Autor: automoveis

  • Toyota prepara picape menor que a Hilux: Será que ela vem para o Brasil?

    Toyota prepara picape menor que a Hilux: Será que ela vem para o Brasil?

    A Toyota está desenvolvendo uma picape compacta para disputar o mercado com a Ford Maverick e a Hyundai Santa Cruz. A novidade, que ainda não tem nome oficial, será o modelo de entrada da marca, posicionado abaixo da Tacoma (picape média vendida nos EUA) e, possivelmente, da Hilux, no mercado global.

    Toyota prepara picape menor que a Hilux

    A informação, confirmada por Cooper Ericksen, chefe de planejamento da Toyota Motor North America, ao site MotorTrend, indica que a decisão de produzir a picape já foi tomada. A grande questão agora é quando ela será lançada.


    A popularidade da Ford Maverick nos Estados Unidos chamou a atenção da Toyota, que quer surfar na onda do crescente segmento de picapes menores. A montadora estima que pode vender de 100 mil a 150 mil unidades por ano somente nos EUA, mostrando o grande potencial do mercado. A Maverick, por exemplo, superou rapidamente a Hyundai Santa Cruz com seu preço competitivo e a opção de motorização híbrida.

    A picape compacta da Toyota usará uma variante da plataforma TNGA, a mesma de modelos como o Corolla e o RAV4. O modelo terá uma construção monobloco, o que significa que será mais parecido com um carro de passeio do que com uma picape tradicional, focando no conforto e na usabilidade urbana.

    Toyota Tacoma – Foto: Divulgação

    Além disso, a picape terá um trem de força híbrido como opção, o que a colocará em concorrência direta com a Ford Maverick, um de seus principais rivais. 

    A Maverick tem preço inicial de US$ 23.400 (R$ 128.232), e a da Toyota deve chegar com valores semelhantes para competir.

    E a vinda para o Brasil?

    Embora o foco inicial da picape seja o mercado norte-americano, a possibilidade de ela chegar ao Brasil é alta. A Toyota já tem um forte portfólio de picapes com a Hilux e o Corolla Cross, e a introdução de um modelo menor poderia capturar uma nova fatia de mercado.

    A picape compacta da Toyota poderia atuar como uma porta de entrada para a marca, competindo com modelos como a Chevrolet Montana e a Fiat Toro, que dominam o segmento. Com a tradição e a confiabilidade da Toyota, e com a promessa de um conjunto mecânico híbrido, o veículo teria grandes chances de sucesso no mercado brasileiro.

    Leia também: Será que vem? Irmã maior da Hilux, a Toyota Tacoma em testes na Argentina

     



    Fonte: Garagem 360

  • Na pesquisa de satisfação das redes, GWM no topo e BYD na lanterna

    Na pesquisa de satisfação das redes, GWM no topo e BYD na lanterna

    Na pesquisa recém-divulgada pela Fenabrave, denominada “A Voz do Concessionário. Quando os bons falam, a verdade sempre aparece!”, três marcas chinesas aparecem na relação de 23 avaliadas pela entidade, ao lado das tradicionais que já operam no Brasil há tempo, grande parte com produção local.

    As três chinesas são a GWM, BYD e Chery, com destaque positivo para a primeira, que está entre os seis primeiros lugares em 18 dos itens pesquisados no que diz respeito à relação da rede com a montadora, sendo a primeira colocada em valor de mão de obra em serviços de garantia, relacionamento com a montadora e perspectiva de crescimento do valor da concessionária nos próximos 12 meses.

    Em contrapartida, a BYD é a última colocada em seis quesitos, com os concessionários da marca avaliando negativamente a montadora com relação à remuneração recebida pela mão de obra, a consideração quanto às sugestões da rede antes de tomar decisões que os afete, as políticas e os procedimentos da empresa, a gestão de serviços de pós-vendas, a gestão de peças e treinamentos.

    Importante considerar que as duas marcas investem em produção local, sendo que a GWM acaba de inaugurar fábrica em Iracemápolis, no interior paulista, enquanto a BYD ainda aguarda algumas licenças para iniciar oficialmente suas operações em Camaçari, BA.

    Com relação à Chery, que opera localmente em parceria com a brasileira Caoa, a avaliação é intermediária entre as outras duas chinesas, mas com destaque positivo, o que fica evidente no chamado Índice de Valor, que contempla a média das notas dadas nas sete primeiras perguntas da pesquisa, dentre as quais se o valor da concessionária cresceu no último ano, se tende a crescer nos próximos 12 meses e se a montadora se preocupa com rentabilidade e dá o devido suporte financeiro.

    No Índice de Valor, a GWM é a segunda colocada, com nota de 91,2, bem próxima à da líder BMW, com 91,6. A Chery é a sexta, com 75,6, também acima da nota média que ficou em 66,1. A BYD, contudo, ficou abaixo da média, com 54,9, ocupando a 18ª colocação.

    Situação similar no Índice de Parceria Comercial, baseado na média das notas dadas das perguntas 8 a 19. A média resume o índice de satisfação entre concessionário e a marca, na comercialização dos produtos e na fidelização dos clientes.

    “Essa média enfoca, basicamente, os momentos do trabalho conjunto entre os agentes da concessionária e as áreas funcionais da marca na operação comercial”, explica a Fenabrave.

    Assim como no Índice de Valor, a GWM também é a segunda colocada no Índice de Parceria Comercial, atrás apenas da BMW. Suas notas foram de, respectivamente, de 83,7 e 85,2, ante média de 69,8.  A BYD, em contrapartida, ficou mais uma vez abaixo da média, ocupando a 21ª colocação entre as 23 redes consultadas, com 61 de nota.

    Chinesas lideram em produtos adequados ao cliente

    Dos 19 itens pesquisados, a BYD aparece entre as seis piores avaliações e apenas em duas está no Top 3. Uma delas é na avaliação quanto aos produtos da montadora, se são ou não os que os clientes querem, na qual aparece em terceiro lugar, atrás da Chery e da GWM. Na lanterna, aparece a General Motors.

    Com relação à avaliação das concessionárias quanto ao marketing da sua montadora, a Chery lidera seguida da BYD. Esse é o único caso em que a GWM perde para sua principal concorrente chinesa, ocupando o sexto lugar.

    Nos quesitos retorno financeiro e possibilidade de aumento do valor da concessionária nos últimos 12 meses,  GWM e Chery estão no Top 5, ocupando, respectivamente, a quarta e quinta colocações.

    Os concessionários GWM também avaliam positivamente o suporte financeiro (floor plan, prazo de pagamento, fundo de capitalização, etc) da sua montadora, com nota fixada em 81,2, atrás apenas das redes BMW e Ford, com, respectivamente, 82,1 e 82.


     



    Fonte: Auto Industria

  • Já pensou em ter um Lexus? A “Lexus Week” pode ser uma boa oportunidade para você

    Já pensou em ter um Lexus? A “Lexus Week” pode ser uma boa oportunidade para você

    Foto do Lexus RX 450h+ Plug-in
    “Lexus Week” pode ser sua chance de comprar um RX 450h+ Plug-in

    Eu adoro a Lexus desde quando dirigi um modelo nos EUA há quase 20 anos. Desde então, meu contato com a marca tem sido tímido, infelizmente. Mas, agora, se eu tivesse condições, olharia as condições da “Lexus Week”.

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  • Grupo Volvo América Latina anuncia novo CFO

    Grupo Volvo América Latina anuncia novo CFO

    Executivo construiu trajetória internacional consistente dentro do Grupo Volvo, com atuação em diversos mercados, como França, Chile, Brasil e China. Em sua carreira ocupou funções nas áreas de controladoria, planejamento estratégico e gestão financeira.

    Em sua passagem anterior pelo Brasil ocupou o cargo de diretor de business control das operações comerciais de caminhões. Sua posição mais recente foi a de vice-presidente de finanças da Volvo Trucks na China.

    Laurent Passy é formado Finanças pela Grenoble École de Management (França) e com MBA pela Southern Illinois University, Carbondale (Estados Unidos). Agora, como CFO do Grupo Volvo América Latina, o executivo será responsável por liderar toda a área financeira da organização nos mercados do Brasil, Chile, Argentina, Peru e México (caminhões).

    O executivo se reportará diretamente ao presidente do Grupo Volvo América Latina, Wilson Lirmann. Ele sucede a Silvia Gerber, que atualmente ocupa a posição de presidente da Volvo Financial Services na região.


    Foto: Divulgação Volvo



    Fonte: Auto Industria

  • A Nova Ford no Brasil: estratégia de sucesso com foco em picapes e SUVs

    A Nova Ford no Brasil: estratégia de sucesso com foco em picapes e SUVs

    A Ford no Brasil passou por uma grande transformação nos últimos anos, deixando a produção local de veículos de volume para se focar em um novo modelo de negócio. Agora, a estratégia da marca no país gira em torno de veículos importados e de maior valor agregado, com foco em picapes, SUVs e veículos comerciais.


    Ranger e Territory: Os pilares da nova Ford no Brasil

    A picape Ranger e o SUV Territory são, atualmente, os principais pilares da Ford no mercado brasileiro. A Ranger, com sua nova geração, tem se destacado nas vendas, superando o desempenho da indústria e conquistando uma fatia importante do segmento de picapes médias.

    A picape é um sucesso tão grande que a Ford anunciou um novo investimento na fábrica de Pacheco, na Argentina, para aumentar a produção e suprir a alta demanda.

    Já o Territory, que compete no concorrido segmento de SUVs médios, recebeu uma reestilização recente para a linha 2026. O modelo adota a nova identidade visual global da marca e busca ganhar espaço contra concorrentes como o Jeep Compass.

    Ford Territoty – Foto: Divulgação

    Mustang Dark Horse e outros lançamentos de 2025

    A Ford não se resume a picapes e SUVs. A empresa também está forte no segmento de veículos de nicho e alta performance. Em 2025, a marca confirmou a chegada de uma série de novidades, incluindo o esportivo Mustang Dark Horse.

    Esta versão, que é a mais potente do Mustang já produzida para as ruas, já começou a ser importada para o Brasil e promete agitar o mercado de carros de alta performance.

    Mustang Dark Horse – Foto: Divulgação

     

    Outros modelos que estão no radar da marca para 2025 incluem a picape F-150 Tremor, a versão manual do Mustang GT, além de uma reestilização para o Bronco Sport. A Ford também sondou a viabilidade de trazer o SUV Everest, um modelo de sete lugares derivado da Ranger.


    O futuro da Ford no Brasil

    Com a mudança estratégica, a Ford busca se manter competitiva no Brasil, focando em um portfólio mais enxuto e lucrativo. O sucesso das picapes e SUVs mostra que a estratégia tem funcionado. No entanto, a Ford continua de olho no futuro, e já confirmou planos para lançar uma nova família de veículos elétricos mais acessíveis e de alta qualidade no mundo.

    A aposta da Ford em veículos de maior valor e sua capacidade de adaptação ao mercado brasileiro parecem estar dando frutos, com a marca registrando um crescimento significativo nas vendas.

    O que você pensa sobre a nova estratégia da Ford no Brasil? Acredita que a marca acertou ao focar em picapes e SUVs?



    Fonte: Garagem 360

  • Nova Toyota Hilux 2026 cabine simples terá visual de luxo; veja o que muda!

    Nova Toyota Hilux 2026 cabine simples terá visual de luxo; veja o que muda!

    A nova Toyota Hilux 2026 está cada vez mais próxima de se tornar realidade e promete uma das mudanças mais aguardadas pelos fãs da picape.

    Um flagra recente na Tailândia revelou que até mesmo a versão cabine simples, voltada para o trabalho pesado, abandonará o visual antigo e adotará o design moderno das configurações mais caras. Seria esse o fim de uma era para o modelo de entrada?

    Acompanhe o Garagem360 e confira o que já foi revelado!

    O que já sabemos sobre a nova Toyota Hilux 2026?

    A picape líder de vendas no Brasil se prepara para uma renovação profunda. Não será uma geração inteiramente nova, mas sim uma atualização visual e tecnológica muito forte, semelhante ao que a Chevrolet fez com a S10. A principal mudança será unificar o design de toda a linha.

    Toyota Hilux

    Foto: Reprodução / Instagram (@autonetmagz)

    Isso significa que a Hilux cabine simples, que hoje ainda usa a dianteira de 2015, finalmente terá uma aparência mais alinhada com as versões de topo. Essa estratégia mostra que a Toyota quer valorizar todas as configurações da sua picape, reconhecendo que mesmo quem usa o veículo para o trabalho deseja um design mais atual e imponente.

    Quais serão as principais mudanças no design?

    A princípio, o protótipo flagrado, com imagens publicadas pelo perfil @autonetmagz no Instagram, já entrega muitas pistas. A picape parece mais robusta e moderna, seguindo a identidade visual de outros SUVs da marca.

    • Dianteira: os faróis estão visivelmente mais finos e agressivos. A grade frontal também é nova, com um desenho mais destacado e que se integra melhor ao conjunto óptico. Além disso, o capô parece estar ligeiramente mais alto.
    • Laterais: as mudanças aqui são mais sutis. A picape deve ganhar novos espelhos retrovisores e opções de rodas, mas a versão de trabalho deve manter as rodas de aço de 17 polegadas no Brasil.
    • Traseira: como é comum em picapes, as alterações são pontuais. Espere por novas lanternas com um desenho interno atualizado, uma nova estampa na tampa da caçamba e um para-choque redesenhado.
    Toyota Hilux

    Foto: Reprodução / Instagram (@autonetmagz)

    E por dentro, a Hilux vai mudar também?

    Infelizmente, o flagra não revelou o interior, mas a expectativa é grande. A aposta é que a picape adote um painel com um layout inspirado no do SUV Land Cruiser. Isso incluiria uma nova central multimídia com tela flutuante no console central.

    Leia também: Adeus, Toyota Yaris! Estoque do carro zera para a chegada do SUV Yaris Cross

    Contudo, é provável que as versões de trabalho, como a cabine simples, recebam uma tela um pouco menor. Ainda assim, a atualização representaria um grande salto em modernidade e tecnologia para quem utiliza a picape no dia a dia. A produção para o Brasil seguirá na Argentina, com previsão de chegada por aqui entre 2026 e 2027.

    E você, o que achou do novo visual da Hilux? Comente abaixo!



    Fonte: Garagem 360

  • GWM inaugura fábrica e integra fornecedores locais

    GWM inaugura fábrica e integra fornecedores locais

    A produção começa, como em toda fábrica, mais lenta. Todavia, a GWM (maior marca chinesa de autoveículos com capital 100% privado) apresenta planos bem estruturados de crescimento. Planeja aumentar sua capacidade produtiva atual de 50.000 unidades anuais em Iracemápolis (SP) para até 300.000 unidades. Assim poderá atender também a exportações dentro do Mercosul e México. A empresa investiu R$ 4 bilhões nesta primeira fase e terá 1.000 funcionários até o final do ano. Mas os planos incluem mais R$ 6 bilhões entre 2027 e 2032, além de dobrar o número de empregos diretos.

    Primeiros modelos a deixarem as linhas de produção são o SUV híbrido médio Haval H6 com motor a gasolina, a picape média Poer P30 e o SUV de sete lugares H9, estes dois últimos com motores turbodiesel. Ao contrário da BYD que “inaugurou” sua fábrica em Camaçari (BA) sem produzir nada com conteúdo local até agora, a GWM inicia com soldagem manual, seguida por operações com 18 robôs e quatro estações automáticas de pintura. Há 18 fornecedores nacionais no momento entre eles Basf, Bosch, Continental, Dupont e Goodyear. No total, 110 firmas cadastraram-se com interesse em suprir componentes.

    A GWM anunciou a construção de um Centro de Pesquisa & Desenvolvimento dentro do terreno da fábrica de Iracemápolis, construída pela Mercedes-Benz em 2016, fechada em 2020 e vendida em 2021. O foco será em tecnologia flex, sistemas híbridos e elétricos. Também desenvolverá projetos chineses para as condições de uso e rodagem no Brasil e América do Sul. O centro contará com mais de 60 técnicos e engenheiros, terá 4.000 m² de área construída e deverá abreviar o lançamento de novos produtos, além de aperfeiçoar os três modelos atuais.

    A marca dá demonstrações de compromissos com o País e de querer crescer de forma contínua para gerar empregos.

     

    Ainda mais esportivo, Mustang Dark Horse

    Trata-se da versão mais próxima de um modelo de competição, cujo V-8, 5-litros, de aspiração natural entrega 507 cv, 57,8 kgf·m e calibração específica para o Brasil, inclusive de amortecedores e molas. Entre os pormenores escurecidos do Dark Horse estão para-choques, faróis, faixas no capô, carcaças dos retrovisores, rodas, pinças de freio, ponteiras duplas de escapamento e defletor traseiro funcional.

    Na avaliação ao longo de 90 km, de São Paulo até Mogi Guaçu (SP), destaques para boa pegada do volante e a suspensão adaptativa no modo Normal que pouco prejudica o conforto de marcha. Naturalmente exige atenção em lombadas nem tão altas ou rampas de acesso a garagens. Resposta do acelerador bastante progressiva.

    Em três voltas no autódromo Velocitta, para testar o modo Pista, impressionaram muito bem as reações e a precisão do volante. Controle de estabilidade permissivo na medida certa, inclusive um bem leve sobresterço adequado para situações de exigência severa em curvas. Não traz sensação de “adernar” e sim próxima a de um carro de competição.

    O câmbio automático de 10 marchas com borboletas para trocas manuais tem uma função bem interessante: ao manter a haste apertada as marchas reduzem-se automaticamente até atingir a rotação ideal. O escapamento permite sonoridade ímpar e empolgante acima de 5.000 rpm. Aceleração de 0 a 100 km/h é a esperada para esse tipo de cupê: 3,7 s.

    Preço: R$ 649.000.

     

    Commander 2026: alterações visuais e preço menor

    São atualizados grade, para-choque, assinatura de LEDs no conjunto ótico dianteiro e rodas de 18 e 19 pol. Na traseira, lanternas interligadas têm agora iluminação contínua de LEDs. Para as versões de topo, Overland e Blackhawk, a alavanca do câmbio automático de nove marchas foi substituída por seletor rotativo no console. Uma câmera 360° facilita manobras e é bastante útil no uso fora de estrada em trilhas mais difíceis. Entre-eixos de 2.793 mm garante espaço interno muito bom. Destaque também para o porta-malas de 223 L (sete lugares) até 661 L (cinco lugares).

    Versões de cinco e de sete lugares, dos três motores, mantidos sem alterações. Destaque para o Hurricane 2-L turbo, gasolina, 272 cv, 40,8 kgf·m, capaz de acelerar de 0 a 100 km/h em apenas 7 s, na versão de topo Blackhawk. Há também o 1,3 L, turbo flex, 176 cv, 27,5 kgf·m, câmbio automático de seis marchas, tração 4×2 e o Multijet turbodiesel 2,2-L, 200 cv e 45,9 kgf·m, câmbio automático de nove marchas e tração 4×4.

    Avaliação dinâmica em Mendoza, Argentina foi feita com os motores Multijet e Hurricane. Versão diesel oferece uma arrancada vigorosa, porém de reação contida em rotações médias e altas. Já o motor a gasolina, apesar de um pouco menos de ímpeto inicial, impõe sua maior potência logo que a velocidade aumenta, às custas do consumo de combustível obviamente maior. Trecho de terra com muitos aclives, declives e obstáculos mais radicais foram vencidos sem grande dificuldade.

    Preços: R$ 220.990 a R$ 324.990 (reduzidos em até R$ 19 mil).

     

    Ram Dakota sofistica segmento de picapes médias

    Com lançamento previsto para o início do ano que vem, a Dakota recupera o nome usado de 1998 a 2001 pela Dodge. O projeto é o mesmo da Titano (por sua vez baseada na picape monobloco Changan Hunter chinesa), porém bem mais sofisticado no visual e equipamentos. Na prévia em São Paulo (SP) do show car, o interior não pôde ser visto. Externamente impressiona pela extensa linha de LEDs de uma extremidade à outra que se integra aos faróis, além de uma entrada de ar no capô com três pontos de luz laranja. Não podia faltar um guincho elétrico.

    Para se diferenciar da Titano, recebeu alguns vincos na carroceria. Faziam parte da picape exibida kit de suspensão elevada, pneus todo-terreno de 33 pol. de diâmetros e rodas de 18 pol. com beadlock (travas de talão), recurso para evitar o destalonamento dos pneus em condições de baixa pressão necessárias no uso extremo fora de estrada. Chama atenção também o estepe aparente em posição inclinada na caçamba junto ao arco de proteção que inclui luzes de LED. Na traseira, lanternas e para-choque são novos.

    Trem de força é o mesmo 2,2 L, turbodiesel de 200 cv e 45,9 kgfm, combinado ao câmbio automático de oito marchas e à tração integral (4WD). Dakota de série não receberá todos os equipamentos da unidade exibida.

     

    SIMEA 2025 debateu temas de alta relevância

    Em sua 32ª edição, o Simea (Simpósio Internacional de Engenharia Automotiva), promovido pela AEA (Associação Brasileira de Engenharia Automotiva) focou nos pontos mais relevantes para o futuro da indústria automobilística no Brasil e no mundo. Os avanços do País são notáveis desde a criação do Proconve há 39 anos quanto a emissões veiculares. Um automóvel em 1986 poluía o equivalente a 136 veículos atuais, embora poucos se lembrem disso. Há novas fases previstas para 2030, contudo sem avançar na direção de inspeção veicular e renovação de frota (em especial de veículos pesados) será muito difícil garantir ar mais limpo.

    Relembrou-se o grave problema de infraestrutura no Brasil: 65% de cargas transportadas por rodovias, das quais apenas 12% pavimentadas. Gera desperdício de 1,18 bilhão de litros de combustível e emissões adicionais de 3,13 milhões de toneladas de CO₂ por ano.

    Hibridização, eletrificação, direção automatizada e experiência digital do usuário guiarão o desenvolvimento nos próximos anos. Pilares dessa transformação: comunicação móvel, computação em nuvem, novas tecnologias de software, inteligência artificial, engenharia de dados e semicondutores de alta desempenho para integrar o veículo ao ambiente externo. Até 2030, o mercado automobilístico mundial de eletrônica e software deve movimentar US$ 462 bilhões. O País tem que se inserir nesse contexto.

    Houve consenso sobre o papel estratégico dos biocombustíveis. Eletrificação combinada ao etanol oferece rota competitiva de redução de emissões de CO2 dentro do conceito correto do “poço” à roda.


    Fotos: Divulgação GWM/Ford/Jeep/Ram



    Fonte: Auto Industria

  • Flagra: Caoa Chery prepara reestilização do Tiggo 5X

    Flagra: Caoa Chery prepara reestilização do Tiggo 5X

    A Caoa Chery já está com os planos avançados para a reestilização do Tiggo 5X, seu SUV mais acessível. Um protótipo camuflado do novo modelo foi flagrado em testes em Sumaré (SP), segundo o perfil @placaverde no Instagram. A apresentação oficial da novidade deve acontecer no primeiro semestre de 2026.

    Flagra: Caoa Chery prepara reestilização do Tiggo 5X – Foto: Placaverde

    Flagra: Caoa Chery prepara reestilização do Tiggo 5X

    O novo Tiggo 5X seguirá a linguagem visual já adotada pelos irmãos mais velhosTiggo 7 e Tiggo 8. Na parte frontal, o SUV ganhará faróis mais estreitos com tecnologia full LED e uma grade em preto brilhante. As luzes diurnas, que antes ficavam nos faróis de neblina, agora serão verticais.

    A traseira também passa por mudanças significativas, com lanternas interligadas por um filete de LED, uma tendência de design moderna. Na lateral, uma falsa terceira janela dará a impressão de que o veículo é mais longo, reforçando a elegância do modelo.

    Por dentro, a principal novidade será o painel, que agora unifica o quadro de instrumentos e a central multimídia em uma única peça, seguindo o padrão de outros lançamentos recentes da marca. A nova central multimídia de 10,25 polegadas terá Apple CarPlay e Android Auto sem fio, e a cabine terá melhorias no acabamento para uma sensação mais premium.

    O SUV também receberá novos recursos de conforto e tecnologia, como carregamento de celular por indução e bancos dianteiros com regulagem elétrica.

    Sem grandes mudanças na mecânica

    As versões Sport e Pro continuarão com o conhecido motor 1.5 turbo flex, que entrega até 150 cv e 21,4 kgfm, acoplado ao câmbio CVT de 9 marchas simuladas. Já a configuração Pro Hybrid Max Drive manterá o mesmo motor 1.5 turbo, mas com um sistema híbrido-leve de 48V, gerando 160 cv e 25,5 kgfm.

    Apesar das poucas mudanças na motorização, a Caoa Chery tem investido em ajustes pontuais para manter a competitividade do Tiggo 5X. Recentemente, a versão de entrada Sport ganhou novas rodas de liga leve, e a linha teve seus preços reduzidos para se enquadrar no programa de isenção de impostos para pessoas com deficiência.

    Você acha que essa reestilização será suficiente para manter o SUV competitivo no mercado? Deixe sua opinião nos comentários!

    Leia também: Tiggo 5X e Tiggo 7 para PCD estão disponíveis; veja os valores



    Fonte: Garagem 360

  • Produção da Stellantis em Goiana alcança 2 milhões de unidades

    Produção da Stellantis em Goiana alcança 2 milhões de unidades

    A Stellantis celebra a marca de 2 milhões de veículos produzidos no complexo industrial de Goiana (PE). Inaugurado em 2015, a unidade se mantém como referência global da empresa em processos produtivos.

    Consolidado como polo automotivo, a fábrica é responsável pela manufatura de cinco modelos das marcas Jeep, Fiat e Ram, além ter atraído, até agora, a instalação local de 38 fornecedores.

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    →A partir de Goiana, Stellantis amplia exportações em 38,8% no ano

    →Além de um híbrido, Stellantis terá seis novos carros em Goiana e uma nova marca

    →Goiana chega aos 10 anos com alto prestígio para a Stellantis

    “O Polo de Goiana nasceu inovador, se mantém na vanguarda da indústria automotiva e segue crescendo de forma sustentável, com excelência e eficiência”, destaca Glauber Fullana, vice-presidente de manufatura da Stellantis para a América do Sul.

    Nos planos da empresa, o complexo será a casa de mais seis novos modelos entre 2025 e 2030, período no qual receberá investimento de R$ 13 bilhões. O primeiro veículo do programado para chegar será um híbrido, previsto para 2026.

    O Polo Automotivo de Goiana tem capacidade para produzir 280 mil veículos por ano e, além do mercado interno, abastece mercados América Latina. Do total da produção até momentos, 250 mil unidades se destinaram ao exterior.

    O complexo também se mostra como indiscutível motor de desenvolvimento e econômico na região de Goiana, distante a 63 km da capital Recife. Atualmente, são mais de 14,7 mil empregos diretos, como também a fabricante mantém programação permanente de qualificação profissional.

    O veículo número 2 milhões foi uma Rampage, primeira picape da Ram concebida, desenvolvida e produzida fora da América do Norte.


    Foto: Divulgação Stellantis



    Fonte: Auto Industria

  • Jomed começa a operar frota de caminhões com biometano

    Jomed começa a operar frota de caminhões com biometano

    A Jomed Transportes, primeira no País a apostar na proposta de transição energética da Scania baseada no gás, quando adquiriu uma unidade da marca, em 2019, se torna pioneira também ao iniciar operação com abastecimento próprio de biometano.

    Parceria com a Ultragaz instalou posto interno sede da empresa em Guarulhos (SP). De lá, frota de 19 caminhões partem abastecidos com 100% de biometano, combustível produzido em usina de Caieiras (SP) e entregue por carretas.

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    A autonomia em torno de 700 km garante operação com 100% de biometano, o que garante transferências de carga por rotas menores com redução de até 90% da emissão CO2, o principal gás de efeito estufa. Nas viagens mais longas, os veículos serão abastecidos em rede externa com o GNV.

    A empresa, no entanto, está decidida em relação ao projeto de descarbonização. Planeja a compra de mais 31 caminhões a gás da Scania nos próximos 12 meses e prevê instalação de outros pontos de abastecimento de biometano em outras unidades da empresa, a começar por Cariacica (ES).

    A iniciativa da Jomed ainda proporcionou mais agilidade e menores custos. Para o abastecimento bastam 14 minutos, enquanto em um ponto convencional levaria de 40 a 50 minutos. Depois, a chamada tecnologia Hidraulic Power Unit instalada pela Ultragaz reduz em torno de 50% no custo de consumo de energia.


    Foto: Divulgação Scania



    Fonte: Auto Industria