Autor: automoveis

  • Peugeot Boxer 2026 tem novo motor e mais itens de série

    Peugeot Boxer 2026 tem novo motor e mais itens de série

    A Peugeot reforça sua presença no segmento de comerciais leves no Brasil. A linha 2026 do Boxer, com versões de carga e de transporte de passageiros, já está nas concessionárias da marca com  mudanças visuais, mecânicas e, especialmente, na quantidade de itens de série.

    Importado, o utilitário incorpora alterações na grade e para-choque dianteiros, assim como nos espelhos retrovisores externos, agora maiores. Para o interior, a Peugeot promoveu mudanças discretas no painel, com maior oferta de porta-objetos, e em itens como os novos volante e manopla de câmbio.

    O veículo tem agora multimídia com espelhamento sem fio do Android Auto e Apple Carplay, direção elétrica e sensor de estacionamento traseiro. Opcional até a linha 2025, a porta traseira tem abertura de 270 graus, o que facilita carga e descarga.

    pEUGEOT bOXER 2026

    São quatro opções, duas de carga e duas de passageiros que custam de R$ 260,5 mil a R$ 327,3 mil. As de passageiros contamcom câmera de ré e monitor de ponto cego.

    Apesar desses dispositivos, o mais importante para os transportadores está sob o capô. E o Boxer 2026 passa a dispor do novo motor 2.2 turbodiesel, já presente em outros produtos de marcas irmãs da Stellantis e que desenvolve 140 cv de potência e torque de 35,7 kgfm. Acoplado a câmbio manual de seis velocidades,  permitiu melhoria no consumo de 8% na cidade e 7% em rodovias.

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    As versões de carga podem carregar até 13 metros cúbicos. A mais barata Cargo (R$ 260,5 mil), porém, leva 1.240 kg, enquanto a Furgão ( R$ 267 mil), 1.590 kg. A Minibus Comfort (R$ 319,6 mil) e a Minibus Luxo (R$ 327,3 mil), as duas para transporte de pessoas, comportam, além do motorista, respectivamente, 17  e 15 passageiros.

    A Peugeot brinda os compradores com serviços conectados gratuitos no primeiro ano e que incluem, dentre outros recursos, roteirização, rastreamento, cerca eletrônicas. Mais: oferece pacotes com até 10 revisões prgramadas com preços fixos e que podem ser inclusos no financiamento.


    Foto: Divulgação



    Fonte: Auto Industria

  • Embate entre Anfavea e BYD resolvido, afinal, pelo governo

    Embate entre Anfavea e BYD resolvido, afinal, pelo governo

    O desentendimento entre fabricantes associados à Anfavea e a BYD mostrou que o mercado brasileiro tem relevância e desperta choques de interesse. Em termos de produção a OICA, Organização Internacionais dos Fabricantes de Autoveículos, apontou o Brasil como sétimo maior produtor mundial em 2024, com 2.549.595 automóveis e veículos comerciais. Na classificação por tamanho do mercado o País aparece em sexto (atrás de China, EUA, Japão, Índia e Alemanha): 2.634.904 unidades.

    Portanto, não se devem estranhar os manifestos que pontuaram os dias anteriores à reunião do Comitê Executivo de Gestão da Câmara de Comércio Exterior (Gecex-Camex), em 30 de julho.

    Anfavea começou por relembrar que o setor automobilístico gera 1,3 milhão de empregos diretos e indiretos e representa um dos pilares da economia nacional. Teve impacto ainda maior a carta enviada ao Presidente da República pelos presidentes de quatro fabricantes: Ciro Possobom, Volkswagen; Emanuele Cappellano, Stellantis; Evandro Maggio, Toyota e Santiago Chamorro, General Motors:

    “A possível aprovação de incentivos à importação de veículos semidesmontados (SKD) ou desmontados (CKD) impacta a competitividade da produção local e reduz o valor agregado nacional, além de ameaçar empregos, inovação e a engenharia brasileira”.

    BYD respondeu com a deselegância de sempre: “Porque se os dinossauros estão gritando, é sinal de que o meteoro está funcionando”. A empresa deve entender bem de dinossauros porque em pleno Século XXI foi flagrada com empregados trazidos da China e tratados com métodos análogos à escravidão, conforme o Ministério Público do Trabalho da Bahia.

    A Gecex-Camex acabou por deliberar uma solução intermediária, mas se não atendeu totalmente o pleito da Anfavea, chegou perto. Quanto à BYD, ela terá que se limitar a uma cota (US$ 463 milhões/R$ 2,55 bilhões), até janeiro de 2026, de isenção do Imposto de Importação para CKD e SKD. Híbridos e elétricos CKD passam a recolher imposto de importação de 35% a partir de janeiro de 2027, não mais em julho de 2028. Portanto, 18 meses antes.

    Incertezas sobre alternativas de propulsão

    A Stellantis anunciou que desistiu do hidrogênio (H2) em substituição ao diesel em furgões de carga de porte grande e médio na Europa, como já acontecido com a Renault. As justificativas são óbvias: preço elevado, rede de abastecimento mínima, custos altos de desenvolvimento e desempenho baixo. Além disso, o H2 majoritariamente obtido de fontes fósseis não resolve a necessidade de desenvolver alternativas viáveis ao petróleo.

    Honda descontinuou o Clarity a hidrogênio em 2022, porém tem planos para 2027. Resta o sedã Toyota Mirai elétrico abastecido a hidrogênio, lançado em 2012. Comenta-se que o modelo talvez seja discretamente abandonado, em algum momento. A pilha a hidrogênio (fuel cell, em inglês) em alternativa à bateria dos elétricos enfrenta previsões duvidosas, apesar de BMW, Hyundai e a própria Toyota não terem desistido.

    Mesmo veículos 100% elétricos ainda se sujeitam a incógnitas. A Ferrari, por exemplo, deve lançar seu primeiro modelo desse tipo em 2026. Já programava outra opção em 2028, todavia adiou frente às incertezas.

    Um relatório recente da agência BloombergNEF destaca que elétricos de alcance estendido (com motor-gerador a gasolina para recarregar a bateria), conhecidos pela sigla em inglês EREV, apresentam alta taxa de crescimento impulsionadas pelo gigantesco mercado chinês, principalmente em cidades afastadas dos grandes centros urbanos.

    No entanto BYD e GWM rechaçam a solução EREV. Ambas declaram que não desenvolverão soluções desse tipo, preferindo focar em elétricos e híbridos plenos ou plugáveis na estratégia de transição. Contudo a Academia Chinesa de Engenharia tem outra visão para 2030: EREV e híbridos plugáveis representariam 55% do mercado interno, elétricos convencionais, 45% e carros com motor a combustão, só 15%.

    Neste cenário chama atenção a japonesa Mazda. Bateu recorde de vendas nos EUA apenas oferecendo automóveis e SUVs com MCI. Abraçou a I.A. em seus projetos e ainda vai decidir, aparentemente sem pressa, quando partirá para o primeiro elétrico. Toyota e Honda também acabam de desenvolver motores a combustão mais eficientes que os atuais.

    Já o chanceler (presidente, na prática) alemão Friedrich Merz critica um projeto da União Europeia que obrigaria locadoras e grandes empresas a comprarem só modelos elétricos, a partir de 2030. Para ele contribuiria para destruir a importante indústria automobilística do bloco europeu.

    Geely estreia elétrico EX5 de pegada futurista

    A Geely Auto, dona da Volvo, Polestar, Lotus e Zeekr (entre outras), segue estratégia típica de marcas chinesas: SUV elétrico de porte médio e preços competitivos para as duas versões: EX5 Pro, R$ 205.800 e EX5 Max, R$ 225.800.

    Marca está de volta ao Brasil depois de nove anos, agora em parceria com a Renault e outro patamar tecnológico.

    geely ex5

    Seu estilo é discreto na traseira e visto de frente faz falta um pouco de audácia. As rodas de 18 ou 19 pol. têm desenho atraente. Dimensões próximas às de SUVs grandes: comprimento, 4.615 mm; entre-eixos, 2.750 mm; largura, 1.901 mm; altura, 1.670 mm. Porta-malas de 461 L, dentro da média do segmento; massa em ordem de marcha compatível com outros elétricos: 1.715 (Pro) e 1.765 kg (Max).

    No interior, destaque para a grande tela multimídia de 15,4 pol. com conexão AppleCarPlay (AndroidAuto, só mais adiante). Versão de topo inclui projeção de dados no para-brisa (13,8 pol.), encostos dos bancos dianteiros podem inclinar completamente para trás e incluem massagem, ventilação, aquecimento e memória. O encosto bipartido do banco traseiro também é reclinável

    Tração apenas na dianteira, motor com 218 cv e 32,6 kgf·m. Aceleração de 0 a 100 km/h em 7,1 s (Max) e 6,9 s (Pro, 50 kg mais leve). Bateria LFP de 60,2 kW·h suporta recarga rápida e pode fornecer energia para eletrodomésticos, outros veículos ou funcionar como gerador portátil. Alcance, padrão Inmetro (mais rigoroso para não surpreender ninguém), de 413 km (Pro) e 349 km (Max).

    Em primeiro contato, de São Paulo ao Autódromo Capuava em Indaiatuba (SP), destacaram-se espaço interno, atmosfera a bordo e respostas imediatas e silêncio de rodagem (típicos de elétricos). Há quatro níveis de regeneração de energia. Suspensão oferece bom equilíbrio entre conforto e estabilidade, além de freios bem dimensionados.
    EX5 vem com seis airbags e traz pacote de segurança ativa completo: alerta de colisão, assistente de faixa, controle de cruzeiro adaptativo e câmeras 360º, entre outros (13, no total).

    Avaliação dinâmica: BMW M235 xDrive.

    Após apresentação estática nos boxes de Interlagos, a BMW levou para a pista de testes da Goodyear, em Americana SP, para uma breve avaliação o sedã-cupê de quatro portas M235 xDrive. Não se trata de ambiente ideal: autódromo ou autoestradas e subida/descida de serras. Mas havia trechos de asfalto seco e molhado artificialmente.

    No segundo caso, foi possível avaliar o comportamento em condições específicas no limiar da tração. O controle de tração do sistema XDrive funcionou muito bem. Manteve o carro no skid pad (círculo de derrapagem na pista molhada) sem sair do traçado, uma característica que só a eletrônica de bordo é capaz de garantir. Contudo, sempre há um limite e assim não dispensa atenção ao volante e ao acelerador para evitar abusos na utilização cotidiana.

    BMW Série 2 M 235

    O carro é bem projetado, agrada quem aprecia dirigir de forma esportiva (quando possível), acelera forte, freia impecavelmente e demonstra comportamento muito seguro em curvas.

    Tem motor transversal, de quatro cilindros, turbo, 2-L, 317 cv e 40,8 kgf·m, câmbio robotizado de sete marchas e dupla embreagem. Tração é integral e acelera de 0 a 100 km/h em apenas 4,9 s. Diferencia-se pelas quatro saídas de escapamento e um defletor bem pronunciado na tampa do porta-malas.

    Preço: R$ 479.950


     



    Fonte: Auto Industria

  • Mal negócio? Redução de impostos para BYD pode causar 50 mil demissões no Brasil; entenda os impactos

    Mal negócio? Redução de impostos para BYD pode causar 50 mil demissões no Brasil; entenda os impactos

    A BYD, uma das maiores montadoras de carros chineses, está buscando uma redução nos impostos de importação de kits de veículos desmontados, o que pode gerar uma grande mudança na indústria automotiva brasileira.

    Caso o governo aceite a proposta, o impacto será significativo, colocando 50 mil empregos em risco e podendo até impedir investimentos de R$ 60 bilhões no setor até 2030.

    A proposta da BYD já gerou um forte debate no setor, com montadoras tradicionais alertando sobre os riscos que a medida traz para a indústria nacional.

    A questão será decidida pelo Comitê Executivo de Gestão da Câmara de Comércio Exterior (Camex), e a decisão tem o potencial de mudar os rumos da indústria automotiva no Brasil. Acompanhe o Garagem360 e entenda!

    Por que a redução de impostos para a BYD é tão controversa?

    A princípio, a BYD está pedindo ao governo brasileiro uma redução no Imposto de Importação sobre seus kits de veículos, que passaria de 20% para 10% nos híbridos e de 18% para 5% nos elétricos. A proposta, que é vista como uma maneira de facilitar a entrada de carros chineses no Brasil, gerou forte oposição das montadoras locais.

    Carros chineses; BYD; impostos

    Foto: Imagem gerada por IA

    O principal argumento das montadoras já estabelecidas no Brasil é que a mudança pode comprometer os investimentos anunciados, como os R$ 60 bilhões previstos até 2030, além de 50 mil empregos que estão em jogo.

    No entanto, a mudança nas regras no meio do jogo é vista como uma ameaça para a indústria nacional, que poderia ser transformada em uma plataforma de montagem, sacrificando empregos qualificados e o desenvolvimento tecnológico local.

    Risco para a indústria automotiva brasileira?

    Caso o governo aceite a redução do imposto, o efeito nas montadoras pode ser devastador. Além da perda de investimentos, as empresas de autopeças também seriam fortemente afetadas, uma vez que o sistema de montagem por kits (SKD) oferece pouca geração de empregos locais e não contribui significativamente para a economia nacional.

    As montadoras afirmam que para cada emprego fechado em uma linha de montagem, outros dez empregos podem ser perdidos entre os fornecedores de autopeças e serviços.

    Além disso, as previsões mais pessimistas apontam que o impacto da medida pode ser ainda maior, com o fechamento de até 50 mil postos de trabalho.

    Como os carros chineses estão dominando o mercado no Brasil?

    A crescente presença de carros chineses no mercado brasileiro é um reflexo de uma estratégia agressiva de preços e da guerra de preços no mercado chinês e no Sudeste Asiático. BYD e GWM são líderes dessa ofensiva, dominando o mercado de veículos elétricos e híbridos no Brasil.

    Em números, os carros chineses já representam 5,4% dos emplacamentos totais no Brasil, ultrapassando marcas como Renault e Nissan. No segmento de elétricos, BYD e GWM dominam, com 45% do mercado de híbridos e mais de 80% do mercado de elétricos puros.

    Isso é um reflexo do crescente interesse por carros mais baratos e sustentáveis, uma tendência que está mudando o panorama do setor no Brasil.

    Veja na sequência: BYD faz críticas à Toyota, GM, Stellantis e Volkswagen: “Tecnologia velha”

    Como a redução de impostos pode afetar as montadoras?

    A principal crítica feita pelas montadoras é que a redução de impostos para os kits SKD criaria um desequilíbrio concorrencial.

    Isso porque modelos montados a partir de kits enviados da China não geram valor agregado ao Brasil, como acontece com os modelos produzidos internamente, que envolvem tecnologia local, fornecedores nacionais e uma cadeia produtiva mais robusta.

    Se o modelo de montagem por kits se consolidar, a indústria brasileira pode ser prejudicada, com o fechamento de fábricas e redução de empregos qualificados. Além disso, o Brasil pode se tornar uma “maquila” de baixo valor agregado, sem a capacidade de se desenvolver como uma potência tecnológica na produção de carros.

    E você, o que pensa sobre a redução de impostos para os carros chineses? Comente abaixo!



    Fonte: Garagem 360

  • GWM vê “com bons olhos” decisão da Camex sobre CKD e SKD

    GWM vê “com bons olhos” decisão da Camex sobre CKD e SKD

    Comemorada pela Anfavea, a decisão da Camex do Comitê-Executivo de Gestão da Câmara de Comércio Exterior, Camex, de rejeitar pleito da BYD de redução para 10% da alíquota de importação para unidades CKD e SKD pelo prazo de três anos, foi vista com “bons olhos” pela também chinesa GWM, que terá operações em Iracemápolis, SP, a partir deste segundo semestre de 2025.

    Ainda na quarta-feira, 30, quando foi divulgada a decisão do governo federal, a montadora emitiu nota assinada pelo seu diretor de Assuntos Institucionais, Ricardo Bastos, garantindo que o anúncio da Camex não afeta a GWM Brasil porque o seu planejamento sempre foi no sentido de intensificar a produção local já no início da operação da fábrica de Iracemápolis, previsto para o mês de agosto.

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    Camex rejeita proposta da BYD mas cria cota com tarifa zero por seis meses

    Anfavea comemora decisão da Camex: “É o máximo aceitável”.

    BYD reage ao manifesto da Stellantis, VW, GM e Toyota

    “A nossa produção será no sistema peça por peça, um processo mais complexo, que prevê conteúdo nacional logo no primeiro ano, como a pintura para 100% dos veículos produzidos no Brasil e a inclusão de componentes vindos de fornecedores nacionais”, comentou o executivo.

    E complementou dizendo apoiar a manutenção do cronograma de aumento das alíquotas de imposto de importação para veículos acabados:

    “É uma medida importante para manter a estabilidade de regras e a previsibilidade no setor. No geral, a GWM vê com bons olhos a medida do governo, que visa estimular a produção local de novas tecnologias, como é o caso dos veículos eletrificados”.

    Apesar de não ter aprovado o II menor para importação de eletrificados desmontadoras e semi-desmontados, a Camex anunciou cota com isenção desse alíquota para unidades do gênero pelo prazo de seis meses, até o começo de 2026. A cota chega a US$ 463 milhões, o equivalente a cerca de R$ 2,6 bilhões.

    Além disso, antecipou em 1 ano e meio a vigência da tarifa de 35% para veículos eletrificados, que passa a vigorar em janeiro de 2027 e não mais em julho de 2028.

    A BYD ainda não se pronunciou sobre a decisão, mas a empresa havia manifestado confiança quanto à concessão de incentivos (leia-se aliquota reduzida pra 10%) para trazer de fora unidades CKD e SKD por um prazo bem maior do que os seis meses da cota.


    Foto: Divulgação/GWM

     

     

     

     

     

     

     



    Fonte: Auto Industria

  • Divisão automotiva do Grupo Renault faturou € 24,5 bilhões até junho

    Divisão automotiva do Grupo Renault faturou € 24,5 bilhões até junho

    O Grupo Renault divulgou nesta quinta-feira, 31, os resultados finenceiros oficiais do primeiro semestre. Na prática, o conglomerado francês confirmou faturamento de € 27,6 bilhões, 2,5% a mais do que  no primeiro semestre de 2024, antecipado na semana retrasada.

    Apenas a divisão automotiva, que inclui as marcas Renault, Dacia e Alpine, respondeu por quase 90% do valor apurado: € 24,5 bilhões, com variação positiva marginal de 0,5% na mesma comparação.

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    O grupo registrou avanço de 6% na margem operacional, que chegou a € 1,7 bilhão, e de 4%, para € 1 bilhão, apenas se considerada a divisão automotiva.

    A margem operacional do grupo esperada para 2025 é de 6,5%. “Estou mais do que convencido que contamos com todas as bases para sermos bem-sucedidos. Já demos início a uma série de ações para atingir nossos objetivos ”, declarou François Provost, que assumiu o cargo de CEO do Grupo Renault oficialmente também nesta quinta-feira.


    Foto: Divulgação



    Fonte: Auto Industria

  • Perto de ser lançada, Fiat Toro 2026 aparece sem camuflagem e revela novo visual; o que muda?

    Perto de ser lançada, Fiat Toro 2026 aparece sem camuflagem e revela novo visual; o que muda?

    A Fiat Toro 2026 foi flagrada em sua versão final sem camuflagem e já apareceu nas redes sociais, causando grande expectativa entre os fãs da picape. O visual da Toro foi repaginado, marcando a segunda mudança de estilo desde seu lançamento em 2016.

    A picape média compacta, que já é um dos modelos mais vendidos da Fiat no Brasil, chega com mais agressividade e um design mais imponente, inspirado em modelos da Fiat vendidos na Europa. Se você está curioso sobre todas as novidades que a Fiat Toro 2026 traz, continue lendo para saber tudo!

    Acompanhe o Garagem360 e veja mais detalhes sobre a Toro 2026.

    Fiat Toro 2026

    A nova Fiat Toro 2026 exibe um design mais robusto e moderno. A dianteira ganhou linhas mais retas e uma nova grade filetada, acompanhada de aberturas laterais retangulares no para-choque. Esses elementos já estavam presentes em modelos como Pulse, Cronos e cupê Fastback, e agora marcam presença também na Toro.

    Fiat Toro 2026

    Foto: Albani Barros / Auto Segredos

    Outro destaque está nos faróis, que mantêm o arranjo dividido, com as luzes diurnas (DRLs) na parte superior e o conjunto principal abaixo, uma característica marcante no estilo da Fiat.

    Já as lanternas traseiras foram atualizadas com um acabamento escurecido, mantendo o formato, mas reforçando o visual mais contemporâneo da picape.

    Quais as novidades no interior e motorização da Toro 2026?

    Por dentro, a nova Toro traz uma grande inovação: a adoção do freio de estacionamento eletrônico, uma tecnologia inédita na picape até então. Esse sistema moderniza a cabine, alinhando a Toro com modelos como o Jeep Compass e Renegade, produzidos no Polo Automotivo de Goiana (PE), além da Ram Rampage.

    O restante da cabine permanece com o layout atual, mas com pequenas atualizações no design da central multimídia. Esses ajustes visam oferecer mais conforto e conectividade, mantendo o padrão de qualidade da Fiat.

    No que diz respeito à motorização, o motor 1.3 turboflex permanece como a principal opção. Com 176 cv de potência e 27,5 kgfm de torque, ele continuará entregando um bom desempenho, aliado a um câmbio automático de seis marchas.

    Contudo, a eletrificação leve ainda não faz parte dessa versão, mas a Fiat já planeja integrar o sistema híbrido MHEV (Mild Hybrid Electric Vehicle) em versões futuras da picape.

    Fiat Toro 2026 vai enfrentar forte concorrência no Brasil

    A Fiat Toro terá que enfrentar uma renovada concorrência no mercado brasileiro, com novas versões da Renault Duster e da Volkswagen Saveiro, além da reestilização da Chevrolet Montana que deve chegar em 2026.

    Fiat Toro 2026

    Foto: Reprodução / Instagram (@jailzomaciel)

    Com tantas novidades no mercado, a Toro precisará se manter competitiva, mantendo sua popularidade entre os consumidores brasileiros.

    Porém, com uma forte margem de lucro e grande apelo comercial, a Toro deve seguir sendo um modelo-chave para a Fiat no Brasil, especialmente considerando sua boa performance de vendas.

    Leia também: Vai dar ruim? Imposto para carros elétricos sobe antes do previsto; kits desmontados escapam da cobrança

    Principais mudanças da Fiat Toro 2026

    • Design mais robusto e moderno
    • Freio de estacionamento eletrônico
    • Motor 1.3 turboflex com 176 cv
    • Câmbio automático de seis marchas
    • Atualizações na central multimídia

    E você, o que acha da nova Fiat Toro 2026? Acredita que o novo visual vai agradar aos consumidores? Deixe sua opinião nos comentários abaixo!



    Fonte: Garagem 360

  • Vem aí: Chevrolet Bolt 2027, o elétrico mais barato da marca, ganha cara nova e bateria mais acessível; confira

    Vem aí: Chevrolet Bolt 2027, o elétrico mais barato da marca, ganha cara nova e bateria mais acessível; confira

    A Chevrolet revelou as primeiras imagens do aguardado Bolt 2027, o modelo que será o elétrico mais barato da marca. Após deixar de ser produzido em 2023, o Bolt retorna com um visual renovado e promessas de mais acessibilidade, usando inovações tecnológicas para tornar a mobilidade elétrica mais acessível para todos.

    Com previsão de chegada para 2026, as primeiras imagens do novo modelo mostram mudanças no design, com uma dianteira mais moderna, faróis LED afilados e lanternas traseiras repaginadas.

    Mas não se engane, embora o visual tenha ganhado novos toques, a essência do Bolt permanece a mesma, com a já conhecida plataforma BEV2 (anteriormente chamada de Utilium).

    Acompanhe o Garagem360 e veja mais detalhes sobre como o Chevrolet Bolt vai se reinventar para o futuro.

    O que já sabemos sobre o retorno do Chevrolet Bolt?

    O novo Chevrolet Bolt não chega com uma mudança radical de estilo, mas apresenta um design mais sofisticado e refinado.

    Chevrolet Bolt

    Foto: Divulgação / Chevrolet

    A frente recebeu faróis verticais mais afilados, enquanto a grade e o para-choque foram redesenhados para conferir uma aparência mais moderna. A traseira agora conta com lanternas mais convencionais, sem invadir o vidro, dando uma cara mais limpa e prática ao modelo.

    Outro ponto importante é a nova conexão de recarga, que agora será compatível com a rede de supercarregadores da Tesla, graças ao novo conector NACS. Isso oferece mais conveniência aos proprietários do Bolt, especialmente nos Estados Unidos, onde a infraestrutura de recarga da Tesla é extensa.

    Nova bateria LFP vai deixar o Chevrolet Bolt mais acessível

    Sem dúvida, uma das maiores novidades do Chevrolet Bolt 2027 está em sua nova bateria LFP (Lítio-ferro-fosfato), uma química mais barata e mais segura que promete revolucionar o custo da mobilidade elétrica.

    A princípio, a utilização da LFP permite que o Bolt seja o carro elétrico mais acessível da Chevrolet, com um preço mais baixo em comparação aos outros modelos da linha, como o Equinox EV e o Blazer EV.

    Porém, o uso da bateria LFP tem um lado negativo: ela possui menor densidade energética, o que significa uma autonomia um pouco menor.

    No entanto, para um carro urbano, esse impacto é mínimo e totalmente aceitável, já que o Bolt continua sendo um veículo com ótimo desempenho e bom alcance para o dia a dia.

    Características da bateria LFP do Chevrolet Bolt 2027

    • Maior segurança e durabilidade
    • Custo reduzido
    • Autonomia um pouco menor que baterias de níquel-manganês-cobalto

    Bolt será o modelo de entrada da marca

    Sim, o Chevrolet Bolt 2027 está posicionado para ser o elétrico de entrada da marca, ficando abaixo de modelos como o Equinox EV e o Blazer EV. Isso significa que, além de ser acessível, o novo modelo será uma excelente opção para quem deseja adentrar no mundo dos carros elétricos sem comprometer o orçamento.

    Chevrolet Bolt

    Foto: Divulgação / Chevrolet

    Apesar de o preço ainda não ter sido divulgado, a GM já deixou claro que o Bolt continuará com a proposta de ser um modelo acessível, sem abrir mão da tecnologia.

    E mais: a montadora está planejando produção local de suas baterias, o que pode resultar em um impacto positivo no preço final para os consumidores.

    Chevrolet Bolt vai voltar ao Brasil?

    Embora não haja informações concretas sobre o retorno do Chevrolet Bolt ao Brasil, o modelo pode ser uma excelente opção para o mercado local.

    No cenário atual, com a crescente busca por carros elétricos acessíveis, a chegada do Bolt poderia fortalecer a Chevrolet em um mercado em expansão para a mobilidade sustentável.

    Será que o Bolt 2027 fará sua estreia no Brasil? Fique de olho nas novidades que surgem e nos próximos anúncios da GM!

    Deixe sua opinião nos comentários abaixo: acha que o Chevrolet Bolt 2027 será um sucesso no Brasil?

    Confira: Toyota retoma produção na Argentina após pausa e revela novos planos para o Brasil



    Fonte: Garagem 360

  • Tank 300 é o jipão da GWM que promete luxo no off-road; saiba curiosidades

    Tank 300 é o jipão da GWM que promete luxo no off-road; saiba curiosidades

    Em abril de 2025, a GWM lançou seu terceiro modelo no mercado brasileiro. Após a linha Haval e Ora, o Tank 300 foi apresentado e bateu as metas de vendas. Foram mais de 500 unidades comercializadas em seis dias de vendas — número expressivo para a proposta do carro.

    Poucos meses depois, a CNN avaliou o modelo por um período de cinco dias, para entender como ele se comporta no uso urbano do dia a dia.

    Percorremos pouco mais de 200 quilômetros com o Tank 300 e andamos 90% do período em modo elétrico — o carro cedido pela marca encontrava-se na reserva e não conseguimos testar sua autonomia completa. Ao sair da concessionária, marcava 97 km de autonomia elétrica.

    O jipão PHEV cumpriu bem o seu papel e ficou acima, inclusive, dos 75 km de autonomia divulgados pelo Inmetro. Após a bateria do Tank 300 parar de marcar (com 5 km de autonomia), levamos o jipão híbrido para recargar as energias. Com 100% de carga, marcava 105 km de autonomia. Novamente, ultrapassou a marca do Inmetro e fez 100 km apenas no modo elétrico.

    Apesar de ser um SUV híbrido plug-in de quase 3 toneladas (peso em ordem de marcha: 2.630 kg), o volante conta com boa calibração e não é pesada. O acelerador e o freio também são leves e isso torna o dia a dia mais tranquilo.

    Confortável e luxuoso, você esquece que está a bordo de um SUV com uma alta capacidade off-road. O Tank 300 tem capacidade para fazer uma travessia de água de até 70 cm. São 22,2 cm de vão livre do solo, 32° de ângulo de entrada e 33° de ângulo de saída — passa em praticamente qualquer obstáculo.

    Além disso, o Tank 300 tem sistema de tração 4×4 com opções de 2H, 4H e 4L (reduzida), além de bloqueio eletrônico de diferencial dianteiro, diferencial traseiro e central.

    Segundo a marca, com a combinação de bloqueios de engates ultrarrápidos (o bloqueio é ativado em apenas 200 milissegundos a um toque de botão), é possível desatolar um Tank 300 mesmo que três rodas percam completamente a aderência.

    Para encarar o mundo fora de estrada, o Tank 300 oferece 9 modos de condução: Padrão 2H, Padrão 4H, Padrão 4L, Neve, Montanha, Rocha, Lama e Areia, Estrada Acidentada e Expert (este último é totalmente personalizável, permitindo que o motorista ajuste cada parâmetro na sua preferência).

    A experiência sonora também é um ponto de destaque. Tem nove alto-falantes e 640 W de potência. O sistema de som tem bons graves, sem distorções. Na prática, a qualidade é satisfatória, mas ainda fica abaixo do Jeep Wrangler Rubicon, por exemplo (mas que custa R$ 500 mil).

    Desempenho

    O GWM Tank 300 tem motor 2.0 turbo de injeção direta a gasolina acoplado a um motor elétrico. Na prática, o carro entrega 394 cv de potência e 76,4 kgfm de torque combinado.

    O motor elétrico fica posicionado entre o motor a combustão e a entrada da transmissão de 9 marchas. Com esse conjunto, o modelo acelera do zero aos 100 km/h em 6,8 segundos.

    Luxo a bordo

    Apesar do jipão híbrido ser voltado ao off-road, ele não tem nada de espartano. Pelo contrário. Por dentro, o Tank 300 tem acabamento premium, com bancos revestidos do genuíno couro Nappa, além de oferecer três ajustes de massagem, ventilação e aquecimento na parte dianteira.


    A interna do Tank 300 tem painéis das portas com costura padrão diamante e acabamento premium em soft touch
    A interna do Tank 300 tem painéis das portas com costura padrão diamante e acabamento premium em soft touch • Rodrigo Barros/CNN

    Outra facilidade é que o banco do motorista conta com recurso easy-entry (afasta-se eletricamente para facilitar o acesso), memória de posição e oito ajustes de regulagem elétrica, que garantem uma experiência personalizada e de luxo. O banco do passageiro oferece quatro modos de ajuste elétrico.

    O ar-condicionado é de duas zonas e pode ser ajudado por botões físicos ou pela central multimídia. O carregador de celular por indução tem 50W de potência, mas deixa a desejar na ventilação para o smartphone, que não está disponível.

    Sem concorrência direta, o GWM Tank 300 é comercializado por R$ 339.000 na rede de concessionárias da marca.

    Sabia oito curiosidades sobre o GWM Tank 300:

    • GPS espelha no painel de instrumentos

    A tela do painel de instrumentos é totalmente personalizável. Uma dessas opções é o espelhamento do mapa no cluster. Com isso, não é preciso tirar a visão da estrada. A facilidade é um acerto positivo do carro.


    Painel de instrumentos do Tank 300
    Painel de instrumentos do Tank 300 • Rodrigo Barros/CNN
    • Modo elétrico

    O GWM Tank 300 é um híbrido plug-in, ou seja: pode rodar apenas usando a energia das baterias. São 106 km declarados pelo ciclo WLTP e 75 km pelo ciclo do Inmetro.


    Jipão pode rodar mais de 100 km no modo elétrico
    Jipão pode rodar mais de 100 km no modo elétrico • Rodrigo Barros/CNN
    • Capacidade off-road

    O jipão híbrido é voltado para o mundo off-road. O Tank 300 tem o modo off-road que exibe para o motorista, na central multimídia, os parâmetros do veículo necessário para uso em fora de estrada, como bússola, inclinômetro, pressão atmosférica, altitude, ângulo de giro das rodas, inclinação longitudinal e lateral, entre outros.


    Tank 300 tem capacidade de imersão na água de 70 cm
    Tank 300 tem capacidade de imersão na água de 70 cm • Divulgação
    • Alças para entrada no veículo

    Com 22,2 cm de altura em relação ao solo, o Tank 300 tem estribo e alças localizadas nas colunas A e B para facilitar o acesso ao jipão.


    Alças ajudam a subir no jipão híbrido
    Alças ajudam a subir no jipão híbrido • Rodrigo Barros/CNN
    • Bancos elétricos

    Os bancos do Tank 300 contam com regulagem elétrica. São três ajustes de massagem, ventilação e aquecimento na parte dianteira. O banco do passageiro oferece quatro modos de ajuste elétrico.


    Bancos elétricos do GWM Tank 300
    Painel de instrumentos do Tank 300 • Rodrigo Barros/CNN
    • Manopla câmbio

    A manopla de câmbio (9 velocidades) conta com um design disruptivo. Ela tem um desenho no estilo manche de avião a jato e foi batizada de Tank Shifter.


    Manopla de câmbio tem design diferenciado
    Manopla de câmbio tem design diferenciado • Rodrigo Barros/CNN
    • Pesado e rápido

    Apesar do seu peso em ordem de marcha de 2.630 kg, o Tank 300 tem desempenho acima de muitos esportivos. Com 394 cv de potência e 76,4 kgfm, ele alcança os 100 km/h em apenas 6,8 segundos.


    Modelo chega a pesar quase 3 toneladas
    Modelo chega a pesar quase 3 toneladas • Rodrigo Barros/CNN
    • Cinco estrelas

    O Tank 300 recebeu nota máxima no teste de colisão do ANCAP, instituto de segurança da Austrália que promove testes de colisão para avaliar a segurança de veículos. O modelo conta com 6 airbags e diversos equipamentos de auxílio à condução.


    Teste de colisão do GWM Tank 300
    Teste de colisão do GWM Tank 300 • Divulgação

    Como são os primeiros carros híbridos fabricados pela GWM no Brasil?



    Fonte: CNN Brasil Auto

  • Conheça a proposta de rede de concessionárias da Geely no Brasil

    Conheça a proposta de rede de concessionárias da Geely no Brasil

    Com o objetivo de marcar o início oficial de suas operações no mercado brasileiro, a Geely realizou nesta quarta-feira, 30, o evento Good Day ou G’Day, no Jockey Clube de São Paulo, ocasião em que esclareceu seu projeto de atendimento no País.

    Atualmente com 22 pontos de venda em shoppings centers de diferentes cidades e uma revenda autorizada em fase de inauguração em São José dos Pinhais, PR, a marca chinesa promete ter 23 concessionárias até o final deste ano. Isso não significa, contudo, que serão 55 locais representando a marca até dezembro.

    LEIA MAIS

    Na quarta-feira, 30, o “Good Day” da Geely no Brasil

    Primeiro lote do Geely EX5 tem 680 unidades

    Geely compra parte da operação da Renault no Brasil para produzir veículos no Paraná

    A head de Marketing e Comunicação da Geely Brasil, Milena Martins, explicou que os pontos nos shoppings são todos pertencentes a grupos que se dispuseram a abrir uma concessionária da marca. E caberá ao grupo decidir se vai ou não fechar o espaço no shopping após a inauguração da concessionária em si.

    “O que definimos foram os grupos e são eles que vão decidir se manterão dois pontos de atendimento ou apenas um. Alguns já manifestaram intenção nesse sentido, mas nada há acertado no momento”, explicou a executiva.

    A empresa divulgou no G’Day o cronograma de abertura das concessionárias. Serão oito em agosto, nove em setembro, cinco em outubro e uma em novembro. Ou seja, é certa a intenção da marca de encerrar o ano com 23 concessionárias. Se haverá mais pontos de atendimento ou não vai depender dos grupos contratados.

    A Geely chegou a informar no passado que a meta é ter 105 revendas no Brasil, mas segue sem divulgar o prazo para chegar a esse número e tampouco os projetos relativos à rede para 2026.

    Também não informa quantas unidades do elétrico EX5 trará este ano — o primeiro lote foi de 680 unidades — e nem estimativas de venda no mercado brasileiro, assim como segue sem falar sobre possibilidade de produção no Brasil a partir da parceria já acertada com a Renault no Paraná.

    Pré-venda, preços e autonomia

    A marca chinesa  abriu pré-venda do SUV no dia 17 passado, oferecendo desconto de R$ 10 mil nas duas versões para um pacote inicial de 300 unidades. Os preços promocionais seguem valendo até amanhã, 31 de julho, o que significa que o volume promocional não foi todo comercializado.

    A partir de sexta-feira, 1º de agosto, os preços sugeridos são de R$ 205,8 mil para a versão Pro e R$225,8 mil para a Max.

    Presente no evento do Jockey Clube, o gerente geral da Geely Auto América do Sul, Michael Gao, destacou que agora o consumidor brasileiro pode ter na sua garagem toda a tecnologia da Geely com o EX5, “um modelo desenvolvido para mercados globais, fruto de toda a expertise de um dos maiores fabricantes de automóveis do mundo”.

    Construído sobre a arquitetura GEA (Global Intelligent Electric Architecture), o SUV traz um powertrain elétrico que pesa apenas 79,8 kg e gera 218 cv e 320 Nm (32,6 kgfm).

    A bateria Short Blade Geely de Lítio Fosfato Ferro (LFP) tem 60.22 kWh de capacidade e, segundo o programa de certificação do Inmetro, sua autonomia pode chegar a até 413 km. “São quatro níveis de regeneração de energia, cuja eficiência regenerativa chega a 94,18%”, explica a fabricante chinesa.

    “O EX5 representa uma nova referência no segmento”, comenta Jefferson Antunes, head de Produto e Marca da Geely Brasil. “É um SUV global, com altíssimo desempenho, autonomia surpreendente e soluções inteligentes pensadas para o dia a dia dos nossos clientes, reunindo um nível de tecnologia e conforto sem precedentes na faixa de preço”, garante.




    Fonte: Auto Industria

  • BYD faz críticas à Toyota, GM, Stellantis e Volkswagen: “Tecnologia velha”

    BYD faz críticas à Toyota, GM, Stellantis e Volkswagen: “Tecnologia velha”

    A batalha pelo futuro do setor automotivo no Brasil ganhou um novo capítulo com as duras críticas da BYD às gigantes Toyota, GM, Stellantis e Volkswagen.

    A montadora chinesa não poupou palavras ao se referir às concorrentes, acusando-as de estarem “implorando” ao governo para barrar inovações e manter o status quo.

    A disputa envolve, entre outras questões, a redução dos impostos sobre importação de carros e a modernização do mercado automotivo. Acompanhe o Garagem360 e entenda o que está por trás dessa troca de farpas entre as gigantes do setor.

    BYD critica concorrentes e questiona “tecnologia velha”

    A BYD usou um comunicado para rebater as críticas das montadoras tradicionais, acusando-as de oferecerem “tecnologia velha” e design desatualizado, o que, segundo a empresa, obriga os consumidores brasileiros a pagar caro por modelos ultrapassados.

    BYD; Toyota; GM; Stellantis; Volkswagen

    Foto: Divulgação / GM

    Similarmente, o comunicado também se refere à redução de impostos para veículos importados, um pleito da BYD que foi contestado pela Toyota, GM, Stellantis e Volkswagen. A montadora chinesa alega que suas concorrentes tentam barrar o avanço tecnológico da indústria, temendo o impacto da inovação trazida pela BYD.

    Esse confronto surgiu em meio à tentativa da BYD de garantir uma redução tributária para os veículos elétricos e outros modelos em fase de montagem na fábrica de Camaçari, na Bahia.

    Embora a empresa tenha conquistado incentivos fiscais, a disputa com as concorrentes segue aquecida, com acusações mútuas de deslealdade e protecionismo.

    O que está em jogo?

    A princípio, a redução de impostos e a criação de um ambiente mais favorável para a indústria de veículos elétricos são pontos centrais no debate.

    A BYD busca uma diminuição das alíquotas de importação de veículos, que atualmente são de 25% e devem subir para 35% até 2026. A montadora chinesa pede uma redução para 10% até julho de 2026, com a promessa de aumentar o conteúdo nacional até 2028.

    Enquanto isso, as montadoras tradicionais defendem que os incentivos fiscais deveriam ser condicionados à produção completa dos veículos e não apenas à montagem.

    Esse é um ponto crucial do impasse, pois as concorrentes alegam que a BYD já recebe benefícios fiscais antes mesmo de iniciar a produção plena de seus carros no Brasil, o que, para elas, configura um tratamento desigual.

    Leia também: Toyota, BYD e VW são acusadas de mascarar vendas com carros “fantasmas”

    Como a guerra fiscal pode afetar o mercado de carros no Brasil?

    A disputa entre a BYD e as grandes montadoras pode redefinir o cenário do setor automotivo no Brasil. A pressão para a redução de impostos sobre carros importados pode beneficiar a produção nacional de veículos elétricos, mas também levanta preocupações sobre os efeitos dessa mudança para as montadoras já estabelecidas no país.

    Além disso, a competição entre as marcas pode acelerar a modernização do setor e oferecer mais opções para os consumidores, especialmente em termos de veículos sustentáveis.

    O que está em jogo:

    • Redução de impostos: Pleito da BYD para reduzir alíquotas de importação de veículos.
    • Tecnologia e design: Críticas à tecnologia “ultrapassada” de Toyota, GM, Stellantis e Volkswagen.
    • Impacto no mercado: Como a guerra fiscal pode influenciar a produção de carros elétricos no Brasil.

    Leia na íntegra a carta da BYD

    Por que a BYD incomoda tanto?

    Empresa que trouxe carros tecnológicos, sustentáveis e mais acessíveis é atacada por concorrentes obsoletos

    Dizem que o futuro chega de repente. Mas, às vezes, o que chega de repente é o e-mail. O da vez foi uma carta enviada por quatro das maiores montadoras brasileiras ao Presidente da República, implorando para ele abortar a inovação. É isso mesmo: pedem, com todas as letras, que o governo impeça a redução temporária dos impostos para quem ousa oferecer carros melhores por um preço mais justo.

    Assinada por representantes da Toyota, Stellantis, Volkswagen e General Motors, a carta tem o tom dramático de quem acaba de ver um meteoro no céu. O problema não é o meteoro, claro. O problema é que ele está sendo bem recebido pelos consumidores — aqueles mesmos que, por décadas, foram obrigados a pagar caro por tecnologia velha e design preguiçoso.

    Agora, chega uma empresa chinesa que acelera fábrica, baixa preço e coloca carro elétrico na garagem da classe média, e os dinossauros surtam. Não foi por acaso que uma concorrente reduziu o valor de um modelo elétrico em mais de 100 mil reais depois da chegada da BYD. Por que antes custava tanto?

    A carta fala em “concorrência desleal”. Porque nada é mais desleal do que alguém jogar o jogo — e ganhar. Nada mais injusto do que montar um carro no Brasil sob o regime autorizado pelo governo, com data marcada para nacionalizar a produção, e ainda assim entregar um produto que as “locais” não conseguem nem sonhar em oferecer.

    A reação da Anfavea e seus associados, infelizmente, não é novidade. Trata-se do velho roteiro de sempre: diante de qualquer sinal de abertura de mercado ou inovação, surgem as ameaças de demissões em massa, fechamento de fábricas e o fim do mundo como conhecemos. É uma espécie de chantagem emocional com verniz corporativo, repetida há décadas pelos barões da indústria para proteger um modelo de negócio que deixou o consumidor brasileiro como último da fila da modernidade.

    A ironia é que enquanto as cartas se empilham em Brasília, os consumidores já tomaram sua decisão. Basta olhar os comentários nas redes sociais da própria Anfavea: “Lutar por carro mais barato vocês não lutam, agora querem nosso apoio pra que?”. Ou ainda: “Sempre vou dizer o seguinte: se a Anfavea está tão incomodada, é porque o outro lado vale a pena”. Os brasileiros querem andar para frente e não seguir em marcha a ré.

    A redução temporária de imposto que a BYD pleiteia segue uma lógica simples e razoável: não faz sentido aplicar o mesmo nível de tributação sobre veículos 100% prontos trazidos do exterior e sobre veículos que são montados no Brasil, com geração de empregos locais, movimentação da cadeia logística e pagamento de encargos. Isso não é nenhuma novidade, outras montadoras já adotaram a mesma prática antes de ter a produção completa local.

    E a BYD está fazendo isso. Em menos de um ano e meio, já está finalizando a primeira etapa das obras da fábrica em Camaçari (BA), no mesmo local onde outra montadora, que também era tradicional, desistiu do Brasil. Apenas o galpão de montagem final já é mais do que a metade do tamanho da antiga fábrica inteira. E o contrato com o Governo da Bahia já previa essa fase inicial de montagem enquanto o restante da estrutura é finalizado. Nada foi alterado. Tudo dentro do planejamento desde o começo.

    O incômodo das concorrentes não tem a ver com impostos, nem com montagem, nem com empregos. Tem a ver com a perda de protagonismo. Com o fato de que um novo player chegou oferecendo mais e cobrando menos. Com o fato de que a tecnologia finalmente deixou de ser um luxo para poucos e virou realidade para muitos.

    O que a BYD propõe ao Brasil não é um atalho nem uma esperteza fiscal. É uma visão de futuro com veículos mais limpos, mais seguros, mais conectados e com custo-benefício justo. Ajudar o Brasil a acelerar essa transição é um movimento estratégico não só para a marca, mas para o país.

    O Presidente deveria ouvir essas cartas — e usá-las como prova de que está no caminho certo. Porque se os dinossauros estão gritando, é sinal de que o meteoro está funcionando.

    BYD AUTO DO BRASIL



    Fonte: Garagem 360