Autor: automoveis

  • GWM inaugura fábrica, mas já pensa em uma segunda

    GWM inaugura fábrica, mas já pensa em uma segunda

    Nem bem inaugurou a fábrica de Iracemápolis (SP), na sexta-feira, 15, a GWM revela que tem ambições maiores para o Brasil. O plano, segundo Parker Shi, presidente da GWM Internacional, é ampliar a capacidade de produção para até 300 mil unidades/ano. Ou seja, seis vezes mais em relação a atual, de 50 mil instalada no interior paulista.

    Os argumentos do executivo têm bases estratégicas. Uma delas é de fazer do País um hub de exportação. Outra de poder atender maior faixa de consumidores. “Nosso tíquete médio atual é de R$ 200 mil, o que corresponde a 20% do mercado. Queremos participar em segmento  com preço médio de R$ 150 mil e alcançar todo o mercado. Estamos estudando um veículo para isso.”

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    →Potenciais fornecedores da GWM se encontram no Senai-Ipiranga

    Mas enquanto os próximos passos da marca não se tornam realidade, a rotina da pequena Iracemápolis de 22 mil habitantes está retomando sua trajetória como polo produtor de automóveis.

    Na mesma fábrica onde a Mercedes-Benz produziu ao longo de quase quatro anos seus veículos de passeio, até o fim de 2020, a GWM já produz o utilitário esportivo Haval H6. A primeira planta da marca chinesa na América Latina tem 24 mil m² e 85% do processo é automatizado por 30 robôs.

    O projeto de adequação e modernização das instalações originais da Mercedes-Benz consumiu mais de três anos e parte do programa de investimento de R$ 4 bilhões até 2026. Estão previstos ainda outros R$ 6 bilhões para o período de 2027 a 2032.

    Em cerimônia com o presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva e o ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, Mu Feng, CEO mundial da GWM, acionou oficialmente a linha de montagem para produzir até 30 mil veículos por ano, capacidade que será ampliada para 50 mil até 2028.

    O quadro inicial de funcionários reúne mais de 530 trabalhadores e deve chegar a 1 mil até o fim deste ano, com a adoção de um segundo turno de trabalho e o começo de produção de mais dois veículos: o também SUV Haval H9 e a picape média Poer.

    A GWM admite que o nível de conteúdo nacional dos três veículos será baixo no primeiro ano de atividade, mas projeta chegar a 60% já em 2026. Nos primeiros meses, porém, a GWM montará os veículos com peças e partes trazidas da China. A empresa optou pelo sistema de importar peça por peça a fim de acelerar projeto de localização de componentes. As atividades, no entanto, já começam com 18 fornecedores locais.

    A decisão da Cacex de estabelecer cotas com alíquota zero de importação sobre veículos CKD e SKD, entretanto, faz a empresa não descartar o benefício.


    Foto: Alzira Rodrigues



    Fonte: Auto Industria

  • Assinatura de carro elétrico da Volkswagen: Sucesso no Reino Unido, fracasso no Brasil

    Assinatura de carro elétrico da Volkswagen: Sucesso no Reino Unido, fracasso no Brasil

    O modelo de assinatura se tornou onipresente em nossas vidas. De filmes e músicas a serviços de entrega e refeições, pagamos por conveniência em parcelas mensais. Agora, a indústria automotiva também está se rendendo a essa tendência, mas com resultados bem diferentes dependendo do mercado.

    Assinatura de carro elétrico da Volkswagen funciona no Reino Unido

    A Volkswagen do Reino Unido encontrou uma forma de capitalizar com o modelo de assinatura, oferecendo aos proprietários do ID.3 a possibilidade de liberar mais potência no veículo mediante uma taxa mensal. A assinatura custa £ 16,50 (cerca de R$ 89,10) por mês, dando aos motoristas acesso a um aumento de 170 kW de potência.

    A empresa também oferece a opção de compra única por £ 649 (cerca de R$ 3.504,60) para tornar a atualização permanente.

    Aparentemente, essa abordagem está funcionando na Europa, onde o consumidor se mostra mais receptivo a pagar por funcionalidades extras. A estratégia da Volkswagen é inteligente: o hardware já está no carro, mas o software é que restringe o desempenho. Pagar para liberar o potencial total do veículo pode ser um atrativo para quem busca mais performance sem ter que trocar de carro.

    Volkswagen ID.3 – Foto: Divulgação

    O contraste no Brasil

    No Brasil, a história é bem diferente. A Volkswagen até tentou emplacar o modelo de assinatura, mas com pouco sucesso. O principal exemplo é o icônico ID.Buzz, a releitura elétrica da Kombi, que está disponível por assinatura por mais de R$ 10 mil mensais.

    O alto valor, aliado à incerteza sobre a posse do veículo, torna a assinatura de carros elétricos um negócio arriscado e pouco atrativo para o consumidor brasileiro. Em um mercado onde a propriedade ainda é um valor forte e os custos de manutenção de veículos a combustão já são altos, pagar uma mensalidade elevada por um carro que não é seu parece uma opção desvantajosa.

    O caso do Brasil demonstra que o modelo de assinatura, por mais que funcione para serviços de streaming, não se adapta facilmente à complexidade e ao alto custo dos veículos. O sucesso no Reino Unido com a assinatura de potência do ID.3 mostra que, talvez, a chave esteja em oferecer funcionalidades específicas e de baixo custo, e não o veículo inteiro por uma mensalidade salgada.

    Você assinaria uma funcionalidade extra para seu carro elétrico, como a potência adicional do ID.3? Ou você acha que esse tipo de serviço não tem futuro no Brasil?

    Leia também: Kombi elétrica (ID. Buzz) enfrenta desafios de venda no Brasil e nem nos Estados Unidos



    Fonte: Garagem 360

  • Toyota vai abrir creches para filhos de funcionários, mas só nos EUA

    Toyota vai abrir creches para filhos de funcionários, mas só nos EUA

    A Toyota está dando um passo significativo para apoiar seus funcionários nos Estados Unidos, anunciando a abertura de quatro novas creches em suas fábricas. A iniciativa, que expande o programa já existente em Kentucky e Indiana, demonstra uma crescente preocupação da empresa em oferecer suporte a pais que trabalham, um benefício que tem se tornado crucial no mercado de trabalho atual.

    Toyota vai abrir creches para filhos de funcionários nos EUA

    As novas instalações serão construídas em parceria com prestadores de serviços de alta qualidade e alinharão seus horários aos turnos de produção, garantindo que os funcionários possam conciliar suas carreiras com as responsabilidades familiares de forma mais eficiente.

    As fábricas da Carolina do Norte e do Mississippi devem inaugurar suas creches ainda este ano, seguidas por Alabama em 2026 e Virgínia Ocidental em 2027.

    Denita Neville, vice-presidente de Serviços Compartilhados Corporativos da Toyota, destaca a importância da medida. “Na Toyota, sabemos que é fundamental que pais que trabalham tenham acesso a creches de qualidade, e a indústria nem sempre é um trabalho das nove às cinco.

    Oferecer creches motiva e empodera os membros da nossa equipe, torna o nosso setor mais inclusivo e ajuda os nossos jovens alunos de hoje a se tornarem os nossos maiores líderes de amanhã.”

    Toyota vai abrir creches para filhos de funcionários nos EUA – Foto: Divulgação

     

    Essa abordagem já se mostrou bem-sucedida. Desde 1993, a fábrica da Toyota em Georgetown, Kentucky, oferece creche 24 horas, e a de Indiana, desde 2003. Ambas as unidades têm relatos positivos de funcionários, como Patricia Pastrana Arroyo, líder de grupo na Toyota Indiana, que descreve o alívio de ter um local que complementa sua rotina de trabalho. “O programa de educação infantil é excepcional.

    Os professores são acolhedores, atenciosos e genuinamente cuidadosos com cada criança”, afirma.

    As novas creches não serão apenas espaços para cuidado. Elas contarão com currículos focados no desenvolvimento infantil, incluindo cozinhas industriais, salas de STEM (Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática), espaços para movimento e playgrounds ao ar livre, preparando as crianças de seis semanas a cinco anos para o futuro.

    E no Brasil?

    Apesar da medida ser um grande avanço, a restrição geográfica do benefício levanta a questão de quando, e se, essa iniciativa será expandida para outras regiões. No Brasil, por exemplo, embora algumas empresas ofereçam benefícios relacionados a creches, a disponibilização de instalações internas ainda é uma exceção.

    Por aqui, a Toyota oferece auxílio creche para seus funcionários no valor a partir de R$ 596,20 (dependendo do cargo). 

    Você acha que iniciativas como a da Toyota deveriam se tornar padrão para grandes empresas no Brasil? Deixe sua opinião sobre como esse tipo de benefício pode impactar a vida dos trabalhadores.


     



    Fonte: Garagem 360

  • Confira as 16 marcas de carros chineses que devem chegar ao Brasil

    Confira as 16 marcas de carros chineses que devem chegar ao Brasil

    As montadoras chinesas estão expandindo significativamente sua presença no mercado automobilístico brasileiro, conquistando mais de 10% das vendas de veículos no país. A estratégia combina preços competitivos e forte investimento em veículos eletrificados.

    Um marco importante dessa expansão acontece nesta sexta-feira (15), com a inauguração da fábrica da GWM em Iracemápolis, interior de São Paulo. A unidade iniciará suas operações com capacidade para produzir 30 mil veículos anualmente, com perspectiva de ampliação para 50 mil unidades. O plano de investimentos da empresa no Brasil é robusto, totalizando R$ 10 bilhões até 2032.

    Diversificação da produção

    A nova fábrica da GWM se destaca pela variedade de modelos que serão produzidos, incluindo veículos elétricos, híbridos, plug-in e a diesel, além de automóveis voltados para o segmento de luxo.

    O cenário atual mostra uma presença cada vez mais significativa das marcas chinesas no Brasil. Além das empresas que já estabeleceram suas próprias fábricas no país, como JAC e BYD, outras marcas estão operando através de importação direta, totalizando 16 fabricantes chineses no mercado nacional.

    Esta expansão tem gerado uma pressão competitiva sobre as montadoras tradicionais, alterando a dinâmica do mercado automotivo brasileiro e oferecendo aos consumidores uma gama mais ampla de opções, especialmente no segmento de veículos eletrificados.

    BYD no Brasil: veja os modelos que estão ganhando versão nacional

    Os textos gerados por inteligência artificial na CNN Brasil são feitos com base nos cortes de vídeos dos jornais de sua programação. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNNClique aqui para saber mais.



    Fonte: CNN Brasil Auto

  • Nova Ram ressurge para desafiar Toyota Hilux com motor forte e nome nostálgico; conheça

    Nova Ram ressurge para desafiar Toyota Hilux com motor forte e nome nostálgico; conheça

    Ram e Toyota vão travar uma nova disputa no mercado brasileiro de picapes médias. E a Ram resolveu apostar na nostalgia para tentar vencer: trouxe de volta o nome Dakota, sucesso dos anos 1990 e início dos 2000, agora com uma proposta bem diferente e motor moderno.

    A princípio, o lançamento está previsto para 2026, mas a apresentação do modelo já levantou discussões e comparações com rivais de peso, como a Toyota Hilux. Mas será que só o nome Dakota será suficiente para conquistar os brasileiros?

    Acompanhe o Garagem360 e veja os detalhes!

    Ram e Toyota: duelo se intensifica com a volta da Dakota

    A escolha do nome Ram Dakota não é só uma homenagem. É parte de uma estratégia clara: ativar a memória afetiva do consumidor brasileiro. Nos anos 90, a antiga Dodge Dakota marcou época com seus motores V6, versões esportivas e até um raro V8 nacional. Mas a nova geração pouco tem a ver com aquela robustez bruta.

    Ram e Toyota

    Foto: Divulgação / Ram

    De acordo com informações da Autoesporte, a nova Dakota será produzida na Argentina e é baseada na plataforma da chinesa Changan Hunter, a mesma origem da Fiat Titano.

    O diferencial? A Ram promete um acabamento mais sofisticado, mais tecnologia e motorização robusta: um 2.2 turbodiesel de 200 cv e 45,9 kgfm de torque, com câmbio automático e tração 4×4.

    O que a nova Ram Dakota traz de diferente?

    A Ram Dakota vem para competir com Hilux, S10, Ranger e L200 com uma proposta visual marcante e interior tecnológico. O nome “Nightfall” na traseira do protótipo indica o conceito, mas o visual definitivo deve manter as linhas agressivas.

    Porém, apesar de ainda faltarem detalhes sobre versões e preços, já se sabe que o projeto foi tratado como prioridade pela Stellantis, com investimento de R$ 2 bilhões na fábrica de Córdoba (ARG), onde será produzida.

    Fatos rápidos sobre a nova Ram

    • Chega ao Brasil no início de 2026;
    • Motor 2.2 turbodiesel com 200 cv;
    • Câmbio automático de 8 ou 9 marchas;
    • Tração 4×4 de série;
    • Produzida na Argentina, na mesma linha da Fiat Titano;
    • Nome “Dakota” resgata o modelo da década de 1990

    Nova Dakota consegue bater de frente com a Toyota Hilux?

    Atualmente, a Toyota Hilux é referência de confiança e durabilidade entre as picapes médias. A Ram, por outro lado, aposta no fator inovação para chamar atenção. Mas será que a Dakota conseguirá competir em confiabilidade, desempenho e pós-venda?

    Ram e Toyota

    Foto: Reprodução / CNN

    Especialistas indicam que a briga será acirrada. A Hilux ainda domina no campo da reputação, mas a Dakota pode ganhar terreno com tecnologia e design mais atual. Além disso, a ligação emocional com o nome pode pesar na decisão de compra de muitos brasileiros.

    Você acha que a nova Ram Dakota vai fazer frente à Toyota Hilux no Brasil? Comenta aqui embaixo e conta pra gente sua opinião! 🛻👇

    Confira: Novo Zeekr 7X é SUV elétrico de 646 cv, autonomia de 423 km e preço abaixo de R$ 450 mil



    Fonte: Garagem 360

  • BYD já emplacou mais de 150.000 veículos em apenas 3 anos de Brasil!

    BYD já emplacou mais de 150.000 veículos em apenas 3 anos de Brasil!

    Foto do BYD Song Plus 2026
    BYD já emplacou mais 150.000 veículos no Brasil. Song Plus (2026 na foto) ajudou bastante

    Será que os números recentes podem contribuir para um futuro promissor? Essa pergunta é válida pelo seguinte. A BYD já emplacou mais 150.000 veículos desde quando chegou ao Brasil, em 2022!

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  • Nova Amarock terá versão híbrida, confirma chairman da VW

    Nova Amarock terá versão híbrida, confirma chairman da VW

    Do Rio de Janeiro

    Apesar de manter segredo sobre a data exata da sua entrada no mundo da eletrificação com produtos regionais, a Volkswagen confirmou uma versão híbrida da nova Amarok que será produzida na Argentina e tem previsão de lançamento em 2027.

    Em entrevista concedida a um pequeno grupo de jornalistas antes do evento The One, durante o qual a empresa premiou seus principais fornecedores na noite de quinta-feira, 14, no Rio de Janeiro, o chairman da Volkswagen para a América do Sul, Alexander Seitz, revelou que na nova geração da picape terá várias versões.

    “A participação do modelo hoje é pequena porque só temos uma opção com o motor V6, de 258 cv, o que limita seu alcance. Com o investimento na nova Amarok vamos ampliar o portfólio e ter novas motorizações, incluindo uma híbrida”, garantiu o executivo, negando-se a adiantar se será uma híbrida-flex, também a etanol, ou só gasolina.

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    Seitz, da Volkswagen: “América do Sul é a que mais cresce”.

    É sabido que a montadora investe no desenvolvimento de modelos híbridos inclusive no Brasil, mas até o momento a empresa não tinha revelado em quais modelos da marca a tecnologia será inicialmente incorporada.

    Apesar de ser definido como um carro latino-americano, a nova picape a ser produzida na fábrica de Pacheco, no país vizinho, tem desenvolvimento em parceria com a chinesa SAIC.

    “Vamos transformar um carro deles (dos chineses) em um produto ideal para um mercado picapeiro como é o da Argentina. Vamos adaptar chassis, dinâmica, performance e design”, explicou Seitz, informando ainda que parte das autopeças virão da China.

    Atualmente, o motor da Amarok vem da Europa e não se descarta trazê-lo do país asiático. Mas isso ainda não está definido, segundo o chairman: “Por ser Mercosul, precisamos ter programa de localização, que é de 35% numa primeira fase e na sequência de 50%”.

    Sobre projetos de localização de peças na região, comentou que o mais difícil ainda é a parte de eletroeletrônicos. Mas como outros fabricantes também investem em híbridos na região, ele acredita em tendência de começar a ter investimentos em produção desses componentes.

    A Volkswagen anunciou este ano investimento de US$ 580 milhões na Argentina, perto de R$ 4 bilhões, totalizando aporte de R$ 20 bilhões na região.

    A fábrica de Pacheco atualmente produz apenas a Amarok, que tem mais da metade da sua oferta destinada à exportação, principalmente para o Brasil. O SUV Taos, antes fabricado lá, agora vem do México.


    Fotos: Divulgação/VW



    Fonte: Auto Industria

  • Viação Pioneira renova frota com 444 chassis Mercedes-Benz

    Viação Pioneira renova frota com 444 chassis Mercedes-Benz

    A Viação Pioneira, operadora no sistema de transporte urbano público do Distrito Federal, renova e amplia a frota de ônibus com 444 chassis OF 1721 da Mercedes-Benz encarroçados pelo Marcopolo com o modelo Torino.

    Do volume, 207 unidades serão entregues ainda este ano e o restante de 237 programado para 2026. O negócio foi intermediado pela concessionária Mardisa.

    Hoje, a empresa opera 740 ônibus, todos com chassi da fabricante de São Bernardo do Campo (SP) e responsável pelo transporte na chamada Bacia 2, no qual atende, em média, 350 mil passageiros por dia.

    Desenvolvido para receber carrocerias de até 13,2 metros, o OF-1721 vem equipado com o motor eletrônico OM-924 LA com 208 cv e torque de 780 Nm de 1.200 a 1.600 rpm.

    A Mercedes-Benz lidera o mercado de chassi de ônibus no Brasil acima de 8 toneladas. De janeiro a julho deste ano, a fabricante registrou emplacamentos de 6.028 unidades, o que representou participação de 43% do total das vendas. O volume acumulado expressa crescimento de 24% em relação às 4.846 unidades negociadas no mesmo período do ano passado.


    Foto: Divulgação Mercedes-Benz



    Fonte: Auto Industria

  • Alerta Range Rover: JLR faz recall de mais de 121 mil veículos por risco de acidente

    Alerta Range Rover: JLR faz recall de mais de 121 mil veículos por risco de acidente

    A JLR (Jaguar Land Rover) está convocando um recall massivo para mais de 121.509 veículos nos Estados Unidos. O motivo é um problema potencialmente perigoso nas juntas superiores da suspensão dianteira que pode levar à perda de controle do veículo e aumentar o probabilidade de um acidente. O recall afeta alguns modelos Range Rover e Range Rover Sport fabricados entre 2014 e 2017.

    JLR faz recall de mais de 121 mil veículos por risco de acidente

    O anúncio foi feito pela National Highway Traffic Safety Administration (NHTSA), órgão de segurança veicular dos EUA, que investigava o problema desde junho de 2025. Segundo a NHTSA, as juntas de alumínio da suspensão dianteira podem rachar, o que pode fazer com que o braço de controle superior se solte.

    A JLR já recebeu 96 reclamações de donos de Range Rover e 14 de proprietários de Range Rover Sport sobre o defeito. Apesar do alto número de relatos, a NHTSA informou que, até o momento, não houve acidentes ou feridos relacionados a esta falha.

    Recall Range Rover – Foto: Divulgação

    As concessionárias da JLR foram notificadas sobre o recall em 19 de agosto de 2025. A data para a notificação aos proprietários ainda não foi divulgada, mas a expectativa é que seja em breve.

    O que fazer se seu carro for afetado?

    Proprietários de modelos Range Rover e Range Rover Sport dos anos 2014 a 2017 devem ficar atentos às próximas comunicações da JLR. Assim que a notificação oficial for emitida, os donos dos veículos afetados podem procurar uma oficina autorizada da JLR para realizar o reparo.

    O conserto, que deve ser feito sem custo para o cliente, envolverá a substituição da junta da suspensão dianteira que apresenta rachaduras ou, em alguns casos, a instalação de um suporte de retenção para evitar o problema.

    Se você tivesse um Range Rover afetado por esse recall, qual seria sua principal preocupação? 

    Leia também: Range Rover Evoque 2026 chega ao Brasil mais tecnológico e com versão única; veja o preço



    Fonte: Garagem 360

  • Aposta no luxo: BMW investe R$ 188 milhões em pintura personalizada

    Aposta no luxo: BMW investe R$ 188 milhões em pintura personalizada

    No mundo dos carros de luxo, a personalização é o novo campo de batalha. Enquanto as montadoras correm para desenvolver veículos mais rápidos e eficientes, a BMW está investindo em algo que toca diretamente a paixão dos clientes: uma pintura única e exclusiva. A marca alemã anunciou um investimento de quase US$ 35 milhões (R$ 188 milhões) para construir um novo Centro de Pintura Especial e Individual em sua fábrica em Dingolfing, na Alemanha.

    BMW investe R$ 188 milhões em oficina de pintura personalizada

    O objetivo é claro: atender à crescente demanda por carros que não são apenas um meio de transporte, mas uma extensão da identidade de seus donos. O novo centro, que deve ser inaugurado em setembro de 2025 e entrar em operação em 2027, permitirá que a BMW ofereça um leque ainda maior de opções de pintura, de 300 tonalidades a acabamentos especiais e listras.

    O Centro de Pintura Especial e Individual da BMW é um exemplo de como a tecnologia pode complementar o toque humano. Com cerca de 2.000 metros quadrados, a nova instalação contará com robôs para a aplicação da primeira demão de cor, garantindo precisão e eficiência.

    No entanto, o toque final – como listras e outros acabamentos personalizados – será feito por uma equipe de até 10 funcionários, mantendo a atenção aos detalhes que se espera de uma marca de luxo.

    BMW investe R$ 188 milhões em oficina de pintura personalizada – Foto: Divulgação

    O processo será mais rápido e eficiente. A BMW espera reduzir o tempo de produção em um quarto, com uma queda no custo por veículo pintado. Além disso, a pintura será seca por aquecimento elétrico em vez de gás, o que reduz o impacto ambiental da operação.

    A tendência do mercado de luxo

    A BMW não está sozinha nessa corrida pela personalização. A Mercedes-Benz também investiu em sua divisão Manufaktur, que se especializou em modelos e acabamentos individualizados. A Cadillac também entrou no jogo com o programa Curated by Cadillac, que oferece opções exclusivas para seus modelos de alta performance.

    BMW investe R$ 188 milhões em oficina de pintura personalizada – Foto: Divulgação

     

    Essas iniciativas mostram que as marcas de luxo entenderam a importância de oferecer algo além do motor e do design. A personalização se tornou uma ferramenta para fidelizar clientes e incentivar um maior gasto por veículo.

     Para a BMW, o investimento em seu novo centro de pintura não é apenas uma melhoria na produção, mas uma aposta no futuro do mercado automotivo, onde o luxo se traduz em exclusividade.

    Você gastaria mais dinheiro em um carro para ter uma pintura personalizada e única? 

    Leia também: Rumor: BMW estaria desenvolvendo um rival do Mercedes-Benz Classe G



    Fonte: Garagem 360