Categoria: RAM

  • Corolla e Civic entram em lista que pode deixar 5 carros mais baratos em 2026

    Corolla e Civic entram em lista que pode deixar 5 carros mais baratos em 2026

    Uma mudança nas regras do IPVA pode abrir espaço para carros usados ficarem mais acessíveis em 2026. Entre os modelos citados em listas de veículos que podem ganhar isenção aparecem dois nomes fortes do mercado: Toyota Corolla e Honda Civic.

    Lista que pode deixar 5 carros mais baratos em 2026 ─ Imagem: Divulgação/Honda

    A possibilidade surge com a proposta de padronizar a isenção do IPVA para carros com mais de 20 anos de fabricação, o que inclui modelos produzidos até 2006. Caso a regra avance e seja aplicada de forma mais ampla, alguns veículos muito conhecidos podem parar de pagar o imposto.

    Isso tende a aumentar o interesse por carros antigos que ainda têm boa reputação de confiabilidade, o que inclui sedãs médios e compactos populares.

    Quais carros podem entrar na lista de isenção

    Alguns modelos bastante conhecidos no Brasil aparecem entre os veículos que podem se beneficiar da regra dos 20 anos de fabricação.

    Lista que pode deixar 5 carros mais baratos em 2026 ─ Imagem: Divulgação/Toyota

    Entre eles estão:

    • Toyota Corolla (2005/2006)

    • Honda Civic (2006)

    • Volkswagen Gol (2005)

    • Fiat Uno Mille (2005)

    • Chevrolet Corsa (2005)

    Esses carros foram muito vendidos nos anos 2000 e ainda são encontrados com facilidade no mercado de usados.

    Em muitos casos, continuam sendo procurados por quem busca baixo custo de manutenção e mecânica confiável.

    Quanto esses carros podem economizar sem IPVA

    O IPVA pode chegar a 4% do valor do veículo, dependendo do estado.

    Isso significa que a isenção pode representar uma economia relevante ao longo do ano.

    Modelo Ano aproximado Perfil
    Toyota Corolla 2005/2006 sedã médio confiável
    Honda Civic 2006 sedã médio com boa durabilidade
    Volkswagen Gol 2005 hatch popular
    Fiat Uno Mille 2005 compacto barato de manter
    Chevrolet Corsa 2005 hatch compacto tradicional

    A economia anual pode variar de algumas centenas até alguns milhares de reais, dependendo do valor do carro e da alíquota aplicada no estado.

    Por que carros antigos podem ganhar mais procura

    Mudanças no IPVA costumam impactar diretamente o mercado de usados. Afinal, quando um veículo deixa de pagar o imposto anual, ele passa a ter custo total menor para o proprietário.

    Isso pode aumentar a procura por modelos antigos que ainda são considerados confiáveis, ainda mais sedãs que se destacam pela durabilidade.

    Corolla e Civic entram justamente nesse grupo. Mesmo com mais idade, ambos ainda são lembrados pela mecânica robusta e bom histórico de confiabilidade.

    Se a regra de isenção se consolidar em mais estados, especialistas apontam que alguns carros com cerca de 20 anos podem ganhar nova valorização no mercado de usados.



    Fonte: Garagem 360

  • Ram promove lançamento público da Dakota em suas concessionárias

    Ram promove lançamento público da Dakota em suas concessionárias

    Além de realizar o dia das portas abertas em todas as suas concessionárias do País para marcar o lançamento público da Dakota, a Ram também inicia nesta quarta-feira, 11, a entrega das primeiras unidades da sua nova picape aos clientes que se inscreveram na pré-venda.

    Quem não aproveitou a pré-reserva, que ofereceu condições especiais para a compra, pode a partir de agora conhecer e testar a nova picape em uma das revendas da marca.

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    Stellantis já produz a RAM Dakota na Argentina

    Com motor 2.2 turbodiesel, que entrega 200 cv de potência e 450 Nm (45,9 kgfm) de torque, a Dakota está disponível em duas versões: Warlock, com visual e elementos mais voltados para o off-road, e Laramie, que exibe os cromados que já são marca registrada de uma Ram.

    Produzido em Córdoba, Argentina, o modelo compartilha motorização e plataforma da Fiat Titano. Tem câmbio automático de oito marchas e tração 4×4 automática, “que proporciona aderência nas mais variadas condições de piso, com a possibilidade do bloqueio mecânico do diferencial traseiro no caso de o fora de estrada exigir ainda mais capacidade”, informa a Ram.

    A Dakota possui cinco anos de garantia, sem limite de quilometragem, sendo possível contratar planos de até dez revisões e realizar o pagamento de duas formas: incluindo o valor no financiamento do veículo ou de forma separada, parcelando em até 12 vezes sem juros.


    Foto: Divulgação/Ram

     



    Fonte: Auto Industria

  • Montadoras da China podem fazer no Brasil o que fizeram no México?

    Montadoras da China podem fazer no Brasil o que fizeram no México?

    Em 2025 a China aumentou ainda mais sua vantagem como maior exportador de veículos do mundo: embarcou 8,3 milhões de unidades, em crescimento de 30% sobre 2024. O volume é mais que o dobro dos 4 milhões exportados pelo Japão, o segundo colocado, que há dois anos perdeu o primeiro lugar.

    Este avanço vem provocando mudanças sem precedentes em alguns dos maiores mercados de veículos do mundo, junto com variadas reações de autoproteção por meio de aplicação de tarifas, que podem até desacelerar as importações de veículos, mas não reduzem a voracidade chinesa de exportar seus excedentes de produção para qualquer país que os deixem entrar, buscando soluções alternativas como a exportação de carros desmontados ou semimontados, como acontece atualmente no Brasil com BYD e GWM, além de outros fabricantes que estão na fila para fazer o mesmo.

    O México é atualmente o exemplo maior do que acontece quando as portas ficam abertas aos chineses. Em 2024 a China exportou 485 mil veículos ao mercado mexicano. Em 2025 o volume de importações saltou 29%, para 625,2 mil unidades, transformando o país no maior cliente de carros chineses do mundo. Nos dois anos a GM lidera as vendas com modelos Chevrolet produzidos em instalações de sua sociedade chinesa com a SAIC.

    Mas as vendas efetivas de veículos chineses no México avançaram pouco em 2025, só 1,2% sobre 2024, para 306,6 mil unidades, dominando 20% do mercado de cerca de 1,5 milhão de unidades. Isto porque o país tomou medidas para conter as importações de carros da China.

    O motivo desse descasamento de importações muito maiores do que as vendas reflete algo parecido com o que ocorre no Brasil: antecede o aumento da tarifa de importação, que era de 15% a 20% para países com os quais o México não tinha acordos comerciais e, este ano, foi elevada para 50% aos veículos procedentes da China.

    Com o aumento da tarifa no horizonte os fabricantes chineses trataram de importar mais carros do que são efetivamente vendidos, para formar estoques com preços mais baixos e continuar a explorar o mercado com vantagens competitivas por mais algum tempo, assim como também vêm fazendo no Brasil.

    Protecionismos diferentes

    O governo mexicano, que sempre adotou política liberal deixando seu mercado aberto ao comércio exterior, certamente cedeu a pressões das empresas multinacionais fabricantes de veículos instaladas no país – muitas das mesmas que atuam em solo brasileiro e clamam pelo protecionismo nacional porque não conseguem competir com os chineses.

    Note-se que o protecionismo mexicano acontece em país que é muito mais competitivo para a indústria automotiva do que o Brasil, segundo pesquisas que montadoras estrangeiras incansavelmente apresentam por aqui sempre que querem demonstrar a falta de competitividade internacional do País. No caso do México, portanto, nem este ambiente favorável consegue deter a competição chinesa.

    Note-se também que o protecionismo mexicano adotado contra a invasão de carros chineses é ainda maior do que o imposto até agora pelo Brasil, que anos atrás zerou a alíquota de 35% somente para modelos elétricos e híbridos e, desde 2024, começou a recompor a tarifa, que a partir de julho próximo voltará ao teto permitido pela OMC – que diante dos chineses poucos países ainda respeitam –, para veículos montados ou semimontados SKD, enquanto para unidades totalmente desmontadas em kits CKD o imposto está previsto para subir a 35% em janeiro de 2027.

    Embora México e Brasil sejam mercados similares, as situações são diferentes. O brasileiro é maior e sempre foi mais protegido. Os volumes de importações de carros da China, embora tenham crescido muito nos últimos anos, ainda representam participação inferior a 10%.

    Em 2025 os 187,3 mil carros chineses emplacados no Brasil representaram crescimento de 55,6% sobre 2024, mas a participação foi de apenas 7,3% do total de 2,55 milhões de veículos leves vendidos.

    Mas assim como ocorreu no México as importações para cá vêm sendo antecipadas para desviar do aumento de tarifas: os embarques foram bem maiores do que as vendas efetivadas e o País foi o quinto maior comprador de veículos produzidos na China, com 322,1 mil unidades importadas, atrás de México, Rússia, Emirados Árabes e Reino Unido, e pouco à frente de Arábia Saudita, Bélgica e Austrália.

    Modelo mexicano seria desastroso no Brasil

    Ao contrário do Brasil, o México é – ou era para os chineses – muito mais aberto às importações de veículos, firmando acordos de isenção de tarifas com diversos países – inclusive com o Brasil. Isto ocorre porque os fabricantes no país exportam a maior parte da produção para os vizinhos do norte, Estados Unidos e Canadá, isentos de tarifas pelo acordo USMCA.

    Para se ter ideia, os fabricantes instalados em solo mexicano produziram 3,9 milhões de veículos em 2025 e 3,4 milhões foram exportados. São volumes que superam em muito o mercado doméstico de cerca de 1,5 milhão de unidades por ano. A cadeia de fornecedores no México é limitada e os carros são montados com grandes quantidades de componentes importados, em linhas chamadas de maquiladoras.

    Com este arranjo exportador o México pode deixar seu mercado doméstico livre para os importadores, até porque os volumes internos são baixos para justificar a instalação de fábricas só para vender aos mexicanos.

    Este terreno ficou ainda menor depois que os Estados Unidos impuseram a pesada tarifa de 100% sobre carros importados da China, inclusive os produzidos em solo mexicano com componentes importados. Não por acaso a BYD logo viu que esta configuração não se encaixava em seu modelo de negócio e desistiu, ao menos por enquanto, de investir em uma unidade industrial no México.

    Já o Brasil exporta menos de 20% de sua produção – e majoritariamente para países latino-americanos, inclusive ao México, em que está perdendo a concorrência justamente para os chineses. Portanto a fórmula mexicana é mais destrutiva para a indústria automotiva no País, especialmente para cadeia de fornecedores estabelecida ao longo de décadas de nacionalização.

    China se adapta ao Brasil

    No momento os fabricantes chineses não podem prescindir do mercado brasileiro, um dos maiores do mundo ainda aberto a seus carros, pois continuam a ter muitos excedentes produtivos para exportar. Mesmo sendo obrigados a localizar a produção para mitigar o aumento de tarifas no Brasil, não vão parar de importar parte dos veículos que vendem aqui e vão montar localmente os mais vendidos.

    Ao menos no horizonte dos próximos cinco anos os fabricantes de origem chinesa vão mexicanizar a produção brasileira com grandes quantidades de itens importados da China, seja no regime peça a peça ou em kits SKD e CKD. Uma das formas de atender índices mínimos de nacionalização será delegar as importações de componentes para fornecedores cativos escalados na China a serem instalados no Brasil.

    Com estes arranjos os fabricantes de veículos da China deverão manter seu diferencial competitivo no Brasil, com pequena e limitada contribuição para a cadeia produtiva do setor. Este é o horizonte avistado no momento, que sempre estará sujeito a mudanças e pressões da indústria local que não consegue competir no Exterior e está perdendo terreno no mercado doméstico.


    Foto: Divulgação



    Fonte: Auto Industria

  • Tiggo 5X 2027: Ipiranga, Petrobras e Shell comemoram lançamento do SUV

    Tiggo 5X 2027: Ipiranga, Petrobras e Shell comemoram lançamento do SUV

    O Tiggo 5X 2027 começou sua trajetória comercial no Brasil com números que chamaram atenção do mercado.

    Em apenas cinco dias após o lançamento, o SUV registrou mais de 12 mil unidades vendidas, um resultado expressivo para um modelo do segmento.

    O desempenho inicial mostra que o novo SUV da Caoa Chery despertou forte interesse do público.

    Design atualizado, pacote de equipamentos competitivo e posicionamento estratégico ajudaram o modelo a ganhar destaque logo nos primeiros dias nas concessionárias.

    Diante dessa aceitação rápida, muita gente começou a brincar que até os postos de combustível teriam motivos para comemorar o sucesso do Tiggo 5X. Logo abaixo, o Garagem360 explica melhor esse cenário. Acompanhe!

    Por que Ipiranga, Petrobras e Shell estariam “comemorando”?

    Na prática, nenhuma distribuidora de combustível se manifestou ou comemorou o lançamento do Tiggo 5X 2027.

    Tiggo 5X – Foto: divulgação

    O título chama atenção por um motivo simples: consumo de combustível.


    A ideia por trás dessa provocação é que o SUV da Caoa Chery apresenta números de eficiência energética inferiores aos principais rivais do segmento.

    Isso significa que, no dia a dia, o motorista tende a visitar o posto de combustível com mais frequência.

    Ou seja, quanto maior o consumo do carro, maior a frequência de abastecimento. É exatamente nesse ponto que surge a brincadeira envolvendo nomes como Ipiranga, Petrobras e Shell.

    O Tiggo 5X continua sendo um modelo competitivo em vários aspectos, mas quando o assunto é consumo ele acaba ficando atrás de alguns dos SUVs mais populares da categoria.

    Consumo do Tiggo 5X 2027 e comparação com os rivais

    De acordo com os dados oficiais divulgados pelo Inmetro, o Tiggo 5X apresenta números mais modestos de eficiência energética.

    CAOA Chery Tiggo 5x – Foto divulgação

    No uso urbano, os números registrados são:

    • 6,6 km/l com etanol

    • 10 km/l com gasolina

    Na estrada, o rendimento melhora, mas ainda fica abaixo de alguns concorrentes:

    • 8 km/l com etanol

    • 11,7 km/l com gasolina

    O SUV da Caoa Chery possui tanque de 51 litros, o que ajuda a ampliar a autonomia entre abastecimentos.

    Mesmo assim, o consumo mais elevado acaba reduzindo o alcance final quando comparado a outros modelos do segmento.

    Outro detalhe curioso é que a geração atual ficou ligeiramente menos econômica que a anterior, algo que também pesa na avaliação de consumidores mais atentos.

    Jeep Renegade apresenta números melhores

    Um dos concorrentes diretos do Tiggo 5X é o Jeep Renegade.

    Apesar de também não ser conhecido por ser extremamente econômico, o modelo da Jeep registra resultados superiores.

    Na cidade:

    • 7,8 km/l com etanol

    • 11,1 km/l com gasolina

    Na estrada:

    • 8,9 km/l com etanol

    • 12,4 km/l com gasolina

    O Renegade ainda conta com tanque de 55 litros, o maior entre os modelos comparados.

    Volkswagen T-Cross lidera em eficiência

    Entre os SUVs analisados, o Volkswagen T-Cross aparece como o mais eficiente.

    Os números de consumo são:

    Na cidade:

    • 8,5 km/l com etanol

    • 12,1 km/l com gasolina

    Na estrada:

    • 10,2 km/l com etanol

    • 14,5 km/l com gasolina

    Mesmo com tanque de 49 litros, menor que o do Tiggo 5X, o modelo consegue ultrapassar 700 km de autonomia rodoviária com gasolina.

    Chevrolet Tracker também supera o Tiggo

    Outro rival que apresenta rendimento melhor é o Chevrolet Tracker.

    Na cidade:

    • 8,1 km/l com etanol

    • 11,5 km/l com gasolina

    Na estrada:

    • 9,9 km/l com etanol

    • 13,8 km/l com gasolina

    O Tracker possui tanque de 44 litros, o menor entre os SUVs comparados, mas a eficiência ajuda a equilibrar a autonomia final.

    Sucesso comercial não depende apenas do consumo

    Quando os modelos são colocados lado a lado, o Tiggo 5X realmente aparece atrás de Renegade, T-Cross e Tracker em eficiência energética.

    Isso, porém, não impede o SUV da Caoa Chery de continuar chamando atenção do público.

    O volume de mais de 12 mil unidades vendidas em apenas cinco dias mostra que o modelo encontrou espaço no mercado.

    Com o passar do tempo, no entanto, muitos consumidores começam a analisar detalhes como consumo, autonomia e custo de uso.

    É nesse momento que a comparação direta com os rivais passa a pesar mais na decisão de compra.

    E você, como avalia o Tiggo 5X? Comente e compartilhe a sua opinião com outros leitores do Garagem360.



    Fonte: Garagem 360

  • Vendas das marcas da Abeifa encerram o 1º bimestre em alta de 39%

    Vendas das marcas da Abeifa encerram o 1º bimestre em alta de 39%

    As nove marcas associadas à Abeifa fecharam o primeiro bimestre do ano com o registro de 24.410 automóveis e comerciais leves emplacados, volume 39% superior ao anotado no mesmo período do ano passado, quando as vendas somaram 17.546.

    Somente em fevereiro, os licenciamentos chegaram a 12.886 unidades, altas de 11,5% sobre janeiro (11.544) e de 42,6% em relação a igual mês de 2025 (9.021).

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    →Com operações locais da BYD e GWM, importações recuam

    Cabe destacar que a BYD se mostra como o principal motor no crescimento nas vendas das associadas. No acumulado dos dois primeiros meses, a marca chinesa entregou 21.229 veículos. Além de representaram expansão de 55% nos seus emplacamentos, o volume participou com 87% do total apurado pelas importadoras e montadoras da Abeifa.

    As vendas de eletrificados seguem como as mais significativas das marcas da associação. Nos dois primeiros meses, os licenciamentos cresceram 44,4%, para 23.281 unidades antes as 16.122 negociadas um ano antes. O volume registrado representou 42% do mercado total de eletrificados, de 55.474 veículos.


    Foto: Divulgação BYD



    Fonte: Auto Industria

  • SUV de R$ 109 mil e hatch de R$ 119.990 superam Corolla e Corolla Cross

    SUV de R$ 109 mil e hatch de R$ 119.990 superam Corolla e Corolla Cross

    Fevereiro trouxe dois recados claros ao mercado automotivo brasileiro. Um veio dos eletrificados zero quilômetro.

    O outro surgiu no setor de seminovos.

    Em ambos os casos, modelos mais acessíveis superaram nomes tradicionais da Toyota em desempenho comercial e rentabilidade.

    O cenário reforça uma mudança importante no comportamento do consumidor, que passou a olhar com mais atenção para custo-benefício, margem de revenda e tecnologia embarcada.

    Hatch elétrico abre vantagem sobre o Corolla Cross

    Entre os eletrificados, o destaque absoluto foi o BYD Dolphin Mini.


    O hatch elétrico registrou 4.875 unidades emplacadas em fevereiro. O número praticamente dobrou o volume do Toyota Corolla Cross híbrido flex, que somou 2.287 unidades no mesmo período.

    O desempenho do SUV da Toyota representa recuperação relevante.

    Em setembro de 2025, a produção foi afetada após tempestade que atingiu a fábrica de motores em Porto Feliz.

    A retomada ocorreu de forma gradual a partir de novembro.

    Mesmo assim, a diferença entre os dois modelos chamou atenção.

    O Dolphin Mini parte de R$ 119.990 e se consolidou como elétrico de entrada com preço competitivo.

    Já o Corolla Cross híbrido opera em faixa superior, o que influencia diretamente o volume.

    Tiggo 5X supera Corolla e Corolla Cross nos seminovos

    No mercado de usados, o destaque foi o Caoa Chery Tiggo 5X.

    Tiggo 5X – Foto: divulgação

    Levantamento da Megadealer em parceria com a Auto Avaliar aponta que o SUV compacto registrou:

    • Preço médio de R$ 109 mil
    • Margem de lucro de 12,4%
    • Giro médio de 45 dias

    A margem acima de 12% é considerada elevada dentro do segmento.

    O prazo de 45 dias para venda indica giro saudável para concessionárias que trabalham com controle rigoroso de estoque.

    O desempenho colocou o modelo à frente de nomes mais caros e tradicionais.

    O Toyota Corolla Cross apresentou:

    • Preço médio de R$ 157 mil
    • Margem de 8,5%
    • Giro de 32 dias

    O destaque aqui é a rapidez na venda, a melhor entre os três primeiros colocados.

    Já o Toyota Corolla registrou:

    • Preço médio de R$ 143 mil
    • Margem de 9,8%
    • Giro médio de 39 dias

    O sedã mantém equilíbrio entre liquidez e lucratividade, característica que sustenta sua reputação no mercado.

    O que os números mostram

    O mercado de fevereiro indica duas mudanças relevantes.

    No zero quilômetro, um hatch elétrico de R$ 119.990 superou com folga um SUV híbrido consolidado.

    Nos seminovos, um SUV de R$ 109 mil apresentou margem superior e desempenho competitivo frente a Corolla e Corolla Cross.

    Preço inicial mais acessível, tecnologia embarcada e margem atraente para lojistas passaram a pesar mais na decisão.

    A disputa entre elétricos, híbridos e modelos tradicionais está cada vez mais equilibrada. Fevereiro mostrou que referência histórica já não garante liderança automática.

    E para você, qual é o melhor carro do segmento automotivo? Comente e compartilhe a sua opinião com outros leitores do Garagem360.



    Fonte: Garagem 360

  • Mulheres de 35 a 54 anos concentram contratos de seguro de automóveis

    A contratação de seguro auto entre mulheres têm se concentrado na faixa dos 35 aos 54 anos, período que coincide com maior estabilidade profissional, ampliação de renda e consolidação de patrimônio.
    Dados da Youse indicam que essa faixa etária responde pela maior parte das apólices femininas ativas na companhia, superando com folga os demais grupos de idade.

    Mudança no consumo do seguro

    Mais do que uma resposta ao risco imediato, a proteção passa a integrar o planejamento financeiro e a organização da rotina, especialmente em um contexto em que o carro permanece como ativo essencial para mobilidade urbana e compromissos profissionais.

    “A decisão pelo seguro não está mais associada apenas ao imprevisto. Para muitas mulheres, ele faz parte da gestão do orçamento e da previsibilidade da rotina. É uma escolha racional, ligada à organização financeira e à proteção de um patrimônio que viabiliza trabalho e deslocamento”, afirma Simone Rosa, diretora de produtos da Youse.

    O dado ganha relevância no contexto do Dia Internacional da Mulher, ao evidenciar que a relação feminina com o seguro se conecta à autonomia econômica e protagonismo nas decisões financeiras. A faixa de 35 a 54 anos coincide com o período de maior participação no mercado de trabalho formal, crescimento de renda e maior responsabilidade sobre despesas familiares.

    Além da concentração etária, o levantamento também mostra forte presença da região Sudeste nas contratações femininas, refletindo maior densidade urbana e dependência do automóvel para deslocamentos diários.

    Para a Youse, o comportamento reforça uma tendência mais ampla do setor: o seguro passa a integrar a estratégia de organização da vida financeira.

    “Existe uma evolução na forma como o consumidor e especialmente a consumidora enxerga o seguro. Ele deixa de ser percebido apenas como proteção e passa a ser visto como uma ferramenta inteligente de previsibilidade e planejamento para as nossas clientes”, completa Simone.

    *Publicado por André Nicolau, da CNN Brasil

    Saiba quais são os 6 carros preferidos pelas mulheres



    Fonte: CNN Brasil Auto

  • Vendas de veículos leves superam 176 mil unidades em fevereiro

    Vendas de veículos leves superam 176 mil unidades em fevereiro

    Levantamento preliminar da consultoria K.Lume aponta cerca de 176,5 mil licenciamentos de automóveis e comerciais leves em fevereiro. Confirmado esse número, o mercado brasileiro terá avançado somente 1,6% diante do resultado efetivado em igual mês do ano passado.

    Esse modesto avanço se deveu ao segmento de carros de passeio, que atingiu 140,6 mil unidades, crescimento da ordem de 4,5% diante de fevereiro de 2025, enquanto, com 35,9 mil unidades negociadas, os emplacamentos de comericais leves encolheram perto de 8% na mesma comparação.

    De qualquer modo, o mês mostra recuperação de 8,7% com relação a janeiro, quando foram negociados 162,5 mil veículos. O primeiro bimestre, assim, foi encerrado com variação positiva do mercado de somente 1,3%. “Uma recuperação mês a mês é esperada até os meses de abril ou maio”, analisa o consultor Milad Kalume Neto.

    Fevereiro teve vendas médias diárias de 9,8 mil veículos leves, crescimento de 26,8% diante de janeir  e de 12,6% na comparação com o mesmo mês do ano passado. Apesar de o carnaval ser considerado ponto facultativo, a consultoria calculou 18 dias úteis no mês, seguindo os critérios bancários.

    Kalume destaca o empate das vendas no varejo e diretas no mês passado. “A queda da atratividade no varejo chama a atenção pois os números das vendas diretas começam a crescer historicamente a partir de abril ou maio. Se já iniciam crescimento a partir de março, indicam desaquecimento do varejo.”

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    → Mercado de automóveis na Europa inicia o ano em baixa de 3,5%

    As marcas chinesas alcançaram 22,9 mil emplacamentos, 73% a mais do que em fevereiro do ano passado. A participação só no segmento de automóveis de passeio, na mesma comparação, passou de 9,8% para 16,3%. “A tendência é de aumento para números próximos de 20% em 2026”, afirma a consultoria.

    Os modelos eletrificados também exibiram participação crescente. Responderam por 28 mil lincenciamentos, aproxidamente 16% do total negociado no mês passado. Híbridos leves, somaram 15 mil unidades, seguidos dos elétricos, com quase 8,7 mil emplacamentos, e pelos híbridos plug-in, 2 mil.


    Foto: Divulgação



    Fonte: Auto Industria

  • T-Cross e Tera superam R$ 19 mil de desconto para PCD; confira outras ofertas

    T-Cross e Tera superam R$ 19 mil de desconto para PCD; confira outras ofertas

    O mercado para o público PCD voltou a ganhar força com cortes relevantes em modelos estratégicos da Volkswagen. T-Cross e Tera, por exemplo, ultrapassam a faixa de R$ 19 mil de abatimento, mas não são os únicos.

    Para se ter uma ideia, Polo e Nivus também aparecem com reduções expressivas, formando um pacote competitivo que mexe diretamente com quem está planejando trocar de carro.

    A seguir, o Garagem360 traz os principais modelos e o que cada um entrega além do desconto. Acompanhe!

    Carros para PCD: Confira os principais modelos da VW

    Polo Sense TSI

    O Polo Sense TSI parte de R$ 112.990,00 e, na condição para PCD, sai por R$ 93.933,00.


    Mesmo sendo versão de entrada, traz HHC, o assistente de partida em subidas, sistema Keyless com alarme e comando remoto, além de volante multifuncional revestido em couro com shift paddles.

    É uma opção para quem busca hatch compacto com bom pacote tecnológico e condução mais envolvente dentro da categoria.

    Tera High

    O Tera High reduz de R$ 144.390,00 para R$ 125.234,00.

    VW Tera 2026

    Tera TSI tem super desconto para PCD | Foto: Divulgação (Volkswagen)

    O SUV compacto aposta em um conjunto mais completo, incluindo piloto automático, HHC e seis airbags, sendo dois frontais, dois laterais e dois de cortina.

    É uma alternativa para quem quer posição de dirigir mais elevada e foco em segurança, sem abrir mão de conforto.

    Novo T-Cross Sense TSI Automático

    O T-Cross Sense TSI Automático parte de R$ 119.990,00 e chega a R$ 100.921,00 na modalidade PCD.

    T-cross  – Foto: Volkswagen T-Cross

    O modelo oferece seis airbags, freios ABS com EBD e piloto automático.

    É um dos SUVs mais vendidos do país e se destaca pelo espaço interno e equilíbrio entre desempenho e consumo.

    O desconto reforça ainda mais sua competitividade frente aos rivais diretos.

    Novo Nivus Comfortline 200 TSI

    O Nivus Comfortline 200 TSI cai de R$ 156.890,00 para R$ 130.457,00.

    O SUV cupê traz faróis de LED com função Coming & Leaving Home, freios ABS com EBD e o sistema multimídia VW Play de 10,1 polegadas com resolução HD+, Apple CarPlay e Android Auto sem fio, além do aplicativo Meu VW pré-instalado.

    Como vimos acima, os descontos acima de R$ 19 mil em alguns modelos colocam a Volkswagen em posição agressiva no segmento PCD.

    Polo, Tera, T-Cross e Nivus formam um portfólio que atende diferentes perfis, do hatch ao SUV.

    A escolha passa por orçamento, espaço e nível de equipamentos, mas o momento é claramente favorável para quem busca aproveitar as condições atuais.

    E para você, qual é a melhor oferta do mercado brasileiro? Comente e compartilhe a sua opinião com outros leitores do Garagem360.



    Fonte: Garagem 360

  • Mercedes-Benz e Airbus mostram o novo helicóptero ACH145

    Mercedes-Benz e Airbus mostram o novo helicóptero ACH145

    Parceiras desde 2010, Mercedes-Benz e a Airbus Corporate Helicopters apresentaram o novo helicóptero ACH145 na quinta-feira, 26, em evento promotivo em São Paulo, cidade que concentra uma das maiores frotas de helicópteros privados e executivos do mundo.

    Com ele, já são 26 unidades do helicóptero entregues mundialmente. Renovada em 2021, a colaboração entre as empresas foi estendida com foco especial na nova filosofia de design da Mercedes-Benz, a Sensual Purity, incorporada ao ACH145.

    LEIA MAIS

    Mercedes-Benz reforça a linha Sprinter com opções automáticas

    Com opções de layout de quatro a oito assentos, o helicóptero agora oferece aos clientes seis conceitos de design exclusivos para uma escolha personalizada.

    Na nova versão, de cinco pás, o ACH145 oferece um voo mais suave e maior conforto a bordo, além de um aumento de 150 kg de carga útil.


     



    Fonte: Auto Industria