Categoria: VOLVO

  • 5 dicas VALIOSAS para ficar de olho ao decidir comprar um carro de luxo usado Porsche, Mercedes, BMW, Volvo e Land Rover

    5 dicas VALIOSAS para ficar de olho ao decidir comprar um carro de luxo usado Porsche, Mercedes, BMW, Volvo e Land Rover

    O preço dos carros 0 km está cada vez mais alto, e se formos falar de modelos mais luxuosos, o valor é ainda maior. É por isso que muita gente opta por um carro de luxo usado, mas será que vale a pena?

    Bem, apesar da ideia de que carros de segunda mão são problema na certa, na verdade, eles podem sim vir como uma ótima opção. Entretanto, é preciso levar algumas coisas em conta, principalmente de marcas tão grandes como a Porsche, Mercedes, BMW, Volvo e Land Rover.

    Acompanhe o Garagem360 e saiba mais sobre o assunto!

    Cuidados na hora de comprar um carro de luxo usado

    O sonho de muita gente é levar um carro de luxo para casa, mas junto a esse anseio, vem também a preocupação e as limitações do alto valor para comprar um dos modelos disponíveis no mercado.

    É por isso que, muitas das vezes, os automóveis usados podem ser uma boa opção, desde que, antes de comprar, a gente analise muito bem os principais pontos para evitar dor de cabeça.

    Quando o assunto é marcas de luxo, por exemplo, até as mais populares como a Posche, Mercedes, BMW, Volvo e Land Rover contam com alguns problemas em seus automóveis, e é exatamente por isso que saber quais são os mais comuns é indispensável.

    Fique de olho: Esses são os 7 carros de luxo mais VENDIDOS no Brasil: ricaços AMAM

    Quais os problemas mais comuns de carros de luxo usados?

    1- Land Rover

    A Land Rover, por si só, já carrega uma fama de vender modelos com um alto custo de manutenção, mas o maior problema está na suspensão de ar. Nesse caso, os problemas mais comuns incluem a necessidade de troca da correia dentada (dos modelos Discovery 3 e 4) e a troca das bolsas de ar dos modelos equipados com suspensão pneumática.

    2 – Volvo

    No caso da Volvo, o maior problema está voltado para o modelo XC60, nos exemplares vendidos até 2014 (na versão 2.0). Eles são equipados com transmissão automatizada de dupla embreagem (Porwershift), e o alto custo de substituição pode tirar o sono de quem tiver um desses.

    3 – BMW

    Se formos falar da BMW, os modelos 320i, 120i e X1, vendidos entre 2010 e 2012, contavam com a opção de motor 2.0 aspirado, o famoso N46. Entretanto, esse motor conta com um defeito na vedação da tampa, assim como retentores de válvulas, o que pode resultar em vazamento de óleo, e aí, são diversos outros problemas…

    4 – Mercedes-Benz

    Os interessados em um dos carros da Mercedes devem ficar de olho no motor M271. O motivo? Bem, ele pode apresentar um desgaste bastante prematuro nas engrenagens do comando de válvulas, e aí, o prejuízo é certeiro.

    5 – Porsche

    Por fim, no caso da Porsche, o grande problema é o valor das peças, que são notoriamente mais caras. Nesse caso, um simples reparo e/ou substituição pode gerar um rombo financeiro para os donos.

    Vai comprar um carro usado? Então é melhor ficar de olho nisso:



    Fonte: Garagem 360

  • Volvo FH 540 se distancia com a liderança ao fim do primeiro trimestre

    Volvo FH 540 se distancia com a liderança ao fim do primeiro trimestre

    Ainda é cedo para cravar. Ainda faltam mais nove meses pela frente até o fim do ano. Mas pelos números de emplacamentos consolidados pela Fenabrave ao fim do primeiro trimestre, o Volvo FH 540 deverá encerrar 2024 mais uma vez como o campeão de vendas.

    Isso porque nos três primeiros meses do ano, em um mercado total de 25,8 mil caminhões vendidos, o cavalo-mecânico da fabricante de Curitiba (PR) acumulou mais de 1,8 mil unidades licenciadas, 7,2% do mercado total ou 13,6% da categoria de pesados.

    O desempenho do modelo curitibano colocou no período uma diferença de 543 unidades a mais em relação ao Scania R460, o vice-líder no ranking do trimestre. O modelo da rival sueca somou 1,3 mil emplacamentos de janeiro a março, 9,6% das vendas de pesados ou 5,1% de todo mercado.

    O terceiro lugar dentre os dez mais vendidos no acumulado segue com o Volkswagen Delivery 11.180, líder no segmento médios com 44,8% das vendas ao acumular no trimestre 1,2 mil unidades emplacadas. No total dos licenciamentos de caminhões terminou o período com 4,8%.

    A DAF definitivamente consolidou a marca no mercado brasileiro. O modelo XF 530 chegou ao fim dos três primeiros meses como o quarto caminhão mais vendido, com 1,1 mil unidades entregues. Em sua categoria é o terceiro do ranking, com 8% das vendas de 13,7 mil pesados negociados.

    Cabe dizer que na lista dos dez mais vendidos até março, os pesados ocuparam sete posições, as exceções são Delivery 11.180, já mencionado, o semipesados Volvo VM 290, líder em sua categoria, com 11,2% de 6,8 mil caminhões vendidos, e o Mercedes-Benz Accelo 1017, o vice-líder dentre os médios, e o nono mais vendido.

    Os dez caminhões mais vendidos – 1º trimestre 2024

    Modelo Unidades Participação nas vendas na categoria (%)* Participação nas vendas do mercado total (%)**
    Volvo FH 540 1.872 13,6 (Pesados) 7,2
    Scania R460 1.329 9,6 (Pesados) 5,1
    Volkswagen Delivery 11.180 1.235 44,8 (Médios) 4,8
    DAF XF 530 1.107 8 (Pesados) 4,3
    Scania R540 947 6,8 (Pesados) 3,6
    Volvo FH 460 862 6,2 (Pesados) 3,3
    DAF XF 480 804 5,8 (Pesados) 3,1
    Volvo VM 290 768 11,2 (Semipesados) 2,9
    Mercedes-Benz Accelo 1017 733 26,6 (Médios) 2,8
    10º Mercedes-Benz Actros 2548 689 5 (Pesados) 2,6

    Fonte: Fenabrave.
    *Mercado Jan-Mar.: Pesados: 13.763; Semipesados: 6.857; Médios: 2.753; Leves: 1.264; Semileves: 922. **Mercado total: 25.867


    Foto: Volvo/Divulgação



    Fonte: Auto Industria

  • Volvo Cars encerra produção de veículos a diesel

    Volvo Cars encerra produção de veículos a diesel

    Há bom tempo a Volvo Cars se impôs o desafio de produzir e vender somente carros movidos exclusivamente a eletricidade até 2030 e se tornar uma empresa neutra em emissões de CO2 no máximo dez anos depois. No ano passado, como prova desse encaminhamento rumo à eletrificação total, a montadora de origem sueca anunciou que encerraria a produção de todos os seus veículos movidos a diesel até ao início de 2024.

    Pois a promessa acaba de ser cumprida. O último automóvel a diesel da história da marca saiu da linha de montagem de Gotemburgo Suécia, na noite desta terça-feira, 26, depois de 45 anos. O histórico veículo é um Volvo XC90 pintado de azul e equipado com motor 2.0 turbo de quatro cilindros.

    Contudo, o fim dos motores diesel não encerra a produção de veículos Volvo a combustão, o que deverá acontecer mais para frente, antes, claro, de 2030, quando também a empresa abandonará propulsores a gasolina.

    De qualquer maneira, trata-se de um momento histórico e representativo do rápido processo de eletrificação da produção da Volvo,  que desde 2010 pertence à chinesa Geely, e também do mercado europeu, apesar de todas as dificuldades de infraestrutura de carregamento e preços elevados dos veículos elétricos.

    LEIA MAIS

    → Volvo repassará Polestar para a Geely

    Há apenas cinco anos, a maioria dos automóveis da Volvo vendidos na Europa contava com motores diesel e modelos topo de linha, como o XC90, eram quase que exclusivamente movidos pela queima desse combustível. Em 2023, porém, os carros a diesel responderam por menos de 14% das vendas na região, enquanto os elétricos chegaram a quase 15%, segundo a Acea, a associação das montadoras locais.

    “Os motores elétricos são o nosso futuro e são superiores aos motores de combustão: geram menos ruído, menos vibração, menos custos de manutenção para os nossos clientes e zero emissões de escape”, afirmou Jim Rowan, CEO da Volvo Cars, que foi enfático ao dizer que a empresa não gastará mais nenhum centavo do orçamento de pesquisa e desenvolvimento com motores de combustão interna.


    Foto:  Divulgação



    Fonte: Auto Industria

  • Volvo amplia a frota de caminhões elétricos da DFDS

    Volvo amplia a frota de caminhões elétricos da DFDS

    A DFDS, empresa dinamarquesa de transporte e logística, faz mais uma encomenda de 100 caminhões elétricos da Volvo. O pedido segue um outro, feito recentemente, de 125 unidades, boa parte deles já em operação na Suécia, Dinamarca, Lituânia, Bélgica e Países Baixos. Com a nova aquisição, a empresa formará a maior frota de pesados da Europa, com 225 unidades.

    LEIA MAIS

    →Reiter Log inicia operações com caminhões elétricos pesados da Volvo

    →Volvo tem pedido para 1 mil caminhões elétricos

    “Esta encomenda de mais 100 unidades é uma prova de confiança em nossa marca. A decisão de nosso cliente em ampliar sua frota de elétricos mostra que o transporte com emissão zero já é uma solução viável aqui, e agora”, resumiu Roger Alm, presidente da Volvo Trucks.

    Os novos caminhões são das linhas FH Electric e FM Eletric. Os modelos atuarão em todo o continente europeu e, alguns deles, na própria operação logística da fábrica da Volvo, em Gotemburgo, Suécia.

    A meta DFDS é ter 25% de seus veículos de elétricos até 2030. “Queremos impulsionar a transição para um transporte rodoviário mais sustentável. Nossa frota crescente de elétricos contribuirá não só para reduzir o impacto climático de nossas operações, mas também nos permitirá apoiar outras empresas que buscam descarbonizar suas cadeias de suprimentos”, disse Niklas Anderson, vice-presidente executivo da divisão de logística da DFDS.


    Foto: Volvo/Divulgação



    Fonte: Auto Industria

  • BYD e GWM puxam o bonde dos carros elétricos e deixam Toyota e Volvo para trás

    BYD e GWM puxam o bonde dos carros elétricos e deixam Toyota e Volvo para trás

    A BYD e a GWM foram as montadoras que mais emplacaram veículos eletrificados em fevereiro de 2024, segundo dados coletados pela Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE).

    A seguir, o Garagem360 revela o ranking completo do segmento. Confira! 

    Foto: reprodução / GWM

    Qual é a melhor marca de carro elétrico?

    A BYD e a GWM lideram o ranking das marcas que mais emplacaram veículos eletrificados em fevereiro de 2024. Um pouco atrás, aparecem Toyota e Volvo.

    Confira, a seguir, o top 5 das marcas: 

    Posição  Marca  Quantidade de veículos emplacados 
    BYD 4.428
    GWM 1.715
    Toyota 1.548
    CAOA Chery 590
    Volvo 338

    Leia também:

    Quais foram os modelos mais emplacados em fevereiro de 2024? 

    A BYD fez dobradinha no pódio graças ao Song Plus GS DM e ao Dolphin GS 180 EV, que garantiram o primeiro e segundo lugar, respectivamente. Já a GWM, foi impulsionada pelo Haval H6 PREM PHEV

    Modelo Veículos vendidos 
    Song Plus GS DM / BYD (PHEV) 1.900
    Dolphin GS 180 EV / BYD (BEV) 1.316
    Corolla Cross XRX Hybrid / TOYOTA (HEV flex) 822
    Dolphin Plus 310 EV / BYD (BEV) 491
    Haval H6 PREM PHEV / GWM (PHEV) 461

    Fonte: Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE)

    Números mostram amadurecimento do mercado

    Segundo Ricardo Bastos, presidente da Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE), este cenário mostra um amurecimento rápido do mercado nacional em relação a eletromobilidade: 

     “O consumidor brasileiro demonstra uma confiança crescente nas novas tecnologias e se aproxima cada vez mais do perfil dos mercados europeus, liderados pelos veículos plug-in e, dentres estes, pelos BEV 100% elétricos”, destaca. 

    Foto: divulgação / GWM

    E os dados comprovam a avaliação de Bastos. Para se ter uma ideia, em fevereiro, foram emplacados 10.451 veículos. Isso significa que a presença de mercado dos eletrificados sobre os emplacamentos domésticos totais de automóveis e comerciais (155.283, de acordo com a Fenabrave) alcançou 7% no mês passado. 

    A propósito, esse cenário mantém o histórico do segmento, que ficou acima dos 5% desde dezembro de 2023, como mostram os números abaixo. 

    • Novembro/2023: 5% (10.601 veículos)
    • Dezembro/2023: 7% (16.279)
    • Janeiro/2024: 8% (12.026)
    • Fevereiro/2024: 7% (10.451)

    Portanto, pode-se concluir que o segmento dos carros elétricos promete continuar em alta no País, especialmente com o lançamento do BYD Dolphin Mini, um dos veículos mais baratos da categoria. 

    Por isso, continue acompanhando o Garagem360 para não perder nenhuma novidade da indústria automotiva. 

    Confira também: Novo Discovery Sport 2024 chega reformulado e com preço de R$ 434.490,00



    Fonte: Garagem 360

  • Volvo FH 540 inicia o ano sem ameaças

    Volvo FH 540 inicia o ano sem ameaças

    O Volvo FH 540 segue em posição cômoda no topo das vendas de caminhões, lugar que ocupa por cinco anos consecutivos e, ao menos pelos números, encaminha o sexto, embora ainda cedo para bancar.

    Conforme os dados do Renavan, consolidados pela Fenabrave, nos dois primeiros meses do ano o modelo somou mais de 1,2 mil emplacamentos. O volume representou participação de quase 7,5% dos 16,2 mil caminhões licenciados no período, e 14% na categoria de pesados, onde atua.

    Para se ter ideia do desempenho apresentado pelo cavalo-mecânico da Volvo, o médio Volkswagen Delivery 11.180, o segundo modelo mais vendido no primeiro bimestre e líder na categoria, acumulou 816 unidades emplacadas.

    Ao fim do primeiro bimestre, o ranking também aponta acirramento na competição de vendas com o DAF XF530 perdendo a terceiro lugar para o Scania R450. Os modelos encerraram o período com licenciamentos de 799 e 784 unidades, volumes que representaram fatias na categoria de pesados de 9,3% e 9,1%, respectivamente.

    Como habitual no mercado brasileiro, na lista dos caminhões mais vendidos, os pesados dominaram com a presença de sete modelos. As exceções, além do já citado Delivery 11.180, são o Volvo VM290, que encerra o primeiro bimestre na liderança de semipesados com o sétimo lugar, e o Mercedes-Benz Accelo 1017, o nono do ranking, na vice-liderança dos médios.

    Os dez caminhões mais vendidos – 1º bimestre 2024

    Modelo Unidades Participação nas vendas na categoria (%)* Participação nas vendas do mercado total (%)**
    Volvo FH 540 1.211 14.09 (Pesados) 7,47
    VW Delivery 11.180 816 46,39 (Médios) 5,03
    Scania R450 799 9,30 (Pesados) 4,93
    DAF XF 530 784 9,12 (Pesados) 4,84
    Volvo FH 460 573 6,67 (Pesados) 3,53
    DAF XF 480 540 6,28 (Pesados) 3,33
    Volvo VM 290 498 11,58 (Semipesados) 3,07
    Scania R510 463 5,39 (Pesados) 2,41
    Mercedes-Benz Accelo 1017 454 25,81 (Médios) 2,80
    10º Mercedes-Benz Actros 2548 443 5,15 (Pesados) 2,73

    Fonte: Fenabrave.
    *Mercado Jan/Fev: Pesados: 8.596; Semipesados: 4.302; Médios: 1.759; Leves: 701; Semileves: 619. **Mercado total: 16.193


    Foto: Volvo/Divulgação



    Fonte: Auto Industria

  • Tecnologia da Volvo “prevê o futuro” e evita acidentes antes de acontecer

    Tecnologia da Volvo “prevê o futuro” e evita acidentes antes de acontecer

    Se as máquinas tivessem o poder de saber o que está por vir, muitos acidentes poderiam ser evitados. É o que acontece com essa tecnologia da Volvo que ‘’prevê o futuro’’. Veja!

    Foto: Divulgação 

    Tecnologia da Volvo ‘’prevê o futuro’’

    Imagina você saber o que te espera após uma curva sinuosa, antes mesmo de passar por ela, é este tipo de situação que poderá ser possível com a nova tecnologia da Volvo que ‘’prevê o futuro’’.

    O ‘’Alerta de Acidente Antecipado’’, nova funcionalidade introduzida nos sistemas de segurança conectada da marca sueca, alerta os condutores em tempo real sobre situações como acidentes futuros.

    A ação ocorre por conta do mapeamento em tempo real através de um centro de gestão de tráfego.

    A novidade já está disponível nos modelos da linha 40, 60 e 90 da Volvo na Dinamarca e depois se expandirá para a Europa em breve.

    Contribuição do sistema

    O novo sistema de segurança da Volvo visa principalmente ajudar os motoristas a evitar colisões e congestionamentos causados ​​por um acidente à frente, com a identificação prévia de situações dessa natureza.

    O recurso foi projetado para alertar instantaneamente o motorista sobre um acidente de trânsito até algumas centenas de metros à frente.

    Tal identificação é possível através dos dados de localização fornecidos pelas autoridades rodoviárias nacionais e por automóveis compatíveis, como modelos da Volvo.

    Foto: Divulgação

    Tecnologia segue conceito de 2016

    O novo alerta sobre acidente futuro da Volvo segue a precursora tecnologia da Volvo de 2016 que utiliza a nuvem com dados em tempo real, permitindo que os modelos da marca se comuniquem entre si.

    Dessa forma, a tecnologia de segurança da marca atua como alerta em qualquer hora do dia. 

    A ideia para as próximas atualizações do Alerta de Acidente de Trânsito é integrar mais dados de tráfego para ampliar o ecossistema de atuação da ferramenta e consequentemente auxiliar mais pessoas.

    Para isso, a Volvo espera contar com compartilhamento de dados de autoridades de trânsito, sueca, dinamarquesa ou de outros países.

    Proprietários da Volvo já conseguem contribuir com sistema

    A maior fonte de informações compartilhadas em tempo real para o sistema de segurança da Volvo são os próprios modelos da marca.

    Quem possui um veículo da marca pode contribuir de maneira simples para a plataforma, compartilhando dados através da opção ‘’segurança conectada’’ nos veículos da montadora.

    Além disso, a Volvo configurou sua rede de segurança para permitir compartilhamento apenas de informações essenciais, sem invasão de privacidade.

    Gervásio HenriqueJornalista com maior experiência profissional no setor automotivo. Atualmente redator do Grupo Gridmidia com foco no portal Garagem360.



    Fonte: Garagem 360

  • Volvo Financial Services tem o melhor ano de sua história no País em 2023

    Volvo Financial Services tem o melhor ano de sua história no País em 2023

    A Volvo Financial Services (VFS) registrou no ano passado o melhor ano de sua história, desde que iniciou atividades no País, há 30 anos. No período, divisão financeira do Grupo Volvo anotou R$ 22 bilhões em ativos, um crescimento de 20% sobre o exercício de 2022. O volume de financiamentos de veículos, máquinas e serviços chegou a R$ 6,8 bilhões. O banco teve papel preponderante nas vendas, com participação de 43% de todas as entregas da Volvo.

    Embora com resultado recorde, Carlos Ribeiro, presidente da VFS América do Sul, diz ter sido um ano desafiador, com a demanda por veículos desaquecida. “Como banco de montadora temos o compromisso de apoiar o cliente da marca. Com a contração de crédito nos bancos comerciais, passamos a ocupar espaço”, apontando ainda a saúde da carteira com inadimplência de apenas 1,5%.

    LEIA MAIS

    →Volvo Financial Services faz 30 anos no País com recorde de crescimento

    →Grupo Volvo estreia no negócio de locação de veículos

    Além do recorde, Ribeiro comemora a evolução da Locadora Volvo. O recente negócio do portfólio da VFS, com um ano de atividade, somou 850 ativos contratados, dentre caminhões e implementos rodoviários. “Ainda estamos aprendendo. Mas por meio do conceito ‘Caminhão como Serviço’ conseguimos estruturar a operação do cliente conforme necessidades também, o que inclui oferta de conectividade, planos de manutenção e treinamento do motorista.”

    Outro recorde registrado no desempenho da VFS em 2023 foi o consórcio. As vendas de novas cotas somaram R$ 2,1 bilhões, alta de 24% em relação ao valor de 2022, de R$ 1,7 bilhão. “É um produto já consolidado da Volvo e ferramenta importante para o planejamento de renovação de frotas. E deverá anotar novo recorde em 2024”, finaliza o presidente da VFS.


    Foto: Volvo/Divulgação



    Fonte: Auto Industria

  • Volvo avança 60% no segmento de ônibus rodoviários

    Volvo avança 60% no segmento de ônibus rodoviários

    A Volvo Buses consolida atuação no segmento de chassi rodoviário com um crescimento no ano passado de 60% nas entregas, o que permitiu encerrar o período com participação de 24,2%. O total das vendas da fabricante no País, dentre urbanos e rodoviário, alcançou 700 unidades, um avanço de 6,4% sobre o mesmo período do ano passado.

    Para André Marques, presidente da Volvo Buses da América Latina, foi ano excepcional para a companhia no mercado brasileiro, afinal, as entregas região somaram 1,2 mil chassis, com o Brasil respondendo por 55%. “Os novos produtos Euro 6 tiveram rápida aceitação dos frotistas. Estão mais seguros, econômicos e eficientes, o que impacta de maneira positiva nas operações.”

    LEIA MAIS

    →Volvo renova a frota de ônibus de Ribeirão Preto

    →Volvo inicia demonstrações com ônibus elétrico BZL

    →Volvo negocia as primeiras unidades de ônibus rodoviários Euro 6

    Com os novos produtos, associados à necessidade de renovação de frota e ao crescimento do turismo rodoviário, impulsionado pela alta nas tarifas aéreas, Marques já trabalha com uma expectativa de alta de 20% no mercado de ônibus acima de 16 toneladas. “Além da demanda por viagens mais acessíveis, é um ano eleições municipais que, por tradição, aquece as vendas de urbanos.”

    Com a mudança para as normas do Proconve P8, equivalente a Euro 6, a Volvo Buses reforçou portfólio de chassis rodoviários com mais potência e economia, a partir do trem do força dos caminhões da linha F. Com motor de 13 litros nas opções de 380, 420, 460 e 510 cv e atrelado à caixa I-Shit, o veículo proporciona até 9% a menos de consumo em relação à geração anterior. A fabricante também incorporou à oferta o chassi B320R, espécie de curinga para atender os segmentos rodoviário, urbano e de fretamento.

    Em paralelo, a Volvo segue trilha da eletrificação com o BZL. O ônibus já passou por demonstrações em Curitiba (PR) e desembarcou em São Paulo para nova bateria de experimentações. Além das fronteiras brasileira, de acordo com Marques, o modelo tem boa oportunidade de começar em Santiago, no Chile. “Em breve, a cidade fará licitação para 1,1 mil ônibus elétricos.”


    Foto: Volvo/Divulgação



    Fonte: Auto Industria

  • Volvo estima alta de 10% a 15% no mercado de caminhões acima de 16 toneladas

    Volvo estima alta de 10% a 15% no mercado de caminhões acima de 16 toneladas

    Diante da percepção de crescimento da economia brasileira em 2024, a Volvo trabalha com uma perspectiva de alta de 10% a 15% no mercado de caminhão acima de 16 toneladas, faixa na qual atua. Caso se concretize, as vendas de pesados e semipesados deverá encerrar o período com volume de 90 mil a 94 mil unidades, ante as 82 mil acumuladas no ano passado.

    De acordo com Wilson Lirmann, presidente do Grupo Volvo para a América Latina, algumas forças econômicas favorecem para o acerto da estimativa. As commodities seguem em alta, a queda no desemprego eleva a renda e, como consequência, aumenta o consumo e a baixa na inflação contribui para reduzir taxas de juros.

    LEIA MAIS

    →Volvo VM completa 20 anos com a liderança nas vendas

    “Mas há pontos pedem atenção. Embora se espere uma safra grande, já se sabe que será menor. Os juros, apesar da tendência de queda, ainda continuam elevados. Também os custos têm aumentado desde a pandemia e há um cenário internacional incerto sob conflitos”, resumiu Lirmann em apresentação dos resultados da fabricante em 2023 na quarta-feira, 28.

    O presidente da Volvo prefere não projetar o crescimento das vendas isoladas da fabricante. A ambição, por óbvio, é de ser maior que a média do mercado. O diretor executivo da Volvo Caminhões, Alcides Cavalcanti, no entanto, dá pistas de que o desempenho será robusto. “O termômetro, neste início de ano, mostra que a demanda está aquecendo, com o transportador de volta às compras. Já temos em carteira em torno de 5 mil unidades para entregar ao longo do ano”, revela.

    Cavalcanti aponta que o ano passado foi desafiador para a Volvo, muito em virtude da mudança de legislação para o Proconve P8 (Euro 6). “Terminamos 2022 praticamente sem estoque de produtos da geração anterior. E praticamente 40% das vendas de pesados e semipesados em 2023 foram de veículos Euro 5. Ainda assim, foi um ano de avanços.”

    No ano passado, a Volvo emplacou 19,6 mil caminhões, 18% menor em relação a 2022. O volume, porém, garantiu 23,9% de participação no mercado acima de 16 toneladas. A empresa também, pela quinta vez consecutiva, encerrou o período na liderança das vendas de pesados ao responder por 30% dos emplacamentos na categoria, com 15,7 mil unidades.


    Foto: Volvo/Divulgação



    Fonte: Auto Industria