Autor: automoveis

  • Honda aposta em inteligência artificial para carros autônomos

    Honda aposta em inteligência artificial para carros autônomos

    A Honda, gigante japonesa do setor automotivo, acaba de anunciar uma parceria estratégica que pode acelerar drasticamente sua entrada no mundo dos carros autônomos. A empresa se uniu à Helm.ai, uma startup californiana especializada em inteligência artificial, para desenvolver sistemas avançados de assistência ao motorista.

    O objetivo é claro: lançar suas próprias tecnologias de direção automatizada a partir de 2027.

    Honda aposta em inteligência artificial para carros autônomos

    O vice-presidente da Unidade de Supervisão de Negócios de Veículos Definidos por Software da Honda, Mahito Shikama, reforçou o foco da colaboração em segurança e melhoria da experiência de direção. A meta é criar tecnologias “seguras e acessíveis” que possam levar a um futuro com zero fatalidades no trânsito.

    O centro da parceria é o desenvolvimento da plataforma Navigate on Autopilot (NOA) da Honda. Diferente de sistemas de autonomia total, o NOA é um sistema de direção parcialmente automatizado, que exige a atenção constante do motorista.

    Ele foi projetado para auxiliar na direção, aceleração e navegação, tanto em rodovias quanto em ambientes urbanos complexos.

    Honda aposta em inteligência artificial para carros autônomos – Foto: Divulgação

    Sistema pode tomar decisões

    O sistema da Honda é construído sobre uma estrutura de IA que, segundo a empresa, é capaz de entender o ambiente e tomar decisões para controlar o veículo.

    A Honda planeja expandir essa tecnologia para toda sua linha de veículos a partir de 2027, um sinal de que a eletrificação e a autonomia caminham juntas na estratégia da montadora.

    Você acredita que a inteligência artificial tornará a direção mais segura? Deixe sua opinião nos comentários.

    Leia aqui: Carros chineses invadem o Brasil: confira a lista com 15 marcas que chegam até o fim de 2025



    Fonte: Garagem 360

  • Saldo da carteira de veículos cresce 13,4% no primeiro semestre

    Saldo da carteira de veículos cresce 13,4% no primeiro semestre

    A Anef, Associação Nacional das Empresas Financeiras das Montadoras, divulgou balanço do primeiro semestre, com destaque para crescimento de 13,4% no saldo total da carteira de veículos, que chegou a R$ 510,8 bilhões frente a R$ 450 bilhões em idêntico período de 2024.

    Entretnto, segundo a entidade, em cenário de juros elevados, com a taxa Selic em 15%, maior patamar desde 2006, o volume de recursos liberados para o financiamento de veículos de janeiro a junho manteve-se estável na mesma comparação, totalizando R$ 127 bilhões.

    O resultado indica uma leve recuperação do mercado, especialmente após a retração de 4,3%, registrada no primeiro trimestre, pondera a Anef.

    O CDC, Cédito Direto ao Consumidor, é a modalidade com  mais utilizada, atingiu R$ 126,5 bilhões em recursos liberados.

    “Diante de instabilidade econômica e incertezas fiscais, o mercado de financiamento de veículos entra no segundo semestre de 2025 com projeções cautelosas. A manutenção do volume de crédito indica uma resiliência importante”, analisa Enilson Sales, presidente da entidade.

    O dirigente manteve projeção de crescimento de 8,5% nos recursos liberados para 2025, embora com ressalvas. “Estamos atentos ao comportamento do mercado e à conjuntura econômica, que ainda impõem desafios à previsibilidade”, destaca.

    Para Sales, os próximos meses dependerão de fatores-chave como a oferta de crédito e a confiança do consumidor. “Com a Selic em 15% e sem perspectiva de redução no curto prazo, o custo do financiamento continua elevado, restringindo o acesso principalmente para pessoas jurídicas. Ao mesmo tempo,  volatilidade tributária e  cenário internacional instável adicionam camadas de incerteza à tomada de decisão de consumidores”, pondera.

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    → Ritmo de crescimento desacelera no mercado de veículos leves

    O presidente da entidade também chamou atenção para o possível impacto do  tarifaço dos Estados Unidos. “No Brasil, o transporte rodoviário é essencial para o agronegócio, e ainda não é possível mensurar o efeito dessas tarifas no mercado de financiamento de caminhões pesados e extrapesados. Não há clareza suficiente para projeções”, afirma.

    O primeiro semestre também trouxe mudança de comportamento entre os consumidores, indica o balanço semestral da entidade.  As compras à vista cresceram ligeiramente em todos os segmentos.

    Em veículos leves, a participação aumentou de 50% para 52%. Financiamentos de carros caíram de 46% para 43% e o consórcio aumentou de 4% para 5%.

    No caso de pesados, caminhões e ônibus, a participação das compras à vista aumentaram de 25% para 33%. O financiamento recuou levemente (40% para 39%), o Finame teve queda significativa (31% para 20%), o consórcio cresceu de 4% para 7, enquanto o leasing voltou a aparecer, com 1% de participação.


    Foto: Pixabay



    Fonte: Auto Industria

  • Umicore tem novo diretor na unidade de catalisadores

    Umicore tem novo diretor na unidade de catalisadores

    Em substituição a Stephan Blumrich, o executivo Robert Gaskell assume como diretor da unidade de Catalisadores Automotivos da Umicore no Brasil, passando liderar as operações desse segmento na América do Sul.

    No cargo de CFO (Diretor Financeiro) regional para todas as unidades de negócios do grupo desde 2021, ele comandava as equipes de Finanças, Suprimentos e TI.

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    Umicore já produziu 60 milhões de catalisadores no Brasil

    Formado em Economia pela Universidade de Bristol, no Reino Unido, Gaskell tem mais de 20 anos de experiência internacional em finanças corporativas e fusões e aquisições. Acumula passagens de destaque por empresas como CMOC, Anglo American e Ernst & Young.

    “É um privilégio assumir esta nova função e liderar uma equipe tão talentosa e comprometida”, comenta Gaskell. “No Brasil, a Umicore está investindo em novas tecnologias para melhor atender os clientes, reforçando o compromisso com a inovação tecnológica, excelência operacional e desenvolvimento sustentável no setor automotivo. Também agradeço sinceramente a Stephan Blumrich por sua liderança e contribuições ao longo dos últimos 17 anos no território brasileiro”.

    A Unidade de Catalisadores Automotivos é uma das maiores fornecedoras globais desse tipo de componente, essencial no processo de redução de emissão de poluentes na atmosfera.


    Foto: Divulgação/Umicore



    Fonte: Auto Industria

  • Próximos híbridos-flex da Stellantis serão Peugeot

    Próximos híbridos-flex da Stellantis serão Peugeot

    Acabou o suspense sobre os próximos híbridos-flex da Stellantis, que inaugurou a tecnologia com os Fiat Fastback e Pulse em outubro no ano passado. Emanuele Cappellano, presidente da empresa na América do Sul, confirmou que o lançamento dos modelos 208 e 2008 da Peugeot com a tecnologia Bio-Hybrid será agora em setembro.

    Desenvolvidos no Development Center, Safety Center e Virtual Center da Stellantis na América do Sul, os motores híbridos são fabricados no Polo Automotivo de Betim, MG, em uma linha responsável por produzir versões flex de alta eficiência, baixas emissões e que podem ser associados às tecnologias de hibridização.

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    América do Sul compensa parte das perdas da Stellantis em outras regiões

    Stellantis confirma que seu primeiro híbrido flex será Fiat

    “Com os novos Peugeot 208 e 2008 equipados com a tecnologia Bio-Hybrid, reafirmamos o protagonismo da Stellantis em inovação e tecnologia na nossa região. Seguimos, assim, com a oferta de produtos e soluções que atendem aos desejos do consumidor e as necessidades do mercado”, comentou Cappellano ao anunciar as novidades da marca francesa no Brasil.

    Com relação à fábrica de motores, a empresa lembra que ela foi recentemente ampliada e tem agora capacidade de produção de 1,1 milhão de motores por ano, o que consolida o Brasil como hub de referência global no desenvolvimento de powertrains e da tecnologia Bio-Hybrid, que permite o abastecimento também com o etanol.

    A empresa não revelou detalhes oficiais, mas tudo indica que a tecnologia incorporada nos modelos Peugeot é a mesma definida como híbrida leve dos Fiat Pulse e Fastback.

    Informações mais precisas serão divulgadas nos primeiros três dias de setembro no Rio de Janeiro, quando ocorre o lançamento dos novos modelos que farão parte da linha 2026 da Peugeot.

    A ação é parte do investimento de R$ 32 bilhões aportados entre 2025 e 2030, que contempla, segundo a montadora, produtos inéditos, soluções disruptivas e oportunidades de negócios.


    Foto: Divulgação

     

     



    Fonte: Auto Industria

  • Volkswagen declara guerra ao Corolla Cross com novo SUV híbrido confirmado para o Brasil

    Volkswagen declara guerra ao Corolla Cross com novo SUV híbrido confirmado para o Brasil

    A Volkswagen está preparando uma ofensiva no segmento de carros eletrificados no Brasil. A princípio, a marca alemã vai entrar de cabeça na briga dos SUVs híbridos e o alvo já está definido: o líder de vendas Toyota Corolla Cross. A confirmação veio do próprio CEO global da empresa, Thomas Schäfer.

    Essa movimentação promete esquentar o mercado e trazer uma nova opção de peso para o consumidor brasileiro que busca mais economia e tecnologia. Acompanhe o Garagem360 e descubra os detalhes do futuro SUV híbrido da VW!

    A confirmação do novo SUV híbrido da Volkswagen

    Em uma declaração recente, o CEO da Volkswagen, Thomas Schäfer, deu a pista que todos esperavam. Ele afirmou que a próxima geração do SUV T-Roc, na Europa, será o primeiro carro da marca a usar um sistema híbrido convencional, ou seja, que não precisa ser recarregado na tomada, exatamente como o sistema da Toyota.

    Volkswagen; T-Roc

    Foto: Divulgação / Volkswagen

    Essa fala se encaixa perfeitamente com os flagras de novos carros de teste da VW rodando no Brasil. Tudo indica que essa nova tecnologia híbrida está a caminho do nosso mercado para equipar um SUV inédito, que pode ser até mesmo uma nova geração do Nivus.

    Como será a motorização do novo rival do Corolla Cross?

    A expectativa é que o coração do novo SUV seja o moderno motor 1.5 TSI EVO2. Lançado em 2022 na Europa, ele é mais eficiente e menos poluente que o atual 1.4 TSI. Este motor a combustão trabalhará em conjunto com um motor elétrico.

    Porém, para o Brasil, a grande vantagem é que este conjunto será adaptado para a tecnologia híbrida flex. Ou seja, o carro poderá ser abastecido com etanol ou gasolina, combinando a eficiência do sistema elétrico com a versatilidade do combustível vegetal, algo que o seu principal concorrente ainda não oferece.

    Investimento bilionário e nova plataforma

    A chegada deste novo SUV é um dos projetos mais importantes do novo ciclo de investimentos da marca no país. A novidade faz parte do robusto plano de aportes da Volkswagen na região, que visa acelerar a eletrificação e o desenvolvimento de novos produtos.

    • Plataforma: o carro será construído sobre a nova base MQB Hybrid, uma evolução da arquitetura já usada por T-Cross e Nivus.
    • Melhorias: dessa forma, a nova plataforma vai permitir um pacote de segurança mais robusto, com mais assistentes de condução.
    • Investimento (América Latina): R$ 20 bilhões.
    • Investimento (Brasil): deste total, R$ 13 bilhões serão destinados às fábricas de São Paulo para a produção de carros híbridos flex.

    Enfim, com um investimento tão forte e uma tecnologia promissora, a Volks se prepara para disputar a liderança em um dos segmentos mais importantes e lucrativos do mercado brasileiro.

    E você, o que acha dessa aposta? Acredita que um SUV híbrido da VW tem chances de desbancar o Corolla Cross? Comente abaixo!

    Confira: Lifan ressurge das cinzas com carro elétrico de R$ 30 mil que ‘sorri’ para você



    Fonte: Garagem 360

  • Chegou ao fim: Toyota Yaris sai de linha para abrir espaço para novo SUV híbrido no Brasil

    Chegou ao fim: Toyota Yaris sai de linha para abrir espaço para novo SUV híbrido no Brasil

    O Toyota Yaris encerrou oficialmente sua jornada no mercado brasileiro. A montadora confirmou o fim das vendas das carrocerias hatch e sedan no país, marcando o fim de uma era para o modelo e para a própria marca, que agora abandona de vez o segmento de compactos tradicionais.

    A decisão, no entanto, já era esperada e faz parte de uma grande virada de chave da Toyota no Brasil. Acompanhe o Garagem360 e entenda os motivos por trás dessa decisão!

    O fim de uma era para o Toyota Yaris

    O adeus ao Toyota Yaris foi um processo gradual. A produção do modelo para o mercado brasileiro na fábrica de Sorocaba (SP) foi encerrada no dia 31 de dezembro de 2024. Desde então, a Toyota vinha apenas vendendo as unidades restantes no estoque.

    Toyota Yaris

    Foto: Divulgação / Toyota

    Os números de vendas de 2025 mostram claramente essa estratégia. O sedan, que vendeu 599 carros em abril, teve apenas 4 unidades comercializadas em agosto.

    O mesmo aconteceu com o hatch, que caiu de 827 emplacamentos em abril para somente 3 em agosto. Assim, é importante notar que o Yaris hatch continua sendo fabricado no Brasil, mas agora apenas para exportação a outros mercados, como a Argentina.

    Quem vai substituir o Yaris no Brasil?

    O espaço deixado pelo Yaris hatch e sedan já tem um dono definido: o novo Toyota Yaris Cross. Com lançamento previsto para outubro deste ano, o modelo chega como a grande aposta da marca para um dos segmentos mais aquecidos do mercado.

    O SUV compacto usará o mesmo motor 1.5 aspirado já conhecido do Yaris, mas sua grande novidade será a oferta de uma versão com motorização híbrida flex. Essa tecnologia é um grande diferencial da Toyota e promete colocar o Yaris Cross em uma posição de destaque na categoria.

    Nova aposta: a briga agora é com os SUVs

    Com o fim do Etios no passado e agora do Yaris, a Toyota se despede oficialmente do segmento de hatches e sedans compactos no Brasil. A estratégia da marca, confirmada pela própria Toyota, é focar totalmente onde o consumidor brasileiro tem demonstrado maior interesse: os SUVs. O Yaris Cross chegará para uma briga de gigantes contra:

    • Volkswagen T-Cross
    • Hyundai Creta
    • Fiat Pulse
    • Chevrolet Tracker
    • Nissan Kicks

    Ao oferecer uma opção híbrida, a Toyota busca repetir o sucesso que já alcançou com o Corolla e o Corolla Cross, atraindo um consumidor que busca mais economia de combustível e tecnologia.

    E você, o que achou do fim do Toyota Yaris? Acredita que a marca acerta ao focar todas as suas fichas no novo SUV? Deixe sua opinião nos comentários!

    Leia também: Nova Toyota Hilux 2026 cabine simples terá visual de luxo; veja o que muda!



    Fonte: Garagem 360

  • Deu ruim: Juiz decide que proprietários podem entrar em ação conjunta contra Tesla

    Deu ruim: Juiz decide que proprietários podem entrar em ação conjunta contra Tesla

    Uma decisão judicial pode abrir um novo capítulo na história da Tesla. Um juiz federal na Califórnia autorizou que motoristas que compraram o pacote de autonomia total, o Full Self-Driving (FSD), entre 2016 e 2024, se unam em uma ação coletiva contra a empresa.

    A acusação é de que a Tesla superestimou as capacidades de sua tecnologia, usando uma estratégia de marketing que se mostrou, para muitos, uma falsa promessa.

    Juiz decide que proprietários podem entrar em ação conjunta contra Tesla

    A decisão do juiz representa um desafio direto à narrativa que impulsionou o crescimento da marca de Elon Musk. A corte considerou que as mensagens consistentes da Tesla, divulgadas em seu site, teleconferências e até mesmo nos pronunciamentos de Musk, criaram uma expectativa de que os veículos seriam capazes de dirigir sozinhos em um futuro próximo.


    A juíza Rita Lin, responsável pelo caso, concluiu que a venda direta da Tesla facilitou a exposição dos consumidores às promessas da empresa. Se Musk dizia publicamente que “todos os Teslas têm o hardware para autonomia total”, a corte entende que um comprador razoável poderia ter se baseado nessas declarações ao desembolsar milhares de dólares extras pelo pacote FSD.

    Juiz decide que proprietários podem entrar em ação conjunta contra Tesla – Foto: Divulgação

     

    Essa decisão diferencia o FSD de outros sistemas, como o Enhanced Autopilot, que não prometiam autonomia total e, por isso, foram excluídos da ação. O FSD, por outro lado, foi vendido com a promessa de que o carro, eventualmente, poderia dirigir sem intervenção humana. Quase uma década depois, os proprietários ainda aguardam, e essa espera se tornou o cerne do processo judicial.


    Por que a decisão vai além da Tesla?

    A permissão para que o processo avance não significa que a Tesla será condenada, mas sim que os motoristas terão a chance de apresentar seu argumento em conjunto. No entanto, a repercussão pode ser enorme e remodelar a forma como a indústria automotiva comercializa recursos avançados de assistência ao motorista.

    Uma ação coletiva desse porte pode representar um risco financeiro e de reputação significativo para a Tesla, especialmente em um momento delicado para a empresa, que enfrenta queda nas vendas, agitação de acionistas e uma série de outros processos judiciais.

    Leia aqui: Proprietários da Tesla Cybertruck enfrentam novo problema: seguradoras recusam o veículo

    Você acredita que as promessas de carros autônomos são exageradas? Compartilhe sua opinião sobre o assunto nos comentários!



    Fonte: Garagem 360

  • Reviravolta no setor: Mercedes-Benz estuda usar motores da BMW em seus carros a combustão

    Reviravolta no setor: Mercedes-Benz estuda usar motores da BMW em seus carros a combustão

    Em uma reviravolta que poderia redefinir a rivalidade histórica entre as gigantes alemãs do setor automotivo, a Mercedes-Benz estaria em negociações avançadas para usar os motores a gasolina de quatro cilindros da BMW em seus futuros modelos.

    A informação, obtida pela revista Autocar, sugere que a Mercedes busca uma nova estratégia para cortar custos e se adaptar à adoção mais lenta do que o esperado de seus veículos elétricos.

    Mercedes-Benz estuda usar motores da BMW 

    Uma fonte da Mercedes revelou à Autocar que as conversas estão em um nível avançado e que um anúncio oficial sobre a parceria pode ser feito ainda este ano. O acordo faria com que a BMW fornecesse sua próxima geração de motores a gasolina para uma vasta gama de modelos da Mercedes, incluindo o CLA, GLA, GLB, Classe C, Classe E, GLC e até mesmo o futuro Little G’.


    A razão principal para essa aliança inusitada é o corte de custos e a necessidade de se adaptar a um mercado em transição. A Mercedes estaria buscando um fornecimento de motores compatíveis com o padrão Euro 7, crucial para a continuidade de sua linha de carros a combustão.

    Mercedes-Benz estuda usar motores da BMW – Foto: Divulgação

     

    Além disso, a parceria permitiria à empresa expandir a oferta de híbridos plug-in (PHEV) sem ter que fazer pesados investimentos no desenvolvimento de novos motores de quatro cilindros.

    A Mercedes está atualmente introduzindo seu próprio motor, o M252, produzido na China em uma joint venture com a Geely e a Renault. No entanto, fontes internas indicam que, embora o M252 seja adequado para sistemas híbridos leves, ele não foi projetado para aplicações como PHEV ou extensor de autonomia, uma lacuna que o motor da BMW poderia preencher.


    A tecnologia por trás da aliança

    Há rumores de que o motor a ser fornecido pela BMW seja um derivado do motor B48 de 2.0 litros turbo, usado em quase toda a linha de modelos da BMW e Mini. A flexibilidade do B48, que pode ser adaptado tanto para layouts longitudinais quanto transversais, daria à Mercedes mais opções para seus veículos compactos e médios.

    A parceria também poderia se estender para além da simples compra de motores, com a possibilidade de uma fábrica de motores compartilhada nos EUA, visando contornar tarifas de importação. 

    Você acha que essa parceria entre a Mercedes e a BMW pode beneficiar os consumidores?

    Leia aqui: Adeus carros elétricos? Toyota aposta no motor a combustão para criar modelos mais potentes e versáteis



    Fonte: Garagem 360

  • FedEx eletrifica a frota com Mercedes-Benz eSprinter

    FedEx eletrifica a frota com Mercedes-Benz eSprinter

    A FedEx incorporou à frota 27 Mercedes-Benz eSprinter Furgão Street 320. Os veículos elétricos serão distribuídos nas operações das cidades de Betim (MG), Curitiba (PR), Rio de Janeiro (RJ), São Paulo e Sumaré (SP).

    A Mercedes-Benz Cars & Vans Brasil iniciou a oferta da eSprinter em dezembro de 2024. A depender da versão e da aplicação a autonomia pode chegar a 478 km. No portfólio há as opções Truck (chassi-cabine), Furgão e Furgão Vidrado com capacidades de 3.5 a 4,25 toneladas de peso bruto total (PBT).


    Foto: Divulgação Mercedes-Benz Cars & Vans



    Fonte: Auto Industria

  • Brasil amplia dependência das autopeças chinesas

    Brasil amplia dependência das autopeças chinesas

    Em relatório da balança comercial que acaba de ser atualizado no site da entidade, o Sindipeças revela alta de 22% nas compras de autopeças chinesas este ano, com US$ 2,5 bilhões registrados no acumulado de janeiro a julho ante total de US$ 2,07 bilhões de idêntico período do ano passado.

    Esse avanço no acumulado do ano e de 13,7% no comparativo de julho com o mesmo mês de 2024, “reflete não apenas os preços competitivos e a produção em larga escala do país asiático, mas também o fortalecimento de sua posição na cadeia global de autopeças, ampliando a dependência brasileira em relação aos fornecedores chineses”, reconhece o Sindipeças.

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    Sindipeças sobre tarifaço de Trump: “Barba de molho”.

    Com China na liderança, as importações de autopeças provenientes de 153 países atingiram US$ 13,6 bilhões, alta de 15,6% sobre cifra de US$ 11,8 bilhões alcançados nos primeiros sete meses do ano passado.

    As exportações para 192 mercados também cresceram no período, mas em ritmo menor, da ordem de 8,5%, de US$ 4,38 bilhões para US$ 4,75 bilhões.

    “O acelerado ritmo das compras externas segue como principal responsável pelo aumento do déficit, que atingiu US$ 8,9 bilhões de janeiro a julho frente a igual período de 2024 (US$ 7,4 bilhões)”, informa o Sindipeças, lembrando que a Argentina mantém-se como principal mercado das peças brasileiras.

    As exportações para o país vizinho atingiram US$ 1,81 bilhão até julho, valor 38,2% superior ao do mesmo período do ano passado (US$ 1,45 bilhão). Os dois outros principais mercados, contudo, estão em queda, que é de 5,8% no caso dos Estados Unidos e de 18,6% para o México.

    No caso do mercado estadunidense, as exportações caíram de US$ 775,5 milhões para US$ 730,4 milhões no comparativo interanual, um reflexo da sobretaxa de 25% imposta pelo governo Trump em abril às autopeças brasileiras de veículos abaixo de 5 toneladas.

    “Agravando a situação, destaca-se que desde o início de agosto as autopeças (para veículos acima de 5 toneladas), que até então eram sobretaxadas em 10%, passaram a receber acréscimo de 40 pontos percentuais, totalizando 50%, o que certamente impactará os resultados futuros”, destaca o Sindipeças, que decidiu pedir às suas associadas que negociem com os clientes dos Estados Unidos pra enquadrar algumas peças na lista de exceções.


     



    Fonte: Auto Industria