Autor: automoveis

  • Segredo revelado: novo Toyota RAV4 já roda no Brasil com motor híbrido flex

    Segredo revelado: novo Toyota RAV4 já roda no Brasil com motor híbrido flex

    A nova geração do Toyota RAV4 mal foi lançada no exterior e já está entre nós, preparando sua estreia no mercado nacional.

    O SUV foi flagrado rodando totalmente camuflado em testes no Brasil, indicando que a marca japonesa está acelerando os planos para o modelo no país. E a grande novidade está justamente no que não podemos ver: o motor.

    As imagens, publicadas pelo perfil @placaverde no Instagram, mostram o protótipo equipado com aparelhos de medição de emissões, um claro sinal do processo de homologação. Acompanhe o Garagem360 e veja os detalhes!

    Novo Toyota RAV4: a aposta no híbrido flex

    O motivo para os testes intensos do novo RAV4 no Brasil é muito especial. A princípio, a Toyota está desenvolvendo e validando seu mais novo conjunto híbrido plug-in (PHEV) com tecnologia flex.

    Toyota RAV4

    Foto: Reprodução / Instagram (@placaverde)

    Essa motorização, que poderá rodar com gasolina, etanol ou eletricidade, será uma exclusividade para o nosso mercado.

    A importância dessa tecnologia é enorme para a marca. Além de equipar o RAV4, esse mesmo sistema será utilizado nas futuras gerações do Corolla e do Corolla Cross.

    Mais do que isso, ele também será o coração da inédita picape monobloco que a Toyota prepara para brigar diretamente com a Fiat Toro e a Ram Rampage.

    Como será o visual e a tecnologia do SUV?

    O design do novo Toyota RAV4 foi completamente renovado, seguindo a identidade visual mais recente da marca, com inspiração em modelos como o Prius e o Camry.

    A dianteira se destaca pelos faróis em formato de “C”, enquanto as laterais ganharam vincos fortes e arcos de roda quadrados, transmitindo mais robustez.

    Por dentro, a revolução é ainda maior. O painel foi redesenhado e agora abriga um quadro de instrumentos totalmente digital de 12,3 polegadas e uma enorme tela para a central multimídia, que pode chegar a 12,9 polegadas. Enfim, o acabamento e a ergonomia também foram aprimorados, com um novo seletor de marchas no console.

    Motorização: potência e eficiência

    No Brasil, o RAV4 seguirá sendo vendido exclusivamente com motorização híbrida. Para o mercado internacional, a Toyota já revelou os detalhes das versões, que nos dão uma pista do que esperar por aqui.

    • Híbrido (HEV): combina um motor 2.5 a gasolina com motores elétricos. A potência varia de 183 cv a 239 cv, dependendo do mercado e do tipo de tração.
    • Híbrido Plug-in (PHEV): promete uma excelente autonomia de até 100 km rodando apenas no modo elétrico, graças a uma nova bateria.
    • Potência (PHEV): as versões internacionais podem chegar a impressionantes 324 cv, com uma aceleração de 0 a 100 km/h em apenas 5,8 segundos.
    • Tecnologia Flex (Brasil): por fim, o grande diferencial para o nosso mercado será a adaptação do potente conjunto PHEV para rodar também com etanol.

    Veja também: Nissan Kicks 2026 recém-lançado já tem descontos de até R$ 18 mil; confira

    A chegada da nova geração do RAV4 para testes no Brasil é um movimento estratégico da Toyota. O SUV manterá seu posicionamento acima do Corolla Cross e chega com armas renovadas para enfrentar a forte concorrência dos rivais chineses, como o GWM Haval H6 e o BYD Song Plus.

    O que você achou do visual do novo Toyota RAV4? Acha que o motor híbrido flex será um sucesso? Deixe sua opinião nos comentários!



    Fonte: Garagem 360

  • Mercado de caminhões segue em retração acentuada

    Mercado de caminhões segue em retração acentuada

    As vendas de caminhões nos primeiros 11 dias úteis de agosto sinalizam demanda cada vez menor. Dados apresentados no Congresso Fenabrave 2025, na quarta-feira, 27, no São Paulo Expo, retratam queda expressivas.

    Os emplacamentos no período somaram 4.615 unidades, volume 12,1% inferior ao registrado no mesmo intervalo de julho (5.252 caminhões) e 25,9% menor no confronto com a primeira quinzena de agosto de 2024.

    LEIA MAIS

    →Segmento de caminhões traz para baixo nova projeção para pesados da Anfavea

    →Produção de caminhões permanece em alta, apesar da demanda do mercado menor

    O desempenho confirma a avaliação da Anfavea de um segundo semestre desafiador para o segmento, impactado pela alta dos juros. A Fenabrave reforça a percepção de que o transportador tem adiado compras devido à conjuntura incerta.

    Com os emplacamentos parciais da quinzena, o acumulado do ano registrou queda de 5,3% nas vendas de caminhões, de 71.906 unidades para 68.084.


    Foto: Divulgação Scania



    Fonte: Auto Industria

  • China lidera a revolução elétrica com 16,7 milhões de pontos de carregamento

    China lidera a revolução elétrica com 16,7 milhões de pontos de carregamento

    A China reafirmou sua posição de destaque na transição global para a mobilidade elétrica. O país asiático alcançou a marca de 16,7 milhões de pontos de carregamento para veículos elétricos (VEs) até o final de julho de 2025, um aumento de 53% em relação ao ano anterior.

    Esse crescimento exponencial coloca a China em uma posição de liderança, com uma proporção de duas estações de recarga para cada cinco veículos.

    Os números, divulgados pela Administração Nacional de Energia (NEA), mostram que a infraestrutura de carregamento cresceu dez vezes desde 2020. Somente nos primeiros sete meses de 2025, foram adicionadas quase 3,9 milhões de unidades, o que representa um aumento de 93,2% em relação ao mesmo período do ano passado.

    Esse avanço acompanha de perto o crescimento das vendas de carros elétricos, que chegaram a 6,9 milhões de unidades no mercado interno.

    O rápido aumento na adoção de VEs impulsionou significativamente o consumo de eletricidade. Em julho de 2025, o consumo nacional para carregamento atingiu aproximadamente 7,71 bilhões de kWh, um aumento de 53,9% em relação ao ano anterior.

    Essa eletricidade foi consumida principalmente por ônibus e veículos de passageiros, com veículos de logística, saneamento e táxis representando uma parcela menor.

    China lidera a revolução elétrica com 16,7 milhões de pontos de carregamento – Foto: Nio

    Grandes empresas lideram mercado

    O mercado de operação de carregamento é dominado por grandes empresas. Em julho, as 15 maiores operadoras administravam 84,1% das estações de carregamento público. A TELD lidera o ranking com 807 mil unidades, seguida pela Star Charge (703 mil) e Yunkuai Charge (656 mil).

    Além das operadoras especializadas, as próprias fabricantes de veículos elétricos também estão construindo suas redes. Empresas como a Nio, Li Auto e Tesla estão à frente na corrida para criar suas próprias infraestruturas, garantindo uma experiência de carregamento integrada para seus clientes.

    A China continua a seguir o princípio de manter a infraestrutura de carregamento “moderadamente à frente da demanda”, garantindo que a rede acompanhe o crescimento projetado para os próximos anos.


    Com o avanço da infraestrutura, a China se consolida como líder em mobilidade elétrica. Você acha que outros países conseguirão acompanhar esse ritmo? Deixe sua opinião nos comentários!

    Leia aqui: Carros chineses invadem o Brasil: confira a lista com 15 marcas que chegam até o fim de 2025



    Fonte: Garagem 360

  • Luis Pasquotto é novo conselheiro estratégico da [BIM]³

    Luis Pasquotto é novo conselheiro estratégico da [BIM]³

    Um dos mais respeitados profissionais da indústria brasileira, Luis Pasquotto passa a integrar o corpo de conselheiros da [BIM]³, Boschi Inteligência de Mercado. Ele reforça o time da consultoria nos segmentos agrícola, de construção, caminhão e ônibus.

    A carreira de quase 40 anos Pasquotto foi consolidada, sobretudo, na Cummins, onde atuou por mais de três décadas, até 2021, e ocupou posições de liderança global, incluindo a vice-presidência mundial e a condução de operações na América do Sul e da unidade de Motores na América Latina.

    Desde então, o executivo tem participado de conselhos de médias e grandes empresas. “Essa vivência em governança corporativa e mentoria estratégica amplia a capacidade da [BIM]³ de apoiar clientes com inteligência de mercado aplicada ao crescimento sustentável, expansão internacional e competitividade”, avalia Gregori Boschi, sócio e consultor da [BIM]³.

    Engenheiro mecânico aeronáutico pelo ITA, Pasquotto ingressou na  área de engenharia da operação brasileira da Cummins em 1992. Foi nomeado vice-Presidente da Cummins Inc. em 2011 e no ano seguinte, líder da América do Sul e membro do conselho de administração da Komatsu Cummins Chile (KKC), joint venture para os segmentos de mineração, geração de energia, automotivo e fora de estrada.

    Ele construiu forte reputação também por sua atuação associativa. Foi vice-presidente da AEA, membro do Conselho da Câmara Americana do Comércio (Amcham), do Conselho Executivo do Sindipeças e liderou o Comitê de Tecnologia entre 2017 e 2019 na interação com o governo em discussões do Rota 2030.


    Foto: Divulgação



    Fonte: Auto Industria

  • Novo Volkswagen Golf R pode usar motor de cinco cilindros da Audi

    Novo Volkswagen Golf R pode usar motor de cinco cilindros da Audi

    A Volkswagen está preparando uma surpresa para os fãs de carros esportivos: uma edição comemorativa de 25 anos do Golf R equipada com o lendário motor de cinco cilindros de 2.5 litros turbo da Audi RS3. O modelo, que deve ser lançado em 2027, será uma despedida marcante do Golf a gasolina, antes da transição total da linha para a eletrificação.

    Novo Volkswagen Golf R pode usar motor de cinco cilindros da Audi

    A decisão de equipar o Golf com o motor EA855 da Audi é uma jogada audaciosa, que não apenas celebra o legado do modelo, mas também garante a sobrevida do motor de cinco cilindros, que corria o risco de ser descontinuado devido a novas regulamentações de emissões.

    A adoção do motor da Audi trará um avanço significativo em relação ao Golf R 333 atual, que utiliza o motor EA888 de quatro cilindros. Enquanto o Golf R 333 entrega 328 cv, a unidade de cinco cilindros do RS3 eleva o patamar para 394 cv

    Isso deve fazer do novo Golf R o mais rápido da história, superando os 4,6 segundos do R 333 para acelerar de 0 a 100 km/h e se aproximando do tempo do RS3, que faz a mesma prova em 3,8 segundos.

    Novo Volkswagen Golf R pode usar motor de cinco cilindros da Audi – Foto: Divulgação

    A potência, no entanto, pode ser ainda maior. Sebastian Grams, ex-diretor da Audi Sport, afirmou em 2023 que há “um longo caminho a percorrer” com o motor de cinco cilindros, que já chegou a entregar 401 cv em uma edição limitada do RS3.

    Alterações para acomodar o novo motor

    Para acomodar o motor maior e mais potente, o novo Golf R passará por uma série de ajustes. A suspensão será recalibrada para suportar a massa adicional, com possíveis mudanças na cambagem, reforço de buchas e do chassi. Os freios também terão de ser maiores para lidar com o aumento da potência.

    O novo Golf R deve pesar cerca de 25 kg a mais que o modelo atual, e para compensar o acréscimo de peso, o carro deve vir equipado com rodas de alumínio forjado e pneus semi-slick Bridgestone Potenza Race, os mesmos usados no Golf GTI Edition 50.


    Você acha que o novo motor de cinco cilindros do Golf R vai superar as expectativas? Deixe sua opinião nos comentários!

    Leia aqui: Volkswagen vai lançar Golf mais potente de toda sua história



    Fonte: Garagem 360

  • Robotáxis chegam a Nova York, mas será que conseguem lidar com trânsito caótico?

    Robotáxis chegam a Nova York, mas será que conseguem lidar com trânsito caótico?

    A paisagem urbana de Nova York, conhecida por seu trânsito caótico, buzinas incessantes e pedestres apressados, será o novo campo de testes para a tecnologia autônoma. A Waymo, empresa de carros autônomos da Alphabet, recebeu a primeira licença para testar seus veículos na cidade e iniciará as operações em Manhattan e no Brooklyn.

    Robotáxis chegam a Nova York

    A ousada iniciativa, que já enfrenta críticas, coloca à prova a capacidade dos robotáxis de lidarem com a imprevisibilidade do trânsito mais desafiador dos Estados Unidos.

    A partir de setembro, a Waymo vai implantar uma frota de até oito veículos Jaguar I-Pace EVs, cada um com um motorista de segurança a bordo. O objetivo é coletar dados e aprimorar a tecnologia para um futuro onde a autonomia seja total. Para a empresa, o sucesso em Nova York pode ser um ponto de virada para a adoção de carros autônomos em outras metrópoles caóticas ao redor do mundo.

    Robotáxi Waymo – Foto: Divulgação

    Por que Nova York é diferente?

    Ao contrário de cidades como Phoenix, Austin e São Francisco, onde os testes de carros autônomos já estão em andamento, Nova York apresenta um cenário de complexidade sem igual. Ciclistas impacientes, entregadores que se movem de forma imprevisível e o fluxo ininterrupto de caminhões e táxis são apenas alguns dos desafios.

    Críticos consideram a ideia imprudente. O jornal New York Post, por exemplo, a classificou como “uma péssima ideia”. No entanto, autoridades da cidade, incluindo o prefeito Eric Adams, veem o projeto como uma oportunidade de consolidar Nova York como uma líder em mobilidade de ponta.

    A Waymo se defende citando dados internos que mostram que seus veículos são 88% mais seguros do que os carros dirigidos por humanos, com uma redução significativa em acidentes com feridos. A empresa acredita que, se esses números se confirmarem nas ruas de Nova York, a opinião pública pode mudar rapidamente a favor da tecnologia.


    Uma corrida contra a Tesla

    A chegada da Waymo a Nova York também intensifica a rivalidade com a Tesla, que tem impulsionado suas próprias ambições no mercado de robotáxis. O momento do anúncio da Waymo não é coincidência, já que a Tesla tem dominado as manchetes com seu programa piloto em Austin.

    Robotáxi Tesla – Foto: Divulgação

     

    O ex-CEO da Waymo, John Krafcik, já provocou a Tesla, afirmando que a empresa ainda não demonstrou uma verdadeira autonomia, já que seus veículos ainda dependem de motoristas de reserva. Para a Waymo, o sucesso em Nova York não é apenas um avanço tecnológico, mas uma oportunidade de ofuscar a concorrência em uma cidade que exige excelência.


    Você acha que os robotáxis podem lidar com o trânsito caótico de Nova York? Deixe sua opinião nos comentários!

    Leia aqui: Empresa afirma que seus táxis robôs são 88% mais seguros do que motoristas humanos



    Fonte: Garagem 360

  • Golf GTI retorna para seduzir novos e antigos clientes

    Golf GTI retorna para seduzir novos e antigos clientes

    De 2019 para cá, a Volkswagen bateu forte na tecla dos utilitários esportivos para o Brasil. A ofensiva SUV, como a própria marca definiu a sequência de lançamentos, resultou na oferta de três modelos fabricados aqui — T-Cross, Nivus e Tera —, além do argentino Taos e, com alguma irregularidade, do mexicano Tiguan.

    A estratégia deu resultado e desde 2023 a marca é líder em utilitários esportivos, maior segmento do mercado brasileiro, responsável por praticamente metade dos licenciamentos de automóveis de passeio.

    Aos SUVs, portanto, a Volkswagen deve boa parcela da recuperação que vem conseguindo na participação do mercado total e que chegou a 16,7% no acumulado de janeiro a julho.

    Com o esquadrão de SUVs recém-completo pelo Tera, opção de entrada há apenas 3 meses nas lojas e forte candidato a líder do segmento, a Volkswagen passa a centrar esforços em outras frentes de seu portfólio de uma dúzia de modelos.

    A “bola da vez” neste encerramento de ano são os esportivos ou esportivados. Depois de lançar o Nivus GTS em maio, a VW acaba de anunciar os lançamentos do Jetta GLI e, considerado clássico da marca, do Golf GTI, ambos importados.

    O primeiro a ser ofertado em regime de pré-venda, a partir de 6 de setembro, será o Golf, com certeza o maior destaque do trio de esportivos que representará, mais do que muitos licenciamentos, um chamariz para o restante da linha.

    O GTI retorna ao Brasil em sua oitava geração, com muitos recursos tecnológicos, acabamento esmerado e o motor mais potente da longa história do hatch.

    São 245 cv desenvolvidos pelo motor 2 litros turbo de quatro cilindros, que, em conjunto com câmbio de dupla embreagem DSG de 7 velocidades, assegura aceleração de 0 a 100 km/h em 6,1 segundos.

    Seu preço, assim como o do GLI, ainda é mantido em sigilo, mas naturalmente será “seletivo”, seja pelo produto em si, seja pela exclusividade que a Volkswagen quer propiciar aos poucos clientes do  hatch, que entrará para a história como o primeiro modelo da marca no Brasil a receber o logotipo VW iluminado.

    LEIA MAIS

    → Volkswagen vendeu o dobro de SUVs do que a Jeep em julho

    Sob o capô, o sedã com design externo atualizado não ficará muito atrás. Com vendas somente a partir de outubro, o GLI também é movido por um 2.0 turbo, mas que entrega 231 cv. Faz de 0 a 100 km/h em 6,6 segundos, marca alcançada também com o câmbio de dupla embreagem DSG de 7 marchas.

    “É um momento de resgate da nossa tradição”, comemora Ciro Possobom, CEO e Presidente da Volkswagen do Brasil, que, em esforço de marketing para lançamento do GTI, dirigiu o hatch em desafio de aceleração contra pequeno avião monomotor em aeroporto no interior de São Paulo.


    Foto: Divulgação



    Fonte: Auto Industria

  • Jeep Commander feito no Brasil desbrava o mundo e chega ao Oriente Médio

    Jeep Commander feito no Brasil desbrava o mundo e chega ao Oriente Médio

    O Jeep Commander, um verdadeiro sucesso de vendas no Brasil, está expandindo suas fronteiras de uma forma impressionante. O SUV de sete lugares, que já é um queridinho dos brasileiros, agora vai desbravar as ruas e desertos do Oriente Médio, um mercado extremamente competitivo.

    Produzido no Polo Automotivo de Goiana, em Pernambuco, o modelo reforça a qualidade e a força da indústria automotiva nacional. A novidade mostra que o design e a tecnologia brasileira têm muito a oferecer.

    Acompanhe o Garagem360 e saiba mais sobre essa novidade!

    Jeep Commander: de Pernambuco para o mundo

    A exportação do Jeep Commander não é exatamente uma novidade, mas o destino, sim. O modelo já era enviado para 14 países da América Latina, mostrando sua boa aceitação em diversos mercados. Agora, a Stellantis, dona da marca Jeep, deu um passo ainda maior.

    Jeep Commander

    Foto: Divulgação / Jeep

    Segundo a empresa, a ampliação das exportações para o Oriente Médio comprova a força do projeto desenvolvido no Brasil. Isso demonstra que o SUV tem qualidade e competitividade para brigar em qualquer lugar do mundo. É um reconhecimento importante para a engenharia e a mão de obra do nosso país.

    Para quais países o SUV brasileiro será exportado?

    A princípio,o Commander está desembarcando em uma região estratégica e com consumidores muito exigentes. A lista de novos mercados inclui nações conhecidas por seu luxo e poder econômico.

    Novos mercados no Oriente Médio

    • Arábia Saudita
    • Emirados Árabes Unidos
    • Omã
    • Catar
    • Kuwait
    • Bahrein

    Essa expansão se soma ao sucesso já consolidado na América Latina, onde o Commander é vendido em países como Argentina, Chile, Colômbia, México e Peru.

    O segredo do sucesso do Commander

    Desde seu lançamento em 2021, o Jeep Commander já emplacou mais de 70 mil unidades no Brasil, liderando com folga o segmento de SUVs de sete lugares. Mas o que explica todo esse sucesso? A resposta está na combinação de design, espaço interno e, principalmente, na versatilidade dos motores.

    Atualmente, o modelo oferece opções para diferentes perfis de consumidores. Atualmente, a linha conta com o motor 1.3 turbo flex T270, conhecido pela sua agilidade na cidade. Além dele, há também o potente motor 2.2 turbodiesel, que se destaca pela força e economia na estrada, sendo exclusivo da versão topo de linha Overland.

    Assim, a chegada do Commander a mercados tão exigentes é um marco importante para a fábrica de Goiana e para a Stellantis. A decisão reforça a posição do Brasil como um polo estratégico de produção e exportação de veículos de alta qualidade para o mundo todo.

    O que você acha desse sucesso do Jeep Commander? Acredita que o SUV brasileiro vai conquistar o público do Oriente Médio? Deixe seu comentário!

    Leia também: Atenção! Jeep Wrangler tem falha grave em sensor de pneu e causa recall de 80 mil SUVs



    Fonte: Garagem 360

  • Governo dos EUA investiga 1,4 milhão de veículos Honda e Acura por problemas graves no motor

    Governo dos EUA investiga 1,4 milhão de veículos Honda e Acura por problemas graves no motor

    A reputação da Honda de fabricar motores confiáveis está mais uma vez sob escrutínio. A NHTSA (National Highway Traffic Safety Administration), órgão de segurança veicular dos Estados Unidos, abriu uma investigação sobre 1,4 milhão de veículos Honda e Acura devido a falhas graves no motor V6 SOHC VTEC de 3.5 litros.

    Governo dos EUA investiga 1,4 milhão de veículos Honda e Acura por problemas graves no motor

    A ação foi motivada por mais de 400 reclamações de proprietários sobre falhas em rolamentos de biela, que podem levar a uma falha total do motor.

    A investigação também questiona se um recall anterior, realizado pela Honda em novembro de 2023, foi abrangente o suficiente para resolver o problema. Na época, a montadora recolheu 249 mil veículos devido a defeitos de fabricação no virabrequim, que, em casos raros, poderiam causar incêndios sob o capô.

    Honda Pilot – Foto: Divulgação

    A nova investigação da NHTSA tem como alvo modelos populares, incluindo o Honda Pilot (2016-2020), Honda Odyssey (2018-2020), Acura MDX (2016-2020), Acura TLX (2018-2020) e Honda Ridgeline (2017-2019).

    A falha nos rolamentos de biela pode levar à falha completa do motor, um problema que, segundo a NHTSA, não está diretamente relacionado com o defeito de fabricação do virabrequim citado no recall anterior.

    Problema é mais profundo

    Isso levanta a suspeita de que a causa do problema é mais profunda, e que o recall da Honda, que cobria apenas a substituição de motores ou componentes com defeito, foi restrito demais.

    A agência federal recebeu sete relatos de acidentes ou incêndios relacionados ao problema, e a Honda já teria negado a cobertura da garantia para 173 reclamações mais recentes, mesmo com os sintomas semelhantes aos dos veículos do recall.

    A Honda afirmou que está ciente da investigação e que irá cooperar com a NHTSA. A empresa reforçou seu “compromisso com a segurança”, mas a situação pode representar um novo abalo na confiabilidade da marca, que já foi questionada nos últimos anos por problemas semelhantes.

    Você tem um Honda ou Acura com um dos motores mencionados? Compartilhe sua experiência nos comentários!

    Leia aqui: Honda repensa estratégia de carros elétricos após prejuízos bilionários



    Fonte: Garagem 360

  • Stellantis freia a inovação: dona da Fiat suspende projeto de carro autônomo

    Stellantis freia a inovação: dona da Fiat suspende projeto de carro autônomo

    A Stellantis suspendeu seu ambicioso projeto de um sistema de direção autônoma de Nível 3, que permitiria aos motoristas tirar as mãos do volante e os olhos da estrada em certas condições.

    Stellantis freia a inovação: dona da Fiat suspende projeto de carro autônomo

    A informação, exclusiva da agência de notícias Reuters, revela uma mudança de estratégia na gigante automotiva, que enfrenta os altos custos, desafios tecnológicos e incertezas sobre a demanda do consumidor por essa tecnologia.

    Em fevereiro deste ano, a Stellantis havia anunciado que seu sistema, parte do programa AutoDrive, estava pronto para ser lançado e era um pilar fundamental da estratégia da empresa. A promessa era permitir que os motoristas pudessem ler livros ou assistir a filmes enquanto o carro estava em movimento.

    No entanto, fontes ligadas à empresa confirmou à Reuters que o software de Nível 3 nunca foi lançado e que a tecnologia, embora “pronta para ser implantada”, não tem “demanda limitada no mercado”.

    Dona da Fiat suspende projeto de carro autônomo – Imagem gerada por I.A

     


    Ambições tecnológicas em xeque

    A decisão da Stellantis reflete uma tendência no mercado, onde montadoras tradicionais investem bilhões para alcançar empresas como a Tesla e gigantes chinesas em tecnologia. O desafio, no entanto, é grande, com custos crescentes, falta de talentos qualificados e a burocracia das grandes corporações.

    O cancelamento do projeto de Nível 3 é o mais recente sinal de que a Stellantis tem tido dificuldades para concretizar suas ambições tecnológicas.

    A empresa, que recentemente encerrou uma parceria com a Amazon para seu sistema de infoentretenimento, está cada vez mais dependendo de fornecedores externos para o desenvolvimento de software que inicialmente planejava fazer internamente.

    A Stellantis afirma que focará seu trabalho interno no que considera mais importante para o consumidor, enquanto trabalha com fornecedores para garantir o acesso às melhores tecnologias a custos competitivos. Para especialistas como Stuart Taylor, diretor da consultoria Envorso, a atitude demonstra que grandes montadoras estão percebendo que “não conseguem fazer tudo sozinhas”.


    Você acha que as montadoras deveriam continuar investindo em tecnologia de direção autônoma? Deixe sua opinião nos comentários!

    Leia aqui: Supreendente: Stellantis compra startup brasileira que vende seminovos



    Fonte: Garagem 360