Categoria: TOYOTA

  • Toyota é líder de vendas de veículos híbridos no primeiro semestre de 2024; conheça os principais modelos da marca

    Toyota é líder de vendas de veículos híbridos no primeiro semestre de 2024; conheça os principais modelos da marca

    A Toyota é líder de vendas no segmento de veículos híbridos. No Brasil, foram comercializadas 11.014 unidades da marca. Isso representa 23% de todos os carros emplacados neste setor. Ou seja: a cada três veículos eletrificados nas ruas, um é Toyota ou Lexus.

    Logo abaixo, o Garagem360 revela quais são os veículos híbridos da montadora e os motivos pelos quais eles se destacam no mercado. Confira!

    Quais são os veículos híbridos da Toyota? 

    Corolla Cross Hybrid 2025

    Corolla Cross Hybrid 2025 – Foto: divulgação

    Robusto e sofisticado, este modelo japonês proporciona boa dirigibilidade, conforto e comodidade na pista. Além disso, dispõe de ótimos itens de segurança, como: 7 airbags, sensores de estacionamento dianteiro, traseiro e alerta de tráfego traseiro. Em julho de 2024, ele está disponível por R$ 202.690. 

    Logo abaixo, você confere a ficha técnica completa da versão XRV:

    Motor 1.8 flex, de quatro cilindros em linha e 16 válvulas e dois propulsores elétricos
    Potência/Torque Potência motor a combustão: 101 cv com etanol e 98 cv com gasolina a 5.200 rpm // Torque motor a combustão: 14,5 kgfm com os dois combustíveis a 3.600 rpm // Potências motores elétricos: 72 cv // Torque motores elétricos: 16,6 kgfm // Potência combinada: 122 cv
    Transmissão CVT
    Suspensão Dianteira: Independente, McPherson // Traseira: Eixo de torção
    Consumo Cidade – 12,5 km/l com etanol e 17,7 km/l com gasolina – Estrada – 10,1 km/l com etanol e 14,6 km/l com gasolina
    Roda e Pneus 225/50 R18
    Freios Dianteira: Disco ventilado // Traseira: Disco sólido
    Peso 1.450 kg
    Dimensão Comprimento: 4.460 mm // Largura: 1.825 mm // Altura: 1.620 mm // Entre eixos: 2.640 mm
    Capacidade Porta-malas: 440 l // Tanque de combustível: 36 l

     

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    Corolla Hybrid 2024

    Corolla Hybrid 2024 – Foto: divulgação

    Entre os principais destaques deste modelo, vale citar a nova grade frontal e o conjunto óptico full LED, que traz bastante charme e modernismo para o veículo. Ele é mais barato que o carro acima, sendo avaliado em R$ 190.120.

    Quer saber mais? Veja a ficha técnica completa do modelo:

    Motor O conjunto é composto por um motor 1.8 flex, de quatro cilindros em linha e 16 válvulas, aliado a um propulsor elétrico.
    Potência/Torque Potência: 101 cv com etanol e 98 cv com gasolina a 5.200 rpm // Torque:14,5 kgfm com os dois combustíveis a 3.600 rpm
    Transmissão CVT
    Suspensão Dianteira: Independente, McPherson // Traseira: Independente, multibraço
    Consumo Cidade: 12,8 km/l com etanol e 18,5 km/l com gasolina // Estrada: 11,1 km/l com etanol e 15,7 km/l com gasolina
    Roda e Pneus 215/50 R17
    Freios Dianteira: Disco ventilado // Traseira: Disco sólido
    Peso 1.445 kg
    Dimensão Comprimento: 4.630 mm // Largura: 1.780 mm // Altura: 1.455 mm // Entre eixos: 2.700 mm // Altura do solo: 148 mm
    Capacidade Ocupantes: 5 lugares // Porta-malas: 470 l // Tanque de combustível: 43 l

    RAV4 Plug-in Hybrid 2024

    RAV4 Plug-in Hybrid 2024 – Foto: divulgação

    Já este modelo da Toyota chama atenção por onde passa, uma vez que ele foi fabricado com uma roupagem sofisticada e com curvas bastante elegantes. É o híbrido mais caro da montadora. Atualmente, o seu preço é de R$ 402.420.

    O que explica o sucesso da Toyota? 

    Os veículos da montadora japonesa são conhecidos por oferecer um ótimo custo-benefício para aos proprietários, além de ter bons recursos que melhoram a experiência de todos os ocupantes do carro.

    “A liderança na venda de híbridos reforça o nosso compromisso com a mobilidade sustentável e a descarbonização do país. Assumimos há mais de 10 anos o compromisso de oferecer opções confiáveis de mobilidade sustentáveis e de alta qualidade aos consumidores brasileiros. Somos pioneiros nas tecnologias híbrida e híbrida flex fabricadas no Brasil, em total alinhamento com o novo desafio da transição energética. E estamos sempre atentos à inovação, investindo para trazer soluções de mobilidade sustentável e que correspondam às necessidades dos nossos clientes”, destaca Evandro Maggio, presidente da Toyota do Brasil.

    O Garagem360 continua acompanhando as últimas notícias automotivas sobre veículos elétricos e híbridos. Por isso, continue conosco para não perder nenhum detalhe. 

    Leia também: Veículo elétrico com baixa autonomia? Novas baterias do Grupo GMW prometem carregar em 5 minutos e rodar mais de 1 MILHÃO de km



    Fonte: Garagem 360

  • Impressões: Híbrido plugável, BYD Song Pro anda mais do que o Toyota Corolla Cross

    Impressões: Híbrido plugável, BYD Song Pro anda mais do que o Toyota Corolla Cross

    Foto do BYD Song Pro
    BYD Song Pro

    Impressões: Híbrido plugável, BYD Song Pro anda mais do que o Toyota Corolla Cross

    SUV de porte médio da fabricante chinesa tem a seu favor o estilo atraente e o conjunto motriz. O sistema híbrido plugável a gasolina também é um recurso vantajoso que se reflete em baixo consumo de combustível. Todavia, o alcance médio declarado de até 1.100 km refere-se à antiga norma europeia NEDC abandonada por pouco refletir a realidade e caiu em desuso a partir de 2017. Sem sentido continuar a citá-la.

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  • Donos de Toyota Mirai processam montadora por indisponibilidade de hidrogênio

    Donos de Toyota Mirai processam montadora por indisponibilidade de hidrogênio

    Em uma ação coletiva, pessoas que possuem um Toyota Mirai estão processando a montadora por “conduta ilegal”. O motivo seria uma propaganda enganosa da empresa ao vender o carro a hidrogênio dizendo que o abastecimento seria tão fácil quanto o de um veículo movido à gasolina.

    Vendido apenas na Califórnia, nos Estados Unidos, os proprietários do Mirai alegam que precisam percorrer longas distâncias até achar um posto de hidrogênio, que, na maioria das vezes, não tem o combustível disponível ou está inoperante por algum problema.

    A principal falha relatada é o congelamento das bombas. Após o abastecimento, o bico congela, e os motoristas precisam esperar cerca de 30 minutos até que possam desconectar a mangueira de forma segura.

    Fora isso, ainda há o problema de disponibilidade, que faz o hidrogênio ficar “dias indisponíveis”. Essa questão pode ficar ainda pior, já que a Shell anunciou recentemente que fechará 55 postos de hidrogênio na Califórnia devido a problemas de abastecimento na rede.

    O preço da substância como combustível também é salgado, tendo registrado um aumento de 200% nos últimos dois anos. Em 2022, pagava-se U$ 12 (cerca de R$ 67) por quilo de hidrogênio, mas, atualmente, o preço médio está na casa dos U$ 36 (R$ 200).

    Isso afetou diretamente os donos do Mirai, afinal, a Toyota deu como “brinde” um cartão de abastecimento com U$ 15 mil de saldo (cerca de R$ 84 mil). Segundo a montadora, ele deveria garantir o tanque cheio por pelo menos cinco anos, algo que não deve acontecer com o aumento do preço. O caso fica ainda pior, já que muitos reclamam que o “vale abastecimento” é incompatível com a maioria dos postos.

    Toyota Mirai
    Toyota Mirai de primeira geração / Foto: Divulgação Toyota

    A lista de reclamações não para por aí. Os proprietários também acusam a Toyota de mentir em relação à autonomia divulgada. No caso do Mirai Limited são 575 km declarados, enquanto no topo de linha, XLE, são 675 km. Mas, na prática, os motoristas dizem que o valor real é até 160 km menor.

    Com tantos problemas, os donos de Mirai dizem que o carro é “praticamente inutilizável para o dia a dia”. Muitos ainda afirmam que, quase sempre, precisam de um meio de transporte alternativo ou chamar um guincho.

    O Mirai é fruto de um projeto para utilização de hidrogênio que a Toyota desenvolve desde 1992 e é o primeiro carro produzido em série no mundo que utiliza este combustível. Sua primeira geração foi lançada em 2015 e a segunda em 2020. A comercialização e aluguel do modelo é restrita à Califórnia, mas o modelo sedã já chegou a ser vendido em outros locais, como no Japão.



    Fonte: CNN Brasil Auto

  • Toyota lança caminhonete de trabalho que suporta 1.000 kg por pechincha de R$200 mil

    Toyota lança caminhonete de trabalho que suporta 1.000 kg por pechincha de R$200 mil

    A Toyota registrou no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) uma nova caminhonete de trabalho. A seguir, o Garagem360 lista três pontos que chamaram atenção nesse veículo. Confira!

     Hilux Champ – Foto: Divulgação

    Qual é a nova picape da Toyota? 

     Hilux Champ – Foto: Divulgação

    É a Hilux Champ. Trata-se de uma versão mais básica e barata da Toyota Hilux, que tem preço inicial de R$ 219.090. 

    Hilux 2024 (Foto: Divulgação/Toyota)

    Quanto custa a Hilux Champ?

    Na Tailândia, o valor da versão de entrada é de 459.000 e pode ir até 577.000 baht tailandês. Aqui no Brasil, o seu custo seria entre R$ 63.890 e R$ 80.313. 

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    Quais são os diferenciais da Hilux Champ?

     Hilux Champ – Foto: Divulgação

    Capacidade de carga 

    Se você procura por uma caminhonete de trabalho com uma boa capacidade, a Hilux Champ não te deixará na mão. Afinal, ela suporta 1.000 kg.

    Motorização

    No país asiático, a picape está disponível com três tipos de motorização. São eles:

    • 2.4 turbodiesel de 150 cv de potência e 35 kgfm de torque;

    • 2.0 turbo a gasolina com 130 cv e 18 kgfm;

    • 2.7 turbo a gasolina com 166 cv e 24,9 kfgm.

    Já em relação ao câmbio, o lançamento japonês está disponível na versão manual de cinco velocidades ou automática de seis em todas as configurações. 

    Praticidade

    Esse modelo sai de fábrica com diversos orifícios para parafusos. Na prática, você conseguirá soltar e prender os acessórios de maneira simples. Outro benefício é que você pode personalizá-lo de acordo com o seu estilo. 

    Além disso, o modelo permite que o seu proprietário abra todos os lados da caçamba, oferecendo mais praticidade e produtividade para o dia a dia. 

    Quando a Hilux Champ será lançada? 

    A montadora japonesa não divulgou de forma oficial o lançamento do seu novo veículo. 

    Na verdade, a indústria automotiva tem apostado que ele chegará em terras tupiniquins após o registro da picape no INPI.

    E os rumores são fortes porque a montadora japonesa trouxe até informações sobre as peças internas e o para-choque do veículo. 

    Mas, se você não pode esperar por esse lançamento, confira nosso guia que traz uma lista com diversas caminhonetes baratinhas que superam os SUVs em performance e custam menos de R$ 100 mil!. 

    O Garagem360 continua acompanhando as últimas notícias automotivas. Por isso, continue conosco para não perder os principais detalhes do mercado. 

    Leia também: Qual é a picape mais econômica do Brasil em 2024?



    Fonte: Garagem 360

  • Toyota domina o mercado de SUVs no Brasil com o Corolla Cross que faz 17,8 km/l e deixa todo mundo babando

    Toyota domina o mercado de SUVs no Brasil com o Corolla Cross que faz 17,8 km/l e deixa todo mundo babando

    Os consumidores brasileiros vivem um dilema: preferência pelos SUVs e necessidade de economizar combustível. E nesse contexto o Toyota Corolla Cross que faz 17,8 km/l se destaca no mercado de SUVs. 

    Corolla Cross faz 17,8 km/l na versão híbrido flex – Foto: Divulgação

     

    Corolla Cross faz 17,8 km/l?

    De acordo com dados do Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular (PBEV), o Corolla Cross Hybrid lidera o ranking dos SUVs flex mais eficientes do mercado. 

    Em um momento em que os consumidores buscam cada vez mais veículos que combinam economia de combustível, desempenho e espaço interno. 

    A linha 2025 faz a média de 17,8 km/l em vias urbanas e 14,6 km/l nas rodovias. Quase o mesmo desempenho da linha 2024, que marcava 17,8 e 14,7 km/l nesses cenários. 

    Essa versão conta com o conjunto de propulsores formados por um motor a combustão e dois elétricos, que entregam juntos 122 cv. 

    Entre os SUVs populares supera em consumo os modelos:

    • Fiat Pulse 1.3 CVT – 8,8 km/l na cidade e 12,5 km/l na estrada (etanol), 12,5 km/l na cidade e 14,5 km/l na estrada (gasolina). 
    • Renault Kardian 1.0 turbo – 9,0 km/l na cidade e 9,7 km/l na estrada (etanol), 13,1 km/l na cidade e 13,7 km/l na estrada (gasolina). 
    • Honda HR-V 1.5 aspirado – 8,8  km/l na cidade e 9,8 km/l km/l na estrada (etanol), 12,7 km/l na cidade e 13,9 km/l na estrada (gasolina). 
    •  Fiat Fastback 1.0 Turbo – 8,4 km/l na cidade e 10,2 km/l na estrada (etanol), 11,9 km/l na cidade e 14,6 km/l na estrada (gasolina)
    • VW T-Cross e Nivus – 8,3 km/l  na cidade e 10,1 km/l na estrada (etanol), 12,1 km/l na cidade e 14,2 km/l na estrada (gasolina).
    Corolla Cross 2025 – Fotono: Divulgação

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    Toyota Corolla Cross faz 30 km/l e impressiona – É o SUV com a melhor autonomia do Brasil?

    Mais que economia

    O Corolla Cross também é um dos preferidos dos brasileiros. A linha 2025 traz um novo visual, lista de equipamentos de série com novidades para se alinhar à versão internacional. 

    A grade frontal é nova, com o visual mais imponente, o conjunto óptico atualizado e faróis de neblina em todas as versões. A traseira ganhou lanternas com novo padrão de iluminação e design mais moderno. 

    Os que esperavam pelo novo freio eletrônico foram atendidos e de quebra ganharam novas rodas de liga leve. 

    No interior pouca coisa mudou. Só o novo tecido dos bancos das versões de entrada. Já as equipadas com bancos de couro, receberam um novo desenho. Também há um novo painel de 18 polegadas.

    Apesar das queixas, a marca não mexeu no escapamento. Pintou de preto e vida que segue, mas ainda não sabemos se vai enferrujar precocemente.

     

    Robson QuirinoSou Robson Quirino. Formado em Comunicação Social pelo IESB-Brasília, atuo como Redator/ Jornalista desde 2009 e para o segmento automotivo desde 2019. Gosto de saber como os carros funcionam, inclusive a rebimboca da parafuseta.



    Fonte: Garagem 360

  • Toyota Corolla Cross ou BYD Song Pro: qual SUV híbrido levar para casa?

    Toyota Corolla Cross ou BYD Song Pro: qual SUV híbrido levar para casa?

    Com o preço recém-revelado, o BYD Song Pro mostrou que vai realmente mirar no Corolla Cross. O modelo será disponibilizado nas versões GL e GS justamente para rivalizar com o SUV híbrido da Toyota, mas qual levar para casa: Toyota Corolla Cross ou BYD Song Pro?

    Nós do Garagem360 fizemos um comparativo com os dois modelos para tentar responder essa pergunta. Acompanhe!

    Toyota Corolla Cross ou BYD Song Pro: qual SUV híbrido levar para casa? Foto: Divulgação

     

    O BYD Song chega com preços a partir de R$ 189.800 (GL) e R$ 199.990 (GS), enquanto o Corolla Cross Hybrid XRV 2025 recém-lançado custa R$ 202.690,00 e a versão topo de linha XRX é vendida a R$ 213.010.

    Veja os principais pontos de comparação entre os dois

    Desempenho

    Mais barato, o modelo chinês é equipado com motor 1.5 aspirado e um propulsor elétrico. Juntos entregam 235 cv de potência e 43 kgfm de torque.

    É mais do que o Corolla Cross, com seu sistema de motor 1.8 aspirado e dois propulsores elétricos. A potência combinada é de 123 cv, quase metade do concorrente que acaba de chegar. No entanto, sua motorização é flex, enquanto o chinês só pode ser abastecido com gasolina. 

    BYD Song Pro – Foto: Divulgação

    Leia também:

    Chegou o Novo BYD Song Pro com 8 anos de garantia. 

    Consumo

    Quanto a eficiência, o Song Pro promete a impressionante marca de 22,7 km/l e uma autonomia que chega a 1.100 km, graças ao tanque de combustível de 52 litros. 

    Já o modelo da Toyota tem o consumo comprovado pelo Inmetro de 17,7 km/L dentro da cidade e 14,6 km/L na estrada. A autonomia é menor, de 637 km, por conta do tanque de combustível de apenas 36 litros. 

    Design 

    O BYD Song Pro adota um visual moderno e esportivo, com linhas marcantes e faróis de LED afiados. O interior é espaçoso e confortável, com materiais de boa qualidade e acabamento refinado. 

    O Corolla Cross, por sua vez, oferece um design elegante e sofisticado, com linhas mais fluidas. O interior também é amplo e confortável, mas o acabamento poderia ser um pouco melhor face ao preço cobrado. 

    Corolla Cross Hybrid – Foto: Divulgação

    Medidas

    O Song Pro ostenta 4,73 metros de comprimento contra 4,46 metros do Corolla Cross, 1,86 metros de largura contra 1,82 metros, 1,71 metros de altura ante 1,62 metros e 2,71 metros de distância entre-eixos contra 2,64 metros, respectivamente. 

    O porta-malas do chinês é de 520 litros, ante 440 litros do rival. Essa diferença de 80 litros pode ser determinante para alguns compradores. 

    Tecnologia e segurança 

    Os dois trazem de série itens como câmeras de 360º, GPS integrado, chave NFC, faróis de LED, controle de cruzeiro, ar-condicionado digital de duas zonas nas versões de entrada. 

    O BYD Song Pro é equipado com diversas tecnologias de última geração, como multimídia de 12,8” com rotação vertical ou horizontal, painel de instrumento digital de 12,” polegadas piloto automático adaptativo, alerta de colisão, assistente de permanência de faixa, entre outros. 

    Corolla Cross Hybrid interior – Foto: Divulgação

     

    O Toyota Corolla Cross se destaca pelo sistema avançado de segurança composto por alerta e frenagem de emergência, alerta e assistência de mudança de faixa, alerta de tráfego cruzado, assistente de ponto cego e outros recursos que o Song Pro não trouxe para o Brasil por questões de preço. 

    O Corolla só perde na multimídia menor, de 8 polegadas e o painel de instrumentos de 7. 

    Garantia

    8 anos para o Song Pro e 5 anos para o Corolla Cross. 

    Veredito

    O BYD Song Pro se destaca pela sua autonomia superior, design moderno, maior espaço e acabamento, mas peca em não ter todos os recursos avançados de segurança. É uma excelente opção para quem busca um SUV espaçoso, confortável e com alta tecnologia embarcada. 

    BYD Song Pro interior – Foto: Divulgação

    Já o Toyota Corolla Cross ganha de lavada em segurança. Além disso, tem o respaldo da confiabilidade da marca, algo que a chinesa ainda vai ter que lutar um pouco para chegar ao mesmo nível. 

    Também é uma ótima opção para quem busca um SUV robusto, durável, com bom custo benefício e valor de revenda. No entanto, também peca e nesse caso é no acabamento interno. 

    Qualquer um dos dois vai ser uma boa escolha, mas é necessário ponderar os atributos e defeitos de cada um.

     

    Robson QuirinoSou Robson Quirino. Formado em Comunicação Social pelo IESB-Brasília, atuo como Redator/ Jornalista desde 2009 e para o segmento automotivo desde 2019. Gosto de saber como os carros funcionam, inclusive a rebimboca da parafuseta.



    Fonte: Garagem 360

  • Esse SUV da Toyota é considerando o seminovo mais fácil de revender; por quê?

    Esse SUV da Toyota é considerando o seminovo mais fácil de revender; por quê?

    O Garagem360 teve acesso a um levantamento que revela qual é o SUV seminovo mais fácil de revender. A seguir, revelamos os principais detalhes. Acompanhe!

    (Foto: Divulgação/Toyota)

    Qual é o SUV mais fácil de revender? 

    É o Toyota SW4, que conta com três versões com tecnologia embarcada e duas opções de motorização. 

    “No caso do campeão do ranking, inclusive, observe que ele possui uma relação entre anúncios e acessos que é 31 vezes maior. Na prática, tem muita gente querendo comprar SW4 e pouca gente vendendo”, explica Castro Jr. 

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    Como é o Toyota SW4?

    (Foto: Divulgação/Toyota)

    É um SUV com ótimo custo-benefício. Os modelos SRX e Diamond, por exemplo, saem de fábrica com motor 2.8 diesel, de quatro cilindros em linha e 16 válvulas. 

    O propulsor entrega 204 cv de potência e 50,9 kgfm de torque máximo. Já a aceleração, vai de 0 a 100 km/h em 11,2 segundos, enquanto a velocidade máxima é de 180 km/h.

    A versão GR-Sport, por sua vez, conta com motor 2.8 diesel, de quatro cilindros em linha e 16 válvulas. 

    Nesse modelo, o propulsor entrega 224 cv de potência e 55 kgfm de torque máximo. A aceleração vai de 0 a 100 km/h em 11,8 segundos. Já a velocidade máxima é de  180 km/h.

    O SUV japonês conta com transmissão automática de seis velocidades e tração integral (4×4) em todas as versões.

    Consumo 

    Nesse quesito, o Toyota SW4 também não deixa a desejar. Nas versões SRX e a Diamond, a média de consumo é a seguinte:

    • Cidade – 9,8 km/l

    • Estrada – 11,2 km/l

    Já a versão GR-Sport, vem com a seguinte média:

    • Cidade – 9,7 km/l

    • Estrada – 11 km/l

    Itens de série

    • Rodas de liga leve de 18 polegadas

    • Follow Me Home

    • Faróis de neblina dianteiros

    • Acendimento automático dos faróis

    • Abertura elétrica do porta-malas com função de memória para ajuste da altura da tampa

    • Retrovisores externos na cor do veículo com regulagem elétrica, rebatimento elétrico, indicadores de direção e iluminação de boas-vindas

    • Vidros elétricos e sistema de abertura e fechamento por um toque com antiesmagamento

    • Airbags de cortina, frontais, laterais e de joelho para o motorista

    • Assistente de pré-colisão (Pré-Crash System – PCS) com alerta sonoro e visual e, se necessário, frenagem automática

    • Assistente de reboque (TSC), de descida e de subida (HAC)

    • Controle adaptativo de velocidade de cruzeiro (ACC)

    • Câmera de 360 graus (PVM)

    • Controle eletrônico de estabilidade do veículo (VSC) e de tração (A-TRC)

    • Sensores de estacionamento dianteiros (2) e traseiros (4)

    • Sistema auxiliar BAS (sistema de assistência em frenagem de emergência) nas 4 rodas

    • Sistema auxiliar EBD (distribuição eletrônica de força de frenagem) nas 4 rodas

    • Alerta de Mudança de Faixa (Lane Departure Alert – LDA)

    • Aviso de ponto cego (BSM)

    • Alerta de tráfego traseiro (RCTA)

    • Isofix para fixação de cadeirinha para crianças no banco traseiro

    • Trava de segurança das rodas

    Interior do Toyota SW4 

    • Rádio com MP3

    • Câmera de ré instalada na tampa do porta-malas com visualização na tela

    • Entrada USB

    • Conexão Bluetooth

    • Conexão para smartphones e tablets através do espelhamento Android Auto e Apple CarPlay

    • 8 alto-falantes, 2 tweeters e 1 subwoofer (Sistema de som JBL®)

    • Computador de bordo com tela de 4,2″ de TFT

    • Modo de seleção de condução Eco / Power / Sport

    • Retrovisor interno eletrocrômico

    • Tomada de energia (12V)

    • Ar-condicionado duas zonas integrado frio e quente com display digital

    • Saída de ar-condicionado central com difusores no teto e controle de intensidade

    • Ajuste elétrico de distância, inclinação e altura para os bancos do motorista e passageiro

    • Bancos dianteiros ventilados

    Quanto custa o Toyota SW4?

    O valor varia de acordo com cada modelo e ano. Por exemplo, segundo a Tabela Fipe, o Hilux SW4 SRV D4-D 4×4 3.0 TDI Dies. Aut (2015, gasolina) custa R$ 152.723. Já o Hilux Chassi D4-D 4×4 3.0 TDI Dies. Mec. (2015, Diesel) custa R$ 132.095

    O Garagem360 continua acompanhando as últimas notícias automotivas. Por isso, continue conosco para não perder nenhum detalhe.

    Leia também: Diferenciados: esses SUVs com teto solar chamam a atenção



    Fonte: Garagem 360

  • Força nos híbridos flex! Toyota trabalha para quase dobrar fábrica de Sorocaba (SP)

    Força nos híbridos flex! Toyota trabalha para quase dobrar fábrica de Sorocaba (SP)

    Foto do Toyota Corolla Cross XRX Hybrid 2025 híbridos flex
    Primeiro entre os híbridos flex, visual do Toyota Corolla Cross mudou na linha 2025

    Força nos híbridos flex! Toyota trabalha para quase dobrar fábrica de Sorocaba (SP)

    O primeiro brasileiro a assumir a presidência da filial da Toyota, Evandro Maggio, espera que no máximo em dois anos esteja pronta a ampliação da sua unidade mais moderna, em Sorocaba (SP). A marca japonesa está investindo R$ 11 bilhões no Brasil até 2030. Uma das prioridades é a fabricação local dos conjuntos híbridos plenos que estão nos Corolla e Corolla Cross, hoje totalmente importados.

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  • Toyota, Mazda e Subaru buscam novas opções para motores a combustão

    Toyota, Mazda e Subaru buscam novas opções para motores a combustão

    Toyota, Subaru e Mazda se juntaram em uma iniciativa para “reinventar” os motores a combustão. Cada uma das montadoras está desenvolvendo uma nova família de motores, que buscam ser mais eficientes e adotar uma gama maior de combustíveis para que, no futuro, não dependam exclusivamente de elétricos movidos a bateria.

    Essa estratégia é sempre associada à Toyota. A montadora têm o histórico de pesquisar e desenvolver tecnologias alternativas — como o Mirai movido a hidrogênio — às baterias. Agora, a empresa se uniu às duas conterrâneas para compartilhar suas novas tecnologias. O movimento é comum entre as três companhias, uma vez que a Toyota é dona de uma porcentagem da Subaru e da Mazda.

    Todos os motores revelados ainda estão em fase de protótipo, mas devem começar a ser comercializados em breve, uma vez que as leis de emissão ficarão mais rigorosas. O Euro 7, por exemplo, deve chegar às ruas na Europa já em 2028.

    E-Boxer com sistema híbrido

    Um detalhe interessante é que, apesar de totalmente novos, cada projeto apresentado respeita as origens das montadoras, principalmente no caso da Subaru e da Mazda.

    “Se você busca apenas eficiência, os motores opostos horizontalmente nem sempre são a melhor opção. Mas o que seria da Subaru sem eles?”

    Foi com essa frase que o CTO da Subaru, Tetsuo Fujinuki, começou a sua apresentação do novo motor e-Boxer. A montadora japonesa ficou famosa por seus motores boxer de cilindros opostos horizontalmente. Esse tipo de motor também foi usado há muito tempo pela Volkswagen e hoje também é marca registrada de modelos da Porsche, como o 911.

    Porém, como o próprio Fujinuki admitiu, o maior problema desse motor é a sua baixa eficiência e a grande quantidade de gases que eles emitem. Em poucas palavras, é o famoso motor “beberrão”.

    Para contornar esse problema, a Subaru uniu seu motor boxer de quatro cilindros a um sistema híbrido composto por dois motores elétricos gêmeos. O trunfo do e-Boxer é o funcionamento em série-paralelo, ou seja, os quatro cilindros atuam como um gerador de energia para carregar a bateria e também podem tracionar diretamente o carro, variando de acordo com a situação.

    Motor e-Boxer da Subaru
    Motor e-Boxer da Subaru / Divulgação/Subaru

    Desse modo, o funcionamento pleno do motor a combustão é reduzido, consequentemente diminuindo o consumo de combustível e a emissão de poluentes.

    Outro detalhe é que, por se tratar de um motor fino, a Subaru conseguiu instalar a unidade de controle de força no cofre do motor. O mais comum é que ela fique próxima ao tanque de combustível, diminuindo sua capacidade. Com o novo arranjo, os modelos da Subaru poderão ter um reservatório maior e garantir mais autonomia.

    A montadora também não abrirá mão de outra tradição: a tração integral. Nesse caso, quem tracionará o as rodas de trás será o motor elétrico, porém, como ele será instalado na parte dianteira — e não sobre o eixo traseiro como é mais comum nos híbridos — a Subaru usará um cardã, peça comum aos carros ICE com tração nas quatro rodas.

    De acordo com a Subaru, a produção do e-Boxer começará em setembro, na sua nova fábrica em Kitamoto, no Japão.

    Mazda e o novo motor rotativo híbrido “onívaro”

    Outra montadora famosa por usar um tipo específico de motor é a Mazda, que desde a década de 1960 aposta em motores rotativos, também chamados de Wankel, em homenagem ao seu criador. Após um hiato, a empresa retomou a produção desse tipo de propulsor neste ano.

    Para essa nova fase, a Mazda espera corrigir os defeitos que foram motivo do desaparecimento do modelo. Apesar de serem mais simples e leves — já que não tinham componentes como as válvulas e seus comandos —  se comparados aos motores a combustão tradicionais, os rotativos eram pouco eficientes e também emitiam muitos gases.

    “O motor rotativo é o único motor a combustão da Mazda. No entanto, as suas características estruturais têm nos colocado repetidamente em posições difíceis em relação às regulamentações ambientais. No passado, ele até desapareceu do mercado. Mas agora sentimos que é hora de transformar essa singularidade em uma vantagem”, disse o CTO da montadora, Ichiro Hirose.

    Batizado de Rotary EV System Concept, o novo sistema híbrido da Mazda terá duas versões: com um ou dois rotores e busca tirar o máximo proveito do tamanho compacto e baixo peso dos motores Wankel.

    Motor Rotativo Mazda
    Novo motor rotativo da Mazda / Divulgação/Mazda

    De tão pequena, a versão de um rotor (com montagem transversal) pode ser instalada até em compartimentos desenhados para carros elétricos, o que melhora a adaptabilidade dos projetos.

    Com dois rotores, o motor se favorece de sua posição baixa, ficando abaixo do topo dos pneus. Por isso, o centro de gravidade do carro é super baixo, melhorando a aerodinâmica e, consequentemente, diminuindo o consumo.

    Hirose também descreveu o novo motor como “onívoro”, devido à grande quantidade de combustíveis que ele aceita. De acordo com a montadora, ele terá compatibilidade com os combustíveis mais comuns, como gasolina, etanol e diesel, até hidrogênio, combustível sintético (e-fuel) e um tipo de biocombustível feito a partir de algas.

    Graças ao funcionamento do motor rotativo, ele não fica dependente da lubrificação ou inflamabilidade de cada combustível, podendo funcionar bem com qualquer um deles. Muitas das alternativas apresentadas também são neutras em carbono, o que as torna bem mais viáveis quando as novas leis entrarem em vigor.

    Mesmo assim, a Mazda ainda trabalha para tentar reduzir ao máximo o índice de gases poluentes. Para isso, os engenheiros estão trabalhando em alternativas como utilizar o rotor para gerar energia para baterias e utilizar a eletricidade para aquecer o motor logo depois da partida, quando o número de emissões é maior.

    Toyota e os novos motores 1.5 e 2.0 de quatro cilindros

    Já o projeto apresentado pela Toyota é de novos motores 1.5 aspirado e turbo, e 2.0 turbo de quatro cilindros. A intenção é substituir os atuais 1.5 de três cilindros aspirado — que devem equipar o Yaris Cross brasileiro em 2025 — 2.5 aspirado e 2.4 turbo, respectivamente.

    Para melhorar a eficiência, a montadora aposta em um tamanho reduzido. Apesar de ter um cilindro a mais, são menores e ficam posicionados em uma posição mais baixa. Na comparação com os motores atuais que substituirão, no caso dos novos 2.0 turbo e 1.5 aspirado, o volume e o peso serão 10% menores. Já o 1.5 turbo reduzirá em 20% volume e em 15% o peso, em relação ao 2.5 aspirado.

    Novo motor 1.5 quatro cilindros da Toyota
    Novo motor 1.5 quatro cilindros da Toyota / Divulgação/Toyota

    A redução do tamanho do motor também permite perfis de capô mais baixos, o que reduz o arrasto e melhora a aerodinâmica, outro fator que ajuda a reduzir o consumo e as emissões.

    Com todas essas mudanças, a Toyota estima que, em carros sedãs equipados com o novo 1.5 aspirado, o consumo será até 12% menor, além de garantir mais potência do que o propulsor atual.

    Com os novos motores, a Toyota se adapta às leis de emissões mais rigorosas da Europa e dos Estados Unidos. Se não fosse por isso, a montadora precisaria reduzir a potência e torque e usar catalisadores bem mais caros para limpar os gases de escape da sua linha atual de motores.



    Fonte: CNN Brasil Auto

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