Autor: automoveis

  • Fiat Topolino elétrico de R$ 200 mil chega ao Brasil e é ‘proibido’ de rodar nas ruas

    Fiat Topolino elétrico de R$ 200 mil chega ao Brasil e é ‘proibido’ de rodar nas ruas

    O charmoso Fiat Topolino, um microcarro elétrico que faz sucesso na Europa, acaba de desembarcar no Brasil. No entanto, sua chegada vem com um preço altíssimo e um detalhe que muda tudo: ele não tem permissão para circular nas ruas e avenidas do país.

    A novidade chegou por meio de uma importadora independente e mira um público muito específico. Acompanhe o Garagem360 e descubra por que esse simpático carrinho tem uma vida tão restrita por aqui.

    O Fiat Topolino no Brasil: preço de SUV, mas para condomínios

    O Fiat Topolino está sendo vendido no Brasil pela loja Upgrade Customs, especializada em customização e importação. A empresa trouxe um lote exclusivo de apenas 24 unidades, cada uma custando impressionantes R$ 197.000.

    Fiat Topolino

    Foto: Divulgação / Fiat

    O grande porém é que, por sua classificação, o microcarro não pode ser emplacado. Dessa forma, seu uso fica restrito a locais fechados e particulares. Ele pode ser usado, por exemplo, para se locomover dentro de grandes condomínios, em centros de treinamento ou até mesmo em áreas de shoppings.

    Mas o que o Topolino oferece por esse valor?

    Na Europa, o Topolino é uma solução inteligente para os centros urbanos congestionados. Ele é extremamente compacto, medindo apenas 2,53 metros de comprimento. Isso é menor do que um Fiat Mobi, por exemplo.

    Fiat Topolino

    Foto: Divulgação / Fiat

    Seu interior segue a linha da simplicidade e praticidade. Há espaço apenas para duas pessoas, o motorista e um passageiro. Além disso, o modelo não conta com central multimídia, rádio ou ar-condicionado. Existe apenas um pequeno painel digital e um suporte para fixar o celular, que vira a “central” do veículo.

    Motorização e desempenho do microcarro elétrico

    A princípio, o conjunto mecânico do Topolino foi pensado para deslocamentos curtos e em baixa velocidade. Sua proposta não é desempenho, mas sim agilidade para o dia a dia em cidades europeias.

    • Motor: elétrico com 8 cv de potência
    • Velocidade Máxima: apenas 45 km/h
    • Bateria: 5,5 kWh
    • Autonomia: alcance de 75 km com uma carga
    • Recarga: cerca de 4 horas em tomada doméstica comum.

    Com essas características, o Fiat Topolino se posiciona no Brasil como um veículo de nicho, quase um “brinquedo de luxo” para quem busca uma forma diferente e exclusiva de se locomover em espaços privados, longe do trânsito das cidades.

    E você, o que achou da vinda do Fiat Topolino? Teria coragem de pagar quase R$ 200 mil em um carro que não pode ir para a rua? Deixe sua opinião nos comentários!

    Leia na sequência: Jeep Commander 2026 chega mais potente, tecnológico e barato; veja o que mudou!



    Fonte: Garagem 360

  • Flopou? Volkswagen Tera 1.0 vira ‘fantasma’ nas ruas com apenas 46 unidades vendidas

    Flopou? Volkswagen Tera 1.0 vira ‘fantasma’ nas ruas com apenas 46 unidades vendidas

    O Volkswagen Tera chegou como uma grande aposta da marca, mas uma de suas versões parece não ter caído no gosto do brasileiro. Inicialmente, o modelo de entrada, com motor 1.0 MPI aspirado, registrou números de vendas extremamente baixos em seu lançamento, tornando-se praticamente um item raro nas ruas.

    Esse resultado levanta questões sobre a estratégia da montadora e a preferência do consumidor atual. Acompanhe o Garagem360 e entenda os números por trás desse resultado surpreendente.

    Os números de vendas do Volkswagen Tera 1.0 MPI

    A versão mais barata do Volkswagen Tera está, por enquanto, “encalhada” nas concessionárias. Segundo um levantamento da consultoria automotiva K.Lume, a Volkswagen vendeu apenas 46 unidades do Tera 1.0 MPI até o final de julho de 2025.

    Volkswagen Tera

    Foto: Divulgação / Volkswagen

    Isso representa apenas 0,7% do total de 5.994 emplacamentos do novo crossover no período. Com um preço de R$ 105.890, esta versão entrega apenas 84 cv de potência com etanol e 77 cv com gasolina, números considerados baixos para a categoria.

    Por que a versão de entrada do Tera não está vendendo?

    A resposta parece estar na estratégia da própria Volkswagen e na tendência do mercado. A princípio, a montadora está claramente focando seus esforços de produção e entrega nas versões mais caras e lucrativas. Os números não mentem.

    Enquanto o Tera MPI manual vendeu 46 unidades, a versão topo de linha, Highline, que custa R$ 141.890, foi a grande estrela do lançamento, com 4.368 vendas. Somadas, as duas opções com câmbio manual (MPI e TSI) representaram menos de 10% do total de emplacamentos do SUV.

    Como o Tera se compara ao seu principal rival?

    Essa preferência por versões mais completas não é uma exclusividade do SUV da Volkswagen. O seu concorrente direto, o Fiat Pulse, apresenta um comportamento de vendas muito parecido. Veja a comparação:

    • Volkswagen Tera (câmbio manual): as versões MPI e TSI manuais, somadas, correspondem a 9,6% do total de vendas do modelo.
    • Fiat Pulse (câmbio manual): a versão de entrada 1.3 aspirada com câmbio manual representa 9,5% das vendas totais do Pulse no ano.

    Os dados mostram que o consumidor de crossovers urbanos realmente prefere o conforto do câmbio automático, mesmo que precise pagar mais por isso.

    No caso do Fiat, as versões híbridas leves, mais caras, são as campeãs de venda, mostrando para onde o mercado está apontando.

    E você, o que acha dessa estratégia da Volkswagen? Você compraria um SUV com motor 1.0 aspirado e câmbio manual? Deixe sua opinião nos comentários!

    Confira na sequência: Volkswagen celebra 26 milhões de carros no Brasil e confirma seus primeiros híbridos nacionais



    Fonte: Garagem 360

  • Volkswagen é processada por botões touch envolvidos em acidentes fatais

    Volkswagen é processada por botões touch envolvidos em acidentes fatais

    A Volkswagen está enfrentando uma ação judicial coletiva por conta de seus controversos botões capacitivos. O processo, movido nos Estados Unidos, alega que os controles sensíveis ao toque no volante de veículos como o ID.4 e o ID.Buzz são tão sensíveis que se tornaram um risco à segurança, estando, inclusive, envolvidos em acidentes fatais.

    Volkswagen é processada por botões touch envolvidos em acidentes fatais

    A ação se baseia em inúmeras reclamações de motoristas que acidentalmente ativam funções do carro apenas ao deslizar o dedo no volante. A tecnologia, que se popularizou na tentativa de modernizar os painéis com a aparência de um smartphone, agora está no centro de uma polêmica que coloca em xeque a segurança dos veículos da marca alemã.

    Apesar de a Volkswagen ter se recusado a comentar sobre o litígio, a própria empresa já admitiu que a implementação desses botões foi um erro. Andreas Mindt, o chefe de design da Volkswagen, chegou a reconhecer publicamente que os controles capacitivos foram um equívoco e prometeu o retorno dos botões físicos.

    A decisão foi tomada após o feedback negativo de clientes que reclamaram da falta de praticidade e do perigo no uso diário.

    Volkswagen é processada por botões touch envolvidos em acidentes fatais – Foto: Reprodução

    O processo alega que um dos problemas mais graves é a ativação acidental do controle de cruzeiro adaptativo (ACC), que pode causar uma aceleração repentina e inesperada. Segundo a ação, essa falha estaria ligada a pelo menos um acidente fatal. Além disso, o processo questiona a eficácia de outros sistemas de segurança da montadora, como a frenagem de emergência e o acionamento dos airbags.


    O perigo da “tecnologia” excessiva

    A controvérsia em torno dos botões capacitivos da Volkswagen reforça um debate crescente na indústria automotiva: o equilíbrio entre a tecnologia digital e a segurança analógica. Enquanto as montadoras buscam transformar os carros em “smartphones com rodas”, muitos motoristas anseiam pelo feedback físico e tátil de um botão tradicional.

    O simples “clique” de um comando físico garante que a ação foi realizada, algo que os controles de toque nem sempre conseguem replicar.

    As reclamações, registradas também na NHTSA (Administração Nacional de Segurança no Tráfego Rodoviário), destacam que a tecnologia, neste caso, pode ter comprometido a segurança. A Volkswagen, que já está em processo de reverter sua estratégia, agora enfrenta as consequências legais de uma decisão de design que, para muitos, priorizou a estética em detrimento da funcionalidade e da segurança.

    Leia aqui: Novo VW Nivus híbrido é flagrado maior e com motor 1.5 turbo no Brasil

     

     

     



    Fonte: Garagem 360

  • Lifan ressurge das cinzas com carro elétrico de R$ 30 mil que ‘sorri’ para você

    Lifan ressurge das cinzas com carro elétrico de R$ 30 mil que ‘sorri’ para você

    Mais um carro elétrico de R$ 30 mil circulando nas redes? Calma, a gente explica! Um modelo da antiga Lifan está dando o que falar na China. Batizado de Smurf, o modelo chega com a missão de ser uma das opções mais baratas do mercado, apostando em um visual simpático e um preço extremamente competitivo para o consumidor.

    A marca, que já foi conhecida dos brasileiros, passou por uma grande transformação. Agora, ela busca um novo espaço no concorrido segmento dos veículos elétricos. Mas será que ele realmente custa tão barato? E ainda, será que virá para o Brasil?

    Acompanhe o Garagem360 e veja mais detalhes sobre essa novidade!

    Conheça o novo carro elétrico de R$ 30 mil da ‘nova’ Lifan

    A Lifan que conhecíamos no Brasil faliu há alguns anos. No entanto, sua história não terminou aí. A Geely, gigante chinesa que também é dona da Volvo e da Lotus, comprou o que restou da empresa e a reestruturou completamente, relançando-a com o nome Livan.

    Lifan; carro elétrico de R$ 30 mil

    Foto: Divulgação / Lifan

    Atualmente, o foco da Livan é produzir carros baratos. O Smurf é a sua grande aposta no mercado de elétricos de entrada. Ele chega para brigar diretamente com fenômenos de vendas como o Wuling Hongguang Mini EV, que tem participação da General Motors.

    O que o Smurf elétrico oferece por esse preço?

    O design do Livan Smurf é, sem dúvida, um de seus pontos fortes. A princípio, o formato quadrado e o nome divertido chamam a atenção. Na frente, a grade fechada e os faróis redondos, combinados com um para-choque prateado, criam um efeito visual que parece um “sorriso”.

    Lifan; carro elétrico de R$ 30 mil

    Foto: Divulgação / Lifan

    Por dentro, o acabamento é minimalista, como se espera de um compacto elétrico. O painel é assimétrico e pode ser personalizado em cores como rosa, cinza e verde. Além disso, um detalhe que surpreende é a central multimídia com uma tela de mais de 12 polegadas.

    Ficha técnica e desempenho do Livan Smurf

    Apesar do preço baixo, os números do compacto são interessantes para o uso urbano, que é a sua principal proposta. Dados do mercado chinês mostram que modelos similares têm tido uma excelente aceitação do público.

    • Motor: elétrico de 30 kW, o que equivale a 40 cv de potência
    • Velocidade Máxima: atinge até 100 km/h
    • Bateria e Autonomia: a bateria é de 17 kWh e garante uma autonomia de cerca de 200 km, segundo o padrão de medição chinês
    • Dimensões: ele mede 3,10 metros de comprimento e tem 2 metros de entre-eixos, com espaço para quatro ocupantes
    • Peso: é um carro leve, com apenas 1.125 kg.

    Leia também: Volkswagen ataca reinado da Toyota e confirma seu primeiro carro híbrido igual ao Corolla

    Na prática, o Livan Smurf é uma versão rebatizada de um modelo que já é um sucesso: o Geely Panda Mini EV. Este carro já vendeu mais de 100 mil unidades em 2025, de acordo com levantamentos da imprensa especializada na China.

    O preço do Smurf deve ficar abaixo dos 36.000 yuans, o que dá cerca de R$ 27.000 em conversão direta, sem impostos. Mas é claro, não há qualquer informação sobre a vinda do modelo para o Brasil. Além disso, considerando nossa carga tributária, é quase impossível um veículo elétrico ser vendido aqui por esse preço.

    E você, o que achou do Livan Smurf? Acredita que um carro elétrico da Lifan por menos de R$ 30 mil faria sucesso no Brasil? Deixe sua opinião nos comentários!



    Fonte: Garagem 360

  • Marca chinesa é acusada de substituir secretamente peças defeituosas: Entenda o motivo

    Marca chinesa é acusada de substituir secretamente peças defeituosas: Entenda o motivo

    A Xpeng Motors, gigante chinesa de veículos elétricos que está chegando ao Brasil, está no olho do furacão. A empresa é acusada de uma estratégia controversa para lidar com falhas perigosas no sistema de direção de seus carros P7+. Em vez de emitir um recall oficial, a marca estaria optando por uma abordagem arriscada: substituir discretamente peças defeituosas e aplicar reparos paliativos, colocando em risco a segurança dos motoristas.

    Xpeng é acusada de substituir secretamente peças defeituosas

    As denúncias, levantadas pelo jornal chinês Economic Information Daily, da agência de notícias Xinhua, apontam para um problema sistêmico no sistema de direção hidráulica do modelo Xpeng P7+, que pode travar ou apresentar falhas súbitas. Proprietários relataram movimentos inesperados do volante, especialmente após mudanças de faixa, criando condições de direção extremamente perigosas.

    Xpeng é acusada de substituir secretamente peças defeituosas – Foto: Divulgação

     


    O que chocou a opinião pública foi a tática supostamente adotada pela Xpeng. Segundo a investigação jornalística, a empresa estaria usando uma abordagem de dupla face:

    • Reparos secretos: Durante a manutenção de rotina, a montadora estaria aplicando um selante nos componentes da direção, um reparo que não resolve a raiz do problema.

    • Substituição silenciosa: A Xpeng também estaria substituindo o sistema de direção apenas nos veículos dos proprietários que se manifestam de forma mais veemente, enquanto nega a existência de um problema generalizado.

    Essa abordagem não apenas frustra os consumidores, mas também levanta sérias dúvidas sobre a segurança e a responsabilidade da empresa. A situação se agrava com relatos de que até mesmo as peças de reposição apresentam defeitos. Um proprietário relatou que o novo sistema de direção de seu veículo falhou apenas duas semanas após a substituição.


    O perigo e as implicações

    A recusa da Xpeng em emitir um recall oficial é vista por especialistas como uma tentativa deliberada de evitar os altos custos e o rigoroso escrutínio regulatório que um recall abrangente implicaria. Ao realizar reparos e substituições “por debaixo dos panos”, a empresa evita reconhecer publicamente o defeito e potencialmente contorna as leis de proteção ao consumidor.

    O caso da Xpeng ocorre em um momento crucial para o setor automotivo chinês, que busca fortalecer a supervisão de veículos inteligentes e suas atualizações remotas.

    A segurança vem em primeiro lugar. Deixe sua opinião nos comentários: você confiaria em uma marca que adota esse tipo de estratégia?

    Leia aqui: É chinês: XPeng P7 quebra recorde de resistência e entra para a história dos carros elétricos

     



    Fonte: Garagem 360

  • Gigante estatal chinesa quer 10% da Leapmotor

    Gigante estatal chinesa quer 10% da Leapmotor

    A gigante estatal chinesa FAW Group está a um passo de se tornar uma acionista estratégica da fabricante de veículos elétricos (VEs) Leapmotor. Em uma jogada que pode redefinir o panorama do mercado de carros elétricos na China, a FAW planeja adquirir cerca de 10% de participação na startup, aprofundando uma parceria que começou em março deste ano.

    Gigante estatal chinesa FAW Group quer 10% da Leapmotor

    O movimento da FAW Group, uma das maiores e mais antigas montadoras do país, segue um “Memorando de Entendimento de Cooperação Estratégica” assinado em março. O acordo inicial já previa uma colaboração em pesquisa, desenvolvimento e, o mais importante, a exploração de uma cooperação de capital.

    A notícia, divulgada pela mídia chinesa Cailian Press, indica que a proposta de aquisição está “circulando e avançando” nos departamentos internos da FAW.


    Gigante estatal chinesa FAW Group quer 10% da Leapmotor – Foto: Divulgação

     

    Por que a FAW está interessada?

    O interesse da FAW na Leapmotor não é aleatório. A startup de VEs tem mostrado um desempenho financeiro robusto, com um salto impressionante na receita e, o mais crucial, alcançando a lucratividade no primeiro semestre de 2025.

    Crescimento e Lucratividade: A Leapmotor reportou uma receita de 24,25 bilhões de yuans (aproximadamente US$ 3,37 bilhões), um aumento de 174% em relação ao ano anterior. Pela primeira vez, a empresa registrou um lucro líquido de 30 milhões de yuans (US$ 4,17 milhões), um sinal de que está consolidando seu modelo de negócios.

    Sinergia e tecnologia: Além dos números, a parceria visa uma sinergia de recursos. A FAW busca aproveitar a agilidade e o know-how tecnológico da Leapmotor em VEs, enquanto a Leapmotor pode se beneficiar da robusta cadeia de suprimentos e dos canais de distribuição globais da FAW.

    Um projeto de veículo conjunto entre a Leapmotor e a marca Hongqi (parte da FAW) já está em andamento, com planos de lançamento no mercado externo para o segundo semestre do próximo ano.


    O contexto de mercado e a jogada da Stellantis

    Esta potencial aquisição da FAW Group acontece em um cenário onde as alianças estratégicas estão se tornando essenciais. Em outubro de 2023, a Stellantis, um dos maiores grupos automotivos do mundo, já havia investido 1,5 bilhão de euros para adquirir 20% da Leapmotor.

    O acordo com a Stellantis permitiu a criação de uma joint venture para exportar e vender VEs da Leapmotor fora da China. A entrada da FAW Group fortalece ainda mais a posição da Leapmotor como uma peça-chave no mercado global.

    O anúncio da notícia já causou impacto no mercado de ações, com as ações da FAW disparando 10% e as da Leapmotor subindo antes de se estabilizarem. Isso demonstra a confiança dos investidores no potencial dessa parceria para impulsionar a inovação e o crescimento no setor de veículos elétricos.

    A Leapmotor está no centro das atenções das grandes montadoras. Qual será o próximo passo dessa startup? Deixe sua opinião nos comentários.

    Leia aqui: A Ascensão da Leapmotor: De “Marginal” a Gigante dos Carros Elétricos na China

     

     



    Fonte: Garagem 360

  • Vale a pena esperar o Toyota Yaris Cross?

    Vale a pena esperar o Toyota Yaris Cross?

    Em um mercado de SUVs compactos cada vez mais acirrado, a Toyota se prepara para um grande movimento. Com o lançamento do Yaris Cross previsto para outubro de 2025, a montadora japonesa entra de cabeça na briga, buscando desbancar rivais de peso como Volkswagen T-Cross, Hyundai Creta e Chevrolet Tracker. Mas, com a chegada marcada, a pergunta que fica é: vale a pena segurar a ansiedade e esperar por esse lançamento?

    O Yaris Cross chega com argumentos sólidos, especialmente a aposta na tecnologia híbrida flex. Produzido em Sorocaba (SP), o SUV substituirá os Yaris hatch e sedã, trazendo um pacote robusto que equilibra eficiência, segurança e tecnologia a um preço competitivo.


    O que o Yaris Cross traz de novo?

    A Toyota não está de brincadeira. O Yaris Cross vem com um projeto pensado para o Brasil, com adaptações de design e uma gama de versões que atendem a diferentes públicos.

    Motorização eficiente: Nas versões de entrada, o SUV terá um motor 1.5 flex de até 110 cv. Mas o grande destaque é a versão XRX Hybrid, que combina um motor 1.5 Atkinson com um elétrico, entregando 113 cv de potência combinada.

    A promessa é de um consumo de combustível impressionante, podendo chegar a 32 km/l no ciclo urbano na versão híbrida, tornando-o o híbrido pleno mais acessível do país.

    Design e espaço interno: Com um visual moderno que lembra o Corolla Cross, mas com uma pegada mais jovem, o Yaris Cross tem dimensões competitivas e um porta-malas de 471 litros, superando muitos de seus concorrentes diretos.

    Vale a pena esperar o Toyota Yaris Cross? – Foto: Divulgação

     

    Tecnologia e segurança: As versões topo de linha devem vir com o Toyota Safety Sense, um pacote de segurança ativa com controle de cruzeiro adaptativo, assistente de permanência em faixa e sistema de pré-colisão.

    Além disso, a conectividade é garantida com central multimídia de 10,1 polegadas com Android Auto e Apple CarPlay sem fio.

    Apesar do escândalo

    É importante mencionar que o Yaris Cross se viu envolvido em um escândalo de fraude em testes de segurança em países asiáticos. A Daihatsu, subsidiária da Toyota, foi responsável por manipular testes, o que levou à suspensão de vendas em algumas regiões.

    No entanto, a Toyota vem trabalhando para reforçar a transparência e a segurança de seus produtos, e a versão brasileira deve passar por todos os testes e certificações locais exigidas, garantindo a qualidade e confiabilidade.

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    O cenário competitivo e a aposta da Toyota

    O lançamento do Yaris Cross é um pilar fundamental na estratégia da Toyota no Brasil. A produção local, com um investimento de R$ 1,7 bilhão, permite preços competitivos, estimados entre R$ 130 mil e R$ 185 mil. Com isso, a montadora busca posicionar o SUV como uma opção de entrada com a reconhecida confiabilidade da marca e um diferencial tecnológico inédito no segmento.

    A produção de baterias híbridas no Brasil a partir de 2026 reforça o compromisso da Toyota com a sustentabilidade e a eletrificação no país. Além disso, a garantia de 10 anos com o programa Toyota 10 oferece uma tranquilidade extra para o consumidor.


    Veredito: vale a pena esperar?

    A decisão de esperar pelo Yaris Cross dependerá das suas prioridades. Se você valoriza eficiência energética, tecnologia híbrida, segurança e confiabilidade de uma marca consolidada, e não tem pressa para trocar de carro, sim, a espera pode valer a pena. O Yaris Cross promete ser um divisor de águas no segmento, unindo o melhor da engenharia Toyota a um preço mais acessível.

    A chegada em outubro de 2025 fará com que o SUV entre no mercado no melhor momento do ano para vendas de veículos, e as expectativas são altas. A Toyota espera que o modelo não apenas conquiste uma fatia significativa do mercado, mas também se posicione como um dos mais vendidos do segmento.

    Ficou curioso para saber mais sobre o Yaris Cross? Compartilhe este texto e nos diga nos comentários: qual característica do novo SUV mais te impressionou?

    Leia também: 19 km/l ou 30 km/l? Afinal, qual o consumo do Toyota Yaris Cross?



    Fonte: Garagem 360

  • Vale a pena comprar um Honda City 2026? Sua principal novidade é a versão Touring Sport

    Vale a pena comprar um Honda City 2026? Sua principal novidade é a versão Touring Sport

    Foto do Honda City Touring Sport
    Honda City Touring Sport

    Depois de uma reestilização bastante interessante no ano passado, a estratégia agora foi “não mexer” em time que está ganhando. A partir disso, pergunto: vale a pena comprar um Honda City 2026? Afinal, sua única e principal novidade é a versão Touring Sport!

    (mais…)

  • Veículos elétricos aliviam o estresse, mas estradas caóticas mantêm a ansiedade no volante

    Veículos elétricos aliviam o estresse, mas estradas caóticas mantêm a ansiedade no volante

    Um novo estudo encomendado pela DS Automobiles revelou um fato interessante: motoristas de veículos elétricos se sentem menos estressados ao volante do que aqueles que dirigem carros a gasolina ou diesel.

    Veículos elétricos aliviam o estresse, mas estradas caóticas mantêm a ansiedade no volante

    A pesquisafocada no Reino Unido, mostrou que 75% dos proprietários de VEs consideram a experiência de dirigir mais tranquila. No entanto, o paradoxo é que 39% dos motoristas britânicos ainda citam o ato de dirigir como uma grande fonte de ansiedade.


    A paz de espírito nos veículos elétricos vem de uma combinação de fatores: o motor elétrico, que entrega torque de forma suave, o silêncio da cabine e a ausência de vibrações mecânicas. Essa sensação de serenidade tem se tornado um atrativo para os compradores, tanto quanto a economia de combustível ou os incentivos fiscais.

    Apesar disso, a pesquisa da DS mostra que essa tranquilidade tem limites. O estresse retorna quando os motoristas precisam lidar com o comportamento imprevisível de outros veículos e com as condições das estradas.

    Veículos elétricos aliviam o estresse, mas estradas caóticas mantêm a ansiedade no volante – Foto: BMW

     

    O problema está na estrada, não no carro

    O estudo destacou que os principais fatores de estresse para os motoristas, independentemente do tipo de carro, são:

    • Motoristas que seguem muito perto do carro da frente: 58%

    • Falta de disciplina nas faixas: 53%

    • Congestionamento: 44%

    Esses dados mostram que a qualidade da infraestrutura e o comportamento dos motoristas são os principais vilões do estresse no trânsito. Um carro silencioso e confortável não pode mudar a atitude de outros condutores nem liberar uma rodovia congestionada.


    Problema é o trânsito – Foto: Freepik

     

    A busca por mais conforto e segurança

    Quando questionados sobre o que poderia reduzir o estresse ao dirigir, os motoristas apontaram melhor conforto no carro e recursos mais inteligentes, como assentos com suporte, suspensão de alta qualidade e sistemas de navegação precisos. Muitos desses recursos já são pontos fortes dos veículos elétricos, que geralmente vêm equipados com sistemas avançados de assistência ao motorista.

    O estudo reforça que, embora a tecnologia dos veículos elétricos ajude a tornar a experiência mais agradável, a solução para um trânsito menos estressante e mais seguro passa por melhorias na infraestrutura, leis de trânsito mais rigorosas e, principalmente, um comportamento mais consciente de todos os motoristas.

    Leia também: Tesla Model YL é flagrado antes da estreia oficial



    Fonte: Garagem 360

  • GWM abre pré-reserva do SUV Haval H9 e da picape Poer P30

    GWM abre pré-reserva do SUV Haval H9 e da picape Poer P30

    A GWM abriu as reservas para seus novos modelos nacionais. O Haval H9 e a picape Poer P30 podem ser reservados mediante um depósito de R$ 9 mil. 

    As reservas podem ser realizadas no site da GWM, Mercado Livre, aplicativo My GWM ou nas concessionárias da marca. Os clientes que realizarem o pagamento vão ganhar alguns itens especiais da condição de lançamento. 

    Saiba mais sobre o Haval H9 e o Poer P30

    Os dois modelos (H9 e Poer) serão fabricados no Brasil, na fábrica da GWM em Iracemápolis (SP), inaugurada este mês. Dentre as características dos modelos, temos:

    Haval H9

    • Engate de reboque;
    • Rack de teto;
    • Caixa organizadora.

    Poer P30

    • Capota marítima de lona;
    • Santo Antônio tubular;
    • Trava antifurto do estepe.

    O GWM Haval H9 é um SUV de sete lugares de grande porte e 4,95 metros de comprimento. O modelo deve rivalizar com Toyota SW4 e Chery Tiggo 8, por exemplo. 


    GWM Haval H9: SUV de luxo tem 7 lugares e motor diesel
    GWM Haval H9: SUV de luxo tem 7 lugares e motor diesel • Divulgação

    Em termos de perfomance, o carro é equipado com motor 2.4 turbodiesel e transmissão automática de 9 velocidades. O conjunto é o mesmo também para a picape Poer P30.

    Na Ásia, esse conjunto entrega 186 cv e 48,9 kgfm de torque, mas pode mudar no Brasil devido a ajustes técnicos. Para o mercado nacional, a GWM ainda não anunciou os números oficiais. 

    Os dois modelos também entregam faróis Full-LED inteligentes, assentos em couro climatizados, tela central de 14,6 polegadas, câmera 360°, carregador de celular por indução de 50W e sistema de condução semiautônoma de nível 2+.

    Picape média 

    Para rivalizar com as médias como Hilux, Ford e outras, a GWM terá a Poer P30 para entrar na briga. A picape tem 5.416 mm de comprimento, 1.947 mm de largura e 1.886 mm de altura.


    Picape Poer P30 será fabricada no Brasil
    Picape Poer P30 será fabricada no Brasil • Divulgação

    Segundo informações da GWM, ela tem “ampla caçamba e cabine mais espaçosa que a média do segmento”. 

    A montadora, porém, não deixou claro se esses modelos da reserva serão nacionais ou ainda importados. Questionamos a fabricante e iremos atualizar a matéria quando houver o retorno da informação.

    Entenda diferenças entre veículos SUV, D-SUV, C-SUV, B-SUV



    Fonte: CNN Brasil Auto