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  • 5 fatos sobre o SUV mais vendido do Brasil que talvez você não saiba

    5 fatos sobre o SUV mais vendido do Brasil que talvez você não saiba

    Os utilitários esportivos estão entre os carros mais emplacados do país há um bom tempo, e o SUV mais vendido do Brasil já conta com mais de 6 mil vendas somente neste ano.

    Mas afinal, o que será que esse carro tem de especial para se sair tão bem no mercado? Para sanar a sua curiosidade, trouxemos 5 fatos que talvez você não saiba sobre ele.

    Que tal conferir? Acompanhe o Garagem360 e veja!

    Qual o SUV mais vendido do Brasil?

    Atualmente, o SUV mais vendido do Brasil é o Volkswagen T-Cross. De acordo com os dados disponibilizados pela Fenabrave, somente no último mês, foram 6.224 vendas.

    Logo abaixo dele vem o Chevrolet Tracker, mas já com uma diferença considerável. Ao todo, o carro soma 5.670 emplacamentos somados durante o mesmo período.

    Se formos comparar com o décimo lugar da lista, o Toyota Corolla Cross, a diferença é ainda mais perceptível. São 3.754 vendas, que resulta em mais de 2 mil a menos do que o líder.

    Curiosamente, o T-Cross contará em breve com uma nova reestilização, o que mostra que a VW está pronta para aumentar ainda mais a popularidade do carro. Bom, pelo menos é o que se espera.

    E agora, vamos te apresentar 5 fatos curiosos sobre o modelo que podem estar por trás do sucesso de vendas. Vamos lá?!

    Fonte: Fenabrave

    1. VW T-Cross tem 5 versões com diferentes preços

    O VW chega como um SUV para agradar diferentes públicos. Isso porque ele começa com valores na casa dos R$ 119 mil, mas vai até R$ 170 mil na versão de topo.

    Atualmente, as versões disponíveis do modelo e seus respectivos valores são:

    Veja também: Hyundai Creta 2025 está renovado e quer o lugar do T-Cross

    2. Potência do T-Cross vai de 128 cv a 150 cv

    O T-Cross vem com um ponto interessante: a potência, que é interessante até mesmo para a versão de entrada do modelo. Nesse caso, são 128 cv com etanol e 116 cv com gasolina.

    Se formos falar da versão de topo, a potência pode ir até mesmo a 150 cv com etanol ou gasolina. Ou seja, é possível chegar ao máximo com ambos os combustíveis.

    Foto: Nicole Santana / Garagem360

    3. SUV é robusto e confortável

    Um dos detalhes que fazem os SUVs um dos segmentos preferidos dos brasileiros é justamente o conforto que esses automóveis proporcionam para o dia a dia.

    No caso do T-Cross, esse também é um ponto destaque, afinal, o carro é bastante espaçoso. As medidas deles são:

    • Comprimento: 4.199 mm 
    • Largura: 1.760 mm
    • Altura: 1.570 mm
    • Entre eixos: 2.651 mm

    4. Todas as versões são equipadas com sistemas de auxílio ao condutor

    Para garantir ainda mais tecnologia aos clientes, a VW traz sistemas de auxílio ao motorista em todas as versões do SUV. Nesse caso, o diferencial é que as versões de topo contam com conjuntos mais desenvolvidos.

    Alguns dos principais sistemas incluem:

    • Assistente para partida em aclives/subidas (“Hill Hold Control”)
    • Controle eletrônico de estabilidade (ESC), controle de tração (ASR) e bloqueio eletrônico do diferencial (EDS)
    Foto: Nicole Santana / Garagem360

    5. Consumo também é atrativo

    O SUV da VW tem dois tipos de motorização1.0 e 1.4, e em ambas, o consumo chama a atenção. Estamos falando de:

    Motor 1.0

    • Cidade – 8,3 km/l com etanol e 12 km/l com gasolina;
    • Estrada – 10 km/l com etanol e 14,4 km/l com gasolina.

    Motor 1.4

    • Cidade – 8,2 km/l com etanol e 11,8 km/l com gasolina;
    • Estrada – 10 km/l com etanol e 14,2 km/l com gasolina.

    O que a gente pode concluir é que ele é um carro bem equipado, com boas tecnologias e sistemas, e esse são pontos que fazem a diferença. Assim, quem estiver disposto em investir acima de R$ 119 mil em um provavelmente não vai se arrepender.

    Depois de todos esses detalhes, você acha que o carro é uma boa opção para levar para casa? Se ainda estiver em dúvida, é só compará-lo com outros modelos!

    Aproveite para conferir: Estudo revela forma INFALÍVEL de perder dinheiro em 2024 com um carro (você não leu errado)


    Fonte: Garagem 360

  • Hyundai tem a solução perfeita para quem quer um SUV completo com preço de hatch

    Hyundai tem a solução perfeita para quem quer um SUV completo com preço de hatch

    O Hyundai Creta Action ou o Creta da antiga geração custa R$ 119.990 é o mesmo preço do HB20 Platinum e quase o preço do Honda New City EX de R$ 120.100. É um SUV completo com preço de hatch “premium”. 

    Mas será que vale a pena levar para casa um modelo com concorrentes mais modernos por quase 120 mil?

    Hyundai Creta Action é SUV completo com preço de hatch – foto: Divulgação

     

    Hyundai Creta action é SUV completo com preço de hatch

    Se for só contar a questão do espaço, o Creta ganha de lavada do HB20 com seus 4,29 m de comprimento, 1,78 m de largura e 1,63 m de altura. O hatch ano 2024 não passa dos 4,01 m de comprimento, 1,72 mm de largura e 1,47 mm de altura.

    Ainda tem o porta-malas maior de 431 litros, ante os 300 litros do HB20. No entanto, não há possibilidade de rebater os bancos aumentando o volume de carga, que no caso do hatch chega a 930 litros.

    Quanto à motorização, temos um impasse entre tradição e modernidade. Enquanto o Creta Action é equipado com um motor mais antigo e aspirado, o HB20 Platinum conta com o  moderno 1.0 turbo, mas como é de se esperar, entrega menos.

    O motor do Creta é o 1.6 flex aspirado que entrega até 130 cv e 16,5 kgfm de torque, rivalizando com seus concorrentes diretos: Nissan Kicks, GM Tracker, VW T-Cross, entre outros. 

    Já o HB20 oferece o motor 1.0 TGDI turbo de 120 cv e 17,5 kgfm. Colocando no papel, o desempenho é semelhante, visto o peso dos dois veículos. O Creta pesa 1.359 kg e o HB20 pesa 1.110 kg. 

    HB20 Platinum Safety – Foto: Divulgação

    Veja aqui a ficha técnica completa do Hyundai Creta Action 2024

    Agora vamos aos equipamentos e já adianto que o Creta perde para o HB20 em alguns quesitos como:

    • airbags loterias e de cortina
    • sensor traseiro
    • câmera traseira
    • assistente de farol alto
    • indicador de fadiga
    • alerta de mudança de faixa
    • alerta de colisão frontal
    • frenagem automática de emergência
    • chamada de emergência
    • chave presencial
    • acionamento remoto do motor. 

    Qual comprar: HB20 ou Creta?

    Como visto, o HB20 Platinum apresenta alguns itens a mais que o Creta, até por ser um modelo mais moderno e caro em relação às versões de entrada. 

    A escolha vai depender das necessidades. Se você precisa de mais espaço vá de Creta. Agora, se preza por um carro mais moderno, com tecnologia mais avançada, a escolha deve ser pelo HB20 Platinum.

    Robson QuirinoSou Robson Quirino. Formado em Comunicação Social pelo IESB-Brasília, atuo como Redator/ Jornalista desde 2009 e para o segmento automotivo desde 2019. Gosto de saber como os carros funcionam, inclusive a rebimboca da parafuseta.



    Fonte: Garagem 360

  • BYD pode ter SUV híbrido off-road raiz no Brasil em 2025: muita potência e mais de 1.200 km de alcance

    BYD pode ter SUV híbrido off-road raiz no Brasil em 2025: muita potência e mais de 1.200 km de alcance

    Para a alegria dos amantes da BYD, a chinesa acaba de registrar um novo SUV híbrido off-road no Brasil, e a expectativa agora é que carro chegue no ano que vem, em 2025.

    Já para antecipar, podemos dizer que autonomia é um dos pontos fortes do carro, afinal, são mais de 1.200 km de alcance máximo, e as outras especificações também não ficam para trás.

    Acompanhe o Garagem360 e confira!

    BYD registra SUV híbrido off-road no Brasil que deverá chegar em breve

    As novidades da BYD para o Brasil chegam para alegrar ainda mais o coração daqueles que gostam da marca. Aliás, a chinesa parece estar bastante interessante no mercado nacional.

    Prova disso é que ela acaba de registrar quatro modelos no Brasil, e um deles vem em forma de um SUV híbrido off-road raiz capaz de tirar o fôlego de quem se interessa pelo segmento.

    Para sanar a curiosidade dos entusiastas, os modelos são:

    No caso do Fang Cheng Bao Leopard 5, ele vem através da mais nova submarca da BUD, a FangChengBao, e chega com traços similares ao Defender, mas de uma forma mais esportiva.

    Foto: divulgação / BYD

    Aproveite e veja isso aqui: BYD Song Plus agora é 2025 e tem alcance de 1.200 km

    O que o novo Leopard 5 da BYD tem?

    • Sistema híbrido, com dois motores elétricos, de 270 cv e 340 cv, e um motor 1.5 turbo a gasolina de 197 cv 
    • Potência máxima de até 680 cv
    • Autonomia de até 1.200 km (pelo ciclo chinês)
    • Bateria de 31,8 kWh

    As dimensões são:

    • 4,89 m de comprimento
    • 1,97 m de largura
    • 1,92 m de altura
    • 2,80 m de entre-eixos 

    O fabricante ainda menciona que a bateria é capaz de fazer o SUV rodar até 125 km sem gastar gasolina. Além disso, é possível recarregá-la em apenas 16 minutos.

    É possível que a autonomia sofra alterações quando medida pelo ciclo brasileiro. Ele promete ir de 0 a 100 km/h em 4,8 segundos.

    Vale destacar que o consumo médio em modo híbrido é de 12,8 km/l. Dessa forma, o que proporciona uma autonomia tão boa é o tanque de combustível de 83 litros.

    Foto: divulgação

    Quais são os principais concorrentes do Leopard 5?

    As características do Leopard 5 fazem com que ele venha ao mercado pronto para bater de frente com o Defender 110, Ford Bronco e Tank 500. Aliás, a concorrência é ainda maior com o carro da GWM.

    Por fim, na China, o carro é vendido por valores entre R$ 200.800 e R$ 236.805, em uma conversão direta. É possível que por aqui ele custe acima de meio milhão.

    Fique por dentro: GWM garante PRESENTÃO para novos compradores do ORA 03



    Fonte: Garagem 360

  • SUVs em alta: conheça os 10 modelos mais econômicos do Brasil

    SUVs em alta: conheça os 10 modelos mais econômicos do Brasil

    O segmento dos veículos utilitários esportivos (SUVs) é o mais aquecido do mercado, não só no Brasil, mas em todo o mundo. Muitos dos consumidores que procuram carro dessa categoria veem a economia de combustível um dos principais diferenciais e fator decisivo para fechar negócio.

    Pensando nisso, a CNN listou os 10 SUVs mais econômicos do Brasil com motor 100% a combustão. A lista foi com base na tabela 2024 do Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular (PBEV) do Inmetro, e considerou a tecnologia de maior apelo ao consumidor — naturalmente, SUV elétrico ou híbrido será mais econômico, mas o preço pode passar das centenas de milhares de reais.

    O programa de etiquetagem do Inmetro não se limita a km/l, ele também fornece dados em megajoules por quilômetro (MJ/km), permitindo a avaliação do consumo energético durante o deslocamento. Quanto menor o valor registrado, mais eficiente é o veículo. Em alguns casos, o consumo pode ser maior, mas o parâmetro essencial é o nível de consumo (confira tabela abaixo).

    Além disso, segundo o Inmetro, cada modelo recebe uma nota atribuída com base em seu desempenho. Os que alcançam eficiência máxima relativa ao segmento recebem nota “A”, e ela vai diminuindo até chegar à classificação “E”, a mais baixa. Confira os SUVs mais econômicos:

    1. Fiat Pulse 1.3 CVT: Com consumo de 8,8 km/l na cidade (etanol) e 12,5 km/l na estrada (etanol), o Fiat Pulse 1.3 CVT oferece excelente eficiência, destacando-se como opção racional para consumidores preocupados com consumo de combustível. O SUV compacto da Fiat tem o menor índice de emissões, segundo o Inmetro.
    2. Renault Kardian AT 1.0 12V: O modelo represente a nova fase da Renault no Brasil. Com consumo de 9 km/l na cidade (etanol) e 13,1 km/l na estrada (etanol), o Renault Kardian AT 1.0 12V apresenta equilíbrio entre desempenho e economia, oferecendo 125 cv e 220 Nm, o maior torque da categoria.

      Honda HR-V/ Divulgação
    3. Honda HR-V (aspirado): Registrando consumo de 8,8 km/l na cidade (etanol) e 12,7 km/l na estrada (etanol), o Honda HR-V da nova geração tem motor 1.5 de 126 cv; pode não ser o mais rápido, mas destaca-se como um dos SUVs mais eficientes.
    4. Fiat Pulse 1.0 turbo: Com consumo de 8,4 km/l na cidade (etanol) e 12,1 km/l na estrada (etanol), o Fiat Pulse 1.0 turbo oferece equilíbrio entre desempenho e eficiência. Tem o motor 1.0 T200 de 130 cv com etanol e pode ser bem econômico.
    5. Fiat Fastback 1.0 turbo: Com consumo de 8,4 km/l na cidade (etanol) e 11,9 km/l na estrada (etanol), o Fiat Fastback 1.0 turbo oferece eficiência impressionante pelo porte. Possui o mesmo motor do Pulse e também compartilhado com Peugeot 208 e Citroën C3 Aircross, entre outros.

      VW T-Cross / Divulgação
    6. Volkswagen T-Cross 200 TSI: Com consumo de 8,2 km/l na cidade (etanol) e 11,9 km/l na estrada (etanol), o Volkswagen T-Cross 200 TSI representa a tradição da VW em motores eficientes.

      Volkswagen Nivus
      / Foto: Divulgação/Volkswagen
    7. Volkswagen Nivus: Registrando consumo de 8,3 km/l na cidade (etanol) e 11,9 km/l na estrada (etanol), o Volkswagen Nivus oferece eficiência notável, combinando estilo e economia de combustível.
    8. Volkswagen T-Cross 250 TSI: Com consumo de 8,1 km/l na cidade (etanol) e 11,6 km/l na estrada (etanol), o Volkswagen T-Cross 250 TSI surpreende, já que tem motor 1.4 turbo de 150 cv e também consegue ser econômico.
    9. Toyota Corolla Cross XRE (flex): Recém-lançado, surpreende ao aparecer nessa lista, pois é um SUV médio e tem motor 2.0 aspirado de até 175 cv. Mas, segundo o Inmetro, faz 9,2 km/l na cidade (etanol) e 11,6 km/l na estrada (etanol).

      Hyundai Creta / Divulgação
    10. Hyundai Creta 1.0T: Com consumo de 8,3 km/l na cidade (etanol) e 11,9 km/l na estrada (etanol), o Hyundai Creta 1.0T tem motor de 120 cv e câmbio automático de seis marchas.

     

    Posição Modelo Consumo Cidade (km/l) Consumo Estrada (km/l) Consumo Energético (MJ/km)
    1 Fiat Pulse 1.3 CVT 8,8 (etanol), 12,5 10,6 (etanol), 14,5 1,58
    2 Renault Kardian AT 1.0 12V 9,0 (etanol), 13,1 9,7 (etanol), 13,9 1,59
    3 Honda HR-V aspirado 8,8 (etanol), 12,7 9,8 (etanol), 13,9 1,62
    4 Fiat Pulse 1.0 turbo 8,4 (etanol), 12,1 10,2 (etanol), 14,4 1,64
    5 Fiat Fastback 1.0 turbo 8,4 (etanol), 11,9 10,2 (etanol), 14,6 1,65
    6 Volkswagen T-Cross 200 TSI 8,2 (etanol), 11,9 10,1 (etanol), 14,3 1,67
    7 Volkswagen Nivus 8,3 (etanol), 11,9 9,9 (etanol), 14,1 1,68
    8 Volkswagen T-Cross 250 TSI 8,1 (etanol), 11,6 10,1 (etanol), 14,3 1,70
    9 Corolla Cross XRE (flex) 9,2 (etanol), 11,6 9,3 (etanol), 13,3 1,74
    10 Hyundai Creta 1.0T 8,3 (etanol), 11,9 9,1 (etanol), 12,6 1,75



    Fonte: CNN Brasil Auto

  • Esse é um dos SUVs MAIS INJUSTIÇADOS: é bom e vende pouco

    Esse é um dos SUVs MAIS INJUSTIÇADOS: é bom e vende pouco

    Vamos falar de um dos SUVs mais injustiçados do momento? Antes de revelar o nome dele, podemos te adiantar uma coisa: o carro é realmente bom, mas ainda assim, vende pouco.

    Afinal, o que poderia justificar isso? O preço? A marca? Bem, seja lá o que for, a gente vai te ajudar a descobrir agora, e além disso, conferir alguns dos principais detalhes do carro.

    Veja o que o Garagem360 traz para você!

    Foto: divulgação / Caoa Chery

    Caoa Chery tem um dos SUVs mais injustiçados do momento

    Imagine só ser uma das marcas mais populares de um país, se preparar ao máximo para lançar um carro tecnológico e inovador, mas ele não ser tão bom assim nas vendas?

    É justamente isso que acontece com o Tiggo 7 Pro Max Drive, um dos SUVs mais injustiçados do cenário atual. O carro unifica o que muita gente procura, mas mesmo assim, infelizmente, é deixado de lado na hora da compra.

    Vamos falar em números exatos? O modelo Tiggo 7, no total, acumula 5.880 emplacamentos neste ano de 2024. Isso o coloca na 31ª posição entre os mais vendidos, de acordo com os dados da Fenabrave.

    Fonte: Fenabrave

    Se informe ainda mais: Volkswagen T-Cross ou Caoa Chery Tiggo 7 Sport? Veja a melhor opção para você

    O que o Caoa Chery Tiggo 7 Pro Max Drive tem?

    • Motor 1.6l Turbo GDI
    • 187 cv de potência e 28 kgfm de torque
    • Transmissão automática DCT de 7 velocidades
    • Dupla embreagem tipo “wet clutch”
    • Alavanca de câmbio joystick com modo manual
    • Suspensão independente nas 4 rodas
    • Porta-malas de 475 litros ou até 1500 litros de volume com os bancos rebatidos
    • Freios a disco 4 rodas com sistema anti-travamento ABS + Distribuição Eletrônica da Força (EBD) + Assistente Eletrônico de Frenagem (EBA)
    Foto: divulgação / Caoa Chery

    Quanto custa o Caoa Chery Tiggo 7 Pro Max Drive?

    Atualmente, quem quiser levar uma unidade do Tiggo 7 Pro Max Drive para casa precisará pagar valores a partir de R$ 169.990. Aliás, talvez esse seja um dos pontos por trás das vendas reduzidas da versão.

    Se formos comparar com o Tiggo 7 Sport, por exemplo, a diferença é um tanto quanto significativa. Isso porque ele está disponível por valores a partir de R$ 134.990.

    Entretanto, no quesito motorização e especificações, a versão Pro Max Drive ainda sai na frente. Ou seja, pode ser que ela passe a ser mais reconhecida daqui para frente.

    Aproveite para conferir: Esse é o SUV mais barato do Brasil custa R$ 103.990, vale a compra?



    Fonte: Garagem 360

  • BYD prepara SUV elétrico com preço de Volkswagen T-Cross

    BYD prepara SUV elétrico com preço de Volkswagen T-Cross

    Levando em conta os bons resultados que vem obtendo no Brasil, a BYD prepara um SUV elétrico para o país. Veja! 

    Foto: Divulgação

    Novo SUV elétrico da BYD

    Ainda em 2024. Ao que tudo indica, inclusive os posicionamentos da BYD, um novo SUV elétrico da marca deve desembarcar por aqui em alguns meses. 

    Trata-se do Yuan Pro, que já fez sua estreia oficial no mercado chinês, onde é chamado de Yuan Up. 

    Ao que tudo indica, o BYD Yuan Pro não deve ser dos modelos mais caros da BYD pelo contrário, a ideia é justamente gerar concorrência entre a novidade e os SUVs mais tradicionais do mercado. 

    Foto: Divulgação

    Preço ajustado

    Dessa forma, a tendência é que seu preço não passe dos R$ 200 mil para se equiparar às versões mais caras dos SUVs populares. 

    Para efeito de comparação, o Volkswagen T-Cross possui quatro versões em sua linha, com a mais completa delas no valor de R$ 175.990.

    Foto: Divulgação

    O que sabemos sobre o Yuan Pro

    O BYD Yuan Pro será construído sob a base e-Platform 3.0 da marca e conta com medidas como: 

    • 4,31 metros de comprimento

    • 1,83 m de largura

    • 1,68 m de altura

    • 2,62 m de distância entre-eixos 

    Foto: Divulgação

    Design

    O Yuan Pro traz linhas refinadas, sem deixar de lado o caráter mais clássico. 

    O modelo tem para-choque robusto e bipartido, além de conjunto óptico que traz faróis de LEDs estreitos na dianteira. 

    Na lateral, destaque para as colunas escurecidas, maçanetas embutidas e rodas de 16’’ com proteção de plástico. 

    Por fim, na traseira, o SUV conta com lanternas integradas com grafia em LED e spoiler no topo do porta-malas. 

    Interior

    Na cabine, o Yuan Pro possui volante multifuncional com base achatada e elementos digitais como o quadro de instrumentos de 8,8’’ e tela giratória de 12,8’’. 

    Há também head-up display, bancos em couro e equipamentos com ajustes elétricos e funções de informação e entretenimento a bordo do modelo. 

    Foto: Divulgação

    Motorização

    O Yuan Pro ou Yuan Up possui motorização elétrica de 173 cavalos de potência que permite sua ida de 0 a 100 km/h em 7,9 segundos. 

    Sua bateria é a LFP com capacidade de 45 kWh e autonomia de cerca de 400 km, de acordo com medições chinesas. 

    No Canal do Garagem360, no Youtube, já tem a análise completa do Yuan Plus EV, SUV 100% elétrico da BYD, confira:

    Gervásio HenriqueJornalista com maior experiência profissional no setor automotivo. Atualmente redator do Grupo Gridmidia com foco no portal Garagem360.

    Temas como: mobilidade, serviços e setor de caminhões estão entre as preferências.



    Fonte: Garagem 360

  • SUVs distorcem mercado brasileiro com carros mais caros

    SUVs distorcem mercado brasileiro com carros mais caros

     

    Por Pedro Kutney

    É tão impressionante quanto fora de qualquer curva de tendência a subida no mercado brasileiro dos chamados veículos utilitários esportivos, os SUVs, na sigla em inglês – ou coisas que se pareçam com eles.

    Segundo dados de emplacamentos de veículos consolidados pela Fenabrave, que representa as revendas autorizadas, há duas décadas, em 2003, eles representavam somente 3% das vendas totais de automóveis e comerciais leves; dez anos depois, em 2013 – ano de recorde histórico com 3,6 milhões de modelos leves vendidos – o porcentual aumentou para ainda comportados 8%, acelerou significativamente para 29,4% em 2019 e escalou de vez na pandemia, em 2020, quando a categoria superou os hatches e passou a ser a mais vendida do País.

    Apenas quatro anos depois os SUVs deram mais um salto largo, dominando 37% das vendas acumuladas nos primeiros quatro meses de 2024, somando 255 mil unidades em um mercado total de 691,4 mil.

    À primeira vista pode parecer que o gosto dos brasileiros mudou radicalmente e hoje todos só pensam em ter um SUV na garagem. Mas a preferência dos consumidores não responde por crescimento tão expressivo. O gosto que conta mais é o dos fabricantes pelo lucro.

    País ficou caro antes de ficar rico

    Nesta escalada, mais do que um modelo que encara melhor os buracos do caminho e da posição de dirigir elevada que agrada muitos consumidores, existe também a estratégia das empresas de voltar todos os esforços para lançar e vender produtos de maior rentabilidade. Por este motivo o mercado foi inundado com SUVs – incluindo modelos que nem poderiam ser chamados por esta classificação.

    Ao mesmo tempo foram substancialmente diminuídas as ofertas de carros de entrada, em equação desbalanceada que distorce o mercado, pois coloca os preços em patamares muito acima da renda média dos brasileiros, o que obviamente reduz o tamanho potencial do mercado.

    Para se ter ideia, somando todos os modelos de carros disponíveis hoje no Brasil, o preço médio de tabela é de R$ 147,5 mil, segundo levantamento da Jato. Este valor transforma o País em um mercado que ficou caro bem antes de ficar rico.

    O que puxa os valores para níveis tão altos é, principalmente, o número elevado de SUVs à venda, já que os hatches ofertados atualmente, em número bem menor de opções, variam de R$ 71 mil a R$ 93 mil, considerando os dez veículos mais baratos do mercado, que juntos têm tíquete médio de R$ 82,4 mil – ou incríveis 65,1 mil abaixo da média geral do mercado.

    Distorção construída

    Esta distorção a favor dos SUVs vem sendo construída ao longo dos últimos dez anos, com tentativas e erros que mostraram aos fabricantes que, no País, há gente abastada em número suficiente para sustentar um mercado que não é grande mas pode ser lucrativo no volume atual de 2,3 milhões a 2,5 milhões de carros vendidos por ano.

    Voltando vinte anos no tempo o Brasil não tinha nenhum SUV na lista dos dez carros mais vendidos, que contava com sete hatches compactos, dois sedãs pequenos e um médio. O utilitário esportivo mais comprado à época foi uma invenção da Ford para mercados de baixa renda, o EcoSport, um produto mais parecido com um carro do que os SUVs grandalhões derivados de picapes, como Toyota SW4 ou Chevrolet Blazer, que deram origem ao segmento ainda nos anos 1990 – quando profeticamente foram apelidados, nos Estados Unidos, de Stupid Useless Vehicles.

    Até o lançamento do EcoSport no Brasil as únicas alternativas aos SUVs grandes derivados de picapes eram as versões aventureiras de hatches e peruas, com suspensão elevada e estilo off-road, a começar pela pioneira perua Fiat Weekend Adventure, hoje totalmente substituídos por SUVs compactos ou os chamados crossovers.

    Uma década depois o sucesso do EcoSport animou alguns mais a seguir o mesmo caminho, com importações de SUVs menores e o início da onda de lançamentos de produtos nacionais, iniciada pelo Renault Duster lançado aqui em 2010. Ainda assim, somente a partir de 2016, com o Honda HR-V, um SUV passou a habitar a lista dos dez veículos mais vendidos do País, e mesmo assim na décima posição.

    No fim da década passada, em 2019, os fabricantes instalados no Brasil já produziam – ou montavam com partes importadas – nada menos que vinte modelos de SUVs, sendo que boa parte deles mais se parecem com hatches levantados, como o Nissan Kicks ou Peugeot 2008, que poucas marcas reconhecem, mais corretamente, como sendo crossovers – maneira estilizada de classificar veículos que misturam alguns estilos.

    Apesar da multiplicação de opções no fim de 2019 somente um SUV, o Jeep Renegade, estava na tabela dos dez mais vendidos, mas continuava na décima posição. Já nos anos seguintes esta lista passou a ter de dois – caso deste ano – a até quatro SUVs.

    Impulso na pandemia

    O ápice da inundação de SUVs no Brasil aconteceu durante e logo após a pandemia. Primeiro os fabricantes precisavam preservar o caixa e assim privilegiaram a produção e a venda de produtos mais caros, justamente os SUVs, que pela primeira vez subiram ao topo do mercado como segmento mais vendido.

    Nos dois anos que se seguiram à pandemia, em 2021 e 2022, a falta de chips eletrônicos no mercado global paralisou linhas de produção e ajudou a impulsionar ainda mais os SUVs. Foi uma escolha fácil para os fabricantes: na falta de componentes suficientes para todos os modelos os que chegavam foram direcionados para os carros mais caros e rentáveis – de novo, os SUVs.

    Como numa corrida ao ouro, os lançamentos foram acelerados e atualmente já passa de 23 o número de modelos considerados SUVs produzidos ou montados no Brasil – incluindo sete daqueles crossovers como os mais recentes Volkswagen Nivus, Fiat Pulse e Renault Kardian. E ainda há dois quase-nacionais que vêm da Argentina: o médio Volkswagen Taos e o de grande porte Toyota SW4 – este, ao lado do Chevrolet Trailblazer, é um dos dois únicos derivados de picapes remanescentes no mercado. Além disso há outro tanto de opções importadas, muitos elétricos e híbridos.

    SUVs seguem dominando

    Mesmo após o restabelecimento do fornecimento de chips, em 2023 e 2024, os SUVs seguem dominando a maior porção das vendas de veículos no País, até por falta de número maior opções.

    Os hatches compactos – em tese os mais baratos disponíveis – hoje ocupam metade da lista dos dez veículos mais vendidos, que também tem dois SUVs. Mas enquanto as vendas dos hatches compactos em abril cresceram 39,8% na comparação com o mesmo mês de 2023 e a participação no total de emplacamentos alcançou 28%, os SUVs avançaram um pouco mais, 40,7%, e mantiveram proporção de 36,4% do mercado em abril.

    Não por acaso os fabricantes só pensam em lançar SUVs ou coisas parecidas, abarrotando as concessionárias com eles e fazendo com que siga em curso o fenômeno de vender volumes menores por mais dinheiro. E deverá seguir assim até os abastados consumidores da Terra Brasilis enjoarem de pagar muito por veículos que não oferecem mais.


    Foto: Divulgação



    Fonte: Auto Industria

  • Hyudai Creta 2025: veja tudo o que a marca trouxe de novo no SUV – será que vira líder agora?

    Hyudai Creta 2025: veja tudo o que a marca trouxe de novo no SUV – será que vira líder agora?

    O Hyundai Creta segue na cola do T-Cross para assumir a liderança entre os SUVs mais vendidos do país. Para isso, lançou o seu modelo de 2025, que recebeu atualizações, sobretudo na versão de entrada. Logo abaixo, o Garagem360 revela todos os detalhes. Acompanhe! 

    Foto: divulgação

    O que mudou no Hyundai Creta 2025

    Foto: divulgação

    A Hyundai revelou que a versão de entrada do Creta, a Comfort Plus, recebeu volante revestido em couro e alavancas para trocas de marcha no volante.

    Outro detalhe importante é a chave presencial  Smart Key com botão de partida, que deixa sua experiência com o veículo ainda mais moderna. 

    A configuração Platinum Safety, por sua vez, sempre terá teto solar. Além disso, segundo a montadora, foi instalado um sensor de estacionamento dianteiro, que traz mais segurança, especialmente, para aqueles motoristas que têm medo de dirigir

    Leia também:

    Quanto custa o Hyundai Creta 2025?

    Foto: divulgação

     

    O preço varia de acordo com cada versão do SUV. Veja só:

    • Comfort Plus: R$ 140.090

    • Limited Safety: R$ 152.690

    • Platinum Safety: R$ 170.290

    • N Line: R$ 178.890

    Todos os modelos acima são equipados com motor 1.0 TGDI 12V Flex e transmissão AT6. 

    Além deles, também estará disponível o ultimate, que é avaliado em R$ 184.690. O seu diferencial está justamente no motor, que é de 2.0 16V Flex, enquanto a transmissão é de AT6.

    Hyundai Creta x T Cross: quem assumirá o primeiro lugar? 

    Com todas essas novidades, a disputa entre Hyundai Creta e T Cross promete ser ainda mais intensa. Até porque, segundo dados da Fenabrave, a distância do modelo coreano para o alemão não é tão longe.  

    De janeiro a abril deste ano, o T Cross emplacou 19.082 unidades, enquanto o Creta vendeu 18.935 veículos. 

    E aí, quem vencerá essa disputa? O que nos resta é aguardar os próximos meses. E, claro, continue acompanhando o Garagem360 para ficar por dentro das últimas notícias automotivas e as movimentações no ranking da Fenabrave. 

    Leia também: Será o fim de uma era? Polo supera Strada novamente: teremos um novo líder em 2024?



    Fonte: Garagem 360

  • Carro MAIS VENDIDO do BR é um SUV: não acredita? Veja!

    Carro MAIS VENDIDO do BR é um SUV: não acredita? Veja!

    O carro mais vendido do BR é o Hyundai Creta, mas isso levando em consideração apenas as vendas para o consumidor final.

    De janeiro a abril, o SUV vendeu 16.541 unidades, de acordo com a Fenabrave, enquanto o VW Polo, líder nas vendas gerais, emplacou 12.514 nesta modalidade. 

    Hyundai Creta é o carro mais vendido do BR nas vendas diretas – Foto: Divulgação

     

    Qual a diferença entre venda varejo e venda total?

    Primeiro, vamos entender a diferença entre os dois tipos de venda:

    • Venda varejo– refere-se às vendas do veículo para o consumidor final, ou seja, a pessoa física que vai utilizar o carro para o seu cotidiano. Geralmente é a venda feita pela concessionária ou site, excluindo as vendas para CNPJ ou MEI, por exemplo. 
    • Venda total – abrange todas as vendas do veículo, incluindo as vendas varejo para os consumidores finais, mas também as vendas diretas, para frotistas, locadoras, órgãos públicos e empresas. 

    Nesse último cenário, o VW Polo é o carro mais vendido do país em 2024 com 39.697 emplacamentos, considerando tanto as vendas varejo, quanto as diretas. 

    Carro mais vendido do BR para consumidor final é o Hyundai Creta

    No caso do Hyundai Creta, o destaque fica para o seu desempenho nas vendas varejo, evidenciando sua forte preferência entre o público individual. 

    Já o VW Polo demonstra um desempenho menos expressivo quando se considera apenas o consumidor final. 

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    Vale a pena esperar pelo novo Hyundai Creta que chega em 2025?

    Hyundai Creta – Foto: Divulgação

    Fatores que contribuem para o sucesso do Creta

    O sucesso do Hyundai Creta entre os consumidores finais pode ser atribuído a diversos fatores, como:

    • Design moderno e atraente – recentemente o modelo passou por um facelift, que se destaca pelo design elegante e esportivo.
    • Variedade – entre no site da Hyundai e veja a seção do Creta. Lá você vai ver 3 gerações do modelo: Creta, N Line e Ultimate (fora as versões de cada). Só isso é suficiente para agradar mais de um público, aumentando as possibilidades de venda. 
    • Espaço interno confortável – O Creta ganha de outros modelos em questão de espaço: VW T-Cross, VW Nivus, Fiat Pulse, Kicks (vence na largura, altura e entre-eixos), Jeep Renegade, entre outros SUVs. 
    • Motorização – O Creta oferece o motor 1.0 turbo, 1.6 flex e 2.0 flex. Ambas são boas opções e relevantes para o segmento, com bom desempenho e consumo de combustível aceitável para seu porte. 
    • Equipamento completo – O Creta vem equipado com diversos itens de série, como central multimídia, ar-condicionado automático, direção elétrica, câmbio manual ou automático, além de opcionais como teto solar. 

    No final, é um carro confiável, com um bom custo-benefício para o mercado brasileiro. Sua liderança nas vendas para o consumidor final comprovam o interesse do público.

    Robson QuirinoSou Robson Quirino. Formado em Comunicação Social pelo IESB-Brasília, atuo como Redator/ Jornalista desde 2009 e para o segmento automotivo desde 2019. Gosto de saber como os carros funcionam, inclusive a rebimboca da parafuseta.



    Fonte: Garagem 360

  • Chery 7 chinês é semelhante ao SUV brasileiro e 60% mais barato

    Chery 7 chinês é semelhante ao SUV brasileiro e 60% mais barato

    Chery 7 chinês tem dado o que falar entre os amantes do Grupo Caoa, afinal, o carro chega por lá semelhante ao SUV vendido no Brasil, mas por menos da metade do preço.

    Logo de cara, é importante deixar claro que a Caoa representa a marca somente por aqui, e por esse motivo, lá na China, não está estampada nos carros, nem mesmo em outros lugares do mundo.

    Que tal saber mais detalhes? Acompanhe o Garagem360 e fique por dentro!

    Foto: divulgação / Chery

    Chery 7 chinês custa menos da metade do SUV brasileiro

    O lançamento do Caoa Chery Tiggo 7 foi um tanto quanto aclamado por aqui, e no momento da sua chegada, no mês de abril, a versão de entrada chamou bastante atenção.

    Estamos falando da versão Sport, que, por aqui, custa a partir de R$ 134.990 (na linha 2025), mas o que mais chama a atenção é a diferença de preço do carro quando comparado ao Chery 7 chinês.

    De forma mais clara, por lá, a versão de entrada sai por cerca de R$ 54 mil em conversão direta, e se formos falar das versões de topo, os valores fica na casa dos R$ 70 mil, também em conversão direta, ou seja, é uma diferença e tanto.

    O que é ainda mais curioso é que o carro vendido por lá é bastante semelhante ao SUV brasileiro, e então, o que justificaria essa discrepância entre um e outro?

    Foto: divulgação

    Fique de olho: Volkswagen T-Cross ou Caoa Chery Tiggo 7 Sport? Veja a melhor opção para você

    Por que os preços do Chery 7 chinês e do SUV brasileiro são tão diferentes?

    Bem, primeiramente, todo mundo sabe que, normalmente, os carros vendidos lá foram, quando chegam por aqui, vêm com algumas especificações distintas, e nós já podemos começar a justificar por aí.

    Além disso, essa discrepância de valor é tão grande em razão da conversão das moedas locais. Ou seja, quando falamos que o carro custa 60% a menos na China, estamos considerando a moeda de lá. Isto é, fazemos a conversão direta.

    Entretanto, a valorização da moeda daqui é diferente, e, por isso, os preços chegam alterados por aqui, fora os diversos outros pontos que implicam a vinda dos carros de fora para cá, ainda que produzidos e/ou montados por aqui.

    O que o Chery 7 chinês tem?

    Visual:

    • Frente semelhante ao SUV vendido no Brasil, com grade hexagonal e linhas estilo comleia
    • Faróis de neblina finos e horizontais 
    • Logo da Chery posicionado sobre a lanterna (por aqui, a logo fica abaixo da lanterna interligada)

    Motorização:

    • Motor 1.5 turbo
    • 154 cv de potência
    • 23,4 kgfm de torque
    • Câmbio manual de seis marchas ou automático do tipo CVT de nove velocidades

    Aproveite para conferir: Revelamos o segredo do Hyundai Creta para ser o SUV favorito do brasileiro



    Fonte: Garagem 360