura
    • Rodas de aço de 15 polegadas com calotas

    Para quem deseja um visual mais sofisticado e ainda mais tecnologia, a Fiat oferece o pacote opcional S-Design. Por R$ 4.090, ele adiciona itens como ar-condicionado digital, câmera de ré, faróis de neblina em LED e rodas de liga leve de 15 polegadas.

    Sob o capô, o motor é o conhecido 1.3 Firefly, que entrega até 107 cv de potência e 13,7 kgfm de torque com etanol. Segundo a Fiat, o conjunto leva o sedã de 0 a 100 km/h em cerca de 12 segundos, com velocidade máxima que supera os 180 km/h.

    Assim, o retorno do câmbio manual torna o Fiat Cronos uma opção ainda mais forte para quem busca um sedã espaçoso, econômico e com um bom custo-benefício.

    Confira na sequência: Recall URGENTE da Stellantis para Fiat, Citroën e Peugeot; veja se o seu carro está na lista

    O que achou da volta do Cronos manual? Acredita que essa versão vai fazer sucesso?



    Fonte: Garagem 360

  • O “padrinho do GT-R” da Nissan defende que os futuros modelos sejam movidos a gasolina

    O “padrinho do GT-R” da Nissan defende que os futuros modelos sejam movidos a gasolina

    O encerramento da produção do lendário Nissan GT-R R35 deixou uma lacuna no mercado de carros esportivos, e a espera por seu sucessor, o “R36”, pode durar até 2031. No meio dessa incerteza, o Especialista-Chefe de Produto do R35, Hiroshi Tamura, carinhosamente apelidado de “Padrinho do GT-R”, compartilhou sua visão para o futuro do modelo, uma que certamente agradará aos puristas.


    A Preferência pelo motor a combustão no Nissan GT-R

    Apesar de a Nissan ter sinalizado que o próximo GT-R pode ser um modelo eletrificado e turboalimentado com mais de 600 cavalos de potência, Tamura, que se aposentou de seu cargo no planejamento do GT-R, tem uma opinião clara e pessoal. Em uma entrevista recente divulgada pela Nissan, ele declarou:

    “Para qualquer geração futura do GT-R, é apenas minha preferência pessoal, mas ainda gostaria de ter alguma sugestão de um toque de câmara de combustão.”

    O “Padrinho” fez questão de ressaltar que sua opinião não representa a intenção da empresa, mas seu desejo reflete a paixão por carros esportivos que moldou sua carreira. Tamura, que cresceu assistindo aos icônicos Hakosuka Skylines no Fuji Speedway e dirigindo um 240ZG, entende a importância do som e da sensação de um motor para a experiência de dirigir.

    Hiroshi Tamura, o “padrinho do Nissan GT-R 35 – Foto: Reprodução

     

    Paciência, A Essência do GT-R

    Para os fãs ansiosos, Tamura deixa uma mensagem de paciência e esperança, relembrando a história da marca. Ele destaca que o objetivo do GT-R sempre foi “trazer um sorriso ao rosto do cliente” e proporcionar “verdadeiro prazer ao dirigir”.

    “Eu digo às pessoas para serem pacientes. Tivemos um intervalo de dezessete anos entre a [segunda geração] e o R32, mas a Nissan nunca desistiu do GT-R.”

    Nissan GT-R 35 Final Edition – Foto: Divulgação

    Essa fala é um lembrete de que a Nissan, apesar dos desafios corporativos, ainda vê o GT-R como um farol para a marca. O legado do carro esportivo é valorizado, e a empresa parece comprometida em continuar essa história, mesmo que isso signifique uma longa espera.

    As palavras de Tamura não só acalmam os ânimos, mas também reforçam a crença de que novos capítulos ainda serão escritos no livro do GT-R.


    Você concorda com a visão de Hiroshi Tamura? O futuro do GT-R deveria ter um motor a combustão, mesmo que eletrificado? Deixe sua opinião nos comentários!

    Leia aqui: Bem amigos, terminou: Produção do Nissan GT-R termina após 18 anos



    Fonte: Garagem 360

  • Volkswagen copiando a Ferrari? Novo Golf GTI terá regras de compra super-rígidas

    Volkswagen copiando a Ferrari? Novo Golf GTI terá regras de compra super-rígidas

    A Volkswagen vai transformar a compra do novo Golf GTI no Brasil em um evento para poucos, com regras que lembram as de marcas de luxo como a Ferrari.

    Um documento interno da montadora, que vazou na internet, revela que para colocar o esportivo na garagem não vai bastar ter dinheiro. Ou seja, será preciso ser um fã de verdade da marca e seguir uma série de exigências.

    Acompanhe o Garagem360 e veja mais detalhes!

    Quais são as regras da Volkswagen para ter o novo Golf GTI?

    A estratégia da Volkswagen com o Golf GTI é clara: criar um clube de donos selecionados e evitar a especulação com o preço do carro.

    Volkswagen Golf GTI e Ferrari

    Foto: Divulgação / Volkswagen

    A princípio, a pré-venda, que começa no dia 6 de setembro, deve ter um lote inicial minúsculo, com apenas 5 carros por região. Segundo as informações do Guia do Carro, as regras para ser um dos primeiros donos são bem duras. Veja só:

    • Apenas uma unidade poderá ser comprada por CPF ou CNPJ;
    • Será preciso comprovar que você já teve outro esportivo da VW (GTI, GTS ou GLI);
    • Para entrar na fila, será necessário dar um sinal de 10% do valor do carro;
    • O comprador terá que assinar um contrato que dá preferência de recompra para a própria VW.

    Por que a VW está fazendo isso?

    Essa é uma tática muito comum em marcas como Ferrari e Porsche para lançamentos de carros exclusivos. As montadoras fazem isso para garantir que as primeiras unidades cheguem às mãos de clientes fiéis e entusiastas, e não de especuladores que compram apenas para revender o carro por um preço muito maior logo em seguida.

    Enfim, a medida também protege a imagem da marca, evitando que os carros caiam em mãos de pessoas polêmicas.

    O que o novo Golf GTI 2025 oferece?

    O aguardado retorno do Golf GTI ao Brasil acontece com a oitava geração do modelo, já com o visual atualizado. Inicialmente, ele virá importado da Alemanha, mas com uma configuração de motor um pouco mais “mansa” que a europeia, a mesma usada nos Estados Unidos. O motor 2.0 turbo entrega 245 cv de potência e 37,7 kgfm de torque, com câmbio DSG de 7 marchas.

    Com esse conjunto, o esportivo vai de 0 a 100 km/h em 6,1 segundos, com velocidade máxima limitada em 250 km/h.

    Por dentro, a grande novidade é a central multimídia gigante de 14,9 polegadas. O preço ainda é um mistério, mas especula-se que ficará na casa dos R$ 400 mil.

    Veja também: Chevrolet Montana 2025 tem desconto surreal de R$ 31 mil antes de sair de linha

    O que achou dessa estratégia da Volkswagen? Acha justo criar tantas regras para comprar um carro? Comente abaixo!



    Fonte: Garagem 360

  • Geely nomeia Alex Chen como diretor comercial

    Geely nomeia Alex Chen como diretor comercial

    Recém-chegada ao Brasil, a chinesa Geely ainda encaminha processo de constituição de seu corpo diretivo em algumas áreas.

    O mais recente nomeado é Alex Chen. A partir de 1º de setembro, ele responderá pela diretoria comercial da marca que iniciou vendas no País em julho do modelo elétrico EX5.

    Chen se reportará a Ariel Montenegro, presidente e diretor geral da Renault Brasil, e funcionalmente a Michael Gao, gerente geral Geely Auto América do Sul.

    Alex Chen é formado em automação pela South China University of Technology e atua no mercado brasileiro desde 2013. Ingressou no Geely Auto Group International em janeiro de 2023 como gerente sênior de vendas da divisão sul-americana.


    Foto: Divulgação



    Fonte: Auto Industria

  • Postos do PCC: como identificar se combustível do seu carro foi adulterado

    Postos do PCC: como identificar se combustível do seu carro foi adulterado

    A Operação Carbono Oculto do Ministério Público de São Paulo, realizada na última quinta-feira (28), segue com grande repercussão. O esquema fraudulento deixa dúvidas também sobre a qualidade do combustível nos postos. 

    A reportagem da CNN buscou alguns especialistas para tentar explicar sobre como identificar um combustível adulterado em um veículo. 

    Um ponto a relembrar é que desde o dia 1º de agosto, a gasolina está saindo dos postos com o teor de álcool de 30%. 

    Segundo o professor e mestre em química, Jhonatan Alves, alguns postos podem mascarar a gasolina colocando um teor de álcool (etanol) um pouco acima, para baratear o produto final.

    “Na bomba sai aquela quantidade que a pessoa costuma colocar, mas na realidade ele está pagando mais pelo etanol do que pela gasolina que ele está colocando. Então é uma forma de ludibriar o cliente”, diz Alves. 


    Bomba de combustível em posto de gasolina em Brasília • 07/03/2022 REUTERS/Adriano Machado

    Ainda de acordo com o químico, os adulteradores costumam usar também um produto que é o nafta. O produto é derivado do petróleo, mas bem mais barato em relação aos outros combustíveis fósseis. 

    O produto é usado para baratear a gasolina e aumentar o lucro dos postos fraudulentos. Porém, esse tipo de adulteração pode prejudicar os motores dos veículos. 

    Segundo o analista técnico automotivo da Oficina Brasil, Victor Araujo Pedrão, os primeiros sinais incluem falhas de funcionamento do motor, como engasgos, marcha lenta irregular, dificuldades para dar partida, redução de potência, aumento expressivo no consumo de combustível e emissão excessiva de fumaça (principalmente no caso do diesel).

    “Se o combustível for misturado com substâncias inadequadas, como água ou solventes, o motor pode ter dificuldades para queimar a mistura corretamente, resultando em perda de potência, falhas no motor ou até mesmo a impossibilidade de ligar o veículo, sempre resultando na luz de injeção acesa no painel”, explica o especialista. 

    Ainda segundo o analista, para minimizar os danos, é fundamental agir rápido. “Caso o combustível adulterado seja identificado, o recomendado é esgotar o tanque o quanto antes e fazer a drenagem do sistema de combustível”, acrescenta Pedrão. 

    Ele ainda comenta que se o motor já tiver sofrido danos, a substituição das peças afetadas (como bicos injetores, bomba de combustível e filtros) é necessária. 

    Como se prevenir das ciladas? 

    Segundo o ICL (Instituto Combustível Legal), o consumidor deve ficar em alerta para promoções muito abaixo do preço normal de comercialização. Isso pode ser um indício de combustível fora da conformidade. 

    Dicas do ICL:

    • Procure abastecer em postos de marcas conhecidas e de grande credibilidade;
    • Peça sempre a nota fiscal e documente todo o seu consumo. Isso ajuda na hora de acionar os órgãos de defesa do consumidor e de investigação, como Procons, polícias e Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP);
    • Cuidado com os aplicativos de busca de preço, pois não levam em consideração a qualidade do produto, nem mesmo a reputação do posto;
    • Preço baixo demais, fora da média de mercado, pode ser sinal de posto irregular, que adultera na qualidade e quantidade da gasolina, do etanol ou do diesel.
    • E caso tenha sido vítima de combustível adulterado, consulte a seção “Denuncie” do site do Instituto Combustível Legal. Lá, é possível saber, pela sua região e tipo de irregularidade, qual órgão competente acionar.

    Segundo o presidente do Sindicombustíveis-PE, Alfredo Ramos, outra forma do consumidor se prevenir é solicitar testes ao posto de combustível.

    “Se houver suspeita de adulteração ou diferença no rendimento do carro, o consumidor pode solicitar ao posto o teste de qualidade e volumétrico”, explica Ramos. O local é obrigado a realizar esses testes na hora e caso não haja o comprimento da medida, pode ser denunciado na delegacia do consumidor.

    Câmbio automático aumenta consumo de combustível?



    Fonte: CNN Brasil Auto

  • Conheça o MG4: o carro elétrico vendido pelo equivalente a R$ 50 mil

    Conheça o MG4: o carro elétrico vendido pelo equivalente a R$ 50 mil

    A fabricante chinesa SAIC, dona da icônica marca britânica MG, lançou oficialmente o seu novo carro elétrico, o MG4, no Salão do Automóvel de Chengdu 2025. O modelo, que chega ao mercado chinês com um preço extremamente competitivo, está chamando a atenção global por seu custo-benefício impressionante.


    Conheça o MG4: o carro elétrico vendido pelo equivalente a R$ 50 mil

    O MG4 está disponível em cinco versões, com preços que variam de 68.800 a 102.800 yuans. Em conversão direta para o real, considerando a cotação atual de R$ 5,43 por dólar (US$ 9.560 a US$ 14.290), o modelo de entrada custa aproximadamente R$ 52 mil, enquanto a versão topo de linha sai por cerca de R$ 77,6 mil.

    A versão mais cara, chamada de Anxin Edition, surpreende com uma bateria de estado semissólido, tecnologia que promete maior densidade de energia e segurança.

    O carro é construído na arquitetura elétrica E3 da SAIC e se posiciona como um compacto, com medidas de 4.395 mm de comprimento, 1.842 mm de largura e 1.551 mm de altura, e uma distância entre-eixos de 2.750 mm. Seu design exterior moderno conta com faróis de projeção, uma grade em colmeia e um logotipo MG iluminado.

    Conheça o MG4: o carro elétrico vendido pelo equivalente a R$ 50 mil – Foto: Divulgação

    Desempenho e Tecnologia

    Mesmo com o preço acessível, o MG4 oferece um conjunto de especificações robusto. A versão de entrada tem autonomia de 437 km (CLTC), enquanto a de topo atinge 530 km (CLTC). O sistema de carregamento rápido permite recuperar de 30% a 80% da carga em apenas 20 minutos.

    O motor elétrico, com potência máxima de 120 kW (161 cv) e torque de 250 Nm, permite ao carro atingir uma velocidade máxima de 160 km/h. As baterias são de fosfato de ferro e lítio (LFP), disponíveis com capacidades de 42,8 kWh e 53,9 kWh.

    O interior do MG4 é igualmente impressionante, dominado por um painel de instrumentos digital e uma tela central de infoentretenimento. O sistema de conectividade é operado por um chip Qualcomm Snapdragon 8155, que habilita o Sistema de Conectividade Inteligente MG x OPPO.

    MG4 EV- Foto: Divulgação

     

    Na versão topo de linha, o carro é equipado com um avançado pacote de assistência ao motorista, que inclui 12 radares ultrassônicos, quatro câmeras de 360 graus e um chip Horizon Journey J6e, que permite recursos como assistente de mudança de faixa e estacionamento inteligente.

    Com a alta tecnologia e o preço competitivo, o MG4 se posiciona como um forte concorrente no mercado de veículos elétricos compactos, com potencial para disputar em mercados como o Brasil, onde os veículos elétricos ainda são caros para a maioria dos consumidores.

    Você compraria um carro elétrico por esse preço? Acha que o MG4 poderia ser um divisor de águas no mercado brasileiro? Compartilhe sua opinião nos comentários! 

    Leia aqui: Novo SUV elétrico da AUDI (Audi-SAIC) é flagrado em testes



    Fonte: Garagem 360

  • Confira os preços dos ingressos para o Salão do Automóvel

    Confira os preços dos ingressos para o Salão do Automóvel

    O 31º Salão Internacional do Automóvel de São Paulo já tem preços de ingressos definidos. A venda começa na próxima segunda-feira, 1, exclusivamente no site do evento.

    O primeiro lote tem valores promocionais de R$ 116 a inteira para dias de semana, R$ 145 a inteira para finais de semana e, respectivamente, R$ 58 e R$ 72,50 a meia entrada. Há ainda o ingresso VIP, que sai por R$ 440 de segunda a sexta-feira e R$ 530 nos sábados ou domingos.

    O salão abrirá suas portas ao público em 22 de novembro, estendendo-se até o dia 30 no Distrito Anhembi, na capital paulista. São esperadas mais de 700 mil pessoas nos nove dias de programação.

    Com apoio da Anfavea, a entidade das montadoras locais, a edição deste ano inova em relação às anteriores, com test drives e diversas experiências distribuídas pelos cinco pavilhões do Anhembi. Estimam-se pelo menos 300 modelos em exposição.

    São 24 marcas confirmadas com estandes próprios, entre as quais a BYD, Caoa, Caoa Chery, Citroën, Denza, Fiat, GAC, Geely, GWM, Honda, Hyundai, Jeep, Kia, Leapmotor, Lecar, Lexus, MG Motors, Mitsubishi, Omoda & Jaecoo, Peugeot, RAM, Renault, Suzuki Motos, Toyota e Vespa.

    Como fica evidente na lista, as chinesas que estão chegando ao Brasil aproveitam o evento para mostrar seus produtos ao público brasileiro.

    A Caoa está com dois estandes para lançar no evento a marca chinesa Changan, que passa a representar a partir deste ano. General Motors já confirmou que não vai participar, o mesmo deve ocorrer com a Volkswagen.

    No chamado estande das supermáquinas, estarão reunidos modelos como Corvette Z06, Ford GT Carbon Series, Ford Mustang GT, Ford Mustang Shelby, McLaren Senna, Porsche 992.2 GT3 PTS e Ultima GTR, ao lado de modelos das italianas Ferrari e Lamborghini.

    Ingresso VIP até por R$ 1 mil

    Com relação ao ingresso VIP, ele garantirá acesso ao Dream Lounge — espaço premium com serviços personalizados em parceria com a Motorgrid Brasil, maior grupo de proprietários de supercarros da América Latina.

    No espaço haverá exposição especial da SID Special Paint, reunindo capacetes históricos utilizados por pilotos como Ayrton Senna, Emerson Fittipaldi, Nelson Piquet, Rubens Barrichello e Ingo Hoffmann, além de documentos e fotografias exclusivas.

    A organizadora RX informa que a edição 2025 também colocará à disposição do público, pela primeira vez, cota limitada de ingressos para a Avant Première, noite exclusiva destinada a VIPs, patrocinadores e convidados.

    Marcada para 21 de novembro, a partir das 19 horas, a Avant Première contará com programação única e especial, incluindo atrações musicais – que serão divulgadas em breve. O valor do ingresso será de R$ 1 mil.

    “Adquirir o ingresso antecipado é a melhor forma de aproveitar toda a experiência que o Salão Internacional do Automóvel terá para oferecer. A edição de 2025 será histórica, não só pelo retorno do evento em si após sete longos anos, mas pelas muitas surpresas que estamos preparando para os visitantes”, comenta Thiago Braga Ferreira, gerente executivo do Salão Internacional do Automóvel.


    Foto: Divulgação



    Fonte: Auto Industria

  • Audi confirma produção de novo Q3 no Paraná

    Audi confirma produção de novo Q3 no Paraná

    A Audi confirmou nesta sexta-feira, 29, que montará o novo Q3 em sua fábrica de São José dos Pinhais, PR, a partir de 2026. Por enquanto, afirma a empresa, a linha de montagem está paralisada para adequações, melhorias e instalação de novos equipamentos visando a chegada da nova geração do utilitário esportivo.

    A exemplo do que vinha ocorrendo desde 2022, da planta paranaense sairão as configurações de corroceria SUV e SUV Sportback, que acabam de ser apresentadas na Europa. Lá são fabricadas em Györ, Hungria.

    Audi Q 3

    Consultada por AutoIndústria, a montadora não confirmou se seguirá com o processo produtivo a partir de kits SKD vindos da planta europeia, modelo que foi implantado com a atual geração do Q3 e um ano e meio depois de encerrar a fabricação do A3 Sedan e as atividades industriais aqui.

    “Estamos muito animados em anunciar esta nova fase da nossa fábrica no Brasil”, comemora Philippe Siffert, Diretor Executivo e CFO da Audi do Brasil, empresa que iniciou produção local em 1999, com o modelo A3 fabricado até 2006.

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    A Audi só voltou a produzir seus automóveis no País nove anos depois, motivada pelo programa do governo federal Inovar-Auto, que concedia incentivos fiscais específicos para fabricantes de baixo volume. A reestreia coube ao A3 Sedan e já no ano seguinte Pinhais passaria a produzir também o SUV Q3.

    Atualmente, a Audi conta com 40 concessionárias no Brasil e vendeu pouco mais de 2,7 mil veículos nos primeiro sete meses de 2025, ante quase 3,3 mil de igual período do ano passado, expressivo recuo de 17%.

    Apesar de sequência de vários lançamentos nos últimos meses, é apenas a quinta marca premium mais vendida no mercado interno. A líder BMW, que tem unidade produtiva em Araquari, SC, negocou 9,2 mil veículos nacionais e importados.


    Foto: Distribuição



    Fonte: Auto Industria