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  • BYD Song Plus 2026 entra em oferta: bônus de R$ 20 mil e taxa zero liberam parcelas de R$ 4.336

    BYD Song Plus 2026 entra em oferta: bônus de R$ 20 mil e taxa zero liberam parcelas de R$ 4.336

    O Song Plus, SUV híbrido plug-in que mudou o patamar do mercado brasileiro acaba de ganhar condições que facilitam a entrada no mundo da eletrificação. Com uma combinação de bônus agressivo no usado e financiamento sem juros, o modelo 2026 tenta isolar a BYD na liderança da categoria.

    Acompanhe o Garagem360 e saiba mais detalhes da oferta.

    Como funciona a oferta do Song Plus 2026?

    Diferente das ofertas comuns que escondem taxas elevadas, a BYD liberou a Taxa 0% a.m. para o plano de 36 meses através do Santander Financiamentos. A condição exige uma entrada de 50%, tornando o fluxo mensal mais previsível para o comprador de perfil premium.

    BYD Song Plus 2026

    Song Plus tem Taxa Zero em fevereiro | Foto: Divulgação (BYD)

    Veja os detalhes da simulação para a versão Premium 2025/2026:

    Detalhe da oferta Valor / Condição
    Preço Sugerido (à vista) R$ 299.800,00
    Entrada (50%) R$ 149.900,00
    Parcelas (36x) R$ 4.336,36
    Bônus no Usado R$ 20.000,00
    Taxa de Juros 0% a.m. (CET 2,69% a.a.)

    Nota: A oferta é válida até 28/02/2026 e inclui tarifas de cadastro e registro (Detran/SP).

    Recompra Garantida por 80% da FIPE

    Atualmente, um dos maiores medos de quem compra um carro chinês ou elétrico é a desvalorização. Para combater isso, a BYD reforçou seu Programa de Recompra.

    Caso o cliente decida trocar seu BYD usado por um novo modelo da marca (igual ou superior) em até 48 meses, a concessionária garante o pagamento de 80% da Tabela FIPE vigente. Vale destacar que essa condição não se aplica a veículos blindados e é exclusiva para vendas no varejo.

    Leia mais BYD Dolphin Mini 2026 para CNPJ já custa menos que Fiat Argo manual

    O que o Song Plus Premium entrega?

    O modelo 2026 continua sendo a referência em termos de custo-benefício no segmento de SUVs médios plug-in. Equipado com o sistema DM-i, ele combina um motor 1.5 aspirado a um motor elétrico, permitindo rodar em modo 100% elétrico no dia a dia da cidade, com uma suavidade de condução difícil de encontrar em rivais a combustão.

    BYD Song Plus 2026

    Foto: Divulgação (BYD)

    Entre os destaques, temos:

    • Autonomia: Capacidade de rodar longas distâncias com consumo baixíssimo de combustível.
    • Tecnologia: A icônica central multimídia giratória e o pacote ADAS completo (piloto automático adaptativo, frenagem de emergência, etc.).
    • Acabamento: Materiais soft-touch e isolamento acústico superior aos SUVs nacionais da mesma faixa de preço.

    Vale a pena comprar um Song Plus agora?

    A oferta de fevereiro é estratégica. Com o bônus de R$ 20 mil no usado, o cliente consegue “abater” parte da entrada e manter uma parcela de R$ 4,3 mil por um carro de quase R$ 300 mil sem pagar juros mensais.

    Então, se você busca previsibilidade financeira e quer fugir dos juros compostos dos financiamentos tradicionais, o momento é muito favorável.

    Me conta: você acha que o bônus de R$ 20 mil e a taxa zero são suficientes para vencer a desconfiança com os seminovos ou prefere esperar a chegada de novos concorrentes?



    Fonte: Garagem 360

  • VW Tera e Fiat Strada entram em guerra de preços com bônus de até R$ 26 mil

    VW Tera e Fiat Strada entram em guerra de preços com bônus de até R$ 26 mil

    A briga pelo topo das vendas esquentou. Enquanto o novíssimo VW Tera já estreia com bônus interessante para Produtor Rural, a Fiat Strada ataca com um desconto agressivo de quase R$ 26 mil em modalidades específicas.

    Acompanhe o Garagem360 para saber quem pode aproveitar os descontos.

    VW Tera e Fiat Strada travam ‘guerra’ de preços em fevereiro

    O mercado automotivo inicia fevereiro com uma disputa direta entre dois perfis distintos de veículos, mas que miram o mesmo bolso: o do trabalhador rural e do microempresário.

    VW Tera; Fiat Strada

    Strada tem excelente desconto em Vendas Diretas | Foto: Divulgação (Fiat)

    A estratégia de bônus agressivos visa não apenas sustentar o volume de emplacamentos, mas também consolidar o VW Tera como uma alternativa viável às picapes compactas de entrada.

    Enquanto a Volkswagen tenta posicionar seu novo SUV subcompacto com uma redução pontual para ganhar tração, a Fiat utiliza a força da Strada (que superou 10 mil unidades vendidas apenas em janeiro) para “estrangular” a concorrência através de um abatimento que beira os R$ 26 mil.

    Leia mais Fiat Strada registra corte de até R$ 50 mil no preço em fevereiro

    Qual o preço do Tera 2026?

    Em fevereiro, a versão de entrada teve seu preço reduzido de R$ 105.626 para R$ 100.345, representando uma economia de aproximadamente R$ 5 mil para o produtor rural.

    VW Tera; Fiat Strada

    Tera estreia em fevereiro com bônus para Produtor Rural | Foto: Divulgação (Volkswagen)

    O Tera foi desenvolvido para ocupar o espaço entre os hatches populares e os SUVs compactos tradicionais, como o T-Cross. Com uma posição de dirigir elevada e design racional, o modelo foca na agilidade urbana sem abrir mão da robustez.

    Qual o preço da Strada em fevereiro?

    A Strada continua sendo o fenômeno a ser batido. Para manter a liderança isolada conquistada em janeiro, a marca aplicou um dos maiores bônus da categoria na versão Freedom Cabine Plus. O valor cai de R$ 120.490 para R$ 94.584, um corte seco de R$ 25.906.

    VW Tera; Fiat Strada

    Foto: Divulgação (Fiat)

    Saiba mais Strada fica mais barata que Volkswagen Saveiro com redução de R$ 25 mil

    Quem pode aproveitar os descontos no Tera e na Strada?

    A princípio, as ofertas não são válidas para o consumidor comum (pessoa física) em compras de balcão. Ambas as condições fazem parte da modalidade de Venda Direta.

    No caso da Fiat Strada, o bônus é exclusivo para Produtor Rural e Microempresário (CNPJ), com estoque limitado a apenas 20 unidades por concessionária e faturamento até 04/03/2026. Já o bônus do Tera é restrito especificamente ao Produtor Rural. Ficam de fora dessas condições especiais:

    • Taxistas
    • Frotistas
    • Locadoras
    • PCDs (Pessoas com Deficiência)

    Veja mais Creta 2026 com preço de SUV compacto? Entenda estratégia por trás do desconto de R$ 15 mil

    Vale a pena?

    Para quem tem pressa e busca utilidade, a Fiat Strada entrega mais volume de carga e uma versatilidade comprovada no campo.

    VW Tera; Fiat Strada

    Foto: Divulgação (Volkswagen)

    Por outro lado, o VW Tera oferece o “sentimento de SUV”, com maior tecnologia embarcada e um projeto mais recente de 2025/2026, ideal para quem precisa de um veículo para o dia a dia urbano, mas com a robustez necessária para estradas de terra leves.

    Se o seu objetivo é economizar o máximo possível no ato da compra, a Strada é imbatível. Porém, se a prioridade é modernidade e posição de dirigir, o Tera aparece como uma opção competitiva que finalmente quebra a barreira dos R$ 100 mil.

    Entre a versatilidade de carga da Strada e a modernidade urbana do novo VW Tera, qual deles faz mais sentido para o seu negócio hoje? Deixe seu comentário abaixo!



    Fonte: Garagem 360

  • Picapes lideram em 85% do Brasil e BYD alcança marco histórico no DF em 2026

    Picapes lideram em 85% do Brasil e BYD alcança marco histórico no DF em 2026

    O mapa das vendas automotivas em janeiro revelou um país dividido entre a robustez das picapes e a revolução elétrica. Enquanto as caminhonetes mantêm a soberania em quase todo o território nacional, o Distrito Federal se consolidou como o epicentro da mudança, registrando um pódio dominado por marcas chinesas.

    Acompanhe o Garagem360 e entenda os dados.

    Picapes lideram vendas de carros no início de 2026

    Janeiro mostrou que a regionalização do mercado automotivo brasileiro nunca foi tão evidente, embora a Fiat Strada continue sendo o “arroz com feijão” do país. A picape italiana venceu em 18 territórios, concentrando sua força fora do Sudeste.

    Picapes; carros elétricas; carros mais vendidos 2026

    Strada é um dos carros mais vendidos em vários estados | Foto: Divulgação (Fiat)

    No entanto, o domínio do segmento vai além da Strada: as picapes comandaram 85% do mapa nacional, com modelos como Toyota Hilux, Chevrolet S10 e Ford Ranger assumindo o topo em regiões estratégicas de agronegócio e logística.

    Em 11 estados, o segmento de picapes não apenas liderou, mas garantiu uma “dobradinha” nos dois primeiros lugares do pódio. Essa tendência reforça que, para o consumidor de 2026, a picape deixou de ser apenas uma ferramenta de trabalho para se tornar o veículo principal da família, unindo robustez ao status de SUV.

    Leia mais Volkswagen libera novo Tera para CNPJ com desconto de R$ 7,2 mil e sai por praticamente R$ 100 mil

    Regionalismos: onde SUVs e carros elétricos vencem?

    Enquanto o interior do Brasil ruge com motores a diesel e flex de alta capacidade, as capitais e os estados do Sudeste mostram uma face tecnológica e urbana. Veja só:

    Domínio elétrico e de SUVs

    • Distrito Federal: O mercado de Brasília se consolidou como o polo da eletrificação. O BYD Song foi o mais vendido, seguido pelo Dolphin Mini, formando um pódio 100% chinês inédito.
    • São Paulo: O VW T-Cross manteve sua coroa, mostrando que o paulista ainda prioriza o SUV compacto para o trânsito urbano.
    • Rio de Janeiro: A preferência fluminense é clara: o top 5 foi composto exclusivamente por SUVs e crossovers, com o Fiat Fastback na liderança.
    • Minas Gerais: Enfim, o Fiat Argo foi o fenômeno local, concentrando quase metade de todos os seus emplacamentos nacionais apenas em território mineiro.
    Picapes; carros elétricas; carros mais vendidos 2026

    Dolphin Mini é um dos elétricos mais vendidos | Foto: Garagem360

    Quais os carros mais vendidos por região em 2026?

    Confira o modelo que ditou o ritmo em cada região no início deste ano:

    Região Líder de Vendas Modelo em Destaque Tendência Observada
    Centro-Oeste Fiat Strada BYD Song (DF) Força do Agro + Hub Elétrico
    Nordeste Fiat Strada Geely EX2 (RN) Fidelidade à Fiat e novos chineses
    Norte Chevrolet S10 Toyota Hilux Domínio absoluto de picapes médias
    Sudeste VW T-Cross / Fiat Argo Ford Ranger (ES) Mercado diversificado (SUV e Hatch)
    Sul Fiat Strada Chevrolet Tracker (RS) Equilíbrio entre utilitário e lazer

    Confira O que o Yaris Cross XR 2026 tem que fez a Toyota liberar bônus de quase R$ 9 mil?

    Os dados de janeiro revelam um Brasil de duas velocidades. De um lado, o Norte, Nordeste e Centro-Oeste sustentam a economia das picapes, onde a robustez é o critério de desempate. De outro, o Sudeste e o Distrito Federal funcionam como laboratórios de novas tecnologias, com a BYD e a Geely já incomodando marcas tradicionais no pódio.

    É fato que o sucesso da Strada é inabalável, mas o crescimento de 51% do Volvo EX30 no Espírito Santo e o sucesso do Song em Alagoas e no Rio indicam que a barreira cultural contra os eletrificados foi finalmente rompida em 2026.

    Agora queremos saber: você prefere a robustez de uma picape como a Strada ou já está de olho na economia dos eletrificados da BYD que dominaram o DF?



    Fonte: Garagem 360

  • Montadoras desaceleram produção neste início de ano

    Montadoras desaceleram produção neste início de ano

    O início deste ano foi marcado por uma desaceleração nas linhas de montagem das montadoras instaladas no Brasil. Foram produzidos 159,6 mil veículos em janeiro, volume 12% inferior ao do mesmo mês do ano passado (181,4 mil unidades).

    Ao divulgar os números nesta sexta-feira, o presidente da Anfavea, Igor Calvet, tentou deixar claro que essa queda pode ser considerada pontual e, portanto, não chega a preocupar:

    “O mês de janeiro de 2025 foi atípico no contexto da série histórica, pois ficou acima da média dos anos anteriores. E neste início de 2026, em particular, alguns fabricantes esticaram as férias coletivas, retornando só na terceira semana”.

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    Mercado de veículos: 2026 começa com modesto crescimento de 1,4%.

    Mercado de caminhões inicia o ano em retração de 30%

    Sem detalhar os números, Calvet garantiu que as unidades CKD/SKD montadas por fabricantes chinesas que iniciaram operações aqui no final do ano passado (GWM e BYD) já estão incluídas no balanço de produção divulgado mensalmente pela entidade.

    Disse, apenas, que essas unidades ainda representam pouco na estatística geral. Ele também comentou sobre a não prorrogação dos incentivos com alíquota zero de importação para veículos desmontados e semidesmontados, aplicados por meio de cotas até o último dia 31.

    As fabricantes chinesas vinham pedindo a prorrogação da medida, mas o governo federal optou por encerrá-la no prazo pré-definido.

    “Comemoro o fato de o governo não ter colocado em pauta isso. Como Anfavea, defendemos a indústria nacional e vamos manter nossa posição contrária ao imposto zero caso o pleito volte a ocorrer.”

    Ainda com relação à produção de janeiro, Calvet destacou o recuo de 14,4% no segmento de carros, de 141 mil para 120 mil unidades no comparativo interanual. No caso dos comerciais leves, praticamente houve estabilidade. A queda foi de apenas 0,9%, de 31 mil para 30 mil unidades.

    Também a produção de ônibus se manteve estável, com pequena alta de 0,8%, enquanto a de caminhões teve redução maior, de 15,6% (veja gráfico abaixo)


    Foto: Divulgação/VW



    Fonte: Auto Industria

  • Gasolina ficou cara? Saiba por que o preço nos postos subiu 37% enquanto as refinarias reduziram 16,4%

    Gasolina ficou cara? Saiba por que o preço nos postos subiu 37% enquanto as refinarias reduziram 16,4%

    Entre dezembro de 2022 e fevereiro de 2026, a Petrobras reduziu o preço da gasolina para as distribuidoras em 16,4%, mas o valor nas bombas seguiu o caminho inverso. Segundo dados da ANP, o preço médio nacional saltou de R$ 4,98 para R$ 6,33, encarecendo o tanque cheio em R$ 67,50 no período.

    Acompanhe o Garagem360 e entenda a discrepância entre preços na refinaria e nas bombas.

    Gasolina ficou mais cara nos postos?

    Embora a Petrobras tenha promovido 11 reajustes (sendo oito cortes e apenas três elevações) nos últimos três anos, o alívio não chegou ao bolso do consumidor final. O cenário atual apresenta uma desconexão clara entre o custo de produção e o preço de revenda.

    Preço da gasolina; Gasolina mais cara; Preço do combustível

    Mesmo com redução nas refinarias, preço da gasolina segue alto nos postos | Foto: Reprodução

    Confira os indicadores:

    Indicador (média nacional) Dezembro de 2022 Fevereiro de 2026 Variação (%)
    Preço na Refinaria (Distribuidoras) R$ 3,08 R$ 2,57 -16,4%
    Preço Médio nos Postos (Bomba) R$ 4,98 R$ 6,33 +37,1%
    Custo para encher um tanque (50L) R$ 249,00 R$ 316,50 + R$ 67,50

    Em algumas regiões, como Barueri e Guarujá (SP) por exemplo, o preço máximo de revenda atingiu a marca alarmante de R$ 9,29 por litro na última semana.

    Veja também Gasolina ou etanol em 2026? Regra dos 70% mudou e você pode estar perdendo dinheiro

    O que compõe o preço que você paga?

    Para entender por que a queda na refinaria não reflete no posto, a gente precisa analisar a cadeia de custos. Atualmente, a Petrobras responde por apenas 28,4% do valor final da gasolina. O restante é dividido entre:

    • Impostos Estaduais (ICMS): 24,8% (com alíquota fixa que subiu R$ 0,10 recentemente).
    • Margens de Distribuição e Revenda: 19,6%.
    • Mistura de Etanol Anidro: 16,4%.
    • Impostos Federais: 10,7%.

    Alguns especialistas apontam que a valorização do etanol e o aumento fixo do ICMS anularam os cortes feitos pela Petrobras. Como o imposto estadual é uma alíquota fixa por litro, seu impacto é imediato e linear em todo o país, limitando a capacidade de repasse das reduções da refinaria.

    Estatal vs. Setor varejista

    A gestão dos preços virou (literalmente) um campo de batalha político e econômico. Magda Chambriard, presidente da Petrobras, atribui a ineficácia dos repasses à privatização da BR Distribuidora em 2019, lamentando que a estatal não tenha mais controle sobre o combustível “do poço ao posto”.

    Preço da gasolina; Gasolina mais cara; Preço do combustível

    Foto: Freepik

    Por outro lado, o Sincopetro defende que os postos têm margens estreitas. Segundo o sindicato, de uma redução de R$ 0,14 na refinaria, o estabelecimento consegue repassar, no máximo, R$ 0,06, devido à elevação dos custos operacionais e logísticos.

    Confira Apenas UM estado brasileiro ainda vale a pena abastecer com Etanol em 2026; saiba qual é

    Para completar, o setor ainda enfrenta o impacto da Operação Carbono Oculto, que investiga o uso de postos para lavagem de dinheiro, o que tem gerado instabilidade na competitividade do mercado.

    A discrepância entre os preços da Petrobras e das bombas em 2026 evidencia a complexidade da estrutura tributária e logística brasileira. Enquanto a política de preços da estatal foca na estabilidade das refinarias, o varejo é refém da valorização do etanol e da rigidez do ICMS.

    No fim, o motorista acaba pagando a conta de uma cadeia fragmentada onde a redução na origem é diluída por custos intermediários e pela ausência de uma rede de distribuição integrada sob controle regulatório direto.

    Comente abaixo: a volta da Petrobras ao setor de distribuição ajudaria a baixar os preços nos postos, ou o problema central está na carga tributária e no custo do etanol? O preço na sua cidade já ultrapassou a média de R$ 6,33?



    Fonte: Garagem 360

  • Novas marcas alteram ranking e perfil das vendas elétricos

    Novas marcas alteram ranking e perfil das vendas elétricos

    A chegada de novas marcas chinesas já alterou bastante o ainda incipiente segmento de veículos elétricos no Brasil. Seja pelo crescimento do número de vendas, seja pela participação de cada uma delas noi começo deste ano.

    Em janeiro, foram licenciados 8,2 mil automóveis e utilitários leves movidos exclusivamente a bateria. A comparação com igual mês do ano passado impressiona pelo salto de nada menos do que 125%!

    É também o segundo maior número da história de elétricos emplacados em um único mês. Perde apenas para dezembro último, quando chegaram às ruas 11,5 mil unidades.

    Essa evolução foi acompanhada  e é decorrência da expansão de portóflios de produtos, mas sobretudo das ofertas inciadas por marcas como Geely, Zeekr, GAC, MG e Leapmotor nos últimos meses, dentre outras. Juntas, elas venderam cerca de 2 mil veículos em janeiro, 25% do total negociado.

    A folgada liderança da BYD ainda segue, mas encolheu 10 pontos porcentuais frente ao 72% verificados ao longo de 2025, de acordo com a Fenebrave. Com participação 5,1 mil unidades e fatia de 62%, ficou à frente da Geely, que acumulou 1.337 unidades, 16,3% do total.

    Exatamente um ano antes, quando a BYD deteve 68% dos emplacamentos no mês, a Volvo foi a segunda marca mais vendida, mas com somente 10% dos emplacamentos, imediatamente à frente da GWM (9,6%). Em janeiro último elas apareceram, respectivamente, apenas na quarta e sexta posições, com participações de 4,8% e 2,3%.

    Das dez empresas que mais venderam elétricos neste princípio de 2026, quatro não estavam no País há um ano. Naturalmente, o maior destaque é a Geely, que começou com a oferta do SUV EX5 aqui no princípio do segundo semestre, para somente em novembro colocar nas lojas o compacto EX2.

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    O modelo de entrada é o grande responsável pela rápida ascensão da marca no segmento de elétricos. Em janeiro,  somou 1.124 licenciamentos, 85% do total negociado pela Geely, e 14% do segmento.

    Já apareceu como o sétimo hatch pequeno mais vendido, à frente dos tradicionais modelos a combustão Honda City e Citroën C3, que venderam pouco mais de 1 mil unidades cada, e do Peugeot 208, de modestíssimos 568 licenciamentos.

    Se a “pizza” do segmento de veículos elétricos já tem mais pedaços, nos próximos meses eles serão ainda em maior número e, consequentemente, menores, com as marcas mais recentes e que estão para chegar ampliando a oferta, o perfil de produtos e as redes de concessionárias.


    Foto: Divulgação



    Fonte: Auto Industria

  • Golpe do pedágio Free Flow: mais de 50 sites falsos miram motoristas em 2026; saiba como se proteger

    Golpe do pedágio Free Flow: mais de 50 sites falsos miram motoristas em 2026; saiba como se proteger

    A modernidade do pedágio sem cancelas (Free Flow) trouxe agilidade para as rodovias, mas também abriu as portas para uma nova onda de crimes cibernéticos. Uma campanha maliciosa, apelidada de “Golpe do Pedágio Eletrônico”, já registrou mais de 50 sites falsos desde dezembro de 2025, focando em motoristas que buscam regularizar suas passagens.

    Acompanhe o Garagem360 para saber como não cair nessa armadilha.

    Como funciona o golpe do Free Flow?

    O esquema é sofisticado e segue um roteiro bem definido para enganar até os motoristas mais atentos. Ao pesquisar por “pagar pedágio free flow” no buscador, a vítima clica no primeiro link que aparece, que geralmente é um anúncio pago pelos golpistas.

    Golpe do pedágio Free Flow

    Golpe já “criou” mais de 50 sites falsos | Foto: Imagem gerada por IA

    Então, o site solicita a placa do veículo. Para dar veracidade, o sistema exibe informações corretas do carro, possivelmente obtidas através de vazamentos de bancos de dados. O portal mostra um débito de valor baixo, condizente com um pedágio real, para não levantar suspeitas e incentivar o pagamento imediato via PIX.

    Assim, o pagamento é enviado para contas de “laranjas” em fintechs pouco conhecidas, dificultando o rastreio pela polícia.

    Veja também Multa de pedágio em São Paulo volta a valer: veja como evitar R$ 195 e pontos na CNH

    Prejuízo dobrado e pontos na CNH

    O grande problema desse golpe é que, ao pagar o site falso, o motorista acredita que está em dia com a lei. No entanto, o débito real continua em aberto na concessionária. Ou seja, você perde dinheiro e ainda continua em débito com o governo.

    Se o valor legítimo não for pago em até 15 ou 30 dias (dependendo da rodovia), o condutor comete a infração de evasão de pedágio. As consequências são pesadas:

    • Multa: R$ 195,23
    • CNH: Registro de 5 pontos na carteira

    Como pagar o pedágio Free Flow sem riscos?

    Golpe do pedágio Free Flow

    Foto: Imagem gerada por IA

    Para garantir que o seu dinheiro chegue ao destino certo, siga as recomendações essenciais da ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres):

    • Evite anúncios: Nunca clique em links que tenham a legenda “Patrocinado” em buscadores quando o assunto for pagamentos de taxas.
    • Confira o recebedor do PIX: Antes de confirmar o pagamento no seu banco, verifique o nome da empresa. Concessionárias legítimas (como CCR RioSP, CSG, etc.) usam contas em seus próprios nomes. Desconfie se o destinatário for uma pessoa física ou uma empresa desconhecida.
    • Atenção à URL: Sites oficiais do governo sempre terminam em .gov.br. Sites de concessionárias devem ser digitados diretamente no navegador.
    • Use as tags: Por fim, a forma mais segura de evitar o golpe é utilizar tags de pagamento automático (Sem Parar, Veloe, ConectCar, Taggy). Com elas, o valor é debitado sem que você precise acessar sites de terceiros.

    Isenção de pedágio para idosos 60+: projeto avança NESTE estado e prevê benefício para 2026

    Leia mais Isenção de pedágio para idosos 60+: projeto avança NESTE estado e prevê benefício para 2026

    Canais oficiais

    Concessionária Canal oficial (exemplos)
    CCR RioSP (BR-101) ccrriosp.com.br / App CCR RioSP
    CSG (Serra Gaúcha) freeflow.csg.com.br / App CSG
    EPR Sul de Minas site oficial da EPR

    Na sua opinião, as concessionárias deveriam facilitar o pagamento via totens físicos para evitar esses golpes digitais? Deixe seu comentário e ajude outros motoristas!



    Fonte: Garagem 360

  • Saiba quais foram os carros elétricos mais vendidos de 2025

    Saiba quais foram os carros elétricos mais vendidos de 2025

    A quantidade de vendas de carros elétricos subiu 30% em um período de 12 meses, na passagem de 2024 para 2025. No último ano, 80.178 carros movidos a energia passaram a circular pelas ruas do Brasil. 

    São Paulo é o Estado responsável por puxar o maior número de vendas, com 17.410 carros. 

    Entre os modelos mais vendidos, o BYD Dolphin Mini é quem se destaca. Sozinho, o hatch elétrico vendeu mais de 32 mil unidades e encerrou o ano de 2025 com 40% de participação. 

    Na prática, isso quer dizer que a cada dez carros elétricos vendidos no país, pelo menos 4 foram um BYD Dolphin Mini. 

    Quem vem logo em seguida é o BYD Dolphin, com 15 mil unidades comercializadas no ano. O BYD Yuan Plus fechou o ano na terceira posição, com pouco mais de 6 mil carros vendidos. 

    Uma supresa é o Geely EX2, lançado em novembro de 2025. Apesar de ter pouco tempo de mercado, o elétrico foi o sétimo carro elétrico com maior número de vendas no Brasil. O EX2 emplacou quase 2,5 mil unidades desde que chegou ao país. 

    Fabricantes 

    A BYD ainda é a marca dominante nas vendas de modelos elétricos. A chinesa vendeu 57.159 unidades ao longo de 2025 e tem 71,3% de participação no setor. 

    A Volvo é a vice-líder, mas com uma discrepância para a BYD. A marca sueca registrou 5.161 unidades nos 12 meses de 2025. 

    Logo na terceira posição, a Geely soma 3.370 carros elétricos vendidos no mercado brasileiro, apesar do seu pouco tempo de mercado em território brasileiro. 

    Confira os 10 carros elétricos mais vendidos no Brasil em 2025: 

    1. BYD Dolphin Mini – 32.486;
    2. BYD Dolphin – 15.237;
    3. BYD Yuan Plus – 6.029;
    4. Volvo EX30 – 3.511;
    5. GWM Ora 03 – 3.238;
    6. BYD Seal – 3.224;
    7. Geely EX2 – 2.442;
    8. Chevrolet Spark – 1.563;
    9. Renault Kwid – 1.093;
    10. Geely EX5 – 926.

    Ter um carro elétrico ou híbrido pode te isentar de pagar o IPVA 2026



    Fonte: CNN Brasil Auto

  • Nem IPVA, nem IPTU: 16 novos radares em SP viram preocupação dos motoristas em 2026

    Nem IPVA, nem IPTU: 16 novos radares em SP viram preocupação dos motoristas em 2026

    IPTU e IPVA já costumam pesar no orçamento dos paulistas no início do ano. Em 2026, porém, motoristas de São Paulo ganharam mais uma preocupação, que não envolve impostos, mas pode gerar custos extras: a ampliação da fiscalização eletrônica nas rodovias estaduais.

    Desde a madrugada da última terça-feira (27/1), o Departamento de Estradas de Rodagem de São Paulo passou a operar 16 novos radares de velocidade em estradas sob sua administração.

    Os equipamentos foram instalados em pontos estratégicos da malha rodoviária estadual, tanto na região metropolitana quanto no interior.

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    Quantos radares têm em São Paulo?

    Com a ativação desses novos dispositivos, o número de radares em funcionamento nas rodovias estaduais não concedidas chegou a 602 unidades.

    Todos os equipamentos contam com sinalização prévia e limites de velocidade definidos de acordo com as características de cada trecho, como fluxo de veículos, traçado da pista e volume de ocorrências.

    Segundo o DER-SP, a ampliação da fiscalização tem como objetivo reforçar a segurança viária e reduzir acidentes. Os novos radares foram posicionados em locais com histórico de excesso de velocidade, registros frequentes de acidentes, travessia de fauna e outros pontos considerados críticos em estudos técnicos do órgão.

    Na prática, a medida aumenta o nível de atenção exigido dos motoristas que utilizam essas rodovias com frequência. Embora não represente a criação de novas taxas ou tributos, a presença de mais radares eleva o risco de autuações para quem não respeita rigorosamente os limites estabelecidos.

    Reprodução- internet

    Reprodução- internet

    Onde ficam os novos radares em São Paulo?

    • SP 125 066,294 Norte/Sul São Luís do Paraitinga 60 / 60 (km/h)
    • SP 270 374,439 Leste/Oeste Ourinhos 60 / 60 (km/h)
    • SP 088 059,000 Norte/Sul Mogi das Cruzes 40 / 40 (km/h)
    • SP 102 072,050 Norte/Sul Mogi das Cruzes 40 / 40 (km/h)
    • SP 148 031,806 Norte/Sul São Bernardo do Campo 40 / 40 (km/h)
    • SP 214 055,548 Norte/Sul Embu-Guaçu 50 / 50 (km/h)f
    • SP 228 029,000 Leste/Oeste Itapecerica da Serra 40 / 40 (km/h)
    • SP 312 034,400 Leste Barueri 60 / 60 (km/h)
    • SP 332 029,550 Norte/Sul Caieiras 40 / 40 (km/h)
    • SP 332 030,708 Norte/Sul Caieiras 60 / 60 (km/h)
    • SPA 032/280 002,628 Leste/Oeste Jandira 40 / 40 (km/h)
    • SPA 052/031 006,895 Norte/Sul Ribeirão Pires 50 / 50 (km/h)
    • SPI 172/060 000,800 Norte/Sul Jacareí 60 / 60 (km/h)
    • SP 483 010,846 Norte/Sul Taciba 80 / 80 (km/h)
    • SP 501 003,174 Norte/Sul Presidente Prudente 80 / 80 (km/h)
    • SP 332 270,100 Norte/Sul Tambaú 60 / 60 (km/h)

    Orientação para os motoristas

    Com o avanço da fiscalização eletrônica em 2026, a orientação para quem trafega pelas estradas estaduais paulistas é redobrar a atenção à sinalização, manter velocidade compatível com a via e dirigir com cautela em trechos sinalizados.

    O cenário indica que o controle eletrônico deve seguir como uma das principais ferramentas do estado para disciplinar o trânsito nas rodovias.

    E você como avalia a instalação de novos radares em São Paulo? Comente e compartilhe a sua opinião com os leitores do Garagem360.



    Fonte: Garagem 360

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