A Fiat antecipou a divulgação definitiva da nova família Panda, que terá entre os modelos, o Giga Panda, base para os SUVs Pulse e Fastback no Brasil. Veja!
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Novo Fiat Panda
‘’Panda’’, esse é o nome da família de modelos que servirá de inspiração para veículos daFiat no Brasil.
Entre as linhas que conhecemos por aqui e terão atualização em seus portfólios estão modelos como o hatchback Argo e os SUVs Pulse e Fastback, além da picape Strada e do modelo utilitário Doblò.
O Giga Panda já conta com divulgação da montadora em relação às suas linhas finais, mesmo que borradas por efeitos para manter algum suspense em detalhes específicos.
Os novos SUVs chegam primeiro ao continente europeu, provavelmente no próximo ano. Sua vinda ao Brasil deve acontecer somente em 2026 através do movimento de globalização da linha.
Foto: Reprodução/Fiat
Mudanças visuais
Entre as principais mudanças no design dos novos SUVs, a partir do Giga Panda, destaque principalmente para o porte mais avantajado no Pulse e linhas de design mais precisas para o Fastback.
Como forma de estratégica da Stellantis, Pulse e Fastback devem ter em suas próximas gerações, versões híbridas e elétricas, a partir da nova plataforma STLA Smart Car.
A tecnologia é uma evolução da estrutura CMP da marca e também estará presente em outros modelos da Stellantis, em marcas como Citroëne Peugeot.
Em sua nova versão, até mesmo uma configuração de 7 lugares pode ser uma das apostas da montadora.
Não foram anunciadas renovações entre ossedãs da marca italiana, o que aponta para o foco, sobretudo, nos utilitários esportivos.
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Grande Panda e produção nacional
Se os SUVs da nova família de veículos compactos da Fiat devem ser lançados só em 2025, o hatch Grande Panda, que servirá de base para o Fiat Argo comercializado no Brasil (que também pode ser chamar Uno), deve ser lançado ainda neste ano na Europa.
Com relação à produção nacional dos novos hatches e SUVs, ao que tudo indica, a ideia da Fiat é produzir todos esses modelos no Brasil em algum momento.
A fabricação local dos modelos, mais precisamente, deverá ocorrer na planta da marca em Betim, Minas Gerais.
A Stellantis está abrindo mão da cinquentenária Comau, sua empresa de automação industrial e robótica. Nesta quinta-feira, 25, a montadora anunciou que o fundo de investimentos OEP, One Equity Partners assumirá o controle acionário da empresa que há décadas integrava o Grupo Fiat, depois FCA, Fiat Chrysler Automobiles, criada em 2014.
As empresas não revelaram os valores que serão injetados pelo OEP na negociação, que ainda depende de análise de autoridades econômicas e aprovações regulatórias, o que deve acontecer até o final de 2024. “Os termos financeiros da transação privada não serão divulgados”, enfatizou nota oficial.
A Stellantis, contudo, destacou que a venda da Comau, surgida na Itália, já fazia parte do acordo estratégico estabelecido durante a fusão, em janeiro de 2021, da FCA com o Grupo PSA Peugeot Citroën e que deu origem à própria Stellantis.
“Essa transação foi projetada para ajudar a Comau a alcançar autonomia e fortalecer ainda mais seu sucesso, no apoio a todos os participantes, especificamente funcionários e clientes. Isto também permite à Stellantis concentrar-se em suas principais atividades comerciais na Europa”, comentou Carlos Tavares, CEO da montadora.
“Acreditamos que temos os recursos para posicionar a Comau como um negócio autônomo de sucesso”, completou Ante Kusurin, sócio na One Equity Partners.
Segundo Pietro Gorlier, CEO da Comau, que manterá seu cargo assim como a cúpula de executivos, a mudança de mãos acompanhará o plano estratégico de expansão dos negócios da empresa para além do setor automotivo, direcionado ao crescimento da demanda global por automação industrial.
Criadas em 1970, em Turim, já na década seguinte a Comau fornecia robôs e linhas para empresas nos Estados Unidos, como a General Motors. Nos anos 1990 expande operações para América do Sul, além de outros países daEuropa e também para a América do Norte e Ásia.
Chegou à China na primeira década deste século, depois de comprar a Renault Automation na França e a Pico nos Estados Unidos, México, Alemanha e Reino Unido.
O sedan lançamento da BYD no Brasil está dando o que falar no mercado brasileiro após a divulgação do Inmetro sobre seu consumo de combustível. Segundo as medições do Inmetro, o BYD King promete fazer mais de 40 km/l.
BYD King faz 44 km/l? Foto: Divulgação
Mas será que é isso mesmo? Descubra nas próximas linhas.
44,2 km/l na cidade e 36,7 km/l na rodovia na versão topo de linha, com baterias de 18,3 kWh,
43,3 km/l na cidade e 32,7 km/l na estrada na opção de entrada com bateria menor de 8,3 kWh
Elétrico
16,8 km/l e 14,7 km/l na cidade e estrada na versão topo de linha
16,3 km/l na cidade e 14,3 km/l na estrada em sua versão de entrada
Mas porque a diferença?
O processo de medição utilizado pelo PHEV é diferente para carros 100% a combustão e híbridos PHEV.
Os modelos plug-in são ajustados conforme a norma NBR 16567, que determina ensaios com a bateria carregada e após ela se esgotar é aferida a autonomia elétrica total. Porém, o consumo é medido em kWh/km e não em km/l. Em seguida é feita a conversão para mJ/km [megajoule por quilômetro] e depois para km/l.
Em outras palavras, o consumo de 44,2 km/l representa sua eficiência energética em modo de condução apenas elétrico. Na teoria essa marca só seria possível se o condutor utilizar apenas a bateria e não a gasolina.
O mesmo vale para as medições feitas apenas com gasolina, de 16,8 km/l na cidade e 14,7 km/l. Nesse caso, o Inmetro refaz o ciclo usando apenas o motor a combustão (sem a recuperação de energia do motor elétrico). Isso quer dizer que este consumo só leva em consideração o uso da gasolina.
Então qual a medição real do BYD King?
Os primeiros testes feitos por profissionais da internet chegaram a marca de 21,7 km/l na cidade e 21,3 km/l na estrada rodando em modo híbrido.
A chave para esse baixo consumo está na motorização híbrida plug-in do King. O modelo combina um motor a gasolina 1.5 aspirado com dois motores elétricos, entregando uma potência total de 197 cv.
Essa combinação ainda permite que o carro rode percorra grandes distâncias utilizando apenas a energia elétrica armazenada em sua bateria.
GWM Electric Plan é a nova ferramenta financeira com a qual a GWM pretende sustentar e ampliar as vendas de seus automóveis integralmente elétricos no Brasil. O primeiro modelo beneficiado com o plano de financiamento específico para os modelos movidos a bateria é o compacto Ora 03 Skin, com preço único de R$ 150 mil em todo o território nacional.
Pelo Electric Plan, lançado esta semana pela marca chinesa, o comprador do hatch dará entrada de R$ 70 mil, 47% do valor total, e pagará mais 35 parcelas de R$ 2.070. A 36ª e última parcela, com o valor residual de R$ 32.513,00 e conhecida como balão, não precisa ser paga desde que incluída na negociação da compra de um novo carro da marca GWM.
“Uma parte do valor de entrada é transferida para o final do contrato, resultando em uma parcela reduzida, compatível com veículos de menor valor e de segmentos inferiores. Ou seja, pagando quase o mesmo valor por mês, é possível comprar um carro elétrico, muito mais econômico, moderno, equipado, sustentável e com mais potência e tecnologia”, enfatiza Alexandre Oliveira, diretor de Vendas e Desenvolvimento de Rede da GWM Brasil.
Com o novo plano, na verdade, a GWM espera, num primeiro momento, despertar o interesse de consumidores de veículos convencionais a combustão por seu modelo elétrico mais barato. Fazer com que as parcelas “caibam no bolso” de quem se dispõe a pagar valor semelhante, ou pouco menor, para ter, por exemplo, um Fiat Pulse ou um Hyundai HB20.
A GWM também oferece gratuitamente o wallbox residencial e dispõe do serviço de Recompra Garantida como um dos pilares do novo plano e que garante ao cliente a recompra de seu carro por 80% da tabela FIPE.
Alguns modelos marcam tanto, que uma volta é sempre desejada. É o caso desse SUV exótico da Honda que pode voltar após mais de uma década. Confira!
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Volta de SUV exótico da Honda
A Honda anunciou o que pode ser o retorno de um SUV exótico da marca, descontinuado há 13 anos.
De acordo com materiais revelados pela marca, esse pode ser o movimento que leva a crer uma possível volta do SUV Element, fora de linha desde 2011.
A volta do Honda Element pode acontecer de forma totalmente reformulada, em nova geração.
Pelo menos é isso que o registro de patente da marca para um novo modelo nos Estados Unidos dá a entender.
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Inspiração no design original
O novo Honda Element deve vir ao mercado com detalhes que rapidamente vão fazer os fãs da marca recordarem o clássico modelo.
O veículo versátil deve ter uma pegada que pode cair como uma luva principalmente para famílias aventureiras.
Assim, a ideia da Honda de reviver o SUV Element ganha força no país norte-americano, porém não há garantia alguma de que isso vai acontecer (e quando), já que o registro de patente é uma ação que manifesta o interesse da marca, mas não firma compromisso.
O Honda Element começou a ser produzido no México no início do século XX, mais precisamente em 2002.
Dessa forma, foram 9 anos de comercialização até o encerramento de sua linha em 2011, sem substituto.
O possível retorno pode marcar uma nova era para a linha, já que as vendas de SUVs mundo afora nunca tiveram resultados tão expressivos.
Como principais atributos um novo Honda Element deve trazer: amplo espaço interno, boa capacidade de armazenamento de carga, teto flutuante e linhas com aspecto estrutural quadrado e bem definido, inspirado no modelo original.
A Fiat divulgou condições especiais para produtor rural e microempresário. Logo abaixo, você confere quais são as ofertas disponíveis para este mês. Acompanhe!
Se você é produtor rural ou microempresário, poderá adquirir uma Fiat Titano Volcano por R$ 201.591,60. Anteriormente, o seu preço sugerido era de 239.990.
Quer saber mais? Confira, a seguir, a ficha técnica completa deste modelo:
Motor
2.2 turbodiesel, de quatro cilindros em linha e 16 válvulas
Potência/Torque
Potência: 180 cv a 3.750 rpm // Torque: 40,8 kgfm a 1.750 rpm
Comprimento: 5.330 mm // Largura: 2.221 mm (com espelhos) // Entre eixos: 3.180 mm // Altura: 1.898 mm
Capacidade
Assentos: 5 lugares // Caçamba: 1.314 l // Carga: 1.020 kg // Reboque: 3.500 kg // Tanque de combustível: 70 l
O Garagem360 continua acompanhando as últimas notícias automotivas. Por isso, continue conosco para ficar por dentro dos preços dos veículos e para aproveitar as campanhas das montadoras.
A Ducati anunciou que as motos usadas da marca ganharam um novo programa: Ducati Approved. Logo abaixo, o Garagem360 explica mais detalhes sobre o produto, como funciona e os seus principais benefícios. Confira!
Foto: divulgação
O que é o Ducati Approved?
Trata-se de um produto que oferece garantia na aquisição de motos usadas. Logo, o processo de venda torna-se mais confiável não só para o cliente, mas também para o concessionário.
Quais motocicletas podem participar do Ducati Approved?
A participação é liberada para motos com menos de 5 anos e com quilometragem abaixo de 100.000 km.
Para ter direito a assinatura do produto, as motos passam por uma série de análises técnicas, que são aplicadas por profissionais qualificados da Ducati Service.
Assistência especializada Ducati Service e uso de peças originais Ducati
Cobertura de 12 a 24 meses com possibilidade de renovação e transferência de garantia para o novo proprietário em caso de venda.
Serviço 24 horas por dia, 7 dias por semana, durante todo o ano, incluindo assistência rodoviária, serviço de reboque e transporte de passageiros.
Cobertura de seguro de 12 ou 24 meses com possibilidade de renovação bem como transferência da garantia ao novo proprietário no momento da venda da motocicleta.
Os interessados em fazer parte do programa devem ir até uma concessionária da Ducati.
Quanto custa uma moto usada da Ducati?
O valor varia de acordo com o modelo e o ano escolhido. O modelo XDIAVEL S 1262, por exemplo, de 2021, custa R$ 90.627, segundo a tabela FIPE. Já a DIAVEL 1260 S, do mesmo ano, está disponível por R$ 89.436. A SCRAMBLER ICON 800cc, por sua vez, também de 2021, custa R$ 49.697
Dito isso, o segredo é fazer uma boa pesquisa de mercado para encontrar o modelo que melhor enquadra ao seu bolso e as suas necessidades. Assim, você poderá aproveitar o novo produto da marca da melhor forma.
O Garagem360 traz as principais notícias automotivas sobre o mundo das motos. Por isso, continue conosco para não perder nenhum detalhe.
O Ford Capri está voltando ao mercado europeu, mas, desta vez, em forma de SUV cupê. Ao invés do antigo motor V6, o modelo será totalmente elétrico, graças à plataforma da MEB que a montadora americana “pegou emprestado” da Volkswagen.
Na década de 1960, o Capri foi lançado para ser a versão europeia do Mustang, na tentativa de reproduzir o mesmo sucesso que o muscle car fazia nos Estados Unidos. O novo SUV elétrico traz do clássico apenas alguns detalhes, que surgem quase como easter eggs.
Os DLRs, por exemplo, foram feitos para lembrar os quatro faróis circulares do Capri antigo. A janela traseira tem o mesmo formato oval, e os para-lamas recebem um vinco muito semelhante ao do modelo clássico.
Apesar disso, no geral, ele é uma versão cupê do SUV Explorer.
Na parte mecânica, a versão mais básica tem tração exclusivamente traseira, assim como o seu antepassado. O único motor elétrico entrega até 286 cv, podendo fazer o Capri ir de 0 a 100 km/h em 6,4 segundos. Já a bateria tem 77 kWh, que garante até 627 km de autonomia.
A outra opção tem tração integral e um motor em cada eixo. Mais potente, a dupla entrega 340 cv e diminui o tempo 0 a 100 km/h para 5,3 segundos. Por outro lado, o desempenho compromete o alcance, caindo para 592 km, apesar de ter uma bateria de 79 kWh.
Por dentro, tudo é muito parecido com o Explorer. O painel minimalista tem poucos botões físicos, e o destaque é a grande tela vertical de 14,6 polegadas. Na base do volante, há uma decoração feita em metal, exatamente igual aos que os antigos Capri também tinham.
O Capri vem de fábrica com ar-condicionado dual-zone, assentos dianteiros com massageador, aquecedor e ajustes de 12 posições, retrovisores aquecidos e rebatíveis que projetam a imagem de um Capri no chão, entrada e partida sem chave, carregamento de telefone sem fio e Apple CarPlay e Android Auto sem fio.
Há ainda o pacote Premium, que acrescenta sistema de som Bang & Olufsen com dez alto-falantes e subwoofer, iluminação ambiente interna, faróis de LED matriciais, rodas de 20 polegadas e sistemas de auxílio à condução como head-up display, assistência ativa de estacionamento, mudança de faixa assistida e uma câmera de 360 graus.
O pacote está disponível como um opcional para a versão monomotor, mas reduz a autonomia em 32 km devido ao aumento do peso. Na variante AWD ele vem como padrão.
A Ford ainda não definiu os preços, mas especula-se que ele chegará primeiro ao Reino Unido custando cerca de 45.875 libras (cerca de R$ 321 mil) na versão com um motor ou 49.975 libras (cerca de R$ 349 mil) se o cliente optar pelo pacote Premium. Já o topo de linha pode ter preço inicial na casa das 53.975 libras (cerca de R$ 377 mil).
Na era da tecnologia, muitas informações chegam até nós constantemente, porém nem todas são verdadeiras. Afinal, comer pão de forma pode me fazer ser pego no bafômetro? Confira!
Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil
Pão de forma e o bafômetro
Circula pela redes a informação que o pão de forma pode conter certo índice de álcool por conservantes e consequentemente ser captado em um teste de bafômetro.
A relação entre comer o alimento e ter a detecção em um etilômetro, porém, é falsa, uma vez que a quantidade de etanol no alimento industrializado é insuficiente para determinar a alcoolemia.
No entanto, mesmo que isso aconteça, é possível repetir o teste em questão de minutos para obter resultado negativo, já que se trata de teor de rápida evaporação e eliminação pelo organismo.
Alimentos e produtos com álcool
Não é somente o pão de forma que tem em sua composição certo teor deálcool.
Alimentos e produtos como bombons de licor, vinagres e enxaguantes bucais são outros exemplos de itens que podem levar a um resultado acima do permitido por lei ao dirigir.
Porém, esses produtos seguem o mesmo padrão do pão de forma, com rápida eliminação pelo organismo.
Em caso de um primeiro teste positivo no etilômetro, o condutor que consumiu esse itens citados, por exemplo, podem solicitar uma contraprova que provavelmente dará negativo.
“Quando a gente ingere alimentos com etanol, a nossa cavidade bucal fica repleta de álcool. Esse álcool, no entanto, é dissipado a partir da interação com o ar, e deixa de ser detectado em dez, no máximo 15 minutos”, diz Alysson Coimbra, médico do tráfego e membro do Observatório Nacional de Segurança Viária.
Foto: Freepik
O que diz a lei
De acordo com o artigo 306 do Código de Trânsito Brasileiro ‘’conduzir veículo com capacidade psicomotora alterada em razão da influência de álcool’’ pode ter consequências como a suspensão do direito de dirigir por 12 meses, além de multa no valor de R$ 2.934,70.
Sistema de assentos traseiros esportivos com banco rebatível separadamente (40:20:40) e apoio de braço central dobrável
Aquecimento dos assentos dianteiros
Logotipo ‘GTS’ nos encostos de cabeça dos bancos dianteiros
Volante esportivo
Volante com ajuste manual de profundidade e altura
Seletor de marchas em couro
Instrumentos redondos com conta-giros preto e logotipo ‘GTS
Forro do teto e acabamentos das colunas A e B em tecido.
Soleiras das portas em alumínio escovado preto com logotipo ‘Macan GTS’ (dianteiro)
Iluminação interior em LED padrão com iluminação adicional em LED
Dois portas USB-C para carga e conectividade no compartimento de armazenamento central dianteiro do console
Dois portas USB-C para carga no compartimento central traseiro do console
(Foto: Divulgação/Porsche)
Motorização e desempenho
O Porsche Macan GTS 2025 traz motor 2.9 V6 biturbo a gasolina, que gera 440 cv de potência e 56 kgfm de torque máximo.
A aceleração de 0 a 100 km/h é realizada em 4,5 segundos e a velocidade máxima é de 272 km/h.
Além disso, o veículo da montadora alemã conta com transmissão automática PDK de sete velocidades e tração integral.
(Foto: Divulgação/Porsche)
Consumo do Porsche Macan GTS 2025
O Porsche Macan GTS 2025 apresenta as seguintes médias de consumo de combustível:
Cidade – 6,8 km/l
Estrada – 8,4 km/l
(Foto: Divulgação/Porsche)
Qual o valor do Porsche Macan GTS 2025?
O Porsche Macan GTS 2025 está disponível no mercado brasileiro com preço inicial de R$ 735.000.
Para ver os valores de outros veículos disponíveis no mercado nacional, acesse a TabelaFipe do Garagem360 e confira os preços atualizados.
(Foto: Divulgação/Porsche)
Avaliação
O Porsche Macan GTS 2025 é a versão de alto desempenho da linha Macan. Equipado com um motor V6 biturbo, que entrega impressionantes 440 cv.
Comparado com as demais versões, o GTS se destaca por sua potência maior e recursos de desempenho aprimorados, oferecendo uma aceleração mais rápida e uma condução mais esportiva.
Internamente, o veículo é equipado com central multimídia, que traz navegação e conectividade completa.
Além disso, detalhes como acabamentos em preto e em alumínio proporcionam um visual mais agressivo e sofisticado.