Autor: automoveis

  • Deu ruim? Fiat Pulse encarece e quase bate nos R$ 100 mil em agosto

    Deu ruim? Fiat Pulse encarece e quase bate nos R$ 100 mil em agosto

    O Fiat Pulse voltou a ser tema de discussão no mercado, desta vez devido a um reajuste de preço que colocou a versão de entrada, Drive 1.3 MT, na faixa dos R$ 99.990.

    Com isso, o aumento de R$ 1.000 fez com que o modelo compacto encostasse nos R$ 100 mil, um patamar que gera novas reflexões sobre o custo-benefício da versão. Será que continua valendo a pena? Acompanhe o Garagem36o e descubra!

    Fiat Pulse Drive

    A versão Drive 1.3 MT do Fiat Pulse continua sendo uma das opções mais acessíveis dentro do segmento dos SUVs compactos.

    Equipado com o motor 1.3 Firefly flex de 107 cv, câmbio manual de cinco marchas e recursos como faróis e lanternas em LED, o modelo traz um pacote interessante para quem busca um SUV com bom desempenho e preço competitivo.

    Fiat Pulse

    Foto: Divulgação / Fiat

    No entanto, o ajuste no preço pode deixar alguns consumidores em dúvida. Afinal, com R$ 99.990, o Pulse Drive se aproxima de versões mais equipadas de outros modelos como o Volkswagen T-Cross e Renault Kardian. Será que vale a pena pagar esse valor por uma versão de entrada? Vamos descobrir!

    O que mudou no Fiat Pulse?

    Apesar do aumento de R$ 1.000 em agosto, o Fiat Pulse Drive continua oferecendo a mesma configuração de antes, mas com algumas atualizações no pacote de equipamentos que podem justificar o reajuste.

    Entre as novidades, destacam-se o teto panorâmico e o banco do motorista com ajustes elétricos nas versões mais caras, além de melhorias no visual e novos recursos de conectividade.

    Mas a versão Drive 1.3 MT ainda conta com:

    • Motor 1.3 Firefly Flex com 107 cv;
    • Câmbio manual de 5 marchas;
    • Multimídia de 8,4” com câmera de ré;
    • Ar-condicionado digital;
    • Faróis e lanternas em LED;
    • Rodas de 16” com calotas escurecidas.

    Esses itens, embora interessantes, colocam o Pulse em uma disputa acirrada com outros SUVs do mercado que também oferecem versões de entrada com recursos semelhantes.

    Quais as outras versões do Fiat Pulse e seus preços?

    Além da versão Drive 1.3 MT, o Fiat Pulse está disponível em outras configurações, que atendem diferentes orçamentos e necessidades:

    • Drive 1.3 MT: R$ 99.990;
    • Drive 1.3 CVT: R$ 111.990;
    • T200 AT: R$ 116.990;
    • Audace Hybrid: R$ 131.990;
    • Impetus Hybrid: R$ 146.990;
    • Abarth 1.3 T: R$ 157.990.

    Contudo, o modelo Drive 1.3 CVT já traz o câmbio automático, o que pode justificar o aumento de preço para quem prefere mais conforto na condução.

    Veja também: Esse carro da Fiat é o automático mais barato para PCD e custa menos de R$ 100 mil

    Afinal, vale a pena pagar quase R$ 100 mil no Fiat Pulse?

    Se você está buscando um SUV compacto com bom desempenho e custo mais acessível, o Fiat Pulse Drive 1.3 MT ainda pode ser uma excelente escolha, apesar do reajuste. O modelo entrega um motor eficiente, bom pacote de equipamentos e a confiabilidade da Fiat.

    No entanto, a proximidade dos R$ 100 mil faz com que seja importante considerar alternativas como o T-Cross ou o Renault Kardian, que oferecem versões mais completas por valores próximos.

    E você, o que acha do preço do Fiat Pulse em 2025? Vale o investimento ou seria melhor optar por outra opção? Comente abaixo!



    Fonte: Garagem 360

  • Adeus Jeep Renegade? Modelo sai de linha na Europa; Brasil está na lista?

    Adeus Jeep Renegade? Modelo sai de linha na Europa; Brasil está na lista?

    O Jeep Renegade está com os dias contados na Europa. A produção do modelo será encerrada no final deste ano, e a montadora se concentrará na produção de novos modelos, como o Jeep Avenger e o novo Compass. No entanto, o Renegade ainda tem espaço garantido no mercado brasileiro, mas com algumas surpresas à vista.

    Será que o SUV compacto ainda tem fôlego para continuar sendo um dos favoritos dos brasileiros? Acompanhe o Garagem360 e saiba mais!

    Jeep Renegade vai sair de linha na Europa

    A princípio, a decisão da Jeep de encerrar a produção do Renegade na Europa vem após anos de vendas mais baixas, especialmente após o lançamento do Jeep Avenger, que ocupa um segmento similar e apresenta tecnologias mais modernas.

    Jeep Renegade

    Foto: Garagem360

    Porém, enquanto o Renegade não tem mais um futuro garantido no Velho Continente, o modelo segue com uma nova etapa no Brasil, com algumas reestilizações e atualizações no desempenho.

    Na Europa, ele vai sair de linha sem um substituto direto, com os focos da Jeep voltados para a nova geração do Compass, o Avenger e os modelos elétricos, como o Wagoneer S e o Recon.

    Jeep Renegade vai sair de linha no Brasil?

    A boa notícia para os fãs do modelo é que, no Brasil, o Renegade ainda tem muito a oferecer. Em breve, o modelo ganhará uma reestilização que inclui mudanças pontuais no visual e em seu sistema de motorização.

    Novidades esperadas

    • Mudanças no design: novos faróis, grade frontal e para-choque redesenhado;
    • Alterações na parte traseira: lanternas com novos elementos internos e tampa de porta-malas atualizada;
    • Interior: novos revestimentos para os bancos e grafismos redesenhados no painel;
    • Multimídia: sistema maior e mais moderno;
    • Sistema híbrido: motor 1.3 turbo flex de 176 cv com a adição de um sistema híbrido de 48V para melhorar a economia de combustível e reduzir as emissões.

    Enfim, essas mudanças visam tornar o Renegade mais eficiente e competitivo, enquanto ele convive com o mais novo integrante da família Jeep, o Avenger, que chega em 2026.

    Jeep Renegade terá versões híbridas no Brasil?

    A resposta é sim! Com as novas regulamentações ambientais e a busca por maior eficiência energética, o Jeep Renegade brasileiro será oferecido em versões MHEV (mild-hybrid), com motorização 1.3 turbo flex associada a um sistema de 48V.

    Dessa forma, permitirá não apenas redução de emissões, mas também melhoria na economia de combustível, tornando o modelo mais atrativo para quem busca alternativas mais sustentáveis sem abrir mão do desempenho.

    Além disso, o Renegade continuará disponível nas versões 4×2 e 4×4, mantendo seu apelo para quem precisa de um SUV com mais versatilidade.

    Comente abaixo: o que acha das mudanças que o Jeep Renegade terá no Brasil? Acha que ele ainda tem espaço no mercado ou já é hora de dar lugar a novos modelos?

    Leia também: Qual é o preço do Jeep Compass 2026? Modelo tem preços reduzidos, versões mais acessíveis e novidades



    Fonte: Garagem 360

  • Se está em Minas Gerais, pode ser o seu momento de comprar um Toyota novo!

    Se está em Minas Gerais, pode ser o seu momento de comprar um Toyota novo!

    Foto do Toyota Corolla XRX 2026
    Está pensando em comprar um Toyota, como o Corolla XRX híbrido flex?

    Se você está em Minas Gerais e pensa em comprar um Toyota novo, esse post vai te interessar muito! Começou na última quarta (13), o Toyota Week, ação com condições especiais que acontece em todas as unidades da Osaka, concessionária da marca do Grupo Águia Branca.

    (mais…)

  • Imperdível: Toyota Corolla GLI retorna para PcD com mais de R$ 40 mil de desconto

    Imperdível: Toyota Corolla GLI retorna para PcD com mais de R$ 40 mil de desconto

    Boas notícias para o público PcD: o Toyota Corolla GLI, versão de entrada do sedã médio mais vendido do Brasil, voltou a ser oferecido com desconto de até R$ 43 mil.

    Esse abatimento significa que o modelo, que custava R$ 169.920, pode ser adquirido por R$ 126.915, tornando o icônico Corolla ainda mais acessível para pessoas com deficiência e produtores rurais. As informações são do portal Mundo do Automóvel PCD.

    Mas o que torna essa versão tão interessante, mesmo com alguns itens a menos em relação às versões mais equipadas? Acompanhe o Garagem360 e descubra!

    O que torna o Toyota Corolla GLI tão atraente para PcD?

    Atualmente o Toyota Corolla GLI 2.0 Flex é, sem dúvidas, uma excelente opção para quem busca um sedã com bom desempenho e custo-benefício.

    Toyota Corolla

    Foto: Divulgação / Toyota

    O desconto de R$ 43.004 é um dos maiores já oferecidos pela montadora, deixando o modelo ainda mais competitivo. Além disso, a versão conta com o confiável motor 2.0 aspirado, com 175 cv de potência e 21,3 kgfm de torque quando abastecido com etanol, oferecendo desempenho de sobra para o uso diário.

    Embora seja uma versão mais simples, o Corolla GLI ainda entrega:

    • Direção elétrica e 7 airbags;
    • Multimídia de 10” com câmera de ré;
    • Faróis e lanternas em LED;
    • Painel digital de 7” e volante com controles de áudio;
    • Acendimento automático dos faróis;
    • Rodas de 16” e bancos em tecido

    Enfim, esses equipamentos fazem do GLI uma opção bem completa, mesmo sendo a versão de entrada.

    O que mais o Toyota Corolla GLI oferece?

    • Garantia Toyota 10: cobertura estendida de 10 anos ou 200.000 km, com condições vantajosas para quem realiza revisões na rede autorizada;
    • Motor 2.0 Flex: potência de até 175 cv com câmbio CVT de 10 marchas;
    • Tecnologia: multimídia de 10” e painel digital de 7”;
    • Conforto e segurança: 7 airbags, faróis LED e direção elétrica.

    O que falta no Corolla GLI para PcD?

    Como é comum em versões de entrada, o Toyota Corolla GLI abre mão de alguns itens de segurança e conforto que são encontrados em versões mais caras, como o Toyota Safety Sense (com assistência de permanência de faixa e frenagem automática) e ar-condicionado automático (substituído por um modelo manual).

    No entanto, esses “sacrifícios” são compensados por um preço ainda mais acessível, especialmente com o desconto. Para muitos, a falta desses recursos pode ser um pequeno detalhe diante da economia gerada.

    Você acha que o Toyota Corolla GLI vale a pena mesmo sem alguns recursos de versões superiores? Conta pra gente nos comentários!

    Leia também: Adeus carros elétricos? Toyota aposta no motor a combustão para criar modelos mais potentes e versáteis



    Fonte: Garagem 360

  • 6 curiosidades sobre o Volkswagen Tera The Town, edição mais cara do modelo

    6 curiosidades sobre o Volkswagen Tera The Town, edição mais cara do modelo

    O Volkswagen Tera chegou há poucos meses no mercado e parece ter conquistado os consumidores logo de cara. No evento de lançamento, em apenas 50 minutos, o modelo teve 12 mil unidades reservadas. 

    A reportagem da CNN testou o Volkswagen Tera The Town por cerca de 10 dias para entender seus pontos fortes e fracos. A edição limitada, entretanto, já esgotou e não é mais comercializada. 

    Durante o período com o SUV compacto, a reportagem percorreu trechos de cidade e também levamos o Tera para a rodovia. 

    O SUV compacto da Volkswagen, que acumula quase 6 mil emplacamentos entre janeiro e julho deste ano, agrada ao dirigir nos primeiros metros. A calibração do volante e suspensão estão bem acertadas para o uso no dia a dia. 

    Em termos de consumo, o Tera foi entregue com etanol e após 302 km percorridos no ciclo urbano, a média foi de 7,2 km/L. 

    Reabastecemos o modelo, mas desta vez com gasolina e o levamos para o ciclo rodoviário. Em um trecho de 167 quilômetros percorridos, e com cinco passageiros a bordo, a carro marcou uma média no painel de instrumentos de 15,6 km/L. 


    Consumo médio do Volkswagen Tera na estrada
    Consumo médio do Volkswagen Tera na estrada • Rodrigo Barros/CNN

    Voltando a circular pela cidade, e a média saiu dos 7,2 km/l com etanol para 9,5 km/L no tanque com gasolina. Em todos os trajetos, o ar-condicionado esteve ligado.

    Um ponto que incomoda durante as acelerações do Tera é o delay no pedal do acelerador. Falta um botão Sport com uma calibração diferenciada para os momentos de ultrapassagem, por exemplo. 

    Apesar disso, o desempenho do Tera mais caro é razoável. O motor gera 116 cv de potência e 16,8 kgfm de torque. A aceleração do zero aos 100 km/h é feita em 11,7 segundos quando abastecido com etanol.

    Apesar de ter menor potência que concorrentes como Renault Kardian e Fiat Pulse, o conjunto é suficiente para o uso diário. 

    Veja 6 curiosidades sobre o Volkswagen Tera Outfit 

    Pacotes de equipamentos

    O Volkswagen Tera mais caro (Highline) parte de R$ 141.890. Ao adicionar os pacotes da cor Azul Artico com o teto preto, o pacote Outfit e mais o pacote ADAS, o preço do Tera chega a R$ 151.179. A versão testada pela reportagem contava com todos esses pacotes.

    • Pacote Outfit: R$ 2.330 
    • Pacote ADAS: R$ 2.879

    Preço pode passar dos R$ 150 mil com todos os pacotes
    Preço pode passar dos R$ 150 mil com todos os pacotes • Rodrigo Barros/CNN

    Design chamativo

    Ao rodar nas ruas com o Tera, o condutor se sente como uma celebridade. Apesar de não ser um carro de luxo ou raro, ele atrai muitos olhares. A cor Azul Artico também é um segundo ponto para atrair pescoços virados olhando para o SUV compacto.


    VW Tera tem design chamativo
    VW Tera tem design chamativo • Rodrigo Barros/CNN

    Iluminação 

    O Volkswagen Tera Highline já conta com iluminação dois faróis em LED. O facho de luz é forte e ilumina bem tanto no urbano quanto na estrada. Porém, um ajuste da altura faz falta e agregaria mais valor ao produto.


    Volkswagen Tera tem iluminação em LED
    Volkswagen Tera tem iluminação em LED • Rodrigo Barros/CNN

    Câmera traseira 

    A câmera traseira do Volkswagen Tera não é um dos seus pontos fortes. A qualidade da resolução é baixa. Em dias de chuva é ainda mais difícil de enxergar obstáculos. Pelo preço que cobra, merecia uma câmera com melhor qualidade. 


    https://admin.cnnbrasil.com.br/wp-content/uploads/sites/12/2025/08/camera-tera.jpeg
    Câmera tem baixa resolução • Rodrigo Barros/CNN

    Apoio de braço

    O apoio de braço do Volkswagen Tera é bem simples. Pequeno, não é possível sequer dividir o apoio com o passageiro. 


    Modelo tem apoio de braço mais simples
    Modelo tem apoio de braço mais simples • Rodrigo Barros/CNN

    Freio de mão 

    O Tera topo de linha cobra caro pelo pacote de itens que oferece. Exemplo disto é que o carro não tem freio de estacionamento elétrico. Concorrente direto dele, o Renault Kardian já traz a tecnologia desde a versão Evolution, que custa R$ 124.190. 


    Freio de estacionamento é manual
    Freio de estacionamento é manual • Rodrigo Barros/CNN

    Como é hoje para tirar a CNH pelas autoescolas e como pode ficar



    Fonte: CNN Brasil Auto

  • GWM inaugura fábrica e confirma três carros “made in Brazil”

    GWM inaugura fábrica e confirma três carros “made in Brazil”

    A marca chinesa Great Wall Motors (GWM) iniciou oficialmente a produção de veículos em sua nova fábrica em Iracemápolis (SP), a primeira unidade da marca nas Américas e no Hemisfério Sul. Os primeiros modelos confirmados são o SUV híbrido Haval H6, a picape Poer P30 e o SUV de sete lugares Haval H9.

    A unidade, que no passado pertenceu à Mercedes-Benz, tem 1,2 milhão de m² de área total e 94 mil m² de área construída, a unidade tem capacidade para fabricar até 50 mil veículos por ano. A planta já tem 600 funcionários trabalhando e deve chegar a 1000 até o fim do ano.

    Segundo a GWM, a nova fábrica adota o sistema “part by part”, que permite maior nacionalização de componentes desde o primeiro ano, com 18 fornecedores brasileiros já integrados. Esse tipo é mais intenso que o CKD ou o SKD — esse último, a BYD adota em Camaçari (BA).

    A CNN visitou alguns setores da fábrica durante a inauguração e conferiu o processo produtivo. Havia cabines e chassis da Poer P30 em montagem.

    Durante a inauguração, foi anunciado o primeiro Centro de Pesquisa e Desenvolvimento da GWM na América do Sul, que ficará ao lado da fábrica. A GWM  também apresentou no evento um caminhão a hidrogênio e a moto SOUO S2000 GL, ambos em estudo para lançamento no país.

    O primeiro carro da GWM “made in Brazil” foi um Haval H6 GT branco. O SUV híbrido foi finalizado pelo presidente  Luiz Inácio Lula da Silva, além de Mu Feng, CEO da GWM global, e Parker Shi, presidente da GWM International.

    Carros nacionais da GWM

    Entre os carros que começam a ser montados no Brasil estão o Haval H6, disponível em quatro versões e sistema híbrido. A potência é de até 393 cavalos, caso do primeiro feito no Brasil.

    A picape média Poer P30 e o SUV de sete lugares Haval H9 serão lançados ainda em 2025. Ambos serão equipados com motor 2.4 turbodiesel, acoplado a câmbio automático de nove velocidades, e contarão com sistema de tração inteligente com três configurações — 4×2, 4×4 High e 4×4 Low — para melhor desempenho em diferentes condições de rodagem.

    O Haval H9 mede 4,95 metros de comprimento, 1,976 m de largura e 1,93 m de altura, oferecendo espaço para transportar sete ocupantes adultos

    Já a Poer P30 apresenta dimensões superiores à média do segmento: 5,416 m de comprimento, 1,947 m de largura e 1,886 m de altura. A picape oferece uma caçamba ampla e cabine com mais espaço interno que a maior parte das rivais diretas.

    Como são os primeiros carros híbridos fabricados pela GWM no Brasil?

     



    Fonte: CNN Brasil Auto

  • Volkswagen aposta em montadora chinesa para expandir território

    Volkswagen aposta em montadora chinesa para expandir território

    A indústria automotiva global vive um momento de grandes transformações, impulsionado pela eletrificação e pela revolução dos softwares. Neste cenário, a Volkswagen está redefinindo sua estratégia para o mercado chinês, o maior do mundo.

    Volkswagen aposta em parceria com montadora chinesa Xpeng

    Em uma parceria estratégica com a montadora chinesa XPeng, a empresa alemã busca não apenas competir, mas também inovar, estendendo a colaboração para além dos veículos elétricos (EVs) e incluindo plataformas de motores a combustão e híbridos plug-in (PHEVs).

    A aliança entre a Volkswagen e a XPeng começou focada em veículos elétricos, mas agora evoluiu para uma colaboração mais abrangente. Elas estão desenvolvendo em conjunto uma nova arquitetura eletrônica, chamada de China Electronic Architecture (CEA), um sistema modular que funcionará em veículos elétricos, a combustão e híbridos.

    Essa é uma jogada audaciosa, pois arquiteturas tradicionais são geralmente segregadas por tipo de motorização. Com um sistema unificado, a parceria busca reduzir a complexidade e os custos de desenvolvimento, acelerando o ciclo de inovação de software.

    Xpeng P7 – Carro elétrico mais rápido em teste de resistência de 24 horas – Foto: Divulgação

    Por que a Volkswagen precisa da China?

    A Volkswagen, que já foi líder de mercado na China, viu sua posição ser ameaçada pela ascensão de montadoras locais como BYD, NIO e a própria XPeng. A China responde por uma fatia significativa do lucro global da Volkswagen, mas a transição acelerada para veículos elétricos no país tem favorecido os players locais, que se destacam pela agilidade na inovação de software e sistemas de assistência ao motorista (ADAS).

    A Volkswagen tem uma forte presença na China através de duas grandes joint ventures: a SAIC Volkswagen e a FAW-Volkswagen. Essas parcerias, estabelecidas há décadas, foram fundamentais para o sucesso da marca no país.

    No entanto, o rápido avanço tecnológico das empresas chinesas, especialmente na área de software e conectividade, tem feito com que a Volkswagen busque novas formas de se manter competitiva.

    A parceria com a XPeng é uma resposta direta a esse desafio. A colaboração permite à Volkswagen integrar tecnologias de ponta, como sistemas de condução autônoma e cockpits inteligentes, em seus veículos de forma mais rápida e eficiente. O novo sistema CEA, por exemplo, reduz o número de unidades de controle eletrônico em 30% e os custos em até 40%, alinhando-se ao objetivo da Volkswagen de alcançar a paridade de custos com seus concorrentes chineses.

    Joint Venture SAIC e Volkswagen na China – Foto: Divulgação

    Uma aposta no futuro

    Para a XPeng, a parceria com a Volkswagen oferece uma dupla vantagem. Em primeiro lugar, expande a implementação de sua arquitetura eletrônica em toda a linha de veículos da Volkswagen na China, criando economias de escala para sua tecnologia.

    Em segundo lugar, reforça a posição da XPeng como um fornecedor de tecnologia confiável para montadoras globais, um papel crucial em um mercado onde os veículos definidos por software se tornam o novo padrão.

    A colaboração entre Volkswagen e XPeng não é apenas sobre a produção de carros, mas sobre a integração de conhecimento e a criação de novas tecnologias que beneficiarão ambas as empresas.

    Você acredita que essa parceria entre uma montadora tradicional como a Volkswagen e uma empresa de tecnologia chinesa como a XPeng é o caminho para o futuro da indústria automotiva? 

    Leia também: Kombi elétrica (ID. Buzz) enfrenta desafios de venda no Brasil e nem nos Estados Unidos



    Fonte: Garagem 360

  • Fiat Toro Abarth? Marca revela se picape será o terceiro modelo esportivo no Brasil

    Fiat Toro Abarth? Marca revela se picape será o terceiro modelo esportivo no Brasil

    Fiat Toro e Abarth na mesma frase despertam a imaginação de muitos fãs da marca italiana. Com Pulse e Fastback já devidamente transformados sob o símbolo do escorpião, restava apenas um modelo para completar o trio prometido pela Fiat no Brasil. Seria a Toro a próxima a ganhar essa pegada esportiva?

    A resposta, infelizmente para os amantes da picape, é um sonoro “não”. E essa negativa vem diretamente da própria Fiat.

    Acompanhe o Garagem360 e veja quais são os planos da Abarth e qual modelo deve ser o próximo esportivo da marca!

    Fiat Toro será o próximo Abarth brasileiro?

    Durante a apresentação da nova linha 2026 da Fiat Toro, Frederico Battaglia, vice-presidente da Fiat América do Sul, foi direto ao ponto: a picape não está nos planos da divisão Abarth.

    Fiat Toro Abarth

    Foto: Imagem gerada por IA

    Segundo ele, o modelo não se encaixa no perfil esportivo visado pela marca para seus lançamentos mais recentes. Apesar disso, especulações sobre como seria uma Toro Abarth não param.

    Técnicos sugerem que o motor mais compatível com essa ideia seria o 2.0 Hurricane de 272 cv, hoje presente na Ram Rampage. No entanto, o investimento em ajustes de direção, suspensão e emissões tornaria o projeto custoso demais para algo de nicho.

    Qual modelo pode ser o terceiro Abarth no Brasil?

    Com a Fiat Toro fora do jogo, a pergunta que fica no ar é: qual será o próximo modelo da Abarth no país? Hatches como Argo e Mobi estão praticamente descartados por causa da queda nas vendas e da proposta mais popular.

    Nesse cenário, tudo indica que o novo substituto do Argo — o Fiat Grande Panda — pode ser o escolhido. Lançado inicialmente na Europa, o modelo tem perfil global e deve chegar ao Brasil em 2026 com outro nome.

    O que sabemos sobre o Fiat Grande Panda?

    A princípio, o futuro hatch compacto com “roupa de SUV” pode ter várias configurações interessantes para uma possível versão Abarth. Veja o que já se sabe sobre suas motorizações:

    Motores aspirados

    • 1.0 Firefly – até 75 cv e 10,7 kgfm;
    • 1.3 Firefly – até 107 cv e 13,7 kgfm

    Motores turbo

    • 1.0 turbo flex – até 130 cv e 20,4 kgfm, com sistema híbrido de 12V;
    • 1.3 turbo flex – até 185 cv e 27,5 kgfm, mesmo motor do Pulse Abarth

    Contudo, essa última opção é a mais forte candidata para equipar a versão esportiva do futuro Panda, mantendo o DNA Abarth com uma entrega de desempenho mais “apimentada”.

    Fiat Toro com motor esportivo ainda faz sentido?

    A ideia de uma Toro Abarth é tentadora no papel, mas pouco viável comercialmente. A picape já possui versões com bom desempenho, como a equipada com o 2.0 turbodiesel, e sua proposta está mais voltada ao uso urbano misturado com robustez, não esportividade.

    Além disso, o custo para adaptar a Toro às exigências de um modelo Abarth, com foco em performance e dirigibilidade, seria alto — especialmente com as novas regras de emissão no Brasil.

    E você, gostaria de ver a Fiat Toro com o selo Abarth? Ou acha que a marca deve investir em outros modelos? Comenta aqui embaixo sua opinião com a gente!

    Leia também: Ram “copia” Fiat novamente e lança picape chinesa; o que esperar



    Fonte: Garagem 360

  • Chevrolet Montana Premier tem desconto de quase R$ 35 mil para CNPJ durante o mês de agosto

    Chevrolet Montana Premier tem desconto de quase R$ 35 mil para CNPJ durante o mês de agosto

    A Chevrolet Montana está com uma das maiores promoções do ano para quem possui CNPJ. Durante todo o mês de agosto, a versão Premier da picape pode ser comprada com R$ 33.900 de desconto em vendas diretas para empresas e produtores rurais.

    Assim, essa condição especial coloca a Montana em um novo patamar de custo-benefício para quem busca desempenho, tecnologia e espaço.

    Mas o que realmente muda nesse pacote promocional? E será que vale a pena aproveitar agora? Acompanhe o Garagem360 e descubra!

    Chevrolet Montana Premier: quais são os destaques da oferta?

    Atualmente, a campanha atual da Chevrolet oferece a Montana Premier 1.2 Turbo automática com preço de tabela de R$ 168.890 por R$ 134.990 para CNPJ. Contudo, o desconto exclusivo é válido para todo o território nacional até o fim de agosto, segundo confirmou a concessionária Guiautos.

    Chevrolet Montana

    Foto: Divulgação / Chevrolet

    Além do preço reduzido, a versão Premier é a mais equipada da linha e traz importantes atualizações na linha 2026. O motor 1.2 Turbo Flex com injeção direta agora entrega 141 cv de potência (antes eram 139 cv), com 24,1 kgfm de torque, o que garante aceleração de 0 a 100 km/h em 9,5 segundos.

    Por que a Montana tem chamado atenção no segmento?

    Além do motor mais eficiente, a Chevrolet Montana 2026 se destaca pelo pacote tecnológico. A picape vem equipada com:

    • Painel digital de 8” e central multimídia MyLink de 11” com Wi-Fi nativo;
    • Câmera de ré em alta resolução;
    • Carregador de celular por indução;
    • Alerta de ponto cego;
    • Faróis Full LED;
    • Rodas exclusivas e bancos com acabamento premium;
    • Caçamba de 874 litros e capacidade de carga de até 650 kg

    Outro diferencial são os acessórios opcionais disponíveis para essa versão, como luz ambiente interna, tapetes com borda elevada, suporte para bicicleta, engate para reboque de até 400 kg e até projeção do logo da Chevrolet nas portas.

    Chevrolet Montana vale a pena para quem tem CNPJ?

    Se você tem CNPJ ativo e busca uma picape com visual moderno, bom desempenho e recursos completos, a Chevrolet Montana Premier com desconto se torna uma oportunidade real.

    Mesmo concorrendo com modelos já consolidados como Fiat Toro, Renault Oroch e Ford Maverick, a Montana vem ganhando espaço justamente por entregar um pacote que equilibra bem tecnologia, espaço e economia de combustível.

    A condição especial também é uma forma de impulsionar as vendas diretas, cada vez mais usadas por empreendedores, frotistas e produtores rurais que desejam veículos mais completos a preços competitivos.

    E aí, você compraria a Chevrolet Montana com esse desconto especial para CNPJ? Conta pra gente!

    Confira: Correia dentada banhada do Chevrolet Onix 2026: o que muda e como melhora o desempenho?



    Fonte: Garagem 360

  • Volkswagen abre fábrica histórica em SP para visitas gratuitas com carros clássicos e produção ao vivo

    Volkswagen abre fábrica histórica em SP para visitas gratuitas com carros clássicos e produção ao vivo

    Oportunidade única! A Volkswagen acaba de abrir suas portas em São Paulo para uma experiência inédita. Pela primeira vez, o público pode entrar na lendária Fábrica da Anchieta, em São Bernardo do Campo, e acompanhar de perto como nascem alguns dos carros mais conhecidos do Brasil — e o melhor: de forma gratuita.

    Mais do que uma simples visita, o passeio permite mergulhar em 70 anos de história automotiva, explorar um acervo exclusivo com relíquias sobre rodas e ver de perto a linha de montagem de modelos como Saveiro, Nivus e Polo Track.

    Acompanhe o Garagem360 e veja mais detalhes!

    Volkswagen permite acesso à sua fábrica mais simbólica no Brasil

    A abertura da Volkswagen Fábrica da Anchieta marca um novo momento de aproximação da marca com o público. Inaugurada em 1959, a unidade foi a primeira da montadora fora da Alemanha e desempenhou um papel central na industrialização do setor automotivo nacional.

    Volkswagen

    Foto: Divulgação / Volkswagen

    Agora, a gigante alemã transforma o local em ponto turístico, oferecendo um tour com guia especializado e parada obrigatória na famosa Garagem Volkswagen, onde estão expostos carros que marcaram gerações.

    O que tem no tour pela fábrica da Volkswagen?

    Durante a visita, os participantes podem:

    • Acompanhar o processo de produção dos veículos em tempo real;
    • Visitar a linha de montagem dos modelos Saveiro, Nivus e Polo Track;
    • Conhecer detalhes da estrutura fabril da Volkswagen;
    • Explorar o acervo da Garagem Volkswagen, com exemplares como Fusca, Kombi e outros clássicos;
    • Interagir com tecnologias da nova geração de veículos;
    • Realizar o passeio com acessibilidade e opção de idioma (português ou inglês).

    Como visitar a fábrica da Volkswagen gratuitamente?

    Para participar da visita gratuita à fábrica da Volkswagen, é necessário:

    • Idade mínima: 18 anos;
    • Agendamento prévio: as vagas são limitadas e precisam ser reservadas pelo site da Volkswagen;
    • Dias disponíveis: quintas-feiras;
    • Horários: das 8h30 às 11h ou das 13h às 15h30;
    • Grupos: aceitas visitas individuais ou em grupo;
    • Acessibilidade: disponível mediante aviso na inscrição.

    No entanto, a procura tem sido alta, por isso é fundamental garantir seu lugar com antecedência. Para mais detalhes, acesse o site da Volkswagen!

    Conta pra gente: você gostaria de visitar a fábrica da Volkswagen e ver de perto a produção dos carros?

    Veja na sequência: Picape híbrida da Volkswagen é flagrada em testes no Brasil



    Fonte: Garagem 360