Autor: automoveis

  • Toyota vai fabricar novas peças de motor para o icônico Corolla AE86

    Toyota vai fabricar novas peças de motor para o icônico Corolla AE86

    O Toyota Corolla AE86, um verdadeiro ícone do automobilismo, está prestes a ganhar uma nova vida. Famoso por seu papel principal no mangá e anime “Initial D”, o “hachi-roku” (oito e seis) se tornou um carro cult em todo o mundo. Agora, para a alegria de fãs e restauradores, a Toyota anunciou que vai fabricar novas peças de motor para o lendário modelo.

    Toyota vai fabricar novas peças de motor para o icônico Corolla AE86

    O carro, que se tornou um símbolo do drifting (técnica de derrapagem), enfrentava o desafio da idade. Com cerca de 40 anos, manter um AE86 rodando em boas condições se tornou uma tarefa difícil, com peças cada vez mais raras. Pensando nisso, a divisão Gazoo Racing Heritage Parts da Toyota decidiu intervir.

    Para celebrar o 30º aniversário de “Initial D”, a Toyota anunciou o lançamento de cabeçotes e blocos de cilindro totalmente novos para o motor 1.6 de quatro cilindros (conhecido como 4A-GE) do AE86.

    Toyota vai fabricar novas peças de motor para o icônico Corolla AE86 – foto: Divulgação

    As peças não serão apenas uma reedição das originais, mas sim versões aprimoradas para maior durabilidade, com as lições de engenharia que a Toyota aprendeu nas últimas quatro décadas.

    Oportunidade para entusiastas

    Essa iniciativa é uma excelente notícia para os entusiastas de carros clássicos. As novas peças ajudarão a tornar a restauração do AE86 muito mais acessível, permitindo que a lenda continue a rodar por muitos anos.

    As pré-encomendas serão abertas em um evento especial no Fuji Speedway, no Japão. A Toyota informou que a produção das peças dependerá de um número mínimo de pedidos, e a data de lançamento está prevista para maio do próximo ano, mas pode sofrer alterações.

    Toyota vai fabricar novas peças de motor para o icônico Corolla AE86 – foto: Divulgação

    No entanto, para os fãs do icônico “Initial D” e do próprio AE86, a iniciativa da Toyota é um verdadeiro presente.

    Se você pudesse escolher um carro clássico para a Toyota relançar as peças, qual seria? Conte pra gente nos comentários e compartilhe essa notícia com os apaixonados por carros!



    Fonte: Garagem 360

  • Montadoras compram 11% a mais de pneus este ano

    Montadoras compram 11% a mais de pneus este ano

    Oaumento de 11% na venda de pneus para montadoras, de 6.960.784 para 7.725.867 unidades no acumulado dos primeiros sete meses do ano, não compensou a queda de 6,1% registrada no mercado de reposição, que no mesmo comparativo recuou de 15.670.048 para 14.716.366 unidades.

    Na soma dos dois segmentos, houve decréscimo de 0,8%, de 22.630.832 para 22.442.233 unidades, conforme dados divulgados nesta sexta-feira, 12, pela Anip, Associação Nacional da Indústria de Pneumáticos.

    Esse desempenho decorre dos impactos causados pelas importações, principalmente de pneus de origem asiática “muitas vezes com valores abaixo do custo”, como revela Rodrigo Navarro, CEO da entidade, referindo-se à prática de dumping:

    “A indústria brasileira de pneus, que já vinha sendo duramente afetada por essas importações, com perda de empregos, investimentos e redução na compra de matérias-primas locais, agora enfrenta um desafio adicional, das tarifas de 50% e 25% impostas pelo governo dos Estados Unidos”.

    Na avaliação do executivo, é necessária maior agilidade no atendimento dos pleitos em curso envolvendo o setor, “como aqueles que tratam de medidas antidumping e questões regulatórias referentes ao meio ambiente”.

    Por segmento, o da categoria passeio (automóvel e comercial leve) teve leve recuo de 0,1% (de 18.699.499 para 18.680.344 unidades) no acumulado do ano. As vendas para montadoras tiveram alta de 12,1% (de 5.897.952 para 6.614.450 unidades), enquanto o mercado de reposição reportou queda de 5,7% (de 12.801.547 para 12.065.894 unidades).

    No segmento de carga, a queda no total dos negócios foi maior, da ordem de 4,3% (de 3.931.333 para 3.761.889 unidades). Os negócios OEM cresceram 4,6% (de 1.062.832 para 1.111.417 unidades), mas o mercado de reposição desacelerou 7,6% (de 2.868.501 para 2.650.472 unidades).

    Ainda segundo a Anip, as vendas de pneus para motocicletas no mercado de reposição também indicam resultados negativos, com queda de 10,9% (de 5.976.825 para 5.326.085 unidades).

    Em julho, particularmente, as vendas totais de pneus tiveram alta de 6,9% sobre junho, com totais de, respectivamente, 3.290.972 e 3.079.504 unidades. Houve expansão tanto nos negócios com as montadoras, de 10,2%, como na reposição, de 5,1%.


    Foto: Divulgação



    Fonte: Auto Industria

  • Haval H9 reúne “on road” e “off road” ao conforto e tecnologia

    Haval H9 reúne “on road” e “off road” ao conforto e tecnologia

    De São Francisco de Paula, RS

    Desde esta sexta-feira, 12, a rede de concessionárias da GWM em todo o Brasil vende o Haval H9. O utilitário esportivo de sete lugares tem preço sugerido de R$ 319 mil, mas até o dia 19 pode ser adquirido por valor promocional R$ 10 mil menor.

    O H9 é o primeiro veículo de passeio da GWM oferecido no Brasil sem qualquer nível de eletrificação. Sob o capô, o SUV dispõe de motor turbodiesel de 2.4 litros, que desenvolve 184 cv e 480 Nm de torque. Com câmbio automático de 9 marchas, é rigorosamente o mesmo trem-de-força da recém-lançada picape Poer P30.

    As semelhanças com a picape não param por aí. Ao contrário, utilitário esportivo e comercial leve têm muito mais em comum. Além de alguns conteúdos e tecnologias, ambos são montados sobre chassi, começaram a ser fabricados em Iracemápolis, SP, e têm 10 anos de garantia.

    GWM Haval H9

    Outra: têm na robustez e profusão de recursos tecnológicos forte apelo para seduzir os amantes do off road e deixá-los em dúvida quando comparam aos principais concorrentes de seu segmento.

    No caso do H9, a GWM mira, sobretudo, as versões topo de linha do Jeep Commander, a Overland 2.2, do Toyota SW4,  a Diamond 2.8, e do Mitsubishi Pajero Sport, a Legend 2.4. As três com sete lugares, motores a diesel e sistemas de tração 4×4.

    Em termos de preço, o Commander Overland, que acaba de ser atualizado esteticamente e ganhou mais itens de conforto e auxílio à condução, é o que mais se aproxima do H9: está na faixa dos R$ 310 mil.

    A versão superior do SW4 já transita no patamar de R$ 470 mil, enquanto o Pajero Sport Legend custa aproximadamente R$ 427 mil. Mesmo a opção mais barata do SW4 de sete lugares, a PLatinum, custa R$ 419 mil, e do Pajero,  a HPE, a partir de R$ 356 mil. Ou seja, estão em degrau muito acima tanto do H9 quanto do Commander.

    Portanto, fôlego comercial para incomodar os concorrentes o Haval H9 tem de sobra. Reforçado ainda mais pelo ótimo espaço interno — tem o maior entre-eixos do segmento, 2,85 m — e farta oferta de itens de conforto, segurança e de auxílio à condução.

    O SUV dispõe, por exemplo, de tração integral 4×4, bloqueio de diferenciais dianteiro e traseiro, caixa de redução e sete modos de condução para percursos em asfalto ou até em trilhas severas. Por conta disso, a parte inferior do chassi e o motor são recobertos por placas de proteção metálicas.

    São seis airbags e sistemas de controle de cruzeiro adaptativo, alerta de ponto cego, assistente de permanência em faixa, frenagem autônoma de emergência e monitoramento de tráfego cruzado traseiro.

    LEIA MAIS

    → Com 10 anos de garantia, GWM Poer não veio a passeio

    → Na pesquisa de satisfação das redes, GWM no topo e BYD na lanterna

    → GWM inaugura fábrica, mas já pensa em uma segunda

    No interior, com genero espaço para os ocupantes — até mesmo os da última fileira — favorecido por teto solar panorâmico, destaque para bancos dianteiros com oito modos de massagem, aquecimento, ventilação e ajustes elétricos e memória de posição. A segunda fileira dispõe de ventilação e tomadas exclusivas, enquanto a terceira fileira conta com saídas de ar no teto.

    Como de hábito, a GWM se destaca nas telas. O quadro de instrumentos tem 10,25 polegadas e o multimídia é o maior entre os concorrentes, com 14,6 polegadas.

    Chamam a atenção ainda revestimentos macios no painel e portas, além do console central que abriga várias funcionais, a maior ligada à transmissão, e carregador de celular por indução de 50W.

    GWM Haval H9

    Por fora, além do desenho que prioriza a imagem de veículo robusto, portanto um tanto conservador, a GWM dotou o H9 de faróis matriciais Full LED, rodas de 19 polegadas, rack de teto e, muito prático e exclusivo, estribo retrátil automático.

    Em avaliação, o AutoIndústria confirmou outro fator importante para um veículo que, apesar de bastante apto ao off-road, se propõe também como alternativa de luxo e conforto para o trânsito urbano e especialmente em rodovias: o conjunto de suspensão do H9 foi muito bem dimensionado para todos os pisos.


    Foto: Divulgação



    Fonte: Auto Industria

  • CNH sem autoescola: o caminho para a inclusão ou um risco para o trânsito?

    CNH sem autoescola: o caminho para a inclusão ou um risco para o trânsito?

    O debate sobre a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) sem a obrigatoriedade de autoescolas continua ganhando força no Brasil. A proposta, em análise pelo Ministério dos Transportes, busca principalmente tornar o documento mais acessível, mas levanta preocupações sobre a segurança no trânsito e o impacto em um setor que emprega milhares de pessoas.

    CNH sem autoescola: o caminho para a inclusão ou um risco para o trânsito?

    A principal justificativa para a mudança é o alto custo para tirar a CNH, que atualmente varia entre R$ 3 mil e R$ 5 mil dependendo do estado. Esse valor, segundo o governo, é um impeditivo para a população de baixa renda, resultando em cerca de 20 milhões de brasileiros dirigindo sem habilitação.

    O ministro dos Transportes, Renan Filho, defende a medida como uma forma de “democratizar” a CNH, estimando que o custo poderia cair para cerca de R$ 700, uma redução de até 80%.

    A ideia é permitir que os candidatos estudem o conteúdo teórico online (EAD) ou com instrutores autônomos credenciados pelo Detran, sem a necessidade de uma carga horária mínima de aulas práticas.


     

    CNH sem autoescola: o caminho para a inclusão ou um risco para o trânsito? Foto: Daiane Mendonça/ Secom

     

    Os desafios e os riscos

    Apesar do apelo social da proposta, há fortes ressalvas. A Associação Nacional dos Detrans (AND) e a Federação Nacional das Autoescolas (Feneauto) alertam para as possíveis consequências negativas.

    Segurança no trânsito: Especialistas em segurança viária e os Detrans temem que a falta de um acompanhamento profissional estruturado e a dispensa de aulas práticas obrigatórias possam resultar em condutores menos preparados.

    Com cerca de 400 mil mortes no trânsito nos últimos 10 anos, a preocupação é de que essa medida possa piorar a letalidade nas vias do País. Aulas em veículos com duplo comando, por exemplo, oferecem uma camada de segurança essencial para o aprendizado.

    Impacto no emprego: A Feneauto estima que o fim da obrigatoriedade das autoescolas poderia levar ao desemprego de cerca de 300 mil profissionais e ao fechamento de mais de 15 mil Centros de Formação de Condutores (CFCs) em todo o Brasil. O setor argumenta que a medida pode gerar insegurança e prejudicar a economia.

    O que vem pela frente?

    O debate ainda está longe de um consenso. Enquanto o Ministério dos Transportes prepara a minuta do projeto, a AND espera o documento para fazer uma análise técnica detalhada.

    Uma Frente Parlamentar em Defesa da Educação para o Trânsito e da Formação de Condutores de Veículos Automotores foi criada na Câmara dos Deputados para defender a manutenção da qualidade da formação.

    A proposta de CNH sem autoescola é uma faca de dois gumes: de um lado, busca resolver um problema de acesso e custo; do outro, levanta sérias dúvidas sobre a qualidade da formação dos novos motoristas e a segurança de todos no trânsito. A questão agora é como equilibrar a necessidade de inclusão social com a responsabilidade de manter as vias seguras.

    Na sua opinião, qual é a melhor forma de tornar a CNH mais acessível sem comprometer a segurança no trânsito?

    Leia aqui: CNH mais cara do Brasil: descubra onde tirar a carteira de motorista custa mais



    Fonte: Garagem 360

  • Nova Ferrari 849 Testarossa: lenda volta como super-híbrido de 1.050 cv

    Nova Ferrari 849 Testarossa: lenda volta como super-híbrido de 1.050 cv

    Uma lenda da indústria automotiva está de volta: a Ferrari apresentou a 849 Testarossa, seu mais recente superesportivo híbrido plug-in. O modelo chega para substituir a SF90 Stradale e ressuscita um nome clássico na fábrica de  Maranello.

    Combinando o tradicional motor V8 biturbo montado em posição central-traseira e três motores elétricos, o conjunto atinge 1.050 cv – um incremento de 50 cv em relação ao antecessor.

    A nova Ferrari 849 Testarossa utiliza a denominação surgida nos anos 1950 e refere-se às tampas de válvula pintadas de vermelho em motores de competição. O batismo se popularizou com o icônico esportivo de rua lançado em 1984, símbolo de sua época.

    O novo modelo foi desenvolvido pelo Ferrari Styling Centre, sob direção de Flavio Manzoni. O conceito visa interpretar a linguagem visual da marca, com base nos carros de corrida da década de 1970. As laterais têm efeito e atuam como condutores aerodinâmicos. O conjunto de entradas de direciona o fluxo para o intercooler e para o sistema de freios.

    Na traseira, o carro adota uma solução inspirada no clássico 512 S, com dupla cauda e aerofólio ativo integrado – recurso patenteado pela Ferrari.


    Ferrari 849 Testarossa 2026: superesportivo tem 1.050 cv
    Ferrari 849 Testarossa 2026: superesportivo tem 1.050 cv • Divulgação

    Na dianteira, a nova Testarossa remete a esportivos da marca dos anos 1980, trazendo um elemento horizontal que conecta os faróis e cria um efeito de spoiler de largura total. Segundo a Ferrari, o carro gera 415 kg de downforce a 250 km/h, 25 kg a mais que a SF90 Stradale.

    Mecânica híbrida

    O coração da 849 Testarossa é o motor V8 biturbo de 3.9 litros, totalmente revisado em relação ao antecessor. A unidade entrega 830 cv sozinha, auxiliada por um novo turbocompressor – o maior já usado em um carro de produção da Ferrari. Tem tração integral com gerenciamento eletrônico e câmbio automatizado de dupla embreagem de oito marchas.


    Ferrari 848 Testarossa 2026: superesportivo tem 1.050 cv
    Ferrari 848 Testarossa 2026: superesportivo tem 1.050 cv • Divulgação

    O sistema híbrido adiciona três motores elétricos: dois posicionados no eixo dianteiro, responsáveis também pelo torque vetorial, e um acoplado ao eixo traseiro. Juntos, somam 220 cv adicionais. A bateria de íons de lítio de 7,45 kWh permite rodar até 25 km em modo 100% elétrico.

    Por dentro, a 849 Testarossa adota um painel de linhas horizontais e inspiração em monopostos. O volante concentra comandos essenciais, inclusive o tradicional botão de partida, enquanto o console central traz um seletor de marchas inspirado nos carros históricos da marca.


    Ferrari 849 Testarossa 2026: superesportivo tem 1.050 cv
    Ferrari 849 Testarossa 2026: superesportivo tem 1.050 cv • Divulgação

    A cabine oferece duas opções de bancos: uma mais voltada ao conforto e outra de perfil esportivo, em fibra de carbono. O sistema multimídia e a interface digital foram atualizados, com menus simplificados e integração das funções híbridas.


    Ferrari 849 Testarossa 2026: superesportivo tem 1.050 cv
    Ferrari 849 Testarossa 2026: superesportivo tem 1.050 cv • Divulgação

    Ficha técnica – Ferrari 849 Testarossa

    • Motorização híbrida plug-in (PHEV): V8 biturbo + três motores elétricos
    • Potência combinada: 1.050 cv

    Motor a combustão:

    • Configuração: V8 biturbo, cárter seco
    • Cilindrada: 3.990 cm³
    • Potência: 830 cv a 7.500 rpm
    • Torque: 842 Nm a 6.500 rpm
    • Rotação máxima: 8.300 rpm

    Sistema elétrico:

    • Potência máxima em modo elétrico: 163 cv
    • Bateria: 7,45 kWh
    • Autonomia elétrica: até 25 km

    Dimensões e peso:

    • Comprimento: 4.718 mm
    • Largura: 2.304 mm
    • Altura: 1.225 mm
    • Entre-eixos: 2.650 mm
    • Peso seco: 1.570 kg
    • Distribuição de peso: 45% dianteira / 55% traseira
    • Porta-malas: 74 litros

    Transmissão:

    • Câmbio automatizado de dupla embreagem, 8 marchas

    Desempenho:

    • Velocidade máxima: acima de 330 km/h
    • 0 a 100 km/h: menos de 2,3 s
    • 0 a 200 km/h: 6,35 s

    Freios:

    • Dianteiros: 410 x 223 x 38 mm
    • Traseiros: 372 x 233 x 34 mm

    Pneus:

    • Dianteiros: 265/35 R20
    • Traseiros: 325/30 R20

    Após polêmica, Jaguar revela carro-conceito que orienta seu futuro



    Fonte: CNN Brasil Auto

  • Mulheres já respondem por 21% da mão de obra na fábrica da Nissan

    Mulheres já respondem por 21% da mão de obra na fábrica da Nissan

    Em ano marcado pela contratação de 400 funcionários para aumento de produção no complexo automotivo de Resende, RJ, a Nissan intensifica projeto de ampliar a presença das mulheres em suas operações fabris e administrativas.

    A montadora promoveu na noite de terça-feira, 10, na capital paulista, o evento Nissan Mulheres powered by novo Nissan Kicks, que teve por tema principal “Diálogos que Transformam” e reuniu mais de 100 convidados.

    Foram dois debates, com participação de 48 jornalistas, principalmente mulheres, representantes da Google, da FutureFuture, do Papo de Homem e dirigentes da empresa, além da cantora Paula Lima.

    LEIA MAIS

    Nissan inicia exportação do novo Kicks para o Paraguai

    Na contramão de cortes globais, Nissan amplia produção no Brasil em 33%

    Entre os presentes, o presidente da Nissan do Brasil, Gonzalo Ibarzábal, que aproveitou a ocasião para divulgar os números positivos em relação à mão de obra feminina nas atividades da montadora no País, que este ano ampliou seu quadro de 2,3 mil para 2,7 mil empregados, dos quais 2,2 mil na produção.

    A participação das mulheres na fábrica do sul-fluminense saltou de apenas 9,6% em 2021 para 21% em 2025, índices que foram, respectivamente, de 32,9% para 36,8% na área administrativa. No total, a presença feminina passou de 19% para 24%.

    Um dado positivo é a maior presença das mulheres entre os estagiários e os participantes do Jovem Aprendiz, com índices, pela ordem, de 52,3% e 45,3%.

    Ibarzábal comentou que por ser uma empresa grande, com impactos diretos nas cadeias de fornecedores e de distribuidores, a Nissan tem de dar exemplo quando os temas são inclusão e diversidade.

    Daí a importância de estar investindo em programas que visam não só o aumento do número de mulheres em suas operações, como também nas decisões de peso dentro da companhia.

    Importante lembrar que a Nissan introduziu um segundo modelo na fábrica de Resende no primeiro semestre deste ano, o novo Kicks, mantendo a produção e oferta no mercado brasileiro da geração anterior. Mais um SUV será lançado no próximo ano, visando atender não só o Brasil mas também os demais países da América Latina.

    Questionado sobre índice de nacionalização dos modelos produzidos na planta do sul-fluminense, Ibarzábal disse que o Kicks Play, denominação da geração anterior, tem 64% de conteúdo local, índice que também deverá ser atingido pela nova geração.


     



    Fonte: Auto Industria

  • México impõe tarifa de 50% sobre carros chineses após pressão dos EUA

    México impõe tarifa de 50% sobre carros chineses após pressão dos EUA

    O México anunciou que irá impor uma tarifa de 50% sobre a importação de carros da China e de outras nações asiáticas, uma medida que ocorre após forte pressão dos Estados Unidos. 

    México impõe tarifa de 50% sobre carros chineses após pressão dos EUA

    A proposta, apresentada ao Congresso como parte de um projeto de lei mais amplo, eleva a taxa de importação de automóveis chineses em mais que o dobro, passando de 15-20% para 50%, o máximo permitido pelas regras da Organização Mundial do Comércio.

    A nova regra também afetará mais de 1.400 categorias de produtos de países com os quais o México não tem acordo comercial, como Coreia do Sul, Índia, Indonésia, Rússia, Tailândia e Turquia. Além de carros, a proposta inclui tarifas sobre aço, brinquedos, motocicletas e têxteis, com taxas que variam de 10% a 50%.

    A medida é vista como uma tentativa do governo mexicano de proteger a indústria local e os empregos, que estão sob ameaça devido à entrada de produtos chineses mais baratos.

    México impõe tarifa de 50% sobre carros chineses após pressão dos EUA – Foto: Reuters

    A influência dos EUA e as consequências da medida

    O anúncio da nova tarifa acontece em um momento crucial, com os Estados Unidos pressionando a presidente mexicana Claudia Sheinbaum para conter a indústria chinesa em seu território. Washington teme que o México se torne uma “porta dos fundos” para produtos da China, que utilizariam o país como forma de contornar as altas tarifas americanas.

    A decisão também pode ser uma tentativa do México de apaziguar os EUA antes da revisão do acordo de livre comércio USMCA (Estados Unidos-México-Canadá), prevista para o próximo ano.

    Embora o governo mexicano afirme que a medida tem como objetivo fortalecer a produção nacional, ela pode resultar em um aumento nos preços para os consumidores. Como o partido no poder detém uma maioria no Congresso, a aprovação do projeto de lei é considerada provável.

    Você acha que a decisão do México de impor uma tarifa de 50% sobre carros chineses é justificada? Compartilhe sua opinião sobre o impacto dessa medida no mercado de carros.

    Leia aqui: Acordo de Trump dá vantagem aos carros japoneses e pressiona montadoras europeias

     



    Fonte: Garagem 360

  • Uber é obrigado a levar 4 passageiros? Mudança nas regras gera polêmica entre motoristas

    Uber é obrigado a levar 4 passageiros? Mudança nas regras gera polêmica entre motoristas

    Desde que a Uber anunciou a permissão de até quatro passageiros por viagem, incluindo o banco dianteiro, a mudança tem gerado mais confusão do que soluções.

    A flexibilidade de permitir grupos maiores está sendo vista de maneiras diferentes por motoristas e passageiros, criando um verdadeiro embate sobre a segurança, conforto e as expectativas de ambos.

    Mas afinal, a Uber é realmente obrigada a transportar quatro passageiros em todas as situações? E o que isso significa para o seu trajeto?

    Acompanhe o Garagem360 e veja como essa mudança nas regras pode impactar suas viagens no futuro.

    Uber é obrigado a levar 4 passageiros? Entenda as regras

    Ainda que a nova política da Uber tenha liberado a possibilidade de até quatro passageiros, a realidade não é tão simples. A empresa não obriga os motoristas a aceitar quatro passageiros em qualquer circunstância.

    Isto é, o motorista ainda tem o direito de recusar viagens, desde que o motivo seja legítimo,  como preocupações com segurança ou desconforto com o número de ocupantes.

    Ou seja, a regra que permite a inclusão do banco da frente e quatro pessoas no total foi uma flexibilização, mas ainda não é uma obrigatoriedade para os motoristas.

    A regra é clara, mas a prática é outra:

    • Motoristas têm o direito de recusar corridas: se houver um motivo válido (como falta de conforto ou segurança).

    • Cancelamentos em alta: muitos motoristas têm cancelado viagens com quatro passageiros devido à pressão extra.

    • Penalidades para motoristas: caso o motorista recuse uma corrida sem motivo justificado, ele pode sofrer penalidades aplicadas pela Uber.

    Quais os impactos para motoristas e passageiros?

    A introdução dessa política gerou um efeito colateral inesperado: a resistência por parte dos motoristas. Embora a ideia fosse aumentar a comodidade para os passageiros, muitos motoristas veem a mudança com olhos críticos.

    Por que essa mudança tem causado desconforto entre motoristas?

    • Preocupações com a segurança: a presença de um passageiro no banco da frente pode ser desconfortável, principalmente em um momento em que as normas de segurança aumentaram.

    • Aumento de cancelamentos: muitos motoristas estão simplesmente recusando viagens com mais passageiros, aumentando as chances de frustração para os usuários.

    • Dificuldade de adaptação: para alguns motoristas, a mudança na dinâmica de transporte ainda é um ajuste difícil.

    Mas o que os usuários têm a dizer sobre isso? Apesar de toda a flexibilidade oferecida, os passageiros têm se queixado de aumento de cancelamentos e de taxas extras quando viajam com quatro pessoas.

    A esperança era que a mudança facilitasse a experiência de grupos, mas a realidade está sendo bem diferente.

    O que fazer quando o motorista recusa a corrida?

    Aqui estão algumas dicas práticas para minimizar frustrações ao tentar embarcar com mais de três passageiros:

    • Revise a solicitação: ao pedir sua corrida, sempre verifique o número de passageiros indicado.

    • Considere alternativas: caso a Uber não esteja colaborando, o aplicativo 99 pode ser uma opção.

    • Reporte comportamentos inadequados: se o motorista recusar sem justificativa, utilize a função de reporte do aplicativo.

    Por fim, em alguns casos, pode ser mais simples dividir a viagem com outro passageiro para evitar contratempos.

    Agora, queremos saber a sua opinião! Você já passou por alguma situação parecida? O que acha dessa mudança nas regras da Uber? Deixe seu comentário abaixo e compartilhe sua experiência conosco!

    Aproveite para conferir: Mercedes desenvolve carregamento ultrarrápido para carros elétricos



    Fonte: Garagem 360

  • BMW em até 24x sem juros + bônus no usado; como aproveitar?

    BMW em até 24x sem juros + bônus no usado; como aproveitar?

    Se você está em busca do carro dos seus sonhos e não quer abrir mão do luxo, conforto e desempenho, a BMW em até 24x sem juros com bônus no usado pode ser a oportunidade perfeita.

    Não é todo dia que a marca oferece um financiamento tão atrativo, principalmente com condições tão facilitadas. Pensando nisso, preparamos um guia completo para você entender como aproveitar ao máximo esse benefício.

    Acompanhe o Garagem360 e veja mais detalhes sobre esse financiamento imperdível!

    Como funciona o financiamento BMW em até 24x sem juros?

    A BMW Serviços Financeiros traz uma proposta inovadora para quem sonha em dirigir um dos modelos mais exclusivos do mercado.

    Com a possibilidade de financiar o BMW X1 em até 24 vezes sem juros, a marca proporciona um acesso ainda mais facilitado ao luxo e à qualidade que ela oferece.

    Detalhes do financiamento:

    • Modelo: BMW X1 sDrive20i M Sport

    • Preço sugerido: R$ 383.950 à vista

    • Entrada: 60% do valor (aproximadamente R$ 230.370)

    • Parcelamento: 24 vezes de R$ 8.173

    • Taxa de juros: 0,99% ao mês

    • CET (Custo Efetivo Total): 16,83% a.a.

    • Benefícios inclusos: 3 anos de BMW Service Inclusive Plus e 3 anos de garantia BMW.

    Além disso, a BMW Serviços Financeiros inclui no pacote o upgrade do plano de manutenção BMW Service Inclusive Plus. Esse upgrade garante a manutenção e peças inclusas por 3 anos ou 40.000 km, o que ocorrer primeiro, em qualquer concessionária autorizada BMW.

    Ou seja, você terá menos preocupação com manutenção e mais tempo para aproveitar o seu carro.

    Foto: divulgação

    Vale a pena trocar seu carro usado no financiamento BMW?

    Se você tem um carro usado, a BMW oferece a possibilidade de incluir o bônus no usado, facilitando ainda mais a entrada do seu novo BMW.

    Mas será que é a hora certa de trocar o carro? Isso depende de vários fatores, como o estado do seu veículo, o valor de mercado e o quanto você quer investir no modelo novo.

    Se você está com um carro que já não oferece mais a segurança e os custos de manutenção começaram a pesar, essa pode ser a sua chance de dar um upgrade.

    Além disso, ao incluir o bônus no seu carro usado, você reduz o valor da entrada e facilita o acesso ao financiamento.

    Dicas para quem deseja trocar o carro usado:

    • Avalie o estado do seu carro: carros bem conservados ou quase novos têm maior valor de mercado.

    • Considere o custo da manutenção: se o seu carro está exigindo muitos gastos com manutenção, a troca pode ser uma solução inteligente.

    Por fim, não esqueça de comparar o valor do seu carro com o preço de venda de modelos similares.

    Aproveite para conferir: Volkswagen em negociações com Trump para evitar tarifas bilionárias

    Comente abaixo: Já tem um BMW ou está considerando essa oportunidade? Acha que vale a pena? Queremos saber sua opinião sobre o financiamento! 



    Fonte: Garagem 360

  • Shell promete recarregar carros elétricos em menos de 10 minutos com nova tecnologia

    Shell promete recarregar carros elétricos em menos de 10 minutos com nova tecnologia

    A Shell, uma das maiores petrolíferas do mundo, está investindo em tecnologia para revolucionar o carregamento de veículos elétricos (VEs). Em parceria com a britânica RML Group, a empresa busca reduzir o tempo de recarga de 10% a 80% para menos de 10 minutos, um avanço significativo para a indústria.

    Shell promete recarregar carros elétricos em menos de 10 minutos com nova tecnologia

    A grande inovação não está no carregador, mas sim no resfriamento da bateria do veículo. A Shell desenvolveu um novo tipo de fluido térmico, descrito como “gás-líquido”, que flui diretamente entre os módulos da bateria.

    Esse método é mais eficiente para controlar a temperatura, permitindo que a bateria suporte velocidades de carregamento mais altas por mais tempo.

    A tecnologia está em fase de teste e foi aplicada em uma bateria de 34 kWh. O objetivo, segundo a Shell, é possibilitar a criação de carros elétricos mais leves e aerodinâmicos, que seriam capazes de recuperar cerca de 24 km de autonomia por minuto de recarga.

    Shell promete recarregar carros elétricos em menos de 10 minutos com nova tecnologia – Foto: Shell

    Isso mudaria completamente a experiência de dirigir um VE, tornando as paradas para recarga mais rápidas e menos frequentes.

    A busca por um carregamento mais rápido e maior eficiência é crucial para o futuro dos veículos elétricos, já que pode ajudar a reduzir o tamanho, peso e custo das baterias. No entanto, a implementação dessa tecnologia exigirá mudanças significativas na forma como os carros elétricos são projetados hoje, então, ainda vai levar um tempo para vermos essa inovação nas ruas.


    E você, acredita que essa tecnologia da Shell pode ser o futuro do carregamento de carros elétricos? Deixe sua opinião nos comentários.

    Leia aqui: Mercedes desenvolve carregamento ultrarrápido para carros elétricos



    Fonte: Garagem 360