Autor: automoveis

  • Anfir promove rodada de negociação na Argentina

    Anfir promove rodada de negociação na Argentina

    No embalo do crescimento das exportações de caminhões brasileiros para a Argentina, a Anfir, Associação Nacional dos Fabricantes de implementos Rodoviários e a ApexBrasil, Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimento promovem este mês, entre os dias 16 e 18, uma rodada de negócios no país vizinho.

    No contexto do programa MoveBrasil, de promoção de exportação de implementos rodoviários, peças e demais componentes, o  evento terá a presença de 37 empresas brasileiras.

    “A Argentina é um dos mais significativos parceiros comerciais do setor de implementos rodoviários, com várias empresas do setor já atuando no mercado local”, destaca Jose Carlos Sprícigo, presidente da Anfir. “A Rodada de Negócios é a oportunidade para aprofundarmos parcerias e conquistarmos novos contratos”.

    Esta é a primeira vez que o programa MoveBrazil faz uma ação de promoção voltada para o mercado Argentino (Montadoras de caminhões triplicam exportações para a Argentina).

    A missão será realizada na cidade de Córdoba, no dia 16, e em Buenos Aires, nos dois dias seguintes. A embaixada do Brasil em Buenos Aires cedeu seu espaço de eventos (auditório e foyer) para a realização da rodada de negócios.

    As 37 empresas que seguem para a Argentina na semana que vem são: Brasfit, Braslux, Catarina, Comlink, Frigo King, Facchini, Forbal, Joinville, Germani, Grimaldi, Guerra, Hallco, Hubner, Hyva do Brasil, Ibiporã Implementos Rodoviários, Labor, Librelato, Manos, Marrucci, Metalesp, Rivertec, Metanox, MGN, Moderna, Morumbi, Randon, RAV Componentes, Rhodoss, Rodovale, Rossetti, Sansuy, Silpa, Thermo Star, Unylaser e Zurlo.


     



    Fonte: Auto Industria

  • Montadoras de caminhões triplicam exportações para a Argentina

    Montadoras de caminhões triplicam exportações para a Argentina

    A retomada do mercado automotivo argentino ao longo deste ano tem beneficiado não só os fabricantes brasileiros de carros e comerciais leves como também os de pesados.

    A venda de caminhões para o país vizinho praticamente triplicou este ano, com 11 mil embarques de janeiro a agosto frente a apenas 4 mil no mesmo período de 2024. Com tal desempenho, a Argentina está respondendo agora em 2025 por 45% dos negócios das montadoras de pesados.

    No cômputo geral do setor, as vendas para outros países cresceram 55,9% este ano, para 378.249 veículos, conforme revelou o presidente da Anfavea, Igor Calvet, que atribui ao desempenho extremamente positivo das exportações o aumento de 6% na produção de veículos no Brasil (Produção de veículos cresce graças às exportações).

    Só em agosto as exportações atingiram 57,1 mil unidades, melhor resultado desde junho de 2018. O volume representou alta de 19,3% sobre julho e de 49,3% sobre o mesmo mês do ano passado. Incluindo leves e pesados, a Argentina responde por 59% dos embarques no ano, índice que em 2024 era de 36%.

    Ao revelar que a produção só cresceu nos últimos meses devido à maior presença das associadas no mercado externo, o presidente da Anfavea lembrou que o mercado interno já está em retração no segmento de caminhões e comerciais leves, assim como no varejo de automóveis.

    Pelos números da entidade, a exportação tem compensado em parte a desaceleração no mercado de veículos leves, o que já não corre nos caminhões que, em agosto, teve a primeira queda de produção no acumulado do ano (Segmento de caminhões retrata cenário cada vez mais desafiador)

    Os comerciais em geral, tanto leves como pesados, são mais afetados pelo juro alto do que os automóveis, embora já haja sinais de que a meta de crescimento de 5% no mercado interno este ano possa não se concretizar por causa da disponiblidade mais limitada de crédito.


    Foto: Divulgação/VWCO



    Fonte: Auto Industria

  • BYD vai lançar SUV de luxo com motor de 912 cavalos

    BYD vai lançar SUV de luxo com motor de 912 cavalos

    A BYD, por meio de sua marca premium Denza, acaba de apresentar o novo Denza N9 2026, um SUV de luxo híbrido plug-in que promete agitar o mercado de veículos premium. Com uma impressionante potência de 912 cavalos, o modelo combina um design sofisticado com um desempenho de tirar o fôlego.

     

    BYD vai lançar SUV de luxo com motor de 912 cavalos

    O lançamento oficial está marcado para 17 de setembro, mas as imagens e especificações já foram divulgadas, revelando uma série de novidades.

    O N9 2026, que já está disponível na China com preços a partir de 389.800 yuans (cerca de R$ 295 mil), chega com a proposta de oferecer uma experiência completa de luxo e tecnologia. As novidades incluem opções de pintura em dois tons, como o “Ouro Jade Púrpura” e o “Ouro Elegante Vermelho”, que destacam o design elegante do SUV.

    O interior do Denza N9 é um show à parte. A cabine, com configuração de seis lugares (2+2+2), foi projetada para o máximo conforto e conveniência. O modelo conta com três telas de alta resolução no painel, incluindo uma tela de controle central de 17,3 polegadas e uma tela para o passageiro dianteiro de 13,2 polegadas. 

    SUV da BYD Denza N9 – Foto: Divulgação

     

    Para completar a experiência tecnológica, o SUV é equipado com um AR-HUD de 50 polegadas (Head-Up Display com realidade aumentada) e um sistema de áudio Devialet com 26 alto-falantes.

    Os bancos oferecem um nível de luxo inigualável, com funções de aquecimento, ventilação e massagem em todas as fileiras. O passageiro da frente desfruta de um assento com gravidade zero, enquanto os passageiros da segunda fileira contam com mesas, carregadores sem fio e até um frigobar embutido.

    SUV da BYD Denza N9 – Foto: Divulgação

    Desempenho de superesportivo

    O grande destaque do Denza N9 2026 é seu conjunto mecânico. O SUV é impulsionado por um sistema híbrido plug-in que combina um motor 2.0 turbo a gasolina com três motores elétricos. O resultado dessa união é uma potência total de 912 cavalos (680 kW), que permite ao N9 ir de 0 a 100 km/h em apenas 3,9 segundos, um tempo de aceleração digno de um carro esportivo.

    A autonomia também é impressionante: o modelo pode rodar até 202 km no modo 100% elétrico e sua autonomia combinada chega a 1.302 km com o tanque de combustível cheio.

    SUV da BYD Denza N9 – Foto: Divulgação

    O que você achou deste SUV híbrido de luxo? Acha que ele faria sucesso no Brasil? Deixe sua opinião nos comentários.

     



    Fonte: Garagem 360

  • Pela primeira vez, Brasil importa mais da China do que da Argentina

    Pela primeira vez, Brasil importa mais da China do que da Argentina

    Esse aumento de importação refere-se ao mês passado e deve ser revertido nos próximos meses. Argentina é o maior cliente das exportações brasileiras, enquanto obviamente o Brasil nada exporta em veículos para a China.

    No entanto, o cenário mudará com o início de produção no País da GWM, BYD e GM (em novembro, no Ceará, com a Comexport que iniciará a montagem do chinês Spark, onde já se fabricou o SUV Troller).

    A fabricação de modelos chineses no Brasil começa no regime SKD, veículos semidesmontados e praticamente sem conteúdo nacional, porém este crescerá de forma paulatina.

    Enquanto isso, o mercado de veículos novos continua sinalizando crescimento menor do que o previsto no início do ano. O presidente da Anfavea, Igor Calvet, atribuiu às taxas de juros altas que impactam nas prestações dos financiamentos.

    Nos oito primeiros meses deste ano emplacaram-se 1,668 milhão de unidades de veículos leves e pesados resultado apenas 2,8% acima deste mesmo período do ano passado. A associação ainda não mudou a estimativa de aumento de 5% nas vendas de 2025 frente a 2024. Historicamente o segundo semestre costuma ser mais positivo que o primeiro.

    O mercado de caminhões já engatou a marcha à ré, contudo o programa Carro Sustentável tem apresentado bons resultados: os seis modelos habilitados de cinco marcas cresceram 26% em relação ao mesmo período do ano passado. No entanto, são carros que deixam baixa margem aos fabricantes e tendem a perder um pouco de fôlego nas vendas. Aquele programa se encerra no final de 2026, quando começa a reforma tributária e o IPI será extinto.

    Participação de mercado nos primeiros oito meses deste ano de automóveis e comercias leves: gasolina, 4,6%; híbridos, 4%; híbridos plugáveis, 3,5%; elétricos, 2,9%; diesel, 10,2% e flex, 74,8%.

    Chama atenção a baixa taxa de aceitação de elétricos que terminaram o ano passado com 2,5% de penetração e este ano subiram para apenas 2,9%, mesmo com imposto de importação como subsídio direto. Espera-se uma melhora, quando avançar a sua produção nacional.

    Linha 2026 chega para Citroën e Peugeot

    Novidade é a versão XTR para o C3 e o Aircross. Têm um apelo levemente aventureiro e, de acordo com o fabricante, chegam mais robustos. Os pneus de uso misto são Pirelli Scorpion de 15 e 17 pol., respectivamente, para os dois modelos. Ambos receberam filetes verdes nas laterais. Em relação com a natureza a costura dos bancos também é verde.

    O C3 XTR manteve o motor atual 1-L Firefly de três cilindros sem alterações: 75 cv (E)/71 cv (G); 10,7 kgf·m (E) e 9,8 kgf·m (G). Preço: R$ 88.990. Em avaliação inicial, no Rio de Janeiro (RJ), pouco se notou em relação aos pneus, mas um detalhe foi reformulado: a posição dos acionadores dos vidros traseiros, no console central, agora também ficam na porta do motorista.

    Aircross XTR está disponível apenas na versão de 7 lugares (R$ 129.990). Motor 1-L turbo de três cilindros manteve 130 cv (E)/125 cv (G) e 20,4 kgf·m (E/G). Câmbio automático CVT, sete marchas. No percurso de teste, por ser maior e mais pesado, inclina mais em curvas e assim um pouco menos dinamicamente confortável.

    O Basalt estreia a versão Dark Edition com acabamentos escurecidos e detalhes em vermelho no defletor e na costura dos bancos. Motor é o mesmo do Aircross e o preço R$ 114.990.

    Novidade nos Peugeot 208 GT T200 Hybrid e 2008 GT T200 Hybrid (mesmo motor do Citroën) é o sistema híbrido básico (semi-híbrido) que estreou nos Fiat Pulse e Fastback em novembro de 2024.

    Há redução de até 10% no consumo de combustível no ciclo urbano e até 8% a menos em emissões.

    Trata-se de um alternador/motor de arranque de 3 kW (4 cv), que alimenta a bateria comum de chumbo-ácido e a bateria de íon de lítio de 11 A·h do sistema híbrido básico. Motor é desligado em paradas e religado automaticamente de forma suave e silenciosa. O sistema só não entra em funcionamento se o ar-condicionado estiver em processo de climatizar a cabine.

    Em ambos os modelos há novos faróis de LED e DRL verticais, além de grades específicas.

    Preços: 208, de R$ 91.990 a 126.990 e 2008, de R$ 133.390 a R$ 162.990.

     

    Golf GTI só por encomenda para março 2026

    Volkswagen montou uma estratégia diferente para comercializar a versão mais potente do Golf, depois de seis anos de ausência do modelo. O GTI Experience Club vai abrigar os compradores que terão de ser ex-proprietários de versões GTS, GLI e GTI ou já possuam qualquer outra marca de modelos esportivos do grupo alemão.

    Os futuros proprietários devem dar uma entrada de 10%, a partir de agora, e as entregas serão em março de 2026. O GTI de oitava geração e meia (com pequenas alterações) custa R$ 430.000 com o clássico estofamento xadrez e R$ 445.000 com estofamento em couro especial, além de bancos dianteiros com resfriamento e aquecimento.

    Essa versão será oferecida com as devidas modificações para estradas e ruas do País. Pelo menos de início a Volkswagen pede direito de recompra, quando o proprietário for vendê-lo. Motor 2-L entrega 245 cv e 37,7 kgf·m.

    O GR Corolla, também importado, custa entre R$ 416.990 (versão Core) e R$ 461.880 (versão Circuit). Diferença de potência é grande, 304 cv, mas o torque exatamente igual 37,7 kgf·m e a tração 4×4.

    O japonês tem câmbio manual de seis marchas, enquanto o alemão dispõe de um automatizado de sete marchas e dupla embreagem. Outro japonês é o Civic Type R: 297 cv, 42,8 kgf·m, também com câmbio manual de seis marchas, R$ 434.900.

    Primeiro contato com o Golf GTI foi muito breve, na pista do aeroporto de São Joaquim da Barra (SP). Mas a essência esportiva do modelo está presente, além da robustez do conjunto que sempre o marcou. Posição ao volante muito boa e o banco bem firme sem causar desconforto.

    A tela multimídia de 12,9 pol. tem ótima definição, apoio perfeito para o pé esquerdo e alavanca seletora de câmbio do tipo joystick, além de carregador de celular por indução. Motor apresenta ronco discreto e respostas imediatas, embora inferior aos dois concorrentes orientais. Aceleração 0 a 100 km/h em 6,1 s.

    Picape média Poer da GWM estreia com bom preço

    Objetivo é tornar-se alternativa viável dentro de um dos segmentos mais disputados do mercado. Poer P30 estreia com motor 2,4 L, turbodiesel, 184 cv, 48,9 kgf·m, câmbio automático de nove marchas, além de tração configurável em 4×2, 4×4 High e 4×4 Low.

    A cabine tem central multimídia de 14,6 pol., câmeras 360° e bancos dianteiros climatizados. Destaque para condução semiautônoma nível 2+.

    Dimensões um pouco maiores que as da Toyota Hilux: comprimento, 5.416 mm; entre-eixos, 3.230 mm; largura, 2.107 mm; altura, 1.884 mm; vão livre do solo, 227 mm, caçamba, 1.135 L; massa em ordem de marcha, 2.050 kg.

    Primeiras impressões da picape média chinesa foram em um percurso de aproximadamente 50 km nos arredores de São Francisco do Sul (RS). O teste off-road mesclou trechos de lama, subidas íngremes e passagens estreitas, o que exigiu robustez mecânica e recursos de tração eficientes.

    No terreno mais difícil, surpreendeu pela facilidade em superar obstáculos. O motor entregou desempenho bom (embora abaixo de concorrentes com mais de 200 cv) desde baixas rotações e nível baixo de ruído.

    Com modos High e Low, o conjunto de tração 4×4 mostrou disposição em condições críticas. As suspensões filtraram bem os impactos, mesmo em situações de maior exigência.

    O sistema de câmeras ajudou na visualização em espaços estreitos, enquanto os modos de condução facilitaram a adaptação da picape ao tipo de piso.

    Dentro da cabine com bom acabamento, o conforto não ficou em segundo plano, particularmente o isolamento acústico. No geral proporcionou uma experiência adaptada ao uso severo no Brasil e pronta para uma concorrência de mercado desabrida.

    Preço: R$ 240.000 a R$ 260.000.


    Fotos: Divulgação



    Fonte: Auto Industria

  • Bajaj amplia capacidade produtiva em Manaus

    Bajaj amplia capacidade produtiva em Manaus

    A fabricante de motocicletas de origem indiana inicia nova fase no País com o aumento de capacidade de produção na fábrica no Polo Industrial de Manaus (AM). Para a expansão, a unidade recebe aporte de US$ 10 milhões, além de internalizar processos de soldagem e de pintura com a Bendsteel e a Galvasistem, respectivamente.

    Com o investimento e as novas parcerias, a fábrica da Bajaj passa a ter capacidade para 200 motocicletas/dia ou 48 mil/ano. O aumento representa mais que o dobro de quando iniciou as atividades na unidade manauara, em 2024, de 20 mil/ano, volume alcançado nos últimos oito meses, período no qual montou 19.545 unidades.

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    “Nosso crescimento no Brasil tem superado todas as expectativas. Em pouco tempo, conquistamos a confiança dos motociclistas brasileiros, que encontram em nossos produtos qualidade, design, tecnologia e ótimo custo-benefício”, resume em nota Waldyr Ferreira, diretor da Bajaj do Brasil. “A expansão da capacidade produtiva reforça nosso compromisso de longo prazo com o mercado e com o desenvolvimento do setor no País.”

    Na operação de Manaus são realizados os processos de preparação de kits, montagem de motores e motocicletas, controle de qualidade, embalagem e expedição. Atualmente, a unidade conta com aproximadamente 200 colaboradores.


    Foto: Divulgação Bajaj



    Fonte: Auto Industria

  • Produção de motos em agosto é a maior desde 2011

    Produção de motos em agosto é a maior desde 2011

    Com a produção de 185.952 unidades em agosto, as fabricantes instaladas no Polo Industrial de Manaus (PIM) atingiram 1.326.963 motocicletas no acumulado do ano, o que representa expansão de 12,5% em relação ao mesmo período de 2024.

    Segundo a Abraciclo, foi o melhor agosto desde 2011. A produção no mês foi 13,4% superior à de agosto de 2024 e 32,6% acima da registrada em julho, quando a maioria das montadoras concedeu férias coletivas em suas instalações manauenses.

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    O volume dos primeiros oito meses do ano configura o melhor desempenho dos últimos 14 anos e o terceiro melhor da história do setor para o período.

    Marcos Bento, presidente da Abraciclo, diz que os números reforçam a crescente presença do veículo na rotina dos brasileiros: “A demanda vem aumentando em todo o País. São pessoas que utilizam a motocicleta para seus deslocamentos diários ou ainda profissionalmente, como instrumento de trabalho e geração de renda”.

    Na avaliação do executivo, a motocicleta se consolidou no Basil “como um meio de transporte acessível, eficiente e alinhado às necessidades da mobilidade urbana”.

    Por conta desse tipo de demanda, os modelos de baixa cilindrada continuam liderando a produção nacional, respondendo por quase 80% do total fabricado em Manaus.

    Foram exportadas em agosto 2.942 motocicletas, queda de 11,9% em relação ao mesmo mês de 2024 e alta de 9,8% frente a julho. No acumulado do ano, foram 24.232 embarques, crescimento de 9,3% no comparativo interanual.


    Foto: Diovulgação/Honda



    Fonte: Auto Industria

  • GWM lança Poer P30; picape é 100% a combustão e parte de R$ 220.000

    GWM lança Poer P30; picape é 100% a combustão e parte de R$ 220.000

    A GWM lançou sua primeira picape média para o mercado brasileiro. A Poer P30 será comercializada em duas versões: Trail e Exclusive. Os preços partem de R$ 220 mil e sofrerão ajustes ao longo do mês de setembro. 

    A configuração Exclusive será vendida por R$ 240 mil a partir de 10 de agosto (os compradores da pré-reserva ganharão Santo Antônio, trava antifurto do estepe e capota marítima). No próximo dia 20, a picape chegará ao valor de R$ 260 mil. O mesmo acontece com a configuração Trail, vendida inicialmente por R$ 220 mil e chegando aos R$ 240 mil na mesma data. 

    Conheça as específicações da Poer P30

    A caminhonete média da GWM não tem eletrificação no sistema. O motor é um 2.4 biturbo de 184 cv e 48,9 kgfm de torque. Com transmissão automática de 9 velocidades, a picape atinge os 100 km/h em 11,2 segundos. 

    Com 78 litros de capacidade para diesel, a Poer P30 tem uma autonomia superior aos 800 quilômetros. No ciclo urbano, as médias são de 9,5 km/l e 10,6 km/l no rodoviário. 

    • Comprimento: 5.416 mm;
    • Largura: 1.947 mm;
    • Altura: 1.886 mm;
    • Entre-eixos: 3.230 mm;
    • Capacidade de carga: 1.018 kg (Trail) | 1.010 kg (Exclusive);
    • Volume da caçamba: 1.248 L;
    • Profundidade de travessia: 50 cm;
    • Ângulo de entrada: 27º;
    • Ângulo de saída: 25º;
    • Altura mínima do solo: 22,7 cm.

    A picape também tem um sistema preparado para terrenos fora de estrada. Tem tração 4×2, 4×4 e 4×4 com reduzida e bloqueio de diferencial traseiro. As mudanças podem ser feitas por meio de um seletor de modos de condução. 

    A suspensão da picape é composta por feixe de mola, amortecedor e eixo rígido (conjunto tradicional de várias picapes desta categoria). 

    Entre itens de conforto e tecnologia, por dentro, a Poer P30 é equipada com tela de instrumentos de 10,25 polegadas e multimídia de 14,6”, com pareamento sem fio. Há também carregador por indução de 50W para celulares, no console central, mas a picape fica devendo na climatização para o smartphone. 

    O acabamento do painel mescla o plástico com soft touch, assim como nas portas dianteiras. Os bancos do motorista e passageiro também contam com ajustes elétricos, o que facilita a encontrar uma posição ideal. 

    Um ponto positivo é que a Poer tem um sistema para minimizar os ruídos. A carroceria incorpora 10 pontos estratégicos com painéis laminados e a propagação das vibrações é interrompida através de cavidades estruturais pela carroceria.

    O sistema funciona bem e a picape tem um baixo nível de ruído, mesmo em velocidades mais altas e em chão de terra batida.   

    Entre itens de segurança, a Poer P30 vem equipada com seis airbags e com ADAS nível 2+:

    • Controle de Cruzeiro Adaptativo;
    • Assistente de Permanência em Faixa (Alerta | Correção);
    • Frenagem de Emergência Autonôma (Pedestres | Ciclistas | Veículos);
    • Assistente de Cruzamentos (Alerta | Frenagem);
    • Frenagem de Emergência Autonôma (Pedestres | Ciclistas | Veículos);
    • Tráfego Traseiro Cruzado (Alerta | Frenagem).

    Preços e cores 

    A caminhonete média da GWM será, inicialmente, importada. A previsão é que já no último trimestre seja iniciada as entregas nacionais, com a produção acontecendo em Iracemápolis (SP). 

    • Poer P30 Exclusive – R$ 240.000 (reserva antecipada) | R$ 260 mil (após 20 de setembro);
    • Poer P30 Trail – R$ 220.000 (reserva antecipada) | R$ 240 mil (após 20 de setembro).

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    Fonte: CNN Brasil Auto

  • Versão 2026 da picape da Honda chega aos EUA e Canadá, mas o Brasil segue de fora dos planos

    Versão 2026 da picape da Honda chega aos EUA e Canadá, mas o Brasil segue de fora dos planos

    A Honda acaba de anunciar a chegada da linha Ridgeline 2026 ao mercado canadense, reforçando sua aposta no segmento de picapes. Com um visual robusto e o motor V6 a gasolina de 3.5L, o modelo se destaca pela versatilidade e pelo conforto, mas a notícia deixa um sabor amargo para o público brasileiro, que segue sem qualquer previsão de receber a picape.

    Honda Ridgeline 2026

    A Ridgeline 2026 chega com uma nova cor exclusiva, a Verde Cinza Metálico, disponível para a versão TrailSport. A picape mantém o motor V6, que entrega 280-285 cavalos de potência e 36 kgfm de torque, acoplado a uma transmissão automática de nove marchas e tração integral.

    Essa configuração promete bom desempenho tanto na estrada quanto em terrenos mais desafiadores.

    Honda Ridgeline 2026 – Foto: Divulgação

    Os preços da nova Honda Ridgeline no Canadá mostram que o modelo se posiciona em um patamar premium. Confira a conversão dos valores para o real

    Versão Preço (dólar) Preço (em reais)
    Sport US$ 52.990 R$ 286.146,00
    TrailSport US$ 56.490 R$ 305.046,00
    Black Edition US$ 58.990 R$ 318.546,00

    O vice-presidente da Honda Canadá, Emile Korkor, elogiou o modelo, destacando que a Ridgeline oferece “capacidade de carga útil e reboque, sem comprometer a qualidade superior de condução” graças à sua construção monobloco.

    Honda Ridgeline 2026 – Foto: Divulgação

    Por que o Brasil não entra nos planos?

    Apesar do sucesso da Honda em diversos segmentos no Brasil, a chegada de uma picape como a Ridgeline parece improvável. O mercado brasileiro de picapes é dominado por modelos com chassi de longarinas, como a Toyota Hilux, a Ford Ranger e a Chevrolet S10.

    A Ridgeline, com sua construção monobloco (semelhante à de um carro de passeio), compete em uma categoria diferente, focada em conforto e versatilidade, e não no uso pesado de trabalho. Além disso, a importação de um veículo com valores acima de 300 mil reais seria inviável para competir com as picapes já estabelecidas no mercado.

    Enquanto os consumidores canadenses celebram a chegada da nova Ridgeline, o público brasileiro continuará esperando por um modelo de picape que se adapte às particularidades e demandas do país.


    E você, acha que a Honda Ridgeline seria um sucesso no Brasil? Deixe sua opinião nos comentários.

    Leia aqui: Honda pode ganhar uma nova picape em parceria com a Nissan



    Fonte: Garagem 360

  • Ford em alerta: o que está por trás do recall de 1,5 milhão de veículos?

    Ford em alerta: o que está por trás do recall de 1,5 milhão de veículos?

    A Ford, uma das maiores montadoras do mundo, está em uma situação delicada, com nada menos que 1,5 milhão de veículos em processos de recall nos últimos meses. Mas o que está acontecendo com a gigante automotiva? O grande número de chamados levanta preocupações e questiona os padrões de qualidade e segurança da empresa.

    Ford em alerta: o que está por trás do recall de 1,5 milhão de veículos?

    O problema mais recente afeta modelos populares como o SUV Explorer e a picape F-150, que tiveram falhas no eixo de transmissão e no sistema de freios, respectivamente.

    O chamado para a Explorer envolve cerca de 250 mil unidades na América do Norte, e a falha no eixo de transmissão pode causar perda de controle do veículo. Já o recall da F-150, com cerca de 1,3 milhão de unidades, é relacionado a um software de freio que pode não funcionar corretamente em certas condições.


    Ford em alerta: o que está por trás do recall de 1,5 milhão de veículos? – Foto: Divulgação

    Especialistas e analistas do setor apontam que a pressa em lançar novos modelos e a alta demanda podem ter levado a Ford a comprometer o controle de qualidade. A transição para a produção de veículos elétricos e a incorporação de novas tecnologias também podem ser fatores, uma vez que novos sistemas e componentes podem apresentar falhas inesperadas.

    O vice-presidente de qualidade da Ford, Jim Farley, reconheceu em um comunicado que a empresa precisa melhorar seu desempenho e “acertar a qualidade de forma consistente”.

    A empresa já anunciou um plano de melhoria e investiu em novas ferramentas e processos de controle para garantir a segurança dos veículos.

    A segurança em primeiro lugar

    O recall, apesar de ser um inconveniente para os proprietários, é uma medida crucial de segurança. Quando uma montadora identifica um problema que pode colocar a vida dos motoristas e passageiros em risco, ela é obrigada a emitir um recall para corrigir a falha gratuitamente. Ignorar o chamado pode trazer sérias consequências.

    Por isso, se você tem um carro da Ford, é importante verificar se seu modelo está na lista dos recalls. A montadora disponibiliza em seu site oficial uma ferramenta de consulta por número de chassi (VIN), e você também pode agendar a manutenção na concessionária mais próxima.

    A Ford está investindo em melhorias e tentando recuperar a confiança de seus clientes. Mas a pergunta que fica é: será que a empresa conseguirá reverter essa situação e garantir que seus veículos sejam sinônimos de qualidade e segurança novamente?


    Se você é proprietário de um veículo da Ford, já verificou se o seu carro precisa de recall? Compartilhe sua experiência nos comentários.

    Leia aqui: Ação coletiva contra a Ford: Motor V8 5.0L da F-150 estaria consumindo muito óleo



    Fonte: Garagem 360

  • Com 10 anos de garantia, GWM Poer não veio a passeio

    Com 10 anos de garantia, GWM Poer não veio a passeio

    De São Francisco de Paula, RS

    De estilo de atuação mais comedido com relação a outras marcas chinesas que por aqui têm desembarcado e com o discurso de que o importante é ter participação de mercado consistente e sustentável ao longo do tempo, a GWM inicia sua trajetória com montadora local mexendo, pode-se dizer, em um dos atuais maiores “vespeiros” do mercado interno.

    Até o fim do ano, a fábrica de Iracemápolis, SP, inaugurada há um mês com a montagem do SUV Haval H6, começará a fabricar também a picape Poer P30, mas que, desde esta quarta-feira, 10, já pode ser comprada em rede de mais de uma centena de concessionárias e canais digitais importada da China.

    Preços, conteúdo tecnológico e equipamentos de série antecipam a disposição da GWM para, no mínimo, gerar desconforto nos departamentos de marketing da meia dúzia de concorrentes que têm brigado instensamente e cada vez mais por clientes altamente exigentes.

    Com motor 2.4 turbo diesel de 184 cv, tração 4×4, transmissão automática de 9 marchas e  — importante! — garantia de 10 anos, a Poer P30 é oferecida em duas versões. A de entrada, Trail, com preço sugerido de R$ 240 mil e a topo de linha Exclusive, por R$ 260 mil.

    Mas, promocionalmente, até o próximo dia 20, os valores são significativamente menores: R$ 220 mil e R$ 240 mil, respectivamente.

    De qualquer modo, os preços definitivos são de 10% a 15% menores do que de versões equivalentes das picapes médias que mais vendem e que são apontadas por André Leite, diretor de Marketing e Produto da GWM: Toyota Hilux, Ford Ranger, Mitsubishi Triton e Chevrolet S10, modelos que, somados, acumulam perto de 83 mil licenciamentos em oito meses de 2025.

    Mas, consideradas todas as picapes montadas sobre chassi, com capacidade de carga em torno de 1 tonelada e motorização diesel, há pelo menos mais dois ou três modelos.

    O segmento total, na verdade, está em pouco mais de 94 mil unidades emplacadas de janeiro a agosto — ante 87 mil de igual período do ano passado — e superou 143 mil ao longo de todo 2024.

    Leite, entretanto, não esconde que a maior referência é mesmo a picape da Toyota, líder do segmento há anos. Com 32 mil licenciamentos, a Hilux responde por praticamente um terço das vendas em 2025 e volta e meia é citada em pesquisas como a melhor picape média, sobretudo com relação à confiabilidade e robustez.

     

    O executivo não revela qual o objetivo de vendas perseguirá, mas admite que a ideia é ver a Poer na, digamos, prateleira mais alta do segmento e, de quebra, deixa escapar que a linha de picapes pode, sim, ter outras representantes no País futuramente, inclusive abaixo da faixa de mercado da P30.

    Know-how para ter presença destacada em picapes nos mercados brasileiro e sul-americano não falta à montadora. A GWM já vendeu mais de 2,65 milhões de unidades em 50 países e responde por 50% das vendas do segmento na China, o maior do mundo e onde é líder há quase três décadas.

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    A garantia de 10 anos é a ferramenta com a qual a GWM quer fixar na mente dos consumidores, de imediato, que a Poer é confiável, aspecto vital para as atuais múltiplas aplicações das picapes, e que pode concorrer em pé de igualdade, e até com vantagem, inclusive com a Hilux, que também tem o mesmo prazo de garantia, mas com menos itens e sistemas cobertos.

    Se a GWM trabalha para rapidamente criar essa imagem de robustez e qualidade, em paralelo também a de picape confortável, tercnológica, com acabamento acima da média, econômica e de bom desempenho.

    A P30 consome 9,5 km/l na cidade e 10,6 km/l na estrada, segundo o padrão Inmetro, o que indica autonomia de até 740 km na cidade e 820 km na estrada. Esses bons números são alcançados com auxílio da transmissão automática que conta com modos de tração apenas traseira, 4×4, 4×4 reduzida e bloqueio do diferencial traseiro.

    As suspensões e outros sistemas, assegura a GWM, foram totalmente reestudados para o mercado local, suas aplicações, condições de pisos, estradas e estilo de condução dos consumidores brasileiros.

    Das proporções da picape, que tem 5.416 mm de comprimento e 2.107 mm de largura, destaque para o entre-eixos de 3.230 mm, um dos maiores da categoria e que garante bom espaço interno. A caçamba comporta 1.248 litros ou até 1.018 kg de carga.

    Além de detalhes externos, como a moldura da grade dianteira e rodas, as maiores diferenças entre as versões Trail, opção para quem vê no comercial leve produto mais para o trabalho, e Exclusive e que justificam os R$ 20 mil a mais pela segunda estão mesmo na presença ou não de alguns itens de conforto e segurança.

    Mas mesmo a mais barata tem revestimento em couro sintético, ajuste elétrico no banco do motorista, ar-condicionado digital, carregador sem fio de 50W, quadro de instrumentos digital com tela de 10,25” e multímidia de 14,6”, com espelhamento Android Auto e Apple CarPlay sem fio.

    Na Exclusive os bancos são em couro legítimo e há ainda painel com revestimento soft touch, paddle shift no volante para troca das marchas, resfriamento e aquecimento dos bancos, além de controle remoto via aplicativo, que integra, dentre outras, funções de travamento, localização do veículo, programação do ar-condicionado e monitoramento do status do motor.

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    A Trail tem quatro airbags, dois a menos do que Exclusive, que é beneficiada ainda por mais itens de segurança e tecnologia ausentes na Trial, como sistema de detecção de ponto cego, assistente de farol alto, sistema de centralização de faixa, alerta e frenagem de trânsito cruzado frontal e traseiro, frenagem de emergência em baixa velocidade, controle inteligente de velocidade, aviso de colisão traseira e controle de distância de estacionamento.

    AutoIndústria teve a oportunidade de transitar com a Poer P30 em estrada de chão batido e trechos com bastante pedra e irregularidades. Constatamos: mesmo sem qualquer carga na caçamba, comportamento dinâmico, silêncio interno e suspensões aproximam a picape de um SUV no que diz respeito ao conforto de rodagem.

    Se a Poer entregar a confiabilidade e o pós-venda que os consumidores do segmento buscam, pode mesmo representar um auspicioso início de trajetória da GWM aqui no Brasil em terreno que ela conhece muitíssimo bem na China e em outros países.


    Foto: Divulgação

     



    Fonte: Auto Industria