Autor: automoveis

  • Quem ri por último ri melhor: Toyota ignorou os elétricos, mas agora parece ter vencido a corrida

    Quem ri por último ri melhor: Toyota ignorou os elétricos, mas agora parece ter vencido a corrida

    Quando grandes montadoras anunciaram bilhões em investimentos nos carros elétricos, Akio Toyoda, presidente da Toyota, tomou uma decisão ousada. Enquanto o mundo se empolgava com os elétricos, a gigante japonesa decidiu apostar em alternativas energéticas diferentes.

    Resultado? A Toyota se tornou pioneira no híbrido com o lançamento do Prius em 1997, e mais recentemente, com o Mirai, um carro movido a hidrogênio.

    E agora, parece que a Toyota pode ter saído vitoriosa na corrida, mesmo sem seguir a onda dos carros 100% elétricos. Acompanhe o Garagem360 e veja como ela virou o jogo!

    Como estratégia da Toyota se distanciou dos elétricos?

    Quando o mercado automotivo se concentrou nos carros elétricos, com modelos como o Renault Zoe e o Nissan Leaf, a Toyota seguiu um caminho diferente, investindo pesadamente em híbridos.

    Toyota e carros elétricos

    Foto: Imagem gerada por IA

    Ao contrário de empresas como General Motors e Ford, que apostaram tudo nos elétricos, a Toyota se concentrou em tecnologias mais flexíveis, como os híbridos e os carros movidos a hidrogênio. O resultado foi o Prius, que colocou a Toyota na vanguarda da mobilidade sustentável.

    Toyota vai apostar nos carros elétricos?

    No entanto, a grande pergunta é: quando a Toyota vai se lançar de vez nos carros elétricos? O conceito bZ4X lançado em 2021 foi o primeiro elétrico da marca, mas foi apenas o começo. A grande aposta vem com o bZ 3X, um SUV desenvolvido em parceria com a GAC e inicialmente disponível apenas na China.

    Ou seja, a Toyota não vai se apressar. Em vez disso, ela optou por um lançamento gradual. A partir de 2027, a empresa começará a vender modelos elétricos globalmente, começando pela linha Lexus, focando em plataformas modulares e flexíveis que ajudam a reduzir os custos e a melhorar a eficiência de produção.

    Híbridos, hidrogênio e agora elétricos: como a Toyota se adaptou?

    A princípio, a adaptação da Toyota para os elétricos está acontecendo de forma mais lenta, mas estratégica. O Mirai, movido a hidrogênio, é um exemplo claro de que a Toyota está focada em diversificar suas soluções para além da eletrificação convencional.

    Enquanto isso, os carros híbridos continuam a ser um grande trunfo da marca. Ao contrário das empresas que se lançaram diretamente no elétrico, a Toyota garante que seus híbridos são uma opção prática e viável para quem busca um consumo eficiente de combustível sem depender exclusivamente de carregadores elétricos.

    O que se espera da Toyota no futuro?

    • Modelos híbridos para eficiência imediata
    • Carros elétricos com lançamentos globais a partir de 2027
    • Tecnologia de hidrogênio com o Mirai
    • Plataformas flexíveis e modulares para reduzir custos

    A Toyota pode não ter apostado de imediato nos carros elétricos, mas sua abordagem cuidadosa a deixou bem posicionada para o futuro. Com investimentos em tecnologias híbridas e a promessa de carros elétricos até 2027, a marca está prestes a desafiar novamente o status quo.

    E você, acha que a marca tem a estratégia certa para o futuro da mobilidade? Deixe sua opinião nos comentários!

    Confira: VW Tera vendido na Argentina é menos seguro que o brasileiro



    Fonte: Garagem 360

  • Conheça as marcas confirmadas no Salão do Automóvel

    Conheça as marcas confirmadas no Salão do Automóvel

    Conforme antecipou o presidente da Anfavea, Igor Calvet, na coletiva de divulgação do balanço do setor na semana passada, já são 30 marcas confirmadas até o momento para o 31º Salão Internacional do Automóvel que acontece em São Paulo, no Distrito Anhembi, a partir de 22 de novembro.

    O AutoIndústria conseguiu a lista das 30, das quais seis, todas de alto luxo, estarão em estande único, o Dream Lounge. As demais terão área-padrão de 500 m², sem distinção entre empresas com ou sem fábricas no Brasil, e sem limitação do número de produtos a serem expostos, conforme decisão tomada após pedido de isonomia por parte da Kia.

    Das 24 marcas restantes que terão espaço idêntico, sete são chinesas, incluindo as que estão investindo em operação fabril no País — GWM e BYD — e as que já têm rede local ou estão chegando ao Brasil, caso da Denza, marca de luxo da BYD.

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    Ao falar em 25 marcas inicialmente e, na sequência, em quase 30, o presidente da Anfavea certamente computou os modelos de alto luxo que estarão em estande único, aqueles de volume reduzido de vendas, mas que atraem público para um evento do gênero.

    Chegou haver boatos no setor de que o salão não ocorreria, o que Calvet fez questão de desmentir ao falar que o evento não só está confirmado, como provavelmente será, pelo número de marcas, o maior da sua história.

    O número de marcas chinesas pode até ser maior porque nas reservas aparecem Caoa e Caoa Chery como duas empresas diferentes. Questionada se serão dois estandes do grupo brasileiro, a assessoria de imprensa responde que “A Caoa não comenta estratégias, lançamentos e futuras negociações”.

    Segundo publicado pela revista Quatro Rodas na semana passada, a empresa dispensou a Hyundai e vai vender carros de mais uma marca chinesa no Brasil. Talvez por isso a possível reserva de dois estandes.

    No caso da Denza, informações preliminares dão conta que seu primeiro modelo por aqui será o Z9, um sedã esportivo com opções híbridas plug-in e totalmente elétricas.

    Das marcas mas vendidas no Brasil, aquelas que estão no Top 10, a General Motors, terceira colocada, já informou que está concentrando seus investimentos nas comemorações dos 100 anos da montadora no Brasil e não vai participar.

    Também a Nissan já informou que não estará presente, restando, com isso, apenas uma definição da vice-líder Volkswagen, que admite ainda estar avaliando.

    O Salão do Automóvel 2025 acontece sete anos após a sua última edição, em 2018. A seguinte, que ocorreria em 2020, já estava comprometida mesmo antes da eclosão da pandemia da Covid-19 por causa dos altos custos envolvidos no evento.

    Sua volta foi pedida mais de uma vez pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que considera o salão essencial para mostrar ao mundo os avanços da indústria brasileira. Ele inclusive já disse que, se convidado, estará na abertura dessa 31ª edição, que acontece de 22 a 30 de novembro.

    O Dream Lounge, também chamado de estande das supermáquinas e fruto de parceria com a Dream Car Museum, vai reunir total de 70 modelos das marcas Aston Martin, Ferrari, Lamborghini, McLaren, Porsche e Bugatti.

    “Essa parceria com o Dream Car Museum reforça o nosso compromisso em oferecer ao público uma experiência completa e plural, valorizando tanto as inovações da indústria automotiva como parte de sua rica história”, comenta Thiago Braga Ferreira, gerente executivo do Salão Internacional do Automóvel.

    Dentre as atrações do salão, o Drive Experience, uma pista indoor para test drive com 14 mil m², onde os participantes terão oportunidade de dirigir os principais lançamentos do mercado entre modelos a combustão, híbridos, elétricos e 4X4.

    Já a Racing Game Zone promete trazer para o Salão do Automóvel toda emoção do universo dos games, com simuladores de pilotagem de última geração.

    SALÃO DO AUTOMÓVEL – MARCAS CONFIRMADAS
    BYD
    GWM
    LEAPMOTOR
    SAIC
    GEELY
    OMODA & JAECOO
    DENZA
    LEXUS
    KIA
    TOYOTA
    JEEP
    FIAT
    RAM
    HYUNDAI
    MITSUBISHI
    RENAULT
    CITROEN
    PEUGEOT
    CAOA
    CAOA CHERY
    HONDA
    LECAR
    VESPA
    SUZUKI MOTOS

    MARCAS DE LUXO NO ESTANDE DE SUPERMÁQUINAS:

    ASTON MARTIN
    FERRARI
    LAMBORGUINI
    MCLAREN
    BUGATTI
    PORSCHE


    Foto: Divulgação

     



    Fonte: Auto Industria

  • Chevrolet Creta e Hyundai S10″? Parceria entre GM e Hyundai vai transformar modelos no Brasil

    Chevrolet Creta e Hyundai S10″? Parceria entre GM e Hyundai vai transformar modelos no Brasil

    Na semana passada, a Chevrolet e a Hyundai deram um passo significativo ao anunciar uma parceria global que promete mudar o mercado brasileiro.

    O principal destaque dessa união é o compartilhamento de plataformas para o desenvolvimento de novos modelos, incluindo uma versão do Creta para a Chevrolet. Além disso, uma picape de porte médio, como a S10, também será parte da colaboração. Mas o que isso significa para o consumidor brasileiro?

    Acompanhe o Garagem360 e veja os detalhes dessa aliança!

    Chevrolet vai lançar uma versão do Creta?

    No Brasil, uma das mudanças mais aguardadas é a chegada de uma versão do Creta sob a marca Chevrolet. Esse movimento é inédito e visa preencher uma lacuna no portfólio da GM, que estava sem um SUV de médio porte para competir diretamente com modelos como o Hyundai Creta e Volkswagen T-Cross.

    Chevrolet e Hyundai

    Foto: Divulgação / GM

    A GM, que recentemente voltou a focar no desenvolvimento de modelos híbridos, passará a usar a base da próxima geração do Creta para criar o novo Tracker. Embora as duas versões possam ser vendidas simultaneamente, cada marca manterá sua identidade, adaptando os modelos às preferências de seus respectivos públicos.

    O que esperar da nova picape da Chevrolet e Hyundai?

    Além de SUVs, a parceria também vai resultar em novas picapes para o mercado brasileiro, com destaque para uma picape média que deve substituir a atual S10 da Chevrolet.

    De acordo com informações apuradas pelo UOL Carros, a nova picape será desenvolvida com mecânica híbrida e a plataforma será compartilhada com a Hyundai.

    Além disso, a Hyundai também será responsável pelo desenvolvimento de uma picape compacta, possivelmente derivada da Santa Cruz — um modelo popular nos Estados Unidos, que poderia rivalizar com a Chevrolet Montana no Brasil. Essa picape compacta deve estar disponível em versões híbridas e a combustão.

    Quais os outros modelos que chegam com a parceria?

    A princípio, a parceria entre Chevrolet e Hyundai irá além dos SUVs e picapes. Também está previsto o desenvolvimento de um hatch compacto e um furgão elétrico.

    Ambos os modelos devem ser projetados com foco no mercado latino-americano, atendendo a uma demanda crescente por veículos mais acessíveis e eficientes.

    Inicialmente, o foco em mecânica híbrida é uma das principais características dessa colaboração, embora versões a combustão também estejam nos planos.

    Leia também: Novo Jeep Compass 2026 chega mais acessível, com novos motores e tecnologia de ponta

    O que podemos esperar no Brasil?

    • Creta adaptado para a Chevrolet
    • Tracker com nova base e design atualizado
    • Picape média híbrida (possível substituta da S10)
    • Picape compacta para rivalizar com a Montana
    • Hatch compacto e furgão elétrico

    Será que essa parceria vai mudar a liderança do segmento de SUVs e picapes no Brasil? Ou as marcas conseguirão criar produtos que atendam de forma eficiente a diferentes públicos? Comente sua opinião!



    Fonte: Garagem 360

  • Ford submete picape Ranger a “teste de 10 anos” em 24 Horas com motorista robô

    Ford submete picape Ranger a “teste de 10 anos” em 24 Horas com motorista robô

    A Ford levou a sério o slogan “Built Ford Tough” e provou a durabilidade da sua picape Ranger Super Duty de uma forma extrema. Em um teste inovador, a montadora utilizou um robô para dirigir o veículo por 24 horas ininterruptas, simulando uma década de uso intenso em apenas um dia. O palco para o desafio foi uma pista de testes artificialmente brutal na Austrália.

    Ford submete picape Ranger a “teste de 10 anos” em 24 Horas com motorista robô

    No Campo de Provas You Yangs, na Austrália, a Ford projetou uma pista chamada Silver Creek. Diferente de uma trilha 4×4 comum, este trecho foi criado para ser o mais agressivo possível, com 300 ondulações aleatórias que testam o chassi ao limite. A

     Ford explica que uma única volta em Silver Creek gera mais de 2.000 movimentos na suspensão, focando na durabilidade de coxins, articulações e conectores. O objetivo é simular 10 anos de “abuso por dirigir em condições adversas”.

    Ford submete picape Ranger a “teste de 10 anos” em 24 Horas com motorista robô – Foto: Divulgação

    O Robô Piloto e a Carga Máxima

    A intensidade do teste de Silver Creek seria insuportável para um motorista humano. Por isso, a Ford programou um robô autônomo para a missão. O robô pilotou a Ranger Super Duty 24 horas por dia, sob todas as condições climáticas, sem dar trégua ao veículo.

    Para tornar o desafio ainda maior, a picape foi submetida ao teste carregada com sua massa bruta máxima de 4.500 kg. A Ford queria provar que, se a picape conseguisse sobreviver a Silver Creek totalmente carregada, ela poderia suportar qualquer coisa que um proprietário lhe impusesse na vida real.

    Este teste robusto e sem piedade reforça que a promessa de robustez da Ford não é apenas um slogan.

    Você acredita que esses testes extremos realmente garantem a durabilidade dos veículos? Responda nos comentários!


    Leia também: Nova picape da Ford já tem um possível nome: Ranchero



    Fonte: Garagem 360

  • Produção de motos retrai em julho devido a férias coletivas

    Produção de motos retrai em julho devido a férias coletivas

    Aqueda de 4,7% na comparação com o mesmo mês do ano passado e de 9% em relação a junho na produção brasileira de motos é atribuída às férias coletivas concedidas pelo fabricantes de  Manaus, AM, em julho.

    Segundo dados da Abraciclo, foram fabricadas 140.262 unidades no mês passado, totalizando 1.141.011 unidades, volume 12,7% superior ao de idêntico período de 2024.

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    “Esse é o melhor desempenho para o período nos últimos 14 anos e o terceiro maior volume já registrado”, informa a entidade, revelando que as coletivas já tinham sido programadas dede o início do ano.

    O período de parada é tradicionalmente utilizado para manutenção nas linhas de produção, informa Marcos Bento, presidente da Abraciclo, para quem este segundo semestre pode ser bastante desafiador devido ao cenário macroeconômico.

    Desempenho por categoria

    Com 50,9% do volume total fabricado, a Street foi a categoria mais produzida no acumulado do ano. A Trail ficou em segundo lugar, com 20,9%, seguida pela Motoneta com 13,6%.

    No balanço do varejo, as vendas cresceram 12,2% no acumulado do ano, com 1.222.758 motos emplacadas. Em julho, foram 193.212 licenciamentos, alta de 23,1% em comparação com o mesmo mês de 2024.

    Também as exportações estão em expansão no ano. Foram embarcadas nos primeiros sete meses total de 21.290 unidades, aumento de 13,1% em relação ao mesmo período do ano passado.

    No resultado mensal, contudo, houve retração. As exportações totalizaram 2.679 unidades, recuo de 14,1% na comparação com o mesmo mês do ano passado e de 12,6% no comparativo de junho.


    Foto: Divulgação/Honda



    Fonte: Auto Industria

  • Fiat Fastback quebra recorde de vendas e assume liderança dos crossovers compactos no Brasil

    Fiat Fastback quebra recorde de vendas e assume liderança dos crossovers compactos no Brasil

    O Fiat Fastback fechou julho de 2025 com o melhor resultado de vendas desde sua chegada ao mercado, liderando o segmento de crossovers compactos. Foram 6.207 unidades emplacadas, superando o desempenho de julho do ano passado e deixando para trás rivais como Volkswagen Nivus e Fiat Pulse.

    O avanço do modelo acontece em um cenário de crescimento expressivo da categoria, que somou 66.767 unidades no mês, representando mais de 29% de todos os veículos novos vendidos no país. Acompanhe o Garagem360 e veja mais detalhes!

    Fiat Fastback mantém ritmo acelerado

    A princípio, o desempenho do Fastback em julho superou seu antigo recorde e reforça a força da Fiat na disputa por consumidores que buscam SUVs e crossovers compactos. Logo atrás, o VW Nivus fechou com 5.777 unidades, seu melhor resultado em dois anos.

    Fiat Fastback

    Foto: Divulgação / Fiat

    Outro destaque foi o Fiat Pulse, que registrou 4.836 emplacamentos, um salto de mais de 32% em relação a julho de 2024, atingindo seu melhor patamar desde julho de 2022.

    Como ficou o ranking entre os crossovers compactos?

    • Fiat Fastback – 6.207 unidades
    • Volkswagen Nivus – 5.777 unidades
    • Fiat Pulse – 4.836 unidades
    • Volkswagen Tera – 3.244 unidades
    • Citroën Basalt – 1.613 unidades
    • Renault Kardian – 1.332 unidades

    E entre os SUVs compactos?

    Enquanto isso, nos SUVs compactos, a ponta ficou novamente com o Volkswagen T-Cross, que vendeu 9.022 unidades. O Hyundai Creta veio logo atrás com 7.856, impulsionado por promoções que renderam seu melhor resultado desde dezembro de 2023.

    Enfim, o Chevrolet Tracker também brilhou, com 6.974 unidades após reestilização, seguido pelo Nissan Kicks, que alcançou 6.341 e registrou o segundo melhor desempenho desde o lançamento no Brasil.

    O Fiat Fastback vive seu melhor momento desde a estreia e reforça a presença da Fiat em um dos segmentos mais disputados do país.

    Conta pra gente: você, acha que o Fastback vai continuar liderando ou veremos uma mudança no topo em breve?

    Confira: Tesla brasileira: revelamos como é a Lecar, primeira marca de carros 100% nacional



    Fonte: Garagem 360

  • Tesla Cybertruck será usada como alvo em testes da Força aérea norte americana

    Tesla Cybertruck será usada como alvo em testes da Força aérea norte americana

    Em um movimento inusitado, a Força Aérea dos Estados Unidos manifestou interesse em adquirir dois Cybertrucks da Tesla para um propósito pouco convencional: usá-los como alvo em testes de munições. O objetivo é estudar como a estrutura de aço inoxidável do caminhão elétrico reage a mísseis e bombas lançados do ar.


    Tesla Cybertruck será usada como alvo em testes da Força aérea norte americana

    O Centro de Testes da Força Aérea (AFTC) quer entender como o veículo se comportaria em um cenário de combate, especialmente considerando que, no futuro, Cybertrucks podem cair nas mãos de grupos inimigos em áreas de conflito.

    A preocupação é legítima, uma vez que casos de veículos civis de marcas como Ford e Toyota sendo usados por combatentes já foram registrados. A situação se tornou ainda mais relevante com o líder checheno Ramzan Kadyrov, que já possui Cybertrucks equipados com metralhadoras.

    Tesla Cybertruck será usada como alvo em testes da Força aérea norte americana – Foto: Divulgação

    A principal característica que torna o Cybertruck um alvo de interesse é sua construção em aço espesso e laterais em placas, que, embora não o torne um tanque, oferece uma resistência superior a projéteis de pequeno calibre. A Força Aérea quer saber se essa estrutura reagiria de forma diferente de um veículo convencional ao ser atingida por armas de precisão.

    Testes e o Futuro do Cybertruck

    Os testes de munições são parte do programa de armas de precisão da Força Aérea, que busca aprimorar a capacidade de neutralizar veículos inimigos. Embora o Cybertruck tenha sido projetado para resistir a impactos e amassados, a Força Aérea tem certeza de que conseguirá encontrar uma forma de desabilitar o veículo permanentemente.

    Tesla Cybertruck – Foto: Divulgação

    O caso da esfera de aço quebrada na apresentação do Cybertruck, em 2019, é lembrado no texto como uma curiosidade, mas a matéria ressalta que um míssil Hellfire faria um estrago muito maior. A Força Aérea pretende aplicar uma série de testes de precisão para verificar a durabilidade do veículo.


    O que você acha da Força Aérea usar o Cybertruck como alvo? Será que a resistência do caminhão elétrico de Elon Musk vai surpreender? Deixe sua opinião nos comentários!



    Fonte: Garagem 360

  • Volkswagen vendeu o dobro de SUVs do que a Jeep em julho

    Volkswagen vendeu o dobro de SUVs do que a Jeep em julho

    OTera está cumprindo exatamente o papel que dele a Volkswagen esperava. Menos de dois meses depois de chegar às concessionárias, o modelo tem representado vendas totalmente adicionais e alavancado a participação da marca, especialmente no segmento de SUVs.

    Em julho, com os 3.244 licenciamentos do Tera, a Volkswagen comemorou mais de 18,9 mil utitilitários esportivos vendidos. O número representa 18% de participação no principal segmento do mercado interno.

    Mais ainda: é nada menos do que o dobro das 9.958 unidades (9,6%) negociadas pela Jeep, marca que dominou o segmento por sete anos consecutivos, hegemonia quebrada pela própria VW em 2023.

    No mês passado, até a mesmo a Fiat, coirmã dentro da Stellantis, com mais de 11 mil utilitários esportivos vendidos (10,5%), ficou à frente da Jeep, que ainda viu a Toyota (8,5% e 8,7 mil unidades) se aproximar muito.

    Segmento de SUVs – Participação por marca ( até julho – %)

    Volkswagen 17,0
    Jeep 11,4
    Fiat 9,9
    Toyota 8,5
    Hyundai 7,0
    Honda 6,3
    General Motors 6,2
    Caoa Chery 5,9
    Nissan 5,2
    BYD 4,2

    Fonte: Fenabrave

    Apesar do grande número de lançamentos da concorrência nos últimos meses, a Volkswagen vai sustentando os 17% de participação com os quais encerrou 2024 na ponta. Melhor, viu a segunda colocada Jeep perder mais de 1,5 ponto porcentual, para 11,4%, em igual comparação.

    A pouca canibalização entre Tera e Nivus imaginada e desejada pela Volkswagen também parece estar se concretizando como verdade.

    Mesmo com as mais de 3 mil unidades vendidas do novo SUV de entrada e toda a campanha de comunicação que naturalmente o envolveu, no mês passado o Nivus esbarrou em 5,8 mil licenciamentos, seu melhor resultado mensal nos últimos dois anos, precisamente desde julho de 2023.

    Também os negócios com o T-Cross não sentiram, por enquanto, qualquer influência negativa por conta da chegada do Tera, cuja versão topo tem preço sugerido a partir de R$ 142 mil e se sobrepõe a versões intermediárias do irmão maior.

    O SUV líder do mercado brasileiro somou mais de 9 mil licenciamentos no mês passado, mesmo patamar registrado até maio, quando o Tera ainda não estava à venda. Ao longo do ano, segue firme rumo a mais um ano com o SUV mais vendido do País.

    De janeiro a julho, já tem mais de 53,5 mil emplacamentos frente a 39 mil do segundo colocado  Hyundai Creta.


    Foto: Divulgação



    Fonte: Auto Industria

  • Ousadia? Loucura? Lecar inaugura concessionária antes mesmo de ter fábrica e carros prontos!

    Ousadia? Loucura? Lecar inaugura concessionária antes mesmo de ter fábrica e carros prontos!

    Foto do Lecar 459 e da Lecar Campo
    Arte da dupla Lecar 459 e Lecar Campo

    Eu quase nunca falo aqui sobre novas revendas. Mas, esse caso, chamou a minha atenção. A Lecar inaugurou oficialmente a sua primeira concessionária no Brasil, em São Caetano do Sul (SP). A unidade marca o início da operação comercial da montadora. O curioso é que a marca ainda não tem fábrica no Brasil e, principalmente, não tem nenhum carro disponível para venda! Ousadia ou loucura?

    (mais…)

  • Tesla brasileira: revelamos como é a Lecar, primeira marca de carros 100% nacional

    Tesla brasileira: revelamos como é a Lecar, primeira marca de carros 100% nacional

    A “Tesla brasileira“, como gosta de ser chamada, tem nome e sobrenome: Lecar. Criada há pouco mais de três anos pelo empresário Flávio Figueiredo, a marca já anunciou modelos, abriu concessionária e até iniciou pré-venda — mas sem um carro sequer rodando nas ruas.

    A ambição? Construir uma fábrica no Espírito Santo, criar veículos híbridos flex e resgatar o orgulho nacional na indústria automotiva. Mas será que tudo isso vai sair do papel? Acompanhe o Garagem360 e veja mais detalhes!

    Lecar e o sonho da “Tesla brasileira”

    A primeira concessionária da Lecar foi inaugurada em São Caetano do Sul (SP). Apesar disso, os primeiros carros só devem chegar às mãos dos compradores a partir de agosto de 2026, quando a marca prevê iniciar a produção.

    Tesla brasileira; Lecar

    Foto: Reprodução / Instagram (@lecarbrasil)

    A princípio, a fábrica planejada para Sooretama (ES) terá 90 mil m² e capacidade para 120 mil carros por ano, empregando 1.500 pessoas. O investimento estimado é de R$ 870 milhões — um valor bem abaixo do que outras montadoras gastam, como os R$ 5,5 bilhões da BYD em Camaçari (BA).

    O próprio fundador se inspira abertamente em Elon Musk e no modelo de negócios da Tesla, com produção sob demanda e foco em tecnologia.

    Como serão os carros da Tesla brasileira?

    Por enquanto, dois modelos estão confirmados:

    • Lecar 459 – SUV híbrido flex com tração elétrica, inspirado entre o Tesla Model 3 e Model Y.
    • Lecar Campo – Picape compacta voltada ao uso comercial, do porte de uma Fiat Strada, pensada para atender programas de financiamento do BNDES.

    Ambos usarão a mesma plataforma e terão motorização elétrica de autonomia estendida (EREV). Isso significa que um motor 1.0 turbo flex (o mesmo de Renault Kardian e Nissan Kicks) funcionará como gerador para alimentar as baterias de 18,4 kWh.

    A promessa mais ousada? 1.000 km de autonomia usando apenas 30 litros de etanol, segundo dados da fornecedora Horse.

    O que há de concreto no projeto da Lecar?

    A marca afirma já ter fornecedores definidos para pneus (Pirelli), rodas (Maxion), freios (Fras-le), amortecedores (Nakata) e o gerador elétrico (Weg). Além disso, o índice de nacionalização divulgado é de 83%.

    Outro destaque é a blindagem de fábrica, feita pela mesma empresa que abriu a primeira concessionária. A garantia prometida é de 3 anos para o carro e 10 anos para o powertrain elétrico.

    Leia também: Novo Cadillac Lyriq é o SUV elétrico de luxo que chega ao Brasil em breve

    Estratégia de vendas e pós-venda

    A Lecar quer fugir da “Lei Ferrari”, que impede vendas diretas da fábrica ao consumidor. Por isso, pretende abrir 20 concessionárias até 2025, mesmo sem ter veículos prontos para entrega.

    Tesla brasileira Lecar

    Foto: Divulgação / Lecar Brasil

    O modelo de negócios será semelhante ao da Tesla: o cliente encomenda o carro, e ele só é produzido após a compra. As concessionárias não farão manutenção — esse trabalho ficará com centros de serviço especializados, possivelmente ligados à Weg ou até redes Renault e Nissan.

    Tesla brasileira: promessa ou realidade em 2026?

    Ainda há muitas dúvidas: a produção está prevista para começar em um prazo considerado apertado para a indústria, e o investimento total é modesto diante dos concorrentes. Porém, o fundador mantém o discurso otimista e garante que todos os contratos estão assinados.

    Se a Lecar entregar o que promete, pode sim se tornar um marco para o setor automotivo brasileiro — e talvez justificar o apelido de Tesla brasileira.

    E você, acredita que a Lecar vai cumprir o que promete? Deixe sua opinião nos comentários abaixo!



    Fonte: Garagem 360