Autor: automoveis

  • Anfavea comemora decisão da Camex: “É o máximo aceitável”.

    Anfavea comemora decisão da Camex: “É o máximo aceitável”.

    Em vídeo publicado logo após a Camex anunciar rejeição ao pleito da BYD sobre redução de alíquota de importação para veículos eletrificados desmontados, o presidente executivo da Anfavea, Igor Calvet, comemorou a decisão, dizendo que o governo federal levou em conta as premissas básicas da sua política industrial ao definir prazo de seis meses para compra de kits CKD e SKD com cotas pré-estabelecidas:

    VEJA O VÍDEO

    “É o máximo aceitável sem colocar em risco os investimentos atuais e futuros da cadeia automotiva nacional. Esperamos que essa discussão esteja definitivamente encerrada, sem qualquer possibilidade de renovação. E que novos atores, novos entrantes no mercado, possam ingressar aqui no Brasil de forma justa e competitiva. Todos serão bem recebidos, inclusive no âmbito da entidade que representa os fabricantes nacionais”.

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    Camex rejeita proposta da BYD mas cria cota com tarifa zero por seis meses

    BYD reage ao manifesto da Stellantis, VW, GM e Toyota

    Com relação à cota criada pela Camex, ficou estabelecido valor próximo de R$ 2,8 bilhões em importações de CKD e SKD com imposto zero pelo prazo de apenas seis meses, ou seja, até o início do ano que vem.

    Calvet complementou seu depoimento dizendo ter certeza de que o movimento liderado pela entidade junto a parlamentares, governadores e entidades sindicais, com apoio de entidades como a AEA, demonstrou a força da indústria automotiva brasileira.

    “Esse debate não é só sobre o setor, é sobre o futuro da indústria que queremos, um futuro que gere inovação, empregos de qualidade e adensamento da cadeia produtiva. Nosso agradecimento ao governo federal e aos ministérios envolvidos pela responsabilidade e previsibilidade que nos deram”.


    Foto: Divulgação/Anfavea

     

     



    Fonte: Auto Industria

  • Truque simples e desconhecido pode ajudar a economizar dinheiro na hora de abastecer

    Truque simples e desconhecido pode ajudar a economizar dinheiro na hora de abastecer

    Quem nunca se perguntou se está fazendo a escolha certa ao abastecer o carro? Um truque simples e pouco conhecido pode ajudar a economizar dinheiro na hora de abastecer e, surpreendentemente, ele está gerando discussões sobre a confiabilidade dos postos de combustíveis.

    Em um teste recente, um motorista notou uma diferença significativa no preço ao pedir a mesma quantidade de gasolina, mas de formas diferentes: por litro e por valor.

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    O segredo para economizar dinheiro na hora de abastecer

    Recentemente, um vídeo viralizou no TikTok, onde um motorista realizou um experimento em um posto de combustíveis. Ele pediu ao frentista para abastecer R$ 30 de gasolina e recebeu 7,15 litros.

    No entanto, ao retornar ao posto e solicitar exatamente a mesma quantidade de combustível, ou seja, 7,15 litros, o preço final foi diferente: R$ 24,38, gerando uma diferença considerável no valor.

    Isso levantou questionamentos sobre o processo de abastecimento e se existe realmente uma vantagem em pedir a gasolina pelo litro ou pelo valor.

    O que surpreendeu foi que a diferença de preço não foi devida à variação do preço por litro do combustível, mas ao modo de como o abastecimento foi feito.

    Essa situação gerou um debate sobre o funcionamento das bombas de combustíveis e sobre o que pode estar por trás dessa discrepância.

    Por que isso acontece?

    Embora o resultado do teste tenha causado impacto, ele não necessariamente comprova que abastecer por litro seja sempre mais barato. A explicação pode envolver diversos fatores, como possíveis erros nas bombas ou até falhas técnicas, que resultam em cobranças inconsistentes.

    Em um posto de combustíveis regularizado, o preço por litro deve ser o mesmo, independentemente de você abastecer por valor ou por quantidade.

    No entanto, essa experiência demonstra que, por vezes, o que você paga não corresponde ao que você recebe, o que pode ser um erro técnico ou, em casos mais graves, uma tentativa de fraude.

    Como garantir que você está sendo cobrado corretamente?

    A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) alerta que qualquer diferença notável entre o valor cobrado e a quantidade abastecida deve ser reportada imediatamente.

    Caso o consumidor perceba algum erro, é importante solicitar a nota fiscal e comunicar a irregularidade ao Procon e à ANP.

    As autoridades recomendam ainda que o consumidor esteja sempre atento, pois fraudes em bombas de combustível são graves e podem resultar na interdição do posto.

    O que fazer para evitar problemas ao abastecer?

    Para garantir que está pagando apenas pelo que realmente consumiu, o primeiro passo é prestar atenção ao valor na bomba e à quantidade indicada.

    Se perceber qualquer discrepância, como a mencionada diferença de preço ao pedir pelo valor ou pelo litro, não hesite em questionar o frentista ou solicitar uma explicação.

    Além disso, sempre que possível, abasteça em postos que tenham boa reputação e que sejam fiscalizados pela ANP. Isso pode reduzir as chances de ocorrerem problemas no abastecimento.

    Por fim, a vigilância do consumidor é essencial para manter o mercado mais justo e garantir que ninguém pague mais do que deveria.

    Fonte

    Aproveite para conferir: Toyota, Volkswagen e GM podem ser prejudicadas se Lula favorecer a BYD



    Fonte: Garagem 360

  • Camex rejeita proposta da BYD mas cria cota com tarifa zero por seis meses

    Camex rejeita proposta da BYD mas cria cota com tarifa zero por seis meses

    Em reunião extraordinária do Comitê-Executivo de Gestão da Câmara de Comércio Exterior (Camex), realizada nesta quarta-feira, 30, o governo federal não só rejeitou o pleito da BYD de redução da alíquota de importação para unidades CKD (desmontadas) de veículos eletrificados como antecipou em 1 ano e meio a vigência da tarifa de 35%, que passa a vigorar em janeiro de 2027 e não mais em julho de 2028.

    Em contrapartida, a Camex criou cota com isenção do Imposto de Importação para veículos eletrificados desmontados (CKD) e semidesmontados (SKD) pelo prazo de seis meses, até o começo de 2026. A cota chega a US$ 463 milhões, o equivalente a cerca de R$ 2,6 bilhões.

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    Ameaça de redução da alíquota de SKD mobiliza setor automotivo

    BYD reage ao manifesto da Stellantis, VW, GM e Toyota

    Camex pode avaliar cotas para importação de SKD e CKD

    Em nota, a Camex afirmou que “busca adequar a política tarifária aos investimentos esperados para os próximos anos no setor automotivo do País”.

    Até o fechamento dessa reportagem a BYD não havia se posicionado sobre a decisão que, na prática, representa uma vitória ao menos parcial para a Anfavea e para as montadoras Volkswagen, General Motors, Toyota e Stellantis, que enviaram carta aberta ao presidente Lula no início desta semana se posicionando contra o pedido da fabricante chinesa.


     



    Fonte: Auto Industria

  • Toyota, Volkswagen e GM podem ser prejudicadas se Lula favorecer a BYD

    Toyota, Volkswagen e GM podem ser prejudicadas se Lula favorecer a BYD

    O mercado automotivo brasileiro está em um momento decisivo, e grandes montadoras como Toyota, Volkswagen e GM estão em alerta.

    Elas temem que, se o presidente Luiz Inácio Lula da Silva favorecer a empresa chinesa BYD, a indústria automotiva nacional possa ser gravemente afetada.

    As alegações de prejuízo envolvem riscos de demissões em massa e uma desaceleração no setor, impactando milhares de trabalhadores e fornecedores locais.

    Acompanhe o Garagem360 e veja mais detalhes!

    O que está em jogo para as montadoras tradicionais no favorecimento à BYD?

    Antes de mais nada, vale pontuar que a ToyotaVolkswagen e GM não são apenas gigantes no Brasil, mas também pilares da economia e do emprego local.

    Segundo essas montadoras, o governo brasileiro, ao facilitar a entrada de carros chineses no país, pode comprometer os empregos de milhares de brasileiros.

    A principal preocupação é com os carros importados da China, como os produzidos pela BYD, que chegam ao Brasil parcialmente montados e têm baixo impacto na geração de postos de trabalho locais.

    Essas empresas alertam que, se o modelo de importação de veículos semi-montados for privilegiado, os investimentos em fábricas brasileiras podem ser reduzidos drasticamente, o que resultaria em demissões e cortes em novos postos de trabalho.

    A previsão é que, no pior cenário, até 50 mil vagas sejam afetadas em toda a cadeia produtiva.

    Por que a entrada de veículos da China preocupa as montadoras?

    A introdução de veículos com peças fabricadas fora do Brasil é um grande ponto de discórdia. A BYD, por exemplo, opera com o modelo Semi Knocked Down (SKD), onde as peças chegam montadas parcialmente e são finalizadas no Brasil.

    Esse sistema, de acordo com as montas locais, reduz as contratações locais e impacta diretamente a produção de autopeças e empregos.

    Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, recebe representantes da BYD Brasil no Palácio do Alvorada. Brasília - DF. Foto: Ricardo Stuckert

    Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, recebe representantes da BYD Brasil no Palácio do Alvorada. Brasília – DF. Foto: Ricardo Stuckert

    O impacto nas montadoras locais: o que pode acontecer?

    As grandes montadoras que produzem carros no Brasil já alertaram que a introdução de incentivos para a importação de veículos sem a produção local não só diminuiria os investimentos como também afetaria diretamente a geração de empregos.

    Segundo elas, isso resultaria em:

    • Redução de investimentos: até R$ 60 bilhões podem ser cortados, afetando os planos de expansão de fábricas e a contratação de novos funcionários.

    • Destruição de empregos: aproximadamente 10 mil novos postos podem ser suspensos, e 5 mil empregos já existentes correm o risco de serem eliminados.

    • Impacto na cadeia de autopeças: a indústria de autopeças, essencial para a fabricação de veículos no Brasil, perderia a demanda e muitos fornecedores podem fechar suas portas.

    O que o governo pensa sobre isso?

    Atualmente, o governo brasileiro analisa a possibilidade de reduzir impostos de importação para veículos montados fora do Brasil, como os da BYD.

    Segundo a montadora chinesa, a redução de tarifas seria essencial para fomentar o mercado de carros elétricos no Brasil, algo que o governo pode considerar uma prioridade para a modernização do setor automotivo, incluindo diversos outros benefícios.

    Há também a possibilidade de que isso resulte em uma maior competitivadede de preços, considerando o valor mais baixo dos veículos chineses (o famoso “efeito BYD”).

    No entanto, as montadoras nacionais temem que esse incentivo favoreça ainda mais a indústria chinesa e prejudique o desenvolvimento local. Elas argumentam que isso enfraqueceria a competitividade do setor brasileiro e, consequentemente, a geração de empregos de qualidade.

    Aproveite para conferir: Caminhonetes para o campo: 5 modelos para quem vive do agro e rodam muito

    O que você pensa sobre isso? Será que o governo deveria favorecer as montadoras nacionais ou incentivar os carros da China para modernizar a indústria automotiva do país? Deixe sua opinião nos comentários.



    Fonte: Garagem 360

  • BYD reage ao manifesto da Stellantis, VW, GM e Toyota

    BYD reage ao manifesto da Stellantis, VW, GM e Toyota

    “Por que a BYD incomoda tanto?” Com esse título, a BYD soltou um documento questionando a carta enviada pelas montadoras Stellantis, Volkswagen, General Motors e Toyota ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva solicicando a não aprovação do pleito da marca chinesa sobre redução de alíquota de importação para unidades CKD (desmontadas) e SKD (semi-desmontadas).

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    Ameaça de redução da alíquota de SKD mobiliza setor automotivo

    Veja a íntegra do manifesto da Anfavea contra pedido da BYD

    Camex: AEA manifesta preocupação sobre pleito da BYD.

    A reunião da Camex que vai discutir o assunto acontece nesta quarta-feira, 30, em Brasilia. Além das quatro montadoras, também Anfavea, Sindipeças, Federações de Indústria de sete Estados, movimento sindical e AEA são contrárias ao pleito da montadora chinesa. Na verdade, a BYD foi a única até o momento a reagir a tantas contestações, não tendo apoio, inclusive, de outras marcas chinesas que estão chegando ao Brasil e que pelo menos até o momento se mantiveram caladas.

    Abaixo, AutoIndústria publica a íntegra do documento da BYD

    Por que a BYD incomoda tanto

    Empresa que trouxe carros tecnológicos, sustentáveis e mais acessíveis é atacada por
    concorrentes obsoletos.

    Dizem que o futuro chega de repente. Mas, às vezes, o que chega de repente é o e-mail. O da vez foi uma carta enviada por quatro das maiores montadoras brasileiras ao Presidente da República, implorando para ele abortar a inovação. É isso mesmo: pedem, com todas as letras, que o governo impeça a redução temporária dos impostos para quem ousa oferecer carros melhores por um preço mais justo.

    Assinada por representantes da Toyota, Stellantis, Volkswagen e General Motors, a carta tem o tom dramático de quem acaba de ver um meteoro no céu. O problema não é o meteoro, claro. O problema é que ele está sendo bem recebido pelos consumidores — aqueles mesmos que, por décadas, foram obrigados a pagar caro por tecnologia velha e design preguiçoso.

    Agora, chega uma empresa chinesa que acelera fábrica, baixa preço e coloca carro elétrico na garagem da classe média, e os dinossauros surtam. Não foi por acaso que uma concorrente reduziu o valor de um modelo elétrico em mais de 100 mil reais depois da chegada da BYD. Por que antes custava tanto?

    A carta fala em “concorrência desleal”. Porque nada é mais desleal do que alguém jogar o jogo — e ganhar. Nada mais injusto do que montar um carro no Brasil sob o regime autorizado pelo governo, com data marcada para nacionalizar a produção, e ainda assim entregar um produto que as “locais” não conseguem nem sonhar em oferecer.

    A reação da Anfavea e seus associados, infelizmente, não é novidade. Trata-se do velho roteiro de sempre: diante de qualquer sinal de abertura de mercado ou inovação, surgem as ameaças de demissões em massa, fechamento de fábricas e o fim do mundo como conhecemos. É uma espécie de chantagem emocional com verniz corporativo, repetida há décadas pelos barões da indústria para proteger um modelo de negócio que deixou o consumidor brasileiro como último da fila da modernidade.

    A ironia é que enquanto as cartas se empilham em Brasília, os consumidores já tomaram sua decisão. Basta olhar os comentários nas redes sociais da própria Anfavea: “Lutar por carro mais barato vocês não lutam, agora querem nosso apoio pra que?”. Ou ainda: “Sempre vou dizer o seguinte: se a Anfavea está tão incomodada, é porque o outro lado vale a pena”. Os brasileiros querem andar para frente e não seguir em marcha a ré.

    A redução temporária de imposto que a BYD pleiteia segue uma lógica simples e razoável: não faz sentido aplicar o mesmo nível de tributação sobre veículos 100% prontos trazidos do exterior e sobre veículos que são montados no Brasil, com geração de empregos locais, movimentação da cadeia logística e pagamento de encargos. Isso não é nenhuma novidade, outras montadoras já adotaram a mesma prática antes de ter a produção completa local.

    E a BYD está fazendo isso. Em menos de um ano e meio, já está finalizando a primeira etapa das obras da fábrica em Camaçari (BA), no mesmo local onde outra montadora, que também era tradicional, desistiu do Brasil. Apenas o galpão de montagem final já é mais do que a metade do tamanho da antiga fábrica inteira. E o contrato com o Governo da Bahia já previa essa fase inicial de montagem enquanto o restante da estrutura é finalizado. Nada foi
    alterado. Tudo dentro do planejamento desde o começo.

    O incômodo das concorrentes não tem a ver com impostos, nem com montagem, nem com empregos. Tem a ver com a perda de protagonismo. Com o fato de que um novo player chegou oferecendo mais e cobrando menos. Com o fato de que a tecnologia finalmente deixou de ser um luxo para poucos e virou realidade para muitos.

    O que a BYD propõe ao Brasil não é um atalho nem uma esperteza fiscal. É uma visão de futuro com veículos mais limpos, mais seguros, mais conectados e com custo-benefício justo. Ajudar o Brasil a acelerar essa transição é um movimento estratégico não só para a marca, mas para o país.

    O Presidente deveria ouvir essas cartas — e usá-las como prova de que está no caminho certo. Porque se os dinossauros estão gritando, é sinal de que o meteoro está funcionando.


     



    Fonte: Auto Industria

  • Caminhonetes para o campo: 5 modelos para quem vive do agro e rodam muito

    Caminhonetes para o campo: 5 modelos para quem vive do agro e rodam muito

    Caminhonetes para o campo sempre foram associadas ao consumo elevado de combustível. Mas, com a evolução dos modelos, a realidade é bem diferente. Se você vive do agro e precisa de um veículo robusto, durável e que rode muito sem pesar no bolso, você está no lugar certo!

    O Garagem360 listou os melhores modelos que aliam desempenho, resistência e economia de combustível. Acompanhe e descubra as opções ideais para o seu trabalho no campo. Bora conferir?

    Caminhonetes para o campo: o que considerar na hora da escolha?

    Ao escolher uma caminhonete para o campo, é essencial considerar não apenas a capacidade de carga e a durabilidade, mas também o consumo de combustível. Afinal, veículos que rodam muito precisam de bom desempenho sem sacrificar a economia.

    Abaixo, apresentamos 5 modelos de caminhonetes que são perfeitos para quem vive no campo e busca eficiência.

    Quais são as melhores caminhonetes para o campo?

    Fiat Strada 1.3

    A Fiat Strada 1.3 é a campeã de vendas no Brasil e é conhecida por sua versatilidade. Com motor 1.3, a Strada oferece um desempenho equilibrado tanto na cidade quanto na estrada.

    Caminhonetes para o campo

    Foto: Garagem360

    No consumo, ela se destaca ao fazer 9,1 km/l com etanol e até 13,1 km/l com gasolina na cidade. Já na estrada, o consumo é ainda mais eficiente, atingindo 10,2 km/l com etanol.

    Apesar de ser uma picape compacta, ela é ideal para a zona rural, já que consegue oferecer bom desempenho sem perder a economia de combustível.

    Além disso, a Strada foi projetada para suportar diferentes tipos de terrenos, o que a torna uma excelente opção para quem precisa de um veículo resistente no campo. Sua caçamba oferece boa capacidade de carga, sendo adequada para transportar insumos, ferramentas e outros materiais necessários para o trabalho rural.

    Toyota Hilux MT

    A Toyota Hilux é sinônimo de robustez e confiabilidade, especialmente nas versões a diesel. Com motor diesel, a Hilux entrega 10,4 km/l na cidade e impressiona com 11,6 km/l na estrada.

    Caminhonetes para o campo

    Foto: Divulgação / Toyota

    Seu sistema de tração integral e a alta capacidade de carga a tornam uma das favoritas entre os trabalhadores do campo, proporcionando segurança e resistência, mesmo nas condições mais desafiadoras.

    Este modelo oferece uma combinação única de tecnologia, conforto e desempenho. A Hilux é equipada com sistemas de segurança avançados, como controle de estabilidade e assistente de partida em rampa, tornando-a não só uma caminhonete potente, mas também muito segura em diversos tipos de terreno.

    Com sua durabilidade comprovada, é uma opção sólida para quem precisa de um veículo de alto desempenho e baixo custo de manutenção no dia a dia do campo.

    Ram Rampage

    A Ram Rampage é uma picape premium que se destaca não apenas pelo luxo, mas também pela economia de combustível. Com motor a gasolina, ela consegue uma média de 8 km/l na cidade e 10 km/l na estrada, o que é excelente para um modelo de seu porte.

    Caminhonetes para o campo

    Foto: Divulgação / RAM

    A picape é conhecida pelo seu conforto e sofisticação, oferecendo uma cabine espaçosa e bem equipada, ideal para longas jornadas no campo.

    Além disso, a Rampage é equipada com tecnologias modernas, como sistema multimídia, controle de estabilidade e monitoramento de ponto cego.

    Sua robustez e o desempenho eficiente fazem dela uma excelente escolha para quem precisa de um veículo confortável e eficiente no campo, mas que também não abre mão do luxo e da tecnologia.

    Chevrolet Silverado

    A Chevrolet Silverado chegou ao mercado brasileiro com uma proposta de sofisticação e desempenho em todas as condições.

    Caminhonetes para o campo

    Foto: Divulgação / Chevrolet

    Com motor a gasolina, ela consegue 6 km/l na cidade e 7,2 km/l na estrada, sendo uma opção robusta para quem precisa de um veículo de grande porte para transportar cargas pesadas no campo. Sua caçamba espaçosa e a alta capacidade de carga a tornam ideal para os trabalhos pesados do agro.

    Além disso, a Silverado oferece ainda um sistema de tração 4×4, que a torna uma opção excelente para atravessar terrenos difíceis.

    Sua suspensão foi projetada para garantir estabilidade e conforto, mesmo em estradas irregulares e em condições climáticas adversas. Se você busca potência, sofisticação e alta capacidade de carga, a Silverado é uma excelente opção para o campo.

    Confira também: 4 melhores picapes médias para aproveitar no lugar da VW Tarok

    Volkswagen Saveiro

    Por último, mas não menos importante, a Volkswagen Saveiro é uma opção acessível e eficiente para quem precisa de uma caminhonete compacta no campo.

    Caminhonetes para o campo

    Foto: Divulgação / Volkswagen

    Com motor flex, ela oferece ótimos números de consumo, chegando a 7,9 km/l com etanol na cidade e 9,1 km/l na estrada. Já com gasolina, a Saveiro alcança 11,5 km/l na cidade e 12,9 km/l na estrada, o que a torna uma das caminhonetes mais econômicas do mercado.

    Além de ser econômica, a Saveiro oferece uma caçamba com boa capacidade de carga, ideal para o transporte de materiais leves no campo. Seu design compacto e ágil também facilita o deslocamento em estradas rurais mais estreitas, tornando-a uma opção prática e eficiente para o trabalho no agro.

    Qual dessas caminhonetes é a melhor para o campo?

    Cada uma dessas caminhonetes tem características que atendem diferentes necessidades no campo, seja em termos de carga, consumo de combustível ou resistência. Qual delas você escolheria para o seu dia a dia rural? Deixe sua opinião nos comentários abaixo!



    Fonte: Garagem 360

  • Toyota, BYD e VW são acusadas de mascarar vendas com carros “fantasmas”

    Toyota, BYD e VW são acusadas de mascarar vendas com carros “fantasmas”

    Toyota, BYD, VW e outras grandes marcas estão no centro de uma polêmica que pode impactar seriamente a confiança dos consumidores.

    A prática de registrar carros como vendidos antes de serem realmente entregues aos clientes, uma manobra para inflar as vendas, está gerando indignação no mercado.

    Contudo, essa tática, que parece cada vez mais comum, acende alertas sobre a transparência da indústria automotiva. Acompanhe o Garagem360 e entenda o impacto no mercado automotivo.

    O que está por trás do escândalo das “vendas fantasmas” da Toyota, BYD e VW?

    Em um mercado saturado e altamente competitivo, algumas concessionárias estão usando um truque para inflar seus números de vendas: registrar carros como vendidos antes de entregá-los aos compradores, apenas para cumprir metas comerciais.

    Toyota; BYD; VW

    Foto: Divulgação

    A princípio, a prática envolve a criação de “carros fantasmas”, veículos que ainda estão na loja, mas já são registrados como vendidos e segurados. O truque não é novidade, mas agora está sendo revelado como uma tática crescente nas maiores marcas, incluindo Toyota, BYD e Volkswagen.

    Como as “vendas fantasmas” afetam o mercado?

    Esse tipo de manipulação pode distorcer gravemente a visão de demanda real, impactando o planejamento de produção das montadoras e criando uma falsa imagem de sucesso nas vendas.

    O problema, no entanto, é que esse esquema afeta a credibilidade da indústria, gerando desconfiança nos consumidores e prejudicando a transparência do mercado. E se no Brasil, a falta de rastreabilidade das vendas já é um desafio, agora fica claro o quanto as grandes marcas podem ir para mascarar os resultados.

    O impacto das “vendas fantasmas” no setor automotivo

    • Inflar artificialmente os números de vendas
    • Distorcer a leitura da demanda real no mercado
    • Criar uma competição desleal entre as marcas
    • Gerar desconfiança e frustração nos consumidores
    • Afetar a transparência e a credibilidade das montadoras

    Esse tipo de prática acende um alerta sobre os limites da ética no setor automotivo. O impacto não se limita apenas à manipulação de dados; ele afeta a confiança do consumidor e distorce a realidade do mercado.

    Comente abaixo: como você enxerga esse tipo de manipulação no mercado?

    Confira: Toyota, Tesla e outras montadoras que usam peças da BYD e você não sabia



    Fonte: Garagem 360

  • Volvo confirma ES90 para o Brasil; sedã elétrico chega em 2026

    Volvo confirma ES90 para o Brasil; sedã elétrico chega em 2026

    A Volvo revelou que o novo ES90 será comercializado no mercado brasileiro. O sedã elétrico deve ter suas primeiras unidades desembarcadas no Brasil já no segundo semestre de 2026, quando as vendas também serão iniciadas.

    Ainda durante o verão do hemisfério norte, as primeiras unidades do ES90 já serão entregues aos clientes. Em alguns países como Áustria, Bélgica, República Tcheca, Finlândia, França, Alemanha, Grécia, entre outros, já é possível encomendar o carro.

    Em Portugal, por exemplo, o preço parte de 72.925 euros (R$ 475 mil na conversão direta e sem contar os impostos de importação). 

    O primeiro sedã totalmente elétrico da marca sueca conta com pegada de carbono 30% menor do que o híbrido plug-in S90. ES90 foi projetado com uma abordagem voltada à sustentabilidade. É o primeiro carro da Volvo equipado com o novo sistema elétrico de 800 volts.

    A depender do mercado, o modelo pode receber diferentes variantes do motorização. A mais simples tem motor de 329 cv e 48,9 kgfm de torque com um 0-100 km/h de 6,6 segundos. Já a configuração mais forte tem 680 cv e um 0-100 km/h de 4 segundos. 

    Segundo informações do site oficial da Volvo, o ES90 pode adicionar 300 quilômetros de alcance em apenas 10 minutos em estações de carregamento rápido de 350 kW. 

    O sedã elétrico oferece um alcance de até 700 quilômetros sob o ciclo de teste WLTP com motor duplo e bateria de 106 kWh.

    Modernidade na cabine

    Por dentro da cabine, o modelo exala luxo e tecnologia. O sistema de som tem três níveis disponíveis, com assinatura da Bowers & Wilkins. A configuração topo de linha tem um sistema com 25 alto-falantes de alta fidelidade separados em toda a cabine, incluindo encosto de cabeça e alto-falantes de teto.

    A tela central é de 14,5 polegadas com infoentretenimento de nova geração, que inclui serviços como o Google Maps, o Google Assistant e mais aplicativos no Google Play. O painel de instrumentos é de 9 polegadas e também há um head-up display.

    O ES90 também vem com um teto panorâmico que fornece proteção UV de até 99,9%. É possível escolher a versão eletrocrômica e ajustar a transparência do vidro. 

    Dimensões 

    • Comprimento: 5000 mm;
    • Largura: 1942 mm;
    • Altura: 1550 mm;
    • Entre-eixos: 3102 mm;
    • Porta-malas: 446 L;
    • Porta-malas dianteiro: 27 L.

    Volvo lança elétrico luxuoso EX90 em atualização do híbrido XC90



    Fonte: CNN Brasil Auto

  • Empresa suspende todo o transporte de veículos elétricos devido a riscos de incêndio

    Empresa suspende todo o transporte de veículos elétricos devido a riscos de incêndio

    A Matson, uma das maiores transportadoras marítimas dos Estados Unidos, anunciou a paralisação imediata e por tempo indeterminado de todos os embarques de veículos elétricos (VEs) e híbridos plug-in (PHEVs) em sua rede marítima. A decisão drástica, que afeta as rotas entre o continente americano, Havaí, Guam e Alasca, é motivada por preocupações crescentes com os riscos de incêndio relacionados às baterias de íons de lítio.

    A medida da Matson, sem precedentes na indústria, surge após uma série de incidentes de grande repercussão. O caso mais recente foi o naufrágio do navio Morning Midas em junho de 2025, que afundou após um suposto incêndio em sua carga de veículos. Em comunicados internos a clientes, a Matson confirmou que a decisão reflete o perigo de fuga térmica e a extrema dificuldade em suprimir incêndios de baterias de VEs em alto mar.


    Por que os incêndios em carros elétricos são diferentes?

    Embora estudos indiquem que veículos elétricos não são estatisticamente mais propensos a incêndios do que os movidos a gasolina, quando pegam fogo, as consequências são muito mais graves.

    Baterias de íons de lítio são suscetíveis à fuga térmica, uma reação em cadeia que gera calor extremo, pode reacender após a extinção inicial e libera gases tóxicos. Essa foi a causa do incêndio do navio Fremantle Highway em 2023, que resultou na perda de mais de 3.000 carros, incluindo 500 VEs.

    Com veículos densamente compactados e muitas vezes sem supervisão durante o transporte marítimo, uma única falha na bateria pode desencadear uma catástrofe. Para empresas de transporte como a Matson, a margem de erro é inexistente.


    Matson suspende todo o transporte de veículos elétricos devido a riscos de incêndio – Foto: Reprodução

    Lei aqui: Navio carregado de carros elétricos afunda após incêndio

    A crescente adoção de carros elétricos e a realidade marítima

    A paralisação da Matson ocorre em um momento de expansão da adoção de veículos elétricos nos EUA. No primeiro semestre de 2025, mais de 607.000 novos VEs foram vendidos, um aumento de 1,5% em relação ao ano anterior, mesmo com a queda geral do mercado automobilístico.

    No entanto, apesar do crescimento nas vendas, persistem as hesitações dos consumidores, que citam a infraestrutura de carregamento, a ansiedade de autonomia e a durabilidade como preocupações, conforme pesquisa da AAA.

    Paradoxalmente, VEs são geralmente mais baratos para manter do que carros a combustão, mas tendem a passar mais tempo na oficina devido à escassez de peças e à necessidade de técnicos especializados.


    Recentemente um navio afundou depois de um incêndio com carros elétricos – Foto: Reprodução

    O futuro da tecnologia de baterias e do transporte marítimo

    A tecnologia de baterias avança globalmente, com o surgimento de inovações como a bateria de estado semissólido na China, que oferece 533 quilômetros de autonomia. Contudo, essa tecnologia ainda é cara e o risco de incêndios não foi totalmente eliminado.

    A Matson deixou claro que só retomará o transporte de VEs e PHEVs quando forem desenvolvidos “protocolos adequados de transporte e armazenamento para toda a indústria”. Com órgãos reguladores como a Organização Marítima Internacional (OMI) sob pressão para agir, a decisão da Matson pode ser o início de uma reavaliação global sobre como a cadeia de suprimentos lida com a crescente eletrificação do setor automotivo.

    Qual a sua opinião sobre a decisão da Matson e o futuro do transporte de veículos elétricos?



    Fonte: Garagem 360

  • CNH sem autoescola: como se preparar para o exame do Detran

    CNH sem autoescola: como se preparar para o exame do Detran

    Uma das maiores barreiras para a obtenção da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) pode estar com os dias contados: a obrigatoriedade das aulas em autoescolas. O governo federal está finalizando um projeto de lei que promete reduzir o custo da CNH em até 80%, tornando-a acessível a uma parcela maior da população. Essa mudança, se aprovada, traria uma nova realidade para quem busca a tão sonhada habilitação.

    O que muda com a CNH sem autoescola?

    A proposta do Ministério dos Transportes visa democratizar o acesso à CNH, eliminando a exigência mínima de 20 horas de aulas práticas em autoescolas. Isso significa uma economia significativa, já que grande parte do custo atual da habilitação se refere justamente a essas aulas.

    No entanto, é crucial entender que essa medida não dispensa a necessidade de conhecimento e prática. As provas teórica e prática do Detran continuarão sendo obrigatórias. O objetivo é permitir que o futuro condutor decida como e onde irá adquirir o conhecimento e a experiência necessários para ser aprovado nos exames.

    CNH sem autoescola: como se preparar para o exame do Detran – Foto: Reprodução

    Como se preparar para o exame do Detran sem a autoescola?

    Com a possível flexibilização, a responsabilidade pela preparação recairá diretamente sobre o candidato. Mas não se preocupe! Existem diversas maneiras eficazes de se preparar para os exames teóricos e práticos do Detran.

    Para a prova teórica:

    A prova teórica avalia seu conhecimento sobre legislação de trânsito, direção defensiva, primeiros socorros, meio ambiente e cidadania. Para se dar bem, siga estas dicas:

    • Apostila oficial do Detran: Essa é a sua principal ferramenta! Todos os Detrans do país disponibilizam o material didático com todo o conteúdo que pode ser cobrado na prova. Estude-o com afinco, tópico por tópico.
    • Simulados online: Muitos sites e até mesmo os próprios Detrans oferecem simulados online idênticos ao exame oficial. Faça quantos puder para se familiarizar com o formato das questões e identificar seus pontos fracos.
    • Aplicativos de estudo: Há diversos aplicativos para celular que oferecem quizzes, resumos e simulados, facilitando o estudo a qualquer momento.
    • Grupos de estudo: Trocar informações e tirar dúvidas com outras pessoas que estão no mesmo processo pode ser muito útil.

    Para a prova prática:

    A prova prática é o momento de demonstrar suas habilidades ao volante. Embora as aulas em autoescolas não sejam mais obrigatórias, a prática é fundamental. Considere as seguintes opções:

    • Aulas particulares: Se você tem um veículo e um instrutor experiente (que pode ser um familiar ou amigo habilitado e seguro), pode praticar em locais seguros e com pouca movimentação. Lembre-se que essa prática deve ser feita com responsabilidade e, idealmente, em vias particulares ou em locais permitidos pela legislação.
    • Voluntariado com instrutores: As autoescolas continuarão existindo e podem oferecer pacotes de aulas para quem desejar um treinamento mais estruturado, mesmo que não obrigatório. Avalie se esse investimento vale a pena para você.
    • Prática com supervisão: Caso você tenha acesso a um carro e um motorista habilitado e experiente que possa te supervisionar, aproveite para praticar manobras, baliza e direção em diferentes cenários. A segurança deve ser sempre a prioridade.

    Os próximos passos

     O projeto de lei que propõe o fim da obrigatoriedade das autoescolas ainda precisa passar pela avaliação da Casa Civil e, se aprovado, será regulamentado pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran). Fique atento às notícias e comunicados oficiais para saber quando a medida entrará em vigor.

    Com essa possível mudança, o caminho para a CNH pode se tornar mais acessível e flexível. O mais importante é encarar a preparação com seriedade e dedicação, garantindo que você esteja apto e seguro para assumir o volante.



    Fonte: Garagem 360