Autor: automoveis

  • Ritmo de crescimento desacelera no mercado de veículos leves

    Ritmo de crescimento desacelera no mercado de veículos leves

    Apesar de julho indicar o melhor resultado do ano, com 220.568 emplacamentos e alta de 9,3% sobre junho, o ritmo de crescimento do mercado de veículos leves desacelerou nos últimos dois meses.

    O desempenho do mês passado reflete queda de 2,9% sobre julho de 2024, quando foram licenciadas 227.064 unidades. Também importante considerar que foram 23 dias úteis no mês passado, contra 20 no anterior, o que ajudou a sustentar o comparativo mensal.

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    No embalo do Carro Sustentável, montadoras intensificam ações no varejo

    O alento é que houve reação dos emplacamentos no fim do mês, reflexo da repercussão positiva do decreto do Carro Sustentável, que reduziu o preço dos modelos de entrada em mais de R$ 10 mil.

    A análise é do consultor Cássio Pagliarini, da Bright Consulting, ao revelar que nos últimos três dias aumentou o movimento nos showrooms e também no segmento de eletrificados:

    “Mesmo com um baixo nível de vendas diretas, o mercado reagiu nesta semana, o que significa que o consumidor começou a responder aos benefícios do Carro Sustentável”.

    O showroom, com 121.928 unidades, teve reação no mês, com crescimento de 20,8% frente a junho, embora ainda 3,5% abaixo de julho de 2024. No acumulado, o varejo soma 730.609 unidades (–2,1%), enquanto a venda direta atinge 621.668 unidades (+11,6%).

    A desaceleração até julho é comprovada pela redução gradativa nos últimos meses do índice de crescimento do mercado de automóveis e comerciais leves no acumulado do ano.

    O desempenho permanece positivo no balanço dos sete meses, mas a alta ficou em 3,8% em julho — 1.352.277 unidades contra total de 1.302.760 no mesmo período de 2024 — ante índice de 4,9% registrado um mês antes.


    Foto: Divulgação/Renault



    Fonte: Auto Industria

  • Quem ganha e quem perde no ranking das marcas de carro

    Quem ganha e quem perde no ranking das marcas de carro

    ABright Consulting antecipou o balanço de vendas de julho, mostrando não só o desempenho total, que indica alta de 9,3% sobre junho mas queda de 2,9% em relação ao mesmo mês de 2024, como também o vaivém no ranking das marcas de veículos leves mais vendidas no País.

    As montadoras que mais ampliaram participação no mercado de 220,6 mil emplacamentos em julho foram a Fiat, Nissan e Ford, com ganhos de, respectivamente, 1 ponto porcentual (20,7% → 21,7%), 0,9 p.p. (2,6% → 3,5%) e 0,5 p.p. (2,0% → 2,5%)

    Em contrapartida, as que mais perderam foram a Honda, com menos 1,3 p.p. (4,6% → 3,3%), Renault (-0,8 p.p., de 5,1% para 4,3%) e Hyundai (–0,7 p.p., de 8,0% para 7,3%).

    Volume de vendas e participação do Top 5 das marcas em julho

    1. Fiat                                       47,8 mil                      21,7%
    2. Volkswagen                        39,7 mil                      18,0%
    3. General Motors                 23,6 mil                     10,7%
    4. Toyota                                 16,8 mil                       7,6%
    5. Hyundai                              16,1 mil                       7,3%

    Ainda de acordo com o balanço da Brigth Consulting, São Paulo voltou à liderança em julho com 25% de participação e 55.169 emplacamentos, enquanto Minas Gerais ficou em seu tradicional segundo lugar, com fatia de 20,8% e 45.818 unidades licenciadas.


    Foto: Divulgação/Hyundai



    Fonte: Auto Industria

  • BYD prepara picape média inédita para o Brasil: flagras confirmam chegada

    BYD prepara picape média inédita para o Brasil: flagras confirmam chegada

    A revolução automotiva chinesa segue a todo vapor no Brasil, e a BYD se prepara para lançar mais um produto inovador: uma picape de porte intermediário, com a ambição de competir diretamente com modelos consolidados como Fiat Toro, Ram Rampage e Ford Maverick.

    O mais surpreendente é que, ao que tudo indica, esse novo modelo pode estrear no mercado brasileiro antes mesmo da China, reforçando a prioridade do país na estratégia global da marca.

    BYD prepara picape média inédita para o Brasil

    A confirmação da chegada dessa nova picape ganhou força com flagras recentes de unidades camufladas em testes dinâmicos no Brasil, conforme divulgado pelo perfil @PlacaVerde no Instagram.

    Apesar da pesada camuflagem, é possível notar as proporções do veículo, que deve ter cerca de 5 metros de comprimento, enquadrando-se perfeitamente no segmento das picapes monobloco.

    Diferentemente da picape Shark, que é maior e possui chassi de longarinas, a nova picape da BYD adota uma carroceria monobloco, derivada do aclamado SUV Song Plus. Essa escolha de arquitetura promete um rodar mais confortável e um comportamento dinâmico semelhante ao de um carro de passeio, características valorizadas pelos consumidores das picapes urbanas.

    Motorização

    No que tange à motorização, a expectativa é que o modelo utilize a eficiente propulsão híbrida DM-i (Dual Mode-i) da BYD, já conhecida por sua economia e performance. Embora os detalhes exatos ainda não tenham sido revelados, especula-se que a picape combine um motor 1.5 a gasolina (turbo ou aspirado) com motores elétricos nos eixos dianteiro e traseiro.

    Se confirmada, essa configuração pode oferecer tração integral elétrica, um diferencial exclusivo e altamente desejável no segmento, garantindo mais segurança e capacidade off-road.


    BYD prepara picape média inédita para o Brasil – Foto: Reprodução/lor_garage/Instagram

    Como já é tradição nos veículos da BYD, a nova picape deverá vir recheada de tecnologia. É esperado que o modelo integre o sistema de condução semiautônoma “God’s Eye”, que já equipa outros veículos híbridos e elétricos da marca, oferecendo recursos avançados de assistência ao motorista.

    Com a BYD entrando forte no segmento de picapes médias, você acredita que ela vai abalar o mercado brasileiro? Deixe sua opinião nos comentários!



    Fonte: Garagem 360

  • Emissão de placas em São Paulo: confira as novas regras do Detran

    Emissão de placas em São Paulo: confira as novas regras do Detran

    O processo de emplacamentos no Estado de São Paulo passa por mudanças que vigoram a partir desta sexta-feira (1º). A alteração na solicitação para instalação da placa de identificação veicular (PIV) agora será feito diretamente do Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo (Detran-SP) no início do processo.

    Antes o pedido era feito pelo proprietário diretamente a uma empresa de estampagem credenciada, após pagamento da taxa de primeiro registro ou transferência do veículo. 

    Segundo o órgão de trânsito paulista, o processo é barateado para quem solicita mais de uma placa. A economia pode chegar a R$ 56,6 milhões anuais. 

    A mudança vale tanto para veículos novos (zero quilômetro) quanto para aqueles que precisem substituir a placa, por motivo de troca de município, desgaste ou dano que comprometa a leitura. São Paulo tem 28% da frota brasileira e mais de 35 milhões de veículos registrados.

    Passo a passo de como vai funcionar o processo:

    1. Solicitação ao Detran-SP: O proprietário deve iniciar o processo de emplacamento no sistema do Detran-SP, que emitirá uma autorização para estampagem (AEPIV) após o pagamento da taxa correspondente, fixada em 0,85 Unidade Fiscal do Estado de São Paulo (Ufesp), o que equivale atualmente a cerca de R$ 30.
    2. Pagamento e documentação: Pessoas físicas deverão informar o CPF, enquanto empresas poderão usar o CNPJ para o pagamento em lote, o que beneficia frotistas, locadoras, seguradoras e concessionárias. Agora, quem emplaca veículos que exigem mais de uma placa (como os automóveis) pagará uma única taxa, independentemente da quantidade de placas.
    3. Escolha da estampadora: Após a liberação, o proprietário poderá escolher uma estampadora credenciada para confeccionar a placa. O pagamento pela placa continua sendo feito diretamente à empresa escolhida.
    4. Instalação flexível: A instalação da placa poderá ser feita pela própria estampadora, pelo proprietário do veículo, por um procurador ou pela concessionária onde o veículo foi adquirido – desde que haja autorização do proprietário.

    Segundo Detran-SP, a “medida beneficia grandes frotistas, como locadoras e concessionárias de automóveis, seguradoras e bancos, além dos proprietários de carros, que passarão a pagar uma taxa única para duas ou mais placas, em vez de pagar por unidade”, ressaltou o órgão. 

    Multa 

    Conduzir um veículo com a placa em mau estado é infração de trânsito gravíssima, sujeita a multa de R$ 293,47, sete pontos na CNH e apreensão do veículo, conforme o artigo 230 do Código de Trânsito Brasileiro.

    Carro elétrico tem sido difícil de emplacar; entenda melhor por quê



    Fonte: CNN Brasil Auto

  • Nova Fiat Toro 2026: Primeiras imagens revelam design mais robusto

    Nova Fiat Toro 2026: Primeiras imagens revelam design mais robusto

    A Fiat acaba de agitar o mercado automotivo com a revelação das primeiras imagens oficiais da aguardada Toro 2026. A picape, líder de vendas no segmento desde 2016 e com mais de 600 mil unidades produzidas no país, chega com um visual renovado, mais robusto e alinhado à nova identidade global da marca.

    Nova Fiat Toro 2026 primeiras imagens – Foto: divulgação

     

    Nova Fiat Toro 2026: Primeiras imagens revelam design mais robusto

    O teaser, divulgado nesta sexta-feira (01), dá um gostinho do que virá, com foco na dianteira redesenhada. A nova grade frontal centralizada agora exibe linhas verticais e elementos filetados, conferindo um perfil mais imponente.

    Os faróis em LED ganham uma nova assinatura visual, com o DRL dividido em oito elementos que remetem a pixels, um design já visto em modelos como Argo, Cronos, Pulse e Fastback. Essa nova estética aproxima a Toro dos modelos europeus da Fiat, como o recente Grande Panda.

    Além dos faróis, o para-choque também foi redesenhado, apresentando-se maior e mais quadrado. Embora não apareçam no teaser, flagras anteriores já indicaram a presença de aberturas laterais retangulares tanto na dianteira quanto na traseira.

    A parte traseira também recebe atenção especial, com a lanterna traseira ganhando novos elementos internos em formato de “C” e acabamento escurecido, substituindo o formato em gota do modelo atual. Os logos e emblemas na tampa traseira terão nova tipografia, reforçando a modernidade do conjunto.

    Nova Fiat Toro 2026 primeiras imagens – Foto: divulgação

    Por dentro, a grande novidade é a adoção do freio de estacionamento eletrônico, uma atualização há muito esperada, já que a Toro era o último modelo construído sobre a plataforma Small Wide a usar o freio de mão tradicional. As demais mudanças internas são mais sutis, com ajustes nos revestimentos e no layout da central multimídia, seguindo o padrão das atualizações para a linha 2026.

    Motorização e Futuro Híbrido

    Em relação à motorização, a Fiat optou por manter o que já é sucesso. A picape seguirá equipada com o motor 1.3 turbo flex T270, que entrega até 176 cv de potência e 27,5 kgfm de torque, acoplado ao câmbio CVT que simula sete marchas.

    A tão esperada adoção do sistema híbrido-leve para esse conjunto não será nesta fase de lançamento, ficando para um segundo momento e devendo ser expandida para outros modelos da marca.

    Com essa segunda reestilização, a Fiat Toro 2026 promete reforçar sua posição de destaque no mercado, combinando o conforto de um SUV com a versatilidade de uma picape, agora com um visual ainda mais atraente e tecnologias atualizadas. A expectativa é que a novidade chegue às concessionárias nos próximos dias.

    O que você achou das novidades da Toro 2026? Deixe seu comentário e compartilhe sua opinião!

    Leia também: Perto de ser lançada, Fiat Toro 2026 aparece sem camuflagem e revela novo visual; o que muda?



    Fonte: Garagem 360

  • Jeep Avenger: O novo SUV compacto é flagrado no Brasil e gera expectativa

    Jeep Avenger: O novo SUV compacto é flagrado no Brasil e gera expectativa

    A ansiedade em torno da chegada do Jeep Avenger ao mercado brasileiro só aumenta. Pouco mais de dois meses após a confirmação oficial da Stellantis sobre sua vinda, o novo SUV compacto foi flagrado em testes em Contagem (MG), ainda camuflado, gerando especulações sobre os detalhes de sua versão nacional.

    Jeep Avenger: O novo SUV compacto é flagrado no Brasil 

    O Avenger, que promete ser o novo modelo de entrada da Jeep no Brasil, atuará como um concorrente direto de nomes como Fiat Pulse, Renault Kardian e Volkswagen T-Cross (Tera).

    A boa notícia para os fãs da marca é que, apesar da chegada do novato, o Jeep Renegade não será descontinuado, garantindo a convivência paralela de ambos a partir de 2026.

    As imagens do Avenger camuflado, divulgadas pelo perfil @placaverde no Instagram, mostram a estratégia da Jeep de manter o mistério. O material zebrado esconde não apenas o visual final do veículo, mas também os detalhes de sua mecânica para o mercado brasileiro.

    A grande questão é se o modelo chegará exatamente como foi apresentado na fábrica de Goiana (PE), em 14 de maio, ou se receberá ajustes da equipe de design local.

     

    Motorização 

    Para as versões de entrada, a aposta mais forte é no motor 1.0 turboflex de 130 cv e 20,4 mkgf de torque, já conhecido e utilizado em diversos modelos da Fiat, Citroën e outras marcas do grupo Stellantis. Este propulsor será acoplado a um câmbio CVT que simula sete marchas, garantindo um desempenho adequado para o dia a dia.

    Caption

     

    No entanto, a Jeep também deverá oferecer configurações com hibridização leve. A expectativa é a utilização do sistema Bio-Hybrid, que adiciona um sistema de 12V à mesma mecânica 1.0 turboflex. Essa tecnologia, já presente em modelos como Fiat Fastback e Pulse, visa otimizar o consumo de combustível e reduzir as emissões.

    A opção puramente elétrica, disponível na Europa, está praticamente descartada para o Brasil, pois a estratégia da marca é focar em um público mais amplo e aumentar o volume de vendas no país.

    A chegada do Jeep Avenger promete movimentar o segmento de SUVs compactos, oferecendo uma nova porta de entrada para a marca com um design moderno e opções de motorização que se alinham às demandas do mercado brasileiro.

    Com a chegada do Avenger, você acha que a Jeep vai consolidar ainda mais sua liderança no segmento de SUVs? Deixe sua opinião nos comentários!

    Leia também: Jeep Avenger será produzido no Brasil e custará menos que o Renegade

     



    Fonte: Garagem 360

  • Polo liderou vendas em julho “por um fio”

    Polo liderou vendas em julho “por um fio”

    Adisputa pelo título de veículo mais vendido no mercado interno poucas vezes foi tão acirrada como nos últimos dois meses. Em julho, o Volkswagen Polo encerrou na ponta, com exatas 12.940 unidades licenciadas, somente 45 veículos a mais do que a Fiat Strada, aponta a consultoria K.Lume.

    Diferença ainda menor já havia sido registrada em junho. O hatch então superou a picape por apenas 18 licenciamentos, 11.492 ante 11.474.

    No ano, porém, a vantagem ainda está com o comercial leve, veículo mais vendido no Brasil desde 2021. E, diante do apertado cenário do último bimestre, com relativa folga. Em sete meses, a Strada acumulou 75,6 mil emplacamentos ante 58,5 mil do Polo, que encerrou o ano passado também na segunda colocação e apenas 4,5 mil unidades emplacadas a menos.

    No mês passado, novamente modelos da Volkswagen e da Fiat disputaram unidade a unidade a terceira colocação no ranking dos mais vendidos.

    O Argo, representante da marca italiana, levou a melhor ao registrar 9.966 licenciamentos contra 9.022 do T-Cross, que mais uma vez aparece como o SUV mais negociado do País.

    Fiat Mobi, Hyundai Creta e Chevrolet Onix vieram na sequência e separados entre eles, em números redondos, por somente quatro centenas de unidades, respectivamente, 8,1 mil, 7,9 mil e 7,7 mil.

    O terceiro e último pelotão do ranking foi liderado por outro Chevrolet, o Tracker, que com quase 7 mil emplacamentos superou por bem pouco outros dois utilitários esportivos: Toyota Corolla Cross (6,9 mil) e o renovado Nissan Kicks (6,3 mil).

    Chama a atenção que dos dez primeiros veículos líderes de julho, cinco são utilitários esportivos. Nenhum deles da Fiat, que contou com três modelos no ranking e lidera o mercado brasileiro com folga. Mas foi por pouco, já que seu Fastback apareceu na 11ª posição, com apenas uma centena de unidades a menos do que o Kicks.

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    → Ritmo de crescimento desacelera no mercado de veículos leves

    Merece registro ainda o desempenho do Tera, modelo recém-chegado ao mercado e que, com pretensões de desbancar o irmão Polo da liderança da marca, inicia a trajetória da Volkswagen no segmento de utilitários esportivos compactos de entrada.

    Com 3,7 mil unidades, o modelo foi o 24º veículo mais negociado e 13º SUV. “Engoliu” concorrentes diretos, como o Citroën Basalt (1,6 mil) e Renault Kardian (1,3 mil). Em junho, seu primeiro mês nas lojas, mas com, na prática, apenas três semanas de faturamento, havia alcançado pouco mais de 2,5 mil emplacamentos.


    Foto: Divulgação



    Fonte: Auto Industria

  • GWM não desarta usar cota para importar carros CKD/SKD com tarifa zero

    GWM não desarta usar cota para importar carros CKD/SKD com tarifa zero

    Areivindicação não atendida da chinesa BYD de ter alíquota reduzida para importar veículos eletrificados desmontados e semi-montadoras pelo prazo de 36 meses acabou gerando a criação de cotas por seis meses para a aquisição de unidades do gênero por empresas que se enquadrem na portaria Secex nº 420 publicada nesta sexta-feira, 31, e válida até o final de janeiro do ano que vem.

    A briga pela redução de alíquota feita de forma isolada pela chinesa BYD gerou reação contrária de várias entidades, incluindo Anfavea, AEA e Sindipeças, além das principais montadoras do País – Stellantis, Volkswagen, GM e Toyota -, assim como de governadores de estados produtores e federações industriais.

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    Anfavea comemora decisão da Camex: “É o máximo aceitável”.

    BYD reage ao manifesto da Stellantis, VW, GM e Toyota

    A Anfavea se mostrou vitoriosa, até pelo fato de a Cacex ter antecipado em um ano e meio – de julho de 2028 para janeiro de 2027 – a alíquota de 35% para carros importados eletrificados, mesmo índice válido para modelos a combustão.

    Com a publicação da portaria 420, a também chinesa GWM não descartou interesse em usar as cotas regulamentadas hoje pelo governo federal, conforme comunicado assinado pelo seu diretor de Assuntos Institucionais, Ricardo Bastos

    “Ainda estamos avaliando a possibilidade de usar as cotas da portaria do MDIC porque a GWM nunca trabalhou com o plano de recorrer a isenções para SKD e CKD. Nosso projeto de produção sempre foi no processo peça por peça (“part by part”). Esse é um processo mais complexo porque prevê conteúdo nacional logo no primeiro ano, como a pintura para 100% dos veículos produzidos no Brasil e a inclusão de componentes vindos de fornecedores nacionais”.

    Ao contrário da GWM, que já havia se manifestado sobre a decisão da Cacex, apoiando as decisões do governo federal quanto a alíquotas de importação no setor automotivo, a BYD ainda não se pronunciou sobre o anúncio feito pela Cacex na última quarta-feira, 30. Ou seja, não dá para saber que está satisfeita ou insatisfeita com o fato de seu pleito não ter sido atendido.

    Na agenda da reunião extraordinária do Cômite-Executivo de Gestão da Câmara de Comércio Exterior, Gecex-Camex, de quarta-feira, 30, constava pleito da BYD de 36 meses para validade das alíquotas reduzidas para importação de CKD/SKD, embora seu vice-presidente sênior, houvesse falado em apenas 12 meses por duas ocasiões no início de julho.

    Independentemente de ser o pedido de prazo de 12 ou 36 meses, a reinvindicação em si da BYD não foi atendida. O Gecex optou por aprovar cota com alíquota zero limitada a R$ 2,6 bilhões e pelo prazo de apenas 6 meses, abrindo a possibilidade de outras empresas aderirem ao benefício.

    A BYD ainda não inaugurou oficialmente a fábrica de Camaçari, BA, por depender de algumas licenças, incluindo a ambiental, para poder efetivamente começar a operar.

    Baldy chegou a comentar que a empresa só iria para de importar modelos completos do Dolphin Mini, Song Pro e King, que será montados no complexo baiano por 12 meses em sistema CKD, se o governo atendesse o pleito da montadora feito há quase quanto meses.


    Foto: Divulgação/GWM



    Fonte: Auto Industria

  • Saiba quais são os cinco melhores acessórios do novo Nissan Kicks

    Saiba quais são os cinco melhores acessórios do novo Nissan Kicks

    Foto dos acessórios do novo Nissan Kicks 2026
    Acessórios do novo Nissan Kicks 2026

    Mesmo muito bem equipado de série em todas as versões (cobrando proporcional por isso) e com revisões com valores agressivos, a novidade nipo carioca ainda pode receber muitos “adereços”. Por isso, listo aqui os cinco melhores acessórios do novo Nissan Kicks!

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  • Adeus, Toyota: fabricante anuncia fechamento de fábrica no Brasil após 27 anos

    Adeus, Toyota: fabricante anuncia fechamento de fábrica no Brasil após 27 anos

    A Toyota anunciou o fechamento de sua histórica fábrica em Indaiatuba, no interior de São Paulo, após 27 anos de operação.

    Em detalhes, a notícia pegou de surpresa o setor automotivo, visto que essa unidade foi responsável pela produção de mais de um milhão de unidades do Corolla, um dos modelos mais queridos pelos brasileiros.

    Vale destacar que, esse movimento, contudo, faz parte de um plano estratégico de reestruturação da montadora japonesa no país, com foco em modernização e novos investimentos.

    Acompanhe o Garagem360 para mais detalhes!

    O que motivou o fechamento da fábrica da Toyota de Indaiatuba?

    O fechamento da fábrica de Indaiatuba está diretamente ligado a um planejamento estratégico mais amplo da Toyota no Brasil.

    Isto é, após décadas de produção do Corolla e outros modelos, a montadora decidiu concentrar sua produção em Sorocaba, onde serão fabricados novos modelos, como o Yaris Cross e a van Hiace, que terão papel de destaque no futuro da empresa no Brasil.

    Além disso, a Toyota planeja expandir a fábrica de Sorocaba com novos investimentos, melhorando a eficiência industrial e se alinhando às novas tendências tecnológicas do setor.

    O que vai acontecer com os empregados de Indaiatuba?

    A Toyota garantiu que não haverá demissões durante esse processo de transição. Os cerca de 1.500 funcionários da fábrica de Indaiatuba terão a oportunidade de transferir-se para a unidade de Sorocaba, onde mais 500 vagas serão abertas devido à expansão da planta.

    Foto gerada por AI / Garagem360

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    Quais são os novos modelos da Toyota no Brasil?

    A Toyota não está apenas encerrando a produção de modelos tradicionais. A montadora também está focando em sua expansão no mercado brasileiro com a chegada de novos produtos.

    Entre as novidades estão:

    • Yaris Cross: um SUV compacto e híbrido

    • Hiace: uma van importada da Argentina

    • Corolla GLI Hybrid: uma versão de entrada do famoso sedã, com motorização híbrida flex

    O futuro da Toyota no Brasil: investimentos e inovação

    O fechamento da fábrica de Indaiatuba faz parte de um plano de investimentos de R$ 11 bilhões até 2030, focado em modernização e adaptação às novas exigências do mercado global e brasileiro.

    expansão da fábrica de Sorocaba e a introdução de novos modelos híbridos são passos importantes nesse processo.

    Aproveite para conferir: Renasceu das cinzas: Chevrolet Cruze volta ao mercado com base do Monza chinês; confira

    Deixe seu comentário abaixo e nos diga o que você pensa sobre o fechamento da fábrica de Indaiatuba e os novos rumos da Toyota no Brasil!



    Fonte: Garagem 360