O Corolla Cross consolidou-se como um dos SUVs médios mais vendidos do Brasil, mas nem mesmo o sucesso comercial livra o modelo da Toyota de ser o alvo principal de piadas e críticas ácidas na internet.
O motivo? Um detalhe estético que se recusa a passar despercebido: o abafador do escapamento traseiro. Apelidado carinhosamente (ou nem tanto) de “marmita”, esse componente virou um símbolo de controvérsia entre os entusiastas e proprietários, gerando debates sobre o custo-benefício de um veículo que beira o luxo, mas peca em detalhes visuais básicos.
O “problema” da marmita: Por que o escapamento do Corolla Cross virou meme?
O ponto central da discórdia no Corolla Cross é a peça do abafador traseiro, que na versão com motor 2.0 aspirado fica visivelmente baixa e exposta. O design do escapamento dá a impressão de que algo está “pendurado” sob o para-choque, o que rapidamente rendeu o apelido de “marmita”.
O impacto visual é tão grande que a Toyota tentou amenizar o problema nas linhas mais recentes, pintando a peça de preto fosco para disfarçá-la.
No entanto, para os críticos, o disfarce não foi suficiente. Em comparação com o Corolla Cross comercializado em mercados internacionais, onde o componente é mais discreto e melhor integrado ao chassi, a versão brasileira parece ter sofrido com adaptações de engenharia que comprometeram a estética.
Esse detalhe afeta a percepção de sofisticação do SUV, especialmente quando parado no trânsito, onde a peça fica totalmente à vista para quem vem atrás.
Altura do solo e a “marmita” em risco
Além da questão estética, a localização da peça levanta dúvidas sobre a praticidade. O SUV possui uma altura livre do solo de apenas 16,1 cm, o que é considerado baixo para a categoria.
Na prática, isso significa que o Corolla Cross pode raspar em valetas e lombadas mais pronunciadas, colocando justamente o abafador exposto em uma zona de risco, o que alimenta ainda mais as críticas sobre o projeto.