Categoria: HYUNDAI

  • Hyundai Tucson terá novo visual ousado e mais tecnologia

    Hyundai Tucson terá novo visual ousado e mais tecnologia

    O SUV mais vendido da Hyundai, o Tucson, está prestes a receber uma grande atualização. O novo modelo deve adotar um visual inspirado no Kona, com uma grade mais larga e moderna, faróis divididos e linhas mais quadradas. A mudança busca manter o carro competitivo no segmento de SUVs compactos, onde o design e o custo-benefício são pontos-chave.

    Hyundai Tucson terá novo visual ousado e mais tecnologia

    Além da estética externa, o interior do novo Tucson também deve passar por transformações. Espera-se um sistema de infoentretenimento atualizado, embora a Hyundai deva manter os botões físicos que os consumidores tanto apreciam.

    A Hyundai deve intensificar a aposta em motores híbridos e híbridos plug-in para o novo Tucson, e há a possibilidade de que as versões a gasolina sejam descontinuadas. Atualmente, o modelo híbrido entrega 231 cavalos de potência, e as novas versões plug-in devem oferecer ainda mais potência e uma autonomia elétrica maior.

    Hyundai Tucson terá novo visual ousado e mais tecnologia – Imagem gerada por I.A

    Preços em alta

    Com a atualização, o preço do Tucson deve subir. Atualmente, o modelo híbrido custa US$ 35.460 (aproximadamente R$ 191.484), e o híbrido plug-in sai por US$ 41.225 (aproximadamente R$ 222.615).

    Se os motores a gasolina forem de fato retirados de linha, a expectativa é de um aumento ainda mais significativo nos preços, já que a montadora precisa recuperar os custos de desenvolvimento e aplicar as novas tecnologias.


    Qual a sua opinião sobre a aposta da Hyundai em um futuro mais híbrido para o Tucson? Deixe seu comentário e compartilhe se você compraria um SUV elétrico!

    Leia aqui: Hyundai Tucson 2026 mais robusto e com design renovado



    Fonte: Garagem 360

  • Polo é o carro mais vendido do Brasil, mas Hyundai Creta é o preferido do brasileiro: entenda!

    Polo é o carro mais vendido do Brasil, mas Hyundai Creta é o preferido do brasileiro: entenda!

    O Volkswagen Polo se consolidou como o carro mais vendido do Brasil em agosto, com um total de 12.908 unidades emplacadas. O número robusto garante a liderança do hatch no ranking geral da Fenabrave, que considera todas as modalidades de venda.

    No entanto, uma análise mais detalhada do mercado revela um cenário diferente e surpreendente quando o foco são as vendas diretas ao consumidor final, ou seja, para pessoas físicas.

    Polo é o carro mais vendido do Brasil, mas Hyundai Creta é o preferido do brasileiro

    Nesse recorte, que exclui vendas para locadoras, frotas e empresas, o Hyundai Creta emerge como o grande vencedor. Em agosto, o SUV compacto da Hyundai vendeu 5.215 unidades no varejo, superando o Polo, que registrou 5.214 emplacamentos para pessoas físicas, por uma diferença mínima.

    A distinção entre as vendas gerais e as vendas no varejo é crucial para entender o mercado automotivo.

    • Vendas gerais: Incluem todas as transações, desde a venda para locadoras e frotas até a compra por pessoas físicas. A Volkswagen, assim como outras montadoras, tem uma forte atuação no segmento de vendas diretas para empresas, o que impulsiona o volume total de emplacamentos do Polo.

    • Vendas no varejo: Refletem a preferência do consumidor médio. Nesse segmento, o sucesso do Hyundai Creta é notável. O SUV, conhecido por seu design, pacote de equipamentos e preço competitivo, conquistou os consumidores que buscam um veículo para uso pessoal ou familiar.

    VW Polo é o carro mais vendido do Brasil – Foto: Divulgação

    A liderança do Polo no ranking geral é um feito impressionante, mas a performance do Creta nas vendas no varejo mostra que o SUV é, de fato, o “queridinho” do brasileiro que vai à concessionária para comprar um carro para si.

    O que os dados revelam

    Os números de agosto indicam que, enquanto a Volkswagen domina o mercado com um volume de vendas total impulsionado por diferentes canais, a Hyundai conseguiu capturar a preferência direta do consumidor final. O resultado demonstra a força do Creta e o sucesso da estratégia da montadora coreana em oferecer um produto que atende às expectativas e desejos do público brasileiro.

    A disputa pelo topo do mercado, portanto, tem duas faces: a do volume e a da preferência. O Polo vence no geral, mas o Creta se destaca por ser a escolha número um no segmento de varejo, refletindo a dinâmica complexa e multifacetada do mercado automotivo brasileiro.


    Você prefere hatches compactos ou SUVs? Compartilhe sua opinião sobre os dois modelos e diga qual deles você compraria!


    Leia aqui: Hyundai Tucson 2026 mais robusto e com design renovado



    Fonte: Garagem 360

  • Crise na Hyundai: 40 mil trabalhadores ameaçam fazer greve em fábrica da montadora

    Crise na Hyundai: 40 mil trabalhadores ameaçam fazer greve em fábrica da montadora

    A Hyundai enfrenta uma séria ameaça de paralisação na Coreia do Sul, onde cerca de 40 mil trabalhadores sindicalizados da montadora planejam entrar em greve.

    40 mil trabalhadores ameaçam fazer greve em fábrica da montadora na Coreia do Sul

    A mobilização, de acordo com o jornal The Korea Times, pode causar um forte impacto financeiro na empresa, com perdas bilionárias e prejuízos na produção de veículos.

    A situação é familiar para a Hyundai. Em 2016, a montadora sofreu uma greve em larga escala que durou 166 horas, resultando em uma perda de produção de quase 114.000 veículos e um prejuízo financeiro estimado em US$ 1,8 bilhão (cerca de R$ 9,6 bilhões).

    A atual ameaça de greve reacende a preocupação de que a história se repita, afetando os resultados da empresa e a cadeia de suprimentos global.

    40 mil trabalhadores ameaçam fazer greve em fábrica da montadora na Coreia do Sul – Foto: Divulgação

    O impacto de uma nova paralisação

    Uma nova paralisação em larga escala na fábrica da Hyundai teria consequências diretas e graves. A montadora, que tem investido em sua presença global e em novos modelos, como o Creta no Brasil, poderia ver sua capacidade de produção reduzida drasticamente, atrasando a entrega de veículos para mercados importantes ao redor do mundo.

    Além das perdas de produção, a Hyundai poderia enfrentar danos à sua imagem e à confiança dos investidores. A paralisação também afeta a rede de fornecedores, que dependem da produção contínua da montadora para operar.

    A negociação entre a Hyundai e o sindicato de trabalhadores é crucial para evitar a greve. A empresa e os sindicalistas buscam um acordo que atenda às demandas dos trabalhadores sem comprometer a saúde financeira da companhia. 

    Você acha que as greves trabalhistas podem afetar a imagem de uma montadora? Compartilhe sua opinião nos comentários!

    Leia aqui: Hyundai Tucson 2026 mais robusto e com design renovado



    Fonte: Garagem 360

  • Hyundai Tucson 2026 mais robusto e com design renovado

    Hyundai Tucson 2026 mais robusto e com design renovado

    A Hyundai está se preparando para uma grande mudança na próxima geração do Tucson, e as primeiras mulas de teste já dão pistas sobre o que esperar. O SUV, que é um dos modelos mais importantes da marca globalmente, vai adotar a nova e ousada linguagem de design “Art of Steel”, já vista no Santa Fe e no Nexo.

    O que há de novo no Hyundai Tucson 2026?

    Inspirado em ícones como o Land Rover Defender, o design do Hyundai Tucson 2026 destaca-se pelo apelo aventureiro e ousado. Linhas agressivas e uma estrutura projetada para diferentes terrenos fazem do Tucson uma escolha arrojada. Com avanços na tecnologia de bordo, o novo Tucson oferece ainda mais conforto e segurança aos ocupantes.

    As mudanças não serão apenas estéticas. O novo Tucson deve apresentar um capô mais longo, arcos de roda mais robustos e uma postura mais vertical. O chefe de design da Hyundai, Simon Loasby, explicou que a ideia é que os modelos da marca se pareçam mais com “peças de xadrez” do que com “bonecas russas”, ou seja, que cada um tenha uma personalidade única, mesmo compartilhando a mesma filosofia de design.


    Projeção Hyundai Tucson 2026 – Imagem: Autocar

     

    Mais espaço e uma cabine mais funcional

    A mudança de visual não é apenas por estilo. Segundo Loasby, a nova forma do SUV foi projetada para dar mais volume, tornando-o mais parecido com um SUV e proporcionando um assento mais alto. Essa alteração deve resultar em mais espaço interno e até mesmo melhorar o já generoso porta-malas de 620 litros do modelo atual.

    Reformulação do Interior pela Hyundai

    Elemento Detalhes da Mudança
    Filosofia de design Nova abordagem para a cabine interna
    Telas de infoentretenimento Possivelmente menores para foco funcional
    Software Interface mais simples e intuitiva
    Controles físicos Retorno dos botões para maior praticidade
    Objetivo Melhorar segurança e usabilidade segundo a Hyundai

     


    Motorização e importância no mercado

    Tipo Configuração Potência
    Híbrido 1.6 Turbo a Gasolina 212 cv
    Híbrido Plug-in 1.6 Turbo a Gasolina 249 cv

    O Tucson é um modelo crucial para o crescimento da Hyundai, especialmente na Europa. No ano passado, o SUV registrou cerca de 600.000 unidades vendidas globalmente, o que o torna uma peça-chave na estratégia da montadora de competir diretamente com gigantes como a Volkswagen e a BMW.

    Com o novo design, mais espaço e uma cabine mais funcional, a Hyundai busca consolidar a posição do Tucson como um dos líderes de seu segmento.

    Saiba mais sobre as vantagens do comparado ao Creta 2025 aqui.

     



    Fonte: Garagem 360

  • Novo Hyundai Ioniq 3 chega para ser o terror da Tesla com preço baixo

    Novo Hyundai Ioniq 3 chega para ser o terror da Tesla com preço baixo

    O Hyundai Ioniq 3 é a nova grande aposta da marca sul-coreana para popularizar os carros elétricos de vez.

    Posicionado como um modelo compacto e acessível, ele promete entregar tecnologia de ponta e, o mais impressionante, uma autonomia que pode chegar perto dos 600 km com uma única carga, um número excelente para sua categoria.

    O carro, que já está em fase final de desenvolvimento, será apresentado oficialmente em setembro, durante o Salão do Automóvel de Munique, na Alemanha. A produção está programada para começar já no início do próximo ano.

    Acompanhe o Garagem360 e saiba o que esperar desse lançamento!

    Hyundai Ioniq 3: a estratégia para ser líder

    A Hyundai não está para brincadeira no mercado de elétricos. Depois de ganhar prêmios e reconhecimento com modelos mais caros como o Ioniq 5 e 6, a meta agora é atacar os segmentos mais baratos.

    Em entrevista ao portal britânico TopGear.com, o chefe da Hyundai na Europa, Xavier Martinet, revelou que a linha Ioniq já é a segunda marca de elétricos mais reconhecida no continente, ficando atrás apenas da Tesla.

    Hyundai Ionic 3

    Foto: Divulgação / Hyundai

    Com o Ioniq 3 e o recém-lançado Inster, a marca quer ter uma cobertura completa do mercado. A princípio, a ideia é oferecer um carro menor que o Kona EV, mas com tecnologia superior e preço competitivo, atraindo um público que busca seu primeiro veículo elétrico sem abrir mão de inovação.

    O que o novo elétrico da Hyundai vai oferecer?

    O grande trunfo do Ioniq 3 será combinar uma plataforma moderna com números de fazer inveja a muitos concorrentes. Ele foi pensado para ser eficiente e acessível, utilizando uma arquitetura de 400 V, que ajuda a reduzir o custo final.

    • Plataforma: a mais recente da marca para elétricos, compartilhada com o Kia EV3.
    • Baterias: terá duas opções de tamanho, com 58,3 kWh ou 81,4 kWh.
    • Autonomia (ciclo WLTP): aproximadamente 418 km na versão de entrada e incríveis 586 km na de maior alcance.
    • Produção: enfim, será fabricado na Turquia, uma estratégia para cortar custos e tornar o preço final mais agressivo no mercado europeu.

    Um carro definido por software

    Seguindo a tendência iniciada pela Tesla, o Hyundai Ioniq 3 será um “veículo definido por software”. Isso significa que ele funcionará quase como um smartphone sobre rodas.

    O carro terá um sistema operacional próprio da marca, batizado de Pleos, e poderá receber atualizações remotas (pela internet) para melhorar seu desempenho e adicionar novas funções.

    Essa abordagem permitirá que o carro ofereça compatibilidade com o novo Apple CarPlay Ultra e uma interface totalmente personalizável. Além disso, a Hyundai poderá oferecer recursos extras que os proprietários poderão comprar e ativar sob demanda, mantendo o carro sempre atualizado.

    Veja na sequência: Hyonix? Onix e HB20 viram irmãos; veja como pode ser o novo Chevrolet com alma Hyundai

    O Ioniq 3 chega com a missão de ser um divisor de águas para a Hyundai. Ele combina os três pilares que o consumidor busca em um elétrico: preço acessível, grande autonomia e um pacote tecnológico focado no mundo digital. Ou seja, é a receita perfeita para desafiar a concorrência e acelerar a transição para os veículos elétricos.

    E você, o que acha da proposta do Hyundai Ioniq 3? Acredita que ele tem o que é preciso para popularizar os elétricos? Comente abaixo!



    Fonte: Garagem 360

  • Marca chinesa é acusada de substituir secretamente peças defeituosas: Entenda o motivo

    Marca chinesa é acusada de substituir secretamente peças defeituosas: Entenda o motivo

    A Xpeng Motors, gigante chinesa de veículos elétricos que está chegando ao Brasil, está no olho do furacão. A empresa é acusada de uma estratégia controversa para lidar com falhas perigosas no sistema de direção de seus carros P7+. Em vez de emitir um recall oficial, a marca estaria optando por uma abordagem arriscada: substituir discretamente peças defeituosas e aplicar reparos paliativos, colocando em risco a segurança dos motoristas.

    Xpeng é acusada de substituir secretamente peças defeituosas

    As denúncias, levantadas pelo jornal chinês Economic Information Daily, da agência de notícias Xinhua, apontam para um problema sistêmico no sistema de direção hidráulica do modelo Xpeng P7+, que pode travar ou apresentar falhas súbitas. Proprietários relataram movimentos inesperados do volante, especialmente após mudanças de faixa, criando condições de direção extremamente perigosas.

    Xpeng é acusada de substituir secretamente peças defeituosas – Foto: Divulgação

     


    O que chocou a opinião pública foi a tática supostamente adotada pela Xpeng. Segundo a investigação jornalística, a empresa estaria usando uma abordagem de dupla face:

    • Reparos secretos: Durante a manutenção de rotina, a montadora estaria aplicando um selante nos componentes da direção, um reparo que não resolve a raiz do problema.

    • Substituição silenciosa: A Xpeng também estaria substituindo o sistema de direção apenas nos veículos dos proprietários que se manifestam de forma mais veemente, enquanto nega a existência de um problema generalizado.

    Essa abordagem não apenas frustra os consumidores, mas também levanta sérias dúvidas sobre a segurança e a responsabilidade da empresa. A situação se agrava com relatos de que até mesmo as peças de reposição apresentam defeitos. Um proprietário relatou que o novo sistema de direção de seu veículo falhou apenas duas semanas após a substituição.


    O perigo e as implicações

    A recusa da Xpeng em emitir um recall oficial é vista por especialistas como uma tentativa deliberada de evitar os altos custos e o rigoroso escrutínio regulatório que um recall abrangente implicaria. Ao realizar reparos e substituições “por debaixo dos panos”, a empresa evita reconhecer publicamente o defeito e potencialmente contorna as leis de proteção ao consumidor.

    O caso da Xpeng ocorre em um momento crucial para o setor automotivo chinês, que busca fortalecer a supervisão de veículos inteligentes e suas atualizações remotas.

    A segurança vem em primeiro lugar. Deixe sua opinião nos comentários: você confiaria em uma marca que adota esse tipo de estratégia?

    Leia aqui: É chinês: XPeng P7 quebra recorde de resistência e entra para a história dos carros elétricos

     



    Fonte: Garagem 360

  • Com rede insatisfeita, GM perde lugar para a Hyundai na quinzena

    Com rede insatisfeita, GM perde lugar para a Hyundai na quinzena

    Na mesma quinzena do anúncio feito por General Motors e Hyundai sobre o desenvolvimento de quatro modelos compartilhados na América do Sul, as marcas inverteram posição no mercado brasileiro, com a estadunidense caindo para o quarto lugar e a coreana subindo para o terceiro.

    Conforme dados divulgados pela Bright Cosulting, a GM emplacou 9,4 mil unidades das 100,7 mil do mercado total de veículos leves na primeira quinzena de agosto, com market share de 9,3%.

    A Hyundai licenciou um pouco mais, 9,7 mil unidades, fatia de 9,7%. A Fiat respondeu por 21,5% do mercado de leves, com 21,7 mil licenciamentos, e a Volkswagen por 18,4% ou 18,5 mil unidades. A Toyota fecha o Top 5 com, respectivamente, 7,8% e 7,8 mil emplacamentos.

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    Com Brasil incluído, GM e Hyundai anunciam cinco modelos compartilhados

    Licenciamentos de veículos cresceram 9,8% na primeira quinzena de agosto

    A GM, na verdade, vem mal desde o ano passado e está entre as que mais estão perdendo market share no mercado brasileiro. De janeiro a julho teve participação reduzida em 2,2 pontos porcentuais, de 12,8% para 10,6%. Já a Fiat e a Volkswagen ampliaram esses índices para, respectivamente, 21,4% e 16,2%.

    Segundo revelaram fontes da rede Chevrolet, a queda na primeira quinzena de agosto reflete ação adotada na segunda metade de julho para evitar queda maior na participação do mês, que chegou a ficar em apenas 6% em seus primeiros dias.

    Para ampliar mercado na segunda metade de julho, a GM dobrou o bônus para os concessionários que emplacassem os veículos em nome da loja, com licenciamento e pagamento de IPVA. Com isso, esses veículos foram vendidos na primeira quinzena como seminovos, com consequente queda nos emplacamentos de 0 km.

    Fenabrave: “A voz dos Concessionário”.

    Um dos concessionários comentou, inclusive, sobre a insatisfação atual da rede Chevrolet, citando pesquisa da Fenabrave intitulada “A Voz do Concessionário. Quando os bons falam, a verdade sempre aparece!”, que traz a GM entre as piores avaliadas pela rede autorizada.

    Baseado na média de sete notas com temas variados, como se o valor da concessionária cresceu no último ano, a preocupação da montadora com rentabilidade e suporte financeiro, a Fenabrave revela o chamado Índice de Valor da revenda de acordo com avaliação da própria rede.

    Na média, o Índice de Valor junto a 23 redes de veículos leves ficou em 66,1%. A BMW está no topo, com 83,7%, seguida da GWM, com 83,1%. A General Motors aparece só no 20º lugar, com índice de 50,5%.

    Em três itens — se o valor da concessionária cresceu, se vai crescer nos próximos 12 meses e quanto à preocupação da sua montadora em garantir rentabilidade adequada aos concessionários —, a GM ocupa o penúltimo lugar, com notas de 35,3%, 47,9% e 42,5%, ante médias de 64,9%, 68,9% e 61%.

    Nos primeiros dois casos a General Motors só ganha da Jaguar Land Rover e no terceiro da chinesa BYD.

    Outro item interessante, se a montadora considera sugestões dos concessionários antes de tomar decisões que os afetem, tem a GM na 20ª colocação, atrás apenas da Kia, Renault e BYD.

    Ou seja, evidência clara de que as revendas da marca Chevrolet estão descontentes com as ações da montadora, que enfrentou sérios problemas com a queda da demanda pelo Onix, seu carro-chefe, por causa de alguns fatores, com destaque para reclamações sobre problemas com a correia dentada banhada a óleo.

    Na avaliação da rede, a GM demorou muito a reagir às notícias que circularam nos últimos meses e só agora, no lançamento da linha 2026, anunciou mudança do fornecedor desse componente, o que talvez não seja suficiente para recuperar a imagem da marca perdida nos últimos tempos.


    ÍNDICE DE VALOR – PESQUISA FENABRAVE


    Foto: Divulgação

     



    Fonte: Auto Industria

  • GM e Hyundai desenvolverão compactos com acordo inédito

    GM e Hyundai desenvolverão compactos com acordo inédito

    Trata-se de uma mudança de peso. Para a GM em especial, pois o atual Onix é um projeto nascido na China em parceira com a SAIC em 2016 e concretizado a partir de 2018 com os atuais hatch e sedã compactos e o SUV compacto Tracker. Arquitetura foi batizado à época de GEM (Mercados Globais Emergentes, na tradução da sigla em inglês) porque se destinava à América Latina, África, Ásia e Oriente Médio. Na China e nas outras regiões fora da América Latina os produtos não tiveram a aceitação esperada ou nem se concretizaram.

    Agora há um novo sócio, a Hyundai. Pode ter havido implicações geopolíticas, pois a China tornou-se o maior mercado de automóveis do mundo, rival de grande peso, e a Coreia do Sul tem mais ligações com o mundo ocidental. Serão quatro compactos desenvolvidos especificamente para as Américas do Sul e Central: hatch, sedã, SUV e picape. A Hyundai responderá por estes quatro modelos, mas o projeto final seguirá independente para cada fabricante com a marca Chevrolet mantendo sua filosofia de estilo.

    O acordo prevê que a GM se responsabilizará por desenvolver uma picape média, sucessora da atual S10 (Colorado, nos EUA), enquanto a Hyundai desenvolverá um furgão comercial elétrico específico para o mercado dos EUA. O primeiro lançamento (não especificado) está previsto para 2028, ou seja, os três anos comuns em projetos de produtos novos.

    Interessante notar que a assinatura do contrato inicial entre as partes foi em setembro de 2024 e já em agosto deste ano o acordo estava sacramentado. Haverá “potenciais colaborações” para incluir motores a combustão, híbridos, veículos elétricos a bateria (VEB) e pilha a combustível (Fuel Cell, em inglês) de hidrogênio. A GM chegou a anunciar nos EUA, mas voltou atrás, a prioridade absoluta para VEB. Agora continuará a desenvolver alternativas por período em aberto.

    Hyundai acrescentou que a escala combinada das duas marcas nas América do Norte e do Sul permitirá atender com mais eficiência às demandas dos consumidores.

     

    Anfavea: mercado crescerá menos em 2025

    Os números agora em agosto foram revistos para baixo. A associação dos fabricantes previa crescimento de 6,3% sobre 2024 em uma primeira projeção feita no final do ano passado. Agora, reviu para 5% e coincidentemente o mesmo percentual divulgado pela Fenabrave. Mesmo com o programa Carro Sustentável que, apesar da limitação de poucos modelos, resultou em aumento de vendas no varejo de 16,7% em julho sobre junho, outros fatores contracionistas mantêm-se. O principal é a elevada taxa básica de juros Selic de 15% ao ano que sinaliza o Crédito Direto ao Consumidor.

    As vendas de automóveis e veículos comerciais leves e pesados podem atingir 2,765 milhões de unidades este ano. Mais de um milhão abaixo do recorde de 3,802 milhões em 2012, alcançado por incentivos fiscais e alta demanda reprimida. É bom relembrar que o Brasil já ocupou o quarto lugar entre os maiores mercados mundiais de veículos e agora está na sexta posição. Hoje o máximo que o país pode almejar é a quinta colocação, se ultrapassar a Alemanha, pois a Índia (atual quarta colocada) mantém-se em firme crescimento.

    As exportações, mais uma vez puxadas pela Argentina, é que vão garantir o nível de empregos. Anfavea havia previsto que as vendas ao exterior iriam subir este ano apenas 7,5%, todavia já revisou para um robusto avanço de 38,4%.

    Quanto ao Salão do Automóvel, de 22 a 30 de novembro próximos, 30 marcas estão confirmadas, embora uma parte esteja representada por um clube de supercarros e duas de veículos de duas rodas.

    Em julho o perfil de vendas pouco se alterou: gasolina, 4,7%; elétricos, 3% (eram 2,9% em junho); híbridos, 4,4%; híbridos plugáveis, 3,4%; diesel, 9,7% e flex, 74,6%.

     

    Toro 2026 evolui em estilo e equipamentos

    Depois de nove anos no mercado, a picape média recebeu mudanças estilísticas de maior peso. A frente ganhou mais atenção pela grade de linha verticais, para-choque com saídas de ar nas extremidades e nova chapa de deslizamento (skidplate). Atrás, lanternas, para-choque e maçaneta de abertura da tampa da caçamba bipartida lateralmente foram atualizadas. Novas rodas diamantadas de 18 pol. estão na Volcano (na Endurance, 17 pol.), uma das seis versões disponíveis e todas com pormenores visuais exclusivos.

    O interior recebeu alavanca de câmbio redesenhada e freio de estacionamento eletromecânico com funções de imobilização e liberação automáticas nas paradas (auto-hold). No banco traseiro há novas portas USB, do tipo A e C, mas o espaço é limitado pelo entre-eixos. A Volcano oferece um pacote opcional, que inclui central multimídia vertical de 10 pol. e sistemas avançados de assistência ao motorista (Adas, em inglês) já oferecido antes. Mecanicamente, a novidade são os freios traseiros a disco, que faziam falta na versão de motor mais potente.

    O 1,3 L, turbo flex, 176 cv e 27,5 kgf·m (com etanol ou gasolina e perda de 9 cv em razão do Proconve L8) equipa as versões Endurance, Freedom, Volcano e Ultra. O MultiJet 2.2 Turbodiesel, já havia estreado na Ranch e Volcano, entregando 200 cv e 45,9 kgf·m com câmbio automático de nove marchas e opção de reduzida.

    No contato inicial, o motor flex destacou-se pela suavidade de funcionamento e boa integração com o câmbio automático. Direção com assistência elétrica bem calibrada e correta definição de centro. O rodar é mais suave em relação a picapes maiores. Quando a estrada acaba e começa a terra, a limitação da tração dianteira aparece. Até enfrenta bem esta condição, mas não convém tentar aventuras mais radicais.

    Quanto ao motor diesel há uma combinação muito boa de valores elevados de potência/torque e o câmbio automático com mais três marchas. A 120 km/h, o motor trabalha perto das 1.500 rpm, o que contribui para silêncio a bordo e consumo contido.

    Em resumo, a Toro turbo flex é uma picape de rodar confortável, ideal para uso urbano e viagens, enquanto a 2.2 Turbodiesel 4×4 melhor para quem quer desempenho, maior alcance e capacidade superior fora de estrada.

    Preços: R$ 159.400 a 228.490.

     

    Ram 2500 e 3500: linha 2025, mais rápidas

    As duas picapes pesadas receberam novas grades, faróis com controle automático dos fachos altos e luzes traseiras em LED. Para-choque dianteiro tem novas molduras e os faróis de neblina agora iluminam as curvas. A 2500 recebeu rodas redesenhadas de 18 pol. e estribo com acabamento cromado. Dimensões e massa continuam impressionantes e exigem CNH de motorista profissional: comprimento, 6.060 mm; entre-eixos, 3.785 mm; largura, 2.120 mm e altura, 2.039 mm. Tanque: 117 L para alcances de 889 km (rodoviário) e 597 km (urbano).

    A nova central multimídia, na posição vertical, agora com 14,5 pol. (a maior do segmento). Para o passageiro da frente, na versão Limited Longhorn, há um par de fones de ouvido bluetooth e uma tela exclusiva de 10,25 pol. não visível ao motorista. No console central, dois carregadores sem fio para celulares. São dez os pontos de energia USB (tipos A e C), além de três pontos de corrente alternada de 115 V (dois na cabine e um na caçamba). Bancos dianteiros ajustáveis eletricamente em 10 posições. Volante ajustável apenas em altura, contudo há regulagem elétrica da posição dos pedais de acelerador e freio. Sistema de câmeras permite visão de 360° e até da caçamba.

    Outro destaque das duas picapes: o motor Cummins de 6,7 L turbodiesel, seis cilindros em linha, 436 cv (59 cv a mais) e 148,7 kgf·m (32 kgf·m superior). Câmbio automático de oito marchas (antes, seis). Ao rodar no novo circuito Raceville, em Brotas (SP), o novo conjunto motriz impressionou pelas respostas vigorosas e nível de ruído menor que faz diferença em viagens e no uso urbano.

    Ram 3500 Limited Longhorn inclui recursos muito úteis para puxar um trailer, condição também avaliada na pista do autódromo. Além do freio hidráulico acoplado, há um outro elétrico (pacote à parte) apenas nas rodas do reboque que evita pequenos trancos causados por inércia.

    Preços: R$ 559.990 a R$ 679.990.


    Fotos Divulgação



    Fonte: Auto Industria

  • Chevrolet e Hyundai fecham acordo para lançar cinco modelos; entenda

    Chevrolet e Hyundai fecham acordo para lançar cinco modelos; entenda

    A General Motors (GM) e a Hyundai anunciaram uma parceira com planos para fabricação de cinco modelos. O desenvolvimento dos carros será compartilhado e voltados para América Central e América do Sul. 

    Segundo o anúncio, os planos incluem um SUV, um carro de passeio, uma picape e uma picape média. 

    Para o mercado da América do Norte, as marcas devem lançar uma van comercial elétrica. Ao total, cinco modelos são esperados.

    O comunicado das montadoras estimam que as vendas desses veículos ultrapassem 800 mil unidades por ano quando a produção estiver totalmente escalada.

    O lançamento dos carros está previsto para o ano de 2028. 

    “A colaboração estratégica com a GM nos permitirá continuar oferecendo valor e opções aos nossos clientes em diferentes segmentos e mercados,” afirma José Muñoz, presidente e CEO da Hyundai Motor Company.

    Colaboração é vista como necessária

    Segundo o professor de MBAs da FGV e especialista no setor automobilístico, Antônio Jorge Martins, não é a primeira vez que isso acontece. 

    O especialista lembra a parceria AutoLatina, que uniu Ford e Volkswagen nos anos 1990, mas ressalta diferenças importantes. 

    “Naquela época, a tecnologia não tinha o peso que tem hoje. Hoje, lideranças digitais e capacidade de evolução contínua são determinantes. A BYD, por exemplo, lança melhorias a cada dois ou três meses”, diz.


    BYD Dolphin Mini em linha de produção no Complexo de Camaçari (BA)
    BYD Dolphin Mini em linha de produção no Complexo de Camaçari (BA) • Rodrigo Barros/CNN

    O avanço das fabricantes chinesas se tornou um dos fatores mais relevantes. Marcas como BYD, Geely e outras têm ampliado presença na Europa, América Latina e também em outros mercados como o Brasil. 

    Na visão do professor, o cronograma a partir de 2028 pode parecer tardio, mas reflete a necessidade de integração cultural e tecnológica das empresas.

    Para Martins, as marcas mais generalistas irão cada vez mais buscar apoio em outras para aumentar sua competitividade e rivalizar com os chineses. “Existe muito mais necessidade de darem certo. Pois se não derem certo, é muito difícil de continuarem sozinhas”, complementa o especialista. 

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    Fonte: CNN Brasil Auto

  • Hyundai segue apostando na mobilidade a hidrogênio

    Hyundai segue apostando na mobilidade a hidrogênio

    Nas últimas semanas não foram poucas as notícias sobre adiamento, corte de investimentos para o desenvolvimento e até mesmo cancelamento de desenvolvimentos de veículos movidos a hidrogênio por parte de grandes complexos automotivos.

    Mas há quem segue, digamos, na contramão desses últimos movimentos. É o caso do Grupo Hyundai. Em parceria com a empresa de águas e sistemas sustentáveis Enowa, a montadora coreana anunciou na semana passada a conclusão bem-sucedida de testes de mobilidade a hidrogênio em montanhas da Arábia Saudita.

    Segundo o conglomerado coreano, é a primeira experiência de porte de veículos a hidrogênio em topografia montanhosa e  altitudes elevadas.

    A região escolhida foi Trojena, destino turístico com trajetos feitos a mais 2 mil metros de altitude e inclinações de 24%. A localidade integra o Neom, projeto inteligente e sustentável que está sendo erguido com cidades hiperconectadas, portos e zonas empresariais, centros de pesquisa, locais esportivos e de entretenimento.

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    As parceiras afirmam que o ônibus rodoviário elétrico Universe que utiliza célula de combustível de hidrogênio transitou ao longo de dois meses sem problemas pelas montanhas em simulação de transporte de passageiros.

    O Grupo Hyundai já vem desenvolvmento projetos que utilizam o hidrogênio em várias frentes há três décadas na Arábia Saudita. Mundialmente, a empresa promove a transição energética por meio da HTWO, marca e plataforma aberta de negócios dedicada ao hidrogênio.


    Foto: Divulgação



    Fonte: Auto Industria