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Renault vai produzir carros elétricos para a Ford

10/12/2025 automoveis 0 comentários

As gigantes automotivas Ford (EUA) e Renault (França) anunciaram esta semana um memorando de intenções que marca o início de uma nova e estratégica colaboração. O foco: o desenvolvimento conjunto de uma nova linha de veículos elétricos (VEs) de custo mais acessível, com lançamento previsto para 2028.

{“@context”:”https://schema.org”,”@type”:”VideoObject”,”name”:”Carregar CARRO ELÉTRICO EM CASA vale a pena? Veja o custo real e o consumo dos modelos BYD”,”description”:”Você sabia que o custo de carregar um carro elétrico na tomada de casa pode variar de R$ 25,00 a R$ 50,00 por carga? Neste vídeo, vamos explorar os preços de recarga de dois dos carros elétricos mais populares no Brasil: o BYD Dolphin e o BYD Dolphin Mini. Descubra o impacto da tarifa de eletricidade, como a autonomia de carros elétricos e a eficiência das baterias influenciam o custo da recarga e como isso se compara ao custo de abastecer um carro a combustão. Também vamos ver uma comparação entre carros elétricos e combustão, com exemplos práticos do custo de operação de veículos elétricos em cidades como São Paulo e Brasília.→ Leia a matéria completa no site do Garagem 360: https://garagem360.com.br/quanto-custa-carregar-um-carro-eletrico-na-tomada-de-casa-modelos-fazem-de-r-2500-a-r-50-por-carga/RESUMO DO VÍDEO:00:00 → Carro elétrico: Como funciona o carregamento?00:21 → Vale a pena carregar um BYD Dolphin em casa?01:07 → Comparação: BYD Dolphin em São Paulo e Brasília01:20 → Custo para carregar um Dolphin em São Paulo 01:56 → Autonomia do Dolphin: 291 km segundo o Inmetro02:04 → Especificações do motor do BYD Dolphin02:12 → Custo para carregar o BYD Dolphin Mini em Brasília03:10 → Comparando custos: Carro elétrico vs. carro a combustão03:25 → Análise de custo: Carro elétrico vs. a combustão03:49 → Custo para percorrer 290 km com carro a combustão04:13 → Vantagens econômicas do carro elétrico a longo prazoEdição: Douglas Costa#CarroElétrico #CustoDeRecarga #BYDDolphin”,”thumbnailUrl”:”https://s2.dmcdn.net/v/Xmidu1eRT2XMz8PEp/x120″,”uploadDate”:”2025-01-29T18:00:41-03:00″,”duration”:”PT371S”,”embedUrl”:”https://geo.dailymotion.com/player.html?video=x9d87p4″}

Renault vai produzir carros elétricos para a Ford

Os futuros modelos elétricos serão concebidos pela Ford, mas terão como alicerce a já estabelecida plataforma Ampere da Renault. A produção está planejada para ocorrer no centro industrial ElectriCity, no norte da França, utilizando a engenharia e o know-how compartilhados por ambas as empresas. 

Esta parceria é um movimento crucial para a Ford, que busca reforçar sua competitividade em segmentos de volume na Europa. A pressão da concorrência, especialmente a ofensiva de marcas chinesas, e a necessidade de ciclos de desenvolvimento mais rápidos e econômicos tornaram a colaboração um caminho inevitável. Ao aliar-se à Renault, a Ford pode acelerar a chegada de produtos mais acessíveis ao mercado, enquanto ganha volume em suas operações no “Velho Continente”.

Renault Scenic e-tech – Foto: Divulgação

Para o Grupo Renault, a vantagem reside em maximizar o uso de sua arquitetura elétrica Ampere, que já serve de base para toda a sua nova geração de VEs. Além disso, a empresa francesa capitaliza sobre sua eficiência industrial e seu ecossistema produtivo consolidado. A Ford, por sua vez, contribui com sua identidade de marca e sua reconhecida expertise em dinâmica de condução. 

A união não é inédita na história das montadoras. Curiosamente, a Ford já recorreu a projetos da Renault para criar modelos de grande volume no passado. Um exemplo notório no Brasil remonta à década de 60, quando a Ford adquiriu a Willys e herdou o projeto do Corcel, um derivado do Renault 12, que utilizava inclusive um motor de origem Renault (o CHT).

Vans e a Questão Volkswagen

O acordo vai além dos carros de passeio. O documento também prevê a análise de uma possível colaboração em veículos comerciais leves (vans). Este é um segmento particularmente desafiador e custoso para ser enfrentado individualmente, dadas as exigências de plataformas específicas e de uma forte cadeia logística para vans elétricas.

A abertura de portas para a Renault, no entanto, coloca em evidência o futuro da aliança já existente entre a Ford e a Volkswagen no segmento de veículos comerciais. A medida sugere que a Ford pode estar diversificando seus parceiros para mitigar riscos e garantir múltiplas opções estratégicas em um mercado europeu cada vez mais volátil e fragmentado. Embora ainda seja apenas uma carta de intenções, o movimento da Ford sinaliza uma reavaliação cuidadosa de suas estratégias na Europa.

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Fonte: Garagem 360

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