Categoria: CHEVROLET

  • Chevrolet S10 elétrica é raridade e teve menos de 500 unidades produzidas

    Chevrolet S10 elétrica é raridade e teve menos de 500 unidades produzidas

    Embora tenha se tornado uma tendência recente, a história dos carros elétricos é bem antiga. Em 1828, o húngaro Ányos Jedlik foi um dos primeiros a desenvolver um motor elétrico e testá-lo em um veículo. Anos mais tarde, até Ferdinand Porsche e Henry Ford chegaram a construir seus próprios carros movidos a energia elétrica. No Brasil, a Gurgel foi pioneira no ramo, lançando o Itaipu em 1975.

    Na década de 1990, a General Motors iniciou suas pesquisas no ramo dos carros elétricos, dando origem ao EV1, lançado em 1996. Embora ele seja o mais conhecido, principalmente por não ter dado certo e hoje em dia ser uma raridade, a montadora adaptou seu projeto para uma caminhonete muito conhecida por todos nós: a S10.

    Chevrolet S10 Elétrica 1997
    A mecânica vinha do EV1, primeiro carro elétrico vendido em massa nos EUA / Divulgação/Chevrolet

    Se hoje a GM tenta brigar no mercado de picapes elétricas com a Hummer EV e a Chevrolet Silverado elétrica, há 27 anos atrás a montadora era pioneira no ramo. A S10 Electric aproveitava o mesmo trem de força do EV1, porém, adaptado para o chassi de longarinas.

    Isso significa que a picape tinha tração dianteira – diferente das versões a gasolina com tração traseira – e 115 cv vindos de um único motor elétrico. Embora tivessem o trem de força, o EV1 tinha potência maior, de 135 cv. A redução foi necessária para não sobrecarregar as baterias, que tinham que dar conta do maior peso e arrasto da picape.

    Por falar nas baterias, o conjunto era o mesmo de chumbo-ácido do EV1, fornecendo 16,2 kWh de energia e alcance de aproximadamente 80 km, dependendo do uso. Ao todo, a S10 elétrica pesava 1.360 kg, mas só a bateria era responsável por 635 kg.

    Chevrolet S10 Elétrica 1997
    A entrada de carregamento ficava atrás da placa dianteira / Divulgação/Chevrolet

    Por ser uma picape, a S10 não atingia os mesmos números do EV1. De acordo com a GM, o modelo podia chegar a até 114 km/h, enquanto o cupê ia até 129 km/h. O tempo de aceleração também era menor, com a caminhonete levando 13,5 segundos para ir de 0 a 80 km/h. Já o EV1 precisava de apenas 9 segundos para chegar aos 100 km/h.

    Assim como o EV1, a S10 também recebeu o pacote de baterias de hidreto metálico de níquel (Ni-MH). Essa nova tecnologia pesava 403 kg e fornecia 29 kWh para o motor. A mudança aumentava o alcance da picape para cerca de 150 km, enquanto o tempo de aceleração de 0 a 80 km/h caía para 10,5 s.

    Interior da Chevrolet S10 Electric
    Por dentro, quase tudo era perfeitamente igual ao da S10 a combustão / Reprodução/Facebook

    Embora fosse totalmente diferente, quem olhasse pelo lado de fora pensaria que aquela era um S10 cabine simples normal. O detalhe que a diferenciava dos modelos a combustão era a inscrição “Electric” na lateral.

    Quem estivesse mais atento, ainda poderia perceber o bocal para o sistema de carregamento “Magne Charge”, desenvolvido pela Delco, uma subsidiária da GM, atrás da placa dianteira. Graças a essa tecnologia, a S10 com a bateria de chumbo demorava cerca de cinco horas para chegar aos 100%, enquanto a bateria de níquel levava oito horas, aproximadamente.

    Do lado de dentro, a única mudança era no quadro de instrumentos analógico, que tinha um indicador para a carga da bateria, substituindo o do tanque de combustível, além de um relógio que indicava a quantidade de energia gasta nas acelerações e regenerada nas frenagens, assim como os carros elétricos modernos.

    Quadro de instrumentos da S10 elétrica
    Quadro de instrumentos tinha mostradores para a regeneração de energia e carga da bateria / Reprodução/Facebook

    A GM produziu ao todo 492 unidades da S10 elétrica entre 1997 e 1999, mesmo ano em que o EV1 também foi descontinuado. Ambos os veículos foram oferecidos por aluguel pela própria montadora, e a picape tinha preço de US$ 33.305. Porém, por se tratar de um carro de trabalho, cerca de 60 unidades foram vendidas para frotistas.

    capô s10 elétrica
    Recentemente, uma unidade da S10 elétrica apareceu à venda no Facebook, mas sem a bateria original / Reprodução/Facebook

    Essas, provavelmente, são as únicas sobreviventes, já que as unidades que voltaram para o aluguel foram destruídas pela montadora junto com os EV1. Uma delas, a de número 145, foi encontrada pelo site The Drive e colocada à venda no Facebook Marketplace.

    O proprietário pedia US$15.000 pela S10, mas a picape não tinha mais a bateria de chumbo, que foi retirada por ter parado de funcionar, além de ter perdido a tampa da caçamba. Por outro lado, o carregador Magne Charger permaneceu intacto, o que pode ser de alguma ajuda para os restauradores que queiram preservar a originalidade do modelo.



    Fonte: CNN Brasil Auto

  • Chevrolet Tracker e Volkswagen T-Cross somem da lista dos 10 carros mais vendidos

    Chevrolet Tracker e Volkswagen T-Cross somem da lista dos 10 carros mais vendidos

    Dois dos SUVs mais vendidos do Brasil no último ano, tiveram em fevereiro um mês diferente do habitual, Chevrolet Tracker e Volkswagen T-Cross. Veja como ficou a lista dos 10 carros mais vendidos, sem os modelos. 

    VW T-Cross foi o SUV mais vendido em 2023 (Foto: Divulgação)

    Tracker e T-Cross saem da lista dos carros mais vendidos

    O mês de fevereiro não foi o melhor período recente para Chevrolet Tracker e Volkswagen T-Cross, dois dos carros mais vendidos do Brasil. 

    No último período, ambos os SUVs ficaram abaixo do top 10 de modelos mais comercializados, com 4.039 emplacamentos (Volkswagen T-Cross) e 3.674 unidades vendidas (Chevrolet Tracker), respectivamente. 

    Os índices são diferentes do ano passado, quando foram os dois SUVs mais vendidos do país no acumulado de janeiro a dezembro de 2023. 

    Chevrolet Tracker (Foto: Divulgação)

    VW T-Cross tem queda maior

    Se a queda do Chevrolet Tracker já foi sentida, a do Volkswagen T-Cross foi ainda maior. 

    Enquanto o Tracker ainda figura entre os 10 veículos mais vendidos do ano até aqui (sendo o 3º SUV) e em janeiro foi o segundo em sua categoria, o T-Cross teve desempenho abaixo. 

    O modelo da Volkswagen está na 13ª posição entre os carros 0 km mais vendidos de 2024 até o momento, posição distante da 7ª colocação geral e liderança entre os SUVs no último ano. 

    No acumulado de 2024, o Volkswagen T-Cross soma até aqui 7.397 unidades comercializadas, 15% a menos do que o volume de vendas no mesmo período em 2023 (8.748). 

    Já o Chevrolet Tracker soma em 2024, 7.954 vendas em todo o país, 12% a menos do que o acumulado de janeiro e fevereiro do último ano, quando já tinha vendido 7.954 unidades. 

    Veja quais foram os carros mais vendidos no último mês e como está o top 10 no acumulado dos meses de janeiro e fevereiro. 

    Foto: Nicole Santana/Garagem360

    Top 10 carros mais vendidos em fevereiro

    1. Fiat Strada: 8.568

    2. Volkswagen Polo: 8.063

    3. Fiat Argo: 6.507

    4. Fiat Mobi: 6.288

    5. Renault Kwid: 6.046

    6. Hyundai HB20: 5.287

    7. Hyundai Creta: 4.385

    8. Chevrolet Onix: 4.299

    9. Volkswagen Saveiro: 4.127

    10. Jeep Compass: 4.074

    Top 10 carros mais vendidos em 2024 

    1. Fiat Strada: 16.590

    2. Volkswagen Polo: 15.321

    3. Hyundai HB20: 12.765

    4. Fiat Argo: 11.203

    5. Chevrolet Onix: 10.013 

    6. Fiat Mobi: 10.007

    7. Hyundai Creta: 9.283

    8. Renault Kwid: 9.142

    9. Nissan Kicks: 7.981

    10. Chevrolet Tracker: 7.954

    Confira também: Hyundai Creta é o novo SUV mais vendido do País; veja o ranking

    Gervásio HenriqueJornalista com maior experiência profissional no setor automotivo. Atualmente redator do Grupo Gridmidia com foco no portal Garagem360.



    Fonte: Garagem 360

  • Chevrolet Onix de fora do top 3: veja o ranking dos 10 hatches mais vendidos do País

    Chevrolet Onix de fora do top 3: veja o ranking dos 10 hatches mais vendidos do País

    Qualquer lista que envolvam hatches mais populares do Brasil nos últimos anos tem o Chevrolet Onix como presença garantida, certo?

    Dessa vez não, já que o antes queridinho agora está abaixo do top 3 de modelos mais vendidos. 

    Foto: Divulgação

    Chevrolet Onix fora dos top 3 entre os hatches

    O mês de fevereiro não foi o melhor período de vendas para o Chevrolet Onix no Brasil. 

    No segundo mês do ano de 2024, o hatch da montadora norte-americana foi ‘’apenas’’ o sexto modelo mais vendido de sua categoria. 

    Antes presença garantida no topo dos hatches mais comercializados do mercado nacional, o Chevrolet Onix começa 2024 como o quarto preferido da categoria levando em conta o acumulado de janeiro e fevereiro. 

    Emplacamentos do Onix em 2024

    Em 2024, o Chevrolet Onix soma até aqui, 10.013 unidades comercializadas em todo o país. 

    Para esse total, 5.714 unidades foram vendidas em janeiro e 4.299 emplacamentos foram concretizados em fevereiro. 

    Os números são 24% inferiores aos do começo de 2023 nessa época do ano, quando o Onix já possuía 13.246 unidades comercializadas e liderava o segmento. 

    Veja o ranking dos 10 hatches mais vendidos do mercado brasileiro em fevereiro e no acumulado do ano de 2024.   

    Foto: Divulgação

    Hatches mais vendidos em fevereiro

    1. Volkswagen Polo: 8.063

    2. Fiat Argo: 6.507

    3. Fiat Mobi: 6.288

    4. Renault Kwid: 6.046 

    5. Hyundai HB20: 5.287

    6. Chevrolet Onix: 4.299

    7. Toyota Yaris: 1.841

    8. BYD Dolphin: 1.807

    9. Peugeot 208: 1.548

    10. Citroën C3: 1.515

    Hatches mais vendidos em 2024

    1. Volkswagen Polo: 15.321

    2. Hyundai HB20: 12.765

    3. Fiat Argo: 11.203

    4. Chevrolet Onix: 10.013

    5. Fiat Mobi: 10.007

    6. Renault Kwid: 9.142

    7. Toyota Yaris: 3.844

    8. BYD Dolphin: 3.626

    9. Citroën C3: 3.394

    10. Peugeot 208: 3.373

    Qual é o valor de um Onix zero?

    O Chevrolet Onix custa a partir de R$ 86.150. Esse preço é cobrado na versão de entrada do modelo. 

    Foto: Divulgação

    Versões e preços do Chevrolet Onix 2024

    • 1.0 MT: R$ 86.150

    • LT: R$ 93.765

    • AT Turbo: R$ 100.730

    • LT MT Turbo: R$ 102.500

    • LT AT Turbo: R$ 108.210

    • LTZ: R$ 111.590

    • RS: R$ 113.640

    • Premier: R$ 117.480  

    Aproveite e confira: Onix, HB20, e Polo: qual dos 3 hatches mais vendidos levar para casa?

    Gervásio HenriqueJornalista com maior experiência profissional no setor automotivo. Atualmente redator do Grupo Gridmidia com foco no portal Garagem360.



    Fonte: Garagem 360

  • BYD abre pré-venda do Dolphin Mini e carro elétrico é vendido a preço de Onix

    BYD abre pré-venda do Dolphin Mini e carro elétrico é vendido a preço de Onix

    A BYD anunciou a abertura de pré-venda do seu novo modelo elétrico para o mercado brasileiro, o Dolphin Mini, que chega com preço de Onix. Veja! 

    Foto: Divulgação

    Pré-venda do Dolphin Mini aberta

    De forma pública, a BYD divulgou pela primeira vez os detalhes do novo hatch elétrico da marca, o Dolphin Mini, assim como abriu o período de pré-vendas do modelo no Brasil. 

    O novo Mini Dolphin chegará por preço ‘’especial’’ de R$ 89.800. Esse valor já considera o bônus de lançamento de R$ 10 mil aos primeiros clientes.

    Sendo assim, o novo lançamento da Build Your Dreams será o carro elétrico mais barato do país.  

    O lançamento oficial do novo BYD Mini Dolphin será realizado nesta quarta-feira (28), com cobertura completa do Garagem360!

    Foto: Divulgação

    Preço de Onix

    Além dos concorrentes que terá com os modelos elétricos mais acessíveis no país atualmente, o Mini Dolphin não deve se limitar a esse mercado. 

    Uma vez que deve ter preço abaixo dos R$ 100 mil, o hatch elétrico pode tirar clientes até mesmo de modelos a combustão como: Hyundai HB20, Volkswagen Polo, Fiat Argo e Chevrolet Onix. 

    Mini Dolphin

    O novo hatch elétrico da BYD chega ao país em versão única de acabamento com capacidade para quatro ocupantes. 

    Independentemente do bônus anunciado para o período de pré-vendas, o Mini Dolphin será o modelo eletrificado mais barato do Brasil, ao que tudo indica, com preço um pouco abaixo do Kwid elétrico. 

    Espera-se que o modelo tenha autonomia na casa dos 300 km e itens de série modernos como: seis airbags, direção elétrica e tela multimídia giratória, além de equipamentos tecnológicos a serem confirmados. 

    Foto: Divulgação

    Qual é o carro elétrico mais barato?

    Até então, o carro elétrico mais barato do país é o Renault Kwid E-Tech por R$ 99.990. O modelo da tradicional fabricante francesa anunciou redução de preço recente de R$ 123.490 para R$ 99.990.

    Carros elétricos mais baratos do BR

    • Renault Kwid E-Tech: R$ 99.990

    • Caoa Chery iCar: R$ 119.990 

    • JAC e-JS1: R$ 126.900

    • BYD Dolphin: R$ 149.800 

    • GWM Ora 03: R$ 150.000 

    Mini Dolphin chega para ser o segundo modelo da BYD entre os ”acessíveis” do segmento de elétricos (Foto: Divulgação)

     

    BYD no Brasil em 2024 

    O ano de 2024 começou com protagonismo da BYD não só no segmento de veículos elétricos, como também entre todas as categorias. 

    Em janeiro, o Dolphin, principal modelo em comercialização da marca nos últimos meses, emplacou 1.820 unidades, ficando à frente de modelos tradicionais do mercado como: Renault Duster e Hyundai HB20S. 

    Só no último mês com o Dolphin, a BYD vendeu mais de 26% do que alcançou em negócios do modelo em todo o ano de 2023.

    Gervásio HenriqueJornalista com maior experiência profissional no setor automotivo. Atualmente redator do Grupo Gridmidia com foco no portal Garagem360.



    Fonte: Garagem 360

  • Chevrolet Montana RS: sete detalhes que você precisa saber

    Chevrolet Montana RS: sete detalhes que você precisa saber

    A Chevrolet Montana RS 2024 é a versão top de linha da picape monobloco da marca americana. Lançada no final do ano passado, a mais recente configuração é uma resposta à rival Fiat Strada Ultra.

    A Montana é equipada, em todas as versões com motor 1.2 Turbo três cilindros. O bloco rende até 133 cavalos de potência e 210 Nm de torque. A transmissão possui seis marchas, seja automática ou manual. Na versão RS, a picape custa R$ 156.290.

    Chevrolet Montana RS 2024 foi lançada no final do ano passado / Thiago Ventura/CNN

    1. Visual esportivo

    A Chevrolet Montana RS chama atenção pelo visual mais esportivo, com direito a detalhes em preto e vermelho. A sigla significa “Rally Sport”, já usada pela Chevrolet desde os anos 70. Contudo, a alcunha não qualifica o carro como “esportivo de verdade”. O RS é, para a GM, um pacote visual exclusivo. Os modelos verdadeiramente esportivos levam a sigla SS (Super Sport), quando há incremento no motor, freio e suspensão.

    Montana RS tem rodas aro 17
    Montana RS tem rodas aro 17 / Thiago Ventura/CNN

    2. Rodas exclusivas

    Toda série especial que se preze precisa de rodas exclusivas, e a Montana RS não foge à regra. A picape é calçada com pneus 215/55 R17 e rodas escurecidas. O desenho é apontado como o mais bonito oferecido pela gama.

    3. Não tem modo Sport

    Ainda que o logo RS não seja uma obrigação de preparação esportiva, faz falta na Montana, sobretudo nesta versão, um modo Sport. O recurso, disponível na Strada, por exemplo, altera a troca de marchas e outros parâmetros e deixa o desempenho do carro mais dinâmico.

    Modelo tem bancos em couro preto com detalhes em vermelho / Thiago Ventura/CNN

    4. Interior escurecido

    A receita do visual esportivo da parte externa também é aplicado na cabine do veículo. Bancos em couro preto com detalhes em vermelho chamam atenção. No interior, o logo da Chevrolet também recebe acabamento em preto. Um filete vermelho dá o tom esportivo ao painel.

    Chevrolet Montana RS tem duplo batente na suspensão traseira / Thiago Ventura/CNN

    5. Duplo batente na suspensão

    A Montana é construída na mesma plataforma do Tracker e herda uma suspensão típica de carros de passeio, do tipo McPherson na dianteira e Eixo de Torção na traseira. A engenharia da GM inclui um recurso interessante: tem duplo batente na traseira. Isso possibilita que a Montana tenha condução semelhante a um automóvel quando vazia, ao mesmo tempo que o segundo batente segura as pontas com a carga máxima.

    Santantônio da Montana tem detalhes em black piano que combinam com visual da picape / Thiago Ventura/CNN

    6. Santantônio sim, estribo não

    A Chevrolet Montana RS ostenta um belo e exclusivo santantônio funcional. A peça tem detalhes em black piano e combina muito bem com o visual esportivo da picape. Contudo, não vem de série com estribo: o acessório custa R$ 4.990 na rede de concessionárias.  A rival Strada Ultra possui o elemento de série.

    Capota marítima elétrica: acessório custa caros R$ 13 mil
    Capota marítima elétrica: acessório custa caros R$ 13 mil / Thiago Ventura/CNN

    7. Acessórios exclusivos (e caros)

    A Montana RS testada para esta reportagem estava equipada com uma capota marítima elétrica, muito útil e prática. Trata-se de um acessório oficial, vendido nas concessionárias, que custa R$ 12.990. O item é útil e cômodo, mas o cliente precisa dosar em suas escolhas. Somados todos aos acessórios da Montana das fotos, chega-se a R$ 25 mil, valor que dificilmente será recuperado na revenda.



    Fonte: CNN Brasil Auto

  • Toyota terá nova picape híbrida para brigar com Toro e Montana no Brasil

    Toyota terá nova picape híbrida para brigar com Toro e Montana no Brasil

    A Toyota não quer ficar para trás no quesito eletrificação da frota brasileira.

    Depois da Ford lançar a picape híbrida Maverick, a marca japonesa tem planos de produzir uma picape híbrida nacional. 

    A nova picape, que ainda não tem nome oficial, será fabricada na fábrica da Toyota em Sorocaba, interior de São Paulo, a partir de 2027.

    Picape híbrida da Toyota deve usar alguns elementos da picape conceito EPU – Foto: Divulgação

     

    A Toyota tem picape híbrida no Brasil?

    Por enquanto não, mas se tudo der certo a nova picape híbrida inédita da marca chega ao mercado nos próximos anos.

    O modelo terá a mesma plataforma TNGA do Corolla Cross, compartilhando várias peças do SUV. 

    A nova picape da Toyota será um veículo inovador, combinando a robustez e versatilidade de uma picape tradicional com a eficiência e economia de combustível de um sistema híbrido. As informações foram reveladas em primeira mão por nossos amigos do Autos Segredos

    Muitos detalhes ainda não foram confirmados, mas já sabemos que apesar de dividir a mesma plataforma do Corolla Cross, alguns itens serão modificados justamente para se diferenciar do SUV. 

    A princípio, a picape terá os mesmos para-lamas dianteiros, capô, portas dianteiras e as estampagens das laterais do “irmão”. No entanto, para se diferenciar, terá novos faróis e para-choques exclusivos. 

    No interior, a novidade fica por conta do freio de estacionamento eletrônico com função Auto Hold ao invés do freio de estacionamento acionado pelo pé. Além disso, contará com bancos diferenciados e forrações de porta e painel exclusivos. 

    Também deve trazer elementos da picape conceito EPU, apresentada em outubro pela montadora no Salão de Tóquio. 

    Picape Conceito EPU – Foto: Divulgação

     

    Quanto a motorização ainda não há confirmação, no entanto o Autos Segredos afirma que possivelmente será o conjunto 2.0 Dynamic Force Flex do Corolla e Corolla Cross e não o 1.8. Algo aceitável, já que a ideia é oferecer mais potência. 

    As versões mais caras devem estrear o conjunto 2.5 de motor a combustão e dois elétricos. Trata-se de uma tecnologia moderna, que oferece um desempenho potente e eficiente, reduzindo significativamente as emissões de CO2 e o consumo de combustíveis fósseis.

    Veja essa matéria sobre a nova patente da Toyota para picapes.

    Competindo com “gente grande”

    A nova picape híbrida da Toyota irá competir diretamente com a Fiat Toro GM Montana e a Ford Maverick. A picape da Toyota deve buscar superar essas três em termos de eficiência energética, tecnologia embarcada e segurança, mas sem “roubar mercado” da Hilux.  

    A produção da picape híbrida marca um novo capítulo para a Toyota no Brasil. A empresa demonstra seu compromisso com o mercado brasileiro, que após as mudanças na legislação abriu espaço para motorizações híbridas e elétricas.

     

    Robson QuirinoSou Robson Quirino. Formado em Comunicação Social pelo IESB-Brasília, atuo como Redator/ Jornalista desde 2009 e para o segmento automotivo desde 2019. Gosto de viagens rápidas, mas sonho em viajar em um cosmic car para o espaço sideral.



    Fonte: Garagem 360

  • Chevrolet prepara renovação total no Brasil: saiba o que vem por aí

    Chevrolet prepara renovação total no Brasil: saiba o que vem por aí

    O caminho das quatro montadoras mais tradicionais no Brasil seguia um traçado linear. Mas as novas tecnologias de eletrificação e a chegada com força das marcas chinesas modificaram o cenário. A Ford decidiu fechar as fábricas e virar apenas importadora. A Stellantis anunciou um plano de renovação com sistemas elétricos flex. E agora a General Motors também resolveu se renovar.

    O marco oficial foi sinalizado no final de janeiro, quando a marca anunciou com pompa um investimento de R$ 7 bilhões no Brasil de 2024 até 2028. Apesar de não confirmar quais produtos estão incluídos, as falas dos executivos indicam claramente o caminho: produção de motores híbridos flex no Brasil.

    “Isso abrange a renovação completa do portfólio de veículos, desenvolvimento de tecnologias inovadoras e customizadas para o mercado local, além da criação de novos negócios. As fábricas também receberão evoluções que as tornarão ainda mais modernas, ágeis e sustentáveis”, disse a empresa em comunicado.

    Os executivos da General Motors conseguiram convencer a matriz americana de que a opção pelos carros híbridos é a melhor alternativa para o mercado brasileiro. Até então, a direção global apostava em uma transição direta da combustão para os elétricos. Rivais como Stellantis, Toyota e GWM também terão modelos nacionais híbridos.

    “As mudanças são necessárias em virtude das atuais demandas da sociedade e dos consumidores. Estamos trabalhando junto aos nossos colaboradores, concessionários, fornecedores e outros parceiros”, declarou Santiago Chamorro, presidente da GM na América do Sul.

    Quais carros teremos da GM?

    Dos R$ 7 bilhões anunciados pela GM, podemos esperar tanto modelos já fabricados por aqui, que serão renovados ou vão ganhar nova geração, quanto modelos importados, inclusive de alto valor agregado.

    Nesta renovação geral, a Chevrolet terá novos Onix, Onix Plus e Tracker no Brasil. A família deverá contar com um visual renovado, novas tecnologias e equipamentos nos próximos anos. O SUV compacto poderá contar com alguma eletrificação, uma vez que a Stellantis vai aplicar isso em sua gama, além da Toyota, que prometeu no Yaris Cross híbrido para 2024 no Brasil.

    A linha de utilitários composta por Chevrolet S10 e Trailblazer também terá novidades. Pelos flagras registrados, a picape deverá ganhar uma severa reestilização para deixar o visual semelhante à da Colorado americana. O Trailblazer também seguirá o estilo da caminhonete.

    Importados elétricos

    Outra parte do investimento bilionário da Chevrolet no Brasil será utilizada para importação de novos produtos, alguns já confirmados. Durante o evento em Brasília, os executivos apresentaram um pequeno banner com alguns modelos.

    Destaque para a versão LT Trailboss da Chevrolet Silverado. Trata-se de um modelo mais acessível e com visual esportivo da picape grande de luxo. A novidade deverá chegar ainda em 2024 com preço abaixo dos R$ 500 mil.

    Outro modelo já confirmado e que foi exibido é o Equinox EV, versão 100% elétrica do crossover já comercializado no Brasil. O modelo é um SUV médio, desenvolvido na plataforma Ultium da GM, voltada para carros elétricos. Tem visual moderno e elegante e deverá chegar com até 284 cv de potência e 0 a 100 em 5,8s.

    Outro modelo que vem para o Brasil é o Blazer EV, um SUV de luxo também 100% elétrico.

    Seis lançamentos em 2024

    Muita coisa deve mudar para a GM no Brasil até 2028, agora com R$ 7 bilhões disponíveis no país. Mas pelo menos seis lançamentos estão confirmados já neste ano, incluindo Chevrolet Spin, Chevrolet S10, Chevrolet Trailblazer, Chevrolet Equinox EV e Chevrolet Blazer EV, além de uma “surpresa” ainda não revelada pela empresa.



    Fonte: CNN Brasil Auto