Autor: automoveis

  • GWM Brasil ataca rivais com carregador que enche a bateria em 40 minutos

    GWM Brasil ataca rivais com carregador que enche a bateria em 40 minutos

    A GWM Brasil anunciou um grande reforço na sua rede de carregadores para carros elétricos em todo o país.

    Em uma iniciativa agressiva para facilitar a vida dos seus clientes e competir no crescente mercado de eletrificados, a marca chinesa confirmou que todas as suas 105 concessionárias receberão novos pontos de recarga super-rápidos, com potência de até 120kW.

    A princípio, a novidade, anunciada nesta semana, é fruto de uma parceria estratégica e promete diminuir drasticamente o tempo de espera na hora de carregar a bateria de modelos como o Haval H6 e o ORA 03. Acompanhe o Garagem360 e veja como essa novidade vai funcionar!

    Como serão os novos carregadores da GWM Brasil?

    A modernização da rede de recarga da GWM Brasil será feita em parceria com a Livoltek, uma empresa do Grupo Hexing especializada em soluções de energia. Serão instalados carregadores de corrente contínua (DC), que são muito mais rápidos que os modelos de corrente alternada (AC) comumente encontrados.

    GWM Brasil; carregadores para carros elétricos

    Foto: Divulgação

    Atualmente, todas as lojas da GWM já oferecem carregadores de 30 kW gratuitamente para seus clientes. O novo equipamento, com potência de até 120kW, representa um salto de qualidade e velocidade, tornando a experiência de recarga muito mais conveniente. As primeiras instalações já começaram em cidades de São Paulo e do Paraná.

    Em quanto tempo os carros vão carregar?

    A principal vantagem dos novos carregadores é, sem dúvida, a velocidade. Com a nova potência, o tempo de espera na tomada será significativamente reduzido, facilitando viagens e o uso diário dos veículos.

    Confira os tempos estimados para uma carga completa:

    • Haval H6 PHEV19: Levará até 40 minutos
    • ORA 03 Skin: Carga completa em até 50 minutos
    • Tank 300: Também com tempo de recarga de até 50 minutos

    Segundo a GWM, todos os clientes da marca terão acesso aos novos equipamentos, reforçando o compromisso da empresa com a infraestrutura para seus veículos.

    Estratégia para competir no mercado nacional

    Este investimento faz parte da forte expansão da GWM no Brasil. A marca, que inaugurou recentemente sua primeira fábrica no país, já estuda abrir uma segunda unidade para acirrar a briga com suas rivais, principalmente a BYD. Oferecer uma rede de recarga robusta é visto como um diferencial crucial nessa disputa.

    A parceria com a Livoltek garante tecnologia de ponta, rapidez e conveniência, fortalecendo ainda mais nosso compromisso com a inovação e a sustentabilidade“, afirmou Marcelo Palla, Head de Recharge da GWM Brasil.

    Com essa iniciativa, a GWM não apenas vende carros, mas também investe na infraestrutura necessária para garantir a melhor experiência aos seus clientes, um passo fundamental para se consolidar como uma das líderes da eletrificação no Brasil.

    Enfim, o que achou dessa iniciativa da GWM? Ter uma rede de recarga rápida faz a diferença na hora de escolher um carro elétrico? Deixe sua opinião!

    Leia também: Peugeot 208 e 2008 ganham motor híbrido ‘polêmico’ da Fiat para economizar



    Fonte: Garagem 360

  • Deu ruim: Problemas na transmissão e nos Motores V8 da GM Chevrolet abalam a confiança

    Deu ruim: Problemas na transmissão e nos Motores V8 da GM Chevrolet abalam a confiança

    A General Motors (GM), gigante da indústria automotiva conhecida pela robustez de seus caminhões e SUVs, enfrenta um dilema crescente que está afetando a confiança de seus clientes.

    Problemas na transmissão e nos Motores V8 da GM Chevrolet 

    Segundo reportagem do site The Drive, a renomada transmissão Allison de 10 marchas e os icônicos motores V8 de bloco pequeno estão se tornando uma fonte de problemas inesperados, colocando em xeque a reputação da marca.

    Um caso emblemático é o de Robert Shafto, que comprou uma picape GMC Sierra 3500 2023 com apenas 48.000 km rodados. Ele descobriu que a transmissão do veículo já havia sido reparada na garantia. Meses depois, o problema voltou a acontecer, e a picape precisou ser levada para a concessionária.

    O mais preocupante é a falta de uma solução definitiva, já que a peça de reposição não tem previsão de chegada.


    Picape GMC Sierra – Foto: Robert Shafto

    Falhas Persistentes e Recall Insuficiente

    A GM realizou um recall abrangente em quase todos os modelos equipados com a transmissão automática de 10 marchas, incluindo picapes, SUVs e até carros esportivos como o Chevy Camaro. No entanto, a correção, que foi apenas uma atualização de software, se aplicava apenas a modelos de 2020 a 2022.

    O objetivo da atualização era evitar que os veículos travassem as rodas traseiras, um problema grave causado pela falha do conjunto do corpo de válvulas.

    Apesar do recall, os problemas persistem em modelos mais recentes. Uma pesquisa no banco de dados de reclamações da NHTSA (Administração Nacional de Segurança no Tráfego em Rodovias) revela que as reclamações de proprietários de caminhões de 2023 e 2024 também se concentram no eixo traseiro.

    O agravante é que a GM parece não sentir a mesma pressão para resolver o problema, já que a atualização de software impede os travamentos em alta velocidade.

    Segundo a reportagem, a GM já lançou a terceira revisão do projeto do corpo de válvulas para as picapes a gasolina de meia tonelada, mas o problema continua sem solução para as séries 2500 e 3500, que são as mais robustas e usadas para trabalho pesado.


    O Fim da Confiança?

    Para proprietários como Shafto, que está com seu veículo parado na concessionária em um momento de mudança de vida, a situação é frustrante. Ele relata ter perdido a fé na qualidade da GM e questiona se a fabricante está tratando a causa-raiz do problema ou apenas trocando peças defeituosas.

    A GM tem sido alvo de diversas ações judiciais coletivas, como a que envolve o motor V8 de 5.3 litros, conhecido por consumir óleo excessivamente, e falhas em transmissões automáticas, reforçando a preocupação dos consumidores.

    A reputação de “inquebrável” que a GM construiu ao longo de décadas com seus motores V8 e a transmissão Allison está sendo testada por falhas que, para os clientes, parecem ser uma “questão prática e não um marco de confiabilidade”. A resposta da GM a essa crise pode definir se a marca conseguirá manter sua base de clientes fiéis ou se a confiança será permanentemente abalada.


    Você já teve problemas de confiabilidade com um veículo da GM?

    Leia aqui: Chevrolet Tracker 2026 chega com painel de tela dupla e visual inspirado na Montana



    Fonte: Garagem 360

  • Londrina testa ônibus elétrico da Higer

    Londrina testa ônibus elétrico da Higer

    Londrina (PR) inicia avaliação de ônibus elétrico no transporte coletivo da cidade com o modelo TEVX Higer Azure A13BR, veículos de piso baixo com capacidade para 80 passageiros e autonomia de 270 km.

    O projeto é encabeçado pela Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização (CMTU) em resposta a estudos de descarbonização no transporte público com o objetivo de tornar o munícipio referência em mobilidade sustentável.

    LEIA MAIS

    →Salvador coloca para rodar ônibus elétrico articulado da Higer  

    →Viação Ultra inicia operação rodoviária com ônibus elétrico da Higer

    Os testes serão conduzidos pela Transportes Coletivos Grande Londrina e Londrisul, as duas concessionárias operadoras do transporte da cidade. O veículo circulará, entre 6h e 19h30, por seis linhas que conectam o centro da cidade a pontos estratégicos, como a rodoviária, o aeroporto e shoppings centers.

    O modelo, com motor de 350 kW, dará subsídios para que a municipalidade possa avaliar autonomia, tempo de recarga, trafegabilidade e condições de operação no trânsito da cidade.

    “Com este teste, poderemos avaliar como o veículo se comporta nas ruas de Londrina e obter dados concretos para escolher os melhores modelos disponíveis no mercado, de acordo com as nossas necessidades reais”, resume Fernando Porfírio, diretor de Transporte da CMTU.


    Foto: Divulgação TEVX Higer



    Fonte: Auto Industria

  • BateClick, a nova plataforma que conecta motorista e oficinas

    BateClick, a nova plataforma que conecta motorista e oficinas

    ABateClick, uma startup de tecnologia, acaba de lançar uma plataforma digital que conecta usuários a centros automotivos próximos de onde está o veículo. Por meio de celular ou computador, o motorista envia fotos dos danos do veículo e, com base na geolocalização, a plataforma identifica e encaminha automaticamente as imagens para oficinas na região, que respondem com orçamentos detalhados.

    “Nossa proposta é clara: usamos a tecnologia para agilizar processos, reduzir custos e oferecer mais transparência no atendimento automotivo. Em um país onde os deslocamentos urbanos são cada vez mais desafiadores e o tempo é um recurso valioso, a BateClick chega como solução inteligente para quem precisa reparar o carro com urgência e praticidade”, diz Gustavo Lima, sócio da startup.

    A BateClick revela já ter cadastrado milhares de oficinas de funilaria e pintura na capital paulista e na Grande São Paulo. Ao optar pelo serviço de uma delas, o cliente paga para a plataforma, que retém o pagamento até que o serviço seja realizado.

    “Apenas quando tudo está terminado é que a oficina recebe. Então, o cliente tem a segurança de que o serviço e o prazo serão cumpridos”, assegura Lima, informando que o webapp pode ser acessado no link https://webapp.bateclick.com.br/.




    Fonte: Auto Industria

  • CNH sem autoescola também vai acabar com a prova prática do Detran?

    CNH sem autoescola também vai acabar com a prova prática do Detran?

    A obrigatoriedade de frequentar aulas em autoescolas para tirar a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) está com os dias contados. O governo federal está com uma proposta em análise na Casa Civil para tornar as aulas teóricas e práticas facultativas, com o objetivo de reduzir custos e facilitar o acesso ao documento.

    Mas, se a autoescola não for mais obrigatória, o que acontece com a prova prática do Detran? Ela também vai acabar?

    A Prova Prática continua sendo obrigatória

    Tanto a prova teórica, quanto a prova prática continuam sendo obrigatórias. O que muda, na verdade, é a forma como o candidato se prepara para esses exames.

    Em vez de ser obrigado a cumprir as 20 horas mínimas de aulas práticas em um Centro de Formação de Condutores (CFC), o futuro motorista terá a liberdade de escolher seu método de aprendizado. Ele poderá, por exemplo, contratar um instrutor autônomo credenciado pelo Detran, que não precisa estar vinculado a uma autoescola, ou até mesmo se preparar de forma autodidata.

    Para as aulas práticas, ele poderá contratar um instrutor credenciado pelo Detran.

    Prova teórica não exigirá mais a frequência em um CFC – Foto: Divulgação

     

    Entenda:

    • Aulas facultativas:A principal mudança é a eliminação da obrigatoriedade da carga horária mínima em autoescolas, tanto para as aulas teóricas quanto para as práticas. 
    • Aprendizado flexível:Os candidatos poderão estudar de forma autônoma, através de cursos online credenciados ou com o apoio de motoristas autônomos, e podem até mesmo aprender com familiares ou conhecidos em ambientes controlados. 
    • A prova prática será mantida:Mesmo sem a obrigatoriedade de aulas em autoescola, os exames práticos e teóricos continuarão a ser exigidos e precisam ser aprovados para a emissão da CNH. ]

    O modelo ainda está em estudo, e as regras detalhadas sobre como funcionará o processo para quem optar por não frequentar a autoescola ainda serão divulgadas.

    O que se sabe é que o governo pretende fornecer materiais de estudo para a prova teórica e manter a avaliação do Detran como a etapa final e decisiva para garantir que o candidato possui as habilidades e o conhecimento necessários para dirigir com segurança.

    Prova prática continua sendo obrigatória – Foto: Freepik

    Por que a mudança?

    A principal motivação por trás da proposta é a redução de custos para o cidadão. De acordo com o Ministério dos Transportes, o valor da CNH pode ser até 75% mais baixo, já que grande parte do custo atual do processo (cerca de 80%) vai para as autoescolas. A medida busca tornar a habilitação mais acessível, especialmente para pessoas de baixa renda.

    Outro ponto importante é a flexibilização. Ao permitir que os candidatos estudem e se preparem no seu próprio ritmo, a proposta visa desburocratizar o processo e dar mais autonomia ao futuro motorista.

    A prova prática do Detran continua sendo a garantia de que, independentemente do método de aprendizado, o condutor está apto a circular nas vias.

    Na sua opinião, o fim da obrigatoriedade das autoescolas vai melhorar ou piorar a qualidade dos novos motoristas? Deixe seu comentário

    Leia tamém: Quando começa a valer a lei da CNH sem auto escola? Veja o que já sabemos

     



    Fonte: Garagem 360

  • Surpreendeu: Caoa Chery bate recorde histórico, mas rival gigante ameaça seu reinado global

    Surpreendeu: Caoa Chery bate recorde histórico, mas rival gigante ameaça seu reinado global

    A Caoa Chery alcançou um marco impressionante na indústria automotiva global. A montadora se tornou a primeira fabricante de carros da China a ultrapassar a marca de 5 milhões de unidades exportadas.

    O feito histórico consolida a força da empresa no cenário mundial e mostra o avanço dos veículos chineses em diversos mercados, incluindo o Brasil.

    No entanto, os números mais recentes mostram que uma rival de peso está crescendo em um ritmo alucinante e pode virar o jogo em breve. A briga pelo topo do pódio das exportações está mais acirrada do que nunca. Acompanhe o Garagem360 e entenda essa disputa de gigantes!

    O recorde da Caoa Chery em números

    O número de 5 milhões de exportações foi alcançado com os excelentes resultados de julho de 2025. Apenas no mês passado, a Chery enviou 119.090 carros para outros países, um crescimento de 31,9% em comparação com o mesmo período do ano anterior.

    No acumulado deste ano, a marca já vendeu quase 1,5 milhão de veículos, sendo que quase 700 mil deles foram para o mercado externo.

    Caoa Chery

    Foto: Divulgação / Caoa Chery

    Esses dados mostram a forte presença da Chery em mercados fora da China, com modelos como a linha Tiggo e Arrizo sendo bem-sucedidos em diversas regiões. No Brasil, a parceria com o grupo Caoa foi fundamental para esse crescimento, como você pode ver no site oficial da marca.

    Liderança da Chery está ameaçada?

    Apesar do recorde histórico, o sinal de alerta está ligado. Os dados do primeiro semestre de 2025 mostram que a liderança da Chery, embora ainda exista, está sob forte ameaça. De janeiro a junho, a marca exportou pouco mais de 544 mil carros, um crescimento modesto de 3,5%.

    Enquanto isso, a BYD aparece na segunda posição com 443 mil unidades exportadas, mas com um crescimento explosivo de 118,2%. Nesse ritmo, a virada no ranking pode acontecer ainda este ano. Outras marcas como SAIC Motor (dona da MG) e Geely também vêm mostrando força, mas ainda estão distantes das duas líderes.

    Quais os carros chineses mais vendidos no mundo?

    Quando olhamos para os modelos mais exportados, a história fica ainda mais interessante. A princípio, a lista dos mais vendidos no primeiro semestre de 2025 mostra o domínio da BYD, enquanto alguns dos principais carros da Chery enfrentam queda.

    • 1º – BYD Song Plus: 134.105 unidades (crescimento de 184%)
    • 2º – MG ZS: 91.706 unidades
    • 3º – Chery Tiggo 5X: 69.838 unidades (queda de 4,6%)
    • 4º – Chery Tiggo 7: 63.965 unidades (queda de 43,3%)
    • 5º – BYD Dolphin (Gaivota): 61.314 unidades (crescimento de 77,1%).

    Os números deixam claro que, embora a Chery ainda seja a número um no volume total, a BYD está ganhando a preferência do consumidor global com seus modelos mais novos e eletrificados, como o Song Plus e o Dolphin.

    Veja na sequência: Salão do Automóvel retorna em 2025 com 23 marcas e muitos lançamentos incríveis

    A Caoa Chery celebra um marco histórico e merecido, mas a competição no mercado global está mais acirrada do que nunca. A ascensão meteórica da BYD promete uma briga intensa pelo posto de maior exportadora de carros da China nos próximos meses.

    E você, o que acha dessa disputa? Acredita que a Caoa Chery manterá a liderança ou a BYD vai dominar o mercado global?



    Fonte: Garagem 360

  • Quase estagnados, elétricos formam segmento de “uma marca só”

    Quase estagnados, elétricos formam segmento de “uma marca só”

    Os seguidos esforços de algumas fabricantes em lançamentos e de empresas de energia para aumentarem a infraestrutura de recarregamento de veículos elétricos parecem ainda insuficientes para fazer brilhar os olhos dos consumidores e levá-los às concessionárias em busca da mobilidade totalmente elétrica.

    A rigor, o mercado brasileiro de automóveis e comerciais leves movidos exclusivamente a bateria estagnou ou recuou este ano para a quase totalidade das marcas que têm algum modelo com a tecnologia.

    O crescimento médio de 5% dos emplacamentos, para 37,3 mil unidades, acompanhou o mercado total — depois de saltarem 225% de 2023 para 2024 —, mas ainda assim essencialmente em função de uma única empresa, a BYD, que carrega o segmento  “nas costas”.

    Em números absolutos, elétricos tiveram somente 1,8 mil emplacamentos a mais até julho, enquanto a marca chinesa — ainda importadora — vendeu 28,8 mil unidades, 3,1 mil acima do registrado nos primeiros sete meses de 2024, evolução de 12%.

    Com esse desempenho, a BYD não só manteve uma longa distância para a segunda colocada, como ampliou sua participação de 72% registrada nos primeiros sete meses de 2024 para 77% em 2025.

    Na prática, de cada dez elétricos vendidos no Brasil, oito pertencem à montadora que ainda está em regime de produção de protótipos em Camaçari, BA, e quatro deles são unidades do Dolphin Mini, modelo de entrada da marca.

    A segunda empresa que mais vende elétricos no mercado interno é a Volvo. Mas bem lá atrás, com pouco mais de 2,9 mil unidades de janeiro a julho, ainda assim à frente da GWM (1,6 mil).

    Do restante das 15 marcas à frente do mercado de elétricos, segundo a Fenabrave, nenhuma outra superou ainda 1 mil unidades este ano. A Renault, com 870 licenciamentos, foi a que mais se aproximou.

    O levantamento da entidade sublinha também que as políticas comerciais para o segmento, em muitos casos, carecem de regularidade e estão atreladas muito mais a oportunidades, como um lançamento.

    Tanto que nomes fortes de 2024, como Ford e Peugeot, a sétima marca mais vendida então, não aparecem mais no ranking deste ano, que tem a GM na última colocação, com apenas 71 unidades vendidas, média de dez emplacamentos por mês para uma rede de centenas de concessionárias.

    Não se trata de exceção. Igualmente a Volkswagen, com somente 84 emplacamentos, mostra que os elétricos ainda não aparecem na lista de prioridades das marcas generalistas que se dispõem a vendê-los aqui.

    De fato, seria investir muita brasa para pouca sardinha. Os automóveis e comerciais leves a bateria representaram somente 2,6% do mercado total até julho, 0,1 ponto porcentual a menos do que nos primeiros sete meses do ano passado. Na mesma comparação, os híbridos provam que são a bola da vez do processo de eletrificação da frota brasileira.

    Os veículos dotados de diferentes tecnologias que envolvam motores a combustão e elétricos, alguns apenas como suporte, aumentaram as vendas em 72% na mesma comparação, para 100,5 mil licenciamentos, e quase dobraram a participação, de 4,5% para 7,4%.

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    O atual e cenário próximo para as empresas que têm investido para ampliar as vendas de VEs parecem ainda mais desafiadores quando se leva em conta a chegada de novas concorrentes e o que está por vir logo mais à frente.

    No acumulado deste ano, já aparecem, entre as 15 marcas com mais licenciamentos, GAC e Omoda & Jaecco, que iniciaram suas operações comerciais somente no primeiro semestre de 2025.

    No mês passado, a Geely abriu as portas da primeira das 23 concessionarias que terá no País em uma primeira etapa para vender o elétrico EX5 e antes do fim do ano, por meio da Stellantis, a Leapmotor também estará nessa briga que, ao menos por enquanto, não tem concorrente para a BYD.


    Foto: Divulgação



    Fonte: Auto Industria

  • Lembra da marca de eletrônicos Huawei? Ela tem o carro mais seguro da China

    Lembra da marca de eletrônicos Huawei? Ela tem o carro mais seguro da China

    A marca Huawei, mais conhecida por seus smartphones e eletrônicos, agora tem um novo motivo para ser notícia no mundo automotivo: seu SUV elétrico, o Aito M8, se tornou o carro mais seguro da China, superando até mesmo o popular Xiaomi SU7 em testes de colisão.

    Aito M8 ganha nota máxima na C-NCAP

    O Aito M8, fruto da parceria entre a Huawei e a fabricante chinesa Seres, conquistou a impressionante nota de 93,7% no rigoroso teste de segurança e colisão do C-NCAP. Isso lhe garantiu a pontuação máxima de “cinco estrelas+”, uma distinção que o coloca no topo do ranking de 2024, à frente de outros competidores de peso.


    Lançado em abril de 2025, o Aito M8 rapidamente se tornou um sucesso de vendas na China, com mais de 56 mil unidades entregues até agora. Mas o que o torna tão seguro? O modelo avaliado foi a versão de entrada EREV (veículo elétrico com autonomia estendida), equipado com uma bateria de 37 kWh e um sensor LiDAR no teto.

    Aito M8 – Foto: Divulgação

    O C-NCAP, organizado pelo Centro de Pesquisa e Tecnologia Automotiva da China (CATARC), avalia os veículos em três categorias: proteção para ocupantes, proteção para usuários vulneráveis da estrada (como pedestres) e funções de assistência à segurança.

    O Aito M8 se destacou em todas as categorias:

    • Segurança Ativa: Obteve a maior pontuação do teste, com 96,34%. Sua frenagem de emergência automatizada (AEB) e a eficiência da iluminação quase alcançaram a pontuação máxima.

    • Proteção de Ocupantes: Com 96,26%, o veículo demonstrou excelente desempenho em testes de colisão frontal e lateral.

    • Proteção para Pedestres: A pontuação de 86,03% mostra a preocupação com a segurança de pedestres e ciclistas.


    Aito M8 – Foto: Divulgação

    O Que o Aito M8 Oferece Além da Segurança?

    Aito M8 é um SUV grande e espaçoso, com opções de cinco ou seis assentos. Em termos de desempenho, ele é equipado com um sistema de tração integral de motor duplo, que gera 526 cv. Sua autonomia é um dos seus pontos fortes: o modelo EREV oferece uma autonomia de 1.405 km ou 1.526 km com um único tanque e carga de bateria, dependendo da versão.

    Com sua combinação de segurança de ponta, tecnologia avançada e desempenho impressionante, o Aito M8 consolida a Huawei não apenas como uma gigante da tecnologia, mas também como um player sério no competitivo mercado automotivo.


    Você compraria um carro de uma marca de eletrônicos como a Huawei?

    Leia aqui: Surpreendeu! Conheça a perua Stelato S9T da Huawei



    Fonte: Garagem 360

  • Novo Audi A5: o carro que aposenta o A4 chega com 272 cv; conheça

    Novo Audi A5: o carro que aposenta o A4 chega com 272 cv; conheça

    O novo Audi A5 acaba de desembarcar oficialmente no Brasil com uma missão importante: substituir de uma só vez os antigos A4 Sedan e A5 Sportback.

    Totalmente renovada, a terceira geração do sedã de luxo já está disponível nas concessionárias da marca alemã em todo o país. O modelo chega com um visual mais arrojado, muito mais tecnologia e um motor potente para brigar forte no segmento premium.

    Com um pacote recheado de equipamentos e um design inspirado nos lançamentos mais recentes da Audi, o carro promete atrair os olhares por onde passar. Acompanhe o Garagem360 e veja mais detalhes!

    Motor e desempenho do novo Audi A5

    A princípio, o coração do novo Audi A5 é um motor 2.0 TFSI turbo de quatro cilindros, que agora entrega impressionantes 272 cv de potência e 400 Nm de torque.

    Para gerenciar toda essa força, o sedã conta com um câmbio automático de sete marchas e a famosa tração integral Quattro com tecnologia Ultra, que distribui a força entre os eixos de forma inteligente.

    Audi A5

    Foto: Divulgação / Audi

    Esse conjunto mecânico faz o carro acelerar de 0 a 100 km/h em apenas 5,9 segundos. A velocidade máxima é limitada eletronicamente em 210 km/h, garantindo um desempenho esportivo e seguro ao mesmo tempo.

    Por que o novo A4 virou Audi A5?

    Muitos podem estranhar a mudança, já que o novo A5 é, na prática, a nova geração do A4. A explicação está em uma antiga estratégia da Audi de usar números ímpares para carros a combustão (A3, A5, A7) e pares para os elétricos (Q4, Q6, A8 e-tron).

    Embora a marca tenha repensado essa nomenclatura globalmente, o projeto deste novo modelo já estava finalizado como A5, e assim ele foi lançado.

    Ou seja, o carro que você conhecia como A4 evoluiu e agora atende pelo nome de A5. Ele é construído sobre uma nova e moderna plataforma, chamada PPC (Plataforma Premium de Combustão).

    Preço e principais equipamentos do sedã

    O novo Audi A5 chega ao Brasil em versão única, muito bem equipada. O visual já impressiona, com o pacote S line exterior e rodas Audi Sport de 20 polegadas.

    Audi A5

    Foto: Divulgação / Audi

    Por dentro, o acabamento é de primeira linha, com destaque para o painel totalmente digital e as duas grandes telas de alta definição. Você pode conferir todos os detalhes no site oficial da Audi Brasil.

    • Versão: A5 Sedan 2.0 TFSI Performance S edition quattro
    • Preço: R$ 379.990
    • Visual: Rodas Audi Sport de 20”, pacote S line e faróis Full LED
    • Interior: Telas de 14,5” e 11,9”, bancos esportivos em couro e teto solar panorâmico
    • Tecnologia: ACC, assistente de estacionamento e ar-condicionado de três zonas.

    Além disso, o sedã vem ainda com um sistema de som de 180W com 10 alto-falantes, carregador de celular sem fio e um pacote completo de assistentes de condução, reforçando a segurança e o conforto a bordo.

    Com essa renovação completa, a Audi posiciona o novo A5 como um forte concorrente em seu segmento, unindo o legado de sucesso do A4 a um pacote muito mais moderno, potente e tecnológico.

    E aí, o que você achou do novo Audi A5? Acha que ele fará sucesso no lugar do A4? Comente abaixo!

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    Fonte: Garagem 360

  • O Retorno do Ícone: Jeep Cherokee 2026 chega repaginado, mas sem os motores V6 e V8

    O Retorno do Ícone: Jeep Cherokee 2026 chega repaginado, mas sem os motores V6 e V8

    Após dois anos de ausência, o Jeep Cherokee está de volta ao mercado norte-americano, e a espera valeu a pena. O modelo, que chega completamente repaginado, marca uma nova era para o SUV com foco em eficiência e tecnologia. A nova geração abandona de vez os motores V6 e V8 e adota, pela primeira vez, uma motorização híbrida desde o lançamento.

    Design Inspirado na Tradição e Foco na Tecnologia

    O novo Cherokee 2026 se destaca por um visual mais robusto e elegante, inspirado no seu irmão mais velho, o Grand Cherokee. As linhas controversas da geração anterior deram lugar a um design mais sóbrio, com carroceria mais alta, faróis maiores e uma grade frontal vertical.

    O SUV cresceu significativamente, com 12 cm a mais de entre-eixos e quase 12 cm a mais no comprimento total. Isso se traduz em um interior mais espaçoso e um porta-malas 30% maior.

    Por dentro, a Jeep não economizou em tecnologia. O painel de instrumentos digital de 10,25 polegadas se une a uma central multimídia de 12,3 polegadas, criando uma cabine moderna e conectada. A experiência a bordo é complementada por um acabamento de alta qualidade, com opções de interior em branco ou preto, dependendo da versão.

    Jeep Cherokee 2026 chega repaginado, mas sem os motores V6 e V8 – Foto: Divulgação

    O Coração Híbrido do Cherokee

    O novo Cherokee estreia o primeiro sistema híbrido da Jeep na América do Norte, combinando um motor 1.6 turbo de quatro cilindros com dois motores elétricos. O conjunto entrega 210 cv e 32 kgfm de torque, mas o grande trunfo é a eficiência.

    Com um consumo estimado de 15,7 km/l em ciclo combinado, o SUV se posiciona como um forte concorrente de modelos como o Toyota RAV4 Hybrid e o Honda CR-V Hybrid, oferecendo a vantagem de ser mais espaçoso e contar com tração integral de série.

    Jeep Cherokee 2026 – Foto: Divulgação

     

    Essa motorização é a primeira a usar a nova plataforma STLA Large da Stellantis, a mesma que serve de base para o Dodge Charger e o Wagoneer S. O sistema híbrido foi otimizado para a eficiência, em vez da performance bruta, o que o torna ideal para a missão do novo Cherokee.

    Com vendas em queda nos últimos seis anos, a Jeep espera que o novo Cherokee ajude a reverter esse cenário. O SUV preenche uma lacuna importante na linha da marca, entre o Compass e o Grand Cherokee, e se torna uma peça-chave na estratégia de revitalização da Jeep.

    O modelo, que terá sua produção no México, já tem preço inicial nos Estados Unidos de US$ 36.995 e deve chegar às concessionárias no final deste ano e no início de 2026.


    O que você achou do novo Jeep Cherokee 2026? Será que o modelo híbrido tem o que é preciso para reconquistar o mercado? Deixe sua opinião nos comentários!

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    Fonte: Garagem 360