Autor: automoveis

  • Leapmotor chega ao Brasil com SUV C10 em versões elétrica e híbrida

    Leapmotor chega ao Brasil com SUV C10 em versões elétrica e híbrida

    O primeiro lote de carros importados da Leapmotor chegou ao Brasil. O SUV eletrificado C10 desembarcou no país nesta última quarta-feira (6). A marca, no entanto, não revelou a quantidade de carros deste primeiro lote. 

    Os modelos desembarcaram no Porto de Santos (SP). “A chegada dos primeiros Leapmotor ao Brasil é um passo importante no grande desafio de implementar uma marca inédita no país”, disse o vice-presidente da Leapmotor para a América do Sul, Fernando Varela.

     A Leapmotor revelou que neste primeiro lote foram importadas diferentes configurações do SUV C10 (REEV e BEV), que irá compor a gama da Leapmotor no Brasil, ao lado do B10. Por enquanto, neste primeiro lote, não vieram unidades do SUV B10. 

    Como são os modelos da Leapmotor que serão vendidos no Brasil?

    Leapmotor C10 

    O SUV chegará ao Brasil em configurações distintas: REEV e BEV. O primeiro tipo de tecnologia adota um motor a combustão projetado exclusivamente para gerar eletricidade. Ele é usado para mover o carro por meio de um motor elétrico ou para recarregar as baterias. 


    Leapmotor C10 já está no Brasil
    Leapmotor C10 já está no Brasil • Divulgação

    Já a versão BEV é 100% elétrica. Com porte de SUV médio, o Leapmotor C10 tem 4,74 metros de comprimento, 1,90 metro de largura e 1,68 metro de altura e distância entre-eixos de 2,83 metros. Na variante elétrica, são 231 cv de potência e até 530 km de autonomia elétrica (ciclo CLTC). 

    Leapmotor B10

    A marca não deixou claro qual versão elétrica veio ao país. Na mais simples, o B10 tem 177 cv, enquanto a variante mais potente atinge 214 cv. Com a bateria de 67,1 kWh, o alcance estimado é de até 600 km pelo ciclo chinês. 


    Leapmotor B10
    Leapmotor B10 • Stellantis/Divulgação

    O SUV B10 tem dimensões relativamente semelhantes a um Volkswagen Taos:

    • Comprimento: 4,51 m
    • Largura: 1,88 m
    • Altura: 1,65 m
    • Entre-eixos: 2,73 m

    Entenda diferenças entre veículos SUV, D-SUV, C-SUV, B-SUV



    Fonte: CNN Brasil Auto

  • Carros elétricos estão mais caros no Brasil? Entenda diferença de preços comparado aos EUA

    Carros elétricos estão mais caros no Brasil? Entenda diferença de preços comparado aos EUA

    Os carros elétricos no Brasil têm ganhado popularidade, mas o preço elevado ainda é um obstáculo para muitos consumidores.

    A diferença de preços entre o Brasil e países como os Estados Unidos é notável, com modelos semelhantes podendo custar de 40% a 100% mais caros aqui. Mas que está por trás desse aumento?

    O Garagem360 vai explicar esses fatores que tornam os elétricos no Brasil mais caros e como isso impacta as escolhas dos consumidores. Acompanhe!

    Os carros elétricos estão mais caros no Brasil?

    O aumento dos preços dos carros elétricos no Brasil é impulsionado por uma combinação de fatores econômicos e tributários que tornam os modelos mais caros em comparação com os Estados Unidos. Uma das principais razões está na alta carga tributária que incide sobre os carros importados, além da infraestrutura limitada de produção local.

    Carros elétricos

    Foto: Freepik

    No Brasil, veículos elétricos são principalmente importados e, por isso, enfrentam o Imposto de Importação (18%), que deve subir para 35% em 2026.

    Além disso, há o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), que varia entre 7% e 25%, e o ICMS, que vai de 12% a 18%, dependendo do estado. Esses impostos são um grande fator que aumenta o custo final do veículo.

    Outros fatores que impactam o preço

    • Impostos elevados: Imposto de Importação (18%) e ICMS de 12% a 18%
    • PIS/Cofins: Carga de 9% sobre o preço final
    • IPVA: Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores, com alíquotas de 2% a 4%

    Por que eles são mais baratos nos EUA?

    Nos Estados Unidos, a situação é diferente. Atualmente, a política fiscal oferece incentivos substanciais, como um crédito de US$ 7.500 para quem compra um carro elétrico, o que ajuda a reduzir o preço do modelo para o consumidor final.

    Além disso, a produção local em grande escala e o mercado muito maior de carros elétricos permitem uma redução de custos que simplesmente não é possível no Brasil.

    Enquanto as vendas de veículos eletrificados no Brasil foram de pouco mais de 61 mil unidades em 2024, nos Estados Unidos, o número de carros elétricos vendidos superou 1,3 milhão de unidades. Isso cria um cenário de escala que favorece a redução de preços nos EUA.

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    Tesla Model 3

    Um exemplo claro dessa disparidade de preços pode ser visto no Tesla Model 3. Nos Estados Unidos, a versão básica do modelo sai por cerca de US$ 40.000, o que equivale a aproximadamente R$ 240.000 na conversão direta.

    Carros elétricos

    Foto: Divulgação / Tesla

    Já no Brasil, esse mesmo modelo pode custar até R$ 400.000, uma diferença de cerca de 67%. Esse valor elevado é reflexo dos impostos, da carga tributária e da menor competitividade no mercado nacional.

    Carros elétricos vão ficar mais baratos no Brasil?

    A boa notícia é que, com o crescente interesse por carros elétricos e a evolução da infraestrutura de recarga, os preços podem começar a cair nos próximos anos.

    A princípio, o aumento da produção local, a ampliação de incentivos fiscais e a redução dos impostos de importação podem ajudar a tornar os carros elétricos mais acessíveis para os consumidores brasileiros. Veja só:

    • Aumento da produção local: maior fabricação de veículos elétricos no Brasil
    • Incentivos fiscais: potenciais benefícios como créditos para a compra de elétricos
    • Redução de impostos: possibilidade de revisão das alíquotas de ICMS e IPI

    Está pensando em comprar um carro elétrico no Brasil? Acha que, com esse cenário, é uma boa escolha? Deixe sua opinião nos comentários abaixo!

    Leia também: 5 carros elétricos mais baratos do Brasil por R$ 100 mi, R$ 120 mil e R$ 130 mil



    Fonte: Garagem 360

  • Produção de caminhões permanece em alta, apesar da demanda do mercado menor

    Produção de caminhões permanece em alta, apesar da demanda do mercado menor

    Impulsionadas por três dias úteis a mais, as vendas de caminhões anotaram alta de 24,5% em julho sobre junho, para 10.598 unidades. O volume, no entanto, foi 6,6% inferior ao do mesmo do ano passado (11.530) e, no acumulado dos sete meses, o mercado chegou em baixa de 4,1%, com 65.352.

    A tendência da demanda menor no mercado interno, no entanto, ainda não esfriou o chão de fábrica, conforme apontam os números consolidados no balanço da Anfavea, apresentado na quinta-feira, 7.

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    A indústria produziu no mês passado 12.058 caminhões, volume que representou altas de 6,8% em relação junho (11.273) e de 1,3% na comparação com julho de 2024 (11.909). Nos sete primeiros meses, as 78.429 unidades produzidas expressam crescimento de 2,8% sobre o volume anotado um ano antes, quando acumulava 76.300 modelos.

    As exportações contribuem para preservar o ritmo das atividades em alta nas fábricas, ainda que em patamar de um dígito baixo. Os embarques de caminhões seguem em contínuo crescimento. Em julho, a remessa de 2.759 unidades foi 9,3% maior em relação a de junho (2.525), mas 84,4% superior à do mesmo mês do ano passado (1.496).

    Com o resultado parcial, as fabricantes já enviaram para exterior 16.203 caminhões até julho, alta de 89,8% sobre o volume registrado no mesmo acumulado de 2024 (8.536).

    O presidente da Anfavea Igor Calvet, porém, reafirmou preocupação com o segmento de caminhões nos próximos meses. Além da alta nos juros, que encarece o crédito e inibe vendas, o tarifaço imposto pelo governo dos Estados Unidos trazem ainda mais incertezas.

    “Ainda não dá para medir o impacto. Alguns setores ainda não têm clareza e pode impactar de maneira negativa nas vendas de caminhões, afinal, as exportações de alguns produtos para os Estados Unidos podem ser reduzidas ou mesmo inviabilizadas.”


    Foto: Divulgação Scania



    Fonte: Auto Industria

  • Em julho, montadoras produzem 237,8 mil veículos

    Em julho, montadoras produzem 237,8 mil veículos

    Apesar de ser o maior volume do ano, com alta de 15% sobre junho, a produção de 238,8 mil veículos em julho, entre leves e pesados, representou queda de 3,6% sobre o mesmo mês de 2024.

    Ao divulgar os números do setor, o presidente executivo da Anfavea, Igor Calvet, lembrou que julho teve três dias úteis a menos, o que favoreceu o balanço do mês. E deixou claro que a elevada alta na demanda por carros importados, em especial os chineses, impedem um desempenho melhor na área fabril.

    No acumulado do ano a alta na produção é de 6,1%, com 1.469.326 unidades fabricadas no País de janeiro a julho ante total de 1.384.602 do mesmo período de 2024.

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    As exportações têm sido decisivas para manter a produção em alta. Em julho até houve queda de 5,8% com relação a julho, com 47,9 mil e 50,8 mil unidades, respectivamente, mas no ano a alta é de expressivos 52,7%, com mais de 312 mil embarques este ano.

    Um dado comemorado por Calvet foi a recuperação de 400 postos de trabalho em julho, após dois meses de queda no número de empregos, que agora está em 109,1 mil.

    Ele voltou a comentar sobre o elevado aumento das importações, da ordem de 14,5% até julho, com 273,6 mil licenciamentos no ano, que tem tirado espaço dos carros produzidos no País.

    “Só melhorias nas condições de crédito e a substituição de importações por produtos locais podem levar a um aquecimento mais acelerado do mercado interno e, por tabela, da produção”, comentou o executivo, lembrando que as taxas de juros atuais são as mais altas desde 2009.


     



    Fonte: Auto Industria

  • Carro chinês: venda cresce 41% e estoque supera 100 mil unidades.

    Carro chinês: venda cresce 41% e estoque supera 100 mil unidades.

    O aumento de 14,5% nas importações de veículos, com 273.656 unidades comercializadas este ano ante total de 238.953 nos primeiros sete meses de 2024, é um dos entraves para um melhor desempenho produtivo das montadoras locais.

    É que em contraste com essa elevada expansão dos estrangeiros, a venda de modelos nacionais teve alta de apenas 1,9%, passando de 1.146.356 para 1.168.671 unidades no mesmo comparativo. Na soma dos dois, o mercado interno teve alta de 4,1%, de 1.385.309 para 1.442.327 emplacamentos.

    No contexto das importações, o grande destaque são os modelos chineses, cujas vendas cresceram 41,2% no acumulado do ano, para quase 88 mil unidades nos primeiros sete meses, com market share de 6% nos emplacamentos do período (veja quadro abaixo).

    “E o estoque de carros vindos da China ainda é elevado, acima de 100 mil unidades”, revela o presidente executivo da Anfavea, Igor Calvet.

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    A venda de modelos chineses contribuiu para o aumento da participação de eletrificados leves nas vendas internas, de 6,7% para 10,9% em um ano, mas Calvet destaca que nesse caso tem sido cada vez mais relevante a presença dos híbridos brasileiros, cuja oferta vem crescendo nos últimos meses.

    O presidente da Anfavea também comentou sobre a importância do programa Carro Sustentável, responsável pelo aumento de 16,7% nas vendas de varejo dos automóveis inscritos, representantes de cinco marcas, nas suas três primeiras semanas de vigência.

    “Programas de redução de imposto como o anunciado em julho, que zerou o IPI dos modelos de entrada mais econômicos, são bem-vindos pelo seu caráter ambiental, pelo maior acesso ao 0 km e por movimentar a rede de concessionárias”, destacou o executivo, prevendo que por ser um benefício de longo prazo, até o final do ano que vem, o programa vai propiciar um crescimento sustentado do mercado brasileiro ao longo dos meses.


     



    Fonte: Auto Industria

  • Nissan Kait é flagrado em testes no Brasil e será baseado no Kicks Play

    Nissan Kait é flagrado em testes no Brasil e será baseado no Kicks Play

    A Nissan está preparando uma grande novidade para o mercado brasileiro: o Nissan Kait, um SUV de entrada que vai substituir o já conhecido Kicks Play.

    Com o objetivo de competir com modelos como o VW Tera e o futuro SUV do GM Onix, o Kait promete trazer novidades interessantes para o consumidor brasileiro. No entanto, a grande pergunta que surge é: o que realmente vai mudar nesse modelo? O Garagem360 revela!

    O que já sabemos sobre o Nissan Kait?

    O Nissan Kait não é um modelo totalmente novo, mas sim uma “recauchutagem” do já consolidado Kicks Play. A proposta é atualizar o visual e melhorar alguns pontos do modelo, mantendo a plataforma e o motor 1.6 16V aspirado de 113 cv.

    Nissan Kait

    Foto: Reprodução / Instagram (@placaverde)

    Especula-se que o novo modelo, que teve o flagra compartilhado pelo perfil Placa Verde no Instagram, trará uma nova dianteira, lanternas e para-choques redesenhados, além de outros ajustes estéticos para modernizar o visual e atrair novos consumidores.

    Apesar das mudanças no design, a base do Kait será praticamente a mesma do Kicks Play, o que significa que o motor e a estrutura geral não sofrerão grandes alterações.

    No entanto, a Nissan promete incluir tecnologias mais modernas, como uma nova central multimídia, um quadro de instrumentos digital e até recursos de condução semiautônoma, trazendo um ar de modernidade e inovação ao modelo.

    Nissan Kait vs Nissan Kicks Play

    Embora o Kait seja um derivado do Kicks Play, algumas mudanças são esperadas para diferenciar os dois modelos no mercado. A princípio, a Nissan pretende que o novo SUV tenha como um de seus principais atrativos o preço competitivo, além de manter a arquitetura simplificada que ajudou o Kicks Play a se destacar.

    Nissan Kait

    Nissan Kicks Play. Foto: Divulgação / Nissan

    Porém, a grande inovação do Kait será a inclusão de recursos tecnológicos mais avançados, que podem colocar o modelo em uma posição mais forte frente à concorrência.

    A inclusão de uma central multimídia mais moderna e o quadro de instrumentos digital são um sinal claro de que a Nissan está tentando oferecer mais sofisticação no Kait, sem comprometer o custo.

    Quando o Kait será lançado no Brasil?

    Embora a Nissan ainda não tenha confirmado a data exata de lançamento do Kait, a expectativa é de que o modelo seja apresentado entre o final de 2025 e o início de 2026.

    A produção será realizada na fábrica da Nissan em Resende (RJ), e a marca planeja que o modelo não seja vendido apenas no Brasil, mas também em outros mercados internacionais.

    Com um preço estimado entre R$ 100 mil e R$ 150 mil, o Kait se posicionará como uma opção mais acessível, especialmente considerando o preço do Kicks Play, que atualmente começa em torno de R$ 170 mil.

    A ideia é oferecer um modelo que traga um bom custo-benefício, focado em equipamentos essenciais e uma experiência de direção mais moderna.

    E você, o que acha do novo Nissan Kait? Deixe sua opinião nos comentários sobre suas expectativas para o futuro do SUV no Brasil!

    Leia também: Melhores amigas? Chevrolet e Hyundai anunciam parceria surpreendente para criar SUV, picape e 3 carros inéditos



    Fonte: Garagem 360

  • Irmãos? Chevrolet Onix e Tracker podem ser baseados no Hyundai HB20 e Creta a partir de 2028

    Irmãos? Chevrolet Onix e Tracker podem ser baseados no Hyundai HB20 e Creta a partir de 2028

    O mercado brasileiro de carros está prestes a vivenciar uma grande mudança, com uma parceria estratégica entre duas grandes montadoras: General Motors (Chevrolet) e Hyundai.

    A colaboração promete impactar diretamente o futuro dos modelos Chevrolet Onix e Tracker, além de seus sucessores, que podem ter como base os próximos Hyundai HB20 e Creta. ]

    Essas mudanças começam a se desenhar com a chegada de novos modelos, que chegam ao Brasil a partir de 2028, com um design e estrutura renovados. Acompanhe o Garagem360 e saiba mais!

    O que já sabemos sobre a parceria entre GM e Hyundai?

    A parceria entre a General Motors e a Hyundai não apenas vai transformar o mercado de carros compactos, mas também promete uma reviravolta no segmento de SUVs.

    Segundo informações confirmadas pelas montadoras, os novos Chevrolet Onix e Tracker podem, em suas futuras gerações, ter a mesma plataforma dos próximos modelos HB20 e Creta, que deverão chegar ao mercado global a partir de 2027.

    Chevrolet Onix e Tracker; Hyundai HB20 e Creta

    Foto: Imagem gerada por IA

    Isso significa que, ao invés de desenvolver os novos veículos de maneira totalmente independente, a GM e a Hyundai trabalharão juntas para criar uma linha de modelos com motorização flexível e design moderno, mas mantendo a identidade de cada marca, tanto por dentro quanto por fora.

    O objetivo da parceria é reduzir custos, agilizar o desenvolvimento e acelerar a adaptação às novas demandas de mercado, especialmente em mercados da América Latina, onde esses modelos têm grande apelo.

    Expectativas para o mercado brasileiro

    Para o mercado brasileiro, essa parceria traz uma série de possibilidades empolgantes. A princípio, o futuro Chevrolet Onix, que deve se beneficiar da plataforma do HB20, promete ser um carro mais refinado e com maior qualidade de acabamento.

    Além do mais, o modelo também deve ficar maior e mais moderno, o que é uma excelente notícia para os consumidores que buscam um compacto de alta performance e com mais conforto.

    Chevrolet Onix e Tracker; Hyundai HB20 e Creta

    Foto: Divulgação / Hyundai

    Do lado do Tracker, o SUV compacto da Chevrolet, espera-se que ele compartilhe a plataforma com o futuro Hyundai Creta, um modelo de grande sucesso no Brasil.

    Dessa forma, o Tracker deverá oferecer uma experiência mais robusta e tecnológica, ampliando sua competitividade frente aos concorrentes como o VW T-Cross e o Renault Duster.

    Veja também: Vai comprar carro por Pix? Revelamos 5 cuidados essenciais para não cair em golpes

    Quais carros serão lançados com parceria entre Chevrolet e Hyundai?

    A princípio, a colaboração entre as duas gigantes automotivas também resultará em novos modelos de picapes e outros veículos, com foco na otimização de custos e maior competitividade no mercado brasileiro.

    Além dos sucessores de Onix e Tracker, os planos incluem a produção de um SUV, uma picape média e uma van elétrica, voltada para o mercado norte-americano.

    Embora os detalhes sobre os novos carros ainda sejam escassos, especula-se que a picape média resultante dessa parceria será a sucessora da Chevrolet S10, enquanto a picape menor, baseada no Creta, pode ser a futura Montana.



    Fonte: Garagem 360

  • Segmento de caminhões traz para baixo nova projeção para pesados da Anfavea

    Segmento de caminhões traz para baixo nova projeção para pesados da Anfavea

    A Anfavea revisou as projeções de desempenho do setor automotivo para 2025. No segmento de pesados, o mercado de caminhões deverá ser o mais afetado de maneira negativa. Se antes a associação enxergava estabilidade nas vendas com leve alta de 0,2% sobre 2024, com 124,5 unidades, agora espera queda de 8,3%, para 114,5 mil emplacamentos.

    A estimativa de retração só não é mais acentuada nos veículos pesados porque as vendas de ônibus seguirão em crescimento ao longo do ano. A Anfavea aponta um crescimento de 12,8%, com 25,3 mil unidades entregues até o fim de 2025. Anteriormente, também vislumbrava alta, mas de 7%, com 24 mil chassis negociados.

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    “A alta nos juros derruba a demanda de caminhões, em especial dos pesados, categoria que mais participa das vendas”, reforçou Igor Calvet, presidente da Anfavea, durante apresentação de balanço de desempenho do setor automotivo, na quinta-feira, 7. “Com exceção de necessidades contratuais para comprar caminhões, o transportador espera antes de investir.”

    A exportação, no entanto, será a variável que preservará a estabilidade no ritmo do chão de fábrica. Na primeira projeção do ano, a Anfavea indicava um crescimento de apenas 2% nos embarques de pesados, com 23,2 mil caminhões e ônibus. Agora passou contar com uma expansão de 47,5%, para 33,5 mil veículos enviados para fora.

    Ao estimar o aumento significativo nos embarques de pesados, o entendimento da Anfavea é de que a produção anotará uma leve queda de 0,2% ao fim de 2025, com 168,6 mil unidades, antes apostava em empate.


    Foto: Divulgação Mercedes-Benz/Anfavea



    Fonte: Auto Industria

  • Ninguém escapa de Trump: Toyota registra prejuízo bilionário por tarifas

    Ninguém escapa de Trump: Toyota registra prejuízo bilionário por tarifas

    A Toyota, gigante automobilística japonesa, está enfrentando um grande revés financeiro devido às pesadas tarifas impostas pelo governo de Donald Trump nos Estados Unidos. Em um anúncio feito em Tóquio, a empresa revelou que espera uma perda de aproximadamente US$ 9,5 bilhões (R$ 51,7 bilhões na conversão) em seu lucro operacional até o final do ano fiscal de 2025-2026.

    Essa perda bilionária é resultado direto das tarifas aplicadas aos carros importados para os EUA, que aumentaram de 2,5% para 27,5% em abril, elevando significativamente os custos e comprometendo os lucros da montadora.

    Toyota registra prejuízo bilionário por tarifas – Foto: Divulgação

     


    Toyota registra prejuízo bilionário por tarifas

    A “dor de cabeça” da Toyota já se reflete nos resultados do primeiro trimestre fiscal (de abril a junho de 2025), que registrou um lucro líquido de R$ 45,8 bilhões (convertido), uma queda impressionante de 36,9% em relação ao mesmo período do ano anterior. Essa queda não é apenas por conta das tarifas, mas também pela flutuação da taxa de câmbio entre iene e dólar.

    Em resposta a esse cenário desafiador, a Toyota já começou a fazer ajustes estratégicos. Em junho, a empresa anunciou um aumento médio de R$ 1.470 no preço dos veículos no mercado americano. Além disso, a montadora busca diminuir sua dependência do mercado dos EUA, que ainda representa cerca de 33% de suas vendas globais.

    “O maior desafio é garantir que nossos negócios na América do Norte gerem lucros sólidos. O resultado [de um acordo comercial] continua difícil”, disse Takanori Azuma, diretor do grupo de contabilidade da Toyota.


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    titulo=Top 4 carros da Toyota até R$ 100 mil

    desc=Modelos econômicos e cheios de estilo

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    link=https://garagem360.com.br/4-melhores-carros-da-toyota-por-menos-de-r-100-mil/

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    Outros desafios e um raio de esperança

     As tarifas americanas não são o único problema da Toyota. A empresa enfrenta ainda a variação da taxa de câmbio iene-dólar, que deve custar outros R$ 26,6 bilhões, além do aumento no custo dos materiais, que pode reduzir os lucros em mais R$ 16,3 bilhões. Esses fatores combinados fizeram a Toyota reduzir sua projeção de lucro anual em 44,2%.

    Apesar do cenário desfavorável, um acordo comercial recente entre os governos de Trump e do Japão trouxe um alívio. As tarifas sobre carros japoneses serão reduzidas em 15%, o que pode ajudar a mitigar o impacto financeiro no futuro.

    A Toyota, apesar dos desafios, segue com vendas fortes. As vendas globais de veículos cresceram 7% no primeiro trimestre fiscal, com um aumento de 12,7% na América do Norte. Olhando para o futuro, a empresa reafirma seu compromisso com a produção no Japão, anunciando a construção de uma nova fábrica em sua cidade natal, Toyota City.

    Leia também: Carro da Toyota saiu de linha no Brasil, mas faz sucesso na Argentina

     

     



    Fonte: Garagem 360

  • BYD lidera mercado de carros elétricos no Brasil com 76% de participação nas vendas

    BYD lidera mercado de carros elétricos no Brasil com 76% de participação nas vendas

    Sucesso é pouco para ela! A BYD não para de surpreender no Brasil. Com um desempenho impressionante, a marca chinesa conquistou quase 80% do mercado de carros elétricos no país em 2025.

    Não por acaso, o Dolphin Mini, carro de entrada da marca, já lidera as vendas e se tornou o modelo elétrico mais vendido do Brasil. Quer saber como a BYD conseguiu alcançar esse feito? Acompanhe o Garagem360 e se surpreenda!

    Como a BYD está liderando o setor de carros elétricos no Brasil?

    Com um total de 28.821 unidades vendidas até julho de 2025, a BYD representa 76,8% do mercado de carros elétricos no Brasil. Esse número é absolutamente impressionante quando comparado aos concorrentes.

    BYD; carros elétricos

    Foto: Garagem360

    A segunda colocada, a Volvo, com apenas 7,8% de participação, está bem distante da gigante chinesa. Essa dominância tem a ver com vários fatores, como o lançamento do modelo Dolphin Mini, a produção local e a constante expansão da linha de veículos elétricos da marca.

    Atualmente, o Dolphin Mini, que foi o primeiro carro elétrico montado no Brasil, representa grande parte desse sucesso, com 16.232 unidades vendidas no período. Essa vantagem inicial é importante, pois posiciona a BYD como líder de mercado em um setor que ainda está em crescimento no Brasil.

    Quais carros da BYD são os mais vendidos?

    Além do Dolphin Mini, que é o carro elétrico mais vendido, a BYD tem outros modelos que estão se destacando no mercado brasileiro.

    O Dolphin, com 7.592 unidades vendidas, e o Yuan Pro, com 2.571 unidades, seguem como os carros mais procurados da marca. Outro modelo importante é o BYD Seal, um sedã elétrico que também está ganhando destaque, com 1.718 unidades vendidas até julho de 2025.

    A seguir, veja um resumo dos elétricos mais vendidos da BYD até julho de 2025:

    • Dolphin Mini: 16.232 unidades
    • Dolphin: 7.592 unidades
    • Yuan Pro: 2.571 unidades
    • Seal: 1.718 unidades

    Novidades para o Brasil

    A BYD não vai parar por aí. A marca tem planos ambiciosos para o futuro, com a previsão de montar mais sete modelos na fábrica de Camaçari (BA) até 2026.

    Entre esses modelos, estão os híbridos Song Pro e King, e versões do Dolphin que serão produzidas localmente. Isso faz parte de uma estratégia para continuar ampliando sua presença no Brasil e oferecer opções para diferentes faixas de preço e necessidades do consumidor.

    Além disso, a chinesa deve focar cada vez mais em tecnologias de ponta, como os sistemas de condução semiautônoma e novas centrais multimídia, que tornarão os veículos ainda mais atrativos.

    Comente abaixo: você acha que a BYD vai continuar dominando o mercado de carros elétricos?

    Leia também: BYD tem “carro secreto” contra o BMW 320i, mas decide não usá-lo; saiba qual o modelo



    Fonte: Garagem 360