Autor: automoveis

  • Estratégico? Novo Nissan Kicks Sense é o carro número 700 mil produzido no em Resende

    Estratégico? Novo Nissan Kicks Sense é o carro número 700 mil produzido no em Resende

    De do novo Nissan Kicks Sense, o carro 700.000 produzido na fábrica de Resente (RJ)
    Novo Nissan Kicks Sense, o carro 700.000 produzido no Completo Industrial de Resende (RJ)

    Estratégico? Uma unidade do novo Nissan Kicks Sense foi o carro número 700 mil a sair do Complexo Industrial de Resende (RJ). A marca foi atingida cerca de 11 anos após a inauguração da fábrica brasileira.

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  • Mercedes EQB 250+ ganha mais autonomia e chega aos 376 km

    Mercedes EQB 250+ ganha mais autonomia e chega aos 376 km

    A Mercedes lançou o novo SUV EQB 250+ com uma bateria de maior capacidade. Na prática, com a alteração do componente, o carro agora tem mais autonomia e chega aos 376 km, com base na certificação do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro). 

    A nova bateria saiu dos 66,5 kWh e agora tem 70,5 kWh de capacidade. São 49 quilômetros a mais de autonomia para o modelo 100% elétrico, que é comercializado por R$ 399.900.

    Com espaço para até sete ocupantes, o EQB 250+ 2025 pode ser carregado tanto na corrente alternada (AC) em até 11 kW ou corrente contínua (DC) em até 100 kWh. 

    Segundo a Merdeces, o EQB possui funções que podem maximizar a autonomia. Isso consiste, no entanto, em desligar o display ou o ar-condicionado do carro. 

    Por dentro, o EQB 250+ possui um display central de 10,25” de alta definição. Por meio dele, também é possível personalizar a aparência em três estilos: sutil, esportivo ou clássico. 


    Interior conta com luxo e tecnologia a bordo
    Interior conta com luxo e tecnologia a bordo • Mercedes/Divulgação

    Além da autonomia, o SUV não teve nenhuma alteração mecânica. Permanece com o motor único de 190 cv e 39,2 kgfm de torque. A velocidade é limitada eletronicamente aos 160 km/h. Na aceleração, o modelo atinge os 100 km/h em 8,9 segundos.

    Em termos de dimensões, o SUV elétrico da Mercedes tem 4,68 metros de comprimento, 2,02 metros de largura e um entre-eixos de 2,82 metros. Algo próximo a um Volkswagen Tiguan. 


    Traseira do EQB 250+
    Traseira do EQB 250+ • Mercedes/Divulgação

    De série, o EQB 250+ já vem equipado com uma extensa lista de equipamentos de segurança e tecnologia, como: 

    • Sistema Keyless-Go;
    • Teto solar panorâmico;
    • Carregamento sem fio para celulares;
    • Ar-condicionado de 2 zonas;
    • Faróis Full LED;
    • Assistente de manutenção em faixa;
    • Assistente de ponto cego.

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    Fonte: CNN Brasil Auto

  • Ana Maria Braga passeia com Volkswagen Fusca 63; conheça modelo

    Ana Maria Braga passeia com Volkswagen Fusca 63; conheça modelo

    Conhecida por dirigir um SUV de luxo, avaliado em quase R$ 2 milhões, a apresentadora Ana Maria Braga surpreendeu os fãs neste sábado (2) ao passear com um Volkswagen Fusca 1963. A artista compartilhou a diversão nas redes sociais e revelou uma curiosidade automotiva.

    Apresentando o simpático besouro como “xodó da casa”, Ana Maria Braga passeou no veículo com um look preto, combinando com o carro. A apresentadora contou que o primeiro carro que teve era também nessa tonalidade.

    “Meu primeiro carro foi assim! Que belo dia para dar um passeio com esse fusca preto, hein? Nossa manhã foi de pura nostalgia, relembrando os velhos tempos nesse passeio delicioso”, postou a artista.

    O Fusca 63 de Ana Maria Braga não possui a desejada placa preta, que indica um carro com alto grau de originalidade. Na verdade, o modelo possui uma personalização especial, com direito a teto solar ragtop.

    O carro possui suspensão rebaixada e rodas Fuchs de cinco raios. Na parte de dentro, o Fusca possui volante de três raios e estofamento em couro. O volante original  é bem mais fino, branco e com dois raios, enquanto os bancos são mais simples. O carro da apresentadora possui ainda alguns instrumentos auxiliares na porção central do painel.

    Originalmente, o Fusca desse ano era equipado com o motor 1.200 cc de apenas 36 cavalos e sistema elétrico de 6V. Pelo ronco do carro, o modelo de Ana Maria parece ser equipado com um bloco mais potente de 1.600cc.

    A cor preta também deve ser um item personalizado. Na época, o Fusca era oferecido em mais de 20 cores, sendo famoso pelos tons de azul, bege, vermelho e verde. “Fusca preto é muito raro de ter; não saiu do catálogo, mas era voltado para carros oficiais, como de polícia, que o consumidor comum não tinha acesso”,  explica Gustavo Brasil, empresário e entusiasta de carros antigos.

    Relembrando, além desse “xodó” 1963, Ana Maria Braga também tem um Mercedes-AMG G 63, um SUV de luxo de uso rotineiro. O modelo tem motor  V8 4.0 biturbo, 585 cavalos de potência e avaliado em torno de R$1,9 milhão.

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    Fonte: CNN Brasil Auto

  • CNH: fim da autoescola obrigatória pode elevar acidentes, diz advogada

    CNH: fim da autoescola obrigatória pode elevar acidentes, diz advogada

    O Ministério dos Transportes estuda uma mudança significativa no processo de obtenção da CNH (Carteira Nacional de Habilitação): o fim da obrigatoriedade das autoescolas. A proposta, que ainda aguarda aprovação da Casa Civil, tornaria os cursos teóricos e as aulas práticas facultativos para os candidatos à habilitação.

    A medida gera preocupação entre especialistas do setor. Segundo a advogada especialista em direito do trânsito, Fernanda Zucare, a dispensa das aulas obrigatórias pode comprometer a preparação técnica e comportamental dos futuros motoristas, especialmente daqueles que nunca tiveram experiência prévia com direção.

    Impactos econômicos e sociais

    Embora a proposta vise reduzir custos e facilitar o acesso à CNH, há questionamentos sobre suas consequências. A mudança poderia resultar em desemprego em massa no setor de autoescolas e criar um desequilíbrio na formação dos motoristas, onde apenas aqueles com recursos financeiros teriam acesso a uma preparação adequada.

    A especialista ressalta que não existem dados que comprovem que a eliminação da formação teórica e prática resulte em melhores motoristas. Pelo contrário, há preocupação de que a medida possa aumentar o número de acidentes nas vias públicas, especialmente em grandes centros urbanos como São Paulo e Rio de Janeiro.

    Questões de segurança

    Um ponto crítico levantado é a falta de clareza sobre como seria realizado o treinamento dos novos motoristas. Questões como locais adequados para prática e a qualificação dos instrutores independentes ainda não foram esclarecidas pelo projeto. Além disso, existe o receio de que esta mudança possa abrir precedentes para outras categorias de habilitação, como a de caminhoneiros.

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    Os textos gerados por inteligência artificial na CNN Brasil são feitos com base nos cortes de vídeos dos jornais de sua programação. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNNClique aqui para saber mais.



    Fonte: CNN Brasil Auto

  • Marcopolo apura crescimento de 10% na receita do 1º semestre

    Marcopolo apura crescimento de 10% na receita do 1º semestre

    Balanço de resultados da Marcopolo no primeiro semestre apresenta crescimento de 10,2% na receita líquida operacional em relação ao mesmo período do ano passado, para R$ 3,9 bilhões. O valor reflete o aumento das entregas de ônibus no Brasil e no exterior, de 6.831 para 7.200 unidades.

    O avanço na primeira metade do ano foi impulsionado pelo resultado obtido no segundo trimestre. No período a receita líquida consolidade chegou a R$ 2,3 bilhões, 17,8% acima do registrado há um ano.

    Segundo a empresa, a alta expressa aumento de participação no segmento de ônibus rodoviário. Na comparação interanual entre os trimestres de abril a junho, a fatia saltou de 46,5% para 53,1%.

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    Apenas no segundo trimestre, foram registradas 3.904 unidades na receita líquida consolidada: 2.868 unidades foram faturadas no Brasil, 343 exportadas a partir do Brasil e 693 faturadas diretamente nas operações internacionais.

    “O mix de vendas no segundo trimestre foi mais robusto que no primeiro, com maior participação de rodoviários e expansão relevante das operações internacionais. Mantivemos margens consistentes mesmo com um cenário desafiador no mercado doméstico”, resume em nota Pablo Motta, CFO da Marcopolo.

    Com o desempenho, a fabricante registrou lucro bruto de R$ 593,2 milhões, com margem bruta de 25,7%, enquanto o EBITDA consolidado somou R$ 398,3 milhões, com margem de 17,3%. O lucro líquido totalizou R$ 321,1 milhões, com margem de 13,9%.

    Para o segundo semestre, a empresa enxerga tendência de estabilização de volumes em patamares levemente superiores. “Veremos concentração em produtos de maior valor agregado”, finaliza Motta.


    Foto: Divulgação Marcopolo



    Fonte: Auto Industria

  • Com Fiat Strada na liderança, Stellantis amplia exportações em 93%

    Com Fiat Strada na liderança, Stellantis amplia exportações em 93%

    Apesar do desempenho global ser de queda, não faltam motivos para a Stellantis comemorar sua atuação no Brasil. Considerando todos os seus polos industriais, a produção atingiu 403.711 veículos, expansão de 18% em relação às 342.213 unidades do mesmo período de 2024.

    O complexo de Betim, MG, é o de maior volume, com 248.935 unidades no período, um aumento de 16% no mesmo comparativo. Produzida em Minas Gerais, a Fiat Strada é destaque não só no mercado interno, no qual é líder, mas também nas exportações.

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    A picape é o modelo feito no Brasil mais comercializado em outros países. Foram embarcadas no semestre total de 20.180 Strada, com expressiva alta de 118% em relação ao mesmo período de 2024.

    No total, a Stellantis exportou 87.732 veículos, crescimento de 93% em relação às 45.414 unidades do mesmo período em 2024. O Polo de Betim é o de maior volume de produtos exportados, com 43.357 unidades embarcadas e evolução de 107% na comparação interanual.

    O de Porto Real, por sua vez, é o de maior crescimento porcentual em vendas externas: foram embarcados 15.719 veículos lá fabricados, alta de 122% sobre o primeiro semestre do ano passado.

    Com a palavra, o presidente Cappellano 

    “Os avanços em produção e exportação reafirmam a competitividade dos nossos produtos e a excelência das operações industriais no Brasil”, comemora Emanuele Cappellano, presidente da Stellantis América do Sul e responsável global pela Stellantis Pro One (veículos comerciais).

    O executivo diz que mais do que exportar veículos, a Stellantis exporta tecnologia, inovação e inteligência automotiva desenvolvidas na América do Sul para atender toda a região.

    “Nossos modelos são resultado de um processo contínuo de pesquisa e desenvolvimento local, que garante veículos cada vez mais modernos, eficientes e alinhados às necessidades específicas dos consumidores latino-americanos. Por isso, seguimos expandindo de forma consistente nossa presença nos mercados internacionais”, destaca

    Segundo maior polo da empresa, o de Goiana, em Pernambuco, onde são feitos modelos Jeep e Fiat, somou produção de 119.131 unidades no semestre, volume 12% superior ao de 2024 (105.873 veículos).

    No Rio de Janeiro, o complexo de Porto Real fabricou 35.645 veículos entre janeiro e junho, expansão significativa de 60% em comparação às 22.256 unidades produzidas no primeiro semestre do ano anterior.


    Foto: Divulgação/Stellantis



    Fonte: Auto Industria

  • Rede e serviços da Kia Brasil estão entre os melhores da marca no mundo

    Rede e serviços da Kia Brasil estão entre os melhores da marca no mundo

    Em atividade ininterrupta há mais de 30 anos no País, a Kia Brasil colocou, desde os primeiros passos, foco prioritário no cliente. Ao longo da história construiu estrutura de atendimento robusta e eficaz para garantir excelência em serviços e alto índice de satisfação do consumidor, aspectos inegociáveis da marca.

    A reputação conquistada se reflete nos diversos reconhecimentos concedidos tanto pela matriz quanto pela imprensa especializada. Pelo voto popular, a Kia já foi premiada com o Melhor Pós-Venda do Brasil em três edições no Prêmio UOL Carros.

    Também por cinco vezes consecutivas, de 2020 a 2024, a Kia Corporation reconheceu a operação brasileira pelo alto nível de satisfação do cliente nos serviços de pós-venda dentre todas as atuações da marca nas regiões das Américas do Sul e Central, bem como Caribe.

    Na esteira das vitórias, duas concessionárias da marca no Brasil também foram premiadas pela matriz com o Platinum Dealer em 2025, o que as coloca no grupo das melhores do mundo. O reconhecimento atesta a qualidade das operações de acordo com o padrão global da fabricante, desde a identificação corporativa aos programas de treinamento, passando por vendas e pós-vendas.

    foto de oficina da Kia

    “Para a Kia Brasil, os prêmios mostram o cuidado e o carinho que temos com nossos clientes, além de demonstrar a importância deles para a marca Kia. Prezamos pelo atendimento de alto nível, procurando interagir não somente na oferta de serviços na oficina credenciada, mas durante todo o período em que o cliente é proprietário de um veículo Kia, por meio de campanhas, promoções e eventos”, resume Gabriel Loureiro, Diretor de Pós-vendas da Kia Brasil.

    Agilidade e eficiência na entrega de peças

    Os reconhecimentos, no entanto, não viriam sem a estrutura e as atividades nos bastidores. A começar pelo amplo e eficiente Centro de Distribuição de Peças localizado em Itu (SP). O armazém conta com mais de 12.000 m² no qual abriga um estoque de mais de 1 milhão de peças e componentes organizados em 72 ruas e 95 mil endereços nas prateleiras.

    A Kia Brasil garante entrega de peças nas concessionárias de 1 a 20 dias úteis desde o pedido, a depender da distância. “Em média, 96% dos nossos clientes são atendidos dentro do prazo combinado”, afirma João Pessoa, Diretor de Peças da marca.

    Na operação logística, há as peças de demanda, caracterizadas por maior giro e desgaste, como pastilhas de freio, por exemplo, e as chamadas de imobilização, que demandam paradas por mais tempo na oficina, como a substituição de um retrovisor.

    Para componentes e peças de baixa demanda, eventualmente ausentes no estoque, há o chamado Hot Line. Ao ser acionado, a encomenda chega por via aérea a fim de reduzir o tempo de espera do cliente.

    Cabe destacar que as peças de reposição são genuínas da marca, o que garante preservar a alta qualidade, originalidade e confiabilidade ao longo de toda a vida do veículo, independentemente da idade.


    Foto: Kia Brasil



    Fonte: Auto Industria

  • Venda de ônibus elétrico tem alta sem precedentes

    Venda de ônibus elétrico tem alta sem precedentes

    AABVE, Associação Brasileira do Veículo Elétrico, divulgou balanço das vendas de ônibus no primeiro semestre deste ano, que indica crescimento sem precedentes de 141% nas vendas do primeiro semestre deste ano em relação ao mesmo período de 2024, com, respectivamente, 306 unidades e 127 unidades.

    A entidade informa que só em junho entraram em circulação 34 ônibus elétricos entraram, número 278% superior ao de idêntico mês do ano passado (9 veículos).

    “Esses números refletem o avanço da eletromobilidade no transporte público, impulsionado por políticas públicas, ampliação da oferta de modelos e maior comprometimento de gestores municipais com descarbonização”, destaca a ABVE em comunicado divugado na quinta-feira, 31.

    São Paulo, maior cidade do País, lidera as compras, com 306 ônibus elétricos emplacados no primeiro semestre, dos quais 275 já estão em operação, o que equivale a 90% do total nacional.

    Ainda de acordo com o balanço da entidade, outras cidades do Estado de São Paulo também avançam no processo de transição de suas frotas, dentre as quais São Bernardo do Campo (11 ônibus elétricos adquiridos no primeiro semestre), Ribeirão Preto (4), Campinas (2) e Barueri (1).

    Nos outros Estados, a participação de veículos elétricos ainda é baixa em relação ao total. “A transição vem acontecendo em função de legislações locais e iniciativas federais, como o PAC Cidades, que oferece financiamento e incentiva a produção nacional de tecnologias limpas. Mas ainda assim a expansão é desigual, com entraves de crédito, infraestrutura e planejamento em diversas regiões”, explica a ABVE.

    Dez fabricantes no Brasil

    São dez fabricantes de ônibus elétricos atualmente atualmento no Brasil: Ankai, BYD, Eletra, Higer, Induscar, Yutong, Mercedes-Benz, Marcopolo, Volvo e VW Truck & Bus, com um portfólio de 28 modelos diferentes.

    No primeiro semestre de 2025, 7 fabricantes foram responsáveis pela comercialização dos 306 ônibus elétricos no país. O destaque fica para a Eletra e BYD que são responsáveis por 65,3% das vendas do período, sendo 34,3% e 31%, respectivamente.

    Vendas por fabricantes no 1º semestre de 2025:
    ♠ Eletra: 105 (34,3%)
    ♠ BYD: 95 (31,0%)
    ♠ Mercedez Benz: 70 (22,8%)
    ♠ Induscar: 15 (4,9%)
    ♠ Higer: 11 (3,6%)
    ♠ Ankai: 6 (1,9%)
    ♠ VW Truck & Bus: 4 (1,3%)


    Foto: Divulgação/Prefeitura de São Paulo



    Fonte: Auto Industria

  • Haval H6 HEV x Ford Territory: qual comprar com R$ 220 mil? Compare

    Haval H6 HEV x Ford Territory: qual comprar com R$ 220 mil? Compare

    Os SUVs no Brasil estão ganhando cada vez mais força. Ano a ano, isso vem se mostrando em números. Em 2025, por exemplo, entre janeiro e junho, foram emplacados quase 470 mil unidades com esse tipo de carroceria. 

    Há também vários subsegmentos entre os SUVs. No patamar de preço na casa dos R$ 220 mil, Ford Territory e GWM Haval H6 HEV disputam clientes. 

    De um lado, uma marca mais tradicional com presença consolidada no Brasil. Do outro, uma chinesa com pouco tempo de mercado brasileiro, mas com números próximos ao da Ford.

    No comparativo entre os modelos citados, quando observamos as dimensões são bem semelhantes. O comprimento de ambos são iguais (4,68 m), mas o H6 perde na largura: tem 1,88 m e o Territory tem 1,93 m.


    Novo Ford Territory 2026
    Novo Ford Territory 2026 • Ford/Divulgação

    No entre-eixos, a vantagem fica para o carro chinês: 2,73 m contra 2,72 m. O porta-malas do Territory tem 448 litros, enquanto que o H6 HEV tem 560 litros. 

    A principal vantagem do GWM é por ser um carro híbrido. Enquanto o Territory tem 169 cv de potência e 25,4 kgfm de torque, seu concorrente eletrificado entrega 243 cv e 54 kgfm de torque. 

    Em questão de preços, a diferença entre os SUVs é pequena. O H6 HEV é comercializado por R$ 220 mil. Já o Ford Territory custa R$ 215 mil – R$ 5 mil a menos.


    Haval H6 será produzido no Brasil em 2025
    Haval H6 será produzido no Brasil em 2025 • Divulgação

    Por dentro, o Territory também tem um painel de instrumentos maior, de 12,3 polegadas. No Haval H6 HEV, a tela é de 10,25”.

    Confira a tabela comparativa entre Ford Territory e GWM Haval H6 HEV: 

    Item

    Ford Territory

    GWM Haval H6 HEV

    Teto solar

    Sim

    Sim

    Ar digital

    Sim

    Sim

    Bancos dianteiros com ajuste elétrico

    Sim

    Sim

    Carregamento de celular por indução

    Sim

    Sim

    Airbags

    6 Airbags

    6 Airbags

    Câmera 360

    Sim

    Sim

    Painel de instrumentos

    12,3″

    10,25”

    Head-Up Display

    Não

    Sim

    Sistema de partida sem chave

    Sim

    Sim

    Auto-Hold

    Sim

    Sim

    Sistema de permanência e centralização de faixa

    Sim

    Sim

    Piloto automático adaptativo com sistema “Stop & Go”

    Sim

    Sim

    Monitoramento de ponto cego

    Sim

    Sim

    Atualizações OTA

    Não

    Sim

    Por um lado, o Ford Territory se destaca pelo conforto, acabamento interno e sistema de conectividade funcional.

    Em contrapartida, o Haval H6 é mais avançado tecnologicamente, mais potente e com um pacote mais completo de condução semiautônoma.

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    Fonte: CNN Brasil Auto

  • CNH sem autoescola: necessidade de segurança x modernização gera debate

    CNH sem autoescola: necessidade de segurança x modernização gera debate

    Uma mudança significativa no processo de obtenção da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) está sendo avaliada pelo governo federal. A proposta, que já se encontra em análise, prevê o fim da obrigatoriedade das autoescolas, também conhecidas como Centros de Formação de Condutores (CFCs), mantendo apenas a necessidade dos exames teórico e prático.

    De acordo com as informações divulgadas, atualmente o custo médio para obter a CNH é de R$ 5 mil. Com a nova medida, esse valor poderia ser reduzido em até 80%, tornando o processo mais acessível para a população.

    Preocupações com a segurança

    A possível mudança tem gerado apreensão em diversos setores da sociedade. Estatísticas oficiais apontam que 90% das mortes e lesões graves em rodovias federais são causadas por falha humana, com cerca de 40 mil óbitos anuais relacionados a acidentes de trânsito no Brasil.

    Paulo Guimarães, do Observatório Nacional de Segurança no Trânsito, manifestou preocupação com a proposta. Segundo ele, o Observatório dedicou mais de cinco anos à elaboração de um projeto para aprimorar a formação de condutores, que não avançou devido a pressões políticas e interesses mercadológicos.

    Debate sobre modernização

    Anteriormente, houve tentativas de modernizar o ensino da direção, como a implementação obrigatória de simuladores nas aulas. O equipamento permite que alunos pratiquem situações complexas, como direção noturna e sob chuva, em ambiente controlado. No entanto, após investimentos das escolas na aquisição dos aparelhos, a obrigatoriedade foi revogada.

    Especialistas argumentam que, embora o sistema atual de ensino das autoescolas apresente deficiências e vulnerabilidades a fraudes, a solução não seria eliminá-las, mas sim aperfeiçoar o sistema através de um amplo debate com especialistas e entidades do setor.

    Os textos gerados por inteligência artificial na CNN Brasil são feitos com base nos cortes de vídeos dos jornais de sua programação. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNNClique aqui para saber mais.



    Fonte: CNN Brasil Auto