Um dos casos jurídicos mais emblemáticos da indústria automotiva dos EUA sofreu uma reviravolta dramática. Uma corte de apelação da Pensilvânia anulou o veredito que condenava a Mitsubishi a pagar mais de US$ 1 bilhão (cerca de R$ 5,54 bilhões) à família de Francis Amagasu, que ficou tetraplégico após um acidente em 2017.
{“@context”:”https://schema.org”,”@type”:”VideoObject”,”name”:”Carregar CARRO ELÉTRICO EM CASA vale a pena? Veja o custo real e o consumo dos modelos BYD”,”description”:”Você sabia que o custo de carregar um carro elétrico na tomada de casa pode variar de R$ 25,00 a R$ 50,00 por carga? Neste vídeo, vamos explorar os preços de recarga de dois dos carros elétricos mais populares no Brasil: o BYD Dolphin e o BYD Dolphin Mini. Descubra o impacto da tarifa de eletricidade, como a autonomia de carros elétricos e a eficiência das baterias influenciam o custo da recarga e como isso se compara ao custo de abastecer um carro a combustão. Também vamos ver uma comparação entre carros elétricos e combustão, com exemplos práticos do custo de operação de veículos elétricos em cidades como São Paulo e Brasília.→ Leia a matéria completa no site do Garagem 360: https://garagem360.com.br/quanto-custa-carregar-um-carro-eletrico-na-tomada-de-casa-modelos-fazem-de-r-2500-a-r-50-por-carga/RESUMO DO VÍDEO:00:00 → Carro elétrico: Como funciona o carregamento?00:21 → Vale a pena carregar um BYD Dolphin em casa?01:07 → Comparação: BYD Dolphin em São Paulo e Brasília01:20 → Custo para carregar um Dolphin em São Paulo 01:56 → Autonomia do Dolphin: 291 km segundo o Inmetro02:04 → Especificações do motor do BYD Dolphin02:12 → Custo para carregar o BYD Dolphin Mini em Brasília03:10 → Comparando custos: Carro elétrico vs. carro a combustão03:25 → Análise de custo: Carro elétrico vs. a combustão03:49 → Custo para percorrer 290 km com carro a combustão04:13 → Vantagens econômicas do carro elétrico a longo prazoEdição: Douglas Costa#CarroElétrico #CustoDeRecarga #BYDDolphin”,”thumbnailUrl”:”https://s2.dmcdn.net/v/Xmidu1eRT2XMz8PEp/x120″,”uploadDate”:”2025-01-29T18:00:41-03:00″,”duration”:”PT371S”,”embedUrl”:”https://geo.dailymotion.com/player.html?video=x9d87p4″}
Família ganha indenização de R$ 5,5 bilhões da Mitsubishi por acidente de 1992, mas justiça anula
O caso envolve um Mitsubishi 3000GT de 1992. Durante uma tentativa de ultrapassagem, Amagasu perdeu o controle, o carro capotou e bateu em árvores. Mesmo usando cinto de segurança, o motorista sofreu lesões gravíssimas na coluna ao atingir o teto do veículo.
A família alegou no tribunal que:
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O cinto de segurança era defeituoso.
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O espaço para a cabeça (headroom) era insuficiente para garantir a segurança em capotamentos.
Em 2018, um júri concedeu a cifra bilionária à família, sendo US$ 800 milhões (R$ 4,43 bilhões) apenas em danos punitivos — uma punição direta à fabricante.
Por que o veredito foi anulado?
A Mitsubishi recorreu, argumentando que o carro, quando lançado, cumpria todas as normas de segurança vigentes. O tribunal de apelação concordou em anular a sentença e ordenar um novo julgamento baseando-se em erros processuais técnicos:
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Falta de Instrução ao Júri: O júri não foi orientado a considerar quais lesões seriam evitadas se houvesse um design alternativo “mais seguro”.
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Cálculo de Danos: A corte entendeu que o júri não foi educado sobre os pontos da lei necessários para decidir o nexo de causalidade entre o suposto defeito de design e a lesão específica.
Valores em jogo (Conversão direta: R$ 5,54)
| Descrição do Dano | Valor em Dólar (EUA) | Valor em Real (BR) |
| Danos Compensatórios | US$ 156,4 milhões | R$ 866,4 milhões |
| Danos Punitivos | US$ 800 milhões | R$ 4,43 bilhões |
| Total do Veredito Anulado | US$ 1 bilhão+ | R$ 5,54 bilhões |
Onde termina a responsabilidade?
O caso levanta um debate profundo nos EUA: até quando uma fabricante é responsável pela segurança de um veículo fabricado há mais de 30 anos? Enquanto a Mitsubishi argumenta que o projeto seguia os padrões da época, a família sustenta que o defeito era inerente ao design original.