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  • SUV de R$ 109 mil e hatch de R$ 119.990 superam Corolla e Corolla Cross

    SUV de R$ 109 mil e hatch de R$ 119.990 superam Corolla e Corolla Cross

    Fevereiro trouxe dois recados claros ao mercado automotivo brasileiro. Um veio dos eletrificados zero quilômetro.

    O outro surgiu no setor de seminovos.

    Em ambos os casos, modelos mais acessíveis superaram nomes tradicionais da Toyota em desempenho comercial e rentabilidade.

    O cenário reforça uma mudança importante no comportamento do consumidor, que passou a olhar com mais atenção para custo-benefício, margem de revenda e tecnologia embarcada.

    Hatch elétrico abre vantagem sobre o Corolla Cross

    Entre os eletrificados, o destaque absoluto foi o BYD Dolphin Mini.


    O hatch elétrico registrou 4.875 unidades emplacadas em fevereiro. O número praticamente dobrou o volume do Toyota Corolla Cross híbrido flex, que somou 2.287 unidades no mesmo período.

    O desempenho do SUV da Toyota representa recuperação relevante.

    Em setembro de 2025, a produção foi afetada após tempestade que atingiu a fábrica de motores em Porto Feliz.

    A retomada ocorreu de forma gradual a partir de novembro.

    Mesmo assim, a diferença entre os dois modelos chamou atenção.

    O Dolphin Mini parte de R$ 119.990 e se consolidou como elétrico de entrada com preço competitivo.

    Já o Corolla Cross híbrido opera em faixa superior, o que influencia diretamente o volume.

    Tiggo 5X supera Corolla e Corolla Cross nos seminovos

    No mercado de usados, o destaque foi o Caoa Chery Tiggo 5X.

    Tiggo 5X – Foto: divulgação

    Levantamento da Megadealer em parceria com a Auto Avaliar aponta que o SUV compacto registrou:

    • Preço médio de R$ 109 mil
    • Margem de lucro de 12,4%
    • Giro médio de 45 dias

    A margem acima de 12% é considerada elevada dentro do segmento.

    O prazo de 45 dias para venda indica giro saudável para concessionárias que trabalham com controle rigoroso de estoque.

    O desempenho colocou o modelo à frente de nomes mais caros e tradicionais.

    O Toyota Corolla Cross apresentou:

    • Preço médio de R$ 157 mil
    • Margem de 8,5%
    • Giro de 32 dias

    O destaque aqui é a rapidez na venda, a melhor entre os três primeiros colocados.

    Já o Toyota Corolla registrou:

    • Preço médio de R$ 143 mil
    • Margem de 9,8%
    • Giro médio de 39 dias

    O sedã mantém equilíbrio entre liquidez e lucratividade, característica que sustenta sua reputação no mercado.

    O que os números mostram

    O mercado de fevereiro indica duas mudanças relevantes.

    No zero quilômetro, um hatch elétrico de R$ 119.990 superou com folga um SUV híbrido consolidado.

    Nos seminovos, um SUV de R$ 109 mil apresentou margem superior e desempenho competitivo frente a Corolla e Corolla Cross.

    Preço inicial mais acessível, tecnologia embarcada e margem atraente para lojistas passaram a pesar mais na decisão.

    A disputa entre elétricos, híbridos e modelos tradicionais está cada vez mais equilibrada. Fevereiro mostrou que referência histórica já não garante liderança automática.

    E para você, qual é o melhor carro do segmento automotivo? Comente e compartilhe a sua opinião com outros leitores do Garagem360.



    Fonte: Garagem 360

  • Novo SUV na faixa de R$ 269.990 declara guerra a BYD e Volvo

    Novo SUV na faixa de R$ 269.990 declara guerra a BYD e Volvo

    O segmento de SUVs elétricos na faixa dos R$ 270 mil acaba de ganhar um novo concorrente com proposta clara: disputar espaço com dois dos modelos mais comentados do mercado.

    A aposta combina tradição em tração integral com eletrificação total, resgatando um nome presente no Brasil desde 1991 e adaptando-o à nova era dos veículos elétricos.

    SUV estreia versão 100% elétrica no país

    A Suzuki confirmou o lançamento do novo Vitara elétrico no Brasil.

    SUV da Jeep – Foto: divulgação

    O modelo marca a estreia da fabricante no segmento de veículos 100% elétricos no mercado nacional.


    O SUV chega às concessionárias a partir do fim de março, em versão única 4Style 4×4. O preço oficial será divulgado próximo ao início das vendas, mas a expectativa é que fique na faixa de R$ 269.990, posicionando-o diretamente contra Yuan Plus e EX30.

    SUV traz plataforma dedicada e dois motores elétricos

    O Vitara elétrico é construído sobre a nova plataforma Heartect-e, desenvolvida especificamente para veículos eletrificados.

    SUV – Foto: divulgação

    O conjunto mecânico conta com dois motores elétricos, formando um sistema de tração integral. Segundo a marca, mais de 50% da estrutura utiliza aços de alta resistência, buscando maior rigidez e segurança.

    O entre-eixos é de 2,70 metros, enquanto o raio de giro é de 5,2 metros, favorecendo manobras urbanas.

    Autonomia e recarga do SUV

    A bateria de íons de lítio tem capacidade de 61 kWh.

    A autonomia homologada pelo Inmetro é de 293 km.

    Em recarga, o modelo aceita:

    • Corrente alternada de 7 kW, com carga de 10% a 100% em cerca de 9 horas
    • Corrente contínua de até 150 kW, com carga de 10% a 80% em aproximadamente 45 minutos

    Os números colocam o SUV em posição intermediária frente aos rivais diretos.

    Conjunto mecânico do novo SUV

    Especificação Detalhes
    Motor dianteiro 174 cv de potência e 19,6 kgfm de torque
    Motor traseiro 65 cv com torque de 11,6 kgfm
    Potência total combinada 184 cv
    Torque máximo combinado 31,2 kgfm
    Aceleração (0 a 100 km/h) Atinge em aproximadamente 7,4 segundos

    SUV tem sistema AllGrip-e como diferencial

    O principal destaque técnico é o sistema AllGrip-e, que gerencia o torque de forma independente nos dois eixos.

    O modo Auto prioriza eficiência e estabilidade em uso urbano e rodoviário.

    O modo Trail é voltado para situações de baixa aderência, como lama ou pisos escorregadios, aplicando frenagem automática nas rodas sem tração e transferindo torque para as demais.

    Essa proposta reforça o DNA 4×4 da marca, mesmo em um veículo totalmente elétrico.

    Interior e segurança do SUV

    Por dentro, o SUV adota console central flutuante e acabamento focado em ergonomia.

    SUV – Foto: divulgação

    O porta-malas oferece até 310 litros, variando conforme o ajuste do banco traseiro.

    O pacote de segurança inclui ADAS nível 2, com:

    • Piloto automático adaptativo
    • Frenagem autônoma de emergência
    • Assistente de manutenção de faixa
    • Alerta de ponto cego
    • Alerta de tráfego cruzado traseiro

    Principais itens de série do novo SUV

    • Painel de instrumentos digital de 10,25 polegadas;
    • Central multimídia de 10,1 polegadas com Android Auto e Apple CarPlay sem fio;
    • Câmeras com visão 360º;
    • Teto de vidro panorâmico e freio de estacionamento eletrônico com função auto hold.

    Guerra declarada no segmento elétrico

    Com tração integral de série, proposta mais robusta e preço competitivo dentro da faixa, o Vitara elétrico entra para disputar clientes que hoje consideram Yuan Plus e EX30.

    A estratégia é clara: oferecer um SUV elétrico com apelo mais aventureiro, mantendo tecnologia e pacote de segurança atualizado. O sucesso dependerá da aceitação do público em relação à autonomia e ao posicionamento de preço frente aos rivais já consolidados.

    E você, como avalia o novo SUV? Você acha que ele terá força para bater de frente com os seus rivais? Comente e compartilhe a sua opinião com outros leitores do Garagem360.



    Fonte: Garagem 360

  • Chinesas intensificam disputa pelas vendas de SUVs no primeiro bimestre

    Chinesas intensificam disputa pelas vendas de SUVs no primeiro bimestre

    As marcas chinesas definitivamente estão brigando por posições mais altas no ranking de vendas de veículos, mas sobretudo em utilitários esportivos. O maior segmento do mercado interno, responsável por 156,6 mil licenciamentos no primeiro bimestre, 59% de todos os automóveis de passeio vendidos, nunca esteve tão pulverizado.

    Dentre as dez marcas que mais venderam SUVs em 2026, três são chinesas, justamente aquelas que já contam com produção local. BYD e GWM têm participações muito próximas, pouco acima de 5%, enquanto a Caoa Chery deteve 4,4% dos licenciamentos, aponta levantamento da Fenabrave.

    Ocupam, respectivamente, da oitava à décima colocações, mas praticamente no mesmo patamar da Toyota, com participação de 5,6%, e ligeiramente atrás da GM, Hyundai e Honda, todas na faixa de 6% das vendas. Deixam de fora do ranking das dez mais vendidas, assim, Nissan e Renault, tradicionais marcas visceralmente dependentes das vendas do segmento.

    Os números absolutos ajudam a compreender melhor o desempenho das chinesas no primeiro bimestre. A diferença da quarta colocada Honda para a oitava BYD é da ordem de somente 1,6 mil licenciamentos, 10,2 mil contra 8,6 mil, e pouca mais para a nona GWM, que teve algo próximo de 8,2 mil emplacamentos.

    Com 7,5 mil unidades entregues aos clientes finais, o BYD Song já aparece como o sétimo utilitário esportivo mais negociado, absolutamente colado no Fiat Fastback ( 7,8 mil) e à frente do Volkswagen Nivus (7 mil). O GWM Haval H6 só não ocupou a décima colocação por vender 70 unidades a menos do que o Nissan Kicks.

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    Se, na prática, após o primeiro bimestre, as chinesas comprovaram que têm produtos e estratégias comerciais para galgar pelo menos mais duas ou três posições no ranking de marcas de SUVs, acima disso fica bem mais difícil.

    A terceira colocada Fiat responde por quase 9% dos emplacamentos. Fica atrás da tradicionalíssima Jeep, que  respondeu 10,9% dos utilitários negociados no período e se prepara para lançar o Avenger nacional, sua nova opção de entrada.

    A Volkswagen é a líder disparada do segmento. A marca alemã vendeu no acumulado dos dois primeiros meses mais de 31 mil unidades, 19,8% do total. Os dois modelos mais vendidos levam seu logotipo: o T-Cross, com 11,4 mil emplacamentos, e o Tera, que já ultrapassou 10,3 mil.


    Foto: Divulgação



    Fonte: Auto Industria

  • SUV de R$ 109 mil vira líder e supera Corolla de R$ 143 mil e Corolla Cross de R$ 157 mil

    SUV de R$ 109 mil vira líder e supera Corolla de R$ 143 mil e Corolla Cross de R$ 157 mil

    Nem sempre o modelo mais caro é o que entrega o melhor resultado.

    Em um cenário de margens apertadas e consumidores mais cautelosos, a lógica do mercado pode surpreender.

    No início de 2026, um veículo com preço médio bem abaixo dos líderes tradicionais conseguiu mudar o topo do ranking e acender um alerta entre as marcas consolidadas.

    Os números mostram que a disputa deixou de ser apenas por volume.

    A eficiência financeira passou a falar mais alto.

    Qual SUV tirou a liderança do Corolla e Corolla Cross?

    O levantamento da Megadealer em parceria com a Auto Avaliar revela que o principal destaque do mercado de seminovos foi o CAOA Chery Tiggo 5x.


    O SUV compacto registrou preço médio de R$ 109 mil, margem de lucro de 12,4% e giro médio de 45 dias.

    A combinação chama atenção. Margem acima de 12% é considerada elevada dentro do segmento, enquanto 45 dias para venda representam um prazo saudável para concessionárias que trabalham com controle rigoroso de estoque.

    O desempenho colocou o modelo à frente de nomes tradicionais e mais caros.

    Na sequência aparecem dois representantes consolidados da Toyota.

    O Corolla Cross apresentou tíquete médio de R$ 157 mil, margem de 8,5% e giro de 32 dias.

    O destaque aqui é a rapidez na venda, a melhor entre os três primeiros colocados.

    Já o Toyota Corolla registrou preço médio de R$ 143 mil, margem de 9,8% e giro médio de 39 dias.

    O sedã mantém equilíbrio entre liquidez e lucratividade, característica que sustenta sua reputação há anos no mercado de usados.

    Toyota Corolla Cross – Foto: divulgação

    Qual é o impacto desses números?

    Os dados indicam que SUVs compactos e sedãs médios continuam estratégicos para concessionárias. O Corolla Cross se destaca pela velocidade de revenda. O Corolla preserva margem consistente e estabilidade.

    Por outro lado, o avanço do Tiggo 5x evidencia um movimento relevante: marcas chinesas ampliaram presença também no mercado de seminovos.

    A margem superior de 12,4% sugere valorização crescente e maior aceitação do público no mercado secundário.

    Mesmo com início de ano mais moderado em volume geral, o levantamento mostra que o mix de estoque segue decisivo. Modelos com preço competitivo, boa reputação e demanda constante garantem melhor retorno financeiro.

    A disputa deixou de ser apenas por quantidade vendida. Agora, o foco está em margem e eficiência.

    E para você, qual SUV entrega hoje o melhor custo-benefício no mercado brasileiro? Comente e compartilhe a sua opinião com outros leitores do Garagem360.



    Fonte: Garagem 360

  • GWM Haval H6: conheça o SUV com desconto generoso para PCDs

    As novas marcas chinesas têm ampliado sua estratégia de vendas para além do grande público e mirado também em vendas especiais. A GWM Brasil, por exemplo, oficializou o retorno do Haval H6 HEV ao catálogo de vendas diretas para pessoas com deficiência (PCDs). A estratégia é oferecer SUV de porte médio com propulsão híbrida plena em uma faixa de preço comumente ocupada por SUVs compactos a combustão.

    O GWM Haval H6 HEV é uma espécie de “reedição” do H6 One que foi oferecido em 2025; agora com visual renovado como os demais modelos da família. O carro tem preço de R$ 199.800, mas, ao utilizar o benefício da isenção de IPI somado a um incentivo comercial da marca, o preço fica em R$ 164.980. O lote inicial contemplou 800 unidades, mas uma nova leva é aguardada para março de 2026.

     O Haval H6 HEV 2026 mantém a arquitetura híbrida auto-recarregável, composta por um motor 1.5 turbo a gasolina e um propulsor elétrico montado no eixo dianteiro. Juntos, os motores entregam uma potência combinada de 243 cv e torque de 54,5 kgfm. A transmissão é a DHT (Dedicated Hybrid Transmission), um câmbio automatizado de duas marchas mecânicas que gerencia a transição entre os modos elétrico e combustão.


    GWM Haval H6 HEV: versão PCD tem preço base de R$ 199 mil
    GWM Haval H6 HEV: versão PCD tem preço base de R$ 199 mil • Thiago Ventura/CNN

    De acordo com o Inmetro, o SUV tem médias de consumo de 14,7 km/l em ambiente urbano e 11,4 km/l em trajetos rodoviários. O sistema utiliza uma bateria de 1,6 kWh, suficiente para auxiliar na tração e reduzir o consumo de combustível sem a necessidade de recarga externa.

    A versão destinada ao público PCD adota o facelift mais recente da linha, alinhado ao padrão visual global da GWM. Na dianteira, destaca-se a grade integrada cinza e o conjunto óptico Full LED. Na lateral, o modelo utiliza rodas de liga-leve de 18 polegadas com acabamento em preto.

    Para ficar mais barato, perdeu itens, estilo e conforto. O carro não tem teto solar panorâmico, bem como abertura elétrica do porta-malas. O sensor de estacionamento dianteiro também foi suprimido. As rodas têm acabamento em preto brilhante, enquanto outras versões contam com desenho diamantado. 


    GWM Haval H6 HEV: versão PCD tem preço base de R$ 199 mil
    GWM Haval H6 HEV: versão PCD tem preço base de R$ 199 mil • Thiago Ventura/CNN

    Por outro lado, o SUV preserva a central multimídia de 12,3 polegadas, compatível com sistemas Android Auto e Apple CarPlay sem fio, além do painel de instrumentos digital de 10,2 polegadas e carregador por indução.  Os bancos contam com revestimento em couro sintético, mas os ajustes elétricos e o sistema de ventilação das poltronas dianteiras foram substituídos por ajustes manuais.  

    O carro mantém o pacote ADAS (Sistemas Avançados de Assistência ao Condutor). O veículo é equipado com seis airbags, controle de cruzeiro adaptativo (ACC), frenagem autônoma de emergência, alerta de ponto cego, assistente de mudança de faixa e câmeras com visão de 540 graus. 

    Ficha Técnica: GWM Haval H6 HEV 2026 (PCD)

    • Motorização 1.5 Turbo + Motor Elétrico (Híbrido Pleno)
    • Potência Combinada 243 cv
    • Torque Combinado 54,5 kgfm
    • Transmissão DHT (2 marchas mecânicas)
    • Tração Dianteira
    • Consumo Urbano 14,7 km/l (Inmetro)
    • Consumo Rodoviário 11,4 km/l (Inmetro)
    • Rodas Liga-leve Aro 18″
    • Segurança 6 airbags + Pacote ADAS (ACC, Ponto Cego, LKA)
    • Multimídia 12,3″ com espelhamento sem fio
    • Capacidade porta-malas (l) 560 / 1445
    • Tanque de combustível (l) 60
    • Dimensões
      Comprimento (mm) 4.683
      Largura (mm) 1.886
      Altura (mm) 1.730
      Vão-livre do solo (mm) 181
      Ângulo de ataque (graus) 21,4
      Ângulo de saída (graus) 28,1

    BYD vende carro elétrico com desconto para PCD pela 1ª vez no Brasil



    Fonte: CNN Brasil Auto

  • Toyota ganha estacionamento exclusivo após sucesso de picape e SUV

    Toyota ganha estacionamento exclusivo após sucesso de picape e SUV

    O sucesso da Toyota Hilux e da Toyota SW4 gerou uma situação curiosa no interior do Paraná. Um supermercado decidiu criar vagas exclusivas e agrupadas para os dois modelos.

    A medida não tem relação com marketing. Por outro lado, o foco é totalmente na segurança. Ambos os veículos estão entre os mais valorizados do país e, consequentemente, também aparecem entre os mais visados para furtos e roubos.

    Toyota ganha estacionamento exclusivo após sucesso de picape e SUV ─ Imagem: Reprodução/Toyota

    Vendas da Toyota xplicam a dimensão do fenômeno

    Os números ajudam a entender por que esses modelos chamam tanta atenção. Entre janeiro e abril de 2025 (dados mais confiáveis):

    • Toyota Hilux: cerca de 14 mil unidades vendidas

    • Toyota SW4: aproximadamente 5,6 mil unidades emplacadas

    Enquanto a Hilux segue como uma das líderes entre as picapes médias, a SW4 mantém posição sólida entre SUVs grandes de sete lugares.

    Portanto, quanto maior a frota circulando, maior a exposição. Além disso, a liquidez elevada no mercado de usados aumenta o interesse paralelo.

    Preço elevado aumenta o impacto do prejuízo

    O valor de mercado reforça a lógica por trás da decisão do supermercado.

    Faixa de preços – Linha 2026

    Modelo Faixa de preço (2026)
    Toyota SW4 R$ 391.875 a R$ 446.452
    Toyota Hilux Pode ultrapassar R$ 380 mil nas versões topo

    Em termos práticos, um único furto pode representar um prejuízo equivalente ao valor de um imóvel em muitas cidades brasileiras.

    Consequentemente, qualquer reforço na vigilância passa a fazer sentido sob o ponto de vista financeiro.

    Qual o valor do seguro de uma SW4 e uma Hilux?

    Não é apenas o preço de compra que pesa. O seguro também reflete o grau de exposição.

    Estimativas de mercado indicam que o valor anual pode variar entre:

    • R$ 10 mil e R$ 25 mil

    • Dependendo do perfil do condutor

    • Região de circulação

    • Índice de sinistralidade local

    Ou seja, além do investimento inicial elevado, o proprietário arca com um custo fixo proporcional ao risco estatístico.

    Por que o estacionamento exclusivo pode ser estratégico?

    Ao concentrar Hilux e SW4 em uma área específica, o supermercado consegue:

    • Direcionar câmeras para um ponto único

    • Intensificar rondas de segurança

    • Reduzir áreas de monitoramento dispersas

    • Agilizar respostas em caso de suspeita

    Dessa forma, a vigilância se torna mais eficiente. Ainda que a medida tenha dividido opiniões, muitos consumidores enxergam a estratégia como adaptação à realidade atual.

    O que o caso revela sobre o mercado automotivo? 

    O episódio mostra que sucesso comercial e vulnerabilidade podem caminhar juntos. Hilux e SW4:

    • Têm alta valorização

    • Mantêm forte liquidez na revenda

    • Apresentam baixa desvalorização

    • Circulam em grande volume pelo país

    Entretanto, esse conjunto de fatores também amplia o risco.

    Assim, o estacionamento exclusivo deixa de ser símbolo de privilégio e passa a refletir uma resposta prática a um cenário onde veículos de alto valor exigem atenção redobrada.



    Fonte: Garagem 360

  • Tiggo 5X, Tracker ou Creta: qual é o SUV mais barato do Brasil em março?

    Tiggo 5X, Tracker ou Creta: qual é o SUV mais barato do Brasil em março?

    A faixa dos R$ 120 mil virou território estratégico no mercado brasileiro.

    É nesse ponto que as montadoras brigam forte, principalmente por causa do teto para isenções do público PCD.

    E hoje, três modelos disputam diretamente o posto de SUV mais acessível do segmento: Tiggo 5X, Tracker e Creta.

    Mas preço sozinho não decide compra. Vamos comparar o que cada um entrega.

    Quais são os SUVs mais baratos do Brasil?

    Caoa Chery Tiggo 5X – R$ 119.990

    O Tiggo 5X 2027 chega com preço promocional de lançamento e visual renovado.

    Está cerca de R$ 10 mil mais barato que o modelo anterior e tenta ganhar espaço pelo custo-benefício.


    Mede 4,33 m de comprimento, 1,83 m de largura, 1,65 m de altura e 2,61 m de entre-eixos. O porta-malas é de 340 litros.

    Debaixo do capô, traz motor 1.5 turbo de 150 cv e 22,8 kgfm de torque, com câmbio CVT que simula 9 marchas.

    No pacote de série, oferece:

    • bancos com revestimento que imita couro e ajustes elétricos para o motorista
    • console central refrigerado
    • câmera de ré
    • chave presencial com partida por botão
    • freio de estacionamento eletrônico
    • faróis em LED
    • painel digital
    • multimídia de 10,25”, além de seis airbags.

    É o mais potente dos três e também o mais completo em equipamentos.

    CAOA Chery Tiggo 5x – Foto divulgação

    Chevrolet Tracker AT – R$ 119.990

    O Tracker AT também aparece na mesma faixa de preço, mas com proposta diferente.

    Vem com motor 1.0 turbo de 115 cv e 18,9 kgfm de torque com etanol, câmbio automático de seis marchas e a conhecida correia dentada banhada a óleo.

    Mede 4,30 m de comprimento, 2,57 m de entre-eixos e tem porta-malas de 393 litros.

    Entre os itens de série estão seis airbags, assistente de partida em rampa, sensor de estacionamento traseiro, partida por botão, faróis em LED, multimídia de 8” com Android Auto e Apple CarPlay, Wi-Fi nativo e sistema OnStar.

    É equilibrado, mas perde em potência e sofisticação frente ao Tiggo.

    Hyundai Creta Action

    O Creta Action também entra na briga com foco em vendas no varejo.

    Tem 4,33 m de comprimento e 2,61 m de entre-eixos, igual ao Tiggo 5X. O porta-malas é o maior do trio, com 422 litros.

    O motor é 1.0 turbo de até 120 cv e 17,5 kgfm de torque.

    De série, oferece seis airbags, controles de tração e estabilidade, alerta de frenagem de emergência, direção elétrica, controle de velocidade e chave presencial.

    É menos potente que o Tiggo e ligeiramente mais forte que o Tracker, mas se destaca pelo espaço interno e porta-malas.

    O Garagem360 destaca que esses valores foram consultados no dia 28 de fevereiro e podem sofrer alterações de acordo com o período pesquisado.

    E para você, qual é o melhor SUV do mercado brasileiro? Comente e compartilhe a sua opinião com outros leitores do Garagem360.



    Fonte: Garagem 360

  • Toyota SW4 2027 estreia solução híbrida contra consumo alto em SUV grande

    Toyota SW4 2027 estreia solução híbrida contra consumo alto em SUV grande

    O Toyota SW4 2027 surge como resposta direta a uma dor antiga de quem dirige SUV grande no Brasil: consumo elevado. A nova geração do Toyota SW4 foi flagrada em testes e deve estrear com sistema híbrido leve de 48V, prometendo reduzir gasto com combustível sem abrir mão da robustez.

    Toyota SW4 2027 ─ Imagem: Divulgação/Toyota

    A estratégia da Toyota é clara: manter o motor 2.8 turbodiesel já conhecido, mas adicionar eletrificação inteligente para melhorar eficiência no uso real.

    O problema que o Toyota SW4 2027 tenta resolver

    SUV grande é confortável e robusto, porém costuma beber bastante, especialmente no trânsito urbano.

    No Brasil, onde o diesel oscila e o uso misto cidade/estrada é comum, isso pesa no bolso. O SW4 atual dificilmente passa dos dois dígitos na cidade, dependendo do pé do motorista.

    E é justamente nesse ponto que o Toyota SW4 2027 quer virar o jogo.

    Como funciona a solução híbrida

    O sistema híbrido leve (MHEV) de 48V:

    • auxilia nas arrancadas

    • reduz esforço do motor em retomadas

    • melhora eficiência em trânsito pesado

    • diminui consumo e emissões

    Diferente de um híbrido pleno, ele não exige recarga externa e não altera o funcionamento tradicional do SUV. A tração 4×4 permanece, assim como a capacidade off-road.

    Visual radical inspirado na nova Hilux

    Além da eficiência, o Toyota SW4 2027 também aposta em design renovado.

    Os flagras mostram dianteira mais verticalizada, grade robusta e faróis afilados, seguindo a identidade da nova Hilux. O interior deve ganhar painel digital e central multimídia maior, elevando o nível tecnológico do SUV.

    Ou seja, a mudança não é apenas mecânica, é estrutural.

    Por que isso pode mexer com o mercado

    O segmento de SUV grande enfrenta um dilema: conforto e robustez versus custo de uso.

    Se o Toyota SW4 2027 entregar redução real de consumo sem comprometer desempenho, ele resolve uma dor prática do motorista brasileiro. Isso pode pressionar rivais que ainda apostam apenas em motorização convencional.

    Mais do que visual novo, a promessa é simples: gastar menos para manter o mesmo porte e capacidade.



    Fonte: Garagem 360

  • SUV de R$ 109 mil supera Corolla e Corolla Cross em rentabilidade

    SUV de R$ 109 mil supera Corolla e Corolla Cross em rentabilidade

    O mercado brasileiro de seminovos iniciou 2026 em ritmo mais moderado, mas ainda garantindo boas margens para as concessionárias.

    O levantamento divulgado pela Megadealer em parceria com a Auto Avaliar aponta que alguns modelos seguem altamente lucrativos, mesmo em um cenário mais cauteloso.

    Quais foram os principais destaques do mercado de usados?

    O principal destaque do mês foi o CAOA Chery Tiggo 5x.

    CAOA Chery Tiggo 5x – Foto: divulgação

    O SUV compacto registrou preço médio de R$ 109 mil, margem de lucro de 12,4% e giro médio de 45 dias, liderando o ranking de maior retorno para as lojas.

    O desempenho chama atenção principalmente pela combinação entre margem elevada e prazo de venda considerado saudável dentro do segmento.

    Dupla da Toyota domina o ranking do mercado de usados

    Na sequência aparecem dois modelos tradicionais do mercado nacional.

    O Toyota Corolla Cross apresentou tíquete médio de R$ 157 mil, margem de 8,5% e giro de 32 dias.

    Já o Toyota Corolla registrou preço médio de R$ 143 mil, margem de 9,8% e giro médio de 39 dias.


    O que os dados acima representam sobre o mercado de usados?

    Os dados mostram que SUVs compactos e sedãs médios continuam sendo apostas seguras para concessionárias, pois unem liquidez com margens consistentes.

    O giro mais rápido do Corolla Cross reforça sua alta procura no mercado de usados, enquanto o Corolla mantém equilíbrio entre margem e tempo de estoque.

    Por outro lado, o resultado do Tiggo 5x indica um movimento relevante: modelos de marcas chinesas ampliaram presença também no segmento de seminovos.

    A rentabilidade superior sugere maior aceitação do público e valorização da marca no mercado secundário.

    Mesmo com um início de ano mais contido em volume, os números demonstram que a estratégia de mix de estoque segue determinante.

    Modelos com boa reputação, demanda constante e preço competitivo continuam sendo os que garantem melhor retorno financeiro às lojas.

    E para você, qual é o melhor modelo do mercado de usados? Comente e compartilhe a sua opinião com outros leitores do Garagem360.



    Fonte: Garagem 360

  • Fiat Pulse Lollapalooza 2026: SUV ganha edição limitada

    A Fiat voltou a apostar em edição especial do festival Lollapalooza Brasil para o mercado nacional. Mas, nessa edição 2026, a marca italiana resolveu oferecer opção mais em conta para o modelo. O Pulse Lollapalooza Brasil 2026 já está sendo vendido com preço de R$ 119.980.

    No ano passado, a Fiat ofereceu a série limitada para Pulse e Fastback derivados da versão mais completa com motor 1.0 híbrido leve. Dessa vez, a opção fica pela mais barata Drive. 1.3 CVT.  O carro terá produção de 550 unidades, número que faz referência aos 50 anos da fabricante no Brasil.

    A edição Lollapalooza adota acabamento externo escurecido, rodas de liga leve de 16 polegadas em preto brilhante, teto bicolor e elementos de personalização, como adesivos laterais, soleiras exclusivas e um badge interno numerado. Internamente, o acabamento segue a proposta visual mais escura, alinhada ao posicionamento jovem da edição.

    O carro mantém o motor Firefly 1.3 aspirado, associado ao câmbio CVT com simulação de sete marchas, conjunto já conhecido no mercado pelo foco em uso urbano e eficiência, sem apelo esportivo. O desempenho permanece adequado para a proposta do segmento, mas sem diferenciais frente a concorrentes diretos.


    Fiat Pulse Lollapalooza 2026: SUV homenageia festival
    Fiat Pulse Lollapalooza 2026: SUV homenageia festival • Divulgação

    Em termos de tecnologia e conforto, o pacote inclui itens que não são todos de série na versão Drive convencional, como câmera de ré, sensores de estacionamento traseiros, sistema de acesso sem chave com partida remota e central multimídia de 10,1 polegadas com Android Auto e Apple CarPlay sem fio. Ainda assim, o modelo segue sem recursos presentes em versões superiores da linha Pulse ou em rivais da mesma faixa de preço, como carregador de celular por indução, ar-condicionado digital de duas zonas e ajustes elétricos para o banco do passageiro.

    O Pulse Lollapalooza 2026 se posiciona como uma alternativa de imagem dentro de um segmento altamente competitivo, em que preço faz toda diferença. A edição especial reforça a estratégia da Fiat de dialogar com um público mais jovem e urbano, mas dificilmente altera o equilíbrio técnico frente a SUVs compactos já consolidados. No entanto, pelos mesmos R$ 120 mil cobrados pela Fiat na versão especial, é possível levar a configuração T200 com motor turbo mais potente.

    Tabela de Preços: Pulse 2026

    • Pulse Drive 1.3 Mt Flex 4p 2026: R$ 102.990

    • Pulse Drive 1.3 At Flex 4p 2026: R$ 114.990

    • Pulse Drive Lollapalooza 2026: R$ 119.980
    • Pulse Turbo 200 At Flex 4p 2026: R$ 118.990

    • Pulse Audace Turbo 200 Hybrid Flex At 4p 2026: R$ 135.990

    • Pulse Impetus Turbo 200 Hybrid Flex At 4p 2026: R$ 149.990

    • Pulse Abarth Turbo 270 Flex At 4p 2026: R$ 160.990

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    Fonte: CNN Brasil Auto