Autor: automoveis

  • Governo do DF quer dar linha de crédito ao motoristas de app para compra de carro elétrico

    Governo do DF quer dar linha de crédito ao motoristas de app para compra de carro elétrico

    Após dar o pontapé inicial com os taxistas, o Governador do DF, Ibaneis Rocha, está com um plano ambicioso para acelerar a transição da frota de aplicativos para carros elétricos, prometendo uma linha de crédito especial. 

    Acompanhe o Garagem360 e veja mais detalhes dessa iniciativa que pode eletrificar o seu dia a dia!

    Governo do DF quer dar linha de crédito ao motoristas de app para compra de carro elétrico

    Desde 2021, o Governo do Distrito Federal tem mostrado um compromisso notável com a descarbonização, começando com a isenção do IPVA para carros híbridos e elétricos. Essa medida, simples em sua essência, mas poderosa em seu impacto, já gerou um crescimento explosivo na frota de veículos mais limpos na capital. 

    Em 2022, o DF registrava a venda de 895 carros elétricos e 4.612 híbridos. Saltando para 2024, esses números dispararam para 9.495 elétricos e 18.950 híbridos, e a tendência de alta continua em 2025.

    Agora, o próximo passo lógico e estratégico é estender essa visão aos motoristas de aplicativo. Ibaneis Rocha, em anúncio recente, revelou que o GDF está desenhando uma linha de crédito similar à já lançada para os taxistas, que visa eletrificar a totalidade dos 4 mil veículos da categoria. 

    Brasília é uma das cidades que mais emplacam carros elétricos no país – Foto: Nicole Santana/ Garagem360

     

    A ambição é que, até o início do próximo semestre, essa plataforma de vendas de veículos elétricos, com condições facilitadas de crédito, esteja disponível para os motoristas de app, visando a eletrificação completa de toda a frota do DF. 

    Eletrificação da frota de ônibus

    O GDF não para por aí. Ibaneis Rocha também mencionou o plano de eletrificar todos os ônibus do Plano Piloto até o final de 2025, como um teste para uma adoção mais ampla na renovação dos contratos de concessão do transporte público.

    E para garantir que os carros elétricos tenham onde “abastecer”, há uma parceria estratégica com a Neoenergia para a construção de uma planta de hidrogênio e a ampliação dos eletropostos em todo o Distrito Federal.

    O que você achou dessa iniciativa do GDF? Deixe sua opinião nos comentários abaixo! Queremos saber o que você pensa sobre a eletrificação da frota de app no DF!

    Leia também: BYD confirma que guerra de preços dos carros elétricos é insustentável e sugere consolidação



    Fonte: Garagem 360

  • Financiar carro novo em 2025 ainda vale a pena? Veja juros e valores atualizados

    Financiar carro novo em 2025 ainda vale a pena? Veja juros e valores atualizados

    Financiar um carro novo pode parecer o caminho mais rápido para realizar o sonho do carro novo. Mas em 2025, com os juros em alta e parcelas que pesam no bolso, é preciso parar, respirar fundo e fazer as contas antes de assinar qualquer contrato. A seguir, o Garagem360 revela se continua valendo a pena considerar um financiamento.

    Financiamento em 2025: como está o cenário?

    Atualmente, o crédito automotivo segue em alta, mesmo com o custo elevado, segundo dados da B3. A taxa básica de juros no Brasil está em um dos níveis mais altos dos últimos anos, e isso impacta diretamente o financiamento de veículos.

    Financiar carro novo em 2025

    Foto: Freepik

    Em média, o crédito para carro novo está com juros de 2,12% ao mês, o que equivale a quase 28,6% ao ano. Isso significa que, dependendo do prazo escolhido e do valor da entrada, você pode acabar pagando quase o dobro do preço do carro.

    Exemplo prático: o carro de R$ 100 mil vira R$ 150 mil

    Imagine que você quer comprar um carro zero no valor de R$ 100 mil. Com uma entrada de 20% (R$ 20 mil), o financiamento será de R$ 80 mil. Parcelado em 60 vezes com juros de 2,12% ao mês, a parcela fica em torno de R$ 2.140,44.

    No fim do contrato, você terá pago R$ 128.426,40 apenas nas parcelas, mais os R$ 20 mil da entrada. Resultado: o carro custou, no total, cerca de R$ 148 mil.

    Porém, vale lembrar: esse valor não inclui IPVA, seguro, manutenção, combustível ou possíveis imprevistos.

    Como funciona o financiar um carro novo em 2025?

    A princípio, financiar um carro novo em 2025 funciona da seguinte forma:

    • Entrada entre 10% e 30% do valor do carro
    • Parcelamento em até 60 meses (algumas instituições oferecem até 84 meses)
    • Juros variam conforme o perfil do cliente e a instituição financeira
    Financiar carro novo em 2025

    Foto: Freepik

    Além disso, o tipo de crédito, o score do comprador e até o ano do veículo podem influenciar nas taxas oferecidas.

    Vale a pena financiar um carro novo em 2025?

    Financiar um carro pode ser uma boa opção em situações específicas. Se você precisa do veículo com urgência para trabalhar, se conseguiu uma taxa promocional vantajosa ou se dispõe de uma boa entrada para reduzir o valor financiado, o financiamento pode ser uma saída viável.

    Por outro lado, para quem tem a possibilidade de esperar ou já tem uma reserva financeira, outras alternativas costumam ser mais vantajosas.

    A compra à vista ainda é a opção que garante mais poder de negociação e menor custo final. Já o consórcio, apesar de não ter juros, exige paciência para ser contemplado, o que nem sempre é possível.

    Financiar carro novo em 2025

    Foto: Freepik

    Outra alternativa interessante é a compra de seminovos. Um carro com um ou dois anos de uso, em bom estado, pode custar consideravelmente menos e ainda oferecer boa durabilidade, com custos menores e menor impacto da depreciação.

    Simule antes de fechar negócio

    Antes de assinar qualquer contrato de financiamento, o ideal é simular diferentes cenários. Utilize os simuladores disponíveis nos sites dos bancos e financeiras, compare as taxas, analise o prazo e veja se as parcelas realmente cabem no seu orçamento mensal.

    Mais importante do que realizar o sonho do carro novo é garantir que ele não vire um pesadelo financeiro.

    E você, está pensando em financiar um carro novo em 2025 ou prefere buscar outras alternativas? Conta pra gente nos comentários abaixo!



    Fonte: Garagem 360

  • Scania avança em carregamento rápido para pesados

    Scania avança em carregamento rápido para pesados

    A Scania aproveitou o EVS38, simpósio focado em eletrificação veículos, em Gotemburgo, na Suécia, para apresentar o MCS, (do inglês Megawatt Charging System), solução de carregamento que ultrarrápido que permitirá recarregar de 20% a 80% da bateria do veículo em menos de 30 minutos. O sistema começará a ser oferecido na Europa nos caminhões elétricos da marca no começo de 2026.

    De acordo com fabricante, com o MCS a bateria dos caminhões passa a poder ser carregada com até 750 kW, quase duas vezes mais rápido em relação ao padrão atual CCS2. Pela alta capacidade, o sistema incorpora conectores refrigerados a líquido e protocolos de comunicação aprimorados para garantir operações estáveis e previsíveis.

    LEIA MAIS

    →Scania compra a divisão de baterias para indústria pesada da Northvolt

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    “Nossa nova tecnologia de carregamento não só garante eficiência operacional e confiabilidade em longas distâncias, como também apoia nosso objetivo de tornar o transporte sustentável uma realidade prática”, diz Daniel Schulze, chefe de Soluções para Caminhões Elétricos da Scania.

    De maneira simultânea à oferta do MCS, a Scania encaminha esforços para também providenciar infraestrutura de carregamento em toda Europa, com corredores MCS ao longo das principais rotas a partir deste ano. Com parceiros, a meta é estabelecer 1,7 mil pontos de alto desempenho até 2027.

    “O carregamento previsível e confiável permite que os motoristas façam os períodos de descanso legalmente obrigatórios sem correr o risco de atrasos, um fator essencial para tornar os caminhões elétricos uma alternativa competitiva ao diesel e crucial para atingir as metas climáticas globais”, finaliza Jorge Soria Galvarro, consultor técnico sênior de Infraestrutura de Carregamento da Scania.


    Foto: Divulgação Scania



    Fonte: Auto Industria

  • Nova moto da Yamaha tem consumo surpreendente e recursos práticos; saiba qual é

    Nova moto da Yamaha tem consumo surpreendente e recursos práticos; saiba qual é

    A Yamaha lançou um novo modelo que promete conquistar tanto pelo desempenho econômico quanto pela praticidade. Com recursos modernos e um visual urbano, a novidade já desperta curiosidade no mercado. Mas o que realmente chama atenção é o consumo fora do comum. A seguir, o Garagem revela qual é a nova moto da Yamaha!

    Conheça a Factor 125i UBS, nova moto da Yamaha

    A mais recente aposta da Yamaha para o mercado brasileiro chega com força total: a Yamaha Factor 125i UBS combina economia impressionante, manutenção prática e robustez.

    Assim, a nota moto da Yamaha é ideal para quem precisa se deslocar diariamente. Vamos conferir os detalhes?

    Consumo que impressiona

    Primeiramente, a nova Factor 125i UBS atinge até 46 km/l em uso urbano, mantendo cerca de 35 km/l em rodovias.

    Nova moto da Yamaha

    Foto: Divulgação / Yamaha

    Com seu tanque de 15,7 litros, pode percorrer até 650 km sem reabastecer. Esses números mostram por que esse modelo é tão valorizado por entregadores, pequenas empresas e profissionais autônomos.

    Manutenção amigável ao bolso

    A princípio, a Yamaha oferece mão de obra gratuita nas primeiras revisões (1.000 km e 5.000 km), o que já representa uma economia real logo nos primeiros meses.

    Nova moto da Yamaha

    Foto: Divulgação / Yamaha

    E as peças de reposição? São acessíveis: pastilhas de freio e kits de transmissão apresentam valores competitivos no mercado. Mantendo peças genuínas e assistência autorizada, a garantia de fábrica continua válida, com ampla rede de atendimento.

    Nova moto da Yamaha é perfeita para o trabalho

    A nova moto da Yamaha traz um painel digital completo com conta-giros, hodômetros, indicador de marcha e função ECO, que ajuda a economizar combustível.

    Nova moto da Yamaha

    Foto: Divulgação / Yamaha

    Além disso, o sistema de freios UBS distribui a frenagem entre rodas dianteira e traseira, reforçando a segurança. O motor monocilíndrico SOHC de 125 cc é simples, confiável e rende 11,1 cv com etanol ou 11,0 cv com gasolina.

    Yamaha x Honda: qual a melhor?

    A Factor 125i UBS chega para bater de frente com a queridinha Honda CG 160 Start. Mas qual delas é melhor? A gente também pensou nisso, e trouxe um comparativo. Dá só uma olhada:

    Yamaha Factor 125i UBS

    ✅ Destaque em economia urbana (até 46 km/l)

    ✅ Autonomia de até 650 km com tanque cheio

    Honda CG 160 Start

    ✅ Motor mais potente (162,7 cc / 14,4 cv)
    ✅ Transparência nas revisões e forte valor de revenda

    Se você roda muito dentro da cidade e prioriza economia, a Factor se destaca. Porém, se busca mais potência para subidas ou maior liquidez na hora da revenda, a Honda pode ser mais indicada.

    Ficha técnica da nova moto da Yamaha

    • Motor: 125 cc, monocilíndrico, SOHC, 11,1 cv (etanol) / 11 cv (gasolina)
    • Consumo: até 46 km/l urbano / 35 km/l rodovia
    • Tanque: 15,7 litros (2,2 L de reserva) – autonomia de até 650 km
    • Freios UBS (disco + tambor)
    • Painel digital com ECO e indicador de marcha
    • Peso e dimensões ideais para uso diário urbano
    • Revisões gratuitas nos 1.000 km e 5.000 km iniciais

    E você, já testou a nova Yamaha Factor 125i UBS? Vai escolher economia ou potência no seu próximo investimento em duas rodas? Conta pra gente nos comentários!



    Fonte: Garagem 360

  • Motor turbinado é dor de cabeça? Saiba como preservá-lo

    Motor turbinado é dor de cabeça? Saiba como preservá-lo

    Os carros turbinados estão se tornando mais populares e hoje são grandes parceiros das montadoras. Essa história, no entanto, começou há vários anos, com o Fiat Uno Turbo – primeiro modelo turbinado de fábrica. 

    Atualmente, muitos modelos já contam com esse tipo de motorização. Carros da Renault, Peugeot, Citroën, Fiat, Volkswagen e diversas outras montadoras são exemplos. Mas será que esse tipo de motor é confiável? 

    Segundo a Horse, empresa que fabrica propulsores para modelos como Kardian, Duster e Captur, os motores turbinados são projetados para oferecer durabilidade. 

    “Motores com injeção direta de combustível e turboalimentação são mais eficientes e consomem menos combustível”, destaca o gerente de P&D da Horse, Fabio Silva.

    No passado, os motores turbinados não eram bem vistos e as pessoas tinham receio. Hoje, contudo, isso mudou. Os propulsores com a turbina são mais eficientes e econômicos.

    Prova disso, são carros com motor 1.0 que contam com mais de 120 cv de potência.

    Desde o Fiat Uno Turbo, em 1994, muita coisa mudou nessa fabricação, com avanços significativos e ganhos graduais de eficiência. 

    “Na Horse, fizemos adaptações em nossos motores turbo que incluem cabeçotes com formato Delta, que concentram massa e volume; controles eletrônicos de wastegate para garantir a pressão máxima do turbo; e o uso de revestimento tipo Diamond-Like Carbon (DLC) nas peças móveis do cabeçote e nos anéis de audição, a fim de reduzir o atrito”, detalha Silva.


    Motor 1.0 turbo do Renault Kardian gera até 125 cv de potência
    Motor 1.0 turbo do Renault Kardian gera até 125 cv de potência • Renault/Divulgação

    Para o especialista em mecânica automotiva Daniel Monteiro, em geral, eles são motores confiáveis. Por outro lado, ele alerta que nem todos os turbinados são assim. 

    “Os projetos que oferecem bem mais confiabilidade são os que saem de fábrica, já os veículos modificados têm bem mais riscos”, orienta o especialista.

    Como preservar?

    • Troca de óleo dentro da periodicidade certa com óleo especificado pela fabricante;
    • Manter filtro de ar do motor limpo e sem danos;
    • Não remover ligações do funcionamento do turbo (para provocar barulho característico);
    • Evitar o uso do motor em alta carga e baixa rotação;
    • Não desligar o motor quando está em alta rotação.

    Veja quando fazer a troca do óleo do motor do carro



    Fonte: CNN Brasil Auto

  • Ranking das vendas diretas em maio de 2025: veja os carros mais vendidos no Brasil

    Ranking das vendas diretas em maio de 2025: veja os carros mais vendidos no Brasil

    As vendas diretas continuam movimentando o mercado automotivo brasileiro, com modelos que dominam frotistas, locadoras e empresas. O ranking de maio de 2025 revela mudanças importantes nas primeiras posições. Alguns nomes surpreendem e outros reforçam sua força no segmento. A seguir, o Garagem360 te conta quais foram esses carros.

    Vendas diretas em maio 2025

    As vendas diretas em maio de 2025 dominaram o mercado automotivo brasileiro. De acordo com a Fenabrave, esse canal representou 52,6 % de todos os emplacamentos de automóveis e comerciais leves, ultrapassando o varejo pela primeira vez.

    Vendas diretas de carros maio

    Foto: Divulgação / Volkswagen

    A princípio, o crescimento é impulsionado por empresas, locadoras, frotistas e também pelo público com isenção, como pessoas com deficiência (PCD) e taxistas.

    Isso provocou uma reviravolta no setor, até então dominado pelas vendas no varejo.

    Quais marcas lideraram as vendas diretas de carros em maio?

    Abaixo, listamos as marcas de carros que mais fizeram sucesso nas vendas diretas de carros em 2025:

    Posição Montadora Participação
    1 Fiat 27,57 %
    2 Volkswagen 21,51 %
    3 GM (Chevrolet) 10,48 %
    4 Hyundai 9,93 %
    5 Renault 7,53 %

    Quais os carros mais vendidos nas vendas diretas?

    Bora falar dos carros mais vendidos na modalidade venda direta no mês de maio? Primeiramente, o Polo, líder absoluto entre hatchs, vem seguido por modelos compactos que combinam economia e força em frotas corporativas.

    Vendas diretas de carros maio

    Foto: Divulgação / Fiat

    Acompanhe só:

    Automóveis

    1. VW Polo – 9.370 unidades
    2. Fiat Argo – 6.859 unidades
    3. Fiat Mobi – 6.255 unidades
    4. Hyundai HB20 – 6.178 unidades
    5. VW T-Cross – 5.411 unidades
    6. Renault Kwid – 5.019 unidades
    7. Jeep Compass – 3.811 unidades
    8. Hyundai HB20S – 3.703 unidades
    9. GM Onix – 3.153 unidades
    10. Toyota Corolla Cross – 2.862 unidades
    11. VW Virtus – 2.428 unidades
    12. GM Onix Plus – 2.360 unidades
    13. Fiat Cronos – 2.219 unidades
    14. Honda HR-V – 1.749 unidades
    15. Jeep Renegade – 1.634 unidades
    16. GM Spin – 1.623 unidades
    17. Nissan Kicks – 1.556 unidades
    18. Fiat Fastback – 1.432 unidades
    19. Toyota Corolla – 1.381 unidades
    20. VW Nivus – 1.368 unidades
    21. Fiat Pulse – 1.340 unidades
    22. GM Tracker – 1.335 unidades
    23. Hyundai Creta – 1.312 unidades
    24. Peugeot 2008 – 1.136 unidades
    25. Renault Duster – 853 unidades
    26. Peugeot 208 – 659 unidades
    27. Jeep Commander – 581 unidades
    28. Renault Kardian – 485 unidades
    29. Honda City – 460 unidades
    30. Volvo EX30 – 429 unidades
    31. GWM Haval H6 – 414 unidades
    32. GWM Tank 300 – 394 unidades
    33. Nissan Sentra – 292 unidades
    34. Honda City Hatch – 264 unidades
    35. Toyota Yaris HB – 257 unidades
    36. VW Taos – 197 unidades
    37. VW Tera – 195 unidades
    38. Volvo XC60 – 181 unidades
    39. Nissan Versa – 174 unidades
    40. Caoa Chery Tiggo 7 – 164 unidades
    41. BYD Dolphin Mini – 133 unidades
    42. Mitsubishi Eclipse Cross – 124 unidades
    43. Volvo XC90 – 95 unidades
    44. BYD Song – 92 unidades
    45. Citroën Basalt – 76 unidades
    46. GM Trailblazer – 74 unidades
    47. Mitsubishi Pajero – 74 unidades
    48. GWM Ora 03 – 65 unidades
    49. BYD Dolphin – 64 unidades
    50. Toyota Hilux SW4 – 61 unidades

    Comerciais leves

    Do mesmo modo, os comerciais leves também tiveram um desempenho interessante nas vendas diretas de carros em maio. Veja só:

     

    1. Fiat Strada – 8.144 unidades
    2. VW Saveiro – 5.229 unidades
    3. Fiat Toro – 2.384 unidades
    4. Toyota Hilux – 2.174 unidades
    5. GM S10 – 2.112 unidades
    6. Fiat Fiorino – 1.737 unidades
    7. Ram Rampage – 1.426 unidades
    8. GM Montana – 1.147 unidades
    9. Renault Master – 1.051 unidades
    10. Ford Ranger – 916 unidades
    11. Renault Oroch – 671 unidades
    12. Mitsubishi L200 – 422 unidades
    13. Fiat Titano – 413 unidades
    14. Renault Kangoo – 396 unidades
    15. Nissan Frontier – 308 unidades
    16. Ford Transit – 290 unidades
    17. Fiat Ducato – 213 unidades
    18. Mitsubishi Triton – 202 unidades
    19. Ram 3500 – 132 unidades
    20. Fiat Scudo – 89 unidades
    21. Ford Maverick – 73 unidades
    22. Ram 2500 – 49 unidades
    23. VW Express (Truck & Bus) – 46 unidades
    24. Ram 1500 – 34 unidades
    25. Peugeot Partner – 17 unidades
    26. VW Amarok – 12 unidades
    27. Citroën Jumper – 10 unidades
    28. Renault Kwid – 7 unidades
    29. Ford E-Transit – 6 unidades
    30. Ford F-150 – 4 unidades
    31. Peugeot Expert – 4 unidades
    32. BYD Shark – 4 unidades
    33. Kia K2500 – 3 unidades
    34. Arrow One – 3 unidades
    35. Citroën Jumpy – 2 unidades
    36. Peugeot Boxer – 2 unidades
    37. GM Silverado – 1 unidade
    38. Hyundai HR – 1 unidade

    Como as vendas diretas de carros afeta o consumidor?

    Esse cenário traz boas oportunidades para quem compra por CNPJ, frota ou com isenção. Além disso, as montadoras devem manter campanhas promocionais para se manterem competitivas nesse segmento, o que pode beneficiar também o varejo tradicional.

    Vendas diretas de carros maio

    Foto: Divulgação / Fiat

    Assim, com Fiat, Volkswagen e GM dominando o topo, fica claro que confiabilidade e custo-benefício são prioridades para os compradores corporativos.

    E você? Já comprou carro por venda direta ou pensa em aproveitar essa modalidade? Deixe seu comentário abaixo!



    Fonte: Garagem 360

  • BOGE formula tradição e inovação para fornecer segurança e sustentabilidade

    BOGE formula tradição e inovação para fornecer segurança e sustentabilidade

    Inovar com base em décadas de conhecimento de mercado, pesquisas e desenvolvimentos próprios é virtude restrita a um ínfimo grupo de empresas e, portanto, diferencial competitivo em um setor automotivo global em constante, e agora acentuada, transformação.

    Nos segmentos de Metal-Borracha e Plástico de Alta Performance, com certeza, ainda mais verdade. Neles prevalecem não só qualidade, tecnologia, engenharia de materiais e competitividade, mas, em particular, a demanda por produtos sustentáveis, exigência de dez entre dez clientes de porte global.

    Com trajetória iniciada há 90 anos na Alemanha, que se espalha por dezenas de mercados e em dez fábricas localizadas na Europa, Ásia e Américas, a BOGE Rubber & Plastics sintetiza muito bem esse perfil cada vez mais estratégico.

    Só no Brasil, já são 25 anos de atuação, com relacionamento estreito, perene e farto de respostas qualificadas, assertivas, às exigências de empresas globais e locais.

    Do portfólio de clientes mundiais, fazem parte, por exemplo, gigantes como Volkswagen, Mercedes-Benz, BMW, Stellantis e Porsche. No Brasil, em particular, a BOGE também fornece para as linhas leves e pesadas das próprias Volkswagen, Stellantis e Mercedes-Benz, além da Volvo, e de atuar como Tier 1 e 2 de empresas do porte do ZG Group.

    Delas, e de outras grandes empresas, a BOGE é fornecedora histórica nos segmentos OEM (Original Equipment Manufacturer) e OES (Original Equipment Supplier).

    Só essa condição de garantir, com seus componentes, o abastecimento das linhas de montagem e a reposição nas redes de concessionárias dessas marcas, já atestaria a capacidade e qualidade dos produtos que desenvolve e produz.

    Mas a BOGE da conta de outro aspecto igualmente desafiador: dispor de produtos que, além de contribuírem para a durabilidade e conforto de veículos leves e pesados, são essenciais para a segurança.

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    São coxins de suspensão, de motor e de transmissão, restritor de torque e buchas em diferentes formatos, itens vitais para o comportamento dinâmico dos veículos.

    Também cumpre papel relevante nesse sentido e, paralelamente, para a melhoria da eficiência dos veículos, outro pilar de atuação dessas empresas.

    A BOGE fornece componentes em plástico de engenharia que reduzem peso, o que resulta em menor consumo de combustível e de emissões, oferecendo resistência e funcionalidade, além de otimização de custos para as montadoras.

    Dentre eles estão, por exemplo, módulos de pedais até 50% mais leves que os convencionais, carcaças de airbag e sistemas de admissão de ar.

    Portfólio amplo e inovador

    Peças NVH: coxins, buchas, batentes e restritores de toque absorvem vibrações e ruídos, itens fundamentais para conforto e segurança dinâmica de veículos leves e pesados;

    Formulação própria de borracha: mais durabilidade e desempenho customizado para cada aplicação;

    Módulos de pedais ultraleves: redução de até 50% no peso em comparação com peças metálicas.

    Simulação virtual de produtos: eficiência e confiabilidade testadas antes mesmo do protótipo físico.

    Carcaças de airbag em plástico de alta performance: segurança com leveza e sustentabilidade.

    Itens que também contribuem de forma significativa para a reciclabilidade dos veículos, aspecto que, assim como o nível de emissões, podem representar vantagens tributárias e competitivas para as montadoras.

    Mais ainda a partir da instituição do recém-regulamentado programa do governo federal MOVER – Programa Mobilidade e Inovação, que incentiva a sustentabilidade na indústria automotiva e a descarbonização da frota circulante, dentre outros pontos.

    Sorocaba: operação cada vez mais estratégica.

    A confiança estabelecida com as grandes montadoras permite à empresa antecipar tendências, adequar soluções para diversos mercados e, simultaneamente, alcançar padronização de qualidade em larga escala.

    Afinal, os veículos fabricados no Brasil rodam em dezenas de países, sobretudo latino-americanos e até com utilizações mais severas.

    Rodrigo Moreira

    “A planta de Sorocaba fortalece o footprint internacional da BOGE, integrando nossa rede global, que atende mais de 80 OEMs com soluções em borracha e plástico de alta performance”, destaca Rodrigo Moreira, Presidente Região Américas.

    “Atuamos lado a lado com nossos clientes, desenvolvendo tecnologias de ponta que unem engenharia avançada e competitividade, sempre alinhadas às necessidades específicas de cada mercado.”

     

    Essa parceria tecnológica de primeira linha, portanto, faz da operação brasileira uma das mais estratégicas para os clientes e para o próprio grupo BOGE, que desde 2013 tem fábrica em Sorocaba (SP).

    Bem antes, em 1999, a empresa já se estabelecera com planta industrial na também paulista cidade de São Bernardo do Campo para iniciar o desenvolvimento, e posterior fornecimento de produtos, que se enquadraram na chamada linha NVH (Noise, Vibration and Harshness), que aumentam o conforto dos passageiros e eficiência dos veículos.

    A fábrica de Sorocaba, como matriz das Américas, é um hub técnico e produtivo da BOGE na América Latina. Atua em três turnos de produção e, além das áreas administrativas, conta com equipe de pesquisa e desenvolvimento, processos e manufatura com foco na elaboração de soluções sob medida para os clientes.

    Nascem desses esforços produtos específicos que combinam design avançado, formulação própria do composto de borracha — elementos que garantem confiabilidade e durabilidade ao longo do ciclo de vida dos produtos — e o amparo de processos tecnologicamente avançados, como, dentre outros, simulação e prototipagem virtual, que reduzem significativamente o tempo e o custo de desenvolvimento.

    Fernanda Pinheiro

    Sorocaba vai além e reforça o compromisso mundial da BOGE e de sua controladora, a CRRC, maior produtora mundial de itens para trens, de deter operações sustentáveis e processos otimizados com tecnologias que reduzem o impacto ambiental.

    “Na BOGE, a sustentabilidade é um pilar fundamental, que norteia todas as nossas operações e decisões estratégicas. Compreendemos que nossa responsabilidade vai além da qualidade dos produtos, estendendo-se ao impacto ambiental e social gerado por nossas atividades”, observa Fernanda Pinheiro, Gerente de Qualidade, Segurança do Trabalho e Meio Ambiente.

    A executiva reforça que a BOGE mantém controle rigoroso, garantindo que cada insumo atenda não apenas aos padrões técnicos exigidos, mas também aos critérios globais de sustentabilidade definidos pela companhia.

    “Priorizamos materiais que assegurem a reciclabilidade ao final do ciclo de vida dos produtos, contribuindo para a promoção da economia circular e para a redução da geração de resíduos. Acreditamos que sustentabilidade e excelência caminham juntas, e esse compromisso é parte essencial do nosso diferencial competitivo”, completa.

     


    Fotos: Divulgação Boge



    Fonte: Auto Industria

  • Embraer prevê 30 mil carros voadores até 2045 e mira mercado brasileiro de mobilidade aérea

    Embraer prevê 30 mil carros voadores até 2045 e mira mercado brasileiro de mobilidade aérea

    A Embraer está de olho no futuro da mobilidade urbana com um plano ambicioso: popularizar os carros voadores. A expectativa é movimentar o setor global com milhares de aeronaves elétricas. Mas o grande diferencial está no foco estratégico voltado ao mercado brasileiro. Acompanhe o Garagem360 e veja mais detalhes!

    Embraer quer oferecer até 30 mil carros voadores até 2045

    A Eve Air Mobility, subsidiária da Embraer listada na Bolsa de Nova York, divulgou seu primeiro estudo de Perspectivas de Mercado Global para veículos elétricos de pouso e decolagem vertical (eVTOL).

    A princípio, o relatório prevê que até 2045 o mundo contará com uma frota de 30 mil dos chamados “carros voadores”, com potencial para transportar até 3 bilhões de passageiros.

    Para chegar a esse número, a empresa analisou dados de cidades com alta densidade populacional, aeroportos e helicópteros em operação.

    Carros voadores Embraer

    Foto: Divulgação / Eve Air Mobility

    A proposta é que os eVTOLs sejam uma solução real para os engarrafamentos nos grandes centros urbanos, como São Paulo, onde o tempo perdido no trânsito já ultrapassa 220 horas por ano.

    As projeções apontam forte crescimento na Ásia e na América do Norte, crescimento gradual na Europa e um papel estratégico para a América Latina.

    Além disso, o Oriente Médio e a África também demonstram potencial devido ao foco em inovação e necessidade de soluções para infraestrutura limitada.

    Embraer quer trazer carros voadores ao Brasil

    Durante o Paris Air Show 2025, a Eve anunciou um acordo com a operadora paulistana Revo para a compra de até 50 eVTOLs.

    Inicialmente, o investimento é de aproximadamente R$ 1,35 bilhão, incluindo também uma plataforma completa de serviços para entrada em operação, manutenção e suporte pós-venda.

    Além do mais, a Revo será responsável pelas operações no Brasil, com entregas previstas para o último trimestre de 2027.

    Carros voadores Embraer

    Foto: Divulgação / Eve Air Mobility

    Atualmente, a empresa já realiza cerca de 2 000 pousos e decolagens diárias em São Paulo com sua frota de helicópteros, e agora irá liderar a transição para a mobilidade aérea urbana sustentável.

    No evento, a Embraer também apresentou um mockup em escala real da aeronave, com inovações no design da cabine e hélices de quatro pás, mostrando o avanço da tecnologia brasileira nesse setor. Legal, né?

    Como funcionam os carros voadores da Embraer?

    Primeiramente, o modelo da Eve utiliza um sistema chamado “lift & cruise”, com oito hélices responsáveis pelo voo vertical e uma hélice traseira para a propulsão.

    A aeronave tem motor 100% elétrico, autonomia de até 100 quilômetros e capacidade para transportar quatro passageiros mais o piloto.

    O foco é oferecer um serviço de táxi aéreo urbano rápido, silencioso e com zero emissão de poluentes. A ideia é encurtar viagens longas em minutos, como a rota entre a Zona Sul de São Paulo e o Aeroporto de Guarulhos, que hoje pode levar até três horas de carro e cair para apenas 10 minutos com o eVTOL.

    São Paulo testa o futuro com simulações

    Antes mesmo da chegada oficial dos carros voadores, a cidade de São Paulo já realizou simulações em rotas aéreas reais.

    Carros voadores Embraer

    Foto: Imagem gerada por IA

    Nesse contexto, as operações contaram com rotas compartilhadas com helicópteros e testaram diferentes condições de tráfego, clima e atrasos, validando a eficiência dos novos veículos e o gerenciamento via software exclusivo da Eve.

    Enfim os testes pavimentam o caminho para a futura integração dos eVTOLs no cotidiano urbano, garantindo segurança e fluidez no tráfego aéreo de baixa altitude.

    E aí, qual seu palpite para os carros voadores no Brasil? Comente abaixo e participe da conversa!



    Fonte: Garagem 360

  • Preço para renovar a CNH fica mais caro em 2025, principalmente para idosos

    Preço para renovar a CNH fica mais caro em 2025, principalmente para idosos

    Em 2025, os motoristas brasileiros sentirão no bolso um aumento significativo no preço para renovar a CNH (Carteira Nacional de Habilitação).

    O valor da renovação não será mais o mesmo, e, para muitos, principalmente para a população idosa, o impacto será ainda maior. A mudança é fruto de uma série de alterações nas regras de trânsito e no processo de renovação da CNH.

    Acompanhe o Garagem360 e veja mais detalhes!

    Aumento do preço para renovar a CNH: o que está por trás da mudança?

    Em 2025, o preço para renovar a CNH no Brasil passa por um reajuste em diversas regiões do país, com valores variando conforme o estado. Essa elevação está diretamente ligada ao aumento de taxas de serviço e mudanças nas exigências administrativas.

    De forma mais clara, o aumento mais significativo é percebido em estados com custos mais elevados para exames e taxas relacionadas à renovação, como São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais.

    Além do aumento das taxas para a renovação, os motoristas devem ficar atentos à necessidade de exames médicos mais detalhados, o que também pode contribuir para um gasto extra.

    Aqui está o código recomendador baseado nas URLs que você forneceu:

    Por que os idosos são mais impactados?

    Os idosos são os que mais sentem o impacto desse aumento porque, ao contrário dos motoristas mais jovens, precisam renovar a CNH com maior frequência.

    Isto é, para motoristas com 65 anos ou mais, a renovação da carteira de habilitação acontece a cada 3 anos, enquanto que para motoristas com menos de 65 anos, o prazo é de 5 anos.

    Basicamente, isso significa que, para a população idosa, a renovação da CNH será mais recorrente, o que pode gerar um custo mais elevado ao longo do tempo.

    Veja também: Vai renovar a CNH? Descubra se há descontos disponíveis para você

    Quanto custa renovar a CNH em 2025?

    Em locais como São Paulo e Rio de Janeiro, onde o custo do serviço é tradicionalmente mais alto, o valor para renovar o documento gira em torno de R$ 200.

    Nos demais estados, é comum que o custo total varie entre R$ 100 e R$ 200

    Deixe sua opinião nos comentários abaixo! Como você acha que esse aumento afetará os motoristas, especialmente os mais velhos?
    Queremos saber sua opinião!



    Fonte: Garagem 360

  • Luca de Meo deixa o comando mundial da Renault

    Luca de Meo deixa o comando mundial da Renault

    Luca de Meo não será mais CEO da Renault oficialmente a partir de 15 de julho. A montadora anunciou a saída de seu principal executivo por meio de comunicado no último domingo.

    Presidido por Jean-Domenique Senard, o Conselho de Administração do conglomerado automotivo francês já iniciou processo de busca por um substituto. A saída de De Meo foi um decisão pessoal, afirma o comunicado.

    “Durante cinco anos, Luca de Meo trabalhou para restaurar o Grupo Renault ao seu devido lugar. Sob sua liderança, nossa empresa retornou a uma base sólida, possui uma impressionante gama de produtos e retomou o crescimento”, afirmou Senard no texto em que a empresa agradece a dedicação de De Meo ao longo desse período.

    “Enfrentamos desafios imensos em menos de cinco anos. Alcançamos o que muitos achavam impossível. Hoje, os resultados falam por si: são os melhores da nossa história”, completou De Meo, que comandou o programa de eletrificação dos veículos do grupo e lançou em 2021 o Renaulution, plano estratégico que busca maior lucratividade não por volumes, mas pela oferta de produtos de maior valor agregado.

    Ele adiantou apenas que procurará oportunidades fora da indústria automotiva a partir de agora. Informações que circulam na imprensa francesa, entretanto, dão conta de que sua contratação como CEO já estaria acertada pela Kering, empresa que controla marcas de luxo, como Gucci e Yves Saint-Laurent.

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    Italiano de Milão, De Meo, de 58 anos, tem longa trajetória no setor automotivo, iniciada há 25 anos na própria Renault. Passou depois pela Toyota Europa e pelo Grupo Fiat, onde foi responsável pelas marcas Lancia, Fiat e Alfa Romeo.

    Em 2009 assumiu o marketing do Grupo Volkswagen e três anos depois foi nomeado responsável pelas vendas e marketing da Audi AG e, antes de seguir para a Renault, comandou a SEAT por cinco anos.


    Foto: Divulgação



    Fonte: Auto Industria