A Jeep lança programa de seminovos com garantia de 1 ano em todas as concessionárias do País. O benefício é aplicado aos modelos Renegade, Compass e Commander que não tenham outra garantia de fábrica ainda ativa e sem limite de quilometragem.
“Acompanhando o crescimento do mercado de usados, essa garantia oferece ao cliente a mesma segurança e tranquilidade [dos novos], além de agregar ainda mais valor aos modelos usados vendidos em nossa rede”, comenta Hugo Domingues, vce-presidente da Jeep para a América do Sul.
O ranking em questão sequer menciona o Jeep Compass ou qualquer outro modelo da fabricante. Por outro lado, a Fiate a VWse mostram presentes com diferentes modelos.
Além disso, dá para perceber que os sedãstambém não estão com a mesma popularidade de antes. Se formos falar do sedã mais vendido de março, precisaremos ir lá para a 13ª posição, onde está o Onix Plus, com 3.986 emplacamentos.
Bem, o segmento dos SUVs ainda é o preferido entre os brasileiros, mas o Jeep Compass, que já teve seu momento de fama, não está mais tão popular assim.
Sejamos honestos, ele ainda tem o seu lugar, afinal, está em 14º lugar dos mais vendidos de março, posicionado logo abaixo do Onix Plus.
Mas calma! Isso não quer dizer que o cenário deverá ser o mesmo para os outros meses. Quem sabe a Jeep não tome seu lugar de volta ao pódio?
De qualquer forma, é inegável que ele ainda é uma boa opção para quem está disposto a gastar valores a partir de R$ 184.990,00.
Curiosamente, durante o mês de março, ela ficou em segundo lugar dos carros mais vendidos, abaixo do Volkswagen Polo, mas isso ainda não é o suficiente para desbancar seu trono.
Quer um dado interessante para fechar com chave de ouro? Apenas nesse ano, os brasileiros já compraram mais de 500 mil carros novos.
De uma forma mais específica, ao todo, são 514.517 novos emplacamentos, de acordo com a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave).
Os carros da Jeep têm um lugar especial no coração dos brasileiros, mas há um novo concorrente que pode dar muita dor de cabeça para um dos queridinhos, o Compass: o Caoa Chery Tiggo 7 Sport.
Sabe o porquê? Bem, estamos falando de dois SUVs médios, que, apesar de similares em alguns aspectos, possuem um grande diferencial: o preço!
Mas e aí, qual será que vale mais a pena? Acompanhe o Garagem360 e descubra!
Foto: Nicole Santana / Garagem360
O que o Caoa Chery Tiggo 7 Sport tem para “passar” o Jeep Compass?
Vamos falar a verdade? Todo mundo sabe que os SUVsfazem parte do segmento preferido dos brasileiros na hora de comprar um carro novo, principalmente os médios.
É por isso que modelos como o Jeep Compass são tão populares por aqui, mas será que a chegada do Tiggo 7 Sport pode colocar fim aos dias de glória do seu concorrente?
Bem, apenas você, consumidor, pode responder isso. Por outro lado, por aqui, a gente pode te apresentar os principais pontos de cada um, e assim, quem sabe, te ajudar na escolha.
Para início de conversa, o Caoa Chery Tiggo 7 Sport chega para unificar o conforto dos utilitários esportivos e o preço atrativo. Ou seja, já é um bom começo, né?!
Entretanto, seria injusto dizer que o Jeep Compass deixa isso de lado… isto é, se formos falar do conforto, porque o preço, de fato, é mais salgado.
Quais são os principais atrativos do Caoa Chery Tiggo 7 Sport?
Motor 1.5 L VVT TUrbo Flex
150 cv de potência com etanol e 147 cv de potência com gasolina a 5.500 rpm
21,4 kgfm de torque entre 1.700 e 4.000 rpm
Câmbio automático CVT de 9 velocidades simuladas
Suspensão independente
Freios a disco com ABS e EBD nas 4 rodas
4.500 mm de comprimento
1.842 mm de largura
2.670 mm de entre-eixos
Porta malas de 525 litros
Vale destacar que o preço oficial de lançamento do Caoa Chery Tiggo 7 Sport é de R$ 134.990.
O tão sonhado carro voador nunca saiu do nosso imaginário. Afinal, este artigo, digno dos filmes e histórias, promete ser uma revolução na mobilidade urbana.
E, se depender da Stellantis, logo logo teremos modelos chegando em grande escala ao mercado.
O Midnight, carro voador da Archer, parece saído dos filmes de ficção científica (Imagem: Divulgação/Stellantis)
Empresa de “carro voador” tem mais ações compradas pela Stellantis
O anúncio do aumento da participação da Stellantis na Archer Aviation Inc. foi feito nesta segunda, dia 18 de março.
O grupo, que é dono da Fiat e da Jeep, adquiriu cerca de 8,3 milhões de ações da Archer no mercado, avançando sua posição como uma das principais investidoras em novas tecnologias aeroespaciais.
A Archer é pioneira no desenvolvimento de eVTOLs (aeronaves elétricas de pouso e decolagem verticais). Assim, a empresa trabalha para um futuro onde o transporte aéreo urbano seja uma realidade acessível, o mais próximo hoje do que seria um carro voador.
Esta parceria, que se aprofunda agora, visa impulsionar o lançamento dos primeiros modelos de eVTOLs a partir de 2025.
O CEO da Stellantis, Carlos Tavares, recentemente visitou a sede e instalações de produção da Archer em Santa Clara, Califórnia.
Sobre a parceria e os investimentos, ele comenta:
“A Archer se estabeleceu como líder de mercado na eletrificação da aviação e acreditamos que juntos podemos inaugurar a próxima revolução nos transportes. Esta recente mudança da Stellantis sinaliza a nossa confiança na equipe da Archer e o progresso que enxergamos em primeira mão através da nossa profunda parceria.”
Uma parceria recente, mas que já produz resultados
Embora a parceria entre a Stellantis e a Archer seja relativamente recente, os resultados já são evidentes. Desde 2020 as duas trabalham juntas, com investimentos iniciados em 2021.
No entanto, foi em janeiro de 2023 que a colaboração entre as duas empresas se intensificou, com a entrada da Stellantis no projeto de produção em massa da aeronave Midnight.
A Midnight, projetada para ser segura e sustentável, é uma das primeiras realizações da Archer. Capaz de transportar até quatro passageiros e um piloto em viagens curtas, com carregamento rápido de 10 minutos, essa aeronave é a visão da empresa para o transporte aéreo urbano.
CEO da Archer, Adam Goldstein (esquerda), e da Stellantis, Carlos Tavares (direita), se encontraram na sede da empresa (Imagem: Divulgação/Stellantis)
Além disso, a união toma forma também na construção de uma fábrica de larga escala da Archer na Geórgia, Estados Unidos, prevista para ser concluída ainda este ano.
O fundador e CEO da Archer, Adam Goldstein, expressou sua empolgação com o potencial transformador dessa parceria, afirmando que estão “prestes a mudar a forma como o mundo se move no céu“.
Qual a velocidade de um carro voador?
Assim como os carros tradicionais, os “carros voadores” podem atingir diferentes velocidades. Em média, ela fica em torno de 130 km/h, mas modelos mais rápidos podem alcançar até os 200 km/h.
Se os planos da Stellantis e Archer derem certo, o carro voador chegará antes mesmo do que imaginamos. Assim, o grupo demonstra que está disposto a investir em novas tecnologias e todo tipo de ação que visa a transformação das nossas cidades.
O menor SUV da Jeep no mercado internacional, agora conta com motor híbrido. Você sabe qual é?
Foto: Divulgação
Menor SUV da Jeep hibridizado
A eletrificação automotiva é uma realidade em todo o globo, e mais do que isso, os diferentes perfis de modelos desse segmento vêm ganhando destaque.
É o caso, por exemplo, do menor SUV da Jeep, que agora conta com motor híbrido.
Trata-se do Jeep Avenger, SUV abaixo do Renegade no mercado internacional, que passou de um modelo vendido apenas sob configuração elétrica para ganhar nova versão híbrida.
A divulgação da nova variante híbrida do Avenger aconteceu nesta segunda-feira (27) pela Jeep e servirá para os novos modelos da marca na Europa a partir de 2025.
A pré-venda do novo Jeep Avenger 4xe, que será o mais completo da linha, estará disponível no fim de 2024.
Dentre os principais destaques da nova tecnologia de propulsão 4xe da marca estão o sistema de tração integral ajustado à tecnologia híbrida de 48V.
O novo Jeep Avenger 4xe é a aposta da Jeep para o mercado de ‘’B-SUVs’’ de utilitários esportivos compactos.
O Avenger 4xe conta com a tecnologia e-Hybrid da marca, que visa reduzir a emissão de poluentes na atmosfera e otimizar o desempenho nas estradas.
Motorização
O Jeep Avenger 4xe combina um motor térmico de 136 cv (100 kW) com dois motores elétricos de 21 kW cada.
Os propulsores estão ligados à eixos que entregam 19,3 kgfm de torque, além de transmissão automática de dupla embreagem com 6 velocidades.
O novo sistema 48V e-Hybrid do Avenger garante uma experiência de condução totalmente híbrida, já que o motor elétrico atua apenas nas conduções em baixas velocidades e manobras como estacionamento.
Foto: Divulgação
Qual o tamanho do Jeep Avenger?
O menos SUV da Jeep atualmente em comercialização é o Avenger, com medidas como:
4,08 m de comprimento
1,77 m de largura
1,52 m de altura
2,56 m de entre eixos
Foto: Divulgação
Jeep Avenger
O Jeep Avenger já teve sua vinda para o Brasil bastante ventilada, porém isso não deve acontecer tão brevemente.
De toda forma, o SUV compacto, primeiro modelo da Jeep construído sob a plataforma CMP, é vendido atualmente na Europa sob configuração elétrica, em faixa de mercado abaixo do Renegade.
O Avenger elétrico até chegou cercado de expectativas no mercado europeu, mas não vem obtendo o sucesso esperado, pelo menos até o momento.
Não tem como negar, se o segmento de SUVs é o que é hoje muito se dá por conta do sucesso do Jeep Renegade, principalmente anos atrás, mais precisamente, em 2021, quando o utilitário esportivo ganhou o título de carro mais vendido em sua categoria.
Mas será que hoje ele ainda vale o investimento?
Jeep Renegade Série S (Foto: Nicole Santana/Garagem360)
Jeep Reengade Série S é aposta certa em quem procura SUV compacto completo e “pau para toda obra”
Para ajudar a responder essa pergunta o Garagem360 rodou por alguns dias com a versão mais sofisticada do SUV a Série S, que divide o posto com a Trailhawk.
Quanto custa um Jeep Reengade em 2024?
O Jeep Renegade tem preço inicial de R$ 118.890. No entanto, a versão mais completa custa R$ 187.990.
Por ser um valor de alto investimento, a pergunta se vale o investimento acaba tendo um peso ainda maior.
Design carrega o DNA da marca (Foto: Nicole Santana/Garagem360)
O histórico de vendas do SUV
Para começar a falar do modelo nos dias atuais é preciso ir um pouco no passado, quando o modelo era o queridinho do momento.
De acordo com os dados da Fenabrave, em 2021, o Renegade foi o SUV mais vendido do mercado e o terceiro carro de passeio mais emplacado.
O bom resultado foi fruto das 73.913 vendas feitas naquele período.
Porém, os números também eram expressivos, 51.398 emplacamentos realizados naquele ano.
De forma mais recente, em 2023, além dos rivais já citados que ultrapassaram as vendas em 2022, no último ano, nomes como Nissan Kicks, Volkswagen Nivus e Honda HR-V também obtiveram resultados melhores.
Com um histórico de queda em vendas muitos passaram a se perguntar se o sucesso do Jeep Renegade foi apenas um “delírio coletivo”.
E de forma bem direta a resposta é um curto não.
Hoje o carro ainda é um modelo de importância no mercado brasileiro e de grande valor no portfólio da Jeep.
Por ser um SUV compacto é a porta de entrada para muitos que desejam um carro de maior conforto.
E entregando uma análise ainda mais opinativa, só fala mal quem não tem ou quem não o conheceu verdadeiramente.
Agora sem mais demora, vamos aos pontos:
Desing expressivo
Aos fãs da marca, o Jeep Renegade carrega o DNA da montadora norte-americana.
Seu perfil e visual quadrado são reconhecidos até por aqueles que não conhecem muito de carro.
Sobre a versão Série S, a configuração carrega um toque de sofisticação que pode agradar aqueles que gostam de mesclar o perfil aventureiro off-road com uma pegada mais urbana.
Nesse caso, destaque para as rodas de 19″ com acabamento diferenciado das demais versões.
Outro ponto de destaque são os detalhes perceptíveis aos mais atentos, como os easter eggs presentes no modelo, tanto por dentro, quanto por fora.
Interior segue o visual do exterior (Foto: Nicole Santana/Garagem360)
Um bom exemplo é o Jipinho no canto do para-brisa, nas etiquetas dos bancos e a data 1.941 impressa no apoio de braço do motorista, que representa o ano de início da marca.
Ainda sobre o interior, a versão mais cara os bancos recebem um acabamento em couro, com custura aparente para realçar a esportividade.
Tecnologia embarcada
Como já mencionado o carro tem a dose certa de perfil off-road com uma sofisticação urbana.
Essa mistura também é representada nos itens que compõem o modelo.
Destaque para:
Central multimídia de 8,4″ com pareamento via Android Auto e Apple CarPlay
Carregamento do ceular por indução
Comandos do sistema de áudio e bluetooth no volante
Computador de Bordo (distância, consumo médio, consumo instantâneo, autonomia, velocidade média e tempo de percurso)
Entrada USB para os ocupantes do banco traseiro
Faróis Full LED com assinatura em LED
Freio de estacionamento eletrônico
Iluminação do porta-malas
Controle de Estabilidade (ESC)
Controle de Tração
Controle eletrônico anti capotamento
Detector de fadiga do motorista
Direção elétrica
Encosto de cabeça traseiro central
Quadro de instrumentos de alta resolução TFT de 7″ personalizável
Sistema Start&Stop (desligamento/acionamento automático do motor)
Tomada 12V
Travas elétricas nas portas e porta malas (travamento automático a 20km/h, trava de tampa do combustível, indicador de portas abertas)
USB Tipo C
Volante com acabamento em couro
Sistema de áudio com 6 alto falantes , USB e Bluetooth
Outro fator que deve ser levado em consideração são os bons assisntes de condução e itens de segurança que deixam a vida do motorista muito mais fácil. Como por exemplo:
Freios a disco nas 4 rodas
Frenagem autônoma de emergência (car to car)
HSA (Hill Start Assist)
Isofix
Limitador de velocidade
Piloto automático
Reconhecimento de placas de trânsito
Repetidor lateral nos retrovisores
Sensor de estacionamento traseiro
Sistema de monitoramento de pressão dos pneus
Motorização eficiente
A versão é dotada do motor 1.3 turbo, a já conhecida T270, que renda 180/185 cv de potência e 27,5 kgf,m de torque, independente do combustível.
Ela atua em conjunto com a transmissão automática de 9 marchas.
Além disso, a configuração também conta com tração 4×4 com bloqueio eletrônico de diferencial, seletor de terreno com quatro configurações, modo 4×4 Low, controle eletrônico de descida Hill Descent Control e sete airbags (incluindo um para o joelho do motorista).
Esse conjunto faz dele uma boa opção para quem deseja usar o carro no dia a dia no ciclo urbano mas não abre mão de um off-road nos finais de semana.
Já em termos de desempenho o Jeep Reengade Série S tem velocidade máxima de 200 km/h (gasolina)/ 202 km/h (etanol). Já a aceleração de 0 a 100 km/h é feita em 9,8 s (gasolina)/ 9,5 s (etanol).
Sobre o consumo, de acordo com os dados no Inmetro o carro faz no ciclo urbano: 9,1 km/l (gasolina)/ 6,3 km/l (etanol). Já na estrada sobe para 10,8 km/l (gasolina)/ 7,6 km/l (etanol).
Durante nosse período de teste usamos o modelo em diversos terrenos, cidade com congestiomanento, estrada com velocidades mais altas e até mesmo trechos de terra. A média de consumo foi de 8,5 km/l abastecido com gasolina.
Como é dirigir o Jeep Reengade?
Por mais que seja um SUV compacto o carro é capaz de entrega uma boa dose de conforto, principalmente para o motorista.
Independente da ser cidade ou estrada, ele também gera alta sensação de confiança. Ou seja, ele responde muito bem tanto em arrancadas, quanto em frenagens mais bruscas.
A transmissão automática de 9 marchas não é falha, nem mesmo na estrada.
A posição boa de dirigir torna tudo mais confortável, sendo possível encarar viagens mais longas sem muita fadiga.
Qual o tamanho do Jeep Reengade?
Comprimento: 4.268 mm
Largura da carroceria: 1.805 mm
Altura do veículo: 1.706 mm
Distância entre eixos: 2.570 mm
Bitola dianteira: 1.550 mm
Bitola traseira: 1.552 mm
Altura mínima do solo: 187 mm
Ângulo de entrada: 29,0°
Ângulo de saída: 32,0°
Ângulo de rampa: 21,0°
Volume do porta-malas: 385 litros
Tanque de combustível: 55 litros
Dimensões são de SUV compacto (Foto: Nicole Santana/Garagem360)
Conclusão
Caso ainda lhe reste dúvidas, o carro é sim uma boa opção de compra mesmo após ter caído nos últimos rankings de vendas.
A versão mais completa é uma boa opção para quem deseja um SUV com tração nas quatro rodas e capacidade de uso misto.
Sobre o preço, ele (assim como basicamente todos os veículos 0 km vendidos no Brasil atualmentne), segue a tendência de supervalorização.
Logo, por não ser um ponto exclusivo do SUV compacto, não pode ser considerado defeito.
Carro continua sendo sinônimo de boa compra (Foto: Nicole Santana/Garagem360)
O Jeep Compass 2025 está prestes a seguir os passos de seu irmão menor, o Jeep Renegade, com uma mudança radical em sua sua oferta de motores. A marca americana deverá cortar a opção pelo motor 2.0 turbodiesel MultiAir de 170 cavalos, refletindo uma tendência de redução no mercado de veículos a diesel.
Com essas alterações, o Jeep Compass 2025 será vendido com o já conhecido motor 1.3 T270 com 185 cavalos a etanol e câmbio automático de seis marchas nas opções de entrada e intermediária. No lugar do turbodiesel, virá o 2.0 Hurricane, já utilizado na Ram Rampage e no Jeep Wrangler. Além disso, o carro deverá oferecer o 1.3 BioHybrid feito no Brasil
Segundo informações obtidas pela Quatro Rodas, a Jeep vai fazer essa mudança ainda no primeiro semestre de 2024. Essa troca não apenas atende às demandas do mercado como também se revela vantajosa em termos de potência e torque. Enquanto o motor 2.0 turbodiesel entrega 170 cavalos e 350 Nm de torque, o motor 2.0 turbo a gasolina apresenta bons 272 cv e 400 Nm de torque.
O fim do motor diesel na gama Compass deverá deixar várias “viúvas”, uma vez que poucos produtos têm autorização para utilizar esse tipo de combustível. Mas a decisão da Jeep reflete uma tendência do mercado automotivo, que tem testemunhado uma redução na demanda por veículos movidos a diesel neste segmento. Essa mudança de cenário é evidenciada pela dificuldade na comercialização de modelos seminovos a diesel nas concessionárias.
A estratégia é bem racional. Há até pouco tempo, o diesel era considerado uma opção mais econômica ante a gasolina. Porém, o valor do diesel agora supera o da gasolina, tornando essa a escolha mais atrativa. Cada vez mais, os motores diesel ficarão restritos a modelos comerciais e que necessitam de longa autonomia.
Um exemplo é o intermediário Jeep Compass Longitude, comercializado por R$ 199.790, equipado com o motor 1.3 T270 turboflex. Em contrapartida, a opção Longitude TD350, movida a diesel, tem o preço de R$ 248.790. Uma análise simples dos números revela que a diferença de preço não se justifica, tornando a opção a gasolina mais vantajosa para os consumidores.
Além da transição para o motor 2.0 Hurricane, o Jeep Compass 2025 também está entre os candidatos para receber o primeiro motor híbrido flex da Stellantis. Essa possível inclusão, alinhada a preços mais condizentes com o mercado, tornaria o SUV médio ainda mais atrativo, consolidando a ideia de que os motores a diesel estão rapidamente se tornando parte do passado na evolução dos veículos automotores.
A linha 2025 do Jeep Compass terá como grande novidade a substituição nos motores. No mais, o modelo deverá manter o pacote de equipamentos já disponível. De entrada, são seis airbags, freio de estacionamento eletrônico e freio a disco nas quatro rodas, dentre outras.