Autor: automoveis

  • Carros da BYD têm preços surpreendentes em 2025; veja quanto custam os modelos

    Carros da BYD têm preços surpreendentes em 2025; veja quanto custam os modelos

    A BYD se consolidou como uma das principais fabricantes de carros elétricos do mundo e, em 2025, a empresa surpreende o mercado brasileiro com alguns modelos mais acessíveis.

    Além de novos lançamentos, a marca também trouxe atualizações significativas nos preços, que estão mais baixos em relação aos anos anteriores.

    O Garagem360 fez uma garimpo e trouxe os preços dos principais carros da BYD no Brasil e seus atuais preços; confira!

    Quais são os preços dos carros da BYD em 2025?

    Carros da BYD

    Foto: Imagem gerada por IA

    Atualmente, a BYD segue oferecendo veículos com ótima relação custo-benefício, destacando-se no mercado brasileiro de carros eletrificados. A seguir, você confere os valores atualizados em julho de 2025.

    BYD Dolphin Mini – R$ 119.990

    O compacto elétrico mais vendido da marca, agora com uma nova cor e autonomia de 280 km. Equipado com câmera de visão 360º, painel digital de 7” e central multimídia de 10,1”.

    BYD Dolphin GS – R$ 149.990

    Em seguida, temos a versão intermediária do Dolphin, com motor de 95 cv e autonomia de 291 km. Equipado com recursos como retrovisores com rebatimento elétrico e partida automática.

    BYD Dolphin Plus – R$ 184.800

    A versão topo de linha do Dolphin, com motor de 204 cv e autonomia de 330 km, além de teto solar e sistemas de condução semi-autônoma.

    BYD Yuan Pro – R$ 182.800

    O BYD Yuan Pro traz motor de 177 cv e autonomia de 250 km. Embora mais acessível, a versão ainda não conta com recursos de assistência avançada de direção (ADAS).

    BYD Yuan Plus – R$ 235.800

    Um SUV mais potente (204 cv) e equipado com todos os recursos ADAS, com autonomia de 294 km. Assim, o Yuan Plus é ideal para quem busca um carro mais completo e versátil.

    BYD Seal – R$ 249.990

    A princípio, o sedã elétrico da BYD traz dois motores elétricos e 530 cv, garantindo um desempenho impressionante de 0 a 100 km/h em apenas 4 segundos. Com autonomia de 372 km.

    BYD Tan – R$ 436.800 (com desconto)

    SUV de luxo com 517 cv, autonomia de 430 km e sete lugares. O Tan pode ser encontrado com descontos de até R$ 100.000, tornando-se uma excelente opção para quem busca conforto e potência.

    BYD Han – R$ 559.800

    Sedã de grande porte com 494 cv e autonomia de 349 km. O BYD Han traz um pacote de equipamentos de luxo e desempenho de alto nível, ideal para quem busca conforto e tecnologia.

    BYD King GL – R$ 169.990

    A versão de entrada do sedã híbrido da BYD, com motor 1.5 aspirado e elétrico, oferecendo 209 cv de potência combinada. A versão GL mantém o preço estável em R$ 169.990.

    BYD King GS – R$ 175.990

    Similarmente, a versão topo de linha do King, com motor híbrido mais potente (235 cv) e recursos como piloto automático adaptativo e assistente de permanência em faixa.

    BYD Song Pro GL – R$ 189.990

    SUV híbrido de entrada com motor 1.5 aspirado e elétrico, com 223 cv de potência. A versão GL oferece excelente custo-benefício.

    BYD Song Pro GS – R$ 199.990

    A versão topo de linha do Song Pro, com 235 cv de potência combinada, oferecendo recursos como piloto automático adaptativo e câmeras de 360º.

    BYD Song Plus – R$ 249.990

    SUV híbrido com 235 cv de potência e agora com novo design e sistema de som melhorado. Ideal para quem busca desempenho e tecnologia.

    BYD Song Plus Premium – R$ 299.800

    A versão premium do Song Plus, com tração integral e 334 cv. Com mais potência e uma bateria maior, o modelo oferece uma autonomia elétrica de até 87 km.

    BYD Shark – R$ 379.800 (com desconto)

    Por fim, a picape híbrida com motor turbo a gasolina e dois motores elétricos, oferece um total de 437 cv de potência. Agora com R$ 40.000 de desconto, o preço da BYD Shark caiu para R$ 339.800.

    Leia também: Toyota Yaris Cross gabarita teste de segurança com 5 estrelas; saiba o que isso significa para o modelo

    Vale a pena investir nos carros da BYD em 2025?

    Com os preços mais baixos, descontos atrativos e uma linha de carros cada vez mais completos, os carros da BYD se tornam uma excelente opção para quem busca um veículo moderno, eficiente e com boa relação custo-benefício.

    Além disso, a empresa tem investido pesado no mercado brasileiro e continua a oferecer modelos com alta tecnologia e autonomia.

    Agora que você conhece os preços dos veículos da BYD em 2025, qual modelo mais te atrai? Comente abaixo!



    Fonte: Garagem 360

  • Fiat Strada surpreende e lidera vendas no Brasil em 2025; veja o top 10

    Fiat Strada surpreende e lidera vendas no Brasil em 2025; veja o top 10

    A Fiat Strada iniciou o segundo semestre de 2025 no topo das vendas de carros novos no Brasil, conquistando a liderança de emplacamentos.

    Com 75.592 unidades vendidas até julho, a picape da Fiat superou até modelos consagrados, como o Volkswagen Polo, que ficou em segundo lugar, com 70.155 unidades. A disputa pela liderança promete ficar ainda mais acirrada até o final do ano, e a Strada está se destacando pela preferência dos brasileiros.

    Acompanhe o Garagem360 e veja os detalhes!

    O que faz a Fiat Strada estar no topo das vendas?

    Robusta, econômica, perfeita para a cidade e meio rural, a Fiat Strada não é apenas a picape mais vendida no Brasil, mas também tem conquistado um público fiel.

    Fiat Strada

    Foto: Garagem360

    Com uma combinação de preço acessível, versatilidade e desempenho, ela se mantém no topo das vendas, especialmente em um mercado competitivo de carros novos.

    Mesmo com a crescente presença de SUVs e modelos elétricos, a Strada continua a se destacar como a escolha preferida de muitos brasileiros.

    • Preço acessível: A Strada oferece um custo-benefício excelente, principalmente em comparação com outras picapes e SUVs no mercado.
    • Versatilidade: Com uma capacidade de carga impressionante e conforto para o dia a dia, ela atende tanto aos pequenos produtores rurais quanto a quem busca praticidade urbana.
    • Desempenho: A picape tem desempenho eficiente, ideal para quem precisa de um veículo para trabalho e lazer.

    Top 10 carros mais vendidos no Brasil em 2025

    A princípio, o mercado de carros novos tem apresentado uma disputa interessante, com alguns modelos tradicionais sendo desafiados por novos concorrentes. A seguir, veja o top 10 de carros mais vendidos no Brasil até julho de 2025, segundo dados da Fenabrave:

    • Fiat Strada – 75.592 unidades
    • Volkswagen Polo – 70.155 unidades
    • Fiat Argo – 54.432 unidades
    • Volkswagen T-Cross – 53.551 unidades
    • Hyundai HB20 – 42.392 unidades
    • Chevrolet Onix – 42.078 unidades
    • Fiat Mobi – 41.329 unidades
    • Hyundai Creta – 39.032 unidades
    • Toyota Corolla Cross – 36.086 unidades
    • Honda HR-V – 36.086 unidades

    Vendas de julho

    Em julho, o Volkswagen Polo assumiu a liderança com 12.940 unidades, mas a Fiat Strada ficou bem próxima, com 12.895 unidades, o que mantém a disputa entre os dois modelos bastante acirrada.

    Agora que você conheceu os carros mais vendidos do Brasil em 2025, o que acha da liderança da Fiat Strada? Você acredita que ela manterá a posição até o final do ano? Comente abaixo!

    Veja na sequência: Nova Chevrolet Montana 2026 chega com painel digital, tecnologia avançada e reboque surpreendente de 400kg



    Fonte: Garagem 360

  • EUA respondem por 38% das exportações de pneus de carga

    EUA respondem por 38% das exportações de pneus de carga

    A indústria brasileira de pneus iniciou o segundo semestre com mais um grande problema para administrar e que pode impactar em boa medida a produção local. Mantido o cronograma estipulado pelo governo dos Estados Unidos, a partir desta quarta-feira, 6, pneus brasileiros exportados para os segmentos agrícola, de carga e motocicletas começarão a recolher tarifa adicional que, somada à emergencial, totalizará 50%.

    “As tarifas de 50% e 25% impostas pelo governo dos Estados Unidos trazem grande preocupação”, diz Rodrigo Navarro, CEO da Anip, Associação Nacional da Indústria de Pneumáticos. “Desde 2020 já temos convivido com o crescimento das importações, muitas vezes com valores abaixo do custo, afetando duramente a indústria no País, empregos, investimentos e reduzindo a compra de matérias-primas locais”, destaca.

    “As tarifas trazem prejuízos para os dois mercados e afetam as empresas do setor, em especial as que investiram em linhas de produção no Brasil exclusivamente para exportação para os Estados Unidos”, destaca o dirigente.

    De janeiro a junho, as exportações representaram 22% das vendas da indústria brasileira, cerca de 5,5 milhões de unidades. Só os Estados Unidos consumiram 1,9 milhão, 35,3%. A participação é ligeiramente maior do que ao longo do ano passado, quando o Brasil embarcou 9,8 milhões de pneus — 20% do total das vendas do setor —, com 33,2%, 3,2 milhões de unidades, seguindo para lá.

    Problema ainda maior seria se os produtos destinados a carros de passeio, responsáveis pela maioria dos embarques, também tivessem alíquota majorada. Eles permanecem com a taxação de 25% praticada desde maio — 10% antes disso —, enquanto os pneus de aeronaves (não fabricados no Brasil) passaram a ter tarifa adicional de 10%.

    No primeiro sementre, os pneus para carros somaram 4,22 milhões de unidades exportadas, 1,45 milhão ou 34% para o mercado estadunidense. Para o segmento de carga foram embarcados 1,32 milhão de pneus, sendo 502,8 mil, ou 38%, para os Estados Unidos.

    As exportações de pneus agrícolas acumularam 54,5 mil unidades no primeiro semestre deste ano, mas somente 1% para o país da América do Norte, que comprou 63,7 mil pneus de motos, apenas 8% das mais de 751 mil unidades vendidas pelo Brasil no mercado externo.

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    → Tarifaço de Trump afeta e preocupa indústria brasileira de pneus

    → Anip: entregas de pneus recuaram perto de 3% em 2024.

    “Os volumes de exportações equivalem à produção de uma fábrica de médio porte”, calcula Navarro, que defende a continuidade do diálogo do governo e setores privados brasileiros com os pares estadunidenses. “Vamos continuar com os esforços junto aos interlocutores-chave envolvidos nesse tema, incluindo governo federal, estaduais e outras entidades setoriais.”

    A Anip lembra que São Paulo é o estado mais afetado pelas medidas tarifárias promovidas pelo governo Trump. No ano passado, saíram de nove fábricas paulistas 49,4% do total dos pneus produzidos para exportação. Este ano, o índice subiu para 52,7%. Com três fábricas, a Bahia é o segundo estado que mais exporta pneus: 24,3% do total no ano passado e 21,9% em 2025.


     



    Fonte: Auto Industria

  • BYD tem “carro secreto” contra o BMW 320i, mas decide não usá-lo; saiba qual o modelo

    BYD tem “carro secreto” contra o BMW 320i, mas decide não usá-lo; saiba qual o modelo

    O BYD Seal híbrido poderia ser a grande aposta da montadora chinesa para enfrentar gigantes como BMW, Audi e Honda no segmento de sedãs de luxo.

    No entanto, a empresa tem se mostrado cautelosa ao revelar essa novidade, e a expectativa cresce sobre quando e se o modelo será oficialmente lançado no Brasil. A marca, que já lidera o mercado de carros elétricos no país, guarda o Seal híbrido como uma “arma secreta”, mas por enquanto não há planos de lançamento.

    Acompanhe o Garagem360 e entenda como o BYD Seal híbrido poderia transformar o mercado de sedãs de luxo e roubar as vendas de concorrentes renomados!

    Conheça o BYD Seal híbrido!

    O BYD Seal híbrido é um modelo com grande potencial para sacudir o mercado de sedãs de luxo no Brasil. A princípio, a montadora já mostrou o Seal 07 DM-i, uma versão híbrida plug-in do BYD Seal, que vem com uma combinação de motor 1.5 turbo e motor elétrico, entregando até 272 cv de potência.

    BYD Seal híbrido

    Foto: Divulgação / BYD

    Esse modelo poderia competir diretamente com o BMW 320i e o Audi A3 Sedan, oferecendo uma alternativa mais acessível sem perder a sofisticação e a tecnologia.

    Detalhes do Seal híbrido

    • Motorização: Motor 1.5 turbo (156 cv) combinado com um motor elétrico (272 cv), somando um total de 428 cv.
    • Autonomia: A bateria de 31 kWh permite uma eficiência impressionante de até 30 km/l de gasolina.
    • Preço estimado: Estima-se que, caso chegue ao Brasil, o BYD Seal híbrido ficaria na faixa de R$ 250.000 a R$ 300.000, um preço altamente competitivo comparado a modelos como o BMW 330E (custo de R$ 437.950) e o Audi A3 (entre R$ 289.990 e R$ 344.990).

    Logo, o Seal híbrido tem um grande potencial de destronar modelos consagrados, oferecendo a mesma potência e recursos avançados a um custo mais acessível.

    A dúvida é: será que a montadora chinesa vai optar por lançar essa versão no Brasil?

    Seal híbrido vs BMW 320i

    Se a BYD decidir lançar o Seal híbrido no Brasil, ele pode representar uma ameaça real para marcas como BMW, Audi e Honda.

    BYD Seal híbrido

    Foto: Divulgação / BYD

    Atualmente, o sedã grandão da chinesa, com motorização híbrida plug-in, tem um preço muito mais competitivo, enquanto oferece uma potência comparável aos modelos mais caros da concorrência.

    O que coloca o BYD Seal híbrido no radar dos sedãs de luxo

    • Preço acessível: Mesmo com a tarifa de 35% de importação que começará em 2026, o BYD Seal híbrido teria um preço entre R$ 250.000 e R$ 300.000, um valor muito mais competitivo do que seus concorrentes diretos.
    • Tecnologia e desempenho: Com motor híbrido plug-in e autonomia eficiente, o BYD Seal híbrido se posiciona como uma alternativa mais acessível aos sedãs tradicionais de luxo, como o BMW 320i e o Audi A3.
    • Potencial para conquistar o mercado: Enfim, o modelo pode oferecer o desempenho e a sofisticação desejada por quem busca um sedã de luxo, mas sem os preços elevados das marcas tradicionais.

    Seal híbrido virá para o Brasil?

    Apesar de a BYD ter mostrado o Seal híbrido para testes, a montadora ainda não tem planos de lançá-lo oficialmente no Brasil.

    A principal razão seria a necessidade de reduzir o estoque de modelos totalmente elétricos, como o BYD Seal já disponível no país. No entanto, a expectativa de que a versão híbrida seja introduzida no mercado brasileiro é alta, principalmente devido à sua capacidade de competir diretamente com os principais sedãs de luxo.

    Agora que você conhece o BYD Seal híbrido e seu grande potencial para competir com marcas como BMW e Audi, o que acha dessa “arma secreta” da montadora chinesa?

    Leia também: 5 SUVs usados por R$ 75 mil, R$ 90 mil, R$ 100 mil e R$ 125 mil para comprar em 2025



    Fonte: Garagem 360

  • Leandro Mihara assume diretoria de Transporte da Allians Seguros

    Leandro Mihara assume diretoria de Transporte da Allians Seguros

    Leandro Mihara assume nesta segunda-feira, 4, a diretoria de Transportes da Allianz Seguros, reportando-se diretamente ao diretor executivo de Negócios Corporativos, Maurício Masferrer.

    Com mais de 19 anos de atuação no mercado de seguros, o executivo é formado em Ciências Econômicas, possui MBA pela Universidade de Manchester e especialização em Finanças pela FGV-SP.

    Setor de transporte impulsiona o consumo de alumínio

    Entre outras experiências no setor, teve passagens pela Chubb, Tokio Marine, Bradesco Seguros e Mitsui, atuando em posições estratégicas em diversas linhas de negócios, com ênfase no segmento de transportes marítimos.

    “O segmento de transportes desempenha um papel estratégico para o setor de seguros, tanto por sua relevância atual quanto pelo enorme potencial de crescimento em um mercado em constante expansão”, comenta o novo diretor, dizendo estar entusiasmado em assumir a liderança dessa área e contribuir para o fortalecimento da companhia, por meio do desenvolvimento de soluções cada vez mais alinhadas às demandas dos clientes e parceiros de negócios.


    Foto: Divulgação/Allianz Seguros



    Fonte: Auto Industria

  • Montadora chinesa faliu e deixa brasileiros órfãos

    Montadora chinesa faliu e deixa brasileiros órfãos

    A Neta Auto, montadora chinesa que prometeu revolucionar o mercado de carros elétricos no Brasil em 2024, parece estar no fim de sua jornada no país. Com o site e as redes sociais fora do ar por mais de um mês e a matriz na China declarando falência, o futuro da marca por aqui é incerto, deixando os poucos clientes da marca sem saber como ficará a situação dos seus veículos.

    Montadora chinesa Neta faliu 

    Apesar de a Neta ter comunicado que seu site e conta no Instagram voltaram ao ar e que não tem planos para encerrar suas operações no Brasil, a situação financeira na China é crítica. A Hozon New Energy Automobile, controladora da Neta, entrou oficialmente em processo de falência, com um pedido feito por um credor em maio, e lojas em Xangai foram fechadas por determinação do governo.

    A crise da matriz afeta diretamente a filial brasileira. Cerca de 400 veículos da Neta foram retirados do país nos últimos meses, e dos quase 700 carros iniciais, restam apenas 300. A empresa alega estar em um processo de reorganização com apoio do governo chinês e promete retomar a produção de alguns modelos em 2025. No entanto, as fábricas na China estão paralisadas desde o início do ano.

    Neta Aya – Foto: Divulgação

    Leia aqui: Carro elétrico Neta Aya tira nota 0 em teste de segurança; será que vale o hype?

    Mesmo com a promessa de reestruturação, os números de vendas no Brasil são baixos. De acordo com a Associação Brasileira de Veículo Elétrico (ABVE), a Neta vendeu apenas 59 carros este ano. O modelo GT, que era o carro-chefe para o lançamento no Brasil, teve sua venda suspensa.

    Futuro da Neta 

    A falência da matriz na China se deve a dívidas com fornecedores e protestos de concessionários. A fábrica da Neta em Tongxiang está parada, e a empresa não pagou bônus a funcionários, além de ter realizado cortes salariais de 75%. O número de carros vendidos pela marca na China também despencou nos últimos anos.

    Para tentar se salvar, a Neta vem tratando o mercado da Tailândia como sua tábua de salvação, com uma linha de montagem em Bangkok. No entanto, o importador de Singapura desistiu da parceria depois de não receber os carros encomendados.

    Apesar da Neta seguir com operações e transações ativas em cinco pontos de venda no Brasil, a crise financeira na China e a incerteza quanto à retomada da produção levantam sérias dúvidas sobre a continuidade da marca no país.

     Leia também: BYD tem “carro secreto” contra o BMW 320i, mas decide não usá-lo; saiba qual o modelo

     



    Fonte: Garagem 360

  • VW Delivery: 20 anos e 220 mil unidades produzidas.

    VW Delivery: 20 anos e 220 mil unidades produzidas.

    A Volkswagen Caminhões e Ônibus comemora os 20 anos da família de caminhões Delivery desde o lançamento da primeira geração, em 2005. Em duas décadas, o fabricante conta 220 mil unidades produzidas, volume que corresponde a 200 mil modelos emplacados e outros 20 mil exportados.

    A gama destinada para cumprir tarefas urbanas ou rodoviárias de curtas distâncias se mostra como eixo estratégico da marca ao ter forte presença nas vendas em suas respectivas categorias. Também foi a linha escolhida para incorporar e estrear produção no País de caminhão 100% elétrico.

    Composta pelos Delivery Express, 6.170, 9.180, 11.180, 11.180 4×4 e 13.180 6×2, além dos elétricos e-Delivery 11 e 14. No acumulado do primeiro semestre, conforme dados da Fenabrave, o leve 9.180 e o médio 11.180 encerraram o período na liderança de suas categorias com participação nas vendas de 42,8% e 40,95%, respectivamente. Os outros representantes ainda, sempre presentes no ranking dos dez mais vendidos de seus subsegmentos, reforçam a relevância da família de caminhões da marca.

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    “A cada dois caminhões vendidos no segmento de médios, um é da família Delivery no Brasil”, lembra Roberto Cortes, presidente e CEO da VWCO. “Em qualquer segmento, dos comércios como floriculturas e açougues ao transporte de bebidas, sempre existe um Delivery em operação.”

    A atual geração dos Delivery surgiu em 2017, resultado de um investimento de R$ 1 bilhão com o qual a fabricante trouxe para a gama mais tecnologia, cabine reprojetada e novas versões, como o Express, modelo que colocou a marca no segmento de comerciais leves.

    Os modelos também ganharam mais praticidade e conveniências para o dia a dia de trabalho. Casos de oferta de volante multifunção, bancos com suspensão pneumática, ajuste na coluna de direção, acionamento elétrico de retrovisores, janelas e travas e ar-condicionado. A depender o acabamento ainda, o modelo incorpora central multimídia.

    Em 2021, foi a vez de a VWCO iniciar atuação no transporte com o lançamento dos elétricos e-Delivery, o primeiro a ser produzido no País, na fábrica de Resende (RJ). São duas versões, para 11 e 14 toneladas.

    VW e-Delivery


    Foto: Divulgação VWCO



    Fonte: Auto Industria

  • Mercado de caminhões inicia o 2º semestre em alta de 25%

    Mercado de caminhões inicia o 2º semestre em alta de 25%

    O ritmo de emplacamentos de caminhões começou o segundo com aumento de 25,6% em julho sobre junho, de 8.347 para 10.523 unidades emplacadas. O volume do mês passado superou a média mensal de 8,9 mil licenciamentos de todo primeiro semestre, porém representou recuo de 5% na comparação com julho de 2024, quando registrou 11.079 vendas.

    Segundo avalia o presidente da Fenabrave, Arcelio Jr., é um bom início de semestre, embora o mercado ainda siga pressionado por alto custo do financiamento e cautela em relação a investimentos.

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    O resultado positivo anotado ainda, lembra o dirigente, tem influência de maior número de dias úteis e de campanhas promocionais de venda.

    “Neste ano, a redução na expectativa de volume total de emplacamentos para 2025 estimulou fabricantes e concessionários a adotarem postura mais agressiva de vendas para acelerar o giro de estoque”, resume em nota.

    No acumulado até julho, as vendas de caminhões somaram 63.943 unidades, queda de 3,8% em relação com o mesmo período do ano passado, ocasião na qual registrava 66.504 licenciamentos.


    Foto: Divulgação Scania



    Fonte: Auto Industria

  • Hilux assume liderança no segmento “alhos com bugalhos”

    Hilux assume liderança no segmento “alhos com bugalhos”

    A Fiat apresenta ainda nesta semana a linha 2026 da Toro, com mudanças estéticas, de conteúdos e no acabamento. O momento é mais que oportuno. De janeiro a julho, as vendas da picape encolheram 5%, para 27,3 mil unidades, em um mercado que oscilou positivamente 1,5%.

    Apesar de média, a Toro é elencada pela Fenabrave — ainda e de forma injustificada — no segmento de picapes grandes. Nele são computados os licenciamentos de modelos monoblocos menores, como a própria Toro, Chevrolet Montana e Renault Oroch, e também de picapes de carrocerias sobre chassi e que podemcarregar mais de 1 tonelada de carga.

    Mesmo assim, a picape da Fiat tem sido líder dessa categoria desde que foi lançada, em 2016. Bem, isso até julho, quando foi ultrapassada no acumulado do ano pela Toyota Hilux.

     

     

    A então “eterna vice-líder” do segmento, que ganhará nova geração em 2026 — a atual tem dez anos —, já vinha diminuindo a diferença, mas acelerou os negócios em julho e cravou quase 5,4 mil emplacamentos contra perto de 4 mil da Toro.

    No acumulado dos primeiros sete meses, a representante da marca japonesa tem 28,5 mil unidades entregues aos clientes finais e, portanto, é candidata, sim, a colocar fim à hegemonia da Toro em 2025. No ano passado inteiro, a vantagem da Toro limitou-se a 3,8 mil unidades.

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    Ainda entre as picapes grandes, merecem destaques os desempenhos da Ford Ranger, cujas vendas aumentaram 23%, para 19,1 mil unidades, mas especialmente da L200, que desde novembro de 2024 passou a ser denominada apenas Triton.

    O modelo, considerando as vendas da atual e da geração anterior, acumulou 9,1 mil unidades vendidas em sete meses, um salto de 38% na comparação internanual.

    Na contramão, a Nissan Frontier viu suas vendas encolherem drasticamente, perto de 30%, o maior recuo do segmento ao longio deste ano.


    Foto: Divulgação



    Fonte: Auto Industria

  • No Top 10 anual, GM é a que mais perde participação

    No Top 10 anual, GM é a que mais perde participação

    Com a Fiat firme na liderança do mercado tanto em julho como no ano, o vaivém no Top 10 das marcas mais vendidas no País divulgado nesta segunda-feira, 4, pela Fenabrave mostra que a General Motors, terceira colocada, é a que mais perde participação em 2025.

    Suas vendas totalizaram 144.285 unidades de janeiro a julho, fatia de 10,6%. No mesmo período de 2024 foram 167.269 emplacamentos, participação de 12,82%. Ou seja, queda expressiva de 13,8% nos emplacamentos da marca Chevrolet, ante mercado com alta média de 4,4%, e perda de 2,2 pontos porcentuais de market share.

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    A líder e vice-líder, Fiat e Volkswagen, ampliaram participações no comparativo interanual em 0,66 p.p. e em 1 p.p., passando de, respectivamente, 20,79% para 21,45% e 15,68% para 16,68%. Pela ordem, elas venderam este ano totais  292.020 e 227.001 unidades.

    Da quarta à sétima posição não houve mudança entre as marcas Toyota, Hyundai, Renault e Jeep. As duas primeiras tiveram pequena queda de market share, respectivamente de 0,75 p.p e 0,55 p.p, enquanto a Renault se manteve estável e a Jeep teve recuo de apenas 0,25 p.p.

    Já nas últimas três colocações do Top 10 houve uma dança das cadeiras. A Nissan baixou da 8ª para a 10ª posição, enquanto a Honda subiu da 9ª para a 8ª e a BYD da 10ª para a 9ª (veja tabela abaixo). A marca chinesa ganhou 1,26 p.p. de participação, a Honda evolui 0,7 p.p e a Nissan reduziu favia em 0,74 p.p.


    Carros/comerciais leves – vendas até julho –  Ordem numérica de 2025

    Marca     Volume jan/jul 25        jan/jul 2024      Part.25      Part.24
    1º  FIAT                 292.020                   271.146                     21,45%       20,79%
    2º  VW                   227.001                    204.545                    16,68%       15,68%
    3º GM                    144.285                    167.269                     10,60%      12,82%
    4º TOYOTA         106.299                     111.585                        8,56%        7,81%
    5º HYUNDAI      102.887                     105.732                       7,56%        8,11%
    6º RENAULT         70.604                     66.426                       5,19%        5,09%
    7º JEEP                   65.517                      66.014                       4,81%        5,06%
    8º HONDA             58.117                      46.548                        4,27%        3,57%
    9º BYD                     57.388                    38.635                        4,22%        2,96%
    10º NISSAN            42.933                    50.697                         3,15%        3,89%


    Carros/comerciais leves – vendas até julho
    1º  FIAT                 50.604                   22,01%
    2º VW                    41.630                   18,10%
    3º GM                    24.441                   10,63%
    4º TOYOTA          17.291                      7,52%
    5º HYUNDAI       16.572                      7,21%
    6º JEEP                  9.960                     4,33%
    7º RENAULT         9.862                     4,29%
    8º BYD                    9.693                     4,22%
    9º NISSAN            7.939                       3,45%
    10º HONDA          7.433                       3,23%


    Foto: Divulgação/GM



    Fonte: Auto Industria